Anna e o Beijo Francês

Anna e o Beijo Francês Stephanie Perkins




Resenhas - Anna e o Beijo Francês


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Thaylane R. Ramos 19/10/2017

Apaixonante!
Que romance lindoooo! Tão juvenil e cheio de emoções fortes, conflitantes e confusas... Amei! Foi difícil me despedir de Anna e St. Clair, e agora estou de volta à ressaca literária.
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Claris Ribeiro 03/10/2017

Anna é uma garota comum que vive em Atlanta, tem uma vida normal, cheia de amigos, uma melhor amiga com quem pode contar sempre e um garoto por quem é apaixonada. Seu pai, um famoso escritor, decide manda-la para uma escola americana em Paris, a princípio, quem não gostaria de mudar para Paris? Anna, claro. Ela achava que sua vida estava muito bem resolvida onde estava, mas, não tinha como discutir, iria cursar o último ano da escola em um lugar completamente diferente, sozinha, e falando uma língua da qual não sabia muito bem.

Assim que Anna se vê sozinha na Cidade Luz, ela acaba conhecendo sua vizinha de dormitório, uma garota de personalidade e super simpática que vira sua amiga. Meredith introduz Anna à turma, e assim a garota vai acostumando com o novo ambiente.

Um dos seus novos amigos é St. Clair, um lindo garoto com sotaque britânico e cheio de influências de várias culturas, pois é, apaixonante! Assim como todas as garotas do colégio, Anna também caiu sobre os encantos de St. Clair, mas o garoto namora uma ex aluna, e agora é seu melhor amigo, o que fazer nessa situação?

Anna vive uma grande aventura nessa nova jornada de sua vida, entre passeios turísticos com os amigos, brigas, ciúmes, relacionamentos, amizades, muitos filmes e muito estudo, a garota passa a dar valor em tudo que a vida tem a oferecer e aproveitar as oportunidades.

Anna e o Beijo Francês é um livro muito divertido, adoro esses romances adolescentes e ficava pulando de emoção a cada página, ficava na torcida para as coisas darem certo e festejava quando o que eu queria realmente acontecia. Muito tempo que não me sentia assim com um livro, eu realmente empolguei com a leitura, Stephanie Perkins consegue conquistar o leitor de uma forma muito cativante.

As únicas falhas do livro é a desorganização nos diálogos, a diagramação ficou mal elaborada e as vezes dava pra confundir quem estava falando, ou se era uma fala ou pensamento, e também faltou algumas notas de rodapé com a tradução de alguns termos em francês. Mas fora isso, a leitura é muito fácil e leve, recomendo a todos!

site: http://www.plasticodelic.com/2014/03/resenha-anna-e-o-beijo-frances.html
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Andréa Araújo 15/09/2017

Mega fácil de ler
Esse livro é realmente uma leitura fácil eu comecei e terminei de ler em apenas um dia. Mas não porque é vicianre ou porque minha vida dependia disso, é só fácil. A ponto de você nem sentir as páginas passarem.

Anna é o tipo de protagonista que eu poderia me identificar facilmente. Organizada, mania de limpeza, metódica e cheia dos itinerários. Poderia, se ela tivesse um pouco mais de personalidade, coisa que definitivamente ela não posui muito.

Até as primeiras trinta paginas eu estava bastante incomodada com a escrita da autora, depois acabei me acostumando, mas ainda assim não foi algo que me cativou. O livro é cheio de clichês, não digo isso como algo ruim, eu adoro os clichês, mas aqueles que são bem trabalhados. Em algumas cenas em me senti envolvida, la pela página 150 eu estava mais interessada na história e não apenas lendo por ler. Até achei a interação em Anna e St. Clair bem mais interessante. Mas foi só.

A história poderia ser bem melhor, bem mais marcante se a autora tivesse um pouco mais de vontade, se ela tivesse se dado mais ao trabalho de aprofundar seus personagens, ou qualquer acontecimento (ou escrevesse melhor), é um pouco bobo até, a "resolução" do problema só demorou porque ela fez de tudo pra que isso acontecesse. O que acabou deixando as coisas um pouco forçadas.

Eu não odiei o livro, ele não é pessimo, é apenas ok. Nada que vá mudar a minha vida ou me deixar dias pensando.
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Rhay 31/08/2017

Um dos melhores
Não importa quanto tempo passe, esse é um dos meus livros favoritos. Eu o li a primeira vez com 13 anos, depois ao 15,19,20 e agora aos 23. E eu sempre sinto a mesma coisa quando leio, é uma história com personagens interessantes, leves, e muito gostoso de ler. Realmente acho que a escritora não deixa a desejar em nada...me apaixono mais cada vez que leio. Pensando bem, vou ler de novo!
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Jaque 30/08/2017

Bem teenzinho meeeesmo
O que é esse garoto? Stephanie consegue personificar os clichês de um jeito tão sensacional que você esquece todo aquele papo pseudosocial e só aproveita as descrições de Anna sobre essa coisa maravilhosa.
Finais felizes sempre são julgados pelos dramáticos de plantão, mas eu não troco meus desfechos apaixonantes por corações partidos.
Stephanie Perkins, sabia que você era sensacional desde que li seu conto em "O presente fo meu grande amor", que até deixei de lado pra poder conhecer seus romances. Maravilhosa!
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Carolina Gama 29/08/2017

Bem fofo
Me identifiquei na hora com a Anna. Ela é uma adolescente tímida, que tem um quase namorado prestes a se tornar músico em Atlanta, uma melhor amiga quase irmã e um irmão mais novo que a irrita. O pai da Anna é um escritor famoso que só escreve livros dramáticos e detalhistas, o que desperta a curiosidade e a ironia dela. Já sua mãe, bom, quase não é abordada, na verdade. O que impulsiona a história é que a Anna consegue estudar fora do país, embora não queira. Na verdade, seu pai, que escolhe seu destino no último ano do segundo grau, a manda pro colégio interno em plena Cidade Luz. É, Paris. É fato que quando a maioria das adolescentes da idade dela não conseguem nem sair de casa sem dar satisfação, isso é uma vitória. Mas pra ela, foi só um motivo de raiva e indignação.

Preciso dizer que foi a partir do momento em que Anna chegou em Paris que fiquei realmente interessada em ler o restante. Não sei se foi porque eu me identifiquei com ela com o passar dos dias ou se foi porque meu lado interessada em viagens aflora com essas coisas. A história em si gira em torno das dúvidas da própria Anna, que precisa lidar com a distância, a saudade, o medo do novo e a descoberta de si mesma. Tudo isso regado a muita paixão, é claro. Paris é a cidade mais romântica do mundo e se não fosse pela ajuda de St. Clair, a paixão não existiria e a Anna morreria por inanição, uma vez que quase todos, inclusive os funcionários da cantina do colégio, dominam o francês e ela não.

Confesso que fiquei um pouco ansiosa lendo esse livro. O amor ou a paixão em si não afloram desde o início do livro, o que é uma tortura aos amantes de romances. Mas, posso garantir, que vários momentos superam as expectativas, principalmente no decorrer do amadurecimento dos personagens. O livro também conta com a chegada de novos amigos na nova escola e com isso, de intrigas, um rolo pra lá de confuso entre a Anna, sua melhor amiga e Toph, o quase namorado que eu citei, além de um drama familiar por parte de St. Clair. Tudo isso em meio aos formulários pra faculdade e aos pensamentos instintivos e dúvidas da Anna.

É um romance leve e intenso ao mesmo tempo. Gostei da capa, mesmo achando que o nome poderia ser diferente e também não imaginei a Anna como a garota da capa do livro. Não sei se vocês também vão pensar como eu. Mas tem ação, tem tristeza, tem alegria, tem muitas cenas nos pontos turísticos de Paris - e é aí que eu acho que está o meu lado turismóloga empolgada - tem ironia e mais um mundo de palavras com sotaque francês. É apaixonante mesmo. O livro e o St. Clair, pra alegria das meninas mais providas de imaginação. O final é animador e um tanto esperado, mas confere aos personagens e a quem lê uma estranha sensação de saciedade.

site: Resenha postada nos tempos de Entre Livros
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Bia Oliveira 28/08/2017

Resenha do livro Anna e o Beijo Francês
#Resenha: Anna tem uma vida tranquila morando em Atlanta, tudo está bom do jeito que está, ela trabalha num cinema e adora o que faz. Até que o pai de Anna, um escritor de livros de romance best-seller, resolve manda-la para um internato em Paris na França, mesmo contra a sua vontade, pois segundo ele, a filha precisa de uma educação melhor no ensino médio. A garota deixa pra trás além do emprego, sua melhor amiga Bridge e um quase-futuro-namorado chamado Toph, que trabalha junto com ela no cinema e tem uma banda.

Anna se sente perdida ao chegar na School of America, pois não tem amigos, não conhece o país e não domina o idioma. Logo ela faz amizade com a sua vizinha de quarto Meredith, e também com seus amigos: Josh, Rashimi e Étienne mais conhecido como St. Clair ( um francês-americano-britânico), e ele será a solução e o problema de Anna durante este ano em que ela ficará em Paris.

St. Clair é um rapaz de estatura baixa, é lindo, atraente, atencioso, popular e comprometido. O pior é que sua namorada Ellie é linda, e eles parecem ter sido feitos um para o outro, fala sério. Ellie já está na faculdade, mas estudava nessa mesma escola até o ano anterior.

A garota tem mais ou menos a minha altura. Seu cabelo comprido é pouco estilizado, mas tem um toque fashionista parisiense. Está usando um vestido curto prata que brilha sob a luz da lâmpada e um casaco vermelho. Suas botas de couro estalam e clicam na calçada. Está olhando para trás na direção ao Résidence Lambert com expressão desconfiada, então ela se vira e vê St. Clair. Todo o seu ser se acende. A revista afrouxa em minhas mãos. Só pode ser ela.
Página 71

Anna se aproxima mais de St. Clair do que dos demais, juntos eles fazem passeios por Paris, conversam muito, vão ao cinema (que aliás é uma paixão de Anna, e em Paris tem um cinema em cada esquina). Logo de cara, Anna já começa a sentir uma forte atração por Étienne, mas ela se convence que é só amizade e os dois acabam se tornando melhores amigos. Mas a aproximação dos dois, faz com que surjam novos sentimentos de ambas as partes, que vão além da amizade, o que torna tudo mais complicado, pois além do rapaz ser comprometido, a amiga Meredith ainda tem uma queda por ele. Então ele é expressamente proibido para Anna. E além do mais, Anna deixou Toph esperando por ela. Durante a estada de Anna na School of America ela continuou conversando com a amiga Bridge, por e-mail ou telefone, contando segredos e também ouvindo a amiga. Vocês precisam ler para saber o que acontecerá entre Anna e St. Clair. Será que ela terá seu beijo francês?


É um livro delicioso. Fala de amor, mas também fala de amizade de uma maneira intensa. Eu li algumas resenhas e quis muito o livro, e a autora não deixou a desejar. Esse foi o primeiro livro que li dessa autora e ela me conquistou. Adorei a maneira como ela descreve os personagens e Paris. Me senti andando pela cidade junto com eles, indo ao cinema ou apenas conversando. Amei como Anna e Étienne vão se conhecendo e se aproximando, é lindo como eles vão se gostando de uma forma tão pura. Anna usa de sarcasmo em várias partes da sua narrativa, ri alto enquanto lia, embora a protagonista tenha me dado nos nervos algumas vezes por ser tão indecisa e insegura, mas o final do livro me surpreendeu. Amei o livro, a autora e os personagens. Fiquei com vontade de ler mais.

site: https://livrosqueapaixonam.blog/2017/07/17/anna-e-o-beijo-frances/
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LauraaMachado 21/08/2017

Para quem gosta de livros adolescentes com clichês batidos
Eu queria muito dar três estrelas para esse livro, mas não dá. Ele não é bom. Quer dizer, ele não é insuportável de chato, irritante ou revoltante, só não é bom. É um livro bem qualquer coisa, que não acrescenta nada a quem ler.

Eu entendo que adolescentes são dramáticos, inseguros e tudo o mais, então isso nem teria me incomodado tanto no livro se não tivesse sido usado só de um jeito extremamente batido! É inacreditável pensar em todas as cenas, porque nenhuma delas - eu repito, absolutamente nenhuma delas é algo novo. Na verdade, nem precisa ser completamente novo (já que isso é impossível), mas nenhuma cena desse livro realmente desvia do clichê. Juro que já li essa história em milhares de fanfics e outros livros por aí. Já vi em vários filmes, vários mesmo, da Hilary Duff, das irmãs Olsen e tudo mais. E, entendo, a história tem seu apelo. Mas esse apelo já se esgotou faz tempo.

Qual o propósito de escrever um livro que não traz nada novo, nenhum questionamento inédito, nenhum momento em que os personagens agem diferente do clichê? Se quer usar o esqueleto do clichê que vende, beleza. Mas tem que acrescentar alguma coisa, alguma cena que me deixe pelo menos levemente interessada.

Todos os problemas são previsíveis, daqueles que você sabe que vão acontecer umas cem páginas antes. E noventa por cento deles são causados por pessoas que não falam, não conversam. "Somos melhores amigos", mas deus que me perdoe ter que falar abertamente sobre qualquer coisa. É óbvio que essa falta de conversa é usada descaradamente para criar problemas e adiar o final feliz (para que a história dure um ano letivo). E isso fica tão, mas tão forçado, que é impossível ser convencido.

Mas, na minha opinião, o maior problema da história nem foi isso daí. Foi que, na verdade, teve uma cena em que um dos personagens realmente falou o que precisava falar. A protagonista ouviu. E nós somos obrigados a passar o resto do livro fingindo que não tinha acontecido para que, quando ele falasse de novo, nós ficássemos felizes como se fosse a primeira vez. Nada a ver. Não tinha como a protagonista fingir que aquilo não significava nada e passar as próximas duzentas páginas repetindo para si mesma que era aquilo que queria ouvir. Ela já tinha ouvido! Foi um erro terrível, aliás, já que tudo dali pra frente perdeu completamente a credibilidade (não que tivesse muito, já que dava para saber tudo que ia acontecer mesmo).

Outro erro foi ter feito ela se interessar pelo cara desde a primeira vez que o viu. Se queria escrever a história de dois amigos que se apaixonam, devia ter começado sem nenhum interesse além de amizade, certo? Quando a protagonista "percebe que se apaixonou", é outra cena patética, já que ela não escondeu que gostava dele desde o começo! Será que a autora acha que a gente não estava prestando atenção na leitura e precisou repetir tudo duas vezes?

Mas ainda tem muita coisa errada nesse livro. A Anna vai para Paris para estudar em um colégio interno, mas, para ser bem honesta, ele só existe para tirar o empecilho dos pais (bem estilo fanfic), ou seja, para os personagens adolescentes serem livres, já que não faz muita diferença em questão de escola ou de ter problemas de moradia. E Paris mesmo só existe para fazer com que ela seja a "nova no colégio", porque a cidade fez pouquíssima diferença na história. Aliás, como alguém que já teve que ser estrangeira e conhece Paris, me senti quase ofendida pelo descaso da autora sobre o como é mesmo ser um estranho em um novo país. Não é só, "tenho amigos, então tá tudo ótimo". E ela aprendeu francês terrivelmente fácil também, em dez meses já estava ouvindo conversas inteiras sem problema (outra coisa que eu posso garantir que não é fácil de acontecer - ainda mais para alguém que tinha dificuldade com línguas, como ela. Eu já morei na França para estudar francês, já tinha aprendido antes e venho do português, que é bem mais próximo, além de saber outras línguas). Foi desnecessário ela fazer isso, só para dizer que sua personagem evoluiu, sem ter que mostrar o desenvolvimento dessa evolução mágica.
Outra coisa desnecessária foi toda a nacionalidade do Étienne. Tanta coisa aleatória nesse livro que não tinha propósito e não foi para lugar nenhum. Vai entender o porquê da autora ter escolhido todos esses detalhes inúteis.

Aliás, até as lições "de vida" desse livro são batidas. Desde todo o drama, "Será possível lar ser uma pessoa e não um lugar?", até a questão dela, das amigas e da namorada do cara. Não tem nada de novo nesse livro e tudo é tratado de um jeito extremamente superficial. Ela não se aprofunda em nada. A protagonista diz estar apaixonada, mas é de um jeito tonto (literalmente), não tem muito carinho pelo cara, não demonstra sentimento, só drama. Não teria como dar nem mais uma estrela para esse livro, não quando é tudo forçado, batido e exagerado. Quer dizer, as pessoas não podem nem olhar torto pra protagonista para ela achar que a odeiam e estão bravos com ela. Como isso cansou!

Mas ainda vou explicar minhas duas estrelas: o livro não é arrastado, dei algumas poucas (bem poucas) risadas com algumas cenas e consegui ler em uma sentada (em várias horas, mas mesmo assim). Ou seja, podia ser pior. Mas este livro simplesmente não é bom.

Ainda assim, a verdadeira razão de eu ter dado mais estrelas do que devia (acredite) e o ponto alto do livro foi uma aula dela na escola, bem no final do ano! Na aula em que a professora discute sobre o problema da tradução, o desafio dos tradutores. Meu deus, que questionamento lindo! Era disso que eu precisava (principalmente em um livro que teoricamente deveria ser sobre se mudar para outro país). Mas acaba em menos de duas páginas, então deixa pra lá.
Andréa Araújo 21/08/2017minha estante
Eu tirei uma lição da vida aqui, se eu quiser comprar um livroe você for ler, vou esperar sua resenha. Sempre e sempre. Dito isso, estou usando um mantra aqui pra me sentir melhor "nem só de livros incríveis viverá o homem" amém


Ellen Fidelis 21/08/2017minha estante
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

chocada. Nunca tinha visto uma crítica negativa desse livro. Que bom saber.


LauraaMachado 21/08/2017minha estante
Pois é. Eu já tinha visto várias resenhas ruins, mas acho que não tinha sido falado os pontos certos. Mas pelo menos esse livro não foi sofrido pasta ler! Haha


LauraaMachado 21/08/2017minha estante
Pois é, eu já tinha visto várias resenhas ruins, mas ainda apontavam outras coisas ruins haha mas pelo menos esse livro não foi sofrido para ler!




michamixiricaa 15/08/2017

Anna e o beijo francês
Como não gostar de um livro que fala de Paris tão apaixonadamente como este.
Um romance leve, doce e saudável, que te distrai e te alegra com coisas simples e delicadas.
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cris.leal.12 11/08/2017

Fofo!
Anna é uma adolescente americana que é mandada, contra sua vontade, para estudar em um internato em Paris. Lá, ela conhece Étienne St. Clair e é linda a forma como eles vão se conhecendo, como a amizade entre eles vai acontecendo e como aos poucos eles vão se apaixonando. Casal fofíssimo!

Stephanie Perkins escreveu tão bem a história, que bem poderia virar um filme. É um romance sincero, simples e envolvente. Eu não consigo desgrudar do livro.

site: http://www.newsdacris.com.br/2012/04/eu-li-anna-e-o-beijo-frances.html
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May vieira 11/08/2017

Nossa que PORRE livro chato pra caramba nao acontece NADA nossa to indignada eu faria um livro melhor HAHA. Sempre ouvi críticas negativas dele, mas tirei minhas próprias conclusões, ta aí..
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Paloma 02/08/2017

Muito clichê... porem Um amor...
Amei este livro por ele ser clichê.. tipo é muito fácil lê ele entre livros muitos complexo...
tipo este livro é para relaxar a mente...
Para quem gosta de ler mais de um livro de uma fez... (eu não kk) o livro é ótimo pois não é complexo.
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Nat 28/07/2017

Uma ótima escrita, um ótimo cenário, você se sente ao lado dos personagens enquanto lê. Um dos meus livros favoritos.
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Guynaciria 23/06/2017

É quase impossível não se identificar com algum dos personagens de Anna e o beijo francês, afinal de contas, todos já passamos, ou estamos por passar pela adolescência e todos os seus conflitos.

Anna é uma garota comum, tem um irmão menor, os pais são separados. seu pai é escritor de romances sensacionalistas, que exploram temas de doenças terminais para causar empatia em seus leitores.

Ela tem um namorado de quem não gosta muito, esta apaixonada por um garotinho que acha um máximo e com quem trabalha, tem uma melhor amiga, ou seja, sua vida é relativamente boa.

Tudo muda quando seu pai resolve lhe enviar para uma escola interna em Paris. Ela acha que seu mundo acabou e faz disso um drama enorme, afinal que tortura é ser enviado para Paris não é mesmo?

Na escola nova, ela logo faz amigos, começa a aprender a língua lentamente, e se ver objeto de desejo de muitos garotos, entre eles, o tudo de bom do Étienne St. Clair. Sério, o livro vale a pena só por causa dele.

St. Clair, é um tipo de super gato, só que humilde, de bom caráter, bom amigo, aluno, filho, o cara é quase perfeito. Seu único defeitinho é a namorada, padrão modelo de revista. 

Os dois ficam apaixonados, logo de cara, mas ambos mantem seus sentimentos controlados. Só que surgem várias situações que acaba por uni-los ainda mais, tornando essa aproximação quase que insuportável.

Gente, o livro é bom, mais demora uma vida para as coisas acontecerem, tudo bem que são adolescentes, mas pelo que eu me lembre, não demorava tanto tempo para um romance se desenrolar.

Enfim, o livro tem falhas, uma delas é a incapacidade de St. Clair terminar um namoro, ou correr a traz da garota que ele ama, por quê ele esta correndo sempre atrás da garota errada?

O que mais me encantou, foi conhecer Paris através dos olhos dos personagens. A descrição de monumentos históricos, ruas, cinemas, ou de alguns fatos históricos em si, me deixaram encantada.

Bjos!

site: https://utopialiterariaentreamigas.wordpress.com/
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