Bios

Bios Luiza Salazar




Resenhas - Bios


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Odin com Pimenta 26/01/2017

Bios, onde ser humano é um crime
Por Débora Leeal - nova colunista do Odin com Pimenta

Peguei com Odin o livro Bios comecei a ler e parei na metade fiquei desinteressada, não que o livro seja ruim, pelo contrário é um livro ótimo, uma leitura empolgante que te transporta para um mundo "pós apocaliptico" por assim dizer e te faz viajar pelo futuro.

Bios começa no ano de 2018 em diante, a historia começa quando Liz acorda sem memória nas ruínas do que ja foi uma cidade, daí em diante ela passa por situações inusitadas tentando recuperar sua memória. Bios fala sobre ficção científica, guerras, morte, laços de família e amizade, com um pouco de comédia e romance, não podemos esquecer do governo filho da mãe que quem tem dinheiro faz o que quer, conta o que quer e as pessoas com medo acreditam. E Liz para derrubar esses figurões passa por poucas e boa.

Luiza Salazar mostra paixao ao escrever Bios, o livro é de uma criatividade enorme, e para Luiza S. um desastre à cada página é pouco. Um livro ótimo, com emoção à cada frase, à cada linha que se lê, a leitura é tão boa que conforme vai lendo o livro você se imagina lá. A arte da capa está linda, com uma ótima referência ao livro. Recomendadíssimo!

Título completo: Bios
Autora: Luiza Salazar
Editora: Underworld
Edição: 1ª
Gênero: Fantasia
Páginas: 360

site: http://odincompimenta.com.br/livros/resenha-bios-onde-ser-humano-e-um-crime/
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Meninas que Leem 31/12/2016

Blog As meninas que leem livros
Comecei a leitura acreditando que se tratava de mais um livro sobre apocalipse Zumbi, a capa não me deixou dúvidas quanto a isso. A sinopse então, foi mais uma garantia que o livro.......

site: http://www.asmeninasqueleemlivros.com/2011/12/bios-luiza-salazar.html
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Van Tourinho 27/11/2015

Quando Liz acorda, se encontra em um local deserto e catastrófico. De nada se lembra, e sua única companhia é uma mochila, que guarda medicamentos, alimento desidratado, água, kit de primeiros socorros e uma arma. Obedecendo às ordens de seu cérebro e de seu instinto de sobrevivência, Liz se abriga em um prédio vazio, onde acaba conhecendo dois jovens. E ao se unir a eles, ela descobre que está em um mundo praticamente pós- apocalíptico e dividido em dois.
Uma grande corporação chamada O Instituto, é responsável por um projeto polêmico nomeado de Bios. A partir dele foi possível criar vidas artificiais. Humanos geneticamente modificados, melhorados e criados em laboratórios. A recepção da população foi tão hostil que o governo teve de criar colônias para que Bios e Humanos vivessem separados e em segurança. Mas depois da morte de um Bios, o caos se instalou e os humanos passaram a ser perseguidos e massacrados. Os poucos que restaram, (sobre)vivem clandestinamente em comunidades longe do centro da cidade, praticamente entregues à miséria.
A medida que o tempo passa, Liz começa a recobrar a memória, e passa a suspeitar que algo de seu passado pode ser a chave para acabar com a guerra do mundo. E entende que isso a colocará em risco, pois para O Instituto o segredo que Liz guarda deve ser enterrado, junto com ela.
Essa eletrizante distopia merece um selo de literatura brasileira de qualidade. Sério mesmo.
O enredo deste livro é genial, e dá gosto, orgulho saber que ele foi criado por uma jovem autora brasileira.
A leitura é dinâmica, rápida e me prendeu do inicio ao fim.
Liz é uma personagem badass, fodona mesmo. Sem frescurinhas e muitos mimimis. Não tenho o que reclamar dela. A não ser que eu não encontrei química entre o casal principal, apesar de que isso pode ser consequência de eu ainda estar ligada ao casal do último livro que li (A Fera).
Fora isso, o único problema do livro, que nem é um problema, apenas uma observação, foram erros bobos de revisão como falta de vírgulas, ou vírgulas no lugar do ponto ou de uma interrogação. Coisa, aliás, que já deve ter sido consertada já que o meu exemplar é da primeira edição.
Para quem gosta de distopia, Bios é um prato cheio e saboroso, quem não gosta, deveria experimentar, duvido que você se arrependa. Vai por mim!
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Literatura 22/07/2013

A evolução humana
Português.

Esse foi meu grande problema com o livro BIOS (Underworld, 325 páginas), que passa a impressão de não ter sido submetido a qualquer tipo de revisão. Desde já, esclareço que a obrigação de revisar e enquadrar o texto nos princípios básicos da gramática é da editora e não da autora. Ou seja, quem deixou de fazer seu trabalho corretamente foi a Underworld.

Palavras repetidas, como os pronomes “ela” e “você” três ou quatro vezes na mesma frase, erros de digitação, palavras simplesmente “comidas” e pontuação equivocada fizeram com que essa leitura se arrastasse por mais de um mês, quando geralmente não demoro mais de uma semana para ler livros muito maiores. Pode parecer implicância, mas é difícil absorver a história e curtir o texto quando a cada cinco palavras você tem que parar pra ver se leu errado ou se o erro está no livro.

Não fossem os problemas com a gramática, eu poderia ter gostado muito. Existem aspectos originais na mesma proporção em que existem clichês. O casal romântico foge do padrão comum, o que é legal, apesar de irritar de vez em quando. A personagem principal, Liz, é cativante, mas é a única.

Todos os outros personagens são superficiais e sem aprofundamento. Claro, isso é uma opinião única e exclusivamente minha, que gosto de personagens e cenários detalhados, cujas motivações e escolhas são justificadas por perfis e pensamentos próprios.

A história se passa em uma realidade alternativa, onde a humanidade desenvolveu a técnica para “criar” seres humanos perfeitos, geneticamente modificados, os BIOS.

Superiores às pessoas comuns em todos os aspectos e camuflados por uma organização “supostamente” humana, esses seres tomam o controle do governo, impondo aos humanos uma vida de luta pela sobrevivência, organizados em colônias clandestinas e afastadas das cidades, habitadas majoritariamente pelos Bios.

Veja resenha completa no site:


site: http://www.literaturadecabeca.com.br/2013/06/resenha-bios-evolucao-humana.html


Dryh 09/05/2013

Bios
Eu li esse livro com expectativas muito grandes, e eu estava certa.
Apesar de o livro ter muuuuuitos erros na digitação, como letras repetidas nas palavras ou trocadas por outras letras, como “quare” ao invés de “quase”, o livro foi muito emocionante.
Narrado em terceira pessoa, Luiza Salazar conta a história dos Bios, que são “seres humanos” criados em laboratórios, no futuro. Mas esses “humanos” que não são realmente humanos entram em guerra com os verdadeiros donos do planeta: nós.
Mas por serem mais fortes, ágeis, poderosos, e por não terem compaixão, esses seres conseguem o mundo para eles, mas muitas pessoas sobreviveram, criando então as áreas de sobrevivência. Existem muitas Áreas, que é onde refugiados vivem, e Liz, uma garota “perdida” acaba indo parar na Área 2.

Liz acorda no meio do nada, em meio à fumaça, poeira e destruição, sem saber seu nome, ou de onde veio, ela começa a andar sem rumo, esperando encontrar alguém que a ajude.
Liz então encontra Liam e sua irmã Poppy, sobreviventes dos Varredores, que são os Bios. Eles a levam para a Área 2, onde ela passa a viver com muitas pessoas.
Aos poucos, Liz vai se enturmando com os outros sobreviventes, até que acaba se lembrando de tudo o que aconteceu na sua vida. Ela então decide guardar segredo sobre o que descobriu. Otto é um personagem bem legal, mas ao mesmo tempo irritante, mas é impossível não criar afeição por ele. Liz também é uma personagem da qual eu gostei muito.

Sempre que necessário, um grupo de no máximo dez pessoas sai da Área 2 para roubar comida dos Bios. E desta vez, Liz está determinada a acompanhar o grupo.
Eu percebi, desde o inicio do livro, que Liz era bem ingênua, tinha medo de várias coisas, até mesmo dos outros humanos.

Desde o inicio do livro apoiei Liz, porque ela não sabia quem era de onde veio e tal, mas não era só por isso, mas também por ser corajosa e por ajudar as pessoas á qualquer custo, não importando a circunstancia.
Torci muito para que ela conseguisse o que queria, para que ela conseguisse ser feliz. Nem sempre espero um final feliz dos livros, porque todos sabemos que “viveram felizes para sempre” é só em contos de fadas, mas queria muito que Liz tivesse seu feliz para sempre, nem que fosse por pouco tempo.
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Will 18/04/2013

Super demais ;)
Nossa! Foi impossível parar de ler as últimas páginas... Incrível! Fazia muito tempo que eu não sentia a sensação maravilhosa de ler um livro bom e Bios me surpreendeu : O livro é ótimo.
Valeu apena cada página lida... Recomendo... ;)
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Brubis 06/11/2012

Ótima história, bem emocionante e apesar de ser apenas um livro a história durou como se fosse uma trilogia.
A única coisa que me impediu de gostar plenamente desse livro foi a revisão. Muitas palavras repetidas, nomes trocados frases que usavam a mesma palavra duas vezes e podiam ter sido trocadas por algum sinônimo que com certeza eles teriam visto na revisão mas passou batido.
Fiquei surpresa com a qualidade ruim da revisão já que vem de uma editora grande e cujos livros frequentemente passam sem problemas. Inclusive no começo cheguei a me perguntar se a escrita era o que estava me incomodando mas logo me deparei com os erros e percebi que foi dada pouca atenção ao livro.
Fora isso a história foi muito boa, me prendeu o suficiente pra terminar o livro em 4 horas mas o final também deixou um pouco a desejar, podia ter sido um pouco mais bem trabalhado já que construíram um suspense que não se encontrou totalmente com a resolução dos problemas.
(SPOILER) Passaram páginas construindo o cenário e o sentimento de que há uma armadilha e no final a armadilha foi muito retardada. (/SPOILER)


Flah 24/08/2012

Bios - Luiza Salazar
Está ai mais uma surpresa trazida pelo mercado literário brasileiro.

Na verdade, nem é tão surpresa assim. Eu já conhecia a Luíza Salazar pela sua primeira obra: Os Sete Selos. Mas esta, apesar de ter sido muito boa, não foi tão impactante para mim, quanto foi este segundo.

Bem, eu comprei os dois livros em uma promoção promovida pela editora na Bienal do Rio de Janeiro. Mas, por algum motivo, eu tinha expectativas muito maiores com “Os Sete Selos” do que com “Bios”, talvez por causa da capa, ou por causa da sinopse – Eu nunca fui muito fã de distopia, embora tenha lido muitas, ultimamente.

Portanto, é de se imaginar a minha surpresa ao ler “Bios” e constatar que ele, de certa forma (só posso comprar as obras em um âmbito mais estético, uma avaliação mais voltada para a narrativa e escrita, já que as histórias em si são completamente diferentes), é melhor do que Sete Selos. Eu gostei muito da história, da narrativa, do desenvolvimento e, principalmente, dos personagens. Luíza acertou em cheio nesse livro.

A obra conta a história de Liza, uma garota que acorda sem qualquer memória dentro de uma cidade em ruínas e que acaba sendo levada para um acampamento de humanos fugitivos do governo, onde recebe abrigo, comida e olhares desconfiados. Então, ela precisa descobrir quem é, de onde veio e o que estava fazendo dentro daquela cidade.

Acontece que Liz possui dons misteriosos e suas ações falam muito mais do que suas lembranças. Depois de alguns dias de convívio com aquele povo sofrido e com suas memórias distorcidas, ela descobre que certas lembranças podem ser perigosas.

O livro, é claro, tem seus errinhos – o que acabou por se tornar uma das maiores birras que eu tenho com a editora. Mas, se não for levar isso em conta, pode-se equipará-lo tranquilamente aos tão aclamados livros americanos. De verdade.

Criar um livro distópico onde tudo se encaixa, ainda mais tendo como espaço apenas um livro, e não uma série, é bem difícil. Precisa-se de coerência e, principalmente, que todas as perguntas abertas (ou pelo menos a maioria) durante a história sejam respondidas. E a autora conseguiu isso com maestria. Aliás, eu gostei bastante da trama criada, me surpreendi com algumas das revelações e fiquei satisfeita como desfecho.

Em suma, este é um livro pequeno e completo. Tem uma narrativa fluida, personagens muito bem feitos (eu particularmente gostei de todos eles!), cenas de ação de tirar o fôlego, a tão adorada trama política que sempre permeia os livros distópicos, e um desfecho bem legal. Tudo colocado harmonicamente em 325 páginas que te prendem do começo ao fim.

Diante da atual febre por livros distópicos, acredito que “Bios” seja uma boa adição ao repertório. É um livro nacional que vale a pena ser lido. Recomendo-o a todos que gostam do gênero e àqueles que leram e gostaram de “Sete Selos”. Aguardo pelo próximo livro da autora que, se não me engano, sairá pela editora Draco.

E não, não há nenhum Bio na capa... Ela é meramente ilustrativa.
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Nedina 14/08/2012

Bios
Devo dizer que estou cada vez mais encantada com os livros da Luiza Salazar. Ela tem uma ótima imaginação e escreve muito bem.

Liz começa sem memória, mas com tudo que ela carrega na mochila e a história que contam para ela sobre ‘o que está acontecendo no mundo agora’ dá para saber quem ela é, ou melhor, o que ela é, já nas primeiras páginas. Então vem a parte importante, ‘O que Liz fará da sua vida?’ hummm

Os personagens são muito cativantes, adorei demais a pequena Poppy irmã caçula do líder da Área 2, Liam. Os gêmeos Adam e James também são ótimos. Sobretudo Otto com suas loucuras me arrancou muitas gargalhadas! Principalmente porque o achei meio parecido com meu namorado (por favor, não perguntem!). De qualquer forma, a personagem principal é Elizabeth e você não vai querer entrar em uma briga com ela, não mesmo! Pode perguntar ao Hammer ;) A Claudia com seu jeitão marrento tenho certeza que guarda um grande coração, do mesmo tamanho do coração do Evan. Apenas um pequeno OBS, nenhum dos personagens fora Liam e Poppy foram apresentados a Liz. Quero dizer, não houve nada como: ‘Liz, estes são James e Adam.’ Todos apenas brotaram na história. Ou, quer dizer, ela perguntou quem era o Hammer e lhe disseram. Apenas isso.

O livro me lembrou um pouco Jogos Vorazes, não tenho experiência suficiente para saber se todos os livros distópicos são assim, mas a semelhança é em relação ao governo opressor, nesse caso o Instituto e não o governo em si. As pessoas na cidade que desconhecem o destino dos refugiados. E principalmente, o preconceito de um com o outro.

Mas nem tudo são flores. Claro que a capa sendo mais uma criação da Marina Avila, está ótima como sempre. Mas a edição em si, hummm, acontece que há muitas palavras repetidas, escritas erradas e erros de digitação. E o livro que tenho em mãos, após ter sido lido por muitas pessoas perdeu o título e o nome da autora. Tomara que a Under já tenha resolvido esses problemas, pois ainda tenho uns livros dessa editora em casa para ler.

Ainda reclamando, agora com a autora. Ela deixou de usar muita coisa... Por exemplo o conteúdo da mochila de Liz. Ela perdeu um tempo descrevendo tudo que havia ali, mas durante TODO o livro ela usou apenas a arma. Para que então colocar o resto? Veja bem, eu creio que uma história tem muito mais coisas que tempo para contá-las, então colocamos apenas o que é necessário. Logo, se não ia usar o conteúdo da mochila, e esta serviu unicamente para ter o nome ‘Liz’ não podia usar de outro artifício? Se ela acordasse do jeito que estava, com a arma na mão e uma pulseira de identificação com ‘R, Elizabeth’ seria muito melhor.

Outra coisa, Liam não permite que Poppy vá a nenhuma missão perigosa, e a cidade em ruínas não tem mais nada além de Batedores ou Varredores (chame como quiser porque você s[o não vai querer se encontrar com eles), então pergunto: ‘Como eles estavam procurando comida ali? E sozinhos?’ Mais um elemento que só serviu para aproximar Liz da Área 2.

E temos Otto, um dos melhores personagens e mais mal explorados. Ele tem muito potencial, mas quase não faz nada de fato. Se ele é um gênio, porque não usaram nada que ele tenha criado?

E agora o pior de tudo, por favor, pule para o próximo parágrafo porque isso é SPOILER. Não diga que não avisei! Para você que leu o livro, cadê o Hammer? Ok, eu também imagino o que houve, mas entre ficarmos imaginando e discutindo as possibilidades, custava tanto assim à autora dizer o que houve? Ficou a sensação que ela e todos os personagens se esqueceram dele! Depois do que ele fez não acho que alguém da Área 2 tenha esquecido.

Depois desse balde de água fria, volte para o começo da resenha e leia: ‘Devo dizer que estou cada vez mais encantada com os livros da Luiza Salazar. Ela tem uma ótima imaginação e escreve muito bem.’ E entenda que apenas acho que poderia ser melhor ^^ e principalmente, eu gostaria de saber porque ela não usa nenhum elemento nacional. Vocês repararam nos nomes dos personagens? Parece um livro americano e não brasileiro! Isso me deixa um pouco triste, mas tudo bem...

Mais resenhas em http://blogmundodetinta.blogspot.com/
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Andrea_Braga 03/05/2012

http://serieslivroseafins.blogspot.com.br/
Liz acorda numa cidade destruída, e vive numa sociedade corrompida mas não se lembra de nada quando encontra Poppy e Liam, que a levam para Área 2 (uma das cidades construídas por humanos fugitivos). Logo após sua chegada em Área 2, Liz começa a lembrar das coisas e não demora a descobrir que ela é uma Bios e por quê é tão valiosa para o Instituto. O romance de Liam e Liz é inspirador e super fofo, Liam é provavelmente um dos personagens mais fofos que já conheci. O ínicio do livro é do tipo explicativo, só começar a ficar emocionante e com mais ação no meio do livro. O livro é muito bom, completamente instigante e você não consegue parar de ler até saber o que irá acontecer. Os personagens até são simpáticos, devido as circunstâncias que vivem. E é bom saber que a literatura brasileira tem como contar com autores, como a Luiza.
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Leonardo Drozino 04/03/2012

Bios, entre os dois que a Luiza escreveu, esse é sem dúvida o mais legal de todos =D

Para começar, ele é distópico (aaaaaah, quem me conhece, sabe que eu babo por distopia, rs), e aborda um tema muito atual e polêmico, que é a genética.

Isso é um ponto muito positivo, pois torna Bios mais para um livro possível de acontecer do que fantasioso.

Não é sonho se criar vida artificial, é uma possibilidade, um fato que ocorrerá muito em breve.

Liz, vive nesse mundo distópico onde vida artificial é realidade e o Instituto está criando um exército desses seres humanos (no caso, não humanos) perfeitos, e os humanos estão sendo caçados. Em Bios, é como se fosse crime ser humano.

Isso já é um caos, não? Imagine para Liz, que acorda nesse mundo perigoso, sem nenhuma memória do passado, trazendo consigo apenas uma mochila com uma arma e um pouco de comida? Pois é...

Não quero falar muito da história, além do básico que já tem na sinopse (que para mim, já é muito - recomendo ler Bios as escuras), por que esse é um livro para se surpreender...

A autora dá umas pistas no começo do livro, e eu comecei a imaginar que eu sabia o que ia acontecer, mas não... Ela fez o oposto, algo que não podia imaginar com cada pequeno pensamento que me veio à mente.

Bios é muito bom, ele brinca com a sua mente, com seus sentimentos, embola tudo, e a medida que as páginas vão se passando, joga tudo na sua cara, e tudo o que resta é ficar de queixo caído O.O

A trama de Bios é muito foda, muito foda mesmo, coisa digna de filme.

A escrita da Luiza, sofreu uma melhora considerável nesse livro (já era boa, nesse ficou melhor), mas ainda podemos encontrar alguns errinhos aqui e ali, mas a história é tão boa, que só se nota esses erros bem depois que o livro acabou.

E por acabar, me refiro a acabar MESMO. Bios é livro único, o que gostei muito, embora adoraria ler uma continuação... Mas a autora não deixou nenhum gancho para continuar, ela finalizou completamente a história em pouco mais de 300 páginas.

Gostei muito disso. Eu pude respirar aliviado quando li a última linha, pois não teria que aguentar mais a tensão de Bios por mais outros livros, se eu tivesse que aguentar, iria ter um ataque do coração! HAHAHA

Recomendo muito, quem gosta de um bom distópico com um pouco de sci-fi no meio, cinco estrelas bem merecidas.
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Ray 26/02/2012

"Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade." - Albert Einstein
O livro Bios de Luiza Salazar trata de um mundo distópico onde a sociedade, após aprimorar a biotecnologia, é dividida em duas: os humanos e os Bios, seres desenvolvidos em laboratório com material genético e consequentemente características física superdesenvolvidas.

É neste mundo que conhecemos Liz, uma garota de 19 anos que acorda em um mundo devastado, suja, machucada e sem saber quem é ou como foi parar nesta situação. Enquanto tenta entender o que se passa ao seu redor, Liz conhece Liam, um garoto de 19 anos, e sua adorável irmãzinha Poppy de 13 anos. Eles acolhem Liz, recebendo-a em sua casa e explicando um pouco como e por que mundo está como está dando-lhe a oportunidade de lembrar sua história.

Ao ver a dificuldade que aquele grupo de pessoas vive e comovida pela generosidade de Poppy ao acolhê-la, Liz decide ajuda-los na “guerra” pela sobrevivência. Enquanto se preparam para buscar suprimentos todos realizam tarefas no acampamento, e Liz percebe o quanto ela é habilidosa, não só em lutas mas também com armas e com cuidados médicos. Ao passar o dia realizando tarefas com Otto, o responsável pelo armamento, Liz começa a lembrar de seu passado e encontra em Otto um amigo.

Ao lembrar de sua história Liz percebe o quanto a situação é delicada. Aos poucos a história se complica, a busca pelo poder, as conspirações são bem mais grave que imaginamos no início.

A capa é perfeita e a história é muito boa...Lembra um pouco uma mistura de Gattaca e Matrix. Porém não gostei de 2 coisas: o uso de nomes estrangeiros para os personagens e a falta de revisão (há muitos problemas na escrita).
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Lodir 21/02/2012

Distopia: está ai um gênero interessante da literatura. Mesclando ficção científica, mundo apocalíptico, críticas sociais e um bom ritmo de ação e aventura, o estilo tem despertado o interesse de jovens escritores nacionais. Frisado uma visão pessimista do futuro, esses autores procuram construir tramas verossímeis que trazem muito mistério e deixam os leitores reflexivos sobre o que pode ou não acontecer com a raça humana. É uma alternativa criativa e original para quem está cansado das mesmices nas leituras e procura algo diferente.


É o caso de “Bios”, segundo livro de Luiza Salazar, publicado no ano passado pela editora Underworld. Na trama, a jovem Liz acorda sem memória em uma rua, diante de um mundo em ruínas. Sozinha e sem noção de quem é ou o que aconteceu consigo, a garota passa a vagar pela cidade em busca de respostas. É quando encontra um grupo de adolescentes reunidos na tentativa de sobreviver ao caos que se estalou no mundo após uma massiva guerra. Como eles explicam, existem poucos humanos ainda vivos. Tudo porque, anos atrás, um grupo de cientistas resolveu investir na criação dos chamados Bios, seres humanos artificiais, feitos em laboratório e que não possuem as imperfeições da raça original. Pessoas sintéticas que têm como função a substituição dos humanos, que, segundo a ciência, se tornaram obsoletos. Sem ter nenhuma informação sobre Liz, o grupo de adolescentes resolve adotá-la, mas com um pé atrás. Temem que ela possa ser uma invasora. Aos poucos, enquanto convive no esconderijo, Liz passa a entender seu passado, qual a relação dele com a criação dos Bios e que ela é a única peça capaz de salvar a humanidade em uma guerra em que ela não pode sobreviver sozinha.

Ainda que lembre “A Hospedeira”, de Stephenie Meyer, e “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins, pode-se falar tudo sobre o livro “Bios”, menos que ele não é original e intrigante. Imaginar o mundo criado por Luiza Salazar é no mínimo aterrorizante, ainda mais considerando que a vida artificial já foi realmente criada por cientistas nos dias de hoje – ainda que por enquanto não passe de bactérias. Paralelo a isso, a ciência está atualmente investindo no estudo do DNA e de drogas na tentativa de exterminar as imperfeições da raça humana, potencializando alguns fatores capazes de deixá-la ainda mais forte e eficiente – um possível prelúdio ao mundo apocalíptico imaginado pela autora. Será esse o nosso destino? Se ligar os pontos, talvez a trama não pareça absurda ou improvável – ainda que ela precise de algumas décadas para acontecer. Dessa forma, tudo funciona de maneira a deixar a leitura de “Bios” ainda mais interessante.

É prazeroso acompanhar a trama e o mundo criado para a obra. Desde o começo, Luiza Salazar se preocupa em dar uma aparência plausível a todos os aspectos do livro. Ainda no começo, quando o caos é explicado à protagonista, os jovens sobreviventes esclarecem todos os detalhes de como esse novo mundo em guerra funciona – e a preocupação da autora com os detalhes satisfaz. Desde a alimentação, a convivência em grupo, as armas criadas, os planos para combater a raça inimiga até a explicação para a criação dos Bios, desde o surgimento das primeiras clínicas até a dominação total do chamado Instituto – tudo é devidamente elaborado por Luiza, tornando seu mundo quase tocável, de tão bem explanado.

A beleza do livro não se limita a forma como sua trama foi criada ou a excelente capa. Luiza impressiona pela maturidade de sua escrita desde as primeiras páginas. Apesar de alguns erros de digitação e pontuação, ela apresenta um vocabulário rico e uma narrativa forte e bem construída, com um bom equilíbrio entre as descrições, a ação e o ritmo de aventura. Quando Liz luta com os soldados do Instituto, é como se o leitor estivesse jogando um game de combate – tudo proporcionado pela boa descrição de equipamentos e movimentos. Se considerarmos a obra toda, ela é bem cinematográfica. Aliás, “Bios” daria um ótimo filme, e durante a leitura era exatamente assim que o imaginava – um bom exemplo é a cena do elevador, já no final. Luiza tranqüiliza pela forma como tudo ganha um desfecho bem edificado, sem deixar pontas soltas. A obra prende até literalmente as últimas páginas, deixando o leitor sem ter certeza do que irá acontecer até o último parágrafo, gratificando pela imprevisibilidade do livro.


Chama atenção que, apesar de ter criado um enredo que proporcionaria uma série – provavelmente uma bela série – Luiza Salazar resolveu limitar-se a um único livro, fugindo da moda atual no mercado literário. Ao final da leitura de “Bios”, cabe ao leitor imaginar o que acontece com a humanidade após o epílogo – e sufocar sua curiosidade. É uma pena, considerando-se que hoje tudo é motivo para virar série. Ainda que inicialmente não tenha tido interesse na sinopse de “Os Sete Selos”, o primeiro livro da autora, agora ele será uma leitura garantida, já que ela ganha facilmente o leitor com “Bios” e prova que é um dos nomes promissores da nova geração de escritores brasileiros.
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Veneella 30/01/2012

Mais em http://www.bookpetit.com/
O começo já é cheio de mistério. Liz não se lembra de nada, nem do próprio nome e muito menos como ela foi parar no meio de uma cidade em ruínas. O mundo ficou dividido entre Bios e humanos, e a humanidade está perdendo cada vez mais espaço graças ao Instituto, que controla tudo e todos mas que ainda não está satisfeito.E Liz sabe o porque, e isso faz dela a prioridade, o alvo numero 1.
O cenário é bem apocalíptico. Muitas pessoas morreram e as que sobraram vivem escondidas e morrendo aos poucos devido a falta de condições de vida. A Liz é jogada no meio disso e vai criando laços enquanto redescobre quem ela é; o que a motiva a tomar as decisões que movem o livro.

O livro tem muita ação, operações militares, mortes e você fica naquela apreensão pra ver quem vai morrer e quem vai sobreviver. A narrativa fica por conta da Liz, que é durona, esperta e teimosa, e também um pouco ingênua. Os personagens, mesmo os mais azedos e amargurados, são carismáticos, sólidos e fortes devido à uma vida sofrida de correr e se esconder. Todo mundo tem uma história que faz deles o que são.
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cintia pius 02/11/2011

Pois bem, confesso que minhas expectativas foram submetidas a um grande teste de paciência, A REVISÃO, não sei quanto ao resto de vocês, mas eu tenho problemas sérios com livros de 1ª edição, um deles é que a revisão sempre deixa escapar alguma coisa, então as vezes me vejo esperando um bom tempo até que tenham sido revisados pelo menos umas duas vezes. É natural, que na cobrança para liberar um título para venda (e eu sei por que já acompanhei o processo quando trabalhei em uma editora) algumas falhas passem batido.
No entanto Bios, apresenta algumas incorreções que fazem com que sua leitura, que poderia ser bem rápida e prazerosa, se torne um pouquinho estressante.
Assim que você engata na história, sentenças que parecem ter sido re-escritas permanecem com as palavras antigas e as novas inseridas em uma revisão.
Tive a impressão de que alguns trechos foram pensados em inglês. Calma eu explico. Alguns trechos me lembraram muito a termos, ou jeito de escrever, em inglês, pode ser só uma percepção equivocada, mas muitas vezes me peguei traduzindo alguns deles.
Isso, pessoalmente me atrapalhou. O que é uma pena, por que o enredo da história é muito bom, e com certeza não deixa a desejar para qualquer livro do gênero.


Tirando isso, as cenas de ação são fodolásticas, o que você acha que foi revelado no começo, na verdade não foi revelado é só um aperitivo para te deixar com água na boca, e volto a dizer, a Ação é com a maiúsculo mesmo no meio da frase.


Recomendo a leitura.

http://cipius.blogspot.com/
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