O Monge e O Executivo

O Monge e O Executivo James C. Hunter




Resenhas - O Monge e o Executivo


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Pedro Nunes 15/08/2010

O Monge e o Executivo trata de um sujeito que recebe um telegrama da consciência cósmica universal mandando que ele se enfie num mosteiro e passe uma semana assistindo aula de motivação ou coisa semelhante de um ex-grande-executivo, agora monge, que se enfiou lá permanentemente há alguns anos.



Tá, não é BEM assim que as coisas acontecem. Existe todo um papo “místico” que “explica” uma série de “coincidências” que conduzem a essa situação, mas é balela, como tudo mais que há no livro. Porque, veja, o autor do livro não teve a moral de escrever um tratado a respeito de normas da administração e gestão de equipes. É preciso ter bagos pra fazer isso e se meter a contrariar ou complementar idéias de caras que são referenciais quando se fala de gestão de empresas. Como você, ilustre desconhecido, chega e diz que pode melhorar as idéias de Henry Ford, Frederick Taylor ou Peter Drucker, por exemplo? Ou, pior, derrubá-las? Quem te daria crédito? Sua mãe, talvez um dos seus irmãos. E só.

Ciente disso, o autor do livro, James Hunter, parte pra essa ficçãozinha babaca a respeito de um curso motivacional de sete dias em um mosteiro. Enfia seis ou sete personagens, explica suas idéias de modo repetitivo na forma de diálogos pouco inteligentes e, o pior de tudo, não poupa o leitor de referências religiosas, que é a estratégia mais batida para se vender uma idéia, já que o homem ocidental comum, cristão, não questiona nada que tenha religião envolvida. A partir do momento que você menciona Jesus como justificativa ou exemplo de algo, se saca uma passagem da Bíblia para corroborar sua idéia, se mete algum nível de “misticismo” no negócio, cria um dogma. Para a maioria das pessoas, aquilo passa a ser indiscutível. Esperto, hein? E se você acha que estou inventando isso agora, que é uma viagem retirada da minha cabeça, repare na quantidade de livros de auto-ajuda que envolvem religião/misticismo. A Cabana (SIM, aquilo É auto-ajuda, ainda que neguem!); Comer, Rezar, Amar; Jesus - O Maior Psicólogo Que Já Existiu… vá à livraria mais próxima e confirme.

O negócio é que sou um herege maldito. E se um idiota me diz que Jesus Cristo foi um belo exemplo de líder, imediatamente ressalto o ponto do hippie-pai-de-si-mesmo ter liderado apenas 12 sujeitos. Dentre esses 12, um fazia questão de levantar dúvidas sobre tudo o que o JC falava; o segundo, teoricamente seu seguidor mais próximo e confiável, teve a pachorra de negá-lo não uma, não duas, mas TRÊS vezes, ao levar uma dura dos home; o terceiro foi ainda mais longe: vendeu o chefe por trinta dinheiros!

Uau, isso que é um líder bem-sucedido! Isso que é inspirar lealdade! Se o maior líder da história da humanidade teve VINTE E CINCO POR CENTO de rejeição de seus seguidores diretos, imagino quão triste foi a trajetória do pior deles. Acho que até o general romano Crasso, responsável por combater os escravos rebeldes liderados por Spartacus, foi mais feliz em sua carreira. Sinceramente, Hitler teria sido uma citação mais feliz.

Outra estratégia simplória usada pelo autor - e que funciona, caso você tenha se afogado durante a infância e perdido parte das funções cerebrais por prolongada falta de oxigenação - é enfiar um personagem contrário aos ensinamentos do tal monge. Então temos uma turma de cinco alunos (ou seis, agora não me lembro direito), sendo que quatro (ou cinco) concordam, repetem e exemplificam tudo o que é dito, enquanto o quinto (ou sexto) contradiz, contraria e escarnece o tempo inteiro. “Divertido!”, você pensa, “Eu vou gostar desse cara!”. Não vai, corrijo eu: esse cara consegue ser mais idiota do que os outros. Freqüentemente minha vontade era concordar com o tal “Simeão”, pois estar do mesmo “lado” que alguém tão imbecil abalava sinceramente meu amor-próprio.

Considere que alguém diz uma asneira qualquer, levanta uma falácia dessas bem ridículas e infantis, fáceis de derrubar sem qualquer esforço argumentativo. Imagine que, diante da tal besteira dita, existam 10 respostas diferentes, sendo nove delas capazes de desarmar o responsável pela baboseira e a décima sendo uma baboseira ainda maior, apesar de contrária. É esta a opção adotada pelo amigo contrário aos ensinamentos. E é compreensível, afinal. O autor não inseriria, em sua suposta “tese” a respeito da gestão de pessoas e administração de equipes, argumentos realmente consistentes contra seus ensinamentos. A menos, claro, que fosse capaz de elaborar boas respostas, capazes de superar as réplicas levantadas. Duvido que o cidadão tenha essa capacidade. Requer um puta embasamento e muita inteligência.

É disso que o livro se trata, afinal: de uma obra em formato de ficção - por falta de coragem -, cheia de argumentos vazios - por falta de competência - e que finge se contrariar, mas falha - por falta de inteligência. É um livro onde falta tudo, mas que está sempre nas listas de mais vendidos. Porque nas livrarias, atualmente, o que não falta é trouxa.
LoveHope 09/09/2010minha estante
Olá, com todo respeito, resolvi comentar sua resenha. Estou com o livro em mãos pq me emprestaram para sob a indicação de ser um bom livro. Lendo sua crítica, fiquei perplexa qto a qualidade do livro, mas gosto de eu mesma tirar minhas próprias conclusões. Portanto lerei assim mesmo.
Suas palavras foram tão expressivas que exalavam até uma ponta de raiva, desculpe se eu estiver exagerando, ok ?
Mas duas coisas me intrigaram, como uma pessoa que aparenta ter senso crítico tão aguçado lê então até o fim uma bosta dessa ? Segundo, dizer que "nas livrarias, atualmente, o que não falta é trouxa", senti-me ofendida, trouxa ou não as pessoas que ainda visitam uma livraria e compram livros, são uma minoria num país de analfabetos funcionais.
Trouxa na terra de que compra livro é REI.
Partindo dessa colocação tão incoerente, nobre "skoobiano" caiu-se por terra toda a prolixidade de vossa resenha.
Saudações



Ralph 07/04/2011minha estante
Mari, você não quiz dizer: Na terra de trouxa quem compra livro é REI ?


André Luiz 20/06/2011minha estante
Pra mim, a ciência só vai estar atualizada depois que inventarem um qualificador de emoções bem complexo, e uma máquina pra falar com os mortos... Enquanto isso a experiência humana é melhor.
Saudações


Bruna 06/08/2011minha estante
Talvez o livro fosse mais agradável se não encarasse como auto-ajuda, apenas como uma história de um cara que foi procurar ajuda por que as coisas não estavam indo bem. O livro realmente peca no sentido que, como você mencionou, faltou coragem do autor de aprofundar a história. Mas apesar disso achei uma história com potencial e que desperta uma vontade de refletir.


ThaTha 11/03/2013minha estante
Muito bom! Você disse tudo, eu nem consegui terminar esse livro. Parabéns pela resenha!


Fernando 23/05/2013minha estante
Pedro, nos indique então livros que você recomenda. Afinal, você deve ser esplendido no quesito liderança. Aguardo resposta.


Pedro Nunes 24/05/2013minha estante
Fernando, sua lógica é pueril, para dizer o mínimo. Parte do pressuposto de que para criticar a habilidade de alguém em alguma coisa, deve-se primeiro superar essa habilidade. Seguíssemos a risca tal linha de pensamento e não haveria sequer um comentarista esportivo neste planeta.

Avise-me quando sua capacidade argumentativa superar o nível das falácias.


Fernando 24/05/2013minha estante
Justamente, com essa sua critica ao livro e aos leitores, acredito que saiba de livros maravilhosos, assim como, em sua vida pessoal e profissional és um grande lider, na qual várias pessoas lhe admiram. Fico no aguardo de suas valiosas indicações de leitura.


Pedro Nunes 24/05/2013minha estante
Conheço alguns livros realmente magníficos, estão todos listados na minha estante e você é sempre bem-vindo a visitá-la para selecionar os que considerar que lhe cabem. E talvez de fato existam pessoas que me admiram, como certamente deve haver quem admire você. A todo mundo cabe um pequeno séquito, é a grande ironia da vida. No meu caso, entretanto, a admiração ou a repulsa alheia não tem qualquer influência nas minhas decisões, opiniões e comportamento. Aceito que para tudo o que fizer sempre vai haver quem concorde e quem discorde. É outro aspecto curioso da vida em sociedade.

No mais, por não o conhecer e não saber de suas preferências literárias, não me vejo apto a indicar livros que sejam adequados para o seu gosto. De todo modo, você me parece ser dessas pessoas que gostam que alguém lhes diga o que pensar e que consideram a repetição de obviedades um traço digno de louvor. Sendo assim, permaneça na autoajuda. É um mercado voltado exatamente para você!


Fernando 24/05/2013minha estante
Engraçado como a palavra autoajuda é uma alavanca na qual desperta uma certa raiva em você. Bom, indo direto ao ponto: Que livros sobre liderança você recomenda? Olhei de passagem sua estante, mas aparentemente só vi livros de literatura.


Pedro Nunes 24/05/2013minha estante
Não é raiva, camarada, é desprezo.

Você só viu livros de literatura mesmo. Não recomendo livros de liderança.


Fernando 24/05/2013minha estante
Legal. E quais livros na literatura englobam o assunto liderança?


Pedro Nunes 24/05/2013minha estante
Você tem uma idéia fixa com esse assunto, meu jovem. Que mal é este que te aflige? Que desejo é esse de "liderar"? É líder quem nasce pra ser e tem gente que nasce pra seguir. Aceite o papel que lhe cabe.


Fernando 24/05/2013minha estante
Mal algum colega. Nascer para ser? ninguém pode aprender a ser, é isso? Enfim, pensei que você realmente tinha conhecimentos do assunto (liderança) e seria capaz de contribuir com algo. Bom final de semana e boas leituras.


Pedro Nunes 24/05/2013minha estante
Não tenho, realmente, porque é uma questão que considero menor. Deixo para os que gostam de se preocupar com isso.

Bom fim de semana.


Bruna 31/07/2013minha estante
Sinceramente li este livro e discordo de você, porém este livro me fez refletir sobre muitas coisas, uma delas é respeitar a opinião alheia. Também não posso deixar de ressaltar a raiva que senti em suas palavras, você tem talento para escrever mas foi infeliz em sua última frase.

Sucesso.


Pedro Nunes 31/07/2013minha estante
Bruna, a discordância é livre. Agradeço o elogio. Não há raiva no texto, apenas desprezo. São sentimentos frequentemente confundidos.


Bruna 02/08/2013minha estante
Ok
Bom final de semana!


Eduardo 08/08/2013minha estante
Posso deixar um comentário aqui também? :)

Bom, esse livro envolve princípios da liderança. Acredito que se resumir esses ensinamentos, umas 2 ou 3 páginas seriam suficientes. No mais, é APENAS uma historinha inventada, que aparentemente muito te decepcionou, pois não é o foco do mesmo. Você provavelmente comparou ele com livros de literatura, entre outros de sua preferência, por isso terminou frustrado. Acabou na verdade bancando o trouxa mesmo, como disse.

Eu por exemplo, nem fiz questão de dar atenção a história do monge, que foi não sei onde, com não sei quem. Apenas estive sempre atento em que parte daquele parágrafo havia um ensinamento oculto.

Resumindo: Livro sobre liderança. Se busca apenas um passatempo, avaliar a criatividade do autor, um vocabulário rico ou mesmo nem sabe do que se trata ser um líder, melhor nem ler.

Nada pessoal, ok? Apenas sou mais um admirador dessa obra e acredito que não é à toa ser um best-seller.


Pedro Nunes 09/08/2013minha estante
Claro que pode! Foi um bom comentário, aliás. Vamos a ele:

Compreendo que o livro trata de liderança. Em momento algum minha crítica resvalou nesse ponto, embora eu considere toda essa baboseira relativa a "liderança" uma bobagem sem tamanho. Meu problema, como fica - presumo - claro na minha resenha não é com o fato da história ser ruim, mas com o fato de ela fazer uso de ferramentas que, na minha opinião, são covardes, são meios fáceis de convencimento. O uso da religião, a repetição de idéias (a falácia conhecida como argumento ad nauseam)... todas essas estratégias rasteiras, sub-reptícias para limar uma oposição por parte do leitor.

Ao mesmo tempo o autor, como eu também já disse, te oferece um personagem que está ali para questionar as idéias, oferecendo ao livro um pouco de didatismo. O problema é que esse personagem é completamente caricato e totalmente imbecil. Suas críticas são parvoíces que sequer mereceriam atenção. O autor não se questiona com honestidade, mesmo nisso ele é inautêntico.

No mais, o livro não diz nada que fuja de todos os lugares-comuns que qualquer pessoa com bom-senso seria capaz de concluir por conta própria aos 12 anos (ou menos). E neste ponto concordamos, mas não do modo como você imaginaria: eu também acredito que a obra não é um best-seller à toa. A desonestidade do autor, a superficialidade de TUDO - não apenas da história, mas dos "princípios da liderança" - e a falta de inteligência tornam essa porcaria palatável a qualquer um, sem exigir sequer um microssegundo de pensamento.

Um abraço.


Pedro Nunes 13/02/2014minha estante
Oi, Saimon. Bom o teu comentário, de verdade. Notei também que você sofre do mesmo mal que eu: depois de escrever e publicar, acaba tendo que deletar e publicar novamente, com algumas edições, arestas aparadas, etc. Ansiedade é fogo!

Quanto ao estudo do cristianismo, acho que não é isso que me falta, também com todo o respeito. O que me falta é uma ótica semelhante à sua. Dentro do meu conjunto de valores e da minha percepção do mundo, ler sobre o cristianismo vai me conduzir sempre às mesmas questões: os concílios, a igreja católica, as traduções da bíblia, todas as distorções possíveis pelas quais a história passou até chegar aos dias atuais, etc. Minha mentalidade tende para a dúvida. A sua tende para outro lado: para a fé. Não estou atribuindo juízo de valor a nenhuma das duas posturas ou colocando as coisas em termos de melhor ou pior, apenas apontando a diferença.

Sua fé te leva a concluir que as palavras de Jesus chegaram até o século XX. E que chegaram porque há nelas qualquer mérito ou grandiosidade inerente, daí seu valor. Meu ceticismo me leva a concluir que só temos acesso às palavras de Jesus hoje em dia - se é que temos acesso às palavras de Jesus, se é que Jesus de fato existiu como a figura que nos é apresentada pela Bíblia - graças aos romanos, mais especificamente graças ao imperador Constantino. O resto é o curso natural da história e uma ferramenta de poder e dominação sendo utilizada exatamente para isso.

Eu não sou ateu, por incrível que pareça. E entendo que "acreditar em Jesus Cristo" ou "dizer que acredita em Jesus Cristo" (duas coisas diferentes em si) é muito, muito diferente de "ser cristão". Sejam reais ou inventadas, as palavras de Jesus são admiráveis e pouco seguidas. Quando me refiro ao "homem ocidental comum, cristão" falo das pessoas teístas com uma visão dogmática do assunto (a maioria, já que somos ensinados, desde pequenos, que "religião é coisa séria", que "com deus não se brinca", e por aí vai). É para ESSAS pessoas - sem entrar aqui no mérito de serem cristãos que realmente praticam os ensinamentos de Jesus Cristo ou se são apenas cristãos da boca para fora - que livros de auto-ajuda com misticismo/religião no assunto são criados.

No mais, por mais que conheça as palavras de Cristo (e olha que conheço bem melhor do que muita gente com quem convivo), e por mais que as considere admiráveis, não as adoto como filosofia de vida, preferindo as idéias de outros sujeitos, que me parecem, novamente, mais adequadas à minha visão de mundo. De novo: não estou atribuindo aqui juízos de valor.

Obrigado novamente pelo comentário, agradeço pelas orientações e pela crítica. Um abraço.


Joliejow 20/07/2014minha estante
Me identifiquei com sua resenha. Pior ainda é que eu não li ele, eu ouvi! sim, audiobook!
Eu acho que o livro são para as pessoas que não tem noção nenhuma de liderança. Me pareceu algo de cunho religioso.. só colocou um personagem monge lá pra pessoa que ler não ter preconceito pois geralmente as pessoas enxergam os monges como pessoas sábias e tranquilas, que não impoe as coisas. É semelhante ao livro "O Vendedor de Sonhos" do Augusto Cury, nas entrelinhas você sente que o autor tá tentando pregar para você.


Artur 06/01/2015minha estante
Cara se você ler a continuação desse livro - De Volta ao Mosteiro; O Monge e o Executivo falam de liderança e trabalho em equipe - Você vai ter um infarto na boa kkkkkkk. É uma copia sem vergonha do primeiro. Eu li o segundo, quando terminei o primeiro, e fiquei embasbacado, porque tem frases, parágrafos... iguais ao do primeiro livro. E os capítulos parecem os mesmo só que em outra ordem.

Tirando que, cara, a construção da historia não evoluiu em nada. Desta vez o que personagem que contradizia, é o felizardo que aplicou os ensinamentos do primeiro retiro e se deu bem, e o outro personagem que era ligado a religião - pastor - é quem contradiz tudo, neste segundo livro, no mesmo estilo escroto do primeiro livro. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Tive que ler porque ganhei de presente, e to afim da moça :/


maisonsouza 11/02/2015minha estante
Oi Pedro, já li esse livro a alguns anos atrás e me lembro que na época, o que me motivou a ler foi o burburinho a respeito do livro, que ele era ótimo, etc e tal. Achei mesmo que ele foge do que se propõe, sou Cristão e gosto muito de ler qualquer tipo de obra, mas nesse livro esperava aprender sobre liderança, ou ler sobre uma história de liderança dos personagens, nesse sentido o livro é decepcionante. Antes de mais considerações eu gostaria de lhe parabenizar pelo modo que você se expressa na resenha e lhe perguntar se você é um leitor assíduo? Se sim a quanto tempo? Eu li o seu primeiro comentário até o final e trechos de alguns outros e resolvi comentar com o propósito de aprender com você e também de agregar, considerei cada argumento, inclusive concordo que os livros de auto - ajuda estão envolvidos com religião, que isso é uma estratégia para vender a ideia, bem recorrente ainda neste tipo de gênero literário. No entanto ACHEI que depois do 4º parágrafo você descambou toda a legitimidade do seu texto pois você descreve a liderança de Jesus de uma maneira mais emocional do que racional, pois a liderança de Jesus mesmo naquela época não estava associada apenas aos 12 apóstolos, também achei fraco o argumento de que ele não obteve sucesso porque fora criticado, traído por um e negado por outro. As comparações com Crasso E Hitler são por mim vistas da seguinte forma oposição de liderança, mas não vou discutir sobre isso. Você aprendeu a escrever de forma a expressar a grandiosidade dos seus sentimentos por isso várias vezes você faz comparações e usa de adjetivos diferentes, no entanto apesar de a liberdade de expressão ser um direito nosso, devemos utilizar com cautela, pois a falta de respeito é atribuída como excesso de ignorância. Não precisa ser cristão pra aprender a se expressar sem ofender o próximo, e respeitar suas convicções. E você fez isso várias vezes ao chamá-los de idiotas, imbecil, sem oxigenação, trouxa etc. Você pode ser um herege maldito e ser um cidadão respeitador. Você obteria muito mais êxito no seu discurso argumentando sem ofender como muito bem iniciou, isso mostra que você tem ideias concretas e embasadas e quando externa críticas sem respeito torna tudo uma questão emocional, uma falácia. Você é muito inteligente mas melhor do que ser inteligente é ser sábio. Outra vez repito, o sucesso de uma liderança não está associada a quantidade e sim a qualidade se apenas um dos apóstolos de Jesus, estou utilizando o seu conjunto universo, fosse leal e tivesse contribuído pra expansão do evangelho até os dias atuais eu teria considerado o efeito tanto quanto considero hoje. No entanto acompanho que a religião encaminha as pessoas a pensar pequeno, a ter dogmas, crendices, falácias e a ver a história de Jesus da pior forma possível, sem questionar, sem aprender e sem experiências pessoais legítimas, mas existe um universo paralelo a este que eu chamo de Reino, e escrevo isso para as pessoas que tiverem vontade de conhecê-lo. Liderança também não é simplesmente liderar as outras pessoas da sociedade a liderança começa em casa você aprende dos seus pais, e depois ensina pros seus filhos, que juntos ensinam a sociedade e ela pode ser boa ou ruim. Por favor, não esqueça de responder o que perguntei no início, boa leitura.


Cácio 24/02/2015minha estante
Concordo com sua resenha. Li o livro e ainda dei duas estrelas porque achei alguns conceitos de liderança interessantes.


Guga 27/03/2015minha estante
sofismo barato kkk


Jugulador 27/04/2015minha estante
Caralho, que resenha foda, escreve bem pra caralho. Concordo 100%.


Leonardo.Cabral 08/06/2015minha estante
Há de se concordar com seu comentário. Há uma corrida desenfreada pela excelência corporativa como se todos precisassem de repente ser o novo Jack Welch do momento. Muito se perde nessa diluição. Muitas pessoas estão perdendo seu tempo tentando ser o que nunca serão. E no meio disso há quem só queira ser líder de si mesmo, fazer seu trabalho em paz, ir pra casa com pães e leite debaixo do braço, levar os filhos no parque e cuidar do jardim. Mas essas pessoas são vistas como seres sem ambição, dotadas de uma existência insossa. Não têm (nem precisam de) carros do ano, coberturas com vista para o mar. Também não têm úlceras, insônias, arritmias, síndrome de pânico/depressão ou impotências. Talvez por isso incomodem tanto.


Naira Taiwo 23/10/2015minha estante
Gostei da resenha, embora um pouco grosseira. Li o livro até a página 6 e não consegui mais. Achei muuito mal escrito, parece mais uma fanfic. Quanto ao conteúdo, já posso dizer que concordo plenamente com a resenha, mesmo tendo lido tão pouco.


Aline 27/02/2016minha estante
Não acredito que você falou isso de Cristo. Se não tivesse um traidor, como Ele iria morrer? Se Pedro não o negasse, como ele iria se angustiar e se arrepender ao ponto de conseguir ser um dos melhores discípulos? No caso de Cristo, tudo que aconteceu ou acontece é por um propósito. Se a liderança Dele fosse perfeita, Ele não iria morrer, logo, seu objetivo na Terra não aconteceria.


Snow 28/08/2016minha estante
Livro curto, vale pena ler. Faz alguns tempo que li, foi formato digital. Na epoca estava top dos mais lidos.


Zeruya 10/11/2018minha estante
Me desculpe, mas vejo simplesmente muita frustração exalada em uma resenha só. Entendi que o livro não é bom, e obrigado por dizer. Mas muita negatividade no texto, e muita frustração revelada... Digo isso não como zoação, mas com sinceridade. Quanto a Cristo, acho muito simplista a crítica sobre sua liderança. Primeiro, porque não levou em conta a questão espiritual: ele mesmo afirma que nós, por nossa própria natureza (rebelião contra Deus), não desejaríamos segui-lo. Por isso, o Pai elegeu alguns, deu a esses a fé, e os inclina a seguir a Cristo e obedecê-lo (obediência essa contrária à nossa natureza carnal) (Cristo e Pai são um). Segundo, porque levou em conta pouquíssimos fatos, omitindo outros verdadeiramente importantes: Qual outro líder chegou a desconhecidos e disse: "segue-me", e esses levantaram-se imediatamente e o seguiram"? Sem qualquer remuneração, como nos seus exemplos militares? Sem qualquer outro benefício próprio, como defesa da pátria, da família, construção de patrimônio? Se lembra que todos vendiam seus bens e repartiam entre si, para o sustento da comunidade? Se lembra que eram apenas os apóstolos, mas os discípulos eram 70, e em algumas situações teve que multiplicar milagrosamente pão e vinho, porque os que o seguiam eram mais de 5 mil homens, fora mulheres e crianças? E outro momento que a Bíblia relata que 3 mil pessoas foram convertidas em um único dia? E, acima de tudo, qual outro homem, nascido pobre, profissão carpinteiro, dois mil anos depois de sua morte continua arrastando mais de um bilhão de discípulos e seguidores em todo o mundo, que em países em que há perseguição preferem morrer a negar seu nome, ainda hoje? Pessoas que, como eu, vivem sua vida com o principal propósito de glorificá-lo, amá-lo e agradá-lo? Dois mil anos depois? Conte-me mais sobre seus exemplos liderança.


Gabi 12/02/2019minha estante
Nossa, achei o livro muito bom, sério gente, leiam de coração aberto que dá para tirar várias coisas importantes dele. Ameiiii.




Léia Viana 02/09/2010

“É importante você tratar os outros seres humanos exatamente como você gostaria que o tratassem”
Falar de liderança nos tempos atuais , sem cair na mesmice de sempre, é um tanto quanto desafiador. Mas, James C. Hunter em: O Monge e o Executivo consegue essa façanha.

A história de John Daily, um superocupado gerente-geral de uma grande indústria de vidros planos, casado há dezoito anos e pai de um casal de filhos, cujo menino é adotivo serve como cenário para as dicas valiosas que James passa em seu livro.

Sua vida parecia equilibrada em todos os sentidos, mas de repente ele percebeu que sua família estava se desestruturando. Os negócios não estavam indo bem, o relacionamento com os filhos e com a esposa também não. John estava fracassando como chefe, marido e pai.

Não quero relatar aqui o livro, apenas desejo destacar alguns pontos importantes que ele aborda na tão delicada questão da liderança, na arte de motivar pessoas, de lidar com diferentes personalidades.

A base da liderança não é o poder, como muitos ainda julgam ser, mas sim a autoridade, conquistada com amor e dedicação saber ser um líder de sucesso sendo servidor e respeitoso com as pessoas; deixar o orgulho de lado e pedir ajuda quando necessário; ter em mente que a união ajuda a resolver os problemas e trazer a sabedoria; ouvir o que as pessoas dizem é um sinal de atenção e respeito, se não ouvir não da para saber o que o outro tem a acrescentar, “Ouvir é uma das habilidades mais importantes que um líder pode escolher para desenvolver”; é importante também opinar e ter um propósito; encorajar as pessoas e agir com atitudes positivas e entusiásticas.

Todas as qualidades são comportamentos a serem escolhidos e com esforço serem desenvolvidos.

O livro também destaca a diferença entre o líder e o gerente. O líder é aquele que lidera pessoas e o gerente organiza coisas e objetos. Liderança é a habilidade de influenciar pessoas para trabalharem entusiasticamente visando atingir aos objetivos identificados como sendo para o bem comum. Liderar fica sendo então algo como prover um significado ao trabalho que valha a pena o engajamento das pessoas, que esse significado ajuda a sensação de pertencer, mas, sobretudo, conceda a chance de participar com o seu próprio trabalho e esforço na construção de algo que valha a pena engajar a sua vida.

Habilidade é uma capacidade adquirida que pode ser aprendida e desenvolvida se usada às ações adequadas. Para influenciar pessoas é necessário que haja confiança, ninguém se relaciona com quem não se confia se não existe mais confiança é impossível se conservar um bom relacionamento. A confiança é a principal característica que dá suporte à liderança.

Tudo na vida gira em torno dos relacionamentos, com Deus, conosco e com os outros, sem pessoas não há negócios. Os lideres verdadeiramente grandes tem essa capacidade de construir relacionamentos saudáveis.

Bruno T. 14/10/2010minha estante
Olá, Léia.
Desse livro, eu também gostei (só para provar que não estou "fechado" ao tema).
Muito boa a sua resenha.


Bruna 09/03/2012minha estante
Ótima resenha.


Sílvio 03/11/2012minha estante
Resenha perfeita ! Parabéns.




Nalí 05/08/2011

Algumas coisas que são óbvias e evidentes para algumas pessoas, passam perfeitamente desapercebidas por outras. Por que outra razão teríamos tantos exemplos de chefes terríveis? Se não é a percepção do que é certo a fazer, é a necessidade de fazê-lo que passa em branco. Algumas pessoas simplesmente precisam achar um livro bobinho assim, quase ao acaso, com tudo mastigadinho e didatiquinho pra poder ter a compreensão de algo tão claro e importante. Gostei.

Uma sugestão pessoal minha é que não leia O Monge e O Executivo com rapidez, especialmente se você não é fã de livro de auto-ajuda (pois enche o saco). Não é um romance aventuresco pra você ler com voracidade, o bacana é você pegar um bocadinho todo dia, sem pressa. Se é pra gastar seu tempo com um livro que se propõe a repassar um ensinamento, melhor dar um tempo entre os capítulos para permitir-se vivenciar algumas situações que vão fazer você compreender e repensar o que você leu, em vez de entrar por um olho e sair pelo outro!
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kassya 28/07/2009

Aprendendo
Como todo livro que chega aqui em casa eu leio, não foi diferente com esse, apesar de não ser a minha eitura predileta. Mas e importante diversificar e com esse livro aprendi muito.

"Se Jesus tinha tanta influência sobre as pessoas, nós devemos prestar atenção no que ele tinha a dizer sobre liderança. Por que ele era muito bom nisso."
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Marlon Teske 12/09/2013

Você já sabe o que fazer
Depois de uma longa maratona de livros de fantasia, passei pela biblioteca da empresa para buscar alguma não-ficção. Fracassei, pois dentre eles, foi justamente O Monge e o Executivo que me chamou a atenção.

Como é de praxe neste tipo de literatura voltada para pessoas sem tempo ou sem o hábito da leitura, ele tem um texto extremamente simples em suas poucas páginas, podendo ser vencido rapidamente. Aliás, se o autor tivesse ido direto ao ponto, duvido que o livro teria mais do que vinte laudas.

A história gira em torno de John Daily, um administrador que está passando por dificuldades no trabalho e na família. Por insistência da esposa (e por uma coincidência não explicada e que se torna irrelevante quanto ao nome "Simeão"), ele aceita participar de um retiro espiritual em um mosteiro onde irá rever seus conceitos sobre liderança e os rumos de sua própria vida.

Neste lugar pitoresco e isolado John se encontra com meia dúzia de personagens (que até possuem nomes, mas se o próprio autor James Hunter não faz questão de utilizá-los mais do que meia dúzia de vezes, não serei eu a fazê-lo) e com uma verdadeira lenda viva dos negócios, um guru da boa administração chamado Len Hoffman que optou pelo isolamento "quase completo" anos antes.

Len e John poderiam estar sozinhos no livro que o resultado seria o mesmo, mas talvez visando mostrar pontos de vista diferentes na história, foram incluídos vários outros personagens tão caricatos que na maior parte do tempo o autor se refere a eles simplesmente de acordo com as suas profissões: o pregador, a enfermeira, a treinadora, o sargento... E não tenha dúvidas: são estereótipos (bem forçados) de pessoas que atuam em cada uma destas áreas.

Vinte segundos depois do primeiro encontro entre eles, todos os envolvidos começam a lançar citações diversas de outros autores com pequenas pausas entre elas para que as personalidades (inconstantes) dos envolvidos guiem a conversa de John e Len. Esta fórmula se repete durante a semana inteira, até que enfim o final do retiro chega, todos os personagens desaparecem como chegaram e nenhuma das questões apresentadas no início é realmente resolvida.

É um livro de auto-ajuda para lideranças de equipes, e devido as citações (e algumas teorias extremamente resumidas mas que podem ser entendidas) cumpre razoavelmente este papel. A história não tem pé nem cabeça, mas não é por causa dela que (ao menos em teoria) você o estará lendo. Todas as conversas no curso e até mesmo as pequenas rixas entre os personagens caricatos só estão ali para fazer volume no texto, e nem assim ele chega na casa das 150 páginas. Tá fácil.

Lido em Setembro de 2013
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Bella 03/01/2009

Inteligente, mas moralista demais.
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Karina 13/04/2013

Resenha | O Monge e o Executivo - James C.Hunter
John Daily é um homem bem sucedido profissionalmente, possui um bom casamento e uma vida estável, porém começa a se dar conta que algo não esta nada bem em ambos os campos. Após a insistência de sua mulher Rachel para entrar num mosteiro e saber que uma das lendas empresariais Leonardo Hoffmam, se encontra no local, vai com certa relutância pela nova rotina, mas com grande expectativa de conhecê-lo. Depois de se conhecerem, John fica encantado com o mesmo ainda mais e durante a semana do retiro muitos conhecimentos são passados pelo empresário/ Monge, agora chamado de Simeão.Durante o retiro os aspectos de como ser um líder são discutidos pelo grupo, relacionados as suas vidas com os debates em sala e como lideram não só no seu campo profissional mas também como gerem sua vida pessoal.
Simeão, os fazem compreender que ser um líder é muito mais do que estar no poder, é respeitar, ter compromisso, saber ouvir, ser otimista buscando resultados, sendo honestos em seus princípios, dedicando-se de forma geral e não olhando somente para si próprio, vendo o mundo e aprendendo a crescer a cada dia com ele. Mostrando que estamos numa época de novos paradigmas onde no topo da empresa esta quem a busca ou seja os clientes e não o presidente-chefe, aqueles que pensarem dessa maneira serão possíveis líderes pois para exercer tal postura deve-se primeiro servir.
Ao final da semana John sente-se um novo homem renovado por perceber que os conceitos avaliados foram fundamentais não só para sua mudança mas para os demais presentes, que o respeito e a autoridade é algo a ser conquistado com dedicação e sacrifícios, melhorando o convívio com todos ao nosso redor ao longo da vida.

Att.: Karina Nascimento
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Toy 20/02/2009

Sucesso?
É incrivel como esse livro faz sucesso, talvez pela sua leitura fácil, que por sua vez é ponto ao autor. Mas quanto ao ensinamento...Bom, clichês e deduções óbvias, cousas que se aprende como de repente no dia-a-dia. Nada de extraordinário que mereça esse falatório todo.
Toy 20/12/2010minha estante
fui ler outros comentários acerca do livro. Muitos pontos em comum, pontos de vista. Agora outra cousa que achei em comum mesmo foi os comentários a favor serem sempre meio rasos e genéricos. Como o "não gostei" sem presença ;)




Silvio 29/03/2011

Como todo livro de autoajuda, ele só diz o óbvio ululante, tais como: responsabilidade, comprometimento, amor, respeito, etc. e tal. Também fala em utopias, coisas lindas e maravilhosas para um mundo ideal, mas que, na prática, não funcionam; coisas impossíveis de serem feitas. Como todo livro de autoajuda, ele diz O QUE FAZER; não diz COMO fazer!
Porém, há algo muito interessante, que me chamou muito à atenção: a definição de AMOR (ou do verbo amar): amor não é um sentimento, é um comportamento. Partindo daí, ele explica a famosa frase de Jesus Cristo: ame seus inimigos.
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roger.hs.fr 10/01/2015

Conceitual e pouco pragmático
Nunca tive muito interesse pelo livro mas decidi ler dado sua enorme fama.
Entendi o porque de tanto sucesso, mas se trata de um livro introdutório as questões de liderança.
Seus conceitos são apresentados através de uma história e não necessariamente de forma pragmática.

Acredito que para as pessoas que leram, uma ótima sequência seriam livros que demonstram liderança na prática, como "Paixão por Vencer" do Jack Welch, famoso CEO da General Electric.

Recomendo como livro introdutório ao assunto, mas longe de ser uma referência sobre liderança.
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Damares 30/10/2014

Excelente abordagem sobre liderança eficaz. O autor traz o conceito de que liderar é servir e apresenta valores importantes que devem estar presentes na vida de um bom líder.
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Lucio Flavio 01/03/2012

Indispensável a todos que exercem qualquer tipo de liderança. Seja ela formal, como em uma empresa, no exército, em casa, na comunidade. Porque sempre estamos desempenhando um papel de líder, quer percebamos ou não. Você lidera sua família, sendo um pai, uma mãe, lidera irmãos mais novos, lidera colegas na escola e etc...
Lemos livros de auto-ajuda pensando em o quanto é bonito tudo na teoria e quanto impossível é de aplicar na prática. È isso o que um dos personagens tenta provar a maior parte do tempo.
Não vejo O Monge e o Executivo como um livro de auto-ajuda.
Para mim é uma apostila, um manual, que deve ser aprendido e praticado.
Não é moleza, realmente, mas quem disse que liderar é fácil?
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Fezinha 08/11/2015

Renovador
É um excelente livro! Ao adentrarmos a história vamos quebrando nossos paradigmas e enxergando quais as diretrizes que realmente têm o condão de nos conduzir a um estado de paz e felicidade.
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Renats 15/11/2010

Funciona!
Li pela terceira vez o livro no mês passado. A primeira leitura foi conta da faculdade. A segunda e a terceira por causa do trabalho. O livro tem um ordem cronológica muito bacana e consegue, em poucas paginas, mostrar porque é best seller a tantas semanas. A leitura é fácil e gostosa. Dá para ser lido facilmente em um semana.
Gostei bastante das dicas que o livro dá, e muita coisa eu consegui inserir na minha rotina.
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Clarice 17/12/2017

O Monge e o executivo é um livro bom, mas que não foge do padrão dos livros de auto ajuda, portanto se você não suporta ler livros que te jogam na cara como se comportar, faça um esforço, porque, em algum momento da sua vida, talvez você tenha que encarar a posição de liderança, seja no âmbito profissional ou pessoal, e é aí que ter lido O Monge e o executivo pode fazer uma diferença na maneira como você vai se sair nessa. Os ensinamento clichês de um monge a seis pessoas totalmente diferentes que ocupam um lugar de liderança vão te fazer parar, refletir e por favor, não fique indiferente a isso.Leia. Garanto que algo desse livro você guardará para sempre dentro de si.
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