A Vida em Tons de Cinza

A Vida em Tons de Cinza Ruta Sepetys




Resenhas - A Vida em Tons de Cinza


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@mlorranereis 25/04/2022

Forte
Que livro forte, triste e inacreditável.
É o tipo de história que você gostaria muito que ficasse só na ficção mas que infelizmente retrata a maldade que diversas pessoas tiveram que enfrentar.
Sem ler a sinopse, pensei que seria um livro de terror só pela capa, encontrei uma história pesada com personagem que carregam amor, fé e esperança.
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Patricia 25/04/2022

Uma guerra feita de crenças
Uma história rápida e dolorosa. "Há guerras feitas de bombardeios. Para os povos bálticos, essa guerra foi feita de crenças." Esse livro é uma ficção baseada em fatos reais, sobre o período da ocupação dos países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia) pela União Soviética em 1939. Os deportados que conseguiram sobreviver, sofreram por longos 10 anos. Foi uma guerra silenciosa, e aqueles que voltaram não podiam falar sobre os horrores que passaram, isso resultaria em prisão ou uma nova deportação. Hoje sabemos desses horrores, e a história da Ruta é um grito de liberdade dos sobreviventes.
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Duardo 10/04/2022

A vida em tons de cinza
Bem , pertinente ler esse livro exatamente em 2022 .
Para enteder a vida de um pais em guerra, como vive a população.
A vida em tons de cinza conta a história de um povo que perdeu tudo, menos a dignidade, a esperança e o amor.
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Carol 07/04/2022

"É preciso defender o que é certo sem esperar gratidão nem recompensa."
Cinzas na neve mistura suspense, drama e uma pitada de romance a uma história sombria e extremamente tocante.

Lina, sua mãe, irmão e mais algumas pessoas são tiradas de suas casas no meio de noite sem saber o que os espera.

Ela e outros lituanos, vão parar em campos de trabalhos forçados, onde passam fome, frio, sede, são acometidos por doenças, são humilhados e violentados.

A história mescla ficção com acontecimentos reais. Em 1939 a União soviética ocupou os países Bálticos. O Kremlin criou listas de pessoas que seriam assassinadas, presas ou deportadas. Médicos,advogados, professores, artistas, músicos várias pessoas foram deportadas e nunca mais voltaram a ver sua casa.

A leitura em alguns momentos se torna arrastada, pesada pois as descrições das situações passadas por eles nos campos, são chocantes.

A leitura te prende, e 240 páginas vão rápido.

Publicado originalmente como a vida em tons de cinza, cinzas na neve é uma ótima leitura.
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Andressa 31/03/2022

Leitura chocante
Livro que relata a vivência do povo da Lituania nas mãos da União soviética. Uma leitura emocionante. Relatos de muito sofrimento e a grande esperança de serem resgatados!
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Jacky 29/03/2022

Tinha tudo pra ser 5 estrelas, mas não foi dessa vez.
O livro é uma obra fictícia, porém baseada em histórias reais de pessoas que passaram por situações parecidas aos dos personagens relatados. Traz a história de Lina e sua família, presos pelo exército da união soviética durante a segunda guerra mundial, onde eles são postos às mais diversas provações e tentam, juntos, sobreviver a este inferno criado pelos homens.
É surreal como é inerente ao ser humano separar o bem e o mal em todas as situações, sendo "comum" colocarmos o nazismo como a única parte errada e ruim da segunda guerra (e foi mesmo), mas o lado tido como "bonzinho" também realizou tantas atrocidades em prol "de um bem maior". No quesito histórico, esse livro trás à luz e dá voz a pessoas silenciadas durante muito tempo afim de manter uma imagem da união soviética nesta guerra, mas as crueldades descritas nesse livros podem ser facilmente equiparadas ao tratamento de Hitler para com os judeus. Ser confrontada com tal realidade é doloroso e difícil, mas leva o leitor ao aprofundamento nesta parte da história da humanidade, trazendo a tona o que tentaram esconder de todo um povo.
Em consequência, a narrativa não é muito boa, a história é simples, não fecha bem as pontas soltas e tem um final tão rápido que procurei mais páginas perdidas. Deixa dúvidas no ar e é arrastada em muitas partes repetindo fatos com o único objetivo de chocar o leitor e emocionar (o que consegue com maestria).
Cinzas na Neve é intenso e doloroso como qualquer livro que retrata essa guerra, mas a história poderia ter sido melhor desenvolvida para tratar um tema tão obscuro e importante.
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Martony.Demes 04/03/2022

Eis um belo e emocionante livro que li recemente: Cinzas na Neve, de Ruta Sepetys.


O livro aborda um episódio no ápice da invasão soviética nos países bálticos, especificamente a Lituania! Nesse cenário, Stalin mandara prender e levar para campos de trabalhos forçados na Sibéria em diante.

E entre esses presos estava uma jovem de 15 anos que é levada junto com mãe e irmão para os mais longícos campos de trabalhos forçados na ex-URSS. Nesses lugares, são forçados a trabalho penosos e ganham apenas pequenas quantidades de alimentos diários que mal dá para sobreviver!

Não obstante, a garota tem um taleto com desenhos que chama atenção de amigos priosioneiros e dos opressores soviéticos.

Durante esse dura jornada de transporte e prisão, eles sofrem bastante com a fome, com a morte, a doença e a dor! O povo perdeu tudo mas há uma coisa que eles jamais deixaram cair: a dignidade.

Eu gostaria muito de contar como tudo terminou mas deixar perder a emoção de descrobri-la! Esse livro é referência na Lituânia! Graças aos desenho da pequena jovem, foi possível ter um prisma de tudo que se passou. Eles foram os registros de toda a atrocidade pela qual passaram!

Leiam! Há muitos momentos emocionantes que valem a pena saber e jamais esquecer!

Ah e tem um filme na Netflix baseado na obra chamado retratos de uma guerra. Achei o filme bem aquém do livro. Vá para o livro primeiro.
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Lua 02/03/2022

Não esperava que fosse gostar tanto dessa leitura. Um livro pequeno mas muito intenso e cheio de emoções!
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Van 21/02/2022

Quando o inverno chega, o que escondemos sob a neve?
Guerras, roubos, assassinatos, genocídios, esperanças, resiliência, empatia... Na história temos inúmeros acontecimentos capazes de mostrar o pior e o melhor da humanidade.

Em 1939, o mundo acompanhava horrorizado os desdobramentos da Segunda Guerra e o extermínio dos judeus dos parte dos nazistas. O que pouca gente sabe/comenta, em especial aqui no Ocidente, é que nos países bálticos – Estônia, Letônia e Lituânia, milhões de pessoas foram raptadas e transportadas a força para os Gulags russos, numa empreitada orquestrada pela União Soviética de Stalin e que culminou em pelo menos 20 milhões de mortos.

Para trazer à tona parte desta história triste e horripilante, a escritora Rita Sepetys, após um intenso trabalho investigativo que envolveu psicólogos, historiadores, funcionários do governo, sobreviventes dos Gulags, entre os quais estão muitos parentes; nos presenteia com o livro Cinzas na Neve, lançado pela editora Arqueiro. Nele somos apresentados a Lina Vilkas, uma jovem de 15 anos que narra a história de deportação de sua família - da Lituânia para os Gulags soviéticos, na Sibéria.

O livro é dividido em 3 blocos. Na primeira parte, conhecemos Lina e sua família. Filha do reitor da universidade, Lina tinha uma vida confortável na Lituânia, com muitos sonhos e projetos em vista. Ainda nessa parte do livro, acompanhamos os primeiros passos da deportação, no qual muitos professores, médicos e advogados, foram taxados de ladrões e prostitutas para justificar o injustificável, sendo sequestradas e despachadas em trens, com condições piores do que animais. Já na parte seguinte, a maior da obra, Lina e sua família, se estabelece nos campos de trabalhos forçados, nos quais passam a conviver com a fome, doenças, mortes e outras variedades de violências. Aqui, também vemos a resiliência e a bondade, como elementos chaves para manter as esperanças e a própria identidade, além de ser o impulso da sobrevivência. Por fim, vimos Lina lutando pela sobrevivência no Gulag da Sibéria, em temperaturas extremas e em condições cada vez mais adversas, agora com uma fome inumada e perdas que marcarão para sempre a sua vida.

A escrita de Rita Sepetys é ágil e muito fidedigna, o que releva o cuidado minucioso de seu trabalho de pesquisa. O fato de ter tido parentes sobreviventes dos campos da Sibéria, contribui para que seu texto tenha coração e envolva os leitores numa gama de emoções que vai variando na medida que os personagens entram em cena. A leitura também nos permite adquirir conhecimentos geográficos de uma região pouco abordada na literatura Ocidental; históricos, já que quase nunca se fala da perseguição russa aos povos bálticos na Segunda Guerra e, ainda, faz justiça as milhões de vítimas do regime soviético, que tiveram sonhos interrompidos e vidas ceifadas por simplesmente não compactuarem com uma ideologia estranha aos seus costumes e valores.

Cinzas na Neve é um livro poderoso e emocionante sobre um dos acontecimentos mais tristes da humanidade, no qual pudemos acompanhar o melhor e o pior dos homens. É, também, uma obra importantíssima pelo seu caráter informativo, em especial, por vermos o surgimento e o fortalecimento da extrema-direita em várias partes do planeta, e que precisamos estar vigilantes e combater a todo momento. E acima de tudo, um livro que nos faz refletir sobre como reagimos as mazelas do mundo e que respostas deixaremos para a geração futura.


site: http://aartedelervan.blogspot.com/2022/02/resenha-cinzas-na-neve-ruta-sepetys.html
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Delma 31/01/2022

Doloroso
O livro narra os horrores dos soviéticos contra o povos bálticos. Apesar de angustiante, a escrita é fluida e envolvente. Recomendo!
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Aury 26/01/2022

Cinzas na neve
Que relato brutal e verdadeiro. Foi uma leitura difícil, mais necessária, só queria poder dizer que é só ficcional, mais não, não é. E dói, dói tanto que chego a ficar sem ar só de ler. Me reconforta que alguns sobreviveram ao horror, no fim esse livro fala da força do amor, e sobre o quanto ela é poderosa.
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Janaína 12/01/2022

"É preciso defender o que é certo sem esperar gratidão nem recompensa"
Cinzas na neve é um romance histórico do gênero jovem adulto, que tem como pano de fundo a deportação de milhares de lituanos para os campos de trabalhos forçados soviéticos, durante o governo de Josef Stalin. A história é bastante comovente, porque permite ao leitor enxergar as atrocidades existentes nestes campos, em que milhões de pessoas foram submetidas a horas extenuantes de trabalho, em locais extremamente insalubres. Muitos prisioneiros morriam de fome, doença, exaustão ou eram simplesmente executados.

Embora a autora tenha feito um trabalho de pesquisa histórica, especialmente dos sofrimentos impostos aos prisioneiros nos campos, achei que faltou uma descrição mais rica de alguns lugares em que se passa a narrativa, o que permite ao leitor se transportar mais facilmente para o ambiente da história. Na minha opinião, algumas descrições ficaram mais vagas. A maior parte do livro se passa na região da Sibéria, então seria interessante informações mais detalhadas sobre o lugar, além do mais óbvio, que são os invernos rigorosos. Tem um momento em que a autora menciona a existência de uma vila próxima a um dos campos, o que me gerou bastante curiosidade sobre a rotina daquele lugar, porque seria um contraponto interessante: a vila, em que haveria uma vida aparentemente normal X o campo dos prisioneiros. Mas a autora apenas trata esse fato de maneira mais superficial.

De qualquer maneira, acredito que romances como este são importantes para que se conheça mais sobre o passado, contribuindo para que tamanha crueldade não seja apagada da História. Espero ler em breve outro livro que também tenho da autora: O sal das lágrimas.
Fabrício 13/01/2022minha estante
Oi Janaína. Ainda hoje tenho dificuldade de entender esse gênero jovem adulto. Quais são as características de um livro para ser considerado jovem adulto?


Janaína 15/01/2022minha estante
Então, Fabrício, não sou formada em Letras para passar uma definição exata, mas eu entendo o gênero jovem adulto como sendo aquele direcionado para o público juvenil, na maioria adolescentes. Com personagens, temas e conflitos centrais mais próprios desta faixa etária. Este livro é narrado em primeira pessoa pela adolescente Lina, de 15 anos. Assim, a percepção dos fatos e muito do que ela escolhe nos contar, de alguma forma, são mais característicos de uma jovem. Por exemplo, apesar da história se passar em um contexto mais pesado e triste, há várias situações muito características da adolescência: um pouco das primeiras paixões, a descoberta dos talentos, caminhos profissionais que poderia seguir, o entendimento ainda inicial das questões políticas e do mundo. E eu também achei a linguagem do texto bem tranquila, mais simples, construída na maior parte com frases, períodos mais curtos e de fácil entendimento. Mas claro que qualquer faixa etária pode ler também rsrsrs :)


Fabrício 15/01/2022minha estante
Obrigado, Janaína. Depois da sua explicação, percebi que já li um monte de livros jovem adulto e não sabia.
Abraços. ?


Cris 30/01/2022minha estante
Fiquei com vontade de ler depois q li sua resenha.




Ana Flávia 03/01/2022

Quem leu e não chorou está morto por dentro
Baseado em fatos reais, o que torna a leitura ainda mais sofrida, nao pela escrita mas sim pela história. Chorei em todas as páginas
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Vogel 29/12/2021

Que leitura sofrida, que pessoas fortes! Eu não consigo imaginar a dor que essas famílias sentiram, o quanto frio e fome passaram, quanta humilhação!
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