A Esperança

A Esperança Suzanne Collins




Resenhas - A Esperança


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Leonardo 23/04/2018

Que a revolução tenha inicio!
A Esperança é o terceiro e ultimo livro da saga Jogos Vorazes, escrito pela Suzanne Collins e lançado em agosto de 2010 nos Estados Unidos. É um livro de ficção cientifica, onde todo ano ocorria uma espécie de reality show televisionado em que são escolhidos 2 tributos (jovens, com idade entre 12 e 18 anos, um garoto e uma garota) de cada distrito (12 no geral) e eles eram obrigados a lutarem até a morte. Apenas um deles saia vivo, que era considerado como o campeão. Geralmente esses campeões acabam ganhando certo privilegio, como moradia e dinheiro.

Nesse terceiro livro, Panem (continente onde se passa a história) está vivendo um caos depois do que acontece na última edição dos jogos (Em Chamas). Na ultima edição dos jogos, chamado de Massacre Quaternário, uma edição especial dos jogos que é realizado a cada 25 anos, são escolhidos os campeões das edições anteriores. Assim, Katniss, a protagonista, acaba sendo a escolhida do seu distrito, pois ela era a única representação feminina do seu distrito (12). O outro escolhido é Haymitch, o antigo mentor do distrito 12, porém Peeta acaba se candidatando pra ir no lugar dele. Ao final dos jogos, Haymitch organiza um golpe, e consegue resgatar alguns tributos antes do final do jogo. Essa manobra gera atos de rebelião por toda Panem. É nesse ponto que A Esperança se inicia.

Um antigo distrito, que muitos acreditavam que já não existia mais, pois décadas atrás, na primeira “rebelião”, a Capital supostamente o tinha destruído, como uma forma de aviso aos demais distritos, reaparece de forma decisiva para lutar contra a Capital. É descoberto que na verdade alguns residentes sobreviveram aos ataques da Capital, e desde então viveram principalmente para algum dia tomar o poder da Capital. Alguns dos sobreviventes do ultimo jogo se junta com Katniss e a Capital para uma nova rebelião, onde a maioria dos distritos (com exceção de muitos residentes do distrito 2) também se rebelam contra o poder da Capital.

É um livro mais parado do que os anteriores, porém mais profundo. Com uma ótima narrativa, personagens carismáticos e um final surpreendente, considero como o melhor da saga. Os dois anteriores preparam um ótimo cenário para esse ultimo livro, encerrando a saga, na minha opinião, com chave de ouro.
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Pedro.Henrique 23/04/2018

Magnífico !!
Amei esse livro, uma história que prende o leitor do início ao fim. A esperança é o último livro de de uma série fascinante, está entre uma das minhas sagas favoritas, eu recomendo demais.
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Israel.Nogueira 18/04/2018

A esperança
Achei que seria mais empolgante como foi os dois primeiros, mas resto tá bom gostei
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Kymhy 20/03/2018

A Esperança - Suzanne Collins
Sem poder mais negar a realidade, Katniss entrará de cabeça nas revoltas, sendo o ícone de esperança para os rebeldes, travando uma verdadeira guerra de mídia. Quem vencerá: a Capital ou os Distritos?

site: https://gatoletrado.com.br/site/resenha-a-esperanca-suzanne-collins/
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Erika.Santos 21/02/2018

Teria dado 5 estrelas se tivesse sido perfeito como 1 e 2 mas não deixou de entrar nos favoritos já que me apaixonei por peeta. Só não deveriam terem o transformado em um bestante.
Bruno.Rossa 12/04/2018minha estante
Aff, olha o spoiler, tem uma opção própria não sabia não?




Im.Augusto 04/02/2018

A Esperança - Resenha
A Esperança é sem dúvida, o livro mais brutal e pesado da trilogia. Collins não deu um final feliz. Quem esperou por isso, com certeza não ficou satisfeito. Não existe um final feliz depois de tantas feridas que dificilmente irão cicatrizar. Katniss, Peeta, Haymitch, Gale e todos outros que viveram, respiraram Panem e foram vítimas de uma edição dos Jogos Vorazes, jamais conseguiram ter um ?felizes para sempre?. Podem apenas viver com todos esses traumas e de alguma forma, seguir em frente. Se os outros dois livros já faziam críticas duras a nossa sociedade ? alegoria a nossa realidade ?, esse último livro é bem mais incisivo quanto o verdadeiro caos que passamos. As distopias tem esse poder de reflexão e tem por obrigação nos alertar, que apesar de um livro de ficção, trata de um problema social e político. O livro é mais do que recomendado. A Trilogia é recomendada.

[BI]Então, vamos ao que interessa!!

Os vitoriosos são resgatados da arena do Massacre Quaternário. Claro que nem tudo saiu como o esperado. Katniss e Haymitch falharam na promessa de manter o garoto do pão a salvo. Peeta é capturado pela Capital e a sorte não esta nada a seu favor. Para piorar, o lugar em que Katniss costumava chamar de lar foi destruído. O Distrito 12, após a fuga da arena da 75ª edição, foi bombardeado. Sem nenhuma piedade.

Quando pensamos que após tantas surpresas, nada nos faria ficar de boca aberta, eis que Collins joga a bomba: o Distrito 13 nunca foi subjugado pela Capital. Destruição? Pura encenação para as câmeras. Um Distrito forte, com poder bélico absurdo e com regras jamais questionadas. Comandado com muito rigor por Coin.

A primeira coisa que eu senti quando li que o Distrito 13 estava firme e bem forte foi revolta. Por que eles simplesmente deixaram os outros 12 Distritos a própria sorte? O13 é mais organizado e mais estruturado que a Capital! Coin chega a ser pior que Snow, então me digam por que razão essa mulher não fez nada durante anos de miséria, fome, morte, sangue inocente derramado? Sendo que tudo começou após a rebelião do ?extinto? 13 contra o sistema vigente. Estranho, porém ao decorrer do livro, a gente compreende. E se revolta ainda mais.

Como disse, Coin é pior que Snow. Snow é muito claro em suas maldades, em seus planos sádicos e em sua postura aterrorizante. Coin gosta de dar a falsa sensação de esperança. De uma sociedade melhor se ela estiver no comando. O que ela sempre quis sempre foi muito claro: o lugar do presidente Snow. Contudo, não pode simplesmente atacar a Capital sem um motivo maior, sem ? coloquemos assim ? uma aprovação dos outros Distritos sem que haja um símbolo por trás de uma ?causa importante?. E esse símbolo é a jovem Katniss, o Tordo.
Desde o primeiro livro, fica muito explícito o quanto Katniss não queria ter problemas com quem a oprimia. Ela sempre teve uma função bem determinada: ser provedora de sua família. E só. Seu ato na primeira arena foi impensado, não um símbolo de rebeldia. Contudo, foi interpretado dessa forma e desde então a garota em chamas, tornou-se sinônimo de mudança. De uma sociedade que fosse justa, onde crianças não fossem obrigadas a matarem outras para diversão da Capital. E mais uma vez, ela não consegue convencer em seu papel de menina inofensiva.

Grande parte da população do 12 é assassinada. Aqueles que conseguiram sobreviver, agora se integraram a população do13. E a maior parte da obra está concentrada no subterrâneo onde o antes extinto Distrito 13 cresce cada vez mais forte. Katniss está abalada, tanto no físico quanto na mente, e nós leitores percebemos isso, já que o livro é em primeira pessoa. Não teria como ser o símbolo da revolução. Não conseguiu salvar Peeta, sua casa foi destruída e não tem forças para recomeçar. Para não soltar ?O SPOILER?, vou apenas ressaltar que a protagonista aceita por fim ser o símbolo.

Coin é má e brilhante ao mesmo tempo. E vocês me perguntam por que brilhante. A todo o momento ela usou Katniss para alcançar interesses próprios. Ela fez com que Gale enxergasse nela um comandante que traria mudanças para Panem, mas ao mesmo tempo foi muito relapsa no quesito salvamento de Peeta. Acreditem, se Katniss não fosse ?a ponte? para Coin chegar ao poder (lugar de Snow), ela já estaria morta na primeira semana no Distrito 13.
Lightwood 04/02/2018minha estante
O que mais gostei nesse final foi o fato de que Katniss não terminou bem. Lógico que não desejei o mal dela, mas é que desse modo me parece mais coeso com a realidade. Nossos antepassados lutaram contra a homofobia, racismo, xenofobia e etc, e com certeza não terminaram bem, mas sim do mesmo modo que Katniss saber disso me deixa mal e ler esse livro me fez lembrar que nenhuma luta está ganha e que os devidos direitos não nos foram concedidos. O certo é olhar para trás e honrá-los da melhor forma.




Junyander 16/01/2018

Mostre-me, Collins!
Há uma máxima da narrativa de ficção que diz o seguinte: "Mostre, não conte". Ignorando quase que completamente a premissa, Suzanne Collins consegue fazer com que o último livro da sua trilogia Jogos Vorazes seja, de longe, o pior. Superada a novidade e o subtexto político-social propostos pelo primeiro volume (“Jogos Vorazes”) e as inteligentes intrigas de uma ótima e superior sequência (“Em chamas”), resta muito pouco da criatividade da autora para preencher as páginas desse “A Esperança”. A leitura é maçante e apenas o leitor persistente se dará ao trabalho de arrastá-la até o final.

Dando prosseguimento à rebelião dos distritos de Panem contra a Capital, iniciada no volume anterior, o enredo basicamente gira em torno dos planos para tomar o controle do país. O lendário Distrito 13, que todos imaginavam inabitado e inóspito, surge como quartel-general da resistência, onde agora estão abrigados os sobreviventes do extinto 12 e cujo comando está nas mãos da presidente-rebelde Alma Coin. Enquanto o alto escalão administra à distância os movimentos de guerra, a protagonista Katniss Everdeen passa a maior parte do tempo confinada nas instalações subterrâneas do 13 sofrendo com os horrores da arena e suas consequências, como a prisão de seu companheiro nos jogos Peeta Mellark pela Capital.

Apesar da relutância inicial, Katniss aceita assumir o papel de garota-propaganda da rebelião, o seu papel de “Tordo” (na tradução preguiçosa de Alexandre D’Elia)*, a pedido da Presidente Coin. Paralelamente, do outro lado do tabuleiro, o presidente-tirano Coriolanus Snow tenta dissuadir os rebeldes em campo da continuidade da guerra, fazendo uso de seu refém Peeta para, ao mesmo tempo, desestabilizar Katniss emocionalmente, tarefa a qual desempenha com sucesso. Nesse aspecto, é preciso dar os devidos créditos à habilidade da autora em fazer com que o leitor sinta o impacto emocional que atinge a protagonista. Em determinado ponto da narrativa, é difícil avançar na leitura diante das terríveis possibilidades do destino incerto de Peeta, quem se tornou a personagem favorita de muitos ao longo dos dois livros passados. Sentimo-nos tão impotentes quanto Katniss e quase atingimos o seu estado de melancolia. Mas, infelizmente, essa habilidade de Collins não se mantém por toda a trama e logo o leitor está apenas preocupado com o momento em que o Tordo se dará conta, finalmente, de que há uma guerra lá fora e abandonará sua apatia quanto a ela. A história promete ficar interessante quando lança-se a dúvida sobre a confiabilidade dos rebeldes: será que há realmente um lado certo nessa guerra? Será que as intenções da liderança rebelde são realmente as mais justas para o bem comum de Panem? Será que os distritos estarão livres ao final? No entanto, o que poderia ser um ponto bastante instigante para a narrativa não é explorado e o enredo cai definitivamente em um marasmo com todo o drama adolescente sem-fim da protagonista, que impede o desenvolvimento da ação propriamente dita e da guerra em si.

Sim, Katniss tinha todo o direito de sofrer suas dores. Estamos em uma distopia e a Capital, muito antes da guerra, destroçara a todos. Contudo, era preciso pôr limites no tema do sofrimento (já suficientemente explorado nos livros anteriores) ou equilibrá-lo com aquilo que se passava, de fato, no campo de batalha. E aí é que está o ponto mais frágil de “A Esperança”, responsável por coroá-lo como um livro ruim: toda vez que algo importante está prestes a acontecer, Suzanne Collins tira a protagonista de cena e impede que o leitor veja, através dos olhos dela, o desenrolar da trama. Considerando a narrativa ser toda em 1ª pessoa, com uma narradora-protagonista, isso se torna um grande problema, pois tudo o que ficamos sabendo nos chega pelos olhos de terceiros, ou melhor, pela boca, já que nada é "mostrado", apenas "contado" para Katniss. É como se a autora tivesse apenas traçado o argumento geral da obra e morrido antes de ter tido a chance de narrá-lo.

Há bons pontos de ação, é verdade. Especialmente mais para o final das Partes I e III. Porém, quando essa ação, enfim, entra em cena não há tempo para que ela seja desenvolvida de modo eficiente ou para que o leitor a absorva de maneira adequada, dada a velocidade com que tudo acontece, e o livro acaba retornando a um problema que a trilogia parecia já ter superado: em vários pontos, a narração não é convincente, lembrando mais uma lista de fatos isolados do que uma progressão aceitável dos acontecimentos. A banalidade com que as necessárias baixas são apresentadas, por exemplo, é desestimulante: uma a uma, as personagens são simplesmente descartadas e suas mortes não chegam a causar o devido impacto (se nem mesmo a autora se importou com elas, por que o leitor se importaria?).

Soma-se a isso um aspecto incontornável, que ajuda a entender a dificuldade em se avançar na leitura. À medida que vamos nos aproximando da Capital para findar a guerra, as personagens mais interessantes vão sendo deixadas para trás, tornando o texto mais monótono: Johanna Mason, Haymitch, Boggs... nenhum deles têm um grande papel na trama. Também não temos o ar da graça de Effie Trinket, que faz apenas uma aparição especial. O núcleo principal de combatentes é raso e pouco cativante. Ademais, tirando a menção à figura inalcançável de Snow, os rebeldes estão lutando contra uma massa amorfa e, durante a maior parte da guerra, é difícil acreditar no desejo da Capital em manter o controle sobre Panem, dado seu esforço mínimo em combate.

Com tudo isso, era de se esperar uma heroína capaz de segurar a história e justificá-la. Lamentavelmente, somos obrigados a constatar (e aceitar), porém, que Katniss Everdeen continua sendo a mesma de sempre: sem sal. Ela se pretende (ou, antes, a autora a pretende) esperta, mas não o é. Demora para perceber as intrigas a sua volta e a reagir a elas. Tem uma visão limitada para o sofrimento alheio, embora se importe demasiadamente com o seu próprio. Se no início podemos sentir suas dores e o quão voraz foram os jogos (o que seria um feito e tanto se ela se levantasse do fundo do poço no mesmo ritmo do leitor, que percebe a necessidade da ação), chegamos ao final com a certeza de seu egoísmo – principalmente ao analisarmos suas atitudes em relação aos problemas enfrentados por Peeta. Aliás, a resolução do triangulo amoroso entre este último, a garota em chamas mais fria de toda a Física e Gale é insólita – embora minimamente agradável se você estivesse torcendo pelo casal certo. Mas a verdade é que teria sido mais convincente e melhor para todos se Peeta e Gale tivessem abandonado Katniss e acabado juntos.

Por fim, ao contrário do que ocorre com “Jogos Vorazes” e “Em chamas”, cujas adaptações cinematográficas são altamente dispensáveis, mas a leitura recomendada, no caso de “A Esperança” é possível garantir que, para os leitores menos fanáticos, assistir ao filme será mais do que suficiente, apenas para se inteirar da conclusão da trilogia, uma vez que Suzanne Collins não entrega um grande resultado na escrita e a transposição para a tela prezou pela fidelidade. O livro reserva boas reviravoltas. É amargo – a cena da cozinha na Mansão dos Vitoriosos traduz bem isso e pode até provocar lágrimas. Novamente, há um debate ético (sobre a questão do poder, da vingança) muito pertinente para o universo distópico construído até ali. Uma ou outra sequência de ação pode empolgar ou convencer. Mas, de modo geral, Collins peca por nos contar o que se passou, ao invés de nos mostrar o que se passa por meio da participação ativa da protagonista. Faltou vontade para narrar. A sensação é de estar lendo um resumo.


[COLLINS, Suzanne. A esperança. Tradução Alexandre D'Elia. 1. ed. Rio de Janeiro: Rocco Jovens Leitores, 2011.]

*No original, o pássaro-símbolo da rebelião chama-se "mockingjay", nome cunhado pela autora a partir da aglutinação de dois termos: "mockingbird" (Mimus polyglottos), pássaro comum da América do Norte famoso por imitar o canto de quase todas as aves, cujo nome em português é imitador-poliglota, e "jabberjay" (pássaro fictício), um bestante com capacidade de memorizar e reproduzir conversas humanas, criado pela Capital para fins de espionagem. Na versão brasileira, o tradutor se limitou a batizar a invenção da autora com o nome de um pássaro real, o tordo. "Mockingjay" é também o título original de "A Esperança".
Phelipe Guilherme Maciel 16/01/2018minha estante
Achei sua resenha minuciosa e deliciosa de se ler. Parabéns pela qualidade da escrita e pela concatenação de ideias. Te adicionei como amigo e te segui, na esperança de ler mais resenhas como essas e menos livros como "A Esperança", se Deus quiser.


Junyander 16/01/2018minha estante
Obrigado pelo retorno, Phelipe. Já estou te seguindo de volta. Espero que 2018 seja um ano de melhores leituras e de muitas resenhas!




João Luiz 12/01/2018

Depois de viver duas vezes o horror da arena, Katniss tem a chance de levar seu plano de vingança adiante, mas quem é seu verdadeiro inimigo? A trilogia termina de forma surpreendente. Um livro que prende do início ao fim.
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marcelgianni 06/12/2017

Blog de resenhas

site: https://idaselidas.wordpress.com/
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Bia 28/10/2017

76° Jogos Vorazes
#ResenhaNaNuvem

Em Lagrimas, foi assim que acabei o livro!
Livros me atingem muito mais, por parecer que estamos dentro do personagem sendo atingido por tudo aquilo e se apegar aos outros personagens como se fossem de tal forma real, estar la observando atraves de letras tudo o que acontece.

Vamos as perguntas:

Quem narra?

O livro Jogos vorazes é narrado por nossa querida personagem katniss everdeen.

O enredo é Bom?

O enredo tem mais acao do que os outros dois livros (minha opiniao), na qual voce entra na crise emocional da personagem apos todos os acontecimentos do em Chamas. Amei o modo como a autora criou a Katniss, a personagem impulsiva e forte que esta na Guerra representando o tordo mas, mesmo assim se nega a ser tao importante e negando levar tal peso sobre si mas, se culpando pela morte das pessoas proximas a ela.

A leitura é chata?

De jeito nenhum mas, uma dica... saiba se realmente gosta de distopias.

O livro e o filme , o que acha?

INCRIVEIS, o filme representou bem o livro (mas nao deixe de ler)

Me aconselha ler?

Leia, voce nao ira se arrepender!!!

De sua querida amiga Bia!
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Raíra 04/09/2017

O fim de uma saga maravilhosa
Depois de sobreviver duas vezes a crueldade de uma arena, Katniss pensou que não precisaria mais lutar. Mas agora, com a chegada do lendário distrito 13, finalmente é possível uma revolução. A coragem demonstrada por ela nos jogos, fez todo o país querer se livrar da opressão e Katniss precisa assumir seu papel como símbolo. Dela, depende o sucesso de toda uma revolução.
Mas, para que isso aconteça quais serão os tributos exigidos? Sim, a vida de Peeta, Gale, família e amigos podem ser o preço.
Este livro realmente fala sobre a alma humana, sobre a que ponto somos capazes de chegar. Sua crítica a sociedade sobe vários degraus e você se vê em meio a uma guerra de verdade, sem a beleza enfeitada que nos apegamos dos jogos. É um choque que dá um alcance gigantesco a esse enredo, com reviravoltas que me lembraram o clássico livro 1984.
Se despedir desses personagens é bem difícil...
Uma história que deixa saudades!
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Phelipe Guilherme Maciel 25/07/2017

Uma história sobre a luta pela liberdade.
Não quero falar muito sobre a série porque é um dos livros mais populares aqui, onde minha resenha é pouco importante para agregar algo novo mas algumas coisas me entalaram:
Os 2 primeiros livros da série passam uma trama muito bem orquestrada. Uma distopia futurista pós apocalíptica, onde uma sociedade de seres humanos escassos renascem sobre as cinzas do que sobrou dos Estados Unidos num país chamado Panem, com 13 distritos.e 1 Capital.
Com a Rebelião dos distritos, o governo decide criar jogos que façam das crianças tributos anuais para relembrar a todos que a Capital é soberana. À partir daí, o enredo é excelente. 74 anos após o início desse horror, o povo saturado quer uma nova rebelião... Falta apenas um símbolo.
Em A Esperança, achei que terminaria de devorar os 3 livros com 15 dias de leitura, mas não aconteceu. Algumas falhas (no meu modo de ver) tiraram o gosto de rebelião do livro. Esfriaram demais as poucas e por fim, tornou pouco crível que as coisas pudesses ocorrer deste modo.

A partir daqui, pode conter spoilers.

A Capital, sempre soberana, pareceu inerte durante todo o livro. O pouco que fez, foi totalmente desastroso. Vendo o que via nos livros 1 e 2, esperava mais.
Esperava que o governo tentasse impor novos jogos, atiçando mais a rebelião, esperava que eles usassem forte marketing para dar aos jogos anteriores um vencedor, talvez até Peeta,que seria forçado a ser a cara da Capital, até que de lá ele fizesse algo de esplendoroso... Esperava que a Capital massacrasse os distritos. Que houvessem toma lá dá cá, guerras por suprimentos, distritos divididos.
Nada disso.
O chororô da Katniss foi insuportável. Gastou tanto com os conflitos dela, que na hora de fazer a trama desenrolar, grandes personagens do livro morreram sem nem se despedir, digamos assim.... Sem o privilégio de algumas folhas gloriosas de seus últimos momentos. Um crime.

O final dos personagens foi muito fraco, houve até um rompante de ignorância na última cena de Coin... Uma nova presidente não iria morrer daquele jeito.

Soluções fáceis mataram o livro.

Dou 4 pelo conjunto da obra. Esse seria no máximo 3, se avaliado sozinho.
Junyander 15/01/2018minha estante
Concordo. Foi muito barulho por nada...


Phelipe Guilherme Maciel 16/01/2018minha estante
Verdade, Junyander. Eu fico me imaginando se ela estava cansada quando escreveu o terceiro livro, porque ela escreveu muito bem os dois primeiros. Esse era para ser o melhor livro da série, a trama toda caminhava para esse momento. Eu fiquei bastante frustrado.


Junyander 16/01/2018minha estante
Acho que mais do que com preguiça, ela já estava rica. Já tinha feito o feijão com arroz e não quis se dar ao trabalho... Estou publicando a minha resenha. Se puder, dê uma lida. Gostaria de um feedback: é a primeira que publico aqui...


Phelipe Guilherme Maciel 16/01/2018minha estante
Eu a li e achei maravilhosa. Fiz meu comentário lá. Parabéns e continue resenhando, fará um bem maravilhoso para o Skoob


Junyander 16/01/2018minha estante
Obrigado!!!




Alisson 03/07/2017

Essa trilogia não é perfeita. É quase perfeita. Aliás, é perfeita até a metade do livro A Esperança. Ainda assim, são livros realmente muito bons. Traz à tona questionamentos que muitas vezes esquecemos. Quanto vale uma vida? O que as pessoas são capazes de fazer para conquistar o poder? O que são capazes de fazer por sede de vingança? Nesse livro podemos fazer muitas comparações com questões políticas, sociais e culturais. A Capital se parece com a Alemanha Nazista. O Distrito 13 lembra a União Soviética. Os tributos lembram todos os nossos antepassados, que morreram por uma guerra que não era deles.

"Eu não sinto mais qualquer fidelidade a estes monstros chamados seres humanos. Desprezo ser um eu mesma. Eu acho que Peeta estava ciente de algo sobre nós destruirmos uns aos outros e deixarmos alguma espécie digna assumir. Porque algo está errado de forma significativa com uma criatura que sacrifica a vida de seus filhos para resolver suas diferenças."

Em relação ao Distrito 13, me senti esperançoso. O livro começa apontando um "salvador", uma luz no fim do túnel. Apesar de a Katniss não entender no inicio o que aconteceu com 75º Jogos Vorazes, eu me senti feliz com o aparecimento de uma sociedade que não se rendeu aos caprichos da Capital, que soube se camuflar e articular a tomada do poder de Panem. Só não contava com a mesma busca incessante com o poder. É dificil imaginar uma sociedade onde todos governam por todos. Sempre haverá poder e sempre os poderosos serão corrompidos por seus privilégios.

"Plutarch: A diferença significativa entre o 13 e a Capital são as expectativas do populacho. O 13 estava acostumado à dureza, ao passo que na Capital, a unica coisas que eles conhecem é Panem et Circenses.
Katniss: O que é isso?
Plutarch: É um ditado de milhares de anos atrás, escrito numa língua chamada latim sobre um lugar chamado Roma. Panem et Circenses se traduz pão e circo. O escritor queria dizer que eu retribuição a barrigas cheias e diversão, seu povo desistira de suas responsabilidades politicas e, portanto, abdicara de seu poder."

Uma coisa que me decepcionou em A Esperança foi a escolha de Katniss entre Gale e Peeta. Na verdade ela não escolheu, ela utilizou um método eliminatório, escolheu o que não errou. Escolher dessa forma é horrível, até mesmo na vida real. O escolhido na verdade não merecia ser escolhido dessa forma. Outra coisa que me decepcionou foi a rapidez em que as coisas foram resolvidas. O final foi atropelado, o clímax se resumiu em duas páginas.
No então, acima de tudo, os livros são excelentes! A distopia ainda será comentada por muitos anos por seus leitores. A audácia de Katniss e a sagacidade de Peeta ficarão pra sempre em minha memória.
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