Identidade Roubada

Identidade Roubada Chevy Stevens




Resenhas - Identidade Roubada


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MA 07/07/2011

Fantástico!
Esse é o livro mais interessante que li nos últimos tempos. Confesso que saber o que era a história não chegou a me despertar um enorme interesse, mas quando peguei para ler... Aí foi uma grande surpresa!

É uma das tramas mais bem contadas que li recentemente. O fato do livro ser narrado em primeira pessoa nos faz sentir cada sentimento da heroína, e que heroína! Costumo dizer que pessoas assim têm de acreditar em reencarnação, porque essa vida da personagem já era!

Impressionante como uma autora tão nova foi capaz de escrever com tamanha profundeza sobre a vida interrompida e perdida de Anne Sullivan.

Recomendo muito. Incomoda, mas é um super vira páginas e fico curiosa em saber se vou encontrar alguém que não tenha gostado.
Gio 30/04/2013minha estante
eu tb li faz 1 ano, e ate hoje sou impressionada com esse livro, agora quero o outro dela " Melhor não saber"..


Rosane 12/07/2013minha estante
Acabei de ler hoje. Realmente a história te prende do início ao fim! Eu achava que ia ser um livro interessante e tal, mas não imaginei que seria tão bom... Aquela última frase do livro me deixou com lágrimas nos olhos, não podia ter terminado o livro de forma melhor.


Ana Caroline R 27/01/2014minha estante
Esse livro é demais! Me prendeu do começo ao fim. Recomendo a todos


Brisa 08/02/2014minha estante
Também não esperava muito desse livro. Apenas o li por não ter outro mais interessante no momento. Porém, me surpreendi! Ele entrou para lista dos meus livros preferidos. ;)


Karol 10/05/2014minha estante
Adorei todos os livros dela, de prende do começo ao fim... e olha que nem gosto muito de ler, sempre faço corpo mole. Vale a pena ler!




Blog MVL - Nina 21/07/2011

Minha Vida por um Livro | www.minhavidaporumlivro.com.br

Se você conhece a teoria de Murphy, entenderá na história de Annie OSullivan. Ela possui um passado comprometido por uma tragédia em família, entretanto conseguiu continuar sua vida com o mínimo de normalidade. Até o dia em que é seqüestrada por um homem que parece conhecer tudo sobre sua vida, família e amigos. Annie é mantida em um chalé na montanha durante um ano de sua vida. Por um milagre ela consegue alcançar sua liberdade, começa uma série de tratamentos psiquiátricos e acompanha a investigação de seu captor. A Polícia começa a encaixar o quebra-cabeça por trás do sequestro, e descobre que o crime que vitimou Annie não fora tão deliberado quanto parecia a principio. Parece que para Annie as coisas tendem sempre a piorar...

Logo na primeira página me impressionei com a voz forte e intensa da protagonista. Ela narra sua história com espantosa intensidade, atraindo o leitor para a narrativa e envolvendo-o em seu drama psicológico. A forma amarga e muitas vezes irreverente com a qual ela descreve momentos da sua vida antes, durante e depois do sequestro diverte e emociona o leitor. É uma leitura razoavelmente densa, emocionalmente desgastante e eu não indicaria para leitores mais jovens, já que o texto é explícito em diversos momentos.

Nós sempre temos uma versão presumida de como nos comportaríamos em situações de violência e perigo, só que na prática é um pouco mais complexo. Quando Annie é abordada pelo homem armado é o instinto intrínseco de sobrevivência que a faz obedecê-lo. É uma experiência assustadora a angustiante para o leitor vivenciar o drama da protagonista. Especialmente por que não estamos preparados paras a revelações e desdobramentos da trama orquestrada por Chevy Stevens. A despeito do contexto emocional e comovente, o enredo consegue abarcar perfeitamente um suspense policial.

O fator diferencial que converte a obra da escritora Canadense em um verdadeiro sucesso de originalidade é ela ter como ponto de partida para a estrutura da narrativa, o fato de Annie compartilhar o ano vivido em cativeiro com a terapeuta. O leitor desenvolve uma intimidade com a personagem, e conhece as dificuldades emocionais e práticas que a vítima enfrenta mesmo depois de se libertar.

Dentre os tópicos abordados pela autora em Identidade Roubada, está também o transtorno mental, chamado de síndrome de Estocolmo pelos psiquiatras. Lembro-me de comentar alguma coisa sobre isso na resenha de 3.096 dias, a autobiografia escrita por Natascha Kampusch, jovem que foi mantida em cativeiro e vítima de torturas durante oito anos. Natascha não acredita que é uma doença da mente quando a vítima se identifica e cria laços com seu algoz, ela diz em seu livro que isso é algo natural já que toda a sobrevivência da vítima depende do sequestrador. Estar sujeito à uma situação como essas é algo completamente fora de nossa realidade e no fim o ser humano faz o necessário para continuar vivendo.

[quote] " A forma como Natascha expõe sua opinião sobre a síndrome de Estocolmo é digna de ser analisada por especialistas da psiquiatria. A verdade é que é difícil para as pessoas aceitarem que um ser humano possa ter algum tipo de relacionamento com alguém que o humilha e agride constantemente, entretanto nos esquecemos da influencia que as pessoas têm sobre as outras. O fato de Natascha ter construído um tipo de relacionamento com seu sequestrador não me surpreende, nem repugna, porque sei e ela também sabe que sua sobrevivência estava ligada intimamente a como ela se portava com ele. De certa forma, Natascha aprendeu a conviver com a dor e a manipulá-lo quando preciso, e a isto se deve este livro. Se ela tivesse sido mais sensível e menos racional, ela ainda estaria presa ou morta, e em conseqüência jamais dividira sua história com o mundo." [quote]


O parágrafo acima foi a minha reflexão sobre a questão em minha resenha do livro 3.096 Dias e se aplica perfeitamente a este aspecto do livro Identidade roubada.

O livro consegue nos transmitir a difícil jornada de uma pessoa vítima de violência. É um livro que por sua premissa emocionalmente desgastante, nos faz refletir. E quando o leitor acredita que já entendeu a estória, é surpreendente pelo suspense que se inicia. O enredo é verdadeiramente genial. Durante os últimos capítulos e mal podia piscar, com medo de perder algum detalhe importante, alguma revelação.

Suspense policial? Auto ajuda? Drama? É difícil eleger um gênero especifico para a obra de estreia de Chevy Stevens. O que posso dizer é que é um trabalho literário brilhante, um thriller único e empolgante!

Cláudia 14/09/2011minha estante
quem marcou "não gostei" é invejoso(a)!!!
Fiquei louca pra ler esse livro!!!


Elen 30/04/2012minha estante
Parece muito interessante ! Agora uma coisa que ta me deixando louca é q eu li um livro chamado "Roubada" q é muito bom mas é muito parecido com esse ! Até a capa ! to mt confusa com isso o.o cópia ? nova edição ? ainda to tentando entender isso.


Gio 30/04/2013minha estante
o livro se chama " identidade roubada"




Dai 23/05/2020

Livro extremamente forte. Por varios momentos parei pra ter folego e continuar a leitura. Tem que ter estomago. Chorei muito. Sem contar o final que foi surpreendente. Me admira nao terem feito um filme.
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Nana 19/07/2011

Assustador!!
O livro é excelente e super bem escrito! A personagem Annie me conquistou desde a primeira página com seu temperamento forte.
A estória é muito real, durante toda leitura esqueci que era ficção e sofri muito junto com Annie. Senti medo, raiva e uma angustia a cada página.
Um suspense de tirar o fôlego. Recomendadíssimo!!
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Amanda.Manson 04/05/2020

Chorei
Eu realmente chorei do começo ao fim, maravilhoso. Valeu a pena!
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Ivan 24/03/2021

Ótimo livro
Identidade Roubada é um livro de suspense narrado em primeira pessoa pela Annie, uma corretora de imóveis que foi raptada em uma open house e foi aterrorizada por um maníaco que a torturava física e mentalmente. Os capítulos se passam nas sessões de terapia onde Annie conta para a psicóloga tudo o que passou no período em que foi refém do maníaco e mesmo depois que conseguiu se libertar. A história é intensa, triste e chocante.
A escrita do livro é bem fluída e deixa o leitor com muita curiosidade, não fica enrolando em detalhes desnecessários. O final foi muito surpreendente. Identidade roubada é um livro que, invariavelmente, mexe com o leitor.
Para quem gosta de suspense, vale muito a pena a leitura!
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Rodrigues 19/09/2020

Que plot Twister foi aquele no final?
Esse é um livro daqueles difícil de se ler.E uma história forte que contém gatilhos,então se você não tiver estômago forte não leia.
A história é sobre a corretora de imóveis Anne O Sullivan.Em uma manhã de domingo ela vai trabalhar sozinha na corretora imobiliária e ela imagina que será um dia tranquilo.
O que ela mal poderia esperar é que sua vida mudaria completamente,um estranho aparece e decide ver a casa a qual ela está tentando vender.Esse homem a sequestra e Anne passa 1 ano inteiro sendo torturada e estuprada por esse homem.
O livro se passa no presente com Anne tentando restabelecer a sua vida,e volta flashesbeck no passado.
O que posso dizer da autora?Que ela escreveu uma obra maravilhosa,você sente a angústia da protagonista,suas dúvidas,medos e receios.
E além disso há um mistério pra saber quem era o maníaco e porque ele sequestrou.Ja que Anne consegue o matar antes de fugir da cabana.
Li esse livro em 2011 e amei demais.Otimo livro.
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Natália 18/11/2011

http://www.vireapagina.com
Identidade Roubada é um livro pesado. A carga psicológica dele é muito grande. Também pudera! Ter sua rotina controlada por um estranho, sentir sua vida nas mãos de outra pessoa... Parece bobeira quando se fala assim, mas quando me colocava no lugar de Annie, a dimensão do cativeiro se tornava real. Penso que não poderia mais dormir até meio-dia, comer chocolate antes do almoço ou ler quando quisesse. Todos esses pequenos hábitos fazem parte da nossa personalidade e quando são tirados de nós, perdemos a identidade. Mas no caso de Annie, absolutamente tudo foi tirado dela, até a luz do dia. E para alguém independente, o efeito dessas privações é ainda maior. Antes não era preciso pedir permissão para nada. Agora, qualquer movimento não dependia mais só de sua vontade.

O Maníaco (se apresentou à vítima como David, o nome do pai dela. Analisem o tamanho da loucura!) é um personagem repetido pra mim. Já o vi em 3096 Dias, de Natascha Kampusch (mas nesse caso o sujeito realmente existiu). A questão é que tanto o psicopata real quanto o fictício queriam construir uma família de seriado americano: perfeita. Desejavam um retrocesso no tempo, não uma mulher moderna. No caso real, isso não era possível porque, bom... Natascha era apenas uma criança e não podia ser vista, pois eles moravam numa casa no meio da cidade. Mas na ficção, longe da vista dos outros, tudo é possível. E o Maníaco colocou seu plano doente em ação. Fez de Annie a esposinha perfeita. Ela limpava, cozinhava e dava prazer à ele.

Imaginem o quanto essa situação não ferrou com Annie... Quando conseguiu fugir do chalé, sua vida ficou de pernas pro ar. Primeiro porque se livrar dos hábitos do Maníaco - impostos à força - é uma tarefa complicada, uma vez que seu cérebro estava preso a eles. Segundo porque falar sobre o assunto era extremamente doloroso. Terceiro e pior: os repórteres. A mídia estava interessada na sua desgraça, mas tirar vantagem daquela história parecia errado. Não posso contar o porquê.

Todos os personagens do livro são únicos e fundamentais. Uma me chamou atenção: Lorraine, a mãe da protagonista. É uma mulher linda, sexy e extremamente perturbada. Quando lia as cenas de memória que retratavam a relação de Annie com Lorraine, ficava indignada. A mulher me parecia extremamente imatura, cheia de atitudes infantis. Brigava por coisas bobas, era teimosa, de fazer birrinha mesmo. Não simpatizei com ela.

Bom, querem um conselho? Não leiam se vocês forem sensíveis demais. Confesso ter ficado um pouco impressionada, com medo, sabe? Porque afinal, essas coisas acontecem de verdade, principalmente com mulheres. A possibilidade parece distante pra nós, mas não é. Todo cuidado é pouco.

Dou uma nota 100 de 10 nesse livro. Chevy Stevens me conquistou nessa leitura e quero muito ler suas próximas obras.

P.S.: Eu poderia contar detalhadamente as primeiras duzentas páginas e o final continuaria surpreendente.


Naty 28/09/2011

www.meninadabahia.com.br


"Não há força mais extraordinária na Terra do que a vontade de viver."
Slogan do filme 127 Horas


Ainda estou atordoada pela leitura... Quando o livro chegou - o vidro quebrado, na capa, me chamou a atenção - corri pra ler a sinopse. Pensei: Putz, a história promete. Vou ler só o primeiro capítulo e depois volto para o outro livro que estou lendo.

Passei o capítulo 1, 2, 3,... 10,... Só parei para tomar banho e ir ao banheiro. Nem fome sentia. A história me alimentava. Quando comemos chocolate, a produção de serotonina, hormônio responsável pela sensação de prazer e bem estar, aumenta. Uma boa história faz o mesmo comigo!!!

Annie O’Sullivan é uma pessoa comum, como eu, como você. Ela é corretora de imóveis. Um belo dia, mostrando casas para possíveis compradores, é seqüestrada por um deles.

Entenda bem, o cara sabia o que estava fazendo, sabia toda a rotina de Annie, seus gostos, conhecia todas as histórias de sua vida. Um psicopata de alto escalão. Ele tinha planos para ela. Primeiro, iria limpá-la de todas as impurezas, depois fariam ‘amor’, até que ela engravidasse. Eles teriam sua própria família, longe da maldade humana.

Annie sabia que não teria como fugir, a única coisa que poderia fazer era descobrir uma forma de não ser estuprada noite após noite. Observando os movimentos de ‘David’, ela percebeu que se ficasse imóvel, ele não se excitava e com isso não conseguia penetrá-la. Ufa, ela estava a salvo do estupro.

Ela só não contava com a inteligência de David. No primeiro dia, ele a estapeou, no outro a socou, depois bateu tanto em suas costelas e seios, que ela pefreria a morte. Mas, nem a morte a salvaria. Antes que ela ficasse imóvel por mais outro dia, ele jogou sua cartada final: ou ela cooperava ou ele seqüestraria e estupraria sua melhor amiga, Cristina.

É aquele ditado, se está na chuva é para se molhar, ela não poderia deixar aquele mostro tocar Cristina. Ela, então, resolve cooperar. E, que Deus a ajudasse, ela gemeria de prazer!

Nessa parte fiquei chocada. Você sente a dor dela, você se coloca no lugar dela. É repugnante, mas era isso ou ver sua melhor amiga sendo, também, destruída por ele. Ela, a contragosto, estava se entregando ao estupro, mas nem isso agradou ao maníaco.

- Posso matá-la a qualquer momento, e você ainda fala como uma puta? Você deveria estar apavorada. Devia estar implorando, lutando para se manter viva. Será que não entende?
Pág. 44


Ele bateu até ela desmaiar. Quando acordou, finalmente ela havia entendido a mensagem.

Era estuprada toda santa noite e rezava para que seus óvulos sentissem tanto nojo do esperma que se escondessem. Infelizmente, eles não ouviram.

Ela tinha hora para comer, ir ao banheiro, tomar banho. No único dia em que ousou quebrar as regras, foi severamente punida, que se prometeu nunca mais desobedecer às ordens do maníaco.

Os dias iam passando e nada de ser resgatada, estava condenada àquela vida. A única hora que sentia prazer eram nas sessões de leitura, os livros - obviamente - eram escolhidos a dedo por ele. As sessões eram compostas por leitura e discussões sobre a história, era quando ele a deixava ser ela, era quando ele a permitia discordar dele. Era quase uma sensação de liberdade.

Depois de algumas semanas, ela não se lembra exatamente, ficou grávida. Estava carregando a semente demoníaca. Ela precisava de uma ajuda divina para abortar. Mas novamente ninguém a escutou. Entre o quarto e quinto mês de gestação, o bebê começou a mexer e aí que ela percebeu: ela amava seu bebê, sangue de seu sangue, e jamais permitiria que o maníaco a maltratasse.

Para encurtar, Annie consegue se livrar do cativeiro. E a polícia está tentando descobrir quem é o maníaco e o porquê dele tê-la escolhido. A história começa com Annie ‘desabafando’ sua história para a terapeuta e, pouco a pouco, vamos conhecendo toda sua história, até culminar na descoberta da verdadeira razão de ter sido seqüestrada.

Quando li fiquei boquiaberta, surpresa, revoltada. Foi um misto de sensações. Quando quer, o ser humano pode ser bem cruel. A história é surpreendente. O livro é denso, incomodativo, cru e genialmente bem escrito. Ao ler, eu me senti como se fosse a terapeuta e Annie estivesse me relatando todo o horror a que foi imposta.

É estranho, doutora... Fiz muita coisa naquela montanha, muita coisa que não queria fazer e que nem queria acreditar que fosse capaz. Mas aquela noite? Quando penso como virei o zumbi que sou hoje, como pude ficar tão perdida, sempre volto àquela noite... a noite em que pus a alma em risco a fim de abrir espaço para o diabo.
Pág. 44


Queria poder contar mais, sobre a gravidez de Annie, sobre como ela fugiu, sobre o porquê de tudo aquilo, mas - jurooooo - não quero estragar seu prazer antecipadamente. Leia, descubra os motivos. Identidade Roubada, de Chevy Stevens (Arqueiro, 256 páginas, R$ 29,90), é um livro que merece ser lido. Ele mexe com nossas emoções, não tem coisa melhor do que isso (e nada pior do que ler um livro maçante).

Super recomendo!


Yasmin 05/11/2011

Marcante

Não estava esperando ler esse livro. Sabe aqueles livros que você sabe que vai marcar? A história de Annie não só marca como fica rodando sua cabeça após a leitura. Comecei a ler na sexta e tive que parar. Pior é que foi antes de dormir e tive uma noite péssima. O livro é forte, ele estampa a crueldade e a ganância das pessoas. E principalmente mostra que ninguém está seguro.

Um ano num inferno em vida, sofria todo tipo de abuso, era espancada e humilhada. Uma narrativa cortante, emocionante e revoltante. Ao mesmo tempo que você quer continuar a ler e descobrir o que acontece, você quer parar por causa do choque que aquilo causa. Ao longo das sessões na terapeuta vamos descobrindo tudo o que aconteceu. Ao ínicio da sessão breve narrações da vida atual de Annie. A volta para casa, o rosto estampado em jornais e o olhar de pena das pessoas. O vazio, a carcaça humana que ela se tornou.

Continue lendo: http://cultivandoaleitura.blogspot.com/2011/10/resenha-identidade-roubada.html

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yomaeli 10/05/2020

"Falta de afeto é também abuso".
Com certeza, um livro que choca e revolta. Já aviso que tem algumas cenas sobre abuso sexual que podem servir de gatilho para várias pessoas.

A história é contada por Annie, que durante um ano foi mantida sob as garras de David, seu sequestrador, que ela chama de Maníaco. Os capítulos são intercalados entre o sequestro e suas sessões de terapia, as quais são usadas para Annie narrar seus dias, dores e angústias.

É impossível não sentir raiva e indignação pelo tanto que a personagem sofreu durante sua vida. Além disso, o mistério nos movimenta a cada segundo. Só fui descobrir o plot lá por 80% do livro, quando a autora nos deu um gancho do que estava por vir.

Achei o final emocionante demais e só torço para que Annie consiga, finalmente, esperançar...
Manuela do Prado 10/05/2020minha estante
Livro simples, rápido e super completo.


yomaeli 10/05/2020minha estante
Sim! Fluidez tem de sobra.




Pérola XP 02/06/2020

"O nome dela era Esperança."
Marcante, profundo, intenso e tenso. O primeiro livro do gênero que li e primeiro ebook também. Gostei bastante. Muitas reviravoltas inimagináveis e a autora faz você acreditar ser algo que no fim não é. Instigante e queria continuar a todo tempo. Indico.
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Leide.Madalena 31/05/2020

Identidade roubada
Livro até começa bem, mais em pouco tempo a autora já se perde e o desfecho da história não colou para mim, ficou muito estranho..espero que para vcs seja um bom livro..
Leitura e . 31/05/2020minha estante
Oii.. bom diaa, tudo bem? Desculpa interromper sua leitura, mas gostaria de te convidar para seguir meu instagram literário e me acompanhar em minhas leituras... E vai rolar sorteio de um livro hoje!! Te espero la! Obrigado ?

@leituraeponto




Lia 18/07/2020

Surpreendente
Um suspense que te prende desde o início.
Narrativa fluida que te envolve na leitura.
Final com desfecho surpreendente.
Aborda temas polêmicos e forte. Muita psicologia envolvida e para quem gosta de livros assim, certamente aproveitará a leitura. Adorei.
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Eli Coelho 07/09/2012

Pertubador!
Em uma narrativa em primeira pessoa que simula as conversas de uma paciente com sua terapeuta em 26 sessões (capitulos), o livro prende muito a atenção,é envolvente, comovente, pertubador...

A trama é muito bem construída e ao que parece a autora fez profunda pesquisa psicológica para a criação de seus personagens. Anne, com seus inúmeros traumas, panico, TOC etc; sua mãe, Lorraine e claro o Maniaco, são personagens complexos e inesquecíveis.

Apesar da terapeuta não dialogar com a protagonista, a sua citação através de Anne retrata bem a relação de ambas, ainda que a terapeuta chegue a conclusões obvias.

O livro jamais é cansativo, mas confesso que em alguns momentos precisei dar uma pausa na leitura, tamanha é a tensão e sofrimento da protagonista, tornando a leitura pesada.

Foi uma grata surpresa saber que depois da metade do livro, Anne escapa do cativeiro e começa ai uma investigação policial na trama.

O final foi revoltante (a ação dos personagens não o livro) e muito surpreendente, mesmo porque a autora propositalmente nos faz acreditar em um desfecho e muda totalmente o que se espera. Me peguei devorando as páginas com um misto de agonia e raiva.

Realmente um triller psicológico empolgante e visceral. Não tem como ser indiferente, ainda mais, imaginando que tudo aquilo poderia ser real.

Parabéns a autora nesse livro de estréia. Conseguiu criar suspense e drama sem decepcionar.
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