O Grande Mentecapto

O Grande Mentecapto Fernando Sabino




Resenhas - O Grande Mentecapto


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@thaisacsiqueira 17/02/2020

Peguei esse livro para ler com certas ressalvas. O título inicialmente não me chamou atenção, porém desde o princípio da leitura me peguei amando a histórias e me divertindo muito com o incrível Viramundo.
A história nos faz refletir sobre a vida.
Finalizei a leitura surpresa e muito feliz por ter dado uma chance a essa leitura e também confirmando como pode ser incrível quando deixamos nossos pré-conceitos literários de lado.
Debênture476 26/07/2020minha estante
Nunca me diverti tanto com um livro. Imaginava todas as cenas e ria até doer a barriga. Bom d+++




Brisa 21/09/2009

Sabino foi uma recente descoberta e já está na lista dos meus autores preferidos. Neste livro, conta a incrível história de Viramundo, um louco com alma de poeta. O dom Quixote mineiro, nas suas andanças pelas Minas Gerais, vive as mais pitorescas histórias, te fazendo rir e se comover com suas conclusões (e as do narrador) sobre a vida, os homens e as coisas. Brincando com as palavras - ora erudito, ora popular, Sabino te envolve nesta história e te faz ter saudades do glorioso mentecapto, quando o livro acaba. :) Eu recomendo.
Júlia 21/10/2009minha estante
falou tudo! tenho que ler esse livro para a aula de literatura e estou adorando!


Jenierlly 06/04/2013minha estante
Adoro muito, um dos únicos livros que consegui ler mais de uma vez!


Jenierlly 06/04/2013minha estante
Adoro muito, um dos únicos livros que consegui ler mais de uma vez!


Jenierlly 06/04/2013minha estante
Adoro muito, um dos únicos livros que consegui ler mais de uma vez!


Fortuna 27/04/2013minha estante
adorei o "dom Quixote mineiro", bela perspectiva (:




Thales 14/06/2021

Viramundo Viratudo Vira meu coração
"Só Minas Gerais (Minas Gerais!), só Minas Gerais
Poderia ser o palco desta história
Que gravei na memória
E o tempo não desfaz"

Assim que eu acabei "O grande mentecapto" fui correndo ouvir o samba da Imperatriz para 1983, sem dúvida um dos enredos mais mineiros que o carnaval carioca já viu. E da mesma forma que Chica da Silva e o rei da Costa do Marfim só poderiam se encontrar em Minas, nenhum outro estado desse Brasil de meu Deus poderia ser chão e palco da história de Geraldo Viramundo. História essa que, em suma, é uma declaração de amor ao estado de Fernando Sabino, o mais mineiro dos autores - tão mineiro que gostava mais de pão de queijo que de mulher.

Eu simplesmente tô em transe após a leitura desse livro. Ele é lindo, é intenso, é hilário, é emotivo, é erudito e, além de tudo, é uma AULA de como contar uma história. É sem sombra de dúvidas uma das narrativas mais brilhantemente construídas que eu já li, e Sabino faz isso sem ser pedante ou academicista - pouco importa eu chegar aqui e dizer que a obra tem um quê de metaliteratura; o que importa são os deboches que o narrador faz nas notas de rodapé ou as conversinhas que ele tem com o leitor. Ela é tão rica que o autor teve o cuidado de colocar ao final um glossário com todas as referências que a gente encontra: cada poema, cada trecho de clássico, cada monumento histórico, cada político, cada personagem inspirado num mineiro ilustre ou num amigo do autor, são páginas e páginas de referência. Tem até uma "bibliografia" rs

Inclusive deixo aqui registrado que, a partir de hoje, meu sarrafo pra definir uma amizade verdadeira tá marcado na homenagem que Sabino faz a Hélio Pellegrino. Então você me considera um bom amigo? Diz que me ama no meio de seu romance, se não não acredito.

Com tudo isso faz parecer que a gente precisa de um mestrado em mineirices para entender "O grande mentecapto". Jamais. Sabe quando você tá num bar de esquina e tem um velho entretendo os amigos com histórias rocambolescas da infância na roça - toda esquina brasileira tem um bar e um velho assim -? Esse é Fernando Sabino, esse é o narrador que resolve reconstituir as andanças do herói popular Geraldo Boaventura, ou José Geraldo Peres da Nóbrega e Silva, vai saber.

Há quem diga por aí que Geraldo Viramundo é o "Dom Quixote" brasileiro. Nada poderia ser mais falso. O velho Quixote resolve um dia sair com Sancho Pança para enfrentar dragões e exércitos imaginários em busca de uma princesa irreal. Já Geraldo sai de Rio Acima para enfrentar um Brasil extremamente real, com problemas, sutilezas, maravilhas e filhos da puta extremamente reais - ou não, a não ser que cavalos falem ou fantasmas existam.

Esse é o Brasil que mata crianças pobres a troco de nada, em que uma cidade inteira resolve bater numa mulher que deu pra todos os homens casados - e não neles -, que mandava pros manicômios qualquer um que fosse um incômodo para a "ordem pública" ou para os "costumes", que vira as forças de segurança contra a população sem dó nem piedade.

Mas também é o Brasil do barroco mineiro, das orquestras comunitárias, dos estudantes idealistas; é o Brasil de Otto Lara Resende, de Lúcio Cardoso, de Murilo Rubião, de Paulo Mendes Campos, de Drummond, de Ary Barroso, de Guimarães Rosa, de Jorge Amado. Opa, não que esse aí é baiano, e essa é uma resenha de mineirices.

Enfim. "O grande mentecapto" nos mostra o Brasil real e o Brasil possível. Ele prova pra gente que por mais que esse país seja um moedor de pessoas tem muita coisa aqui pela qual vale a pena lutar e sobreviver. E, óbvio, faz a gente se mijar de rir no meio do processo. E chorar também - muito -, c'est la vie.

Leiam Fernando Sabino. Pelo AMOR DE DEUS, leiam Fernando Sabino.
³Luan³ 14/06/2021minha estante
Esta é a obra que me deixou encantado por Sabino, simplesmente sensacional.


Carolina.Gomes 14/06/2021minha estante
Ahhh! Q bom q vc gostou! Achei q vc gostaria ?


Thales 14/06/2021minha estante
Muito, Carol! A expectativa não atrapalhou, muito pelo contrário, ele é infinitamente melhor do que eu imaginava!!


Carolina.Gomes 14/06/2021minha estante
Eu achei q Sabino n te decepcionaria? Adorei a resenha!!


Thales 14/06/2021minha estante
??




RoSousaAlenc 23/05/2020

Literatura brasileira de qualidade
Com ares de epopéia, a obra conta a história das reviravoltas, agruras e empecilhos vencidos por Viramundo, numa Minas Gerais da época do Império.
Preenchida de bom humor e de um regionalismo cativantes, a obra guarda uma pequena semelhança com as andanças de Don Quixote.

Além de um protagonista extremamente cativante, personagens queridos, a narrativa é poética, envolvente. Além disso, é também uma grande homenagem a diversos escritores proeminentes das letras de Minas Gerais, que aparecem citados no decorrer da história.

A obra seria um definitivo 5 estrelas caso não houvesse ali no meio um capítulo onde a narrativa se desenrola de forma não tão fluida, trazendo um pouco de enfado. Embora não prejudique o conjunto.

Cativante, lúdico, mágico e real ao mesmo tempo. Se você cresceu em Minas Gerais ou em qualquer cidade do interior, provavelmente vai se identificar com diversas passagens da história, com as lendas, os mitos, os prazeres simples. É um livro encantador!
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Manços 01/04/2021

Doido
Geraldo Viramundo é muito doido! Ele apronta altas peripécias e através delas vamos conhecendo o Brasil pouco explorado. Um pé em Guimarães Rosa, outro em Cervantes, mas bem mais fácil de ler. Talvez uma preparação para eles.
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@apilhadathay 16/11/2010

Aonde você vai?
"Para onde você vai?"

Depois de dez anos, permanecem vivas em mim algumas lembranças de Geraldo Boaventura. Primeiro, a do menino que parou o trem que jamais havia estacionado em sua cidade e segundo, as suas peripécias com os políticos, na idade adulta.

Mas o livro traz muito mais que isso: é a história de um Viramundo.

É uma história sobre o poder que há nos heróis infantes, na convivência com aqueles que você admira; é a narrativa dos limites a que se chega uma alegria e uma dor. Acima de tudo, é a tradução da beleza de uma infância e do que nos obriga a deixá-la para trás.

Geraldo aprontava todas, quando menino, mas a sua maior travessura, a história do trem de BH, que nunca parava em Rio Acima, culminou em tragédia e divisor de águas, especialmente em seu coração. Foi quando ele começou a bater perna pelo mundo.

Caminhamos com ele para Mariana, onde foi seminarista. Não é difícil compará-lo a Tom Sawyer, muito embora, perto dele, Sawyer fosse um santo. Dado o episódio da viúva Pietrolina, não posso deixar de exprimir revolta pela pressa que algumas pessoas têm em julgar. Ele é acusado de causar o tumulto de proporções gigantescas na cidadela, quando os verdadeiros causadores o estavam acusando – Geraldo só revelou o lixo embaixo do edredom.

Sabino revela as várias e infelizes alcunhas que Geraldo teve na vida, um para cada lugar por onde passou, e algumas são realmente hilárias. O autor tem o dom de criar graça nos trocadilhos, de uma forma que você demora a perceber quando ele está falando sério.

Uma das ideias que mais me moveu, na história, é a constatação da pitada de nômade que existe em cada um.

"Todos nós somos um pouco Viramundos, ou pelo menos trazemos no íntimo uma irrealizada vocação de peregrinos, mas o que nos faz largar um pouso é a procura de outro pouso. Disfarçamos com pretextos soezes a nossa viramunda destinação de nômades a deambular por este mundo de Deus, e nos tornamos viajantes, bandeirantes, itinerantes, emigrantes, visitantes, passantes, infantes, militantes ou tratantes."

Deslizamos pelas inúmeras amizades feitas pelo mentecapto na jornada, e também pelas desventuras do seu encontro com aquela que seria a sua eterna amada. Conhecemos a sua convivência com os estudantes mineiros e a prova de seus dotes artísticos. Vamos do infame episódio do baile do governador, que é uma das minhas memórias mais vivas, ao encontro de Geraldo com o intragável Herr Bosmann.

"Um pingo d’água, isto é, Viramundo, fizera entornar o caldo e os negrinhos sem saber cumpriram o seu destino, vingando a morte do avô a pétalas de rosa. Viramundo gritou ainda lá da rua:
_ Não ficará pétala sobre pétala!"

Uma das minhas passagens favoritas, especialmente pelo episódio que se seguiu. Ainda damos algumas das melhores risadas com a baixa temporada de Viramundo no hospício – lugar onde ele só se descobriu confinado no dia em que quis sair e não pôde – e o alívio que alcançou quando foi à forra nas costas de um rápido inimigo.

Passamos por sua rápida e singular experiência como candidato a prefeito, o que gerou promessas absurdas e um debate incrível, com um desfecho inesperado.

Somos surpreendidos pelo vasto conhecimento daquele que foi considerado vagante sem rumo, mendigo, viramundo e pobre coitado. Seus anos perambulando pelas culturas incrementaram o conhecimento que lhe foi de tanta valia, nas aventuras seguintes.

"Para tudo existe um jeito, quando por mal não foi feito."
"Quem tem o coração aberto, de Deus está sempre perto."

Somos convidados à experiência de Viramundo no exército, outras longas andanças e pontapés que se tornaram tão costumeiros. Somem-se a isto mais reencontros com velhos amigos e a aproximação de novos, como o cavalo que sabia falar.

Pegamos carona com os três generais que tanto me fizeram rir, na juventude e cujos nomes preservarei à surpresa, porque não quero estragar a graça da maestria de Sabino com os trocadilhos.

"Viramundo é apenas mais um entre eles. (...) Em seu olhar brilha apenas aquela luz mortiça dos que nada esperam e não têm mais para onde ir."

Pegos de surpresa pela perda do amigo Elias, e da forma como se sucedeu, entramos na fase de Viramundo em que ele se perdeu de vez: o menino dentro dele não morreu, uma vez que, até depois da morte, temos endereço certo e uma cova na terra. O menino Geraldo Boaventura desapareceu.

O que mais me impressiona nele é a sua total ausência de medo, seu desapego ao dinheiro e às recompensas, e o fato de que faz o bem puramente por fazer.

Atura qualquer pessoa e situação, desde não mexam com seus amigos. Talvez ainda carregue em si o sentimento de remorso pelo acidente que o fez sair da sua cidade?

Ele viajou e amou, andou e brigou, caminhou e pegou touro a unha, salvou donzela e viajou de novo. Ganhava a confiança das pessoas e ia saindo. Apanhou, passou fome e tornou a viajar. Viveu em cadeia, puteiro, rua, duas vezes em hospício, sem parar muito tempo em lugar algum. Foi do amor ao ódio em sua ligação com o Governador e encarou ideias governamentais que favoreciam o genocídio. Reencontrou vários velhos amigos em situações diferentes e organizou operação de guerra.

O mais curioso é quando você pensa em como a vida dele teria sido diferente se não tivesse cometido aquela pequena falta, no seminário. Digo, é muita hipocrisia condenar alguém a uma vida tão miserável se você é o diretor de um lugar que prega “espalhar a mensagem do amor e do perdão”. Muito curioso.

Terá ele buscado, no seminário e nas andanças, alguma forma de redenção?
Aceitava a tudo de forma tão compassiva que era de se pensar que resolvera escolher viver em pena para pagar a sua culpa pela morte de um pequeno. O desfecho da história, que é a maior surpresa, uma vez que não foi premeditado, pode corroborar o fato.

E, por mais que andem os nossos pés, a sina é o regresso ao lar. Encerro da forma que comecei, com a ideia que melhor traduz Geraldo Viramundo. Questionado sobre aonde iria em seguida, ele sabia que seu destino era um só:

"Para onde me levarem os meus passos."
Ricardo 16/01/2011minha estante
Excelente resenha, This! Li esse livro há muitos anos, mas também ainda tenho algumas passagens na memória. O Grande Mentecapto me marcou para sempre. É um livro que consegue ser engraçado, comovente e encantador ao mesmo tempo. E dizem que Sabino o escreveu com uma rapidez impressionante!


portallos 24/04/2013minha estante
quem quer se emocionar e rir com uma das melhores historias de fernando Sabino é obrigado a ler esse livro.


@apilhadathay 24/04/2013minha estante
Obrigada pelos comentários, Ricardo e portallos!
Este é um dos livros mais incríveis da nossa Literatura. Amo de paixão.


Marlon Hneda 02/12/2016minha estante
Simplesmente excelente a sua resenha!




Juliana Molina 17/03/2021

Divertido
Esse é o primeiro livro de leio do Fernando Sabino e confesso que me divirtiu muito. Uma história leve e ao mesmo tempo marcante com grandes ensinamentos em suas entrelinhas.
Daniel 17/03/2021minha estante
Conta algo?




huntero 30/09/2021

Nostálgico
Fiquei em ler esse romance que ao meu ver poderia ser classificado como aventura de um pobre coitado, desmemoriado e de grande ingenuidade na percepção dos fatos que acontecem ao longo desta jornada.
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CAMBARÃ 29/07/2020

Nacionalismo literário
Fernando Sabino de fato é um gênio das letras, é de dá orgulhos saber que temos autores do quilate dele aqui no brasil.
O livro é muito muitíssimo bom e não deve nada a outros autores brasileiros ou estrangeiros.
O livro me fez lembrar de minha infância e de outros livros e personagens que conhecia.
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Luciano 26/04/2021

História de aventuras e desventuras
Por se passar em Minas Gerais e ter como proncipal o mineirinho Viramundo e as histórias de suas peregrinações por diversas cidades mineiras,já vale a pena a leitura.
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Suzane 15/01/2010

É sempre bom ler Fernado Sabino. "O grande mentecapto" nos conta a história de alguém que era homem quando criança e criança quando homem. Fernando Sabino é assim, consegue fazer a gente chorar de tristeza e de rir na mesma história. A graça misturada com as aflições: Sabino é um realista que não esquece a parte engraçada da vida. É pena que o livro não tenha mais que 300 páginas, eu poderia passar meses lendo-o.


lucas 18/09/2021

A vida de Viramundo
Já havia lido outro livro do autor, mas O Grande Mentecapto é tão bom quanto O Encontro Marcado.
Lendo o livro, é possível se sentir parte das peregrinações de Viramundo.
Um livro incrível!
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Gustavo Carnelós 03/07/2012

Mentecaptos somos nós
O que mais me surpreendeu em 'O Grande Mentecapto' foi a suavidade com que transita desde os acontecimentos mais cômicos até aqueles que fazem o coração pesar. Entre páginas que me fizeram rir alto e outras que acumularam lágrimas, a narrativa conversa diretamente com o leitor, convidando-o a compartilhar das reviravoltas que a vida de Geraldo Viramundo apresenta.

De um humor que beira o nonsense, diverte pela surpresa de situações absurdas, bagunçando a realidade a que estamos acostumados. Por outro lado, o drama da história é do tipo que, apesar de triste, é belo, pela inocência e simplicidade do personagem central, tão naturais e espontâneas que o fazem parecer louco. Mas sua loucura, pensando bem, nada mais é do que uma liberdade da qual somos incapazes. E se é inalcançável, que seja pelo menos inspiradora.

Esse grande mentecapto é uma pessoa livre além dos nossos limites, e isso o torna instigante e encantador. Impossível não torcer por ele. E essa pureza transbordante é o que lhe permite resistir a todas as peças que a vida lhe prega – ele sofre por amizade, sofre por amor, sofre por si mesmo, mas continua caminhando numa jornada sem destino certo, vivendo apenas o presente, que nessa obra é todo imprevisível.

"Nada ele desejava mais na vida que um dia tomar o trem e ir para longe, longe de todos, para um lugar que não sabia onde" – assim como Geraldo Viramundo se deixa levar pela vida, esse é um livro para se deixar levar, se entregar, ler com a alma, viver junto com o personagem e curtir uma certa melancolia ao chegar em seu último ponto final.
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romalopes 28/08/2009

O meu preferido.
Quando eu li esse livro eu só pensava: Eu quero ser assim, quero ter essa inocência e essa vontade de viver, sentir a ausência do medo em mim(que nem é coragem).
A parte do cavalo que fala é antológica.


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