Filhos do Éden

Filhos do Éden Eduardo Spohr




Resenhas - Herdeiros de Atlântida


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diego 28/10/2011

Um autor como qualquer outro
Não sei o motivo de tal alvoroço quando Spohr estreiou em 2010 com um marketing potente, seu livro foi reeditado várias vezes e ainda entrou no grande mercado com alguns erros, para mim não é diferente da maioria. A escrita e mal articulada, voltamos quase o tempo todo as mesmas caracteristicas de Ablon, outro erro de qualquer estreante. Mas não vamos falar disso, eu só quis mostrar que Eduardo Spohr para mim não foi diferente de outros autores brasileiros estreantes, exceto pelas vendas.

Filhos do Éden inclusive já entrou entre os mais vendidos, mostra do que autor já é um nome sólido em nossa literatura, mas que por enquanto não apresentou nada de excepcional. Nada que me deixasse de queixo caído. Nesse livro principalmente o autor se aproxima bastante do estilo de André Vianco e nos apresenta novos personagens, nem todos vão agradar, acredito. Principalmente aqueles que restaram. Acho que esse deve ser o que Spohr deve trabalhar mais, em ABDA já não vi nada de interessante em Ablon e Shamira(a feitciera que parece pensar sobre tudo e a salva o herói de tudo), agora, ainda não vejo muito profundidade, até naqueles que deviam ser mais humanos.

A história não nega o esforço do autor, muito bem desenvolvida e menos massante, como uma série de sei lá quantos livros, os personagens tem tempo de se desenvolver.

Mas, ao menos para mim Eduardo Spohr não se destaca entre os demais, exceto pelo marketing feito por amigos (como desse sujeito logo abaixo que o chega a comparar com Rowling, sem noção de tudo) por vezes pretensioso, se eles não tentassem a todo custo vender um "grande épico" ou o "melhor autor já visto por aqui" talvez o resultado fosse mais satisfatorio, por que comprei o livro de "uma das mente mais criativas da nossa terra" e me veio um André Vianco loiro, nada contra o autor de vampiros, mas se há uma comparação mais verdadeira do que a feita com Tolkien, é essa.
JV 28/10/2011minha estante
Diego; concordo que quando comecei a ler ABdA tive a mesma sensação que você: é só mais um autor, que teve a "sorte"de um bom marketing (para um público específico). Mas a verdade é que quando terminei ABdA e FdE, percebi que havia mais ali do que uma pitada de sorte.
Talvez por conhecermos as bem as influências do autor, e até conhecê-lo um pouco - através do Nerdcast - ficamos com a impressão de que seria fácil escrever "um livro como qualquer outro", mas isto não é verdade.
Em FdE já percebi um amadurecimento do autor, com uma escrita mais objetiva, personagens mais dinâmicos e variados. Com certeza Eduardo realizou um enorme trabalho de pesquisa acerca de todas locações que aparecem nos 2 livros, pois desde ABdA ele já descreve com uma vivacidade impressionante cidades distantes (me refiro às reais) e cria civilizações vivas como Enoque e Atlântida, ou Babel.
E com certeza, só o tempo dirá se os livros têm qualidade ou não. Eu acredito que sim.


diego 28/10/2011minha estante
Então JV acho que sim o Jovem Nerd vendeu pra muita gente gato por lebre, até por que eles estavam entre amigos - e esses não são melhores críticos. Mas quando o livro ganhou impulso nacional acabou que muita gente foi no mínimo ludibriada.
E, quanto as pesquisas, esse foi o único fato de eu não dar uma estrela. O livro tentou voar alto demais e o tombo foi maior ainda, tudo é uma questão de expectativa.

Concordo, com você, só o tempo dirá, por enquanto, acho melhor não arriscar.


Hiero 10/02/2012minha estante
Concordo com boa parte do seu comentario. Acho que o Eduardo tem um diferencial alem do JN que é a empatia com o publico. Ele é muito solicito e atencioso sem demonstrar falcidade, pelo menos foi isto que achei conversando algumas vezes com ele via twitter e na palestra da bienal que ele fez aqui em curitiba. Mas em relação ao livro Filhos do Eden eu realmente tive um desapontamento, enqto no Batalha do Apocalipse ele se ateu a dialogos e fatos que eram interessantes, no Filhos do Eden a história é massante tanto que abandonei o livro, acho ainda que o Eduardo tem uma boa base de fantasia o que faz com que a evoluçao neste genero seja promissora, mas ao mesmo tempo ele tem que ler outras coisas como Sidney Sheldon e Stephen King. para dar conotações diferentes a suas histórias.


Philippe Correia 18/04/2012minha estante
Engraçado é que 99% dos que criticam o livro, o lêem esperando que Eduardo derrube Tolkien, se impondo como o melhor escritor de épicos da história. Ele é uma novidade que, em momento algum, quis passar por mérito de ninguém ou reescrever o Senhor do Anéis. Leia o livro como um novo livro, um algo que você nunca viu, e talvez possa realmente se surpreender. ;)


diego 24/04/2012minha estante
Phillipe: é exatamente esse o problema que disse na resenha, a contra-capa faz com que nós olhemos Spohr com um novo Tolkien, uma comparação excedida que está lá para todos verem. Eu assim li, se foi um jeito de chamar atenção deu muito errado.

Hiero:Eu gostei mais de FH, Abda é muito mal escrito, já nesse novo o autor está mais solto, sem tanto didatismo, só q os clichês deles continuam.

Kai: Essa é minha resenha, quem é vc para dizer como escrevê-la?


Leandro 04/06/2012minha estante
Aaah cara, eu gosto muito do estilo do Sphor. Gosto de escrita descritiva, me faz conseguir enxergar melhor o universo ao qual se dá a trama, além de dar um clima bem "rpgistico", estilo de jogo do qual sou muito fã. Eu simplesmente amei ABdA principalmente pelo personagem principal, embora o final tenha sido muito cliche. Sim, é muita forçassão de barra chama-lo de "Tolkien brasileiro" mas eu o acho muito bom, com ideias incriveis e, pelo menos pra mim, consegue fazer personagens que me cativam, como Orion e Gabriel em ABdA. Comecei a ler Filhos do Eden hoje e já estou curtindo bastante. Vamos ver no que dá.


Vinicyus B 17/06/2012minha estante
Só um adendo:
diego, você entendeu a participação dos personagens mas falou como se fosse um ponto negativo deixando-me na dúvida se você realmente tem conhecimento para falar sobre o tema ou se você é simplesmente intelectual demais.
"em ABDA já não vi nada de interessante em Ablon e Shamira(a feitciera que parece pensar sobre tudo e a salva o herói de tudo" Ablon é um anjo , a feiticeira é a raça humana, os anjos não entram em acordo a mais de 12 mil anos, a raça humana sobrevivei a TUDO!!! Essa é a história!


andre 12/08/2012minha estante
Todos os livros tem pontos altos e baixos, só acho que antes de se criticar o trabalho dos outros dizendo que e pura opinião tente passar mais de um ano fazendo pesquisas e ficar sem dormir ou melhor escreva um livro que venda mais de 5 milhões de copias ai sim você vai ter o direito de criticar (opinar) no trabalho dos outros.


Ezequias 15/08/2012minha estante
Andre, todos tem o direito de criticar o livro sim, afinal somos consumidores, e merecemos respeito. Aliais, a crítica é muito importante para o autor, para que ele melhore o seu texto, é como pesos para o halterofilista.

Concordo com sua crítica. O autor diverte sim, mas está mais para um André Vianco do que para um Tolkien.

O problema, com bem dito, é a pretensão do livro a ser uma grande coisa. Ele não é. È só uma boa aventura, o esforço do autor está lá e certamente ele ainda vai melhorar muito no futuro.


Erunestant 28/09/2012minha estante
Também acho completamente descabida a comparação com Tolkien, assim como também acho absurdo comparar George R.R. Martin com o mestre. Não há escritor de fantasia que criou um universo tão conciso e complexo, que conseguiu unir a inventividade com uma incisiva capacidade narrativa como o Tolkien fez. O problema é que as pessoas têm uma necessidade tão grande de comparar, que acabam ignorando a obra dentro dela mesma, uma pena, certamente.

Não acho Sphor um autor brilhante (ainda, pois tem potencial), assim como não o acho como "qualquer outro". O mérito dele não é o marketing porque uma obra não se sustenta só com propaganda, tem de ter mais alguma coisa lá. Ele tem muito mérito nas descrições e nos conceitos interessantes e concisos que cria, mas realmente não possui uma narrativa vistosa; entretanto, acredito que aos poucos ele aperfeiçoará esse ponto, e talvez se torne um escritor de fantasia completo no futuro. Por quê hoje, sua habilidade ainda está muito presa aos comportamentos de um mestre de RPG.

Ainda acho que o autor se prende muito à formula do monomito (Campbell, 1949), da maneira que quase não arrisca, obedecendo a cartilha religiosamente. Esse tipo de coisa pode ser melhorada. Conforme o ofício se desenvolve e as regras são totalmente assimiladas, a probabilidade de quebrá-las e conceber preceitos próprios aumenta.

Agora, nem Vianco, nem Tolkien, nem Rowling. Compare o autor com ele mesmo, por favor. É mais justo.


Dea 13/12/2012minha estante
Ainda acho que vc foi generoso com sua nota, só vi gente que tem Crepúsculo como livro favorito dando cinco para "isso". Quanto se tem Crepúsculo, Cinquenta Tons de Cinza e afins como livros favoritos é fácil dar nota 5.


Leandro Martins 28/12/2012minha estante
Ainda acho que você Diego, e a moça abaixo de mim, deveriam assistir mais animes, isso fará com que vocês entendam um pouco mais do estilo do escritor que é fã de animes e usou isso com uma base forte para sua obra. Ai sim leiam novamente o livro, ou como disse meu amigo Vinnicyus ali em baixo "você entendeu a participação dos personagens mas falou como se fosse um ponto negativo deixando-me na dúvida se você realmente tem conhecimento para falar sobre o tema ou se você é simplesmente intelectual demais.", eis a questão!


Leandro Martins 28/12/2012minha estante
Ainda acho que você Diego, e a moça abaixo de mim, deveriam assistir mais animes, isso fará com que vocês entendam um pouco mais do estilo do escritor que é fã de animes e usou isso com uma base forte para sua obra. Ai sim leiam novamente o livro, ou como disse meu amigo Vinnicyus ali em baixo "você entendeu a participação dos personagens mas falou como se fosse um ponto negativo deixando-me na dúvida se você realmente tem conhecimento para falar sobre o tema ou se você é simplesmente intelectual demais.", eis a questão!


Rodrigo Oliveira 22/02/2013minha estante
Comparar Eduardo a J.K. Rowling é rídiculo. Se é para compará-lo com alguém, acho que o ideal seria um leve comparação com J.R.R.T., autor de O Senhor dos Anéis.
Eu gostei muito do livro A Batalha do Apocalipse, mas não li ainda Herdeiros de Atlântida.


Julio 15/08/2013minha estante
Não entendo, ele manda bem e é um grande nome da literatura atual, que com toda certeza, só vai atrair mais as pessoas que gostam de ler, mas que tem preguiça de ler livros grandes, todos os meus amigos que eu mostrei(na verdade, forcei) a ler esse livro, adorou, mesmo com o tanto de páginas.


Elielton 06/09/2013minha estante
Gente, que isso, adorei, vivemos democraticamente para fazer nossas criticas a fio, mas chegar ao ponto de dizer quer a literatura escrita por Spohr Diego, é ruim, acho que você ainda está muito apegado ao que J.K nos apresentou com a saga de HArry. E sim comparo Batalha do Apocalipse a Senhor dos Anéis assim como Herdeiro do Edén, são ótimos, sua critica, não tem embasamento.


Dan 09/09/2013minha estante
Você ver um tiozinho que já leu de tudo no mundo, lendo o livro dele no metrô, todo concentrado, com certeza é marketing.


Juan Weitzel 05/10/2013minha estante
Diego, temo essa mesma opinião quanto ao Spohr, eu não o vejo como um destaque, apenas um bom autor que contribuiu para literatura nacional, dele li a ABdA e o comédia Protocolo Bluehand Alienígenas, e confesso que não estou com empolgação nenhuma pra iniciar a trilogia FdE.


Patricia 20/11/2014minha estante
Diego, eu gosto do jeito ácio que você escreve me lembra as críticas do Nelson Rodrigues. Apesar de gostar dos livros do Sphor. Queria muito ouvir sua critica deste épico brasileiro: Saga De Bravos
para participar do sorteio de natal: contato@patriciadeluna.com
"Saga de Bravos traz para você uma incrível história envolvendo três personagens principais, cujas vidas se encontram entrelaçadas há mais de 2000 anos, desde a época de Jesus Cristo. Um triângulo amoroso, onde dois homens, dois imortais, caminham na Terra disputando o amor de uma incrível e improvável mulher, que sempre renasce e vive dividida e impossibilitada de ficar com o seu eleito, numa busca incessante, frenética e misteriosa. Esses dois homens estão condenados a cavalgar juntos até o Armagedom, mas têm uma visão antagônica sobre a Humanidade: de um lado, Templários; do outro, Hassassins. É o sonho de ver a mudança versus o ímpeto de solucionar pela espada. Uma saga épica, com passagens históricas (crucificação de Jesus Cristo, Cruzadas, Cátaros, Corte do Rei Arthur), lugares sagrados, aventura, fantasia, amor, sexo, encontros, desencontros, guerras e paz. Você irá se encantar, perder o fôlego, aprender e se emocionar com esta fantástica história." Trailer:http://youtu.be/p2hwjV5iB6Q


Jeferson 04/03/2015minha estante
Diego, obrigado cara. Pensei que estava sendo vira-lata ao achar que esse livro era nada demais. Esse livro está cheio de clichês hollywoodianos.


Lolo 17/04/2015minha estante
Clichês de personagens rasos??? Jesus, eu nunca li um livro tão mal escrito na vida, li quase chorando, que desgosto, se eu não tivesse pago dezoito dilmas nessa porcaria pode contar que eu tinha jogado fora, nunca mais eu compro mais nada da leya, puta picaretismo, me publicam um cara que nem saber escrever direito sabe, não existe nem mais um controle mínimo de qualidade, fiquei abismada.


Gabriel.Correa 01/09/2015minha estante
Não concordo em nenhum ponto em relação ao autor em si com você, acho que os livros dele são ótimos e todos deveriam lê-los, embora claro, meu amigo, nunca vamos poder compará-lo com o mestre Tolkien como querem nos influenciar a fazer com seu marketing exagerado. Embora não concorde com a sua opinião, a respeito muito, pois cada um tem seu olhar e sua experiência literários. Abraço


Guilherme.C 13/07/2017minha estante
Falando aqui em 2017, li o primeiro (Batalha do Apocalipse), comecei agora Filhos do Éden e estou gostando. É um livro bom e normal. Não preciso depreciar o autor que tentou, acredito, dar o melhor de si e está melhorando com o tempo. Sua crítica parece mais uma birra pessoal que literária.

Como os livros estão sendo bem vendidos até hoje, pelo jeito o público gostou e continua a gostar do universo criado por ele.


Fernando.Augusto 26/07/2018minha estante
O pessoal sempre é mais crítico com literatura que com outras forma de arte. Imagina pelos comentários aqui colocados se fossemos avaliar música ou cinema no mesmo nível de crítica... todas as músicas deveriam arrancar lágrimas de nós, todos os filmes nos fariam aplaudir de pé ao final da sessão.

Como entretenimento é um excelente livro. O universo das histórias é ótimo!!! É um Senhor dos Anéis.... afffff né... claro que não, mas é sim um excelente livro para se divertir.


Brunosauro 30/07/2020minha estante
Tipica resenha do " so publicou porque é amigo de tal ". Só mais comprida do que o espaço no twitter.


Flavia.Morais 25/09/2020minha estante
Eu amo esse livro, 5 estrelas favoritado, acredito que merece o reconhecimento que tem ainda mais por ser um autor nacional. É perfeito!


Inalda 17/10/2021minha estante
Acredito que uma pessoa que leu 14 livros não está preparada para julgar, e porque ninguém é crítico literário. Não gostaram? Tudo bem. As pessoas desse grupo adoram criticar.


Jeronimo.Honorato 10/06/2022minha estante
Como qualquer outro não,e sim um dos grandes.no Brasil ele referência,e sinto muito seus livros não levam menos de 4 estrelas.um autor competente e com uma escrita absurdamente criativa.


Caio 10/01/2023minha estante
Eu fui o errado por não ler a sinopse e pensar que era uma continuação da Batalha do apocalipse, fiquei obcecado na época, aí a leitura foi uma quebra de expectativa, mas não chegou a ser ruim, o autor é muito bom.


Kizzi1 19/08/2023minha estante
O cara perde esse tempão escrevendo um textão falando mal do autor kkkk Em cada palavra só vi inveja, falta de humildade, hater gratuito.

Vc acha que vc é quem? Kkkkkk MDS a arrogância dessa pessoa de achar que pode falar mal do trabalho dos outros é impressionante. Quem vê pensa que é um crítico de vdd, só que não. É so um ignorante analfabeto que não valoriza sua própria origem.

Eduardo Spohr é um dos muitos que trabalhou demais para conseguir visibilidade. Criou um universo incrível para que todos tenham acesso.
Defeito todo autor tem, mas ao invés da gente ficar devendo a lenha pq a gente não apoia? Se nós apoiassemos o brasileiro teria muito mais coisa que apreciar e se orgulhar.

O Eduardo tem um público alvo, se vc não faz parte do público alvo, não e culpa dele.

Se vc não faz melhor pq vc acha que vc pode criticar? Kkkkkkk A pessoa realmente acha que pode criticar o trabalho de alguém... E de dar pena.


Gabriel Lopes Bento 20/10/2023minha estante
Apenas pra comentar, Rowling também é uma bela m****, comercial? Sim. Boa? Nem um pouco.


Franklin Moreno 30/03/2024minha estante
Essa resenha sua é tão ruim que eu tentei ler e entendi menos ainda. Não to gostando do livro, mas essa sua resenha é um pesadelo pra ler.




Surrender_Nih 09/04/2023

Mitologia angelical continua me fascinando
Continuando a tetralogia angélica esse ano, peguei esse pra ler. Pela falta de tempo e dificuldade de levar ele comigo pra facul, demorei mais pra ler, mas continuei gostando muito.

Quanto a escrita, o Eduardo melhora muito nesse livro. Se em Batalha do Apocalipse tínhamos uma leitura mais arrastada e uso de palavras mais difíceis, aqui temos uma leitura mais ritmada, mais fácil e proveitosa.

No enredo, confesso que gostei mais do outro livro, com mais aventuras e viagens. Entretanto, dá pra relevar por ser o início de uma trilogia, foi uma introdução das aventuras que vão vir, ainda mais com o prólogo do segundo indicando a busca da Kaira.

Os personagens aqui, confesso, são menos explorados. Acho que faltou mais para nos ligarmos a eles, apesar de eu gostar muito do Denyel - que é um verdadeiro clichê, mas ignoro isso -. Apesar disso, sinto que houve menos daquela glamourização que o autor jogava no Ablon, fazendo do personagem super forte e invencível e vejo isso como um verdadeiro ponto positivo.

As referências implícitas a Batalha do Apocalipse foram ótimas, inclusive as explicações sobre o que aconteceu com Rafael, que mal é citado no outro livro. Além disso, o mistério do primeiro anjo é algo interessante, introduzido nesse livro e, com certeza, mais explorados nos próximo.

O universo da história, desde a Batalha do Apocalipse, é o ponto forte do livro e meu aspecto favorito. Não sou uma pessoa religiosa - quem me conhece sabe bem que é até o contrário - mas tenho um certo fascínio pelas histórias dos anjos. Acho que o autor sabe explorar bem a mitologia, explicando e mostrando a história do universo e as descrições dos anjos, além dos apêndices e informações extras super interessantes. Se eu tivesse que apontar o principal motivo para ler a tetralogia, diria com certeza que é o universo da história.

Enfim, o próximo é um verdadeiro calhamaço, então provavelmente só vou ler nas férias. É um até logo para Filhos do Éden.

Quotes:

"- Nada persiste por mais de um instante. Seja uma descarga cósmica ou um domingo de sol, todas as coisas estão em movimento."
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Allan 15/10/2021

Um spin-off feito da maneira correta!
Filhos do Éden - Herdeiros de Atlântida é um livro diferente do que eu esperava de certa maneira. Sendo um spin-off de A Batalha do Apocalispe, aqui somos apresentado à novos personagens que irão carregar essa nova história para frente.

A narrativa tem um ritmo bem acelerado, é daqueles livros que não te deixa parar de ler. Todo fim de capítulo, que são bem curtinhos btw, faz com que você queira seguir em frente com a história imediatamente.

Alguns personagens são melhores desenvolvidos do que os outros e tudo bem, afinal temos mais dois livros para terminar a história. Além disso, Spohr sabe escrever cenas de ação de uma maneira super competente. O livro apresenta passagens extremamente empolgantes.

O gancho para o próximo livro é bem apresentado, alguns mistérios salpicados durante o livro certamente vão se estender para as sequências. Tem também uma quantidade legal de fan service para os fãs de ABdA. Adorei a leitura!
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baunilha 09/09/2011

Ainda melhor que A Batalha do Apocalipse
Sei que sou muito suspeita para falar porque sempre indico A Batalha do Apocalipse e digo que este é meu livro favorito. Porém isso não é mais uma verdade absoluta. Filhos do Éden consegue ser ainda melhor e, acreditem ou não, ainda tenho lá minhas dúvidas se, Anjos da Morte o segundo volume dessa série não será melhor ainda que o primeiro. Mas, embora a qualidade da narrativa não tenha me surpreendido, uma vez que já sabia bem o que esperar, a história em si, sua timeline, os rumos que os acontecimentos tomam e até a proposta de ser um thriller foram surpreendentemente gratificantes.

Um dos elementos que o Eduardo manteve em Filhos do Éden foi o da narrativa não linear, ou seja, ele continua intercalando eventos do presente com do passado, trazendo flashbacks que, aos poucos, vão explicando todos os segredos e mistérios dessa história.

Em termos de diferenças, posso citar duas coisas: a primeira é que a narrativa é feita em terceira pessoa durante todo o livro. A outra diz repeito a própria proposta da história que, por ser focada não em altas patentes angelicais, mas em soldados que vem passando muito tempo na Haled. Por esse motivo, esses personagens são muito mais humanos em hábitos, atitudes, comportamento e todos os traços de personalidade, guardando ainda as características angelicais e claro, da casta.

Em Filhos do Éden vemos não apenas um universo expandido de A Batalha do Apocalipse, com novos personagens, mas também novas criaturas, poderes, habilidades e artimanhas. O livro é um pouco mais didático e explicativo pois apresenta os personagens de uma série, assim como esse imenso universo que o Eduardo criou. O interessante é perceber o argumento usado para justificar a explicação de cada fato em vários momentos. Apesar disso, o ritmo não é lento, ao contrário, não faltam ação, reviravoltas e situações nas quais o leitor se pergunta e agora?.

Uma dúvida bastante pertinente é:

Quem não leu A Batalha do Apocalipse pode ler Filhos do Éden sem medo de spoilers?

A minha opinião é que pode sim. Embora os cenários sejam os mesmos, as situações são outras e em nenhum momento o leitor se depara com mais do mesmo ou situações que expliquem eu contem o que acontece em ABdA. Do mesmo modo, não é preciso ler o primeiro para que algo em Filhos do Éden seja compreendido. Como disse antes, o Eduardo usa um artifício fantástico para apresentar toda a mitologia de uma forma explicativa e completamente diferente da forma usada em seu livro de estreia.
Silvia 04/12/2012minha estante
A sua resenha me empolgou, preciso ler este livro, bom eu já tenho ele só preciso tirá-lo da fila.


Leandro 16/12/2012minha estante
agora totalmente apaixonado pela obra de Spohr depois de ter lido "A BATALHA DO APOCALIPSE" ele nos presenteia com um início de tudo o que na verdade é "FdE-HdA"...sinceramente é ótimo...são poucos os livros que nos fazem sentir dentro do enredo como um filme e esse é um dos livros que me faz sentir isso...detalhista do início ao fim, Eduardo Spohr nos mostra de forma magnífica e mais madura a saga dos Celestes e sempre nos dá uma "pitada" de quero mais...agora aguardando ANSIOSAMENTE pela continuação... "ANJOS DA MORTE"....muito show!




Jéssica 17/03/2021

Pensa num livro bom!!
Amei a escrita, gostei muito da história, pois trás aventura e um pouco de romance (mesmo que oculto pelo autor), uma história muito rica em detalhes, faz com que o leitor seja transportado para dentro do livros, e o glossário é simplesmente perfeito, nos dando mais detalhes ainda de todo o contexto histórico. Um livro maravilhoso
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Fred 25/12/2020

Humm ?
Um bom começo, mas se tornou enfadonho até pouco antes dos últimos capítulos
Com exceção do Levih, um personagem coadjuvante, não consegui sentir carisma por nenhum outro. A Kaira por vezes chata passando boa parte da história fazendo mil perguntas e um Denyel sendo um canalha meio forçado. A história não teve nenhuma reviravolta pra dar um gás, nada que te faça terminar um capítulo doido pra começar o próximo.
O que me agradou aqui é o mesmo que me prendeu em ABDA: os conflitos entre os arcanjos pra definir o destino da humanidade. Pena que é sempre pouco explorado.
Vou encarar o 2º livro pq ele parece ter uma abordagem mais de romance histórico e é sobre um tema que adoro. Se não fosse por isso, talvez eu não teria tanta pressa em terminar essa trilogia.
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ray 22/03/2021

bomzin
demorei um pouco pra ler, mas é um livro bom,
não é de surpreender muito e também usa conceitos bem conhecidos oq facilita o entendimento
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Alan.Felipe 11/06/2021

Can't take my eyes off you ?
Segundo livro do Eduardo Spohr que leio e gostei ainda mais do Spohr-Verso.

Uma aventura com Anjos mais humanos, diferentemente de A batalha do Apocalipse, com personagens que me fez ter apreço por eles e uma história muito envolvente com um ótimo final.


Já ansioso para ler o proximo!!
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Julio 14/06/2022

Excelente!
Lá em 2016, eu peguei esse livro com desconfiança, confesso, mas lê-lo foi uma decisão importante. Na época, eu estava começando a escrever meu primeiro livro e foi Filhos do Éden que me deu não só inspiração como também a certeza de que, sim, existem excelentes livros de ficção e fantasia sendo escritos por autores nacionais. A leitura é fluída, a história é bem interligada e, o que é mais legal, ambientada no Brasil. Spohr se tornou uma referência pra mim a partir dele. Para quem curte ficção, recomendo muito.
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Hidalberto 04/07/2020

Anjos X Anjos
"...da morte vem a vida, do sacrifício, a vitória...uma chama se apaga, a outra se acende"

E assim somos novamente inseridos (para quem já leu "A batalha do Apocalipse") nesse contexto angelical de ciúme e ódio pela raça humana. Anjos X humanos ou melhor anjos X anjos. De um lado está os celestiais que desejam a extinção da raça humana, do outro está os que aprenderam algo com estes e por isso os defendem.

Nesta trama, somos espectadores de uma ishim (casta angelical) chamada Kaira que tenta a todo custo e com ajuda de outros anjos (Levih, Urakin e Denyel) recobrar suas lembranças para concluir sua missão dada pelo arcanjo Gabriel. Para isso, precisam enfrentar um anjo de gelo chamado Andril. O enredo parece um clichê, mas a narrativa nos prende a cada capítulo. Embora alguns trechos ou até passagens são desnecessárias para o desenrolar da trama principal.

Outro ponto negativo é o fato das passagens de ação serem muito rápidas, sendo que pela concentração de muitos flashbacks, às vezes, a leitura torna-se enfadonha. A mistura de alguns elementos de outras culturas pode também ter deixado o enredo meio que forçado.

No entanto, a história nos empolga e nos prende, principalmente no clímax que trás uma surpresa e nos aproxima dos personagens principais. Recomendo a leitura, principalmente para os amantes da leitura fantástica.
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Luc Candelore 03/11/2020

Batalhas inteligentes
Anjos e demônios em batalhas fenomenais.
Toda a mitologia dos anjos criada pelo autor é bem interligada, mundos e dimensões com suas histórias bem construídas levam o leitor a povoar sua imaginação com as personagens do livro.
Eu fiquei com uma sensação, enquanto eu lia, de ser observado por seres que habitam o outro lado da membrana. Brincadeira a parte, o livro é bom. Recomendo.
Samseipsp 03/11/2020minha estante
quantas páginas ?


Luc Candelore 04/11/2020minha estante
473 páginas, letras/fonte de tamanho médio e espaçamento entre linhas razoável. O meu livro tem as folhas brancas, confesso que prefiro folhas amarelas.


Samseipsp 04/11/2020minha estante
Talvez eu leia em ebook




Janaina Vieira - Escritora 16/10/2011

A eterna luta, na terra e no céu.
Terminei de ler e realmente gostei muito de Filhos do Éden! Mal posso esperar pela continuação. Nesse livro conseguimos compreender melhor os detalhes e especificidades do incrível universo angélico que o autor desenvolveu, algo realmente inédito na literatura brasileira. Por isso, merece as cinco estrelas, na minha opinião. Acho que a trama está escrita na medida certa, em tudo: conflitos, aventuras, mistério, sustos, desdobramentos, esclarecimentos e assim por diante. Na verdade, tornei-me uma fã da saga. Há muitos detalhes nesse livro que explicam perfeitamente outros detalhes de ABDA, que ficam obscuros, mas que nem por isso são menos interessantes.

Li algumas resenhas sobre a obra e não concordo com alguns leitores, que afirmam não ser possível comparar ABDA e Filhos do Éden com clássicos como O Senhor dos Anéis. Na verdade, trata-se de um tipo de romance inédito na literatura brasileira, mas este não é o seu maior mérito. O mérito está, acima de tudo, em recriar, em dar vida, história, cronologia e existência à mitologia dos anjos. Anjos e castas angélicas estão presentes no imaginário da humanidade desde sempre, assim como vampiros, lobisomens, demônios, deuses, espaços místicos, terras mágicas, seres fantásticos, fantasmas e assemelhados. Então, se Tolkien imaginou a Terra Média e todos os seres que lá vivem, incluindo os elfos, cujos mitos já existiam muito antes dele nascer; se J.K. Rowling reinventou os bruxos; se Stephenie Meyer reinventou o universo dos vampiros, por que um autor brasileiro não pode reinventar o universo dos anjos?

Nesse livro, Filhos do Éden, podemos, literalmente, viajar no tempo e na imaginação, e esta é uma das funções da literatura e da arte, com certeza! Porque sendo a arte, a meu ver, a melhor das produções humanas, suas funções são muitas e uma delas é justamente fazer com que o pensamento se desprenda do aqui e agora, abrindo a tela mental para muitas e novas reflexões. E esse livro, assim como ABDA, consegue nos conduzir para outras esferas. E também nos faz pensar em muitas coisas importantes.

Então, só tenho elogios para o livro, por todas essas razões! E quero, ainda, ler muito sobre anjos e demônios eternamente em luta. Até o Apocalipse! Agora, estou à espera do livro 2, para descobrir o que acontecerá com Kaira e Denyel... (suspiros...).


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Davi 22/04/2020

Gostei muito da experiência de "A batalha do apocalipse", neste livro entendi o que o autor quis dizer com não usar os mesmos personagens, até porque ele queria explicar mais coisas do universo, eu gostei da história, dos dois principais personagens e das lutas, mas achei um pouco corrido em comparação ao outro livro, vamos ver como se saem os próximos.
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