A Vida Sem Manchete

A Vida Sem Manchete Gilmar Marcílio




Resenhas - A Vida Sem Manchete


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Fernanda 08/06/2011

Resenha: A Vida sem Manchete (Gilmar Marcílio)
Boa Tarde, Caçadores!
Tudo bem com vocês?
Essa semana vai ser super especial!
Vai ser a semana das resenhas!
De hoje até sexta vou postar só resenhas e vocês, no sábado vão saber o porquê! =D
Espero que vocês comentem muitoooooooo, pois a supresa vai ser BIG!

Vamos começar?



Ed. Belas Letras
170 Páginas
ISBN: 978-8560174-799
Preço: R$ 29,90

Notas:

Capa: 8,0
Diagramação: 10,0
Conteúdo: 8,0

Sinopse: Começou numa segunda-feira comum, nem era primavera. Dei uma mordida numa pêra e de repente senti que ali também tinha uma manchete escondida, meio envergonhada de existir[...]

Para quem gosta de crônicas e poesia esse livro é o ideal.
O autor, Gilmar Marcílio escreve fatos cotidianos da vida, de forma delicada e atenciosa.
Nunca pensei que um café da manhã fosse tão rico em detalhes, rs.
Vários temas são discutidos no livro, como a Briga entre os sexos, Amores, Amizade, Sofrimento enfim temas verdadeiros e humanos.
Em cada capítulo é retratado um tema, de forma simples, complexa e até divertida.
Para vocês sentirem um gostinho:

pág: 73 "
A coisa mais fácil do mundo é se relacionar com um homem: deixe nele a impressão de que está no comando e faça o que você quiser".

Para olhar a resenha completa, visite:
http://www.cacadoradelivros.com
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Iris Figueiredo 27/09/2011

Mais resenhas em: www.literalmentefalando.com.br
O livro de Gilmar Marcílio é belo. Desde a capa, simples e bonita, até seu conteúdo. "A Vida Sem Manchete" é uma coletânea de crônicas publicadas por Gilmar, que além de escritor é formado em filosofia e escreve para alguns jornais como colunista.
As crônicas falam sobre o cotidiano, situações corriqueiras na vida de todos e de quem os cerca. A forma de escrever de Gilmar é tranquila e reflexiva, espelho de sua formação como filósofo.
Gosto muito de crônicas. Lembro que só comprava a revista Capricho para ler as crônicas do Antônio Prata no final - as da Liliane nunca prestaram, mas o Antônio Prata escrevia crônicas legais para o nível da Capricho...
Uma coisa boa em crônicas no geral são o modo ágil, pessoal e cru que falam sobre situações cotidianas. É sempre uma opinião, um olhar, o outro divagando sobre o que todo mundo observa.

Gosto de crônicas porque elas nos oferecem um novo olhar sobre o mundo, e o olhar de Gilmar Marcílio é tranquilo, analista.
As crônicas foram bem selecionadas e a forma como elas são apresentadas no livro fornecem uma linha contínua, como se uma completasse a outra, fazendo uma boa "amarração" entre os textos. Todas elas passeiam pelo mesmo lugar comum que é a vida e o autor se mete a dar pitacos sobre as situações cotidianas.
É um bom livro para quem gosta de crônicas e textos bem escritos. Não há nada a reclamar a respeito da edição ou revisão da editora - que não conhecia antes - e é um livro muito bom dentro de sua proposta. Recomendo.
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sentilivros 15/03/2012

resenha de A vida sem manchete
Recebi este livro da parceria com a editora Belas-Letras. Confesso que não esperava muita coisa do livro e me surpreendi, pois o adorei!
O livro é basicamente composto por textos onde o autor exprime sua opinião sobre determinado assunto, fazendo-nos refletir sobre eles.
Como são textos "soltos", não há como fazer uma resenha, então vou colocar algumas de minhas passagens favoritas.
"É sempre depois da perda, da morte, do fim, que nos damos conta de nossa orfandade." pg15 - texto: Eu te reconheço.
"Ignorância não é desconhecer algo. É cristalizar um conceito que em certa época nos pareceu interessante e repeti-lo até a morte." pg. 30 - texto: O confronto das verdades
"Só que tudo o que vibra, vive e pulsa acontece no campo da desordem, da especulação e da possibilidade" pg. 37 - texto: Adaptar-se
"A fé é uma droga legitima para nos livrar do desespero. Sem ela habitamos o deserto." pg. 42 - texto: Assaltando o paraíso
"Quero o descontrole quando o assunto é amor, sexo, paixão. Saúdo meus demônios, despedindo-me provisoriamente dos anjos". pg. 44 - texto: Assaltando o paraíso
" Ao sairmos da torre do nosso próprio castelo particular conseguimos perceber que, mesmo quando algo nos parece imperfeito, quando um trabalho está mal feito, provavelmente foi o máximo que aquela pessoa pode dar naquele momento." pg. 72 - texto: Alguém faz melhor.

Simplesmente adorei o livro. Leitura rápida e fácil.
Recomendo!

site: http://sentimentonoslivros.blogspot.com.br/2012/03/vida-sem-manchete-gilmar-marcilio.html
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Bárbara 10/02/2012

A Vida Sem Manchete, Gilmar Marcílio
Começo a resenha deixando para vocês um fato de já foi dito e confirmado aqui no blog: Eu sou fã de crônicas. Fã mesmo, assumida. Admiro muito quem escreve e tenho uma vontade muito grande de um dia reunir algumas das minhas crônicas e colocar num livro.

E é por esse motivo que, por mais que eu saiba que vários de vocês não gostem, continuo tentando colocar na cabeça de todo mundo o porquê de uma crônica ser um texto tão bom.

E foi por isso mesmo que hoje resolvi resenhar A Vida Sem Manchete, livro que recebi de parceria com a Editora Belas Letras.

Começo dizendo que nunca havia lido nada do Gilmar Marcílio e que não fazia ideia de como ele escrevia. Me interessei pelo título, pela capa, pela sinopse... Depois só foi necessário começar a ler pra perceber que este é mais um daqueles livros que fazem totalmente o meu estilo de leitura (principalmente se falarmos de leituras de crônicas).

O autor é filósofo, portanto percebemos um teor muito grande de filosofia em cada uma das 57 crônicas reunidas no livro. Você lê e, ao terminar, fica pensando em algumas coisas que ele diz. Concorda com algumas, discorda de outras... Pensa mais um pouquinho e parte pra próxima.

Difícil mesmo é resenhar um livro assim. Só posso dizer pra vocês que gostei bastante do trabalho do autor e que recomendo para as pessoas que, como eu, gostam deste tipo de texto.

Destaque, é claro, para as crônicas O Olho Esquerdo do Crocodilo, Babuskas, Vamos fundar uma igreja?, Mentiras Sexuais e Classificados.
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LilianSinfronio 20/03/2012

A Vida Sem Manchete – Gilmar Marcílio
Postado originalmente em http://inteiramentediva.blogspot.com.br/2012/03/resenhando-52-vida-sem-manchete-gilmar.html

Há duas semanas resenhei um pequeno livro de crônicas sobre viagens, turismo, suas felicidades e possíveis tristezas, e agora me chegou às mãos um livro que também é feito de pequenos textos e também de um cronista para jornais. Eles estão me ensinando a vencer pequenos preconceitos literários bem antigos, um deles dizia que não podemos nos aprofundar em histórias tão pequenas. Que bom que estou tendo essas oportunidades.

Gilmar Marcílio é um filosofo e escritor, e só por ai já podemos esperar excelentes reflexões e ensinamentos que virão impressos no livro. São exatamente isso, pequenas doses de filosofia ao longo dos 57 textos publicados.

Quote: (...) um amigo me falou que uma frase que eu nem lembrava ter dito foi melhor que aspirina para a alma. Sorri, sabendo que também ali havia um certo empréstimo, um merecimento que não me pertencia. Ninguém sabe por que, mas um presente sempre assume a forma da pessoa que o recebe. (Página 13)

Com uma escrita mais rebuscada, o autor nos fala de suas impressões sobre o cotidiano, comportamento, educação, relacionamentos – do que ele parece mais gostar de falar, por sinal – e até de suas conclusões de uma conversa com dois amigos, freis capuchinhos, sobre o celibato e sua desnecessidade.

É um livro para se guardar na cabeceira e, antes de dormir, ler uma crônica. Assim, terá uma pequena dose do que “matutar” no dia seguinte. O autor não pretende mudar o mundo com suas palavras – pelo menos não pareceu querer – mas contribuiu para que eu pensasse sobre uma serie de coisas cotidianas que me passavam despercebidas.

Não me agradei de todos os textos, mas o saldo geral foi bem positivo. Indico pra quem quer dar um tempo entre longas séries e relaxar, filosofando sobre a vida.
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_Ane_ 31/03/2021

Um livro com poesia nas entrelinhas.
As crônicas falam das relações humanas em linguagem acolhedora e sensível.
Leitura acolhedora, para tempos difíceis como o que estamos passando.
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