Anna e o Beijo Francês

Anna e o Beijo Francês Stephanie Perkins




Resenhas - Anna e o Beijo Francês


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Thay Gomez Pilha Flutuante 17/02/2014

Fantástico. E Real!
- "Quanto mais você sabe quem é e o que quer, menos você deixa que as coisas te chateiem." (Citação do filme Lost in translation, pág.268)

Ao fim de toda leitura, para decidir se um livro é Bom ou Ótimo, costumo fazer a seguinte pergunta: ele me arrancou lágrimas porque a história me emocionou muito... ou porque ela acabou? Se escolho a segunda opção, pode ter certeza de que vou reler o livro em breve e indicá-lo para todas as pessoas que eu encontrar. Felizmente, é o caso de Anna e o Beijo Francês - romance de estreia da estilosa Stephanie Perkins, autora que muito me surpreendeu com um livro que eu já amara pela capa. Esta é a história mais perfeita para ler na semana dos Namorados; antes e depois dela também!

A norte-americana Anna Oliphant ("Banana" apenas para os muito-íntimos) é uma figura: inteligente, engraçada e amiga. Na sua cidade natal [Atlanta], ela não tem apenas um lar para chamar de seu: conta sempre com a sua melhor amiga [Bridge], tem um emprego legal no que ela mais ama, o cinema; e está em um relacionamento em potencial com seu colega Toph. Com tanto a viver na "America", a garota não aceita de cara a decisão do pai - um famoso romancista americano - de que ela iria estudar em Paris durante um ano. Sentiu-se jogada no colégio novo, numa cidade estranha, e com a leve impressão de que os pais não a queriam perto. O que ela não sabia era que Paris não reservava apenas aborrecimentos e problemas com o idioma.

Entre vários amigos incríveis, Anna conhece Étienne St. Clair, que é o Imperfeito mais Perfeito do mundo! Perfeito porque até pelos defeitos dele somos capazes de nos apaixonar; alguns são muito engraçados e fofos: vão arrancar suspiros e boas risadas! Imperfeito porque ele tem uma namorada e parece gostar dela de verdade. Porém Anna também tem sua dose de charme americano e laça corações na cidade-luz. Será que algum desses corações enamorados acabará sendo seu?

- "É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?" (pág.195)

Com um texto leve, engraçado, original e sem chavões, Stephanie faz pertinazes críticas literárias e de cinema; apresenta-nos a cidade mais linda e romântica do mundo (nem sempre piegas); discute sobre as atuais relações de família de forma muito viva e real; e ainda nos guia sobre uma discussão mais velha do que consigo contar: O que fazer quando a gente se apaixona pelo melhor amigo?!

Quanto mais Anna e St. Clair se aproximam e se conhecem [com coisas bem interessantes e apimentadas acontecendo aqui e ali], mais o clima entre eles vai do casual e amigável ao super esquisito. É simplesmente verdadeiro. O livro tem muitas reviravoltas e não se concentra no romance adolescente [mesmo que seja importante e atravesse crises, como outros momentos da história]. Diria que a obra é muito madura em vários aspectos. Foi escrita por uma pessoa experiente, viajada, crível.

Namoradas,
Estejam ou não apaixonadas pelo seu melhor amigo, este é um livro para ser lido em qualquer momento do ano. Delicioso, rápido e viciante - separem um tempo só seu, porque não vão conseguir parar de ler.

Namorados,
Se não sabiam o que dar de presente às suas amadas, esta é uma dica valiosa. Só há um pequeno risco... Que elas se apaixonem profundamente pelos defeitos perfeitos de Étienne St. Clair!

Aposto neste livro como o melhor lançamento internacional de 2011.
Espero que o filme seja lançado muito em breve, porque quero ver no cinema, em homenagem a Anna e às melhores comédias românticas!

site: www.pilhaflutuante.blogspot.com
Marezinha 30/06/2011minha estante
preciso de spoilers =/


My 27/07/2011minha estante
Chegando no final eu passei a ler o livro beeem devagar. Simplesmente porque eu não queria que acabasse mas eu não conseguia parar de ler. Quando finalmente acabei, acho que meus olhos brilhavam e uma certa tristeza também incomodava. EU PRECISO DE MAIS! Eu QUERO mais! Enfim, né, sua resenha está tãããão digna! Amei! :)


Lene 06/01/2012minha estante
Incrível historia adorei entrei de corpo e alma nela , não queria parar de ler ,mais também não queria que acabasse adoreiiiiii....


Thay Gomez Pilha Flutuante 07/01/2012minha estante
Obrigada pelos comentários, meninas!

* Mare... ele vale muito a pena ser lido, amiga. Isso, eu garanto


Paula 23/01/2012minha estante
This, a resenha está muito boa. Pena que não senti essa mesma empolgação ao final do livro.
A história realmente é fofa, mas senti falta de detalhes e de páginas no livro =/


Lilian 29/01/2012minha estante
Amei o livro tambem, tão fofo e tão lindinho. Mas achei o título meio destoante da história, pois dá a entender que a Anna nunca tinha tido um namorado ou beijado alguem e não é o caso.. Mas o livro é uma graça de qualquer jeito...


Gi 28/12/2012minha estante
QUE FOFURA DE RESENHA, MEU DEUS. Já tinha visto bastante gente falando desse livro, agora então já era, vou assaltar uma livraria, -snq.


Thay Gomez Pilha Flutuante 29/12/2012minha estante
Oi, Gi! Obrigada pelo comentário *.*
Não precisa assaltar a livraria, hehehe, mas realmente recomendo a leitura para qualquer hora. Deste e do novo de Steph, "Lola e o Garoto da Casa ao Lado".

Abraços!


Camila 29/12/2012minha estante
Sua resenha me convenceu a ler. E olha que eu não sou fã de romance! xD


Thay Gomez Pilha Flutuante 02/01/2013minha estante
Oi, C. Elric! Obrigada pelo comentário o//
Sou apaixonada por esse livro (dizendo pela 1095830495ª vez) e pela escrita de Stephanie. Uma autora jovem, que me surpreendeu de forma super positiva. Espero que curta \o/


Thay Gomez Pilha Flutuante 28/02/2013minha estante
E, boas novas, pessoal! O novo de Stephanie, "Lola e o garoto da casa ao lado" é tão delicioso quanto "Anna and the french kiss"! Recomendo!

Minha resenha aqui:
http://www.skoob.com.br/estante/resenha/21272841


Isabela 17/05/2013minha estante
Li e não me entusiasmei muito. Confesso que achei bem fofo, mas nada muito diferente do que comecei a imaginar la pelo meio do livro. Me lembrou muito os filmes colegiais americanos e fiquei com a impressão de que a história não condizia com a idade das personagens. Apesar de tudo, foi inevitável não me encantar com o St. Clair.


Wivi 07/09/2013minha estante
Eu simplesmente amo Anna e o Beijo Francês,fiquei com uma terrível depressão pós leitura!!


Thay Gomez Pilha Flutuante 09/09/2013minha estante
Obrigada, Wivi!
Eu também. Já o reli para matar as saudades. Étienne St. Clair é o poço do charme e esse romance é maravilhoso *.*


Tenyle 20/11/2013minha estante
Comprei essa semana! Gostei muito da resenha! Parabéns!


Thay Gomez Pilha Flutuante 21/11/2013minha estante
Oi, Tenyle!
Obrigada pelo comentário! Tenha um ótimo fim de semana o//


Alana 07/12/2013minha estante
desculpem, mas foi um dos piores livros que já li


Aline 20/01/2014minha estante
Acabei de ler e confesso que gostei, achei sim um livro rápido, fofo, é gostoso de ler, vc saboreia o romance como um doce, devagar p fazer com que dure mais, e ao mesmo tempo voraz pq quer saber como acaba.
gostei de sua resenha.


Thay Gomez Pilha Flutuante 20/01/2014minha estante
Ah, Alana, que pena que não gostou.
Ele continua sendo um dos meus favoritos, nos vários momentos em que o li ^^


Thay Gomez Pilha Flutuante 20/01/2014minha estante
Oi, Aline!!
Que bom que curtiu, flor. O livro é delicioso. Não me canso dele, e do charme de St. Clair. Você vai querer ler Lola e o Garoto da Casa ao lado, pra matar um pouco da saudade desses personagens lindos, de Anna.


Andressa 11/02/2014minha estante
Eu li esse livro em dois dias! Concordo com a sua resenha, não é uma história tão de ficção assim, é algo que pode acontecer com todo mundo! Mesmo que alguém nunca tenha se apaixonado pelo melhor amigo, um dia já se apaixonou por alguém comprometido. Ao ler, eu me sentia na pele da Anna, o frio na barriga e tudo mais. É uma fofura de livro!


Luisa 16/02/2014minha estante
Amei resenha! E eu já li o livro, concordo em tudo que você falou. A gente se apaixona até pelas imperfeições do Étienne ! OMG,esse livro tá entre os meus favoritos.


Thay Gomez Pilha Flutuante 17/02/2014minha estante
Ola, Andressa e Lulubs!
Obrigada pelos comentários, lindas. De fato, um livro memorável. Amo


Érica 28/04/2014minha estante
Realmente, esse livro é viciante. Li em três dias!
Fico feliz de saber que vai ter o filme, quero só ver quem é o ator que dará vida ao St. Clair. Gostei muito da sua resenha, ela traduz muito bem toda a história, e dá até vontade de ler o livro de novo.


Thay Gomez Pilha Flutuante 03/08/2014minha estante
Olá, Érica!
Não foi confirmado o filme! Porém é um desejo profundo meu, porque o livro é apaixonante. Obrigada pelo comentário!


Emanuelle 13/08/2014minha estante
Um dos meus livros favoritos, espero que algum dia Stephanie faça uma continuação. Ele é apaixonante, amável, de uma forma simples e bonita. Uma leitura calma, que recomendaria a todos que puder.


Thay Gomez Pilha Flutuante 05/07/2015minha estante
Emanuelle, Eu também cheguei a pensar em uma sequel, porque prefiro sagas, mas... Creio que um dos pontos mais especiais do livro é sua singularidade, é o fato de apresentar um recorte perfeito no tempo de Anna. Recomendo a todo tipo de leitor!




Bárbara 30/05/2012

Tradução horrorosa - o livro é fofo!
Olha, não vou dizer muito sobre o livro: eu achei ele fofinho, cumpre o que promete, é rápido de ler. Pelo menos eu acho que é isso que ele promete huauhah. Não diria que foi o que mais gostei desse gênero, mas gostei bastante. Mas por favor, alguém pelo menos leia todas as minhas reclamações e me diga se estou louca! =(

O que me motivou a escrever essa resenha foi pra falar da tradução/revisão do livro. Que péssima!!! Várias expressões que soavam fora de contexto me chamavam a atenção pra erros de tradução. Como sei inglês, eu já conseguia até deduzir qual seria a expressão no original, que sim, foi traduzida literalmente pela tradutora (ou pelo google, sei lá, né, é o que parece). Eu baixei o original em inglês só pra poder comparar, e não deu outra. Os erros eram óbvios demais.

Como quando logo no começo eu li um "Não posso perder isso", num momento em que a personagem dizia sobre ter que manter a calma. A expressão é "I can't lose it", mas traduzida literalmente não faz sentido algum para nós. Perder isso o quê? No mínimo teria que ser "Não posso perder a calma" ou "Não posso perder o controle", se é pra tentar conservar a expressão (o que não acho que seja necessário, mas vá lá).
Outro exemplo de que me lembro agora é quando ela diz algo como "Satisfeita, são cinemas pequenos", o que não faz o menor sentido. Eu fui ver no original e - transcrevo de memória - tá escrito algo como "Granted, these are small movie theates". O significado pretendido, na minha interpretação era algo do tipo "Tá, eram cinemas pequenos. Mas eram três cinemas". Ou sei lá, pra ficar mais próximo poderia ser "Claro, eram cinemas pequenos". Enfim. Tudo menos "satisfeita". Tipo, wtf?

Fora outros erros do tipo: não traduzir nomes de filmes e livros, que aliás, foram todos publicados no Brasil, os citados, com as devidas traduções. Custava fazer uma pesquisa? O mais engraçado é que o único nome que ela traduziu, ela traduziu do jeito dela - "Balzac e a pequena costureira chinesa" -, quando aqui saiu como "Balzac e a costureirinha chinesa". Tipo, manooo? Custava? E o pior é que ela só traduziu uma vez, das outras ficou tudo em inglês. Nem o livro mais citado da história é traduzido, o "Como água para chocolate", que ficou "Like water for chocolate" o livro inteiro.

O que me leva a outro ponto. Total falta de padrão entre as siglas usadas ou não, nomes traduzidos ou não. A escola uma hora é SOAP. Outra hora é EAP. Outra hora dizem "School of America", outras dizem "Escola Americana de Paris". Decidam-se. E o pior é quando fazem uma piada em relação à sigla "SOAP" (que quer dizer sabão), e a tradutora deixa por isso mesmo, sem nem pôr pelo menos um aterisco explicando "A sigla, em inglês, quer dizer sabão, daí o trocadilho da narradora", sei lá, na falta de tradução apropriada. Todo mundo é obrigado agora a saber inglês?

Mas o pior, pra mim, foi na hora em que a amiga de Anna, Bridge, escreveu um e-mail a ela, acho que o primeiro dos e-mails. Daí a Anna no final fala tipo "calypgian" (não lembro como escreve, e obviamente o termo não foi traduzido), e fica "isso é a cara de Bridge", e começa a falar sobre a mania da amiga de comprar dicionários. E eu fiquei tipo wtf? Que calypgkdkjf o quê? Aonde tinha isso no e-mail? E claro que não tinha: a amiga deve ter usado uma palavra difícil pra bumbum malhado ou sei lá, a tradutora passou pro português na expressão mais comum, depois enfiou aquele termo não traduzido quando era pra ser uma palavra difícil. Tipo, oi? Nem parece que tava lendo o que traduzia, pra dizer o mínimo.
Outro deslize desse tipo foi quando o Étienne (que nomezinho, não? hahua) disse alguma palavra muito antiquada, acho, pra querer dizer que algo era "ruim" e a tradutora traduziu como "ruim", que para nós é totalmente normal de dizer. E por isso não faz sentido algum ele ter que explicar o que quer dizer ruim, muito menos a Anna pensar "Ruim? Que gracinha!". Enfim... custava, Brasil?? Cuidar dessa tradução?

E sim, eu sou chata mesmo. E vou acrescentar mais uma coisinha que me incomodou: o apelido da Meredith. A tradutora, imagino, optou por não traduzir, deixando como "Mer". Mas mano, toda vez eu que eu lia "Mer", minha mente completava com "Da". Mer-da. Desculpem, isso pode ser encheção de saco minha, mas pra mim foi mal pensado pro público brasileiro. Poderia ter sido "Mê" que taria bem melhor e bem mais normal. Quem aqui diria "Mer" como apelido? Nunca, acho! Nem sai natural esse som pro português, na minha opinião.

Enfim, são muitos errinhos como esses que me fazem pensar que vale MUITO mais a pena ler esse livro em inglês, eu fiquei tão incomodada com essas coisas que fui perdendo a fé no que tava lendo. Não parece ter havido esforço nenhum nessa tradução, muito menos uma revisão apropriada dela. Tipo, tradutor de inglês NÃO é difícil de encontrar, tem montes por aí perfeitamente capazes de fazer uma tradução boa. Não é, sei lá, russo ou húngaro, né?
Carol Mainardi 14/05/2012minha estante
Concordo com você quanto a tradução! Se a história não fosse muito fofa, não tinha continuado a leitura. A imprecisão na hora de dizer quem dizia o que durante os diálogos é irritante também.


Bárbara 15/05/2012minha estante
Então, Carol, essa indefinição tbm me incomodou mto!! Mas é assim no original tbm, então menos mal. Mas seria bem melhor se organizassem do modo mais comum por aqui, com travessões e tal. Obrigada pelo comentário!


Beatriz 30/05/2012minha estante
Ri litros lendo a sua resenha! Me identifiquei porque também passei por essas mesmas situações. Ainda demorei a compreender as primeiras cartas de Bridge, quando Anna mencionava as palavras e elas não apareciam em lugar algum, até eu me tocar que elas estavam ali, mas em português e com um significado mais simples. Acho que esses são cuidados que as editoras devem ter pra não estragar a essência de um livro, perdi totalmente o interesse quando notei a frequência com que esses erros apareciam.


Elisa 13/08/2012minha estante
Exatamente! Acabei de terminar o livro e fiquei MUITO perdida em cada parte que você citou. tradução PÉSSIMA! ainda bem que a história em si valeu a pena


Nathalia 05/09/2012minha estante
De fato, a PIOR tradução que eu já vi. Ridícula de verdade. Fiquei irritada diversas vezes com a tradutora.

Mas quanto ao livro em si... ah, só amor.


Leticia 03/04/2013minha estante
Realmente, a tradução que fizeram foi horrível, não sei no original como é, mas tem pontos do livro que pensamentos são misturados com falas e você acaba se atrapalhando toda... Porém, ignorando os erros e falhas de tradução, o livro é muito perfeito e fez eu ler e reler em 2 dias. Eu gostei, assim como teve pessoas que não gostaram, afinal gosto é gosto né e não se discute


Tamy 14/06/2013minha estante
Vc trancreveu tudo o que me incomodou, mas o pior para mim foi esperar um romance que não aconteceu! Como assim as coisas se resolverm eles fazem as pazes e acaba? Eles estão em paris! e o romance prometido?! sei la, eu esperava mais!


Brenda L. 22/07/2013minha estante
Eu li esse livro por meio de um pdf que uma amiga minha me enviou, mas não tenho nada do que reclamar, pois no arquivo, tinha toooodos esses detalhes, como o Calypgian, que foi explicado em uma nota de rodapé, e o nome dos livros citados tmb foram corretamente traduzidos e o nome da escola ficou SOAP, e a piada com sabão tmb foi devidamente explicada. Só o tal apelido, "Mer" que eu achei estranho, realmente nos lembra Mer-Da


Amanda 07/12/2013minha estante
Também fiquei com raiva desses errinhos de tradução. Em algumas partes eu até fiquei "WTF?", mas depois eu pensei em como seria em inglês e dizia: "Ah, agora faz sentido."
Uma coisa que eu também percebi, além destes que você citou, foi: " Os andares são de carvalho polido", ao invés de "O chão". Tipo, "cara, floor não significa apenas andar".


Janaina 07/01/2014minha estante
Também detestei a tradução em algumas partes do livro. Mas, gostei muito da historia e dos personagens. Achei mesmo adolescente sabe, mas ñ menos fofo.
"É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar?" (pág.195)


Andressa 11/02/2014minha estante
Tbm achei a tradução terrível! Eu não sou fluente em inglês, mas entendo umas coisas. Tinha partes do livro que eu achava que o problema era eu, e não ele. Achava que eu não estava entendendo o contexto ou coisa parecida. Depois fui procurar resenhas tanto em escrito, quanto em vídeos sobre o livro e vi muita gente falando mal tbm. Em partes, fiquei aliviada por o problema não ser comigo.


Bruna Karoline 15/03/2014minha estante
Verdade sobre a tradução. Horrível.


Carol 07/07/2014minha estante
Olha, eu li em pdf e a pessoa q traduziu, ao meu ver, foi mt cuidadosa.tinha varias notas explicando de trocadilhos a informações sobre filmes. Essa foi uma das melhores traduções de livros que já li.


Bárbara 08/07/2014minha estante
carol, certamente vc leu uma edição atualizada da tradução ou mesmo uma outra tradução inteira. pelo que vi a editora se deu ao trabalho de mudar tudo nas edições mais recentes do livro :)


Fran 25/07/2014minha estante
Tinham partes que eu lia e relia e mesmo assim não faziam sentido!! A parte em que a Anna está trocando e-mails com o St. Clair, ela responde um com titulo: "Re: ceia de natal", mas perai ele não tinha enviado nenhum e-mail com esse assunto anteriormente!!! Realmente fiquei perdida.


Maria 04/05/2015minha estante
Acabei de ler o livro e gostei da história, porém concordo quanto a tradução, em um momento a narradora faz uma alusão ao filme "A Little Princess", baseado no livro de Frances Hodgson Burnett, ambos traduzidos no Brasil como "A princesinha", e nesse livro ele é mencionado como "Uma Pequena Princesa".


Pri 17/03/2016minha estante
Concordo totalmente! Além dos erros de tradução, há também erros de digitação e o que mais me incomodou: do nada era outro personagem quem estava falando e eu ficava totalmente perdida. Tive que reler várias vezes alguns dos diálogos para tentar entender pq que na mesma frase já era outro personagem falando... :\




Caroline 20/03/2013

Uma viagem a Paris!
Um romance juvenil que me cativou, me fez voltar a adolescência, viajar a Paris e querer ter estudado na EAP.

Não vou dar spoilers, mas se você gosta de Paris, já esteve e quer estar lá, você pode ter 100 anos e, ainda assim, gostará desse livro.

Quando a americana Anna é enviada a Paris a contragosto por seu pai, ela não imagina o mundo novo que a espera. Com ela embarquei nas suas descobertas da sedutora Paris. Não a Paris do glamour, dos grandes estilistas, mas a Paris das excêntricas livrarias, dos pequenos e inúmeros cinemas, do cafezinho e do brioche.

E o que dizer de St. Clair? O que dizer de um garoto que é metade francês, metade inglês (ignoro o pequeno detalhe: é americano nato), com o belíssimo e charmoso sotaque britânico? PS: Pode suspirar! Ah!

Com Anna, St. Clair, Josh, Rashimi e Mer me deixei levar pelas ruas da capital francesa, rindo muito nas comparações entre a cultura americana e francesa, torcendo, vibrando, revivendo, sonhando...

Um livro totalmente despretensioso, simples, encantador como um amor juvenil, lindo como tudo em Paris.

Não poderia dar menos que 5 estrelas...

"Por nós dois, a palavra casa não é um lugar. É uma pessoa. E nós, finalmente, estamos em casa"

Julia 01/02/2013minha estante
Nossa, amei sua resenha, só de lê-la já me deu vontade de sair e comprar o livro tipo, agora! Você escreve muuito bem!




Melina Souza 27/11/2012

amei!
Desde a primeira vez que vi fiquei curiosa para ler. Me apaixonei pelo livro e mais ainda por Paris. Algumas pessoas dizem que a história é cliché, mas isso não significa que seja ruim (de qualquer forma eu ♥ cliché). A forma com que a Stephanie Perkins escreve faz com que você se sinta dentro daquele mundo e, não sei se com as outras pessoas que leram foi assim também, mas eu cheguei a me sentir como a própria Anna: chorava quando ela chorava, ficava com frio na barriga quando ela ficava e essas coisas (:

É tão melhor ler quando você sente o livro!

É um ótimo livro para relaxar, se divertir e sonhar. Stephanie Perkins sabe como envolver o leitor. Estou ansiosa para ler seus outros livros! ♥
Leticia.Castro 22/06/2017minha estante
Que legal vc ter lido este livro! Comecei a ler ele agora é estava querendo ler alguma coisa sobre ele para continuar... Pq estava achando um pouco ya demais pra mim... Mas me animei agora com a sua resenha!
:)




Georgia 15/06/2011

Anna e o Beijo Francês
Nome: Anna e o Beijo Francês
Autora: Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288


Sinopse: Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?


Resenha

Anna e o Beijo Francês foi uma ótima surpresa para mim, devo confessar que de início achei que a estória não ia me agradar, esta impressão não durou muito.
Acredita que fiquei com pena quando terminei de ler o livro? Foi muito triste deixar Anna e Étienne para trás.

Anna é uma garota americana de 17 anos que tem tudo o que quer: uma melhor amiga confidente e fiel, um quase namorado, e o emprego em um cinema o que é perfeito, já que ela ama filmes. Mas sua vida muda totalmente quando se pai, um famoso escritor de livros a manda para estudar em Paris.
Quando ela chega na School of America, uma escola fundada por americanos na França, ela se sente deslocada, além de ser novata e de não conhecer ninguém. O início é muito difícil para ela se adaptar, com a estrutura ampla e requintada e principalmente com a língua (Francês). Que Anna não domina e também possui dificuldades para aprendê-lo.
Na School of America in Paris Anna conhece a simpática Meredith e os amigos dela: o talentoso Josh, Rashimi a namorada de Josh e o lindo, encantador, envolvente, e SUPER Francês-Americano-Inglês Étienne St. Clair (chamado por todos, de St. Clair). rsrs
Eles apresentam a escola e a cidade para Anna, e não demora muito para ela se sentir parte do grupo e a amizade entre ela e St. Clair cresce e eles acabam criando um laço de compreensão e união muito forte, um laço que desperta nela sentimentos que vão além da amizade, sentimentos proibidos aos dois, pois St. Clair possui namorada, Ellie, a melhor amiga de Meredith e Rashimi que acabou de se formar na School of America e foi para a faculdade.
Anna e St. Claire se tornam melhores amigos, e vivem juntos, compartilhando suas idéias e vidas de uma forma que ambos não esperavam.

O clima do livro é delicioso e sua narrativa é bem desevolvida. Não preciso dizer que Anna e Étienne são meus personagens preferidos (Étienne, Étienne, Étienne...aiaiaiaiaiai). O mais interessante é que ambos erram e são cabeça dura. Mas, com sua amizade e persistência se ajudam, enfrentando os problemas e erros.

Anna é uma adolescente comum, deslocada, e que tem problemas como qualquer garota da sua idade. Com os pais separados, amigas e seus romances e ainda começa a se sentir abalada por Étienne St. Clair, seu melhor amigo. O sentimento é mútuo, e o romance entre Étienne e Anna só se realiza no final. Mas é lindo de qualquer maneira. St. Clair é o cara.

Eu adoro os outros personagens também, Josh que é o artista que está sempre pintando e é amigo de St. Clair; Rashimi a namorada de Josh, meio egocêntrica no início, depois se mostra uma grande amiga e Meredith, que adora esportes e usa muitos anéis, e que tem uma quedinha por St. Clair!
O livro é maravilhoso! A forma com que a autora conta a história é tão boa, que a leitura corre rapidamente e te prende em todos os capítulos. Tem várias partes do livro que eu ria muito com os pensamentos e acontecimentos na vida de Anna.
A editora Novo Conceito está de parabéns, a capa que é a original e as letras do título são em revelo.

Tem uma parte do livro que eu amei, é quando Anna percebe que nem sempre o que costumamos chamar de "casa" é nosso verdadeiro lar, e a palavra pode ter muitos significados. A “casa” pode ser uma pessoa importante para gente.

Este com toda a certeza é um romance lindo e apaixonante!
Se eu recomendo a leitura de “Anna e o Beijo Francês”? Claro!

Você tem vários todos os motivos para ler o livro:
1 - Você vai conhecer Paris;
2 - Vai torcer pela Anna;
3 - A capa do livro é linda;
4 - E você vai se apaixonar pelo Étienne que as vezes pode ser St Clair também.

Por que você ainda não leu?! Vai logo comprar o seu, porque o Étienne está esperando por você!

Trechos do Livro:

"Eu me demoro e pego o caminho mais longo para o Panteão. A cidade é bonita. {...} Tudo o que eu consigo ver é a pessoa que eu conheço, calma e confiante, com as mãos no bolso, pomposo no andar. O tipo de pessoa que irradia um campo magnético natural, para o qual todos são atraídos, todos são cegados. {...} E então viro outra quadra, e meu peito aperta tanto, tão dolorosamente, que não consigo mais respirar. Porque lá está ele. {...} Como posso ter sido tão estúpida? Como posso ter acreditado, por um momento, que não estava apaixonada por ele?"

"Sinto falta de Paris, mas lá não é minha casa. É mais algo do tipo sentir falta...disso. Desse calor pelo telefone. É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava se meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar. {...} Isso é estar em casa. Nós dois."

Eu comprei poemas de amor para você! "Eu a amo com certas coisas obscuras são amadas, secretamente, entre a sombra e a alma."


"Por causa de você. Vou estar a vinte minutos de trem da sua escola e vou viajar toda noite para vê-la. Eu viajaria dez vezes a distância só para estar com você toda noite."



comentários(0)comente



Annie 30/06/2011

Anna e o Beijo Francês, por Ana Nonato (resenha corrida).
Anna Oliphant é uma americana de Atlanta, filha de um famoso escritor (não por méritos próprios, mas por agradar o público-alvo com histórias exasperadoras), enviada a Paris para estudar na School of America in Paris, um internato para filhos de americanos. É claro que Anna fica totalmente desgostosa, pois tem uma vida social completamente estruturada em Atlanta, além de seu quase-namoro estar dando resultados.
Na primeira noite, ela conhece Meredith, a vizinha do quarto ao lado (que a procura após ouvir seu choro). Elas tomam um chocolate quente e conversam sobre Beatles e futebol. Anna decide ir embora, pois já é tarde. Está tão distraída que esbarra em algo... ou melhor, em alguém. O garoto mais lindo que ela já havia visto na vida: Étienne. Totalmente aparvalhada, ela volta a seu quarto.
No dia seguinte, ela encontra Meredith na mesa junto com os outros amigos da turma: Josh, Rashimi e St.Clair... Que inegavelmente é o menino que ela conhecera na noite anterior.
A história em geral se passa em torno dos cinco amigos, além do "quadrado amoroso" de Étienne, Meredith, Ellie e Anna.


Primeiro, ao enredo. No começo, é bem gostoso de ler (embora haja algumas partes sem lógica alguma, falha da tradução). O livro traz em sua capa: "Stephanie Perkins escreveu um romance de estreia divertido, com personagens espirituosos que garantem dedos formigando e corações derretendo." Até o Capítulo 9, é exatamente assim. Anna e Étienne estão em Paris, a cidade mais romântica do mundo! Visitam os lugares mais incríveis, fazem coisas e se tornam muito amigos. A partir deste capítulo, a história declina. Há algo relacionado com o aparecimento de Ellie (em carne e osso), além dos sentimentos de Mer trazidos à tona capítulos antes. E o romance, que era para ser "divertido", se torna um drama enfadonho que chega a deixar um gosto de fel na boca. Os desencontros são muitos, os altos e baixos são constantes, e cansam, como cansam! Para piorar, as situações que acontecem em Atlanta com os amigos de Anna também acontecem em Paris... com ela! A autora quis mostrar que a personagem amadureceu, mas pelo contrário: só demonstrou o quanto ela não mudara, pois era a mesma imatura e passional.
O romance de Anna e Étienne deveria ser dificultado, é claro. Entretanto, esse constante desencontro entre os dois conseguiu transformar um romance promissor em uma espécie de enredo sem sal com muito sofrimento, bem semelhante aos do pai de Anna! Com a exceção, é claro, de que eles não morrem no final.
Um ponto positivo para a autora é a contextualização que ela imprimiu ao citar outras obras (como Harry Potter e Hogwarts), além de um crítica velada aos livros com finais terríveis (como os de Nicholas Sparks, por exemplo).

Quanto aos personagens, Étienne tinha tudo para ser o mais perfeito e humano dos mocinhos. Uma das razões que mais me instigou a ler foi exatamente esta! Simplesmente repudio os romances em que o mocinho é tão, mas tão perfeito que beira o irreal! Étienne, então, se transforma no cara mais inseguro, taciturno e incompreensível que já foi escrito, tão diferente da personalidade real. Os problemas o transformaram nisso? O amor proibido fez dele um homem cabisbaixo? Anna diz isto a ele no Dia de Ação de Graças, e ele parece ouvir. A personagem de Étienne tem muitas complicações, é verdade; mas já as tinha antes dos acontecimentos posteriores. Se ele era capaz de sorrir antes, também seria agora.
Anna, por sua vez, é uma personagem insossa. Sempre na cola dos outros quatro como se fosse um "cachorrinho" sem dono. Tudo bem, ela era aluna nova, mas o modo como eles a acolheram deveria tê-la transformado em uma integrante real do grupo e não em uma completa estranha. Além de ser um tanto superficial, naturalmente, com todos aqueles pensamentos irracionais e movidos exclusivamente pelo início de um amor. É assim que garotas de dezessete anos ainda se comportam? É realmente um romance bem americanizado (situações semelhantes podem acontecer no Brasil ou em quaisquer outros lugares, é claro, mas não posso concordar com o modo com que foram abordadas).
Os outros personagens são bem superficiais, fazendo seus papeis na história.

O final é muito bom, confesso, mas não tirou a sensação amarga com a qual fiquei após a leitura de tantos capítulos cansativos. O ponto que mais quero ressaltar é: o fato de o romance "divertido" e as personagens espirituosas não se concretizarem.

Quanto a coesão e coerência, o livro é impecável. Já sintaticamente, fiquei consternada pelo fato dos vocativos não serem respeitados, produzindo expressões ambíguas ou alterando o sentido de diversas falas.

Nota: 3 estrelas
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stela kozlowski 19/03/2012

Pelo o que eu li nas resenhas e as avaliaçoes ótimas desse livro esperava bem mais! Achei 'bobinho', mais uma historia de amor adolescente em que a menina novata sem-sal chega a escola sem amigos e de repente o garoto mais desejado se apaixona por ela. A autora demora pra desenvolver a estória, cortando passagens importantes (como as semanas que ela passa em casa, que foram muito pouco detalhadas) Mas de certa forma é uma boa leitura pra passar o tempo, só nada demais e inovador, bem clichê. Decepcionante.
ElaineMatos 24/08/2012minha estante
Nossa...não tô conseguindo terminar esse livro!!! Até agora não sei o que se passa para tantas pessoas estarem amando ele! Cheguei a um ponto em que não consigo pegar nele...mas tenho que terminar...talvez o fim seja até legalzinho...adorei sua resenha!




Camila Ramos 22/02/2012

Anna e o Beijo Francês, um livro que me surpreendeu muito. Ele estava na minha estante há muito tempo. Eu ganhei de uma amiga da minha irmã e nem tinha muito interesse em ler. Mas como eu fui esperar tanto pra ler esse livro?

A Anna é mandada pra Paris pelo pai dela pra estudar. Ela não gosta nada disso. Chegando lá ela faz algumas amizades, inclusive com o St. Clair. Ele, junto com os outros amigos, levam a Anna pra conhecer Paris. Ela fica encantada, mas ainda assim não consegue se sentir em casa. Ela e o St. Clair viram melhores amigos e aos poucos ela vai se apaixonando por ele. Mas ele tem uma namorada e a Anna sabe que a amiga deles, a Mer, também gosta do St. Clair e a Anna não quer magoá-la.

As coisas entre a Anna e o St. Clair vão mudando, a relação deles passa a ser mais íntima. Nas férias a Anna vai pra casa e está feliz porque lá ela deixou um “paquera-ficante” o Toph. Mas quando ela chega lá parece que ele já esqueceu dela e ela tem uma péssima surpresa. Quando ela volta pra Paris, as coisas realmente ficam mais quentes entre ela e o St. Clair. Finalmente né?! Porque até que demora um pouco...

A narrativa do livro é muito boa. Quem narra é a Anna. A autora soltou várias comparações-indiretas com o autor Nicholas Sparks, e eu ri muito. E também comecei a ver os livros do Nicholas de forma diferente...

A estória é muito linda. Eu me arrependi de não ter lido antes esse livro. O St. Clair é muito fofo. Ele é inteligente e gentil. Um verdadeiro cavaleiro. A Anna também é bem legal. Ela é esperta e uma grande amiga. Ela adora cinema e eu adorei isso porque eu também gosto muito de cinema. Mas teve algumas vezes que fiquei bem irritada com ela... Mas, os dois forma um casal perfeito. O livro é maravilhoso. Muito fofo xD. Eu adorei. :D
Renata CCS 14/01/2013minha estante
Gostei da proposta do livro! Vou incluir em minha lista de 2013.




Babi 26/07/2011

O sabor de Paris em cada pagina...


“Anna e o Beijo Francês” foi um dos melhores livros que li este ano, por muitas razões eu consegui sentir o que a autora quis passar: a essência de Paris.

Anna é uma adolescente como todas as outras, ela não tem poderes especiais, não tem um super cérebro maléfico ou faz parte de uma organização super V.I.P,ela é só uma garota americana normal, o que nos faz sentir dentro da historia por que de fato ela poderia acontecer com qualquer uma de nós (ou não).

Anna, em seu ultimo ano escolar é enviada para um internato em Paris pelo seu pai, e “pior” contra a sua vontade... Ah eu preciso dizer, ao longo da leitura percebi que a autora fez uma bela piada com o autor Nicholas Sparks ok vou explicar, o pai de Anna é um autor de livros de drama que faz muito sucesso, seus livros em grande maioria se tornaram filmes com sucesso de bilheteria e alguém sempre morre... Toda hora eu ficava “Oh God!Is such Nick Sparks”,mas enfim, me rendeu boas rizadas a todo momento a Anna ficava: “Que vergonha, meu pai ganhando dinheiro com falsas lições de vida sobre pessoas que se apaixonam por pessoas com Leucemia” ...Muito a cara do Nicholas Sparks né?

Então já em Paris Anna conhece St.Clair o cara mais lindo que ela já viu na vida...E depois de um tempo eles se tornam amigos, não só “amigos”, MELHORES amigos, mas Anna se apaixona por St.Clair e St.Clair tem uma namorada...Confuso? Já pensou para a coitada da Anna que vive varias aventuras em Paris entre cinemas e refeições extremamente palatáveis...

Agora vamos apenas a minha humilde opinião:

Eu amei! Acho que não tenho palavras pra descrever como gostei, Anna e o Beijo Francês é lindo, um livro digno que me fez sonhar por varias noites com St. Clair e principalmente com a bela Paris, e me surpreendeu a forma com a qual a autora conseguiu extrair o melhor de Paris, narrar os lugares históricos e foi como se eu viajasse para lá e me senti respirando o doce e chuvoso ar parisiense e convenhamos, um livro que te faz viajar dessa forma, sem ser para um lugar imaginário totalmente incrível. Sim, acho que totalmente incrível seria uma boa definição para este livro...

Gostei do acabamento do livro, a capa suave, a editora ter mantido a capa americana e tudo mais... Anna e o Beijo francês é o tipo de livro que você termina de ler e deseja reler na mesma hora!

Mal posso esperar pelos outros títulos da autora, que, se forem tão bons quanto este sei que vou amar!

Recomendo!
Leticia 03/04/2013minha estante
Realmente, este livro é muito perfeito... "Anna e o Beijo francês é o tipo de livro que você termina de ler e deseja reler na mesma hora!" a mais pura verdade, minha amiga me emprestou e li ele em menos de 1 dia e no dia seguinte já reli. Amei demais a história, assim como todas as garotas do livro, me apaixonei por Étienne St. Clair, me imaginei em Paris ao longo da história, simplesmente amei demais... Descontando os erros de tradução, não há do que reclamar (pelo menos pra mim que sou apaixonada por Chick-lit adolescentes), havia lido "Lola e o garoto da casa ao lado anteriormente (também peguei emprestado) e após o término da leitura de Anna, só deu mais vontade de reler o Lola. Aguardando o seu outro livro ser lançado aqui no Brasil e espero que a história seja tão boa quanto... E queria muito que os livros delas se tornassem adaptação para filmes (apesar do meu receio de estragar a história)... Só estou morrendo de vontade de ir em uma livraria e comprar os dois livros da Stephanie para e poder reler eles novamente o mais breve possível...




Pah Aleksandra 31/05/2011

O livro Anna e o Beijo Francês (Stephanie Perkins) conta a estória de Anna, uma jovem de 17 anos, fascinada por cinema e que sonha em ser uma reconhecida crítica de filmes. Sua vida em Atlanta está tranquila, com uma melhor amiga, um quase namorado e um emprego no cinema, tudo que ela achava que sempre quis, até que seu pai, um escritor de romances, resolve que por causa do seu novo status como autor de “best-sellers” ela deve receber uma educação melhor, por isso, matricula Anna, contra a sua vontade, em um internato altamente seletivo em Paris, na França, a cidade do amor.

Quando ela chega na School of America, uma escola fundada por americanos na França, ela se sente deslocada, além de ser novata e de não conhecer ninguém, fica óbvio que o local não é nenhum pouco parecido com as escolas que ela estava acostumada a frequentar, no início é difícil para ela se adaptar com os poucos alunos, com a estrutura ampla e requintada e principalmente com a língua - o Francês – Anna não dominar o idioma, e também possui dificuldades para aprendê-lo, o que para ela, é um grande inibidor de sua adaptação ao local. Contudo, logo no seu primeiro dia de aula Anna conhece a super simpática Meredith, e aos poucos vai se enturmando com o grupo de amigos dela, o talentoso Josh, a esquentadinha da Rashimi e o encantador e envolvente Francês-Americano-Inglês, Étienne, chamado por todos, de St. Clair.
Eles apresentam a escola e a cidade para Anna, e não demora muito para ela se sentir parte do grupo, a amizade entre eles cresce, principalmente com Étienne, com quem ela acaba criando um laço de compreensão e união muito forte, um laço que desperta nela sentimentos que vão além da amizade, sentimentos proibidos aos dois, afinal o St. Clair possui uma namorada, Ellie, a melhor amiga de Meredith e Rashimi que acabou de se formar na School of America e ir para a faculdade.

No inicio Anna se sente somente atraída por Étienne, nada mais que isso, pois ele tem Ellie, e ela também tem alguém a esperando em Atlanta, por isso ela foge desse sentimento, deixando-o de lado e focando somente na amizade que existe entre eles, uma amizade forte, movida a muitas tardes de conversas e passeios, ele um amante de história e ela fascinada por cinema, perdem a noção do tempo conversando sobre suas preferências e gostos, o fato é que, eles passam muito tempo juntos, o que aumenta muito mais do que a amizade entre eles. Não demora muito para que eles percebam que o que sentem um pelo outro não é só amizade, nem muito menos só atração, mas na circunstância em que se encontram o que eles podem fazer com esse sentimento tão forte? Eles correm o risco de se magoar, e magoar também aqueles a sua volta... Simplesmente existem coisas que não são para acontecer, mesmo que o universo colabore a favor delas.

Será que eles vão lutar por esse amor? Mesmo correndo o risco de machucar as pessoas ao seu redor. Ou será que eles vão perceber que não se pode ter tudo e que a amizade é o suficiente para eles? Bem, só lendo para saber, eu confesso que no início achei o livro um pouco confuso, era muita informação, nomes, lugares e eu me perdi um pouco, mas logo o livro me envolveu, eu não consegui parar de lê-lo, a forma com que a autora narra os fatos é envolvente, de forma que ficamos ansiosos para descobrir o final da estória. O que mais gostei de tudo foi o desenvolvimento dos personagens, existe muito mais do que romance nessa estória, existe superação, amizade, emoção.

Nota: (De 0 a 5) - 5

Mais resenhas em:

http://livrosefuxicos.blogspot.com

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Gaby Branda 10/03/2014

clichês saindo por todos os lados, mas e daí?
você termina e pensa "aaww que gracinha". história bonitinha, gostei de ter lido, mas nada que vá mudar a sua vida.

a personagem me irritou um pouco com essas coisas de "óóó ele não gosta de mim! ele disse que gosta, mas só estava brincando comigo, ele gosta mesmo é da outra". mas tudo bem, personagens femininas principais são sempre irritantes nesse tipo de livro e parece que não há muito o que fazer sobre isso.

há clichês saindo por todos os lados, já aviso. eu até gosto de clichê, o problema é que tem uns que você não aguenta mais ler porque estão muito gastos (como a personagem Amanda, que é patricinha, bonita e super má. e o cara que quer comer a guria, não come e aí espalha pra todo mundo que comeu e que a menina é vagabunda).

por outro lado, você já vai pra esse tipo de livro esperando essas coisas, então não é uma surpresa ruim. está no pacote.

só a tradução que PELO AMOR DE DEEEEUUUUSSS! que lixo de traduçããããoooo! tem partes escabrosas do tipo "me dá aquilo" porque no original devia estar "give me that", mas está falando de algo que está perto e não longe. e as divisões dos diálogos, CRUZES! o povo usa travessão indiscriminadamente, você se perde o tempo todo tentando adivinhar quem é que está falando. estou até pensando em ler em inglês porque acho que deve ser uma percepção totalmente diferente.

tirando isso, indico. mas só pras meninas novinhas porque é super mulherzinha.
Dana 09/01/2013minha estante
só a tradução que PELO AMOR DE DEEEEUUUUSSS! que lixo de traduçããããoooo! tem partes escabrosas do tipo "me dá aquilo" porque no original devia estar "give me that", mas está falando de algo que está perto e não longe. e as divisões dos diálogos, CRUZES! o povo usa travessão indiscriminadamente, você se perde o tempo todo tentando adivinhar quem é que está falando. estou até pensando em ler em inglês porque acho que deve ser uma percepção totalmente diferente

ASSINO EMBAIXO!!! Não cheguei nem na página 100 e já estou enojada com isso. Como essa pessoa (tradutora) deixou que colocassem o nome dela na primeira página???? Eu teria vergonha!

Amei a resenha. ;)


l i n a 30/11/2014minha estante
Se ainda troca este livro entra em contato comigo, me interessei!
07391610657




Queria Estar Lendo 28/03/2015

Resenha: Anna e o Beijo Francês
Eu não... Sei como escrever essa resenha direito. Não consigo. Sou humanamente incapaz de expressar todas as emoções que Anna e o Beijo Francês passou pra mim, mas foram muitas. MUITAS. Tantas a ponto de se tornar um dos meus YA's favoritos, junto de Fangirl, Um Amor de Cinema e qualquer outra coisa fofa que eu tenha lido até agora. STEPHANIE PERKINS, VOCÊ ARRUINOU A MINHA VIDA! Te amo por isso.

Anna Oliphant está sendo forçada a se mudar para a França. Forçada, sim, porque seu pai, um famoso autor de romances dramáticos (Nicholas Sparks feelings, mais precisamente) acha que ela precisa aproveitar seu último ano do Ensino Médio numa escola aclamada - depois de conseguir a vaga lá, e sendo obrigada a deixar tudo que conhece para trás em Atlanta (e por tudo que conhece lê-se sua melhor amiga, Bridge, e o seu possível futuro namorado, Toph). Na França, no entanto, nada é tão sombrio e solitário como Anna imaginava - ela se aproximava de Meredith e de seus amigos. Principalmente de Étienne St. Clair, que, infernos, vai acabar se mostrando uma amizade deliciosamente complicada.

"Ele é Étienne. Étienne, como na noite em que nos conhecemos. Ele é Étienne; ele é meu melhor amigo. Ele é muito mais."

Deuses eternos, o que falar desse livro? Como explicar a história adorável que foi a da Anna? (Anna, que se tornou uma das protagonistas de YA que eu mais amo, só perdendo pra Cath de Fangirl. Ou não. As duas são maravilhosas, eu quero chorar.).

A narrativa da Stephanie é toda querida. Do tipo que te faz querer se jogar no chão guinchando sons de pterodáctilos morrendo. Ela tem um jeito muito fofo de contar a história pelo ponto de vista da Anna. Um jeito tão diferente e cuidadoso que te faz ver os arredores como se estivesse mesmo passeando pelas ruas de Paris. Como se pudesse ver St. Clair com seus olhos, como se tivesse sido forçada a se mudar para a França na companhia da senhorita Oliphant.

"Gostaria que amigos andassem de mãos dadas com mais frequência, como as crianças que vejo nas ruas às vezes. Não estou certa do porquê de termos de crescer e nos envergonhar de fazer isso."

Eu adorei a brincadeira com o nome da Anna, aliás. Banana Elefante. O fato de ela colecionar elefantes e bananas por causa da amiga dela e presentear Bridge com várias pontes por causa do nome dela, achei tão bizarramente criativo! A Perkins tem muito disso. Piadinhas e tiradas e comentários bobos, mas muito perspicazes, que criam um humor excelente na história.

"Aha! Luke Skywalker! O que não tem uma mão, mas tudo bem. Amidala e Luke se beijam. Espere. Ela não é a mãe dele? Eu jogo Luke para o lado como se ele tivesse me ofendido pessoalmente."

O que eu mais amei, claro, foi a relação da Anna com o Étienne. O rapaz é um misto de francês, inglês e americano - o que gera vários comentários engraçadinhos por parte da Anna - e tem toda uma presença marcante e personalidade parecida com a dela. O único problema é que ele namora. Porque claro que minha vida de shipper não pode ser completamente feliz!

"Desculpe, chefe Pierre. Estou um pouco distraída por causa desta obra-prima de garoto inglês, francês, americano."

Étienne e Anna desenvolvem, ao longo daquele ano estudantil, uma ligação fortíssima. O romance não está destacado em letras garrafais, mas você consegue sentir ele crescendo conforme os dois se aproximam. Consegue entender as dúvidas da Anna, as hesitações e questionamentos dela, e o receio de se aproximar demais. Afinal de contas, Étienne está ou não apaixonado de volta? Será que é tudo coisa da mente dela?

"É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar."

Étienne, aliás, EU QUERO ME CASAR COM ESSE MENINO ASFJKBASIGBGBASO achei que nenhum mocinho de YA me faria surtar mais do que o Levi, de Fangirl, ou o Shane, de Um Amor de Cinema, MAS EU ERREI VIU? PORQUE ST. CLAIR! Ele é tão... TÃO. Todo engraçadinho e melhor amigo pra todas as horas, meio quebrado por coisas envolvendo a família, receoso e um pouco misterioso - porque, sendo pelo ponto de vista da Anna, a gente nunca tem certeza do que o St. Clair está sentindo. As duas únicas coisas certas a respeito dele é que: 1) o sotaque é uma delícia e 2) eu queria poder morder as bochechas desse menino!

"Adoro sua risada de menino, suas camisetas amassadas e seu gorro de crochê. Adoro seus grandes olhos castanhos e o modo como ele morde as unhas, e gosto tanto do seu cabelo que eu poderia morrer."

O grupo de amigos formado por Mer, Josh, Rashimi, St. Clair e Anna se mostrou muito querido. Apesar do romance e do foco no crescimento da protagonista-narradora, os coadjuvantes nunca são apenas plano de fundo. O casal Josh/Rashimi tem vários momentos importantes - principalmente a Rashimi em determinado momento tenso da trama - e a Mer é uma fofa. Tem uma problemática grande envolvendo ela e dois personagens em determinado momento da história, mas não vou contar pra não estragar a surpresa.

Este livro da Stephanie Perkins conseguiu roubar o primeiro lugar de YA favorito da minha vida, sim. Talvez a trilogia (Anna, Lola e Isla) ocupe esse topo do pódio ao fim das leituras, porque já comecei Lola e estou apaixonada pela personagem e pela história dela logo nos primeiros capítulos. Sinto que vai ser o meu favorito da trilogia. Logo tem resenha!

Sobre a edição brasileira, preciso falar que a capa me incomodou MUITO. Não gosto da montagem dela e nem do photoshop e nem de nada. A americana é aquela coisa linda toda especial pra coleção e não sei se já existia na época em que o livro foi lançado aqui, mas prefiro muito mais. A tradução está boa e encontrei poucos erros, mas senti que o português tirou parte da magia do texto. As piadinhas sobre o sotaque do Étienne, algumas tiradinhas que com certeza têm sentido em inglês... Não é culpa da edição daqui, claro, mas ainda quero ler o original pra me sentir ainda mais na história.

Pelo amor dos deuses, VÁ LER A TRILOGIA DA PERKINS!

"Pela primeira vez desde que cheguei em casa, estou completamente feliz. É estranho. Casa. Como eu pude querer estar aqui o tempo todo, só para perceber que ela se foi. Estar aqui, tecnicamente na minha casa, e descobrir que minha casa agora é em outro lugar."

Link original da resenha: http://migre.me/pcXL3
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Eli 13/06/2011

Esse é o tipo de livro que se deve ler num dia frio, embaixo das suas cobertas, tomando um chocolate bem quentinho... O livro "Anna e o Beijo francês" da Editora Novo Conceito te fará rememorar aqueles sentimentos a flor da pele que tinhamos quando éramos adolescentes. Ou, se for o caso, perceber quando nossas atitudes em relação a amigos e relacionamentos ainda são tipicamente "teens".



Nossa personagem principal, Anna Oliphant, é uma jovem de 18 anos que é mandada para a França pelos pais, para que estude o ultimo ano do colegial numa escola para americanos (achei super estranho, e fiquei curiosa para saber se tal escola existe de fato). Seu pai é um escritor de Bestseller, divorciado de sua mãe a quase seis anos. Impossível não associar as críticas de Anna em relaçao ao que o pai escreve, com as críticas feitas as obras de Nicholas Sparks por muitos acadêmicos por aí. Acho que ela é dura com seu pai em demasia, e vai percebendo isso ao longo do tempo que passa em Paris, como os críticos que batem em Sparks também o são, já que não se pode esquecer que as obras dele estão carregadas de suas convicções familiares e religiosas. Acredito que vemos aí uma crítica da autora em relação a obra de Sparks, e não a pessoa dele. A personagem Anna ama o pai, mas não termina o livro acreditando que aquilo que ele escreve tem alguma serventia de fato. Mas deixemos de lado essa conversa e vamos seguir em frente, que aqui, significa falar de Anna e suas desventuras.



Ao chegar na escola, Anna se deparra com uma realidade não tão distante daquela que deixou em Atlanta, na Geórgia: amigos descolados, patricinhas esnobes, babacas de plantão, e é claro, um gatinho com quem ela se envolve.



O "diferente" nesse romance é que não tem vampiro, não tem lobisomem, e não tem zumbi. Só jovens adolescentes descobrindo novos sentimentos e sensações, tendo que arrumar coragem para encarrar cada dia de novo, sem deixar "a peteca cair".



Anna não se sente em casa em Paris. Está na cidade mais romantica do mundo e só pensa em voltar para casa. A estranheza da situação ao qual ela está inserida não é algo distante para mim, e acho que foi por isso que gostei dela de cara. Sei o que é ser "mandada" para outro lugar, porque sua educação depende disso. Sei como é frustante ficar longe da sua família, e achar que seu coração vai sair pela boca, mesmo sabendo que você não pode voltar. Claro que tudo isso passa. Você faz novos amigos, conhece novos lugares, ri com outras pessoas... As coisas se ajeitam... Mas até lá, são muitas lágrimas derramadas no travisseiro.



Anna se mantém ligada a sentimentos inexistentes, para não se magoar em Paris, e finge não perceber que a cada dia que passa, se envolve cada vez mais com o jovem Étienne St Clair, o americano filho de um francês com sotaque londrino, e que tem uma namorada (isso nos angustia a todo momento).



Uma das coisas que amei no livro de Perkins foi a aparência que ela deu a seus protagonistas: nenhum deles é belo de morrer. Eles se tornam belos a partir do olhar apaixonado do outro, mesmo diante das "imperfeições" que apresentam: Anna com seus dentes separados e Étienne, com seus quase dez centímetros de diferença para com sua "amada".



Diante de tantos romances teen onde o elemento fantástico é o protagonista, ler um romance onde os conflitos são universais e palpáveis, pelo menos para mim, é uma benção.

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Sweet-Lemmon 09/06/2011

Simplesmente me apaixonei por esse livro.
Eu simplesmente amei o livro. Anna e o Beijo Francês é uma leitura leve e simples que cativa o leitor completamente. Não tem como não se apaixonar pelas aventuras e desventuras da adolescente Anna em Paris.

A estória é bem simples. Começa quando Anna, uma jovem americana de 17 anos, é ‘obrigada’ pelo pai a estudar o último ano do Ensino Médio (High School) em um internato em Paris. Anna não tem nada contra Paris ou a France mas ela está menos que entusiasmada com idéia- afinal, o que ela vai fazer sem a melhor amiga Bridge e o ‘quase’ futuro namorado Toph?

Em Paris, ela conhece novos colegas- entre eles Etienne St. Clair. Etienne é lindo, simpático, divertido e tem um maravilho sotaque britânico (apesar de ter nascido nos Estados Unidos, ele foi criado em Londres). Etienne é tudo bom e a ‘simpatia’ entre ele e Anna quase que imediata. Logo eles se transformam em melhores amigos e poderiam ser ‘muito mais’ se não fosse por um ‘pequeno’ detalhe: ele tem namorada.
Anna e o Beijo Francês é sobre essa amizade que quer ser algo mais mas também é sobre as dificuldades de Anna em uma cidade estranha, em um país estranho- onde ela nem sabe falar a língua. O livro é um YA mas ele não está restrito apenas a adolescentes. Pelo contrário. É o tipo de leitura para todas as idéias. Sim, ele também fala das dificuldades em se tornar adulto, a dificuldade de afirmar- mas, diga, quem, qualquer idade que tenha, não se sentiu ‘perdido’ uma vez na vida?

Geralmente, eu não gosto de livros escritos em primeira pessoa- principalmente quando é uma mulher (geralmente as personagens são extremamente irritantes) mas aqui este fato não me incomodou nem um pouco.

"I'm a little distracted by this English French American Boy Masterpiece."

A protagonista, Anna, é ótima. Claro que ela não é perfeita, nem belíssima e sim, ela tem uma tendência para o ‘drama’ mas em nenhum momento ela é chata ou insuportável (por favor, autoras de YA e chick-lit: mirem-se no exemplo de Stephanie Perkins- uma mocinha/protagonista não precisa ser irritante!). Outro aspecto que gostei em Anna foi que ela adora cinema.

Étienne é o máximo. Sério, eu queria um que nem ele pra mim (tudo bem, uns 20 anos mais velho, mas mesmo assim...) Ele é típico cavalheiro: simpático, amigo, divertido, lindo... não tem como não se apaixonar.
A autora é muito feliz em não fazer um livro com ‘emoções apressadas’ onde o ‘Eu te Amo’ aparece logo na terceira cena. Não, as emoções e sentimentos vão surgindo suavemente, a partir que a amizade entre Anna e Étienne cresce. É delicioso perceber o amor, a paixão nas meias palavras, no olhar.

"I love you as certain dark things are loved, secretly, between the shadow and the soul."


Os livro tem ótimas passagens sobre Paris- descrevendo, sem parecer maçante, ruas e monumentos. A autora nos faz sentir como se estivéssemos realmente na cidade-luz. Paris é realmente uma cidade maravilhosa.

"Will you please tell me you love me? I’m dying here."

Eu também não gostaria de mencionar o pai dela. Não tem como não fazer uma relação entre a descrição dele e o famoso autor Nicholas Sparks. O pai de Anna é descrito como um homem de compleição forte, bronzeado artificialmente... mas o principal: ele é um famoso autor de bestsellers medíocres com finais tristes mas que a mulherada adora. Fiquei com a impressão que Perkins não é muito fã de Sparks (pessoalmente, mais um ponto pra ela).


"Is it possible for home to be a person and not a place?"

Em suma, Anna e o Beijo Francês é uma ótima leitura. É o típico livro para se divertir, se emocionar. Ele não contém riquinhos esnobes (certo, eles não são ‘pobres’ pois para se estudar naquele colégio, um pouco de dinheiro tem que ter, né?), nem pobres revoltados ou vampiros apaixonados ou adolescentes paranormais. Não, Anna e o Beijo Francês possui apenas personagens ‘comuns’, com situações ‘comuns’. E é por isso mesmo, um livro maravilhoso.

Recomendo. E muito.

Série

Anna e o Beijo Francês Não faz parte, exatamente, de uma série, mas a autora vai lançar dois ‘companion pieces’ do livro:


Anna e O Beijo Francês- Lançado em 2010 (No Brasil, em 2011)

Lola and the Boy Next Door- Previsão de Lançamento: Setembro de 2011

Isla and the Happily Ever After - Previsão de Lançamento: Outono de 2012

Leia Resenha Completa (tem booktrailer!) no meu blog:

http://umaconversasobrelivros.blogspot.com/2011/06/anna-e-o-beijo-frances-de-stephanie.html

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Marcia 19/12/2011

Preciso conhecer Paris!
Pensa num livro Fofo? Tão doce...com gosto de chocolate quente, tem partes que o chocolate é meio amargo...mas delicioso!

Eu não vou ser repetitiva, pois todas as resenhas já falaram tudo sobre esse livro, mas queria deixar registrada a minha sensação ao lê-lo.

Não dava absolutamente nada por ele...sim é um romance adolescente, é clichê, previsível, o tema é conhecido por todos (garota que se apaixona pelo melho amigo), e tinha tudo pra ser um livro normal, mas não, a escrita de Stephanie Perkins é flúida, leve, simples, os personagens são cativantes, conseguimos sentir a emoção deles e imaginar perfeitamente o cenário em que a estória acontece e dá muita vontade de fazer as malas e partir pra Cidade da Luz.

Dentre várias situações interessantes e dilemas que aparecem no livro, tem uma que Anna passa que não sei se conseguirei descrever, mas é algo como...as vezes quando achamos que o mundo se afastou de nós, e as pessoas nos abandonaram, na verdade somos nós que nos isolamos...as emoções são bem palpáveis, difícil não se envolver com os personagens, torcer por eles, nos identificar com alguma situação já vivida.

Tem algumas falhinhas de diagramação e pontuação que podem atrapalhar, mas nada que tenha comprometido a leitura.

Recomendadíssimo, garantia de boas horas de prazer.

PS: Confesso que lembrei do Nicholas Sparks quando pensava no pai dela...rs

"Gostaria que amigos andassem de mãos dadas com mais frequência, como as crianças que vejo nas ruas às vezes. Não estou certa do porquê de termos de crescer e nos envergonhar de fazer isso."

Lizzy 19/12/2011minha estante
Que fofura de resenha Márcia, me deu uma vontade imensa de ler. Bjs


Marcia 19/12/2011minha estante
Lizzy, o livro é muito fofo! diferente do que estamos acostumadas e curtimos (os históricos), é uma sessão da tarde que te deixa com gostinho de quero mais. Gostei da autora, quando estiver afim de ler algo bem leve e despretencioso recomendo! bjs


Silene C. Nogueira 26/12/2011minha estante
Também lembrei dele rs




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