O Vampiro Lestat

O Vampiro Lestat Anne Rice




Resenhas - O Vampiro Lestat


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Yasmayfair 02/11/2010

Li o livro tentando deletar aquele ridículo Stuart Townsend tentando ser Lestat em A Rainha dos Condenados. E o li com alguma curiosidade pelo fato de ter aquele chamariz de Lestat, depois de sua, como ele mesmo diz, "Ressurreição", ser o líder de uma banda de rock. Em A Rainha dos Condenados, o filme, fica claro a falta de cuidado que tiveram ao mesclar grande parte de O Vampiro Lestat com A Rainha dos Condenados livro. Portanto, pra quem já assistiu esse horrível filme, aconselho que suma com ele do seu hd mental pra poder ler o livro.

Bem, pra mim não foi difícil, de forma alguma, já que nunca gostei do filme e pra mim, Lestat mesmo, só o Tom Cruise. Logo, lendo o livro, foi ele quem imaginei sendo o vampiro-título, ou imaginava um rapaz bonito com os mesmos traços físicos descritos no livro, só pra variar um pouco.

O início do livro retrata a vida de Lestat como filho de nobres donos de terras no interior da Fraça pré-revolucionária do século XVIII, numa família pobre apesar dos títulos, preconceituosa e sem afeto. O jovem Lestat, com 21 anos, era encantado com artes, música, teatro e tudo o que fosse belo, tanto é que mais de uma vez tentou fugir de casa para seguir com o sonho de ser ator, mas sem sucesso. Seu único apoio era sua mãe, e tudo parecia perdido até aparecer Nicolas. Exímio violinista, morador do vilarejo próximo à sua casa, se tornam amigos e compartilham seus sonhos de sair de Auvergne e ir para Paris. Então combinam uma fuga que é bem sucedida. Chegando a Paris com uma mão na frente e a outra atrás, aliás, Lestat e Nicolas começam a tentar a vida com as artes, se tornando, respectivamente, ator e violinista de um pequeno teatro popular. Porém Lestat não sabia que era observado, e em uma noite, por um velho estranho que o espreitava continuamente, acaba sendo transformado em vampiro. Herda então a fortuna do velho e fica incumbido de procurar suas origens vampíricas. A partir daí o livro vai ficando, logicamente, mais movimentado, dada a adaptação de Lestat à nova "vida" e a convivência complicada com seus amigos que ainda são humanos.

Então a história começa a ficar mais interessante, Lestat vai contando sobre sua trajetória até a data onde está já com a banda e você não consegue parar de ler! Queria contar alguns fatos aqui pra aguçar o interesse do possível leitor, mas é melhor não dar spoilers... Só digo que até o final é tanta informação e coisa acontecendo que mesmo em duas páginas você pode perder coisas valiosas.

A relação de Lestat com sua mãe é fofa, e ao mesmo tempo, curiosa. Armand (o Antonio Banderas de Entrevista com O Vampiro, a quem interesse) aparece aqui. Não tenho muita paciência com ele, mas Marius, seu mestre, encontra Lestat mais tarde e aí se segue a parte mais legal de todo o livro: Marius contando a criação de ele próprio como vampiro e a importante missão da qual ele se encarregou, onde se responsabiliza, indiretamente, pela existência de absolutamente todos os vampiros na face da Terra. Anne Rice faz uma ligação interessante entre os povos antigos, como os celtas e os egípcios, para explicar, com clareza, riqueza de detalhes e coerência o mito vampírico: como ele começou, quem foram os primeiros vampiros, como eles se espalharam, e relaciona ainda os antigos deuses que eram venerados como sendo, na verdade, vampiros. E é onde você pensa: "cuma?!", mas depois vê que faz total sentido dada a ligação de crenças com a figura do vampiro, que ela fez.

E à medida que o livro passa, você fica ansiosa para que chegue logo a parte do show de Lestat com sua banda, onde ele, quebrando uma das "leis" vampíricas, desafia publicamente outros vampiros aparecerem, e te espanta o que acontece e quem realmente aparece.

Destaco também determinadas partes onde o livro me deu MEDO, de verdade. Não medinho "oh ele é um vampiro", mas aquele medão que sobe pela espinha, te faz imaginar a cena e te dá um belo nó na garganta, como por exemplo, quase todas as partes relacionadas à Akasha e a Enkil e aos movimentos (físicos, mesmo) deles.

E, pra quem como eu, gostou muito de Louis, em Entrevista com O Vampiro, é agradável a expectativa sobre ele aparecer ou não. E, falando em Entrevista, que é o primeiro da série Crônicas Vampirescas e antecede O Vampiro Lestat, devo dizer que não é tão bom quanto o segundo. Em Entrevista, que é contado pelo ponto de vista de Louis, você apenas enxerga o Lestat cruel, festeiro e sádico, sem saber quase nada dele ou seus motivos. Já em O Vampiro Lestat, os porquês de absolutamente TUDO em Entrevista ficam claros: seu silêncio quando Louis e Claudia o perguntavam de onde vieram os vampiros, seu temperamento, de onde ele conhece Armand e muita coisa mesmo. Lestat vai, visivelmente mudando, mas sem deixar de ser o mesmo, e ao final do livro, o que temos é um Lestat cruel, sádico, mas desafiador, questionador, e pasmem, sensível, como era no começo da história, característica inexistente dele quando é citado em Entrevista.
E isso tudo sem falar em toda a questão filosófica que Anne Rice sempre aborda em seus livros. Sim, porque ser vampiro não é só "tô com fome, vou matar alguém", ou como atualmente Edward Cullen diria: "tô com fome, vou chamar meus irmãozinhos para matarmos ursinhos". Tem a questão dos assassinatos e da profunda crise existencial até você saber de onde veio, o medo de encarar a eternidade e por aí vai. Ser vampiro, ao contrário do que pensam, ainda mais atualmente, não é fácil, colega. Anne Rice está aí pra mostrar isso, e Monsieur Le Rockstar está aí, mais ainda, pra tentar fazer da sua existência cheia de dúvidas, aventuras e glamour, a mais fácil possível - ao menos pra ele.

Notas:
•Anne Rice CAPRICHOU no Lestat. Por culpa desse livro, agora não tenho um, mas três imortais preferidos: Lestat, Louis e Marius.
•QUE FINAL FOI ESSE HEIN TIA RICE? Abalou aqui, deu aquele medão de novo e aquela vontade louca de correr pra estante e começar A Rainha dos Condenados. Mas ele vai ter que aguardar pra ser lido, pus na frente dele dois cuja leitura não posso e nem quero mais adiar.
•Imaginem um filme bem escrito e fiel a esse livro, que maravilha não ia ficar?! Que jogassem A Rainha dos Condenados no lixo e começassem tudo de novo! Mas epa, o Antonio Banderas de Armand eu até posso aceitar que troquem, porque fisicamente ele não ficou parecido com o Armand descrito no livro, mas Brad Pitt TERIA que ser Louis novamente e Tom Cruise TERIA que ser Lestat de novo, também. Se daria certo, agora que estão mais velhos? Talvez sim, nada que uma maquiagem não resolva, mas se não desse, só procurar atores parecidos com Brad e Tom fisicamente e pronto! :)
•Quem é Edward Cullen e cia glitterizada perto de Lestat...? É bom que Stephenie Meyer continue sem ler os livros da Anne Rice, caso contrário vai certamente entrar em depressão e tentar o suicídio (o que seria um benefício pro mundo, aliás), tamanho é o abismo literário que as separa.
Ingrid Santos 08/03/2012minha estante
Concordo!!Eu nem quero ver o filme da Rainha dos Condenados pq [com exceção de Armand] eu tenho em minha cabeça um Louis - Brad Pitt e Lestat - Tom Cruise!

Também prefiro O Vampiro Lestat até agora!mas ao contrario que você não consegui aguardar [mesmo nem tendo o livro e tendo 44354435 na frente dele!!]

Excelente resenha ;D


Sam 06/01/2013minha estante
Boa sua resenha... Bastante detalhista gosto disso! Desperta até a curiosidade daqueles que ainda não leram o livro. E também concordo que a atuação do Tom Cruise seja melhor que a do Stuart Towsand. :)


Juliana Pires 19/01/2013minha estante
Adoro suas resenhas, tão detalhistas, dá vontade de correr para o livro agora. Eu ainda não li a série, esse ano eu começo, por que desde criança eu sou fascinada pelas vampiros da Ane, e se eu li Crepusculo, as Crônicas Vampirescas é obrigação.


Raquel 06/04/2013minha estante
Jun, eu já estava curiosa para ler "O vampiro Lestat", pq apesar de eu não ter gostado muito de "Entrevista com o vampiro", eu quis saber como continuava a história. Depois de ler sua resenha, irei lê-lo com certeza! Amei sua resenha, está de parabéns!


nih campos 21/05/2013minha estante
Ótima resenha!!!bJOS


Carolina 13/06/2013minha estante
Concordo plenamente! O Lestat que colocaram pra a gente engolir em "A Rainha dos Condenados" é uma falta de respeito ao Lestat por Tom Cruise! E uma coisa que eu acho bacana demais nos dois livros, o primeiro e o segundo, é como você observou, a visão que Louis tem de Lestat é de um Lestat egoísta, mesquinho, que não liga pra as questões que ele se importa, que não está interessado em descobri-las e que não passa de um assassino que mata para saciar a sede dele. Mas quando você vai ver o lado de O Vampiro Lestat você ri da cara de Louis (apesar dele ser meu vampiro preferido e de eu amor ele mais que tudo) pela interpretação totalmente equivocada que ele dá para Lestat. Ele já sabe de todas as questões que Louis se pergunta porque ele já fez todas elas. Nosso querido Lestat é muito, mas muuuuuuuuuuuuuuuito mais além do que Louis mostra que ele seja, e como é!

Parabéns pela resenha, adorei! ;**


Edmilson 19/06/2014minha estante
Parabéns pela resenha, definitivamente, O vampiro Lestat da um banho nesses vampirinhos.


Kathy 03/07/2014minha estante
Hahahahaha disse tudo!! O Lestat do filme "A Rainha dos Condenados" não tem nada a ver com o Lestat do livro, nem com o Lestat do livro que "inspirou" o filme. Já o Lestat de Entrevista com o Vampiro (Ton Cruise), tem mais a ver com o Lestat deste livro. Enfim... Não curto a vampiragem, mas a Anne Rice é... Sem comentários. :D




Dy 11/03/2010

Ai, Lestat, Lestat. Estabeleceu todos os meus padrões de vampiro perfeito. Perfeito justamente por não ser perfeito. Cruel, ainda assim sensível. Questionador. Charmoso. Incontestável.

Neste episódio das Cronicas Vampirescas temos a história do ponto de vista de Lestat (o primeiro volume é o Entrevista com Vampiro - ponto de vista de Louis), e para quem quiser acreditar - como eu - na versão de Lestat dos fatos, o matador de lobos arrasa.

A história vai do passado ao presente, e traz agonia e prazer alternadamente. Embora a história de Lestat acabe na ultima página, do meu ponto de vista é obrigatório ler-se a sequência - Rainha dos Condenados.
spessoto 11/03/2010minha estante
Também prefiro a versão dos fatos por Lestat! Muito mais interessante :)


Anniee 01/06/2010minha estante
sintetizou o Lestat em poucas palavras!


Camila Ramos 22/04/2012minha estante
Falou tudo ;D


Sam 06/01/2013minha estante
A versão em que a história é relatada pelo ponto de vista de Lestat é com certeza mais interessante!


Kathy 03/07/2014minha estante
Lestat é o cara. Mas eu adoro o Lois. Adoro os dois. :D




Marlon Teske 18/02/2011

Vive la Vida Loca
Há alguns anos tentei ler o Vampiro Lestat e acabei deixando-o de lado em detrimento de outros livros, e no fim acabei abandonando de maneira forçada devido ao vencimento da biblioteca. O tempo passou e agora lembrei de procurar este livro para recomeçar a leitura do ponto onde parei. E foi bom assim, não recomendo em absoluto ler O Vampiro Lestat antes de Entrevista Com o Vampiro. Por que boa parte da mítica da história gira em torno do primeiro.

A história de Lestat é dividida pela autora - Anne Rice - em vários livros menores que contam a história de Lestat do fim de sua vida mortal até a atualidade quando ele desperta após os eventos vistos em Entrevista. Aliás, as passagens relativas ao tempo atual da história (a década de oitenta, para ser mais exato) são, de longe, as mais enfadonhas e repletas de clichês punks. Talvez como um retrato da própria década de 80, é verdade, mas ainda assim, não fazem jus aos relatos de época dos séculos XVIII e XIX, e alguns ainda mais antigos, relativos a mítica do vampiro desenvolvido pela autora que fala "Daqueles-Que-Devem-Ser-Conservados"

A visão romântica, rebuscada e altruísta da "vida após a morte" de Lestat contrasta muito com o derrotismo e o espírito depressivo de Louis, o protagonista do Entrevista. Também são explicadas, de certa forma, uma série de fatores que separam àqueles predestinados a serem realmente imortais dos vampiros comuns que enlouquecem e morrem poucas décadas (ou, no máximo, um ou dois séculos) após serem criados.

É uma história rica e repleta de passagens memoráveis, mas, na minha opinião, que se perde ao chegar ao tempo atual. Até compreendo a vontade de jogar tudo pro alto de Lestat, mas o processo que o transforma numa espécie de pop-star financiado pela fortuna inesgotável que possui juntamente com a banda de hard-rock de fundo de quintal que o fez despertar para o século XX é bem esquisita, para dizer o mínimo.

Ao fim, essa necessidade de revelar ao mundo que ele é um vampiro (dito em caixa alta várias vezes no capítulo em questão) rendeu uma cena que me lembra muito os filmes do Shrek, onde praticamente todos os personagens principais aparecem juntos num grande palco dançando e cantando. Claro que o livro não termina aqui, há ainda uma boa surpresa para os momentos finais. Mas...

Enfim, um complemento muito bom para o Entrevista, sem o mesmo ar de mistério do primeiro, mas ainda assim uma boa leitura.

Lido em Fevereiro de 2011
Sam 06/01/2013minha estante
Gostei de sua resenha!


Carol 18/05/2016minha estante
Concordo com a sua resenha.
Eu gostei muito do livro, inclusive mais do que o "Entrevista", mas não gostei da parte do astro de Rock. Acho que não ficou bem explicada essa necessidade dele de se mostrar de repente. Ele fica décadas escondendo tudo de Louis, até arriscando o relacionamento deles por nunca mostrar quem realmente era e o que sabia e num belo dia acorda e decide contar ao mundo e ainda ser astro de rock, que ao meu ver, não combina nada com o seu ar aristocrata. Sim, ele gostava de teatro e de aparecer, mas existe uma diferença entre teatro e show de rock e Lestat não entra na minha cabeça como astro de rock, não me parece sua postura.
Achei muito bem escrita a vibração do show (eu, que adoro shows de rock, me senti em um), só não me pareceu encaixar no resto da história.
Quanto ao resto do livro, achei incrível a coragem de ir à raiz da história dos vampiros e adorei a maneira com que faz pensar e refletir sobre a eternidade e a vida. A questão filosófica foi o que mais gostei no livro.
Enfim, gostei muito, mas não consegui encaixar o século XX de Lestat.
Gostei muito de sua resenha.




Fran 06/10/2010

O que foi isso? Que final foi esse? Que doidera foi essa?

Só pelas últimas 150 páginas já vale a pena! Não que o resto não valha, mas as últimas 150 são de matar! De tirar o fôlego! De se apaixonar! E foram elas que garantiram as 5 estrelas.

Quando li Entrevista com o Vampiro, odiei e amei Lestat! Isso porque a gente o vê pelos olhos de Louis, que mostra o quão cruel e extravagante é Lestat, e essas características te fazem ir para sentimentos extremos.

Começando a ler O Vampiro Lestat, parecia que tínhamos um 3º personagem. Senti falta do Lestat de antigamente. Mas no fim ele voltou! E todas as minhas dúvidas foram esclarecidas. TODAS! Isso não é uma beleza?

Demorei pra ler, porque é um livro tão repleto de informação que lendo 10 páginas tu tens coisas pra digerir por um bom tempo.

E vamos combinar hein! Monsieur Rockstar é o máximo! Esse é o Lestat!

Apaixonei por vários, vários personagens! E adorei saber de tudo!
Sam 06/01/2013minha estante
É realmente incrível!


Carolina 20/07/2013minha estante
É incrível, a verdadeira face de Lestat é mostrada nesse livro! Que vai muito além do que Louis escreveu em Entrevista.




Dominique 06/08/2009

Delirante...
Vampiro Lestat é sem sombra de dúvidas muito melhor que "Entrevista com um vampiro".

Lestat nasceu para brilhar no século XXI com certeza, ao som do rock pesado e do ofuscante brilho dos holofotes de um palco. O vampiro consegue ser engraçado, misterioso, sedutor, apaixonado, inteligente... tudoooo ao mesmo tempo. É também um pervertido, safado, pois se apaixonou por todos os vampiros (sim, sim, do sexo masculino) do livro. Akasha e Marius são outros dois personagens brilhantes, que adorei.

Consegui, finalmente, entender as motivações de Lestat ao omitir seus conhecimentos de Louis e Claudia.

Enfim, foi meio cansativo terminá-lo, mas adorei o final bombástico.

Mandark 06/08/2009minha estante
^^ Finalmente alguém que compartilhe da mesma opinião que eu... Lesta é realmente muito melhor que o "Entrevista"... =]

^^ Que bom que vc finalmente o terminou!!! xD


Glauber † Binho 15/12/2009minha estante
realmente o vampiro Lestat é bem melhor que o entrevista mais paginas mais personagens vc fica empolgado doido para chegar ao final e o livro contado por Lestat foi ótimo tivemos outra visão do primeiro livro


Evelyn 01/04/2011minha estante
A questão de se apaixonar... bem, o único que ele era apaixonado mesmo era Nicholas. Quando ele fala em se apaixonar, na verdade é de uma maneira um pouco filosófica. Ele se apaixona pelas vítimas dele, por exemplo. Ele fica fascinado, respeita... ou seja, é um ponto mais filosófico.




Aline Mendes 24/07/2013

O livro é maravilhoso, tem uma história brilhante. A narrativa da autora, para mim, é viciante.
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Lucy 20/02/2012

Aqui, a história de um dos maiores e mais belos sonhadores imortais.
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CooltureNews 23/06/2012

Postado no www.CooltureNews.com.br
Bem vindo a bordo do segundo volume de “As Crônicas Vampirescas”, espero que o grande vampiro Lestat De Lioncourt não fique desapontado com esta resenha que sua humilde fã escreve, tentarei ao máximo fazer jus a este fabuloso livro. Não, não estou louca por começar uma resenha assim, mas quando você ler este livro entenderá o que eu digo, já que a forma narrada faz com que você se sinta em uma conversa intima com o personagem central, e é claro, as vezes você chega a pensar que ele é real e “vive” entre nós, e como não custa nada tentar agradar este vampiro que é de parar corações a séculos, literalmente, quero fazer uma resenha que possa agradá-lo e aos nossos leitores do Coolture news.

Acho que todo mundo já deve ter ouvido falar de Anne Rice, e justamente por ter escutado muitas recomendações que fiquei fascinada para ler algo dela, assim tive a sorte de conseguir O Vampiro Lestat um de seus livros de grande sucesso, ainda não tive a oportunidade de ler o primeiro volume da série, "Entrevista com o Vampiro", mas me informaram que não me sentiria perdida se começasse no segundo volume de “As Crônicas Vampirescas” e foi assim que comecei esta fascinante leitura.

Lestat é um personagem viciante, neste livro nos envolvemos em sua história de antes e após de se tornar um vampiro, acho que foi por isso que me apaixonei por ele, já que mesmo antes de ser transformado sempre foi um jovem corajoso, que mesmo nas paginas do livro era possível ver a luz da vida ao seu redor, e sua juventude impulsiva.

Nas demais paginas somos levados através de Lestat a Paris onde se torna um grande ator (cheguei a me imaginar uma jovem vibrando na plateia por ele *-*), mas mesmo assim não demora muito a chamar atenção de algo não-humano, e sua vida é retirada sem sua permissão, a adrenalina que senti, com ele mesmo humano lutando pela sua mortalidade foi sensacional, valeu a pena. Assim nasce o nosso príncipe Lestat, vindo diretamente para assombrar e alegrar nossas noites.

O livro embarca em alguns assuntos bem legais, trazendo de volta e nos apresentando novos personagens: Adorei o teatro dos vampiros, a volta nosso louco violinista Nicolas, amigo do nosso vampiro de antes da transformação, Nicolas foi um personagem que deu algo a mais na historia em minha concepção, sem ele acho que Lestat não perceberia totalmente o mal que ele pode realizar,o amor de Lestat por sua mãe, a historia de “Aqueles Que Devem Ser Conservados” entre outras, o livro é uma volta completa pelo mundo vampiro, deixando qualquer um louco para conhecer Lestat e acabar com sua solidão.

O final foi otimo, Lestat deu uma pequena volta no primeiro volume de “As Crônicas Vampirescas” para esclarecer suas ações o que me deixou com agua na boca para ler “Entrevista com o Vampiro” e conhecer Louis que ja ganhou meu coração, com certeza quero dar uma passadinha lá para seguir em frente com minha leitura que nossa querido Anne Rice nos proporciona.

Querido Lestat De Lioncourt, espero que você e nossos queridos leitores tenham gostado desta resenha, e deixo uma dica, é impresindível a leitura da série Cronicas Vampirescas, que é um tiro certeiro para quem quer passar o tempo curtindo uma viagem para um narração deliciosa de nosso vampiro nada modesto. E para quem pensa que a imortalidade é um mar de rosas, Lestat nos mostra a verdade por trás da morte.

Fica a dica. O que vocês acharam? Se você também leram esta obra, deixe aqui opinião, que irei adorar conhece-lá. O que me diz Lestat, gostou ou não desta resenha?
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Ezequias 05/06/2011

Cada pagina passada era um martírio. Não gostei dos personagens, principalmente o protagonista, não gostei da narrativa, não gostei do enredo. Larguei o livro na metade.
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CarlosDG 08/01/2014

o melhor vampiro (na minha opinião)
Este livro relata a vida e morte do vampiro Lestat, personagem muito complexo e, na minha opinião, o melhor vampiro de todas as series que já vi.
é uma leitura boa, para quem gosta do estilo pesado da autora Anne Rice, e que nos leva a varias reflexões.
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SakuraUchiha 01/04/2015

Lestat está de volta e rompe o silêncio.
"O Vampiro Lestat" continua a fascinante explicação do grupo de imortais que tantos de seus fãs têm vindo a conhecer e amar ao longo dos anos. Lestat está de volta em toda a sua glória. O livro traz todos os nossos amados vampiros e novas adições para o século 21.
'Entrevista com o vampiro' foi contada a partir da perspectiva limitada de Louis. Lestat propositadamente o manteve no escuro sobre a história e o significado de ser "mortos-vivos". Este livro é escrito, não só do ponto de vista de Lestat, mas pelo próprio Lestat. Ele acrescenta uma incrível profundidade ao conto que começou em "Entrevista com o Vampiro", e leva o leitor através de séculos de riqueza e beleza (e sangue, é claro) em Paris, Egito, New Orleans, e em Londres, respondendo a perguntas não respondidas neste mundo vívido, complexo, e sombrio dos vampiros. Há tantas coisas inesperadas que ocorrem nesta estória que quase faz você pular enquanto lê, como se estivesse vendo um filme.
Anne Rice enche sua escrita com a filosofia alfabetizada e bem pensada sobre o significado da imortalidade. Ela faz isso de uma forma despretensiosa que nunca se intromete no sentido de suspense e falta de ar que a trama exige. Sua linguagem é adorável e seus diálogos são sem esforço. Eu acho que, devido à sua popularidade, esta habilidade tem sido subestimada pelos críticos.
Anne Rice é a gênese da ficção contemporânea moderna dos vampiros, e embora tenha havido muitos adeptos de sua escrita, nenhum outro autor pode se comparar à ela. Eu caí de amor por todos os vampiros de uma só vez.

site: https://bookzinga.wordpress.com/2006/01/29/o-vampiro-lestat/
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'Vanessa 17/07/2013

SE vampiros existissem seriam assim...
Um livro maravilhoso, a autora criou um mundo de vampiros totalmente próximo da realidade. A saga toda é muito envolvente, amores, paixões, o que damos valor nessa vida? Não é historinha de adolescentes, de vampirinhos que usam anelzinho mágico...mas personagens fortes, e na vida reais, que tem suas caracteristicas acentuadas pela imortalidade!
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Annie 02/07/2017

O Vampiro Lestat
- Aquele é Lestat de Lioncourt, é o mal em figura de gente, ele parece um garotinho egoísta, traiçoeiro e descarado, mas na verdade é muito, muito mais que isso."
- Lestat de Lioncout, como é que eu posso começar a explicar Lestat de Lioncourt?"

Lestat é simplesmente icônico! Eu não gostava muito dele em Entrevista com o Vampiro, mas nesse livro ele conseguiu me conquistar totalmente. O príncipe moleque - como é chamado carinhosamente por um antigo vampiro - é completamente irresistível.

Logo na primeira página Lestat se apresenta:

"Tenho um metro e oitenta de altura, o que causava forte impressão nos idos de 1780 quando eu era um jovem mortal. Agora, não é nada de mais. Tenho cabelos louros e cheios que quase chegam aos ombros, mais para ondulados, que parecem brancos sob luz fluorescente. Meus olhos são de cor cinza, mas absorvem facilmente as cores azul ou violeta das superfícies a seu redor. E tenho um nariz bem pequeno e estreito, uma boca bem desenhada, só que um pouco grande demais para meu rosto. Pode parecer muito cruel ou extremamente generosa a minha boca. Mas sempre parece sensual. Neste exato momento sou o que a América chama de superestrela do rock. Meu primeiro álbum vendeu quatro milhões de cópias. Estou indo para San Francisco para a primeira apresentação de uma turnê de concertos por todo o país, que levará minha banda de costa a costa. A MTV, o canal de televisão a cabo que transmite música de rock, vem exibindo meus videoclipes noite e dia há duas semanas. Também estão sendo exibidos na Inglaterra, no programa Top of the Pops, na Europa Continental e provavelmente em certas regiões da Ásia e do Japão. Fitas de vídeo de toda a série de clipes estão sendo vendidas no mundo inteiro. Também sou o autor de uma autobiografia que foi publicada na semana passada. "

Uma regra dos vampiros é que eles não podem se revelar aos mortais, mas Lestat nunca foi de obedecer regras, não é mesmo? No início do livro ele conta que estava deitado na terra - um ato que todos os vampiros fazem, cedo ou tarde quando estão desgostosos com suas vidas imortais. Ele foi despertado de seu sono através do som de uma banda de rock que ensaiava perto de sua casa. Lestat logo se tornou vocalista da banda e trocou o nome dela de Noite de Satã para o Vampiro Lestat. Ele não parou por ai. Também decidiu lançar uma autobiografia e fazer um megashow em São Fransisco. Como podem imaginar esse show vai provocar a ira dos vampiros em todo mundo, o que não causa surpresa em Lestat, apenas divertimento.

O livro não se resume ao presente: Lestat conta sobre toda sua vida mortal e imortal. Ele começa contando sobre quando era adolescente, filho de um lorde francês, quando ficou conhecido como matador de lobos. Nessa parte achei incrivelmente parecida com os lamentos de Louis e senti fortemente o impacto nessa parte:

"— Mas é apenas isso — eu disse —, nós não fazemos nenhuma descoberta na hora da morte! Apenas paramos! Passamos para a não-existência sem jamais saber de coisa alguma. Eu via o universo, tinha uma visão do sol, dos planetas, das estrelas, da noite negra continuando para sempre. E comecei a rir. — Você percebe isso? Jamais saberemos por que diabos tudo isso aconteceu, nem mesmo quando acaba! — berrei para Nicolas que estava recostado na cama, sacudindo a cabeça e bebendo o vinho de um garrafão. — Nós vamos morrer e nem vamos saber. Jamais saberemos, e toda essa falta de sentido vai continuar para sempre. E já não seremos mais testemunhas disso. Nem sequer temos o pequeno poder de dar sentido a isso em nossas mentes. Nós apenas vamos desaparecer, mortos, mortos, mortos, sem nem ao menos saber. Mas eu havia parado de rir. Fiquei parado e compreendi perfeitamente o que estava dizendo! Não havia nenhum Dia do Juízo Final, nenhuma explicação derradeira, nenhum momento luminoso no qual todos os erros terríveis fossem corrigidos, todos os horrores redimidos.
— Mas como você vive, como continua respirando, andando e fazendo coisas quando sabe que não existe nenhuma explicação? — eu estava delirando no final.
— Lestat, creia-me, isso vai passar.
E deixem-me contar-lhes um pequeno segredo. Nunca passou, realmente."

Nós vamos conhecer sobre seu amor pelo teatro. Uma coisa sobre Lestat é que ele precisa ser sempre o objeto de atenção de todos. Esse é um dos maiores traços de sua personalidade: essa necessidade por atenção e aplausos e no teatro ele consegue isso.
Também conta o início do teatro dos vampiros. Uma coisa muito fantástica e que comecei a notar com isso foi que a Anne está s-e-m-p-r-e expandindo a mitologia da sua saga. Se no primeiro livro o teatro é apenas citado, aqui descobrimos seu criador, primeiros integrantes e o motivo pelo qual foi criado. Ela faz isso muitas vezes em sua história: pegar um ponto que pensávamos que ficaria esquecido ou não seria nada demais e transforma aquilo em algo maior.


Lestat não poderia deixar de criar tendência e lança em seu livro várias gírias/expressões que são usadas por imortais de todo mundo, como trilha do diabo, dom negro, jardim selvagem. Confesso que fiquei com vontade de fazer uma camisa com algumas delas haha

"Em meu travesseiro de pedra sonhei inúmeras vezes com o mundo mortal lá em cima. Ouvi suas vozes e sua nova música, como se fossem canções de ninar, enquanto jazia em meu túmulo. E embora esse mundo me exclua com suas formas deslumbrantes, eu anseio por alguém que tenha força para percorrer livremente a trilha do Diabo até o fim. " - Velha Rainha


"Apesar de todos os refinamentos da civilização que conspiraram para produzir a arte — a estonteante perfeição do quarteto de cordas ou o exuberante esplendor das telas de Fragonard — a beleza era selvagem. Era tão perigosa e sem lei quanto a terra fora milênios antes que o homem tivesse elaborado um único pensamento coerente ou escrevesse códigos de conduta em tábuas de argila. A beleza era um Jardim Selvagem. "

"Assim, por que iria feri-lo o fato de mesmo a música mais desesperadora estar cheia de beleza? Por que isso iria magoá-lo, torná-lo cínico, triste e desconfiado?
O bem e o mal são conceitos criados pelo homem. E o homem é melhor, de fato, do que o Jardim Selvagem. "

O livro ainda conta sobre a criação de seus primeiros vampiros e o encontro de Lestat com o antigo e poderoso Marius quando Lestat conhece a Mãe, a antiga rainha Akasha, também conhecida como a Rainha dos Condenados.


No final do livro mostra o tão aguardado e polêmico show em São Francisco. Bem, realmente não posso falar muito sobre isso, por mais que tenha vontade. Você ler essa parte sem conhecer nenhum spoiler é a coisa mais fantástica. Você não consegue acreditar no que está lendo, de tão louco que é.


Como já disse antes, Lestat é absolutamente incapaz de seguir qualquer ordem, obedecer qualquer coisa e é isso que o faz tão único. Mesmo que eu tentasse descrever o prazer que senti ao ler esse livro não adiantaria, você precisa conhecer a história por si só, mesmo que não seja fã de vampiros, eu também não era antes de conhecer as Crônicas, tenho certeza que vai ser uma experiência maravilhosa.

Leia mais no Blog::

site: https://eradistopica.wixsite.com/eradistopica/single-post/2017/06/13/O-Vampiro-Lestat---Resenha
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Leonardo 10/12/2012

O Vampiro Lestat é mais um livro fantástico de Anne Rice!

A única saga em que eu adentrei num romance totalmente e apaixonadamente vampiresco. Afinal, não é sem mérito que Anne Rice é considerada a "mãe dos vampiros"!

O Lestat é um protagonista sólido e carismático! Lestat é agora uma celebridade que após estar em latência durante anos, emerge das profundezas de um cemitério para o século XX.

Um século em ebulição e em constante mudança! Apaixona-se pela época em tudo é aceitável! Curiosamente, encontra um exemplar do livro Entrevista com o Vampiro narrado por Louis. Revoltado com algumas revelações do seu antigo protegido, revela a sua identidade ao mundo e torna-se inacreditavelmente numa estrela do rock! Também inicia as suas próprias Crônicas. A sua vida humana, a sua morte, a sua transformação e as suas lutas são o foco deste livro.

Após lidar com a natureza vampiresca, Lestat - o imortal - procura a origem da espécie vampiresca. Viaja pelos continentes: europeu, africano e asiático entrando em contacto com mitologias tão antigas como a egípcia, a grega e a celta. A jornada de Lestat dá a conhecer a evolução dos vampiros, ao longo do tempo, e como estes são influenciados pelas sociedades em que vivem.

A imortalidade será uma benção ou uma maldição? Este livro revela um Lestat muito diferente daquele que é retratado na Entrevista com o Vampiro. É um imortal que se preocupa-se com a espécie humana!
O conflito entre o que é bom e o que é mau acompanha o nosso protagonista e, o leitor é transportado mais uma vez para o mundo complexo e delicioso de Anne Rice.

A ação é intensa e a viagem que Lestat empreende é deveras apaixonante! Adoro estes vampiros! Têm substância! Não são conchas vazias que se escondem por detrás da sua beleza e perfeição física. Simplesmente geniais!

Para quem gosta do gênero é uma leitura viciante e contagiante! Anne Rice cria personagens fabulosos, que ficam na memória pela sua complexidade e, por vezes, dualidade.
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Mandark 13/06/2009

Um personagem marcante, uma história envolvente! O livro que fez eu me apaixonar por histórias de vampiro! Muito bom mesmo! Anne Rice criou personagens que quase saltam das páginas do livro... É viciante!
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Dominique 26/11/2009minha estante
com certeza! Anne Rice dá vida a seus personagens.




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