O Livro de Ouro da Mitologia

O Livro de Ouro da Mitologia Thomas Bulfinch




Resenhas - O Livro de Ouro da Mitologia


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Mateus 28/06/2010

Enfim encontrei um livro que conseguiu saciar minha fome por mitologia. Já li muitos livros sobre o assunto, mas algo assim nunca encontrei igual. Passei por Tróia, do Cláudio Moreno, Odisséia, de Homero, a série Percy Jackson, de Rick Riordan. Todos estes me fascinaram imensamente, e em cada um encontrei grande fonte de mitos e lendas mitológicas. Porém, O Livro de Ouro da Mitologia bate todos eles, pois nenhum é tão rico em descrições e detalhes. É um verdadeiro almanaque, ou melhor, um grande dicionário da mitologia grega e romana. E para minha grande satisfação, ao contrário do que eu pensava, o livro não trata apenas da mitologia grega e romana, mas também da nórdica, egípcia, hindu, dentre outras.

A mitologia grega já me fascina há muito e muito tempo, desde que assisti o filme Hércules quando era criança. Ver agora todos esses personagens mitológicos reunidos em um só lugar foi sensacional. Para quem não conhece nada sobre mitologia, este é um ótimo livro para começar, e para quem já é inteirado no assunto, é um prato cheio para enriquecer ainda mais sua cultura. Se acham que irei parar por aqui com livros do assunto, estão muito enganados. Continuarei buscando mais e mais sobre mitologia. Mas uma coisa é certa: O Livro de Ouro da Mitologia será o rei dentre todos.

Se você pensa que mitologia se trata apenas de um bando de deuses decidindo sobre a vida dos mortais, está grandemente enganado. A história da mitologia vai muito além disso: guerras, assassinatos, amores, ciúmes, maldições, feitiços, monstros, suicídios... Às vezes imensamente bizarra e trágica, às vezes grandemente poética e bela. Acompanhar cada personagem é uma aventura única, nos emocionamos realmente com cada um deles. Tudo é verdade ou mentira? Isso ninguém nunca irá descobrir. Mas seja verdade ou mentira, penei pela pobre Clícis, me emocionei com a jovem Psiquê, me entristeci com a ninfa Eco. Perceu, Proteu, Teseu, Hércules, me senti lutando ao lado de cada um desses valorosos heróis.

Para finalizar, venho lamentar o triste fim do paganismo e de todo o tipo de mitologia. Como o próprio livro diz, "ás vezes, quando nos sentimos poéticos, chegamos a lamentar tal mudança de concepção, e a achar que o coração perdeu tanto quanto o nosso cérebro ganhou com essa substituição". A ciência e a tecnologia podem até ter nos trazido um enorme conhecimento e nos mostrado o que realmente é verdadeiro e o que é imaginário. Mas os grandes mitos que enchiam nossos corações chegaram ao fim, e as belíssimas lendas mitológicas se afundaram e nunca mais vão voltar. Nas palavras do poeta Wordsworth:

Por Deus, preferia ser
Um pagão, alimentando crenças antiquadas,
Para que, de pé neste prado agradável
Vislumbrasse coisas que me fizessem menos abandonado;
Contemplasse Proteu levantando-se do mar,
E ouvisse o velho Tritão tocando sua antiga corneta.
Aline Memória 09/06/2010minha estante
E além de completo em matéria de mitologia grega, ainda aborda outras mitologias? Okay, com isso você me convenceu, preciso ler esse livro!


xxFelipe 04/09/2010minha estante
Me convenceu também. Pelo jeito parece excelente.


Fana 12/10/2010minha estante
Linda resenha, Mateus! Me fez divagar um pouco, especialmente no final!


hpsoares 15/10/2010minha estante
Nossa, que incrível sua resenha!
Fazia tempo que estava atrás de um livro como esse e com essa resenha, me convenceu de que 'preciso ler esse livro!'


Fernanda Samie 29/07/2011minha estante
Adorei a resenha! Estou lendo também e só de ver o que você escreveu estou mais ansiosa de chegar em casa e ler mais um pouco! E sobre a parte final, bem, essa é a grande razão de hoje eu não ser cristã!


Sarah 15/10/2011minha estante
Gostei da sua resenha. Realmente não tem muitos livros hoje em dia que possam saciar aqueles que adoram a mitologia - independente da religião, é claro.
É importante frisar que os gregos acreditavam mesmo naquele universo e, para aqueles que começaram a ler e começaram a ''mergulhar'' agora nisso, por favor, mantenham a mente aberta. Sem preconceitos. :)


Giovanna 29/02/2012minha estante
Adorei sua resenha.Também adoro mitologia grega, mas nem todos os livros são bons. Achei muito legal que no livro também tem mitologia egípcia :)
ótima resenha, parabéns !


LL 23/06/2012minha estante
Depois que li a Serie de Percy Jackson apaixonei pela Leitura e agora sempre buscando ler mais quero ler esse livro em breve


Lala 31/03/2013minha estante
Depois de da série Percy Jackson, a vontade de ler mais mitologia grega aumentou e recentemente estou procurando um livro de mitologia grega, pela sua resenhA, o Livro de Ouro da mitologia, me pareceu muito bom e estou entre este e o Grande Livro de Mitos Gregos, sabe se é bom? o segundo livro?


Mateus 31/03/2013minha estante
Não conheço o segundo livro, mas posso dizer que O Livro de Ouro da Mitologia é um livro fantástico e vale muito a pena ler!


Igor Brasil 15/05/2013minha estante
O grande livro dos mitos gregos é sensacional, mais completo. O problema é o valor, ele muito mais caro. Se tiver condições compre o segundo. Mas se quiser uma alternativa mais barata e também muito boa compre o primeiro!


Manuela Mascarenhas 18/04/2014minha estante
O livro em si é maravilhoso, no entanto perde um pouco em questões de aprofundamento com relação ao livro As Cem Melhores Histórias da Mitologia, por exemplo.

Parabéns pela resenha!


Valentina.Cunningham 25/01/2016minha estante
Matheus eu amei a sua resenha, vc definiu o meu sentimento pela mitologia!
Eu comprei esse livro quando era criança, exatamente esse da foto, é uma das primeiras edições que não é mais vendida, tem as fotos das pinturas bem grande para ver, eu me apaixonei por ele no instante que o vi, gastei toda a minha mesada nele... Eu tinha acho que 13 anos, até hoje sou extremamente feliz com ele! O nome faz jus porque ele de fato de ouro com todas as histórias, canticos, poemas... Nossa, nenhum livro até hoje me encantou tanto quanto esse!


Bia 07/02/2016minha estante
Estou esperando o meu chegar, e já estava muito ansiosa para ler, mas depois que vi seu coméntario, fiquei com mais vontade ainda .


Manu Cassanello 26/11/2018minha estante
Eu estou lendo esse, mas vi também "O Livro da Mitologia", sem o termo "de ouro", de capa amarela e da editora Martin Claret. Gostaria de saber se alguém já leu os dois e se tem alguma diferença de conteúdo. Os títulos em inglês são quase iguais (segundo as próprias informações de cada livro). A primeira vista, parecem ser apenas duas versões do mesmo livro, mas eu gostaria de confirmar com alguém que já tenha lido os dois.




Peterson Boll 26/05/2011

Criatividade
Depois de ler sobre dezenas de cosmogonias e centenas de divindades, cheguei a conclusão que o Monoteísmo é no mínimo, tedioso.
George Facundo 07/06/2011minha estante
Nesse assunto, não sei se vcs viram, mas eu gostei muito de uma série chamada "O Poder do Mito", uma entrevista com Joseph Campbell! :-)


Aline R. 10/07/2011minha estante
hahahahhahahah, boa :D




Ana Lidia 11/10/2009


Li aos poucos... não é prá ler de uma 'pancada'...

Tem uma linguagem fácil!

Estórias e fatos que você ouve falar hoje em dia e nem imagina que tem sua raíz lá no Monte Olimpo!

Prá quem gosta de Mitologia é fundamental!
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Fran RW 31/08/2012

"O Livro de Ouro da Mitologia" - Thomas Bulfinch
Pra mim, particularmente, mitologia nunca foi sinônimo de chatice. É que tive contato com ela relativamente cedo: Quando tinha 14 anos, li a versão de Odisseia adaptada pela Ruth Rocha, para um trabalho de escola. Porque, por incrível que pareça, aqui em casa não tinha um mísero aparelho de DVD ou um videocassete, onde eu pudesse ver o filme.

Isso em 2007.

Depois disso só voltei a me esbarrar com os deuses do Olimpo este ano, quando participo do Desafio Literário, que propôs o tema Mitologia Universal para o mês de setembro. Aí, este amiguinho do qual vou começar a falar daqui a pouco, furou minha fila de leituras programadas para este ano.

Pra início de conversa, originalmente o título deste livro nem era esse aí. Era A Idade da Fábula. Ele só passou a ser publicado no Brasil sob o coditítulo de O Livro de Ouro da Mitologia porque é o trabalho mais completo já escrito sobre o assunto. E também, sejamos sinceros, porque este título é muito mais atraente do que aquele. ;)

É bem completinho. Mostra com detalhes todas as lendas mitológicas greco-romanas mais conhecidas. Ele conta, por exemplo, como, segundo tal cultura, teriam surgido o universo, certas constelações, os girassóis, o eco... Por quê as ameixas são vermelhas, os narcisos se chamam assim, por quê nas Olímpiadas os vencedores são coroados com louro, entre outras coisas.

Mas não é só isso. O livro fala também das mitologias asiática e nórdica, e um pouquinho das crenças célticas. Agora tenho certeza que se tivesse lido esse livro antes, teria entendido com muito mais facilidade algumas histórias contadas em O Senhor dos Anéis que, dá pra ver, o Tolkien retirou da mitologia nórdica.

Outro cara que usa muitas passagens e criaturas mitológicas em seus livros é o Shakespeare, por isso, se você quiser entender tudo o que está em seus livros, sugiro que leia este do Bulfinch.

O que faz completo O Livro de Ouro da Mitologia não são só as lendas contadas nele. São as imagens de inúmeras estátuas e pinturas de deuses e heróis que, mesmo em preto-e-branco, são de encher os olhos com a riqueza de detalhes que têm, muitas delas incrivelmente realistas, - e os poemas, extraídos de livros de poetas como Milton e Byron, que encerram cada capítulo,

A leitura dele pode parecer difícil no começo, porque os deuses e heróis são citados com seus nomes romanos, não com os nomes gregos a que estamos acostumados. Em vez de Zeus, Apolo e Afrodite, por exemplo, se fala de Júpiter (ou Jove), de Febo e de Vênus. Mas garanto que é só no começo. :)

Sem dúvida, é um dos livros mais interessantes que já li, e não é chato, não. Além do que, é cultura! (Em ambos os sentidos da palavra.) É, sobretudo, para curiosos e sedentos por conhecimento, como eu, e é, claro, tem tudo para ser o livro de cabeceira de quem adora mitologia.
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Cris Lasaitis 28/12/2010

http://cristinalasaitis.wordpress.com/2009/04/29/leituras-abril2009/

A Idade da Fábula virou O Livro (Edi)Ouro da Mitologia provavelmente porque é uma referência clássica, foi escrito no século XIX. É uma compilação de mitos organizados pelo critério (caótico) de Thomas Bulfinch, que tem o mérito de abranger a quase totalidade da mitologia greco-romana, as narrativas clássicas (de Homero e Virgílio - muito bem contadas, aliás!); e ainda uma paçoca de mitos hindus, egípcios, persas, nórdicos e celtas. De resto, prometo que não vou bater muito porque Thomas Bulfinch não está aqui para se defender.

O livro é bom? Eu diria que é completo, rico em informação, é um livro que eu certamente daria para uma criança ou um adolescente conhecer mitologia. Mas para alguém que está pesquisando com um interesse que vai além da mera curiosidade e se preocupa com a acurácia, não é uma boa fonte de pesquisa. O texto de Bulfinch não é aquela coisa (ou a tradução que é ruim, ou os dois), os mitos estão encobertos por um véu de puritanismo vitoriano (sinto dizer, a pornochanchada mítica ficou de fora), e a todo o momento ele faz referência a textos poéticos (absolutamente redundantes) de escritores da língua inglesa, como se estivesse se escondendo atrás deles pra se proteger: ”olha, não fui eu que disse, foi Lord Byron!”

O critério de agrupamento de informações é curiosamente nebuloso, juntando no mesmo capítulo temas tão próximos quanto Pitágoras, oráculos e mitologia egípcia, ou Zoroastro, mitologia hindu, Buda e o Dalai Lama(??!!). Realmente, pros americanos do século XIX devia ser tudo farinha do mesmo saco (ora bolas, Buenos Aires ainda é a capital do Brasil!). Apesar de seguir a nomenclatura romana, em alguns momentos os nomes deslizam pros lados da Grécia, Minerva ora é chamada Palas, Febo é mais chamado de Apolo… Não existe nenhuma divisão entre o que é mito, o que é história e o que é literatura; todas as informações são lançadas no texto e misturadas como se fossem uma coisa só. A biografia de Safo (não sei porque, mas como critério de confiabilidade a biografia de Safo sempre é o tendão de Aquiles) saiu-se uma pérola: uma grande poetisa da antiguidade que se apaixonou por um jovem e se atirou de um penhasco - que romântico! Franboesa de ouro também para o tradutor e o time de revisores que deixaram todas as referências a Shelley (MARY Shelley) no masculino.

Mas olha pelo lado bom: é cheio de figuras!
Danilo 02/07/2014minha estante
Corrija-me se eu estiver errado, mas o Shelley citado é o Percy Bysshe Shelley, marido da Mary Shelley, que é ainda hoje famoso por suas poesias como Ozymandias. Já a Mary Shelley se consagrou enquanto romancista.




Juh Lira 05/07/2012

O Livro da Mitologia: Indispensável
Todo o tempo da leitura deste livro valeu a pena. É difícil arranjar uma forma de iniciar, pois há tanto o que se pode comentar a respeito de O Livro da Mitologia, que se perder em divagações é fácil. Vou dizer uma verdade: até a um ano atrás eu não me imaginaria lendo um livro de mitologia, simplesmente por eu achar o assunto chato. Imagine! Eu só fui passar a gostar do tema depois que eu li a série Percy Jackson & Os Olimpianos.

Pois é. Eu não entendo o porquê do atraso, mas talvez devesse ser um preconceito da minha parte sobre assunto. É bom nós darmos chances para leituras mais desafiadoras e sair um pouco do lugar-comum de leitura. Até agora a experiência está sendo maravilhosa e espero continuar assim.

Falando sobre o livro em si, a narração se inicia desde a criação do mundo na visão dos grecos-romanos, seguindo dos mitos sobre os heróis, criaturas e deuses, até chegar à mitologia nórdica e oriental. A linguagem empregada por muitas vezes chegava a ser até lírica, devido há muitos mitos terem sido registrador por poetas da Antiguidade.

O autor utilizou de muitos poemas – não tão antigos assim – como uma forma de registro e exemplos de utilização do mito narrado. Quase todos os capítulos se encerravam com algum trecho dos poemas de Milton e Moore – para falar os mais citados. É interessante essa aplicação, que eu vejo como uma forma de argumentação que o autor utilizou para falar da importância dos mitos.

Aliás, quando a leitura é terminada, a visão de literatura se amplia mais. O próprio autor afirma que não é possível entender literatura, sem entender mitologia. Isso fica muito claro quando se percorre as páginas do referido livro. Os mitos foram inspirações para diversos livros de sucesso, e ainda o são. É inacreditável a gama de histórias que podemos tirar da mitologia no geral para criarmos as nossas. Mesmo o livro apresentando apenas uma ou duas versões dos diversos mitos, ainda sim é uma boa forma de começar.

Especificamente sobre a mitologia greco-romana, que é a que recheia mais o livro, o autor utilizou os nomes romanos para se referir aos deuses e heróis. Por exemplo, Júpiter ao invés de Zeus – originalmente dos gregos – Diana para Ártemis, Ulisses ao invés de Odisseu – ta aí porque o nome da epopeia de Homero se chamar Odisseia – etc. Não achei ruim, mas é que como eu conhecia os personagens da mitologia greco-romana pelos seus nomes gregos, às vezes eu não conseguia identificar o mito. Mas, tudo bem.

Infelizmente, o livro não vai receber a nota máxima por alguns motivos. O primeiro que se refere à narração. Não foram poucas as vezes que o autor despejava o nome de algum personagem sem explicar exatamente quem ele é, o que confunde a cabeça do leitor pouco conhecido do assunto.

Outro motivo, que se refere mais ao autor, é o fato da crítica do mesmo, lá pelo fim do livro, sobre esses mitos que ele narrou. É uma crítica pouco implícita, que eu associei através de expressões e alguns termos, que me incomodaram bastante. Para o autor, esses mitos não passam de um conjunto de ignorância. Sinceramente, isso vindo de um historiador não é nada legal. Lembro que um professor de História havia mencionado que não se deve julgar uma cultura que é diferente da nossa. É errado, pois aquelas pessoas viviam numa realidade totalmente da diferente da que vivemos hoje. Não é pelo fato deles não terem toda a tecnologia e acesso à informação que temos no nosso século, que eles eram ignorantes - tudo bem que o Thomas Bulfinch nasceu no século XIX, mas mesmo assim.

Particularmente, eu acredito que desde o sempre o homem tem uma tendência em acreditar em coisas que estão além da lógica humana. Sem mencionar que, o que consideramos mitologia, para eles eram a sua religião e modo de vida. Era a visão de mundo que eles acreditavam.

É mencionada a questão do surgimento do Cristianismo que pôs em xeque toda essa mitologia, que o autor também se refere várias vezes durante a leitura, o que eu considero interessante, porque afinal de contas, a nossa sociedade atual em sua maioria é baseada na moral cristã, da mesma forma dos povos da Antiguidade e suas crenças.
Em se tratando dessa edição da Martin Claret, eu encontrei alguns erros de paragrafação, foram poucos, mas nada que comprometesse tanto a leitura.

São muitas as histórias marcantes, mas a mais emocionante sem dúvidas foi a narração da Guerra de Tróia, juntamente com As Aventuras de Ulisses e As Aventuras de Enéias – um grego e outro troiano – que correspondem aos livros famosos de A Ilíada, A Odisseia e Eneida, ambas de Homero e Virgilio, muito famosas e conhecidas. Eu esperava que o autor chegasse até a fundação de Roma... Bom, leia para saber, do contrário eu vou acabar contando! Ambos os livros citados eu pretendo ler em breve.

O livro possui belíssimas ilustrações – a maioria sendo pinturas e gravuras – que são de encher os olhos, mesmo sendo em preto e branco.
No final das páginas, há um anexo com Expressões Proverbiais, ou ditados populares tirados da mitologia, outro artifício para o leitor se convencer o quão é importante essas histórias imortais.

O que exatamente é a mitologia, imortalizada e conhecida mesmo depois de tantos séculos.
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Daniel 01/10/2017

Livro de Prata da Mitologia
Para ser chamado de livro de ouro um livro tem que tratar de tudo relacionado ao tema e não é isso que se vê neste livro.

O autor trata com riqueza de detalhes a mitologia clássica greco-romano, citando até heróis e mitos irrelevantes. Mas dedica poucos capítulos para as mitologias nórdica, bretã e oriental. Também não há citação nenhuma às mitologias latino americanas, as ricas culturas maias, astecas e incas e mesmo indígena brasileira e estadunidense.

Por isso, para mim, este é o livro de prata da mitologia ou o livro de ouro da mitologia greco-romana.
l. r. Silva 19/12/2017minha estante
Tive essa mesma impressão. Também incomodou um pouco o fato dele usar os nomes romanos dos mitos, em vez dos gregos. O que você recomenda na linha das demais mitologias que você citou?
um abraço, valeu!




leonardo camargo 04/02/2014

A Verdadeira Mitologia
Comprei “O Livro de Ouro” em uma promoção na Americanas em agosto ano passado, mas só comecei a lê-lo em dezembro. (Da série: A Culpa é do Vestibular). Admito que nunca fui um grande conhecedor de mitologia, as únicas referências que tinha no assunto era pela literatura fantástica, como Harry Potter e Percy Jackson. Com a leitura desse livro, pude distinguir as histórias, os personagens e referências presentes em outras obras que até então eu não tinha conhecimento da história original.

Foi difícil escolher uma “história preferida” ou “aquela que chamou mais atenção”. Os deuses e heróis se tornam interessantes a cada página, revelando uma cultura clássica e cheia de detalhes. Os mitos estão colocadas em ordem cronológicas, começando pela história de Prometeu e os titãs, passando por Júpiter (Zeus), Latona, Midas, Pomona, Cuido, Psique, Atalanta, Perseu, Atlas, e tantos outros (Acho que esses são meus favoritos hahaha). Temos também um “resumo” muito bem elaborado de dois gigantes da literatura: Ilíada e Odisseia.
Não há muito pontos negativos nesse livro, pois ele nos prende com muita facilidade, apresentando imagens clássicas e histórias fantásticas, numa linguagem simples e bem descritiva. O que deixa a desejar é os capítulos que tratam da mitologia Oriental e Nórdica, deixando ao leitor uma explicação rasa, sem grandes aprofundamentos. Outro ponto é a edição que acabei comprando; com capa mole, papel de dicionário e imagens em preto e branco.
Tirando os lados negativos, O Livro de Ouro é um item obrigatório na coleção dos amantes da mitologia!

site: http://ocolecionadordecorujas.blogspot.com.br/
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Samantha 27/11/2009

Pinceladas de paixão.
O livro conta pequenas histórias sobre muitos deuses. Para apaixonados por mitologia terem sempre por perto.
Os contos são pequenos e belos. Não exigem muito tempo... pode ser lido em qualquer oportunidade.
Tem ainda o mérito de fazer uma rápida passagem pela mitologia indiana e nórdica. Nada muito profundo, mas ainda é uma excelente fonte de consulta e conhecimento.
Gostei!
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Domino 09/08/2012

:D
Parece um livro de contos...

fácil

fascinante

diversificado

simplesmente 5 estrelas...


~> leia tudo em http://cantodadomino.blogspot.com.br/2012/08/livro-o-livro-de-ouro-da-mitologia.html

;)
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Patty Pizarro 14/08/2014

Consegui terminar!!!!!
Apesar de o livro conter muita informação, em alguns momentos achei muito superficial, como se o escritor estivesse com pressa de terminar um tema para começar outro.
O fato de ter usado o nome romano dos Deuses me confundiu um pouco também, não gostei disso.
Também não gostei dos poemas citados no livro, nada contra poemas, mas eu particularmente não sou uma grande fã do gênero, sinceramente não me importa o que Shelley e Byron escreveram a respeito do tema, já os quadros eu achei muito legal, a impressão deveria ter uma melhor qualidade, principalmente por causa dos quadros, seria um livro, visualmente, muito melhor.
Um ponto forte e que me agradou muito foi a parte sobre a Mitologia Nórdica. Nunca tinha lido nada sobre o gênero e isso aumentou mais a minha vontade de conhecer mais a fundo.
Pra quem nunca leu sobre o tema, acho que ficaria um pouco confuso, mas no geral, é um livro muito bom.
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Nena 07/11/2016

Para quem quer um resumão básico em um só livro, esse é o livro certo. Fala da mitologia grega, romana, guerra de troia, a odisseia de Ulísses, Pitágoras, mitologia oriental e nórdica. Tudo bem resumidão e com ilustrações. Ponto fraco: muito resumido, ilustrações em preto e branco e não cita as “coincidências” da vida de vários deuses com o cristianismo. Aliás, usou por mais de uma vez o termo “trevas do paganismo” referindo-se a uma religião muitíssimo mais antiga q o cristianismo, o q achei tremendamente desrespeitoso. Mas é um bom livro.
Vikevelyn 07/11/2016minha estante
Como sempre suas resenhas estão sensacionais (: vou ver se tem em pdf pq comprar um "resumao" nem compensa.




Everson Rodrigues 18/12/2015

Análises descompensadas, mas leitura regular.
É interessante o modo didático que começa o livro e as análises sobre a mitologia grega prendem a atenção. As discussões sobre monstros mitológicos e sobre a origem da mitologia também são boas. Infelizmente o livro se propôs a discutir várias mitologias, mas foi tão breve em outras importantes como a egípcia que ficou meio frustrante. No mais, é uma leitura recomendada pra quem tem interesse no assunto e quer uma leitura leve.
Patricia.Paixao 27/01/2016minha estante
Achei que iria encontrar mais informacoes sobre a mitologia egipcia e seu politeismo fascinante.Mas fiquei descepcionada com isso.O autor poderia especificar "O livro de ouro da Mitologia Grega e Nordica",mas por 9.90 foi uma boa leitura.




DouglasNickson 26/12/2016

Nem tão de ouro assim....
A proposta do livro e abordar as diversas mitologias, grega, romana, nórdica entre outras...
A ideia é boa, mas a execução nem tanto, o autor optou por não utilizar os nomes gregos, o que não gostei, é muito estranho ver ele chamando Zeus de Jupiter, Poseidon de Netuno, em certos momentos eu me perdia em saber de quem ele estava se referindo.

O Livro é muito resumido e tenta abordar historias de diversas divindades, porém tudo é altamente resumido e as historias são bem cansativas, a narrativa e meio entediante.

Talvez quem precise de um resumão sobre mitologia valha a pena esse livro, mas talvez algumas horas em uma wikipedia da vida seja mais proveitosa.
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Vanessa Vieira 01/05/2011

O Livro de Ouro da Mitologia_Thomas Bulfinch
O Livro de Ouro da Mitologia, de Thomas Bulfinch, retrata a mitologia greco-romana de uma forma abrangente e rica em detalhes. O livro conta a história dos deuses e heróis, desde o seu nascimento, passando pelas suas proezas em vida, até o seu descansar eterno. Além de abrangir a mitologia greco-romana, Thomas Bulfinch nos revela informações sobre as mitologias nórdica, egípcia, hindu, dentre outras.

Dentre as histórias do livro, vale ressaltar de Prometeu e Pandora (conhecida pela lenda da Caixa de Pandora), Midas (o rei que tudo que tocava transformava em ouro), Cupido e Psiquê ( uma história interessante e super linda), Eco e Narciso, Perseu e Medusa (o monstro que transforma em pedra todos que olham diretamente em seus olhos), Hércules, Baco (deus do vinho), Orfeu e Eurídice ( uma história triste, que retrata o mais genuíno amor), A Guerra de Tróia, Fênix, Druidas, entre outros.

Sou suspeita de falar em mitologia grega, pois sou amante desses mistérios e lendas, mas o livro de Thomas Bulfinch não deixa a desejar em nenhum quesito. O livro é uma espécie de almanaque, um manual, para entendermos várias lendas e histórias que são retratadas em filmes e na própria literatura. Os leitores que gostam de Percy Jackson e outros livros do gênero, com certeza irão amar O Livro de Ouro da Mitologia, pois ele serve de base para entendermos melhor os fatos narrados nesses livros. Recomendo a todos!

http://newsnessa.blogspot.com/
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