A Condessa Sangrenta

A Condessa Sangrenta Alejandra Pizarnik




Resenhas - A Condessa Sangrenta


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Guilherme.Oliveira 14/07/2020

A brutalidade humana traduzida em palavras.
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Nat 11/06/2020

Nem bom,nem ruim...
Me senti desconfortável em vários momentos da leitura, a mulher era um monstro,digna de um filme Hollywoodiano...
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Andréa 22/05/2020

A Condessa Sangrenta
História da condessa Húngara que torturada mulheres apenas por prazer e vaidade, livro com ilustrações e bem curtinho, vale a leitura.
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Kênia Cândido 20/05/2020

Sensacional!
A Condessa Sangrenta trata-se de um livro fino, escrito pela Alejandra Pizarnik, ilustrado pelo Santiago Caruso que conta bem resumidamente a história da condessa Erzsébet Báthory. Essa condessa viveu por volta do século XVI e foi condenada por prisão perpétua dentro do próprio castelo em 1611 por ter matado aproximadamente 650 jovens. A maior parte dessas moças que foram assassinadas pela condessa, pertenciam famílias simples, famílias de camponeses e todas elas foram mortas com extrema crueldade.

Erzsébet era uma condessa muito bonita, bem educada e falava húngaro, latim e grego. Casou-se com Frencz Nadasdy, um guerreiro extremamente corajoso em 1575. Seu marido era um oficial do exército e por causa disso, era raros momentos que Frencz permanecia no castelo e Erzsébet ficava muito sozinha com os servos. Frencz não acreditava nos boatos e não admitia ser importunado com histórias relacionadas sobre sua esposa, mas Erzsébet adorava e até sentia prazer em torturar as jovens e virgens quando o marido estava em missões e batalhas.

Quando ficou viúva em 1604, que a condessa agravou seu quadro de insanidade e passou a praticar atos cada vez mais brutais na esperança de que assim pudesse manter sua própria juventude. O livro não é uma biografia detalhada da condessa Erzsébet Báthory, mas considero um livro cheio de informações. Mesmo que seja uma leitura bem rápida, não é uma leitura vazia e tem como objetivo mostrar uma breve história da condessa com as principais torturas que ela praticava com as jovens.

Algumas dessas crueldades contadas no livro é a Virgem de Ferro, uma espécie de sarcófago vertical com pontas no interior que perfuravam diversas partes diferentes do corpo. A perversidade da condessa era enorme, principalmente no inverno rigoroso, quando gostava de colocar as jovens em pé na neve completamente nuas e jogava água no corpo das moças para congelá-las e transformá-las em estátuas de gelo. Eu contei apenas duas formas que a condessa torturava as moças virgens. No livro contém outras maneiras bem medonhas. A mulher não era de brincadeira!

Eu li A Condessa Sangrenta em forma digital na plataforma Issuu porque eu tinha muita curiosidade de conhecer a edição. Pelo aplicativo Issuu, é possível ler alguns capítulos dos livros e revistas gratuitamente em seu computador ou pelos smartphones. Tive a sorte de ter o livro completo no Issuu.

Foi a primeira vez que li neste aplicativo, pois eu ainda prefiro ter o livro impresso. Confesso a curiosidade falou mais alto, consegui saciá-la e ainda desejo ter essa edição de Alejandra em versão impressa para minha estante do terror. A leitura flui naturalmente e a escrita possui uma leveza sofisticada. É uma edição maravilhosa para quem aprecia o gênero, mas precisa ter o estômago um pouco forte para conhecer e ler as crueldades da condessa.

Como não tenho o livro impresso nas mãos, não vou dar detalhes do material como costumo deixar nas minhas opiniões. Entretanto, o livro digital, apresentou as ilustrações sensacionais e tudo haver com os textos encontrados no livro. A capa é bem ousada. O leitor pode observar a virgem de ferro na porta e as torres do castelo ou também pode interpretar a capa com a imagem do corpo da mulher. Vai da imaginação de cada leitor.

No final do livro contém um posfácio escrito por João Silvério Trevisan. De maneira maravilhosa, João fala sobre a melancolia que Erzsébet sofria e como muitas mulheres, hoje em dia, buscam obcecadamente domar a velhice para superar a morte. É um texto muito interessante que desperta profundamente.

Enfim, comparada com Vlad III, a história da Condessa Erzsébet Báthory conseguiu transformá-la em uma das mulheres mais terríveis da história e serviu de inspiração para filmes e livros, enriquecendo a crença dos vampiros. Recomendo para leitores que gostam de histórias medievais e assim como sou, apreciadora de histórias de terror ou curiosa por histórias de Serial Killer. Ler A Condessa Sangrenta foi sensacional!

site: https://historiasexistemparaseremcontadas.blogspot.com/2019/10/resenha-condessa-sangrenta-alejandra.html
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tcharles 18/05/2020

a psique humana
estória bem conduzida e já que é baseada em fatos reais, não há como contestar sua originalidade.
o posfácio realmente me decepcionou.
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Juh 16/05/2020

A Condessa Sangrenta
Gostei bastante do livro, é bem curtinho e objetivo, mas gostaria muito que contasse uma pouco mais sobre a vida dela (porém entendo que o foco do livro eram os crimes cometidos pela Condessa e não sua história). As ilustrações são muito bem feitas e transmitem bem a tortura e medo. É uma leitura bem interessante para aqueles que, assim como eu, gostam do assunto.
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Thali.Chruczeski 26/04/2020

Ilustrações maravilhosas
O livro não conta a história completa da condessa; possui breves narrações de como torturava as moças. Deixando assim aquela vontade de saber mais, de saber a história completa.
Entretanto, as ilustrações contidas nesse livro são incríveis!
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Fernanda 15/04/2020

Esperava mais, livro pequeno, apesar da boa estética e das ilustrações. Sempre gostei muito da história da Condessa sangrenta, mas o livro não ficou muito na história da personagem em si
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Vilamarc 10/04/2020

Sadismo e loucura
Texto curto e profundo de uma das maiores escritoras argentinas retratando uma personagem macabra da idade média profunda, a condessa de Csejthe - Erzsébet Báthory que historicamente teria assassinado com crueldade e tortura, cerca de 610 mulheres jovens.
Essa edição da Tordesilhas brinda o leitor com imagens que acompanham o texto enxuto e milimétrico dessa prosa que com certeza encanta enquanto choca.
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JANA 28/03/2020

Indico pra quem não se impressiona
É bem pesado com detalhes macabros. Muita crueldade!
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Gabriel 27/03/2020

Me surpreendeu
Eu comecei a ler pensando q encontraria um livro com linguagem simples e sentido razo, mas ele é muito mais q isso. É uma análise sobre o mundo em q vivemos e seus piores resultados. Gostei demais da forma como foi abordado o melancolismo. Sem contar q as pinturas são de cair o queixo. Pretendo ler futuramente, quando minha mente estiver muita mais madura.
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Mari 26/02/2020

Eu li esse livro por indicação de um amigo, na qual ele me falou basicamente da história dessa mulher.
A Isabel foi umas das primeiras serial killers, a história dela me impressiona. O livro é bem lindo, as ilustrações são lindas!
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Neguinha 04/02/2020

Real
Uma história sombria, protagonizado por uma personagem macabra e cruel. Real e chocante, a Condessa Sangrenta foi um livro espetacular para mim.
Ju Valiengo - @literandoo 04/02/2020minha estante
Amei esse livro, justamente porque apesar do terror trata sobre um assunto verdadeiro!


Neguinha 04/02/2020minha estante
Às vezes eu lia o capítulo outra vez, por sentir que não tinha conseguido entender tudo. O mais assustador, é ser possível uma pessoa doente como essa personagem, viver ao nosso lado e nunca sabermos


Ju Valiengo - @literandoo 04/02/2020minha estante
Sim, tem muitas pessoas assim na sociedade e nem imaginamos , bem triste mesmo




Suy 07/12/2019

"Uma cor invariável rege o melancólico: seu interioré um espaço cor de luto; nada acontece ali, ninguém entra. É um palco sem cenários, onde o eu inerte é assistido pelo eu que sofre por essa inércia. Este gostaria de libertar o prisioneiro, mas qualquer tentativa fracassa como teria fracassado Teseu se, além de ser ele mesmo, tivesse sido, também, o Minotauro; matá-lo, então, teria exigido matar-se. (...) Acredito que a melancolia é, em suma, um problema musical: uma dissonância, um ritmo transtornado. Enquanto lá fora tudo acontece com um ritmo vertiginoso de cascata, lá dentro há uma lentidão exausta de gota d'água caindo de tanto em tanto. Daí que esse lá fora contemplado do lá dentro melancólico resulte absurdo e irreal e constitua 'a farsa que todos temos que representar' ".
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Myllena 23/11/2019

Apesar dos meus arrepios e pausas durante a leitura para respirar, preciso dizer que a forma poética e quase melódicas em que as mortes foram descritas me fizeram gostar da leitura. Acredito que o que me faz hesitar em dar cinco estrelas é apenas o fato de que é baseado na vida de uma condessa que realmente existiu e isso me aterroriza completamente, mas é um bom livro, as ilustrações são de tirar o fôlego.
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