Ethernia

Ethernia Kamila Zöldyek




Resenhas - Ethernia


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Alexia Bittencourt 01/02/2016

Péssima revisão!
Ethernia e Raython, reinos vizinhos comandados por dois irmãos e que estão em guerra há muitos anos, por uma razão que ninguém mais é capaz de lembrar. A princesa Elektra, após fugir de casa e ser perseguida pelo primeiro general de seu pai, acaba usando uma magia de que não tem domínio e se teleportando para o meio de Ethernia, o reino inimigo. Cai exatamente no colo de Raikou, o escrivão do imperador, que, por um motivo que ela não entende, decide não entregá-la, mesmo tendo que abrir mão de muita coisa por isso.

"Vitórias precisam de sacrifícios. Proteger a princesa do império inimigo exigiria mais sacrifícios que o normal. Raikou chegou a essa conclusão com uma pontada de dor na cabeça."

É basicamente um anime em forma de livro e, embora eu adore animes e mangás, alguns detalhes que sempre me incomodaram ficaram com ainda mais evidência, como a estereotipação das mulheres (peitos grandes, roupas curtas e todas serem completa e assumidamente taradas ou de uma ingenuidade ridícula) e as pausas na luta pra conversar (eu entendo que, quando um vilão tem certeza da vitória, ele pare para se gabar ou que um mocinho tente enrolar o vilão com conversa, mas quem para no meio da luta pra discutir a relação? E pior, que vilão espera pra atacar quando os mocinhos estão distraídos tendo uma D.R.???).

A história em si é agradável, embora não tenha nada de muito novo. Seria uma leitura leve, gostosa e que teria tudo pra fazer sucesso com um público mais jovem se não fosse a quantidade absurda de erros de revisão e os pequenos furos de roteiro. Além disso, tudo acontece muito rápido, não dá tempo para o leitor digerir as informações e já estão acontecendo coisas novas.

Um ponto a se elogiar são os personagens, eles poderiam ter sido melhor desenvolvidos, mas são cativantes (gostei especialmente do Barthis e da Marine) e tem comportamento, atitudes e linguagem coniventes com a idade. Tem também a maldição Iluminna, que eu achei bem interessante.

"- Eu sei. Você não pode sair catando todos os cachorros que vê na rua, pegue esse filhote e deixe onde achou! - ele tentou remendar a voz da mãe. - Só que dessa vez achei o filhote mais improvável do continente - cruzou os braços.
- Você está me comparando com um cão vira-lata? - ela o encarou."

Sobre o livro: A autora foi super atenciosa na hora do envio, o livro veio embrulhado em um papel preto, com meu nome e fechado com uma gota de cera com - o que eu acho ser - o brasão de Ethernia. A capa é maravilhosa, o livro foi impresso em papel amarelado e no final de cada capítulo há um desenho. Além disso, há apêndices no início e fim do livro. Embora as letras tenham um tamanho confortável, achei estranha a fonte escolhida.

Capa: 9
Diagramação: 8
Revisão: 4
Narração: 6
Personagens: 8
Enredo: 8
Desenvolvimento: 5
World building: 7
SAMUEL 10/02/2016minha estante
Você achou a revisão tão ruim assim? Li duas vezes e não me lembro de encontrar tantos erros. Que pena que não gostou tanto quanto eu. Talvez o próximo volume te agrade mais, espero que leia.

Abraço.


Alexia Bittencourt 06/03/2016minha estante
Oi Samuel, então, eu sou uma pessoa bem perfeccionista e tenho a péssima mania de corrigir erros mentalmente durante a leitura.. o livro tem alguns erros bem feios, digitação, ortografia e até tempo verbal, mas a maioria deles são vírgulas e acentos, coisas que passam batido pra quem não é crica como eu.. Quanto a frequência, não estava exatamente contando, mas deve ter uma média de mais de 2 (ou 3) erros por página (o que eu considero absurdo para um livro publicado).
Quanto ao próximo livro, pretendo ler sim, estou agora mesmo terminando a resenha do conto "Siglística" e a autora teve uma evolução gigantesca ;)
Aproposito, a revisão dele foi sua, né? Com aceitável, quero dizer que percebi uns 3 ou 4 erros durante o texto - o que é perfeitamente normal - geralmente nem comento nada nesses casos, mas não tinha como deixar de comparar as revisões.

Abraço.


SAMUEL 29/03/2016minha estante
Na verdade, ajudei a editar e fui beta. Não sou revisor, não tenho conhecimento pra tanto. ;)


Alexia Bittencourt 01/04/2016minha estante
No e-book consta um Samuel como revisor.. rsrs




SAMUEL 24/06/2014

Ethernia
Um livro divertido, dinâmico e cheio de fantasia. Com elementos clássicos da literatura fantástica, como elfos, magos e um cenário medieval, a obra se diferencia das demais no gênero por sua linguagem e verossimilhança dos diálogos. Os protagonistas são adolescentes e, diferente do que comumente encontramos em histórias como esta, falam como adolescentes, pensam como adolescentes e agem como adolescentes.

Os diálogos e reações lembram os animés e mangás. A autora apresenta conflitos típicos de jovens de 15 ou 16 anos de forma natural, passando longe de ser melosa e enfadonha como muitas histórias atuais. Contudo, sabe adequar a linguagem quando introduz personagens mais maduros.

Ethernia é um livro curto, que pode ser lido em um único dia, o que destoa das obras no mesmo gênero, no entanto, em momento algum isso é um demérito, muito pelo contrário, é um ponto alto da obra. Estamos vivendo uma aventura, e as coisas acontecem quando tem que acontecer, sem subterfúgios desnecessários para alongar a narrativa.

A maneira natural e, arrisco dizer, politicamente incorreta, com que a autora lida com a morte e a violência deixa a obra mais leve, desprovida de sentimentalismo barato ou julgamentos morais, sem melodrama. Além disso, Kamila cria mistérios instigantes, e oferece respostas em doses homeopáticas, fazendo com que o leitor não consiga abandonar a leitura.

Como primeiro volume de uma trilogia, Ethernia cumpre bem o papel de apresentar um novo universo, bastante original, ainda que resgate inúmeros elementos já existentes. Lendo outras obras da autora, identificamos que ela tem um estilo próprio e único, ficando claro que você não vai encontrar nada parecido em outro livro.


site: http://meumundinhoficticio.blogspot.com.br/2014/06/resenhaethernia-legend-of-raython-livro.html
Lane 15/08/2013minha estante
Para quem deseja Lê-lo, tem disponível perfeitamente nesse site: Bookess.com

É o melhor site!

Link Direto: http://www.bookess.com/read/5854-legend-of-raython-livro-i-ethernia/







Bah 18/08/2015

Resenha pra mim mesma. :)
Agora deixa eu admitir isso aqui: No começo eu estava confusa. Mas normal, sempre fico em livros de fantasia, em que tem seres diferentes, mundos diferentes. E acho que isso me desanimou de ler no começo, mas depois que voltei a ler e peguei o ritmo... meus deuses! Quanto amor por um livro! Quanto amor pelos personagens! Tia Camis com certeza sabe escrever, ela com certeza sabe criar um mundo e te colocar neste mundo com os personagens.

Vamos aos personagens? Bem, no começo achei que iria amar Raikou e Elektra, apenas. Mas não foi bem assim. De repente me vi apaixonada por Barthis, aquela criatura linda, fofa, que poderia muito bem me pedir em casamento. E Marine, que personagem massa, cara! Me identifiquei com o cabelo dela, por sinal. Rs rs.

O livro é curto, pra ler rapidinho. E não façam como eu, não demorem a ler. Eu poderia já ter lido e relido, mas fiquei enrolando e perdi muito tempo de fangirling por isso. Não façam isso. Bem, nem sei se ninguém lê isso aqui, mas vai ficar aqui na memória.

Tia Camis, CADÊ A MALDIÇÃO DO LIVRO MALDIÇÃO?

Beijos.
Kamila Zöldyek 30/10/2015minha estante
SOON.




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Paul Law 05/03/2012

O erro, o acaso, raio e pedra
Ethernia é o primeiro livro da trilogia Legend of Raython da talentosa e jovem escritora Kmila Zöldiek. Escrito a partir das memórias do imperador de Raythom e imortal nas horas vagas Phyreon Thrower, o livro relata as aventuras de Elektra Thower, única filha do dono das memórias.

Elektra é a predestinada a ser maga do raio e a assumir o império de Raython. Entretanto, numa tentativa de fuga dos domínios do pai, a jovem acaba conjurando uma magia de teleporte que não tem pleo domínio. O resultado é sua aparição no reino de Ethernia, regido por um inimigo mortal, o seu tio Lothus Throwere. A jovem ao conjurar e encantamento para teleportar-se acaba aparecento em Ethernia, despencando de uma árvore para o colo de Raikou Mizuhara, o outro protagonista da história. Juntos pelo erro de Elektra e mantidos pelo destino, a dupla vive grandes aventuras e revelações. Só lendo o livro pra saber…

A obra se destaca pela habilidade de sua autora em ser dinâmica com os acontecimentos. Indo ao encontro de tendência literárias modernas Kmila Zöldiek tem uma narrativa objetiva, intensa e marcada por vários diálogos. Fica evidente a influência de RPG (definição de RPG aqui), Animes (veja o que é anime aqui), outras mídias visuais e sonoras em Ethernia, o que aproxima a autora dass tendências da Literatura Nova.

O texto prende o leitor por conta da velocidade e intensidade dos acontecimentos. O suspense é bem construído e unido ao que foi dito anteriormente tornam a leitura de Ethernia rápida e agradável, mesmo estando o livro em seu formato digital. Alguns pontos da história não são esclarecidos com precisão, mas não fazem falta para a trama principal, senti isso, por exemplo, quando é informado que a Elektra já esteve em Ethernia antes e realizou lá um grande feito. Detalhes desta primeira visita da protagonista ficaram faltando á história.

Em suma, Ethernia é uma obra rica por prender de maneira eficiente o seu leitor do começo ao fim. Rápida e intensa ao ponto de forçar o leitor a buscar imediatamente a leitura do segundo livro da trilogia ou qualquer outra informação sobre a trama. Uma história visual que reflete as influências que recaem sobre os novos autores cuja intenção e entreter sem frescura.

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Stella 18/02/2013

Teria tudo pra ser um excelente livro
A estória tem tudo pra ser um daqueles grandes best-sellers, os personagens teriam tudo pra ser cativantes, com seu passado e seu modo de falar. E sério, a estória é boa mesmo.
O que me incomodou consideravelmente foi a velocidade da narrativa, caramba, acontecia algo e logo já acontecia outra coisa e eu mal entendia uma estória e logo vinha mais pela frente. Aconteceu tudo muito depressa, sem dar tempo de você se sentir dentro do livro, entende? Sem dar tempo de entender o que se passa com cada personagem, sem você conseguir sentir os sentimentos deles, ou ainda conseguir adivinhar qual seria a atitude que eles tomariam em determinada situação. Isso fez com que eu não me apaixonasse por nenhum deles (ainda).

Eu fiquei tão confusa a ponto de, por ventura, eu me perder nos personagens e nem saber quem é o tal citado, o que me atrapalhou um pouco no entendimento dos fatos. Infelizmente esse livro me passou essa impressão, mas teria tudo pra se tornar uma daquelas trilogias muldialmente conhecidas. Apesar disso, vou ler os outros dois, porque não gosto de deixar nada pela metade e tenho esperança dessa minha impressão mudar logo menos.
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Gabriele Tenshi 16/05/2015

O que já era bom ficou ainda melhor :v
"Pegou suas coisas, trocou a cor do cabelo e abriu a porta.

- Elida nys ehel - Raikou murmurou.

Elektra olhou-o, de cenho franzido.

- Isso...?

- Uma oração, costumamos fazer aos cavaleiros antes de irem pra guerra - Raikou corou.

- Isso é élfico. Há uma resposta, como é mesmo? - pareceu se forçar a lembrar. - Elida lead ni.

- E você sabe o que significa? - ele sempre quis saber, mas não ousava tocar os livros élficos de Lothus. Ele sempre lia os élficos, daria falta deles. Além de que Raikou não sabia ler élfico.

- "Que os bons caminhos te levem". E a resposta é "E que me tragam de volta a ti"." (pág. 68)

Eeeentão...

Primeiro que eu chorei que nem criança vendo filme com cachorro que morre ao ler a dedicatória que a Kamis escreveu. Sério. Impossível uma manteiga derretida como eu não chorar.

Mas vamos lá. Até que não muda muita coisa aqui não... :P

Pra início de conversa, tem a Elektra. A cabeça-oca herdeira do império de Raython (não me xinguem, a própria Kamis a descreve tipo assim xD) que está fugindo do pai imortal pela centésima vez e inventa de usar um feitiço que ela não sabe direito.

O resultado? Ela cai em Ethernia, o império do tio imortal que ela arrancou o braço quando criança e que está em guerra há séculos com seu próprio império, bem em cima de Raikou, funcionário direto de Lothus, o tal tio imortal, e... Bem. É, vou contar não, leiam pra descobrir u_u (Lojinha Raython :3 O livro tá baratinho, R$29,90 :3).

Só pode terminar em burrada (pra não falar outra coisa), correto?

Corretíssimo.

A história se desenrola em meio à romances que florescem, profecias que os dois imortais esqueceram (mas não deviam), batalhas épicas de espada e magia que parecem estar se desenrolando diante de nossos olhos. Tão bom quanto Leaden Chronicles, sendo que nem tem as armas de fogo. É da Kamis que estamos falando, então... xD

Outros personagens surgem, como a Marine, arqueira de Ethernia, que passa pela maior barra. Gosto mais dela nessa nova versão que na anterior, fato. Barthis, elfo do Corpo de Arqueiros de Raython, um azarado de marca maior quando se trata da prima Arkane, mas até que ela fez uma coisa boa ao empurrá-lo pra Ethernia. Se ela não fizesse isso... Bem. Como Kamis disse: não existem coincidências. E tem o Won também. Won é Won, gente. Trágica sua história. E Phyreon, o pai da Elektra. Seu mal-humor e frieza e etc são lendários. Ele também é um dos culpados da guerra entre Ethernia e Raython. Se não fosse Phyreon, nem ele e nem Lothus seriam imortais. Tudo por conta dos sonhos de Phyreon sobre pessoas morrendo. Tsc tsc. E claro, Lothus lokão e lindão u_u Amo a doidera do Lothus, pronto :P

A narrativa é descritiva na medida certa para imaginar os personagens e cenários, dando mais enfoque para as ações e batalhas, bem ágil, com muita magia, elfos e o escambau junto. Pedida ideal pra fãs de Fantasia e light novel. Detalhe que da versão inicial para a final melhorou e muito! Um pouco mais de detalhamento em algumas coisas que acabou por dar todo um toque na história, sabe.

A história também surpreende um bocado, especialmente lá pro final e quando a tal profecia esquecida é lembrada. E também com o gancho que é feito para o próximo livro. Tipo. "Oh. Ferrou." Kamis rearranjou um pouco os capítulos e acontecimentos. Ganhou mais... Lógica, por assim se dizer.

E tem as ilustrações da Kamis no livro! Ao longo dos capítulos e nos Apêndices! Sim, APÊNDICES! Terminologias, Criaturas, Contagem do Tempo e REGISTROS! DESCOBRIR MAIS SOBRE UMA PORRADA DE COISAS! *corre em círculos, até ser parada pela Syba, que segura-a pela gola da camiseta como alguém segurando um gato pelo cangote*

Resumindo: o livro tá a maior lindeza. Comprem e leiam

site: Loja Raython: http://www.lojaraython.com Resenha Originalmente Em: http://entredimensoesbooks.blogspot.com.br/2014/07/resenha-ethernia-legend-of-raython-1.html
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Tracinhas 10/07/2015

por Lídia Rayanne e Thatiane Teixeira
SOBRE O LIVRO

Lídia: Meu primeiro contato com Legend of Raython foi há uns 2 anos, na mesma época em que conheci a autora, a diva, a talentosa e pessoa mais heartbreaker que já conheci, Kamila Zöldyek (eu a chamaria de fofa também, mas ela provavelmente vai torturar ou matar algum personagem querido só pra provar o contrário, então…). Conheci a história de trás para frente (li o spin-off de Legend, O Orbe de Reidhas, antes de saber qualquer coisa sobre a trilogia original) e mesmo sabendo o destino de vários personagens, tudo o que queria saber era: COMO tudo aconteceu?

A autora publicou a trilogia, assim como suas outras obras, em seu portal Thunder’s Empire em formato de webnovels. Mas depois de muita insistência dos fãs, o primeiro livro da série chegou ao formato impresso este ano graças ao projeto de financiamento coletivo realizado no Catarse.

Thati: Conheci a autora há uns dois anos também, mas infelizmente não conheci os fabulosos personagens desse livro. Quando a Kamila Zöldyek selecionou o Blog da Thati para participar do Book Tour do seu livro eu não contive a minha emoção. Sim, porque apesar de amiga ela não me mandou o livro de mão beijada não, e participei do processo de seleção como todos os demais blogs. Sempre achei que Ethernia deveria ir para os lares de toda a população brasileira, quem sabe do mundo (assim espero!).

RESENHA

Lídia: Ethernia se passa num universo alternativo, repleto de elementos da fantasia ocidental, como elfos e magos, mas com um diferencial: a narrativa lembra animes e mangás japoneses, que nem o traço escolhido para as ilustrações do livro, feitas pela própria autora.
Thati: Os traços precisos de Kamila Zöldyek nos transportam para um universo repleto de encantos e de magia, que aos poucos se mostra um reino habitado por personagens fortes e marcantes. As belas paisagens criadas pela autora, que servem de cenário de fundo para o desenrolar da história e seus habitantes, permanecem vivos na memória dos leitores, que desejam ser transportados para a história.

Lídia: Os personagens são cativantes e vão ganhando voz ao longo da narrativa, inclusive os secundários. Muitas vezes me vi querendo estapear Elecktra, me perguntando por que gostam do Won (pfv, você não me convenceu ainda, camarada), torcendo por Marine e suspirando pelo Barthis. Você viaja na descrição de cada cena e é transportado instantaneamente para o mundo que Kamila projetou.
Thati: Tenho que concordar com a Lídia. Além dos personagens principais, os secundários, como a adorável Anne, guardam segredos preciosos e que influenciam em toda a história. Também não gosto do Won, esse cara devia ter um pouco mais de personalidade e muito menos de ego. E Barthis, seu lindo, se a sua amada não quiser você ela só poder ser LOUCA!!! (Seu elfo lindo!) Outra habilidade que notei na narrativa da Kamila, é o fato dela conseguir descrever todo o cenário do que está acontecendo no livro sem ser muito cansativa e detalhista. Acredito que essa característica se dê ao fato das paisagens estarem presentes nas páginas da obra, através do traço marcante da autora.

Lídia: O único porém é que a história se desenvolve rápido demais e quando finalmente começamos a sacar as coisas, ligar os pontos, temer pelo destino dos personagens, o livro acaba. Com um final cliffhanger digno de surtos e gritos como “AI, MINHA NOSSA! NÃO! NÃO ACREDITO! E AGORA? CADÊ O SEGUNDO LIVRO?

Thati: Pois é, Lídia, a Kamila consegue deixar todo mundo no chão, com o coração em pedacinhos e quando começamos a juntar os caquinhos, ela termina o primeiro livro. Sabe o que é isso? Ela gosta de causar dor e sofrência aos leitores, enquanto Maldição não é publicado. Então, vamos logo começando uma nova campanha no Catarse que não estou mais aguentado de ansiedade pelo segundo livro!
Lídia: Ainda não li Maldição, mas pelo que sei aonde a trilogia Legend of Raython vai parar (eu li o Spin-off primeiro, lembram?), só posso dizer uma coisa: brace yourselves e segurem os forninhos.

Resumindo: com uma narrativa rápida e fluida, o primeiro volume de Legend of Raython nos transporta para um mundo fantástico onde maldições e o temor de profecias controlam o destino de imperadores, magos e exércitos. Ethernia apresenta o prelúdio de um amor que, predestinado há eras, pode trazer a paz entre dois impérios inimigos - ou destruir o mundo inteiro.

*Para conferir fotos do livro impresso, clique no link abaixo:

site: http://jatracei.com/post/123701253437/resenha-53-ethernia
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Alec Silva 01/08/2015

Grande potencial
Não curto high fantasy; não tenho paciência com animes, tanto que abandonei vários.

Mas algo em "Ethernia" me cativou e me fez chegar ao final do livro com uma certeza: Kamila sabe contar uma história de modo simples, aparentemente direto e divertido. Há cenas de luta, que vão melhorando pouco a pouco, até a última, que deixa um gancho pro volume seguinte; há cenas chatas de romance, mas que acabam sendo fofinhas; há um humor meio nerd, meio provocativo; e há cenas bem cruéis, que, narradas por mim, seriam muito gore.

O livro possui defeitos, mas as qualidades, que são bem numerosas, se sobressaem. E aguardo ansioso pelo restante da trilogia.
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Laís Helena 24/05/2016

Resenha do blog Sonhos, Imaginação & Fantasia
Eu li esse livro há bastante tempo, durante uma das maratonas do Me Livrando — aliás, acho que a primeira de que participei —, mas estou postando a resenha só agora. Foi uma leitura rápida, que fiz em menos de um dia, e apesar de no geral eu ter gostado da história, alguns pontos me incomodaram.

O livro se alterna entre duas ambientações: Raython, o reino de Phyreon e sua filha Elektra, e Ethernia, o reino de Lothus, irmão de Phyreon e seu inimigo. No prólogo, já somos apresentados ao problema: a princesa Elektra mais uma vez está fugindo de seu pai e de Raython, e dessa vez é bem sucedida. Entretanto, não domina muito bem a magia Sellphir (teletransporte), por isso vai parar justamente no reino Ethernia. E assim a história começa.

O problema desse livro para mim não foi a trama, que até tem elementos interessantes, como a maldição Illumina, além de traições, lutas e surpresas. O problema foi o mesmo que tem me incomodado em muitos livros de escritores iniciantes: a velocidade da narrativa. Ela se utiliza muito do contar, que a deixa superficial e prejudica a trama, os personagens e a ambientação. As cenas seguem passando quase nenhuma emoção e não me fizeram sentir a história, como se eu estivesse dentro do livro vivendo-a junto dos personagens. Em vez disso, sinto como se estivesse olhando de longe, sem conseguir apreciar a história em todos os seus detalhes.

Os personagens também me incomodaram. Achei a caracterização de alguns deles um tanto forçada, como se a autora quisesse que servissem aos propósitos da história, em vez de deixar suas personalidades mais naturais. Senti, ainda, falta de profundidade na maneira como as relações entre eles foram desenvolvidas. Como eu já disse, a narrativa é muito apressada, e não deixa muito espaço para que os personagens mostrem quem são, já que a história avança rapidamente de um conflito para outro.

A caracterização do universo não traz nada de muito diferente do que costumamos ver na fantasia: temos elfos, humanos, magia e várias outras criaturas fantásticas. Isso não é um problema para mim: sempre topo ler histórias que se baseiem em culturas ou mitologias diferentes, mas também adoro elfos, dragões e etc. E a autora até mesmo criou uma cultura interessante em torno disso. O problema, entretanto, mais uma vez se deu pela narrativa: não há tempo e espaço para explorar esses aspectos adequadamente.

Entretanto, a história ainda assim me prendeu e eu gostei de todo o potencial que vi na trama e até mesmo nos personagens. A revisão tem alguns deslizes, mas os erros não estão em número acima do aceitável. O livro possui ilustrações, feitas pela própria autora, e a diagramação ficou muito bonita, especialmente considerando que li em e-book e estes costumam ser bastante limitados em termos de diagramação.

site: http://contosdemisterioeterror.blogspot.com.br/2016/04/resenha85.html
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