Bios

Bios Luiza Salazar




Resenhas - Bios


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Desi Gusson 19/10/2011

Suspensão
Já degustaram A Hospedeira, da Stephenie Meyer? Calma, fãs agonizantes! Deixem-me concluir o pensamento... Eu li Bios de uma forma muito semelhante a que eu li A Hospedeira, sob alguns aspectos.
Comecei com toda a alegria do mundo, tinha acabado de devorar Sete Selos, e estava cheia de amor pra dar (Li The Host quando esperava avidamente Breaking Dawn anos atrás). Logo percebi que o começo não estava me cativando, e enrolei uma semana nas primeiras 40 páginas (Tudo bem, no The Host enrolei nas primeiras 150)! Mas eu me recuso a abandonar um livro. RECUSO!
Thanks God i'm brazilian
Eu gosto de deixar o melhor pro final então, se vocês me permitem, vou primeiro dizer o que me deixou muito puta: A revisão do livro.
Ou a falta dela.
Palavras trocadas, erradas ou simplesmente deletadas permeiam os capítulos. A repetição de expressões e pronomes cansa demais, é quase como se a autora estivesse ansiosa demais para mandar o manuscrito para a avaliação (totalmente compreensível) e apenas passado o olho pelo seu trabalho. Peguei um parágrafo de 3 linhas com 4 ‘ela’!!! E antes que me perguntem, não era por estilo.

Well, agora que eu te joguei um balde de água fria, vou trazer toalhas e um chocolate-quente.

O começo do livro nos traz 4 datas, 4 de Fevereiro de 2018, o Instituto cria vida artificial;
6 de Outubro de 2021, o Instituto expande seu pode e influência coma vacina contra AIDS;
2 de Março de 2022, o número de Bios (humanos artificiais) cresce e o Instituto anuncia a criação de um exército;
13 de Setembro de 2022, o exército Bio ‘remaneja’ os humanos para fora das grandes cidades.

Quando a Liz (Estava escrito Liz na sua mochila) é resgatada pelos adolescentes (Liam e Poppy) eles vão para um assentamento muito precário, onde os humanos fugitivos se escondem do exército Bio. Ali conhecemos vários personagens importantes: o maluco/sagaz Otto, o engraçadinho Evan, os gêmeos Adam e James, a amarga (vaca) Claudia, o troglodita Hammer e descobrimos que Liam é uma espécie de líder para as pessoas da Área 2. A Poppy, sua irmã caçula, é uma coisa fofa. Ela tem 13 anos, mas oscila entre comportamentos infantis e maduros constantemente, resultado de uma vida traumatizante e terrível.
Liz tem vários flashes de memórias e dores de cabeça intensas, mas só se lembra de tudo depois de uma boa luta na Arena, o centro de treinamento e diversão da Área 2, contra Liam, Hammer e Claudia. Ela sai vitoriosa e eufórica mas, antes mesmo de começar a tomar banho, tudo emerge de sua mente. Liz é uma Bio.
Mas não uma qualquer, ela é a Capitã Elizabeth Rivers, a Sombra, elite dos Lobos de Prata, criada pelo General Thomas Rivers, o 2º homem mais poderoso e cruel do Instituto. Um soldado projetado, calculista, perfeito e assassino. Autora de massacres inimagináveis, completamente enojada do sangue que tinha nas mãos. Uma Bio capaz de sentir compaixão.

Certo, nesse momento eu me perguntei, e agora? Tipo, logo de cara nós já sabemos o grande mistério? Assim, assim mesmo??

Não.

Liz tem que descobrir por que as pessoas do Instituto fizeram de tudo para que ela se esquecesse de uma conversa confusa, porém suspeita, que entreouvira. Por que era tão importante que ninguém soubesse de certos testes sendo feitos por lá? Por que, ao invés de só lhe apagar a memória, não a mataram de uma vez? Por que ela sentia tantas emoções estranhas aos outros Bios? Quem era Elizabeth Rivers de fato?

As cenas de ação são incríveis, eu conseguia vê-las claramente e a Liz é muito Phoda, mesmo. Adorei o jeito natural como ela lidava com as situações de risco, dava pra ver que ela tinha sido treinada para aquilo desde os 5 anos de idade. Peguei-me, não uma só vez, exclamando ‘Isso!!’ quando ela acabava com alguém!
Quanto ao Liam... bem... bem. Moreno, de olhos escuros (gostoso), ele pensa muito nas pessoas a sua volta e principalmente na sua irmãzinha, o Liam sabe mesmo a responsabilidade que carrega e fará de tudo para manter as pessoas da Área 2 o mais seguras possível. Ele é um ótimo lutador e um líder nato, mas teve horas que eu queria pegar ele pelo pescoço, chacoalhar e gritar ‘SEU TROUXA!! Para de agir assim, a Liz é mais Phoda que você!! Lide com isso!!!’
Sério, dava muita raiva quando ele tinha ataques super-protetores/machões com a Liz, por ela se colocar em perigo. Romântico e frustrante ao mesmo tempo.

A história foi escrita com paixão, você se sente nela, como num filme. Você se interessa e quer desvendar os mistérios antes mesmos dos personagens. Os diálogos são perfeitos, naturais, no ponto certo, coisa difícil de alcançar num livro sem deixar uma coisa sintética e colocada.

Balanço final: leiam.

Outras resenhas:
desigusson.wordpress.com


Milla 19/09/2011

Bios se passa num futuro distópico, onde uma grande corporação conhecida por Instituto atinge o êxito de criar vida artificial. Tudo começou com um simples projeto visando fontes para a cura de certas doenças, como o câncer e a AIDS. No entanto, o projeto ganha espaço e passa a visar outros objetivos, incluindo aí também a capacidade de tornar estes organismos artificias cada vez mais complexos. Com o passar do tempo, o número de Bios cresce e o Instituto começa a formar um exército de elite composto pelos mesmos. A partir daí, muitos conflitos surgem na sociedade, não se restringindo apenas a questões religiosas.

A trama realmente se inicia quando nos é apresentada Liz, uma jovem que de imediato não sabe seu próprio nome, o que faz, e muito menos tem ideia de onde se encontra quando acorda. Tudo o que ela carrega consigo é uma mochila. Sem informação alguma e perdida entre os destroços de uma cidade arruinada e completamente vazia, Liz procura por abrigo para passar a noite.

Quando finalmente encontra um, ela adormece. Ao acordar percebe que há mais alguém naquele resto de construção: um homem e uma mulher. Liz não entende muito bem a maneira como age: sempre alerta e com incríveis reflexos. E é graças a essas suas habilidades que ela consegue deter o homem e descobrir que ele não é um homem, e sim um rapaz mais ou menos de sua idade, enquanto que a mulher também se revela ser apenas uma menina. E assim Liz conhece Liam e sua irmã mais nova Poppy. Os irmãos, que estavam apenas à procura de provisões, passam a ser a nova companhia de Liz.

A partir daí, a garota começa a conhecer mais pessoas que se encontram na mesma situação dos irmãos: todos habitantes da Área 2, uma espécie de refúgio ilegal para seres humanos. Com o auxílio de certas pessoas, Liz começa a se reconhecer um pouco mais. A cada noite que dormia, a cada sonho que sonhava, a cada dor de cabeça que sentia... Tudo aos poucos contribui na reconstrução de sua memória.

Como se não saber quem era a princípio já fosse um grande problema, a cada lembrança que lhe voltava à mente, ela descobre coisas que não gostaria de ter descoberto.

Essa síntese acima já foi além do necessário. Na verdade, o livro em si deveria ser lido sem qualquer expectativa, já que de qualquer maneira o leitor será surpreendido, quer queira ou não.
Logo no início, é possível, com toda clareza, descobrir certas coisas antes mesmo da autora revelar. Mas isso não tem a menor importância, já que a medida que você se prende ao livro, fica nítido que a lembrança de Liz é o menor dos problemas a serem solucionados ao longo da trama.
A obra é muito mais intensa do que parece ser, portanto não se iluda com o tamanho e a quantidade de páginas do livro.
O mais maravilhoso de tudo é que Bios é livro único (pelo menos até agora, pois a autora não se manisfestou a respeito ainda). O livro tem começo, meio e fim, e é impressionante a quantidade de fatos que ocorrem. Muito importante ressaltar também que tudo na trama está bem amarrado, nada ficou de fora, tudo foi resolvido e encaixado com perfeição.

É um livro com ação, mas não é de ação. É um livro com estratégia, mas não é de estratégia. É um livro com romance, mas não é de romance. Ou seja, é um livro completo, que se enquadra em diversos gêneros, e provavelmente agradará a públicos variados.
Uma única ressalva, mas que não tem nada a ver com a parte da história: a revisão do livro está h-o-r-r-í-v-e-l. A editora acabou com a gramática. São tantos erros, erros estes totalmente estúpidos, desnecessários e intermináveis (tente contar quantos são, e você se perderá no meio da contagem) que a vontade que surge é de mandar a obra revisada por você mesmo, o leitor final. Foi muito frustrante ler algo com tamanha atrocidade. É o primeiro livro que leio desta editora e espero que este erro não se repita em outras obras.

Concluindo: desconsiderando a falha editorial, a obra em si é maravilhosa e deve ser lida sem sombra de dúvidas.


Naty 05/10/2011

www.meninadabahia.com.br

O nome é Rivers. Elizabeth Rivers.
Capitã do exército de honra – Lobos de Prata - da cidade de Aergos.
Treinada para matar.
Em fuga. Armada, perigosa e... desmemoriada.


Num futuro próximo, a Terra é povoada por humanos e Bios – um tipo de clone humano aperfeiçoado. Os humanos, inferiores, vivem escondidos, em constante fuga. Nessa nova sociedade perfeita, humanos são considerados selvagens, transmissores de doenças e uma nova ordem mundial quer ser imposta, livre de humanos.

Elizabeth Rivers, uma Bio, descobre um importante segredo, algo que poderá mudar todo futuro da humanidade. Um segredo importante demais para que ela continue viva. Ela precisa fugir. Ela precisa contar ao mundo.

A fuga não é bem o esperado, uma explosão acontece. Dias depois Liz acorda... sem saber quem era ou onde estava. Machucada, tudo que tinha em mãos era uma mochila com um pouco de comida e uma arma. Por sorte, logo é encontrada por um grupo de humanos. No campo dos refugiados, ela fica sabendo que o mundo é dominado por Bios e que os humanos estão em extinção, eles vivem se mudando de tempos em tempos, a procura de comida e proteção.

Ela não podia dormir mais, não de um jeito normal. Ela não podia parar de pensar nas palavras de Poppy. “E eu sei que é só uma questão de tempo até que nós nos juntemos aos mortos”. Como alguém tão jovem podia ter tão pouca esperança?
Pág. 50


Liz fica horrorizada com tudo aquilo. O pior é que ela não consegue se lembrar de nada. Pequenos flashes, em forma de pesadelos, não a ajudam. Pelo contrario, só traz dor de cabeça e mais confusão: Quem é ela? Porque ela se sente tão diferente?

Numa missão – quase suicida – de invadir Aergos e roubar comida, Liz sofre outro trauma e toda sua memória vem à tona: Será que os humanos que a acolheram a aceitarão se souberem da verdade?
Em meio ao caos e à guerra, Liz descobre o poder do amor e da amizade.

Bios, de Luiza Salazar (Underworld, 360 páginas, R$ 39,90), é um ensaio futurista sobre as conseqüências da ganância humana, sobre o poder nas mãos erradas. É, sobretudo, um livro sobre esperança e acreditar que dias melhores virão.

Confesso que gostei mais da temática de Os Sete Selos, mas Bios não deixa a desejar. Pelo contrário, a leitura flui facilmente.

Na época em que eu estava na faculdade, lembro de uma professora dizendo que uma ideia nem sempre é algo da cabeça de uma só pessoa. Hoje uma pessoa desenvolve uma ideia... provavelmente a milhares de quilômetros de distância outra pessoa está pensando praticamente a mesma coisa. Foi essa sensação que tive ao ler Bios. A temática futurista de humanos mudados geneticamente lembrou-me Aprisionada, de Lauren DeStefano, mas também remeteu-me à série Feios, de Scott Westerfeld. Claro que eles não moram na mesma cidade e nem mesmo escreveram os livros juntos, mas a similaridade nas ideias só me fez lembrar disso.

Quero deixar registrada a péssima revisão. Poxa, foi a pior revisão que já vi, infelizmente. Sempre presto atenção ao tradutor, agora vou começar a observar os revisores, também. A história é ótima, mas um pouco estressante. Reli as trinta primeiras páginas porque estava procurando os erros ao invés de apreciar a leitura. Uma pena...
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Debs 28/09/2011

Bios
Então, eu realmente me decepcionei com Bios. A autora escreve muito bem, PRA UM FANFIC. A história não tem fluidez, e a forma de escrita é um tanto quanto crua. Sabe quando a historia começa a ficar legal e pede um pouco mais de detalhes?! Pois é, nessa hora a autora 'dá' ponto paragrafo.

Pelo modo como a historia foi vendida, eu esperava algo totalmente original, e o que eu vi foram trechos de Resident Evil, Ultravioleta, e tantos outros filmes de ficção cientifica; não da forma em que uma passagem te faz lembrar aquele pico de adrenalina que você teve ao assistir tal filme, mas cenas descritas em que se você fechar os olhos veria nitidamente partes e personagens do filme. Alias, a Liz nada mais é que uma Alice Abernathy morena e mais nova.

Outro ponto contra foram os erros de revisão. Eu fiquei realmente impressionada; a Editora faz todo um trabalho gráfico impecavel pra deixar a desejar logo no revisão do texto?! Caramba, as pessoas não leem capas de livros!

Enfim, se eu for resumir Bios em uma palavra, seria DECEPCIONANTE. Eu acho que antes de publicar mais um livro a autora deveria dedicar um tempo para escrever fanfics e ver se assim aprimorava seu modo de escrita para uma coisa mais 'fluida', fugindo de frases clichês como "Ela soltou sua respiração que até o momento não sabia que estava prendendo" ou algo do tipo.
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Fabricio~Raito 30/09/2011

Erros aos montes, Bios consegue divertir.
Bem, confesso que quando vi a estande da Underworld na Bienal do RJ, meus olhos brilharam! Quantas capas lindas, belos designs, que linda produção! E eu juro que havia meditado no provérbio "Nunca julgue um livro pela capa". Foi lá meu primeiro contato com Bios e diversos outros títulos que acabei comprando.
Lendo a sinopse de Bios, fiquei muito curioso. Até então, não sabia quem era o autor (tampouco que era brasileira!) pois o gênero me atrai bastante. Para minha surpresa, lendo as orelhas do livro, constatei que Luiza Salazar, além de brasileira, é de Belo Horizonte! (Minha conterrânea). Fiquei orgulhoso disto e coloquei Bios no topo da lista para começar a ler o grande volume de livros novos que adquiri.
O universo de Bios é um tema bastante explorado na atualidade: a ciência quer se provar um saber além dos limites, e faz experimentos para criar seres, idênticos aos seres humanos, mas com melhoras significativas no seu porte físico e imunológico. A ciência do Instituto, órgão responsável pela criação de humanos em laboratórios, logo instaura o caos pelo mundo, provocando revoltas dos seres humanos que acreditam que tal prática é profanadora, e que somente Deus tem o dom da vida. Luiza, apesar de relatar parâmetros chaves do processo ao qual resultou na monopolização do Instituto sobre o mundo, explora pouco como se deu esse processo, procurando detalhar apesar na vida da protagonista: Elizabeth Rivers.
Elizabeth, ou Liz, acorda em meio à ruínas do que um dia fora um prédio. Sem saber onde, quando e porquê, e ainda sendo vítima de uma amnésia (pra facilitar o desenrolar da trama), Liz encontra pessoas nos escombros, pessoas estas que se revelam como seres humanos sobreviventes às rebeliões ocorridas entre Instituto e seres humanos. Logo, ela é levada até à Área 2, local onde os sobreviventes buscam reescrever a história de suas vidas. Liz se mostra uma ótima personagem: comedida, ponderada e segura (apesar das constantes "falhas de memória" e de não conseguir se lembrar quem era). Diferente de protagonistas femininas que disputam para saber quem é a mais fraca, mais ingênua, mais feminina e a que fica com mais garotos. Ela é Liz, imponente, forte mas no fundo, tem o coração frágil como qualquer mulher.
Os outros personagens conseguem cativar, mas são pouco carismáticos. Acredito que poderiam ter sido melhor explorados. Sempre há o ogro fortão, a garota fria e revoltada, a menina sorridente e amável, o piadista e metido à engraçado e o mocinho, que por diversas vezes, parecia mais "a mocinha" para mim.
E no desenrolar da história, Liz consegue retomar suas lembranças, buscando encontrar respostas do projeto do Instituto, e acaba descobrindo a verdade: o Instituto testava criar o ser perfeito, e os que não obtinham sucesso no processo, morriam (e milhares de pessoas morreram). Por fim, todo mundo já sabe: a mocinha protagonista enfrenta todo mundo, lutando por amigos e amados, achando que é um deus que nunca será ferido (e acaba que em Bios Liz vence obstáculos improváveis de qualquer ser sobre-humano alcançar, mas que se não fizesse, o livro perderia o charme, né?).
O fim? Bem, cadê o fim? Eu me pergunto também. Apesar de toda a trama me ter sido satisfatória (impossível ler e não relembrar Nihal de "Crônicas do Mundo Emerso" e até de Tally Youngblood, da série "Feios"), o final do livro foi resumido em UM capítulo, o qual me deu sensação de que a autora quis correr pra finalizar. Poderia ter sido muito mais aproveitado e explicado algumas questões que seriam interessantes ressaltar.
Meu ponto meganegativo vai para a revisão/edição. Os erros de português (mais de digitação, na verdade) são aos montes! Em uma proporção de 1 erro a cada 7 páginas (ou menos), dá uma impressão de uma pobreza na revisão ou falta de atenção. E são vários erros pertinentes, os mesmos erros que se repetem por diversas vezes. Na minha opinião, um texto limpo, livre de erros, é muito mais "saboroso" aos olhos do leitor.
Mas como nem tudo é perfeito, e também não estou dizendo que é ruim (é mediano), Bios é divertido e agradável de ler. Acabei gostando de Luiza Salazar :D
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Lodir 21/02/2012

Distopia: está ai um gênero interessante da literatura. Mesclando ficção científica, mundo apocalíptico, críticas sociais e um bom ritmo de ação e aventura, o estilo tem despertado o interesse de jovens escritores nacionais. Frisado uma visão pessimista do futuro, esses autores procuram construir tramas verossímeis que trazem muito mistério e deixam os leitores reflexivos sobre o que pode ou não acontecer com a raça humana. É uma alternativa criativa e original para quem está cansado das mesmices nas leituras e procura algo diferente.


É o caso de “Bios”, segundo livro de Luiza Salazar, publicado no ano passado pela editora Underworld. Na trama, a jovem Liz acorda sem memória em uma rua, diante de um mundo em ruínas. Sozinha e sem noção de quem é ou o que aconteceu consigo, a garota passa a vagar pela cidade em busca de respostas. É quando encontra um grupo de adolescentes reunidos na tentativa de sobreviver ao caos que se estalou no mundo após uma massiva guerra. Como eles explicam, existem poucos humanos ainda vivos. Tudo porque, anos atrás, um grupo de cientistas resolveu investir na criação dos chamados Bios, seres humanos artificiais, feitos em laboratório e que não possuem as imperfeições da raça original. Pessoas sintéticas que têm como função a substituição dos humanos, que, segundo a ciência, se tornaram obsoletos. Sem ter nenhuma informação sobre Liz, o grupo de adolescentes resolve adotá-la, mas com um pé atrás. Temem que ela possa ser uma invasora. Aos poucos, enquanto convive no esconderijo, Liz passa a entender seu passado, qual a relação dele com a criação dos Bios e que ela é a única peça capaz de salvar a humanidade em uma guerra em que ela não pode sobreviver sozinha.

Ainda que lembre “A Hospedeira”, de Stephenie Meyer, e “Jogos Vorazes”, de Suzanne Collins, pode-se falar tudo sobre o livro “Bios”, menos que ele não é original e intrigante. Imaginar o mundo criado por Luiza Salazar é no mínimo aterrorizante, ainda mais considerando que a vida artificial já foi realmente criada por cientistas nos dias de hoje – ainda que por enquanto não passe de bactérias. Paralelo a isso, a ciência está atualmente investindo no estudo do DNA e de drogas na tentativa de exterminar as imperfeições da raça humana, potencializando alguns fatores capazes de deixá-la ainda mais forte e eficiente – um possível prelúdio ao mundo apocalíptico imaginado pela autora. Será esse o nosso destino? Se ligar os pontos, talvez a trama não pareça absurda ou improvável – ainda que ela precise de algumas décadas para acontecer. Dessa forma, tudo funciona de maneira a deixar a leitura de “Bios” ainda mais interessante.

É prazeroso acompanhar a trama e o mundo criado para a obra. Desde o começo, Luiza Salazar se preocupa em dar uma aparência plausível a todos os aspectos do livro. Ainda no começo, quando o caos é explicado à protagonista, os jovens sobreviventes esclarecem todos os detalhes de como esse novo mundo em guerra funciona – e a preocupação da autora com os detalhes satisfaz. Desde a alimentação, a convivência em grupo, as armas criadas, os planos para combater a raça inimiga até a explicação para a criação dos Bios, desde o surgimento das primeiras clínicas até a dominação total do chamado Instituto – tudo é devidamente elaborado por Luiza, tornando seu mundo quase tocável, de tão bem explanado.

A beleza do livro não se limita a forma como sua trama foi criada ou a excelente capa. Luiza impressiona pela maturidade de sua escrita desde as primeiras páginas. Apesar de alguns erros de digitação e pontuação, ela apresenta um vocabulário rico e uma narrativa forte e bem construída, com um bom equilíbrio entre as descrições, a ação e o ritmo de aventura. Quando Liz luta com os soldados do Instituto, é como se o leitor estivesse jogando um game de combate – tudo proporcionado pela boa descrição de equipamentos e movimentos. Se considerarmos a obra toda, ela é bem cinematográfica. Aliás, “Bios” daria um ótimo filme, e durante a leitura era exatamente assim que o imaginava – um bom exemplo é a cena do elevador, já no final. Luiza tranqüiliza pela forma como tudo ganha um desfecho bem edificado, sem deixar pontas soltas. A obra prende até literalmente as últimas páginas, deixando o leitor sem ter certeza do que irá acontecer até o último parágrafo, gratificando pela imprevisibilidade do livro.


Chama atenção que, apesar de ter criado um enredo que proporcionaria uma série – provavelmente uma bela série – Luiza Salazar resolveu limitar-se a um único livro, fugindo da moda atual no mercado literário. Ao final da leitura de “Bios”, cabe ao leitor imaginar o que acontece com a humanidade após o epílogo – e sufocar sua curiosidade. É uma pena, considerando-se que hoje tudo é motivo para virar série. Ainda que inicialmente não tenha tido interesse na sinopse de “Os Sete Selos”, o primeiro livro da autora, agora ele será uma leitura garantida, já que ela ganha facilmente o leitor com “Bios” e prova que é um dos nomes promissores da nova geração de escritores brasileiros.
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Leonardo Drozino 04/03/2012

Bios, entre os dois que a Luiza escreveu, esse é sem dúvida o mais legal de todos =D

Para começar, ele é distópico (aaaaaah, quem me conhece, sabe que eu babo por distopia, rs), e aborda um tema muito atual e polêmico, que é a genética.

Isso é um ponto muito positivo, pois torna Bios mais para um livro possível de acontecer do que fantasioso.

Não é sonho se criar vida artificial, é uma possibilidade, um fato que ocorrerá muito em breve.

Liz, vive nesse mundo distópico onde vida artificial é realidade e o Instituto está criando um exército desses seres humanos (no caso, não humanos) perfeitos, e os humanos estão sendo caçados. Em Bios, é como se fosse crime ser humano.

Isso já é um caos, não? Imagine para Liz, que acorda nesse mundo perigoso, sem nenhuma memória do passado, trazendo consigo apenas uma mochila com uma arma e um pouco de comida? Pois é...

Não quero falar muito da história, além do básico que já tem na sinopse (que para mim, já é muito - recomendo ler Bios as escuras), por que esse é um livro para se surpreender...

A autora dá umas pistas no começo do livro, e eu comecei a imaginar que eu sabia o que ia acontecer, mas não... Ela fez o oposto, algo que não podia imaginar com cada pequeno pensamento que me veio à mente.

Bios é muito bom, ele brinca com a sua mente, com seus sentimentos, embola tudo, e a medida que as páginas vão se passando, joga tudo na sua cara, e tudo o que resta é ficar de queixo caído O.O

A trama de Bios é muito foda, muito foda mesmo, coisa digna de filme.

A escrita da Luiza, sofreu uma melhora considerável nesse livro (já era boa, nesse ficou melhor), mas ainda podemos encontrar alguns errinhos aqui e ali, mas a história é tão boa, que só se nota esses erros bem depois que o livro acabou.

E por acabar, me refiro a acabar MESMO. Bios é livro único, o que gostei muito, embora adoraria ler uma continuação... Mas a autora não deixou nenhum gancho para continuar, ela finalizou completamente a história em pouco mais de 300 páginas.

Gostei muito disso. Eu pude respirar aliviado quando li a última linha, pois não teria que aguentar mais a tensão de Bios por mais outros livros, se eu tivesse que aguentar, iria ter um ataque do coração! HAHAHA

Recomendo muito, quem gosta de um bom distópico com um pouco de sci-fi no meio, cinco estrelas bem merecidas.
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Brubis 06/11/2012

Ótima história, bem emocionante e apesar de ser apenas um livro a história durou como se fosse uma trilogia.
A única coisa que me impediu de gostar plenamente desse livro foi a revisão. Muitas palavras repetidas, nomes trocados frases que usavam a mesma palavra duas vezes e podiam ter sido trocadas por algum sinônimo que com certeza eles teriam visto na revisão mas passou batido.
Fiquei surpresa com a qualidade ruim da revisão já que vem de uma editora grande e cujos livros frequentemente passam sem problemas. Inclusive no começo cheguei a me perguntar se a escrita era o que estava me incomodando mas logo me deparei com os erros e percebi que foi dada pouca atenção ao livro.
Fora isso a história foi muito boa, me prendeu o suficiente pra terminar o livro em 4 horas mas o final também deixou um pouco a desejar, podia ter sido um pouco mais bem trabalhado já que construíram um suspense que não se encontrou totalmente com a resolução dos problemas.
(SPOILER) Passaram páginas construindo o cenário e o sentimento de que há uma armadilha e no final a armadilha foi muito retardada. (/SPOILER)


Veneella 30/01/2012

Mais em http://www.bookpetit.com/
O começo já é cheio de mistério. Liz não se lembra de nada, nem do próprio nome e muito menos como ela foi parar no meio de uma cidade em ruínas. O mundo ficou dividido entre Bios e humanos, e a humanidade está perdendo cada vez mais espaço graças ao Instituto, que controla tudo e todos mas que ainda não está satisfeito.E Liz sabe o porque, e isso faz dela a prioridade, o alvo numero 1.
O cenário é bem apocalíptico. Muitas pessoas morreram e as que sobraram vivem escondidas e morrendo aos poucos devido a falta de condições de vida. A Liz é jogada no meio disso e vai criando laços enquanto redescobre quem ela é; o que a motiva a tomar as decisões que movem o livro.

O livro tem muita ação, operações militares, mortes e você fica naquela apreensão pra ver quem vai morrer e quem vai sobreviver. A narrativa fica por conta da Liz, que é durona, esperta e teimosa, e também um pouco ingênua. Os personagens, mesmo os mais azedos e amargurados, são carismáticos, sólidos e fortes devido à uma vida sofrida de correr e se esconder. Todo mundo tem uma história que faz deles o que são.
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cintia pius 02/11/2011

Pois bem, confesso que minhas expectativas foram submetidas a um grande teste de paciência, A REVISÃO, não sei quanto ao resto de vocês, mas eu tenho problemas sérios com livros de 1ª edição, um deles é que a revisão sempre deixa escapar alguma coisa, então as vezes me vejo esperando um bom tempo até que tenham sido revisados pelo menos umas duas vezes. É natural, que na cobrança para liberar um título para venda (e eu sei por que já acompanhei o processo quando trabalhei em uma editora) algumas falhas passem batido.
No entanto Bios, apresenta algumas incorreções que fazem com que sua leitura, que poderia ser bem rápida e prazerosa, se torne um pouquinho estressante.
Assim que você engata na história, sentenças que parecem ter sido re-escritas permanecem com as palavras antigas e as novas inseridas em uma revisão.
Tive a impressão de que alguns trechos foram pensados em inglês. Calma eu explico. Alguns trechos me lembraram muito a termos, ou jeito de escrever, em inglês, pode ser só uma percepção equivocada, mas muitas vezes me peguei traduzindo alguns deles.
Isso, pessoalmente me atrapalhou. O que é uma pena, por que o enredo da história é muito bom, e com certeza não deixa a desejar para qualquer livro do gênero.


Tirando isso, as cenas de ação são fodolásticas, o que você acha que foi revelado no começo, na verdade não foi revelado é só um aperitivo para te deixar com água na boca, e volto a dizer, a Ação é com a maiúsculo mesmo no meio da frase.


Recomendo a leitura.

http://cipius.blogspot.com/
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Gêmeas 09/10/2011

Comprei o livro na Bienal e, assim como todos da editora, a capa foi o que me chamou a atenção. E é claro: Luiza Salazar, nossa colega de editora, estava autografando ao nosso lado, então obviamente ganhamos autógrafo \o/.

Eu já havia lido Sete Selos e mal podia esperar para ler Bios também. Adoro as personagens que a Luiza constrói. São todas ‘badass’ e super corajosas, nada daquelas personagens com síndrome de Bella Swan, mas enfim.

Nas primeiras páginas, somos levados a um cenário meio confuso: Liz acordou e não sabe quem é ou onde está. Ela perdeu a memória e a única coisa que possui é uma mochila. Logo assim, ela conhece duas pessoas: Liam e sua irmã mais nova, Poppy, e eles a levam para a Área 2, um local de humanos refugiados. Lá, ela começa a entender mais ou menos sobre a situação. O Instituto mata e persegue os humanos, e o mundo vive em constante guerra. Ser um Bio é a única maneira de se viver “em paz”.

O desenrolar da história é surpreendente. Muitas coisas acontecem durante todo o livro, muitos segredos, muitas traições e muitas descobertas. O livro foge de qualquer clichê e é muito bem construído – tanto seus personagens como a descrição de lutas e tudo mais. Já falei que amo as cenas de lutas? Desde os Sete Selos, adorei o modo como a Luiza escreve. As cenas finais, então, são as melhores! Me peguei lendo com o coração na mão inúmeras vezes. Sabe quando você tem medo de o personagem ser pego no flagra? Então!

Não creio que o livro vá ser uma série, pois ele é todo completo e não pareceu ter nenhum gancho para um próximo livro. A arte interna do livro está maravilhosa, mais uma vez Marina nos surpreende com o seu talento.


Ray 26/02/2012

"Tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade." - Albert Einstein
O livro Bios de Luiza Salazar trata de um mundo distópico onde a sociedade, após aprimorar a biotecnologia, é dividida em duas: os humanos e os Bios, seres desenvolvidos em laboratório com material genético e consequentemente características física superdesenvolvidas.

É neste mundo que conhecemos Liz, uma garota de 19 anos que acorda em um mundo devastado, suja, machucada e sem saber quem é ou como foi parar nesta situação. Enquanto tenta entender o que se passa ao seu redor, Liz conhece Liam, um garoto de 19 anos, e sua adorável irmãzinha Poppy de 13 anos. Eles acolhem Liz, recebendo-a em sua casa e explicando um pouco como e por que mundo está como está dando-lhe a oportunidade de lembrar sua história.

Ao ver a dificuldade que aquele grupo de pessoas vive e comovida pela generosidade de Poppy ao acolhê-la, Liz decide ajuda-los na “guerra” pela sobrevivência. Enquanto se preparam para buscar suprimentos todos realizam tarefas no acampamento, e Liz percebe o quanto ela é habilidosa, não só em lutas mas também com armas e com cuidados médicos. Ao passar o dia realizando tarefas com Otto, o responsável pelo armamento, Liz começa a lembrar de seu passado e encontra em Otto um amigo.

Ao lembrar de sua história Liz percebe o quanto a situação é delicada. Aos poucos a história se complica, a busca pelo poder, as conspirações são bem mais grave que imaginamos no início.

A capa é perfeita e a história é muito boa...Lembra um pouco uma mistura de Gattaca e Matrix. Porém não gostei de 2 coisas: o uso de nomes estrangeiros para os personagens e a falta de revisão (há muitos problemas na escrita).
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Will 18/04/2013

Super demais ;)
Nossa! Foi impossível parar de ler as últimas páginas... Incrível! Fazia muito tempo que eu não sentia a sensação maravilhosa de ler um livro bom e Bios me surpreendeu : O livro é ótimo.
Valeu apena cada página lida... Recomendo... ;)
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Literatura 22/07/2013

A evolução humana
Português.

Esse foi meu grande problema com o livro BIOS (Underworld, 325 páginas), que passa a impressão de não ter sido submetido a qualquer tipo de revisão. Desde já, esclareço que a obrigação de revisar e enquadrar o texto nos princípios básicos da gramática é da editora e não da autora. Ou seja, quem deixou de fazer seu trabalho corretamente foi a Underworld.

Palavras repetidas, como os pronomes “ela” e “você” três ou quatro vezes na mesma frase, erros de digitação, palavras simplesmente “comidas” e pontuação equivocada fizeram com que essa leitura se arrastasse por mais de um mês, quando geralmente não demoro mais de uma semana para ler livros muito maiores. Pode parecer implicância, mas é difícil absorver a história e curtir o texto quando a cada cinco palavras você tem que parar pra ver se leu errado ou se o erro está no livro.

Não fossem os problemas com a gramática, eu poderia ter gostado muito. Existem aspectos originais na mesma proporção em que existem clichês. O casal romântico foge do padrão comum, o que é legal, apesar de irritar de vez em quando. A personagem principal, Liz, é cativante, mas é a única.

Todos os outros personagens são superficiais e sem aprofundamento. Claro, isso é uma opinião única e exclusivamente minha, que gosto de personagens e cenários detalhados, cujas motivações e escolhas são justificadas por perfis e pensamentos próprios.

A história se passa em uma realidade alternativa, onde a humanidade desenvolveu a técnica para “criar” seres humanos perfeitos, geneticamente modificados, os BIOS.

Superiores às pessoas comuns em todos os aspectos e camuflados por uma organização “supostamente” humana, esses seres tomam o controle do governo, impondo aos humanos uma vida de luta pela sobrevivência, organizados em colônias clandestinas e afastadas das cidades, habitadas majoritariamente pelos Bios.

Veja resenha completa no site:


site: http://www.literaturadecabeca.com.br/2013/06/resenha-bios-evolucao-humana.html


Van Tourinho 27/11/2015

Quando Liz acorda, se encontra em um local deserto e catastrófico. De nada se lembra, e sua única companhia é uma mochila, que guarda medicamentos, alimento desidratado, água, kit de primeiros socorros e uma arma. Obedecendo às ordens de seu cérebro e de seu instinto de sobrevivência, Liz se abriga em um prédio vazio, onde acaba conhecendo dois jovens. E ao se unir a eles, ela descobre que está em um mundo praticamente pós- apocalíptico e dividido em dois.
Uma grande corporação chamada O Instituto, é responsável por um projeto polêmico nomeado de Bios. A partir dele foi possível criar vidas artificiais. Humanos geneticamente modificados, melhorados e criados em laboratórios. A recepção da população foi tão hostil que o governo teve de criar colônias para que Bios e Humanos vivessem separados e em segurança. Mas depois da morte de um Bios, o caos se instalou e os humanos passaram a ser perseguidos e massacrados. Os poucos que restaram, (sobre)vivem clandestinamente em comunidades longe do centro da cidade, praticamente entregues à miséria.
A medida que o tempo passa, Liz começa a recobrar a memória, e passa a suspeitar que algo de seu passado pode ser a chave para acabar com a guerra do mundo. E entende que isso a colocará em risco, pois para O Instituto o segredo que Liz guarda deve ser enterrado, junto com ela.
Essa eletrizante distopia merece um selo de literatura brasileira de qualidade. Sério mesmo.
O enredo deste livro é genial, e dá gosto, orgulho saber que ele foi criado por uma jovem autora brasileira.
A leitura é dinâmica, rápida e me prendeu do inicio ao fim.
Liz é uma personagem badass, fodona mesmo. Sem frescurinhas e muitos mimimis. Não tenho o que reclamar dela. A não ser que eu não encontrei química entre o casal principal, apesar de que isso pode ser consequência de eu ainda estar ligada ao casal do último livro que li (A Fera).
Fora isso, o único problema do livro, que nem é um problema, apenas uma observação, foram erros bobos de revisão como falta de vírgulas, ou vírgulas no lugar do ponto ou de uma interrogação. Coisa, aliás, que já deve ter sido consertada já que o meu exemplar é da primeira edição.
Para quem gosta de distopia, Bios é um prato cheio e saboroso, quem não gosta, deveria experimentar, duvido que você se arrependa. Vai por mim!
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