O Céu Está em Todo Lugar

O Céu Está em Todo Lugar Jandy Nelson




Resenhas - O Céu Está em Todo Lugar


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Joice 09/11/2017

Maravilhoso!
Não basta só dizer que é um livro admirável, é espetacular...
Capa página me surpreendeu, me fez querer ler, mais e mais.
Realmente, o céu está em todo lugar... Esteve também em cada página desse livro.
Super Recomendo!
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Vanda 03/11/2017

Um lindo romance entremeador de dor, conflitos, amadurecimento e superação
As irmãs Lennie Walker (dezessete anos) e Bailey Walker (dezenove anos) são integrantes de uma família nada tradicional. Não conheceram o pai e pouco lembram da mãe, que abandonou as filhas ainda muito pequenas para se aventurar no mundo. Após a fuga da mãe as irmãs passaram a morar com a avó e o tio.
A avó, uma mulher que apesar de sua excentricidade, pois acreditava nos poder das flores e plantas, tinha bons sentimentos, amava as netas e vivia incentivando-as a acreditarem no retorno da mãe. O tio Big, um homem muito simpático, divertido, floricultor, viciado em maconha e que já passou por cinco casamentos, sabe de tudo um pouco, mas, sua especialidade são as plantas.
A irmã, Bailey, era exemplo e inspiração de Lennie. Era alegre, divertida, determinada, conselheira e melhor amiga de Lennie. Tinha grandes metas e sonhos para sua vida, entre eles, ser atriz. Como Lennie dizia, Bailey iluminava tudo e todos. Tinha luz própria e morreu de forma abrupta e inesperada, fazendo o que mais gostava: no palco, ensaiando a peça Romeu e Julieta.
Bem, a morte, por si só, sempre afeta e abala amigos e familiares e não foi diferente no falecimento de Bailey, que era irmã, cuidadora, conselheira, melhor amiga e menina dos olhos de Lennie. Cada um com sua dor e reação. Bailey tinha um namorado, Toby que, na busca de encontrar consolo para a perda de Bailey, se aproxima de Lennie. Emoções e sentimentos se associam, gerando expectativas e confusão em Toby e Lennie. Nesse intervalo, surge Joe Fontaine, um rapaz dono do sorriso mais lindo e espontâneo que Lennie conheceu e mais confusões de sentimentos acontecem.
“Joe está com um sorriso do tamanho do continente. Será que ele olha assim para todo mundo? Será que ele é maluco? Seja lá o que ele for, é contagioso. Antes que me dê conta, estou imitando seu sorriso do tamanho dos Estados Unidos, unindo-os ao Havaí e a Porto Rico.”
Gente, o que posso falar sobre o livro? Eu o considero uma das mais lindas histórias de dor e superação que já li. A autora foi extremamente feliz e criativa no desenvolvimento do enredo e na criação dos personagens. A dinâmica que Jandy Nelson utilizou para que Lennie expressasse toda sua dor e saudades da irmã foi original. A narrativa não é como na maioria dos enredos. Não é uma narrativa direta dos personagens com os leitores, mas, sim, são apresentados fatos, fotos, momentos, cenas e metáforas que dão entendimento, empatia e provocam emoções diversas nos leitores.
“Todo o conhecimento de Bailey não vale mais nada. Tudo o que ela aprendeu a vida toda e ouviu e viu. A sua forma específica de ver Hamlet ou as margaridas, ou a sua ideia sobre o amor, todos os seus complexos pensamentos escondidos e as consequentes reflexões secretas. - tudo isso se foi também. Um dia ouvi essa máxima 'toda vez que alguém morre, uma biblioteca se incendeia.' Estou vendo uma queimar diante de mim.”
A diagramação do livro é um capítulo a parte. A textura da capa é muito diferente ao toque dos dedos. O livro parece grande, mas é lido num piscar de olhos. Os bilhetes, poemas e sentimentos escritos que Lennie deixa por onde passa, estão inseridos em todo o livro deixando, no leitor, a sensação de estar em contato com toda a intimidade e emoções das irmãs. As folhas também têm uma textura diferente. São mais grossas e as letras são azuis. Todos estes detalhes provocam um “clima” diferente na leitura do livro.
Como já mencionei anteriormente, “O Céu está em todo lugar” pode não ter sido o melhor YA que já li na vida, mas é um dos melhores. Pode não ter superado “Eu te darei o Sol”, mas, sem sombra de dúvidas, é outra inspiração magnífica de Jandy Nelson que passou a ser uma das minhas autoras internacionais favoritas.
Para quem busca uma história de dor, conflitos, busca, aceitação, superação, amadurecimento, com toque de humor, com certeza vai se apaixonar por “O Céu está em todo lugar”.

“Anos atrás, estava deitada no jardim da vovó e Big perguntou o que eu estava fazendo. Disse-lhe que olhava para o céu. Ele respondeu - Essa é uma concepção errada, Lennie, o céu está em todo lugar, começa aqui, aos nossos pés.”
Li, gostei e recomendo.


site: http://clubedolivro15.blogspot.com.br/2017/11/resenha-internacional-o-ceu-esta-em.html
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Bia Oliveira 28/08/2017

Resenha do livro O Céu está em todo lugar
Para Lennie Walker foi o maior choque da sua vida a repentina morte de sua irmã mais velha. Bailey era um exemplo para ela, era seu porto seguro, ela admirava a irmã. As irmãs cresceram juntas sendo criadas pela avó, a mãe um dia foi embora para nunca mais voltar, mas a avó sempre manteve acesa a esperança de que a mãe voltaria. Lennie vivia á sombra da irmã. No quarto em que dividia com Bailey, ela não suporta a solidão, é difícil olhar para a cama ao lado da sua ou pensar nas coisas da irmã. É tão injusto que ela esteja viva e sua irmã não.

” Nas fotografias em que estamos juntas, ela está sempre olhando para a câmera e eu estou sempre olhando para ela.”

“Anos atrás, estava deitada no jardim da vovó e Big perguntou o que estava fazendo. Disse-lhe que olhava para o céu. Ele respondeu – Essa é uma concepção errada, Lennie, o céu está em todo lugar, começa aqui aos nossos pés.”

Lennie não percebe a dor da sua família, pois cada pessoa sofre de uma maneira diferente. Além da avó que é apaixonada por flores e acredita que as plantas têm poderes mágicos também mora na casa o tio Big, viciado em maconha e separado de cinco casamentos. De luto, perdida e sem saber como agir, Lennie começa a se aproximar de Toby, o namorado da irmã. O sofrimento os une, eles compartilham a mesma tristeza, quando estão juntos é como se pudessem trazer Bailey de volta, mas Lennie fica confusa com relação ao que sente por Toby, os sentimentos se misturam e ela passa a sentir culpa por estar com ele. Ao mesmo tempo Lennie conhece Joe Fontaine, um garoto super bem humorado, simpático e com um sorriso enorme. Ele consegue fazer com que Lennie sorria, um sorriso do tamanho dos Estados Unidos. Ela se apaixona, mas como pensar em garotos quando o corpo de sua irmã acaba de ser enterrado.

Essa é uma linda história de amor e superação. Olhando assim a primeira vista, parece que Lennie é uma personagem sonsa e sem sal. Mas não se enganem. O livro é tão bem escrito que a leitura flui de maneira natural. A descrição do sofrimento de Lennie é intensa, sua dor é quase palpável. Conforme ela vai aceitando a morte da irmã, vai se apaixonando, mas se sente culpada. Ela precisará tomar uma decisão, um dos garotos faz Lennie se sentir apaixonada, feliz como nunca se sentiu antes, o outro a conecta com sua irmã, mesmo ela achando que isso é errado. Esse livro vai te fazer sofrer, chorar, rir e torcer para que Lennie termine bem.

site: https://livrosqueapaixonam.blog/2017/06/10/o-ceu-esta-em-todo-lugar/
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Babi 23/08/2017

Alguns fatos sobre Lennie
-sua mãe sumiu quando ela tinha um ano e foi criada pela sua avó
-ela toca clarinete
-ela ja leu 23 vezes “O morro dos ventos uivantes”( eu nem li uma única vez)
-recentemente sua irmã Bailey faleceu.


Nesse romance "new adult" de Jandy Nelson (autora de ” Eu te darei o sol”) somos apresentados à Lennie, uma adolescente de 17 anos que acabou de perder a sua irmã mais velha, Bailey .
Desde então ela vem se excluindo de seu círculo de amigos e família e passa o seu tempo em seu quarto que ela chama de “refúgio” , aonde guarda toda as roupas de sua irmã, objetos e até mesmo os fios de cabelo dela em uma escova.
Nesse estado de luto Lennie acaba se aproximando de Toby, o ex namorado de sua falecida irmã que também esta sofrendo com a perca repentina , o que era duas pessoas se confortando em pouco tempo vira dois jovens atraídos um pelo outro e que sentem (pelo menos Lennie) como se fosse uma traição a irmã.
Por outro lado , entra em cena Jon Fontanie , um novo aluno de sua escola que acabou de vir de Paris , vem se aproximando cada vez mais dela e ela esta longe de não se envolver com os seus encantos.Jon cativa a sua família e entra em sua rotina , mas mesmo assim ela continua se envolvendo com Toby.
Lennie que sempre conheceu romances através dos livros não sabe lidar com esses sentimentos e dúvidas nascendo de repente dentro de si.
Algo meio bizarro em "O céu esta em todo o lugar" é a família de Lennie, sua avó tem verdadeira paixão pelo seu jardim onde tem rosas que acreditam ser afrodisíacas e também um ateliê onde pinta mulheres verdes e um tio com gigantismo que tem mania de tentar ressucitar insetos.
Lennie também tem várias manias que pessoalmente achei estranha , como de escrever em objetos aleatórios versos ou até mesmo conversas dela com a irmã e deixar em qualquer lugar .
Ela também tem uma planta que esta morrendo e que sempre refletiu o seu estado de espírito desde de pequena.
Mesmo com esses personagens e fatos incomuns a história não é tão engraçadas como promete ser na sinopse do livro.
Foi uma leitura menos envolvente do que eu esperava quando eu o peguei , somente chegando na terceira parte que a leitura começou a fluir realmente, porém não deixa de ser um livro que vale a pena de ser lido.Ele fala sobre primeiro amor e amadurecimento.


site: https://mundinhoquaseperfeito.blogspot.com.br/2016/06/o-ceu-esta-em-todo-o-lugar.html?m=0
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Êmily 29/04/2017

“Eu deveria estar chorando, não escrevendo uma resenha...”
Esse livro foi uma surpresa para mim. Positiva, digo. “O Céu Está em Todo Lugar” estava na minha prateleira desde o ano passado, e entre alguns outros, ele era aquele que eu menos tinha vontade de ler. Adiava-o sempre, passando outros à sua frente.

Mas então, essa semana por fim o finalizei. Eis que estava surpresa. Por alguma razão, antes de ler, coloquei na cabeça que a história falava sobre uma mulher de 50 anos de idade que perdeu o marido e apaixonou-se novamente. Não sei de onde tirei isso, porque eu já havia lido a sinopse antes. Provavelmente, minha mente é quem tem 50 anos agora.

A história do livro é sobre Lennon – Lennie – Walker, de 17 anos. Ela acabou de perder a sua irmã inesperadamente, e não está conseguindo seguir em frente de jeito nenhum. Além disso, não tem ideia de onde sua mãe possa estar. Mas Lennie tem à Big, seu tio, e à Vovó – que, diga-se de passagem, é um dos meus personagens favoritos do livro. Imersa em tantas dúvidas e raiva, eis que as coisas finalmente parecem dar certo para Lennie quando Joe Fontaine começa a aparecer em sua vida. Ou não.

Inúmeras vezes, durante a leitura, eu não podia acreditar na Lennie. “Não acredito no que está fazendo” – dizia eu – “Fala sério. Não acredito Lennie.”

Esse livro é uma confusão só. Não tem nada a ver com a escrita ou com o ritmo dele, o problema é a cabeça de Lennie. Ela está perdida, confusa, com raiva. Muita raiva. Ela não tem sua mãe, perdeu sua irmã. Para ela, a terra a estava chacoalhando e pressionando. E as pessoas que estão à sua volta não parecem conseguir entendê-la ou ajudá-la.

Somos mergulhados para dentro da mente de Lennie, onde o leitor pode tanto entendê-la, colocando-se em seu lugar, quanto julgar os seus atos. Eu conseguia entendê-la em alguns momentos, mas em outros a julguei impiedosamente. – confesso.

No geral, o livro é muito bom. Amo o Joe, amo a Vovó. Eles são uns amores! Lennie, mesmo com toda sua confusão, me fez querer abraçá-la e dizer que sentimentos como os dela passam, e que as coisas sempre acabam voltando para seus eixos.

“O Céu Está em Todo Lugar” é um livro sobre amadurecimento e amor. E que amor. Amor esse que não se restringe apenas a pares românticos. É tudo. Lennie e sua mãe, Lennie e sua irmã, Lennie e Vovó, Vovó e sua filha, Vovó e as netas. É um amor familiar. Amor de verdade. Fiquei encantada.

Para finalizar, destaquei alguns trechos que achei lindos ou que me chamaram a atenção:
“Nas fotografias em que estamos juntas, ela está sempre olhando para a câmera, e eu estou sempre olhando para ela.”

“O que fazer diante disso? O que fazer quando a pior coisa que pode ocorrer realmente acontece?”

“Reitero o julgamento que fiz o dia todo (...) então, imploro que minha irmã me mande um sinal de perdão. Não precisa ser sutil, Bails, pode ser um terremoto.”

“É aí que me dou conta. Minha irmã vai morrer todos os dias, pelo resto da minha vida. A dor dura para sempre. Não desaparece nunca; torna-se parte de nós, a cada passo, a cada suspiro. Nunca vai parar de doer, Bailey, porque nunca vou deixar de gostar muito de você. É assim que é.”
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Tracinhas 11/02/2017

por Amanda Steilein
Já fazia muito tempo que eu queria ler esse livro. Muito tempo mesmo. E quando finalmente comprei, acabei demorando ainda mais para lê-lo. Foi a pior coisa que eu fiz. Deveria ter lido há muito, muito tempo mesmo. Na verdade, deveria ter lido bem na hora que comprei, ali mesmo, no meio da rua, igual à família Walter. Porque agora tenho mais um livro preferido. Além da capa linda e da arte magnífica dentro do livro (cada capítulo é uma surpresa), a história é incrível.


“Toda vez que alguém morre, uma biblioteca se incendeia”. Estou vendo uma ser queimada diante de mim. (p. 234)


Lennon Walter perdeu a irmã mais velha de forma abrupta. Ela saiu de casa para ensaiar o papel principal de uma peça e então simplesmente não voltou. Ela mora com o tio viciado em maconha e cinco vezes divorciado, Big, e a vovó Walter, a qual cuida de seu jardim como se as plantas tivessem personalidade própria. Todos tentam lidar com a morte de Bailey da melhor maneira possível.

O que impressiona nesse livro é que o sentimento de luto é realmente palpável, realmente crível. Não é algo do tipo ai-meu-deus-bailey-morreu e então vamos-a-uma-festa-conhecer-um-gatinho-e-esquecer-tudo.

O Céu está em todo Lugar é um livro sensível. Ele é apaixonante, da mesma maneira que é emocionante, é triste e feliz ao mesmo tempo. Em uma página você pode estar contente por alguma coisa boa que tenha acontecido à Lennie, mas na outra estar prestes a chorar por causa de um dos bilhetes escritos por ela e deixados sob pedras ou pendurados em árvores. Não é um livro chato ou irritante, pelo contrário. A autora coloca no papel exatamente aquele sentimento inexplicável e indescritível que temos diante de uma perda tão grande e tão importante. O sentimento descrito por Lennie, a falta que sente da irmã e dos pequenos momentos juntas tem uma verdade e uma sensibilidade incríveis que fazia muito tempo que não via em livros desse gênero.


Era uma vez uma garota que percebeu que estava morta. Espiou pela fresta do céu e viu que lá na Terra sua irmã sentia muito a sua falta. Então, percorreu caminhos por onde não devia ter andado, pegou alguns momentos com a mão, chacoalhou-os e os jogou como se fossem dados por cima do mundo dos vivos. Funcionou. O garoto do violão colidiu com sua irmã. “Pronto, Len” sussurrou. “Agora é com você”. (p. 307)


De um lado, temos Lennie, a garota mais triste que todos já conhecemos, acostumada a viver sempre a sombra de sua irmã mais velha, Bails, que fazia tudo muito bem e com proeza, obrigada. Ela era o pônei acompanhante e o que acontece com ele quando o cavalo morre? Do outro lado, temos Joe Fontaine, o garoto novo na cidade que transforma qualquer música que toca em um hino dos anjos. E ainda temos Toby Shaw, o namorado de Bails, concorrente de Lennie em pessoa mais triste a habitar a cidade. Sarah, a melhor amiga estabanada. Sempre tem a melhor amiga estabanada. Mas quem não tem uma amiga assim? Se você não tem, é porque você é a amiga estabanada (tipo eu).

As coisas vão aos poucos caminhando para uma normalidade espantosa onde Bailey não existe. Aos poucos, o café da manhã é mais suportável, se livrar das coisas da irmã se torna mais fácil. Isso assusta Lennie e a apavora. Afinal de contas, como ela pode se sentir feliz como nunca se sentiu antes quando sua irmã morreu? Como ela pode pensar as coisas que pensa quando sua irmã não vai mais voltar? A história estampa os dizeres da capa: Lennon Walter deveria estar de luto, não se apaixonando.



OBS: Esse livro tem a arte mais linda que eu já vi no mundo. A capa é linda, as letras são lindas e tem páginas especiais destinadas aos bilhetes da Lennie com uma arte diferenciada. É sério, é um livro l-i-n-d-o.

site: http://jatracei.com/post/156910984352/resenha-238-o-c%C3%A9u-est%C3%A1-em-todo-o-lugar
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Lara Martins 17/01/2017

sensível e delicado
A escrita de Jandy Nelson faz com que qualquer um se apaixone por seus livros, e apesar de romance não ser um de meus gêneros literários favoritos, essa narrativa me tocou muito. É um livro lindo que fala de uma forma nua e crua sobre perda, amor e luto e mesmo assim não perde a sensibilidade. Fora que me vejo obrigada a citar a beleza estética do livro em si, que tem páginas com letras em azul escuro e poemas que Lennie escreve retratados como se fosse uma foto de cada um deles. A única crítica que venho a fazer desse livro são ideiais machistas que a autora coloca. Achei totalmente desnecessário frases como "eu sou uma vadia-traidora etc e tal", principalmente por ser um livro que tem como foco principal adolescentes meninas. Esse tipo de gênero é responsável pela formação de opinião, portanto é preciso ter muito cuidado. Apesar disso, tirei frases incríveis dele que levarei sempre comigo.
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Lidiane Andrade 08/01/2017

O Céu Está Em Todo Lugar
Lennie sempre teve uma vida tranquila e feliz ao lado dos seus familiares, sua irmã Bailey, sua avó e Bill. Obcecada por livros, leu "O Morro dos Ventos Uivantes" várias e várias vezes sem se cansar, adora música, toca seu clarinete e faz aulas de música. Bailey e Lennie gostavam de ficar contando histórias sobre sua mãe e imaginando o que ela andava fazendo e em que lugar do mundo se encontrava, já que sua mãe abandonou-as para viajar pelo mundo.

Enquanto Bailey fantasiava encontrar sua mãe, Lennie vivia no mundo da fantasia com seus livros, até que um dia a morte abrupta de Bailey choca toda a família, principalmente a Lennie, que não consegue mais viver em paz. Lennie começa escrever seus sentimentos em folhas e deixar jogadas nas ruas para que o vento levasse os seus sentimentos para longe, começou a escrever em troncos de árvores, em chão, copos, guardanapos e qualquer lugar onde pudesse estar expressando seus tão dolorosos sentimentos.

Lennie começa ter uma confusão de sentimentos, conflitos em casa, com seus amigos e com si mesma. Não consegue viver com o fato de que não pode mais ter a sua irmã por perto e o único que consegue entender seus sentimentos é o namorado da sua irmã, que está tão abalado quanto ela. Os dois começam se encontrar mais e falar sobre, mas acabam confundindo os sentimentos e tem também o seu colega de sala, que começa a se aproximar de Lennie, com ele, ela consegue se sentir mais viva.

Lennie não sabe se está apaixonada pelos dois, ou se está apenas confundindo os sentimentos, com o namorado de sua irmã, pois ele é a única coisa que sobrou de sua irmã, e com o colega de sala se é apenas porque ela precisa de alguém. Ela tem que fazer uma escolha, e desvendar os segredos que sua irmã tinha, e também de todos da sua família.

Era pra ser um livro emocionante e cativante, mas para mim não foi tanto quanto eu esperava e como leio muitas resenhas por aí, vou pegar o livro para ler em um outro momento, talvez eu consiga entender um pouco mais e despertar mais sentimentos e gostar mais do livro.

site: LEIA MAIS RESENHAS NO BLOG: WWW.PAGINADALEITURA.BLOGSPOT.COM.BR
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Bia 05/01/2017

O céu esta em todo lugar
Hey! pessoal..
Este livro conta a historia de Lennon, uma jovem que acaba de perder a irma...
A situação é trágica para começo de um livro mas, essa perca faz com que a personagem principal se encontre verdadeiramente fazendo escolhas e aprendendo a agir de forma diferente... Sem a visão de seguir e ter uma irmã mais velha!
Uma historia com visão de ´´adolescente´´ passando por altos e baixos...
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Roberta 31/12/2016

Verdadeiro e lindo
Esse é um daqueles livros que você começa a ler e não consegue mais largar. Lindo, emocionante, cativante, encantador. Fala de família, amizade e lógico de amor. Mas o que mais me tocou foi a forma que a escritora falou sobre a perda, a dor do luto, de uma maneira tão verdadeira e profunda, descrevendo com tanta verdade que me tirou o fôlego. Recomendo muito e sempre. Esse livro vai fazer parte dos meus livros preferidos para fazer uma releitura.
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Meninas que Leem 27/12/2016

Blog As meninas que leem livros
Ainda não tenho certeza se primeira coisa que me impressionou foi a beleza do livro ou da história. Tive a impressão de receber nas mãos o filho de alguém, que foi pensado com todo cuidado. Confeccionado......

site: http://www.asmeninasqueleemlivros.com/2011/10/o-ceu-esta-em-todo-lugar-jandy-nelson.html
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Gabriely 27/12/2016

As vezes você lê um livro, e as vezes um livro lê você
Sem sombra de dúvidas O Céu está em todo lugar é um dos meus livros favoritos. Já realizei 6 releituras e continuaria relendo, e relendo. Um livro com um diferencial espetacular que vai de sua capa até suas ultimas linhas.
O livro retrata a história de Lennie Walker uma adolescente comum com gostos para músicas e livros. Lennie e sua irmã Bailey sempre foram muito apegadas e com a morte repentina de Bailey, Lennie se viu perdida no mundo, sem saber como viver sua própria vida. Lennie enfrenta sua dor interior e se fecha para o mundo, deixando de lado sua vó, tio Big, seus amigos,e buscando uma forma de lidar com o namorado de sua irmã Toby que se torna o único capaz de entender oque ela sente, até conhecer Joe Fontaine, um lindo francês aspirante por música e irresistivelmente lindo, que aos poucos destrava os cadeados de seu coração. Lennie se encontra dividida entre sua âncora que a auxilia nos momentos difíceis e seu balão que a faz flutuar. Lennie espalha palavras por bancos, folhas, árvores, banheiros querendo que talvez um dia alguém os encontre.
Jandy nos apresenta uma história apaixonante e assustadora nos ensinando que um coração aceso pode combater um luto.
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Jeh Diário dos Livros 30/10/2016

“O mundo não é um lugar seguro.”
O livro gira em torno de Lennie no qual vive com sua avó desde o abandono da sua mãe e enfrenta um drama após a repentina morte da sua irmã Bailey. Este trágico acontecimento faz Lennie descobrir novos sentimentos e encontra dificuldades em lidar com eles.
É ai que temos Toby, que é o ex namorado de Bailey , no qual também está passando pelo luto, com isso os dois acabam percebendo que se entendem com esse sentimento. Ele se torna a única pessoa com quem ela consegue falar, ou quase isso.
Ela também tem Joe, o garoto novo da banda que sempre sabe exatamente o que falar. Com ele as lembranças da irmã não são tão sufocantes e perto dele ela não precisa de consolo, porque ele trás ela de volta a vida, mas o problema é que Lennie não sabe se quer voltar a viver a sua vida novamente.

"Não acredito que o tempo cura. Não quero. Se curar, significa que aceitei o mundo sem ela."

Esse livro é muito lindo! Confesso que no começo os sentimentos de Lennie estão muito confusos e ela todo o tempo lida com a culpa de estar começando a ser feliz perto das pessoas que gosta, pois para Lennie ela sempre deveria estar triste e de luto pela perda da irmã.

“Às vezes é preciso perder tudo, para encontrar a si mesmo.”

O que eu não gostei do livro foi como ela lidou com alguns sentimentos que surgiram no enredo da história, mas conforme você vai lendo e vendo o desenrolar da autora, você se surpreende e acaba gostando.E por falar nos personagens, o que eu mais gostei foi o Joe, ele é apaixonante e fofo.
Gostei muito do livro, ele é emocionante e nos trás uma lição sobre perdas e como lidar com elas, gostei em especial dos bilhetes da história.
É um livro que vale apena ler.

site: http://diarioelivros.blogspot.com.br/2015/11/resenha-o-ceu-esta-em-todo-lugar.html
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