Ética

Ética Espinosa
Espinosa
Espinosa
Benedito de Espinosa




Resenhas - Ética


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Paulo 14/07/2012

Filosofia
Livro maravilho, Baruch de Spinoza mostra a sua visão do mundo e Deus, através de um pensamento ético, demosntrando assim que a razão/emoção convergem juntas,proporcionando o equilibrio e a harmonia tão almejada.
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Joanna de Paoli 09/11/2018

Manual do Bom Viver
Como leitora comum e ignorante na arte filosófica, precisei de muitas fontes de apoio, principalmente, no início. Após captar a essência de sua escrita fiquei maravilhada com o texto e me questiono quais são os motivos desse filósofo não ser mais divulgado. Ainda mais ao ser considerado por muitos como pai da filosofia moderna. Também foi base de estudos de grandes pensadores, mas raramente foi reconhecido.
Douglas Marques 15/09/2020minha estante
Muito boa resenha. Livro denso e pra leitores que buscam a profundidade dos afetos.




Lucas 01/01/2017

Para leitores lentos
Busquei a obra de Spinoza baseado nas inúmeras citações que aparecem nos livros de Nietzsche. Percebe-se na obra um pensamento de transição entre a visão cristã de Deus , o ateísmo e a base do pensamento que culminou na visão desconstrutiva presente em obras como O anticristo e Aurora. O livro deve ser lido com lentidão e tempo para a análise profunda.(mas garanto que vale a pena)
Douglas Marques 15/09/2020minha estante
Concordo, Lucas. Difícil digerir rápido.




Gustavo.Randi 10/09/2020

O maior dos livros que conheço
O filósofo Joseph Ernest Renan descreve, num elogio à Spinosa duas frases que me soam muito verdadeiras 1-"Este homem apontará a todos o caminho da bem-aventurança por ele encontrado" e 2-" Foi quem teve a mais profunda visão de Deus."
Existem alguns poucos livros que me vejo capaz de ler 10 ou 15 vezes, Ética supera esses, é um livro que me vejo incapaz de terminar a leitura (já o fiz, mas não considero a leitura concluída).
Spinoza no livro Ética faz-se não só como um avô dos saberes da psicologia (dos saberes, não das abordagens) mas faz-se também um grande filósofo sob a natureza, sob Deus (que são, para ele e para mim a mesma coisa "Deus sive Natura").
Nem mesmo Nietzsche a primeira vista capaz de a todos criticar foi capaz de tecer críticas a Spinoza.
"Não rir, nem desprezar, mas compreender" citação memorável contida no livro (apesar que eu puxei da memória e não sei se citei da forma exatamente correta).
Gustavo.Randi 10/09/2020minha estante
como que eu edito isso?


Douglas Marques 15/09/2020minha estante
Excelente resenha, Gustavo. Sobre editar, você está usando o aplicativo pra Android ?




Virgilio_Luna 16/09/2020

Beatitude, caridade, felicidade
Spinoza! Não há como escrever um texto sem afeto sobre ti, um texto sem pulsão, um texto que não transborde a beleza de teus ensinamentos, de tua obra! Como pode um único homem se fazer universal? Como pode um pensamento ser de tamanha potência que sua mensagem permaneça viva anos após?

Spinoza, palavras... Devo tomar cuidado com palavras, fazê-las refletir um pequeno raio do que é tua obra.

Spinoza, agora me permito referir-me a ti em terceira pessoa, convida-nos a explorar o mundo sobre novas lentes, a totalidade mais polida. É bem verdade que ele era um polidor de lentes, não só da óptica, mas da alma, do corpo-alma, sua visão de sua própria eternidade, que decorre de uma necessidade.

Essa é a palavra que me faz lembrar sua concepção de Deus: necessidade. Deus existe necessariamente, e tudo que dele decorre o faz de maneira determinada, necessária. Não há, portanto, espaço para a liberdade? É aqui que poderíamos nos enganar. Liberdade e determinismo, ambos em função da felicidade. Nossa liberdade consiste em sermos causa adequada das coisas, isto é, agirmos e pensarmos - sairmos da passividade dos afetos para os afetos enquanto ações, o pensamento enquanto o mais potente dos afetos.

Quando a Razão faz parte de nossa alma, o conhecimento se torna parte de nossa natureza. Que significa isso, então? Significa que o bem que amamos, isto é, conhecer, o queremos para todos. Já que a totalidade e a razão é alcançável a todos, elevaremos as pessoas a um estado de Bem e de felicidade, procuraremos, ao máximo, evitar o nosso mal e o mal do próximo e relembrar, constantemente, de nossa potência enquanto humanidade.

E a beatitude? A felicidade suprema consiste em nos enxergarmos, nos conhecermos, sob certo aspecto da eternidade - isto é, pelo pensamento. A beatitude suprema é o amor intelectual a Deus ou a Natureza, pela percepção da necessidade (já que há um determinismo) de nossa existência particular - melhor, leitor, a necessidade de sua existência. É esta parte, a própria natureza particular de cada um, que é dever de cada um conhecer pela Razão, que existe sub specie aeternitatis - e, portanto, constitui nossa felicidade suprema.

Ora, Spinoza é um racionalista radical. Talvez daí ter percebido que só a Razão não é suficiente - é necessário que a Razão seja um afeto.
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Amélia 10/07/2011

Texto denso e complexo. Difícilmente alguém argumente como Spinoza. Abandonei não por achar o livro ruim, mas porque seria necessário tempo exclusivo para a leitura. Espero ter oportunidade de continuar a ler.
Douglas Marques 15/09/2020minha estante
Amélia, o site Razão Inadequada tem cursos sobre Espinosa que ajudam bastante.




Lucas 22/07/2017

Um dos maiores livros da história da filosofia com uma excelente tradução.
Spinoza certamente é um dos grandes nomes da história da filosofia. Em sua Ética, demonstra uma perspectiva imanente de Deus, distinta de toda formação teológica tradicional. Faz uma explanação densa sobre os afetos, bem como sobre suas influências no ser humano, ora aumentando, ora diminuindo a potência de agir do homem. Expõe, ainda, categoricamente sua perspectiva sobre a evolução do conhecimento humano. Divide-os em três gêneros, passando pela fase em que o ser apenas detém um conhecimento inadequado sobre coisas (quando teria apenas uma mera opinião sobre um objeto, sem conseguir efetivamente realizar uma análise desse), posteriormente para um conhecimento adequado (racional), o qual poderia (por esforço intelectual) culminar em um conhecimento intuitivo, no qual o homem se daria conta da eternidade da mente. Um livro indispensável para os amantes da filosofia.
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lizsantos 17/08/2013

Ler com calma
Muito bom, mas deve ser lido com calma... os comentários ajudam.

"O que não pode ser concebido por meio de uma outra coisa deve ser concebido por si mesmo"
Caroline Silva 30/08/2016minha estante
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