Pollyanna Moça

Pollyanna Moça Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna Moça


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Mandy 22/01/2013

Depois de ler esse livro, você não consegue mais ver apenas o lado ruim dos acontecimentos. O "jogo do contente" te faz procurar sempre algo de bom, mesmo nas piores circunstancias.
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Adrieli 01/12/2012

e um livro divertido e legal....
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G. X. Vitoriano 27/03/2013minha estante
Achei superior ao primeiro.




Potterish 30/11/2012

O jogo do contente
A felicidade é algo que surge repentinamente ou um sentimento que pode ser trabalhado pelas pessoas, transformando cada momento de tristeza, desespero e desilusão em esperança?

Para a “Pollyanna” de Eleanor H. Potter, é possível superar todos os problemas da vida através do “jogo do contente”. Mas será que ela sobreviverá quando precisar usar sua tese, ao invés de apenas ensiná-la? Deem boas vindas à nova resenhista do Potterish Natallie Chagas e deixe seu comentário no texto de hoje!



“Pollyanna” e “Pollyanna Moça”, de Eleanor H. Potter

O objetivo desse jogo é encontrar a felicidade em todos os momentos, mesmo nas pequenas coisas e quando parece não existir motivo nenhum para ser feliz. Não é o otimismo utópico, não é uma fuga da realidade. Como Pollyanna ensina, é uma nova forma de enxergar o mundo e o que acontece nele, procurando focar no melhor de cada situação e de cada pessoa.


“Pollyanna” é um romance de Eleanor H. Porter, publicado em 1913 e considerado um clássico da literatura infanto-juvenil. A história gira em torno de Pollyanna Whittier, uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont com sua única tia viva, tia Polly. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama de “o Jogo do Contente”, uma atitude otimista que aprendeu com o pai. Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Com essa filosofia, aliada a uma personalidade radiante e uma alma sincera, Pollyanna leva muita alegria e contentamento à sombria e triste propriedade da tia.

O “jogo do contente” protege-a também das atitudes severas e desaprovadoras de sua tia. Em breve, Pollyanna ensina a alguns dos mais problemáticos habitantes de Beldingsville a ‘jogar o jogo do contente’. Até sua tia, achando-se sem saída diante da animada recusa de Pollyanna de ficar triste, começa a se tornar mais simpática e amigável, muito embora resista ao jogo do contente mais tempo do que qualquer outra pessoa. Mas um sério acontecimento balança o forte otimismo de Pollyana; nesse instante, todas as pessoas que a menina ajudou agora aparecem em seu socorro e a ajudam a não desistir de seu famoso jogo.

O livro fez tanto sucesso que Eleanor lançou uma sequência, Pollyanna Moça, em 1915. Nesse novo livro, Pollyanna se transformou em uma encantadora jovem, amada por todos os que com ela aprenderam o famoso “Jogo do Contente”. Sua fama de pessoa especial vai além dos limites de Beldingsville, a cidadezinha onde vive com Tia Polly. Pollyanna recebe um convite especial para passar uma temporada em Boston. Alguém de lá precisa muito dela… Mas ela não irá apenas conquistar novas amizades, irá também encontrar o amor e com ele as dúvidas e emoções de todos os apaixonados.

O livro foi marcante, não somente por ter sido o primeiro dos clássicos da literatura que eu li, mas pelos ensinamentos implícitos. No começo, me irritava a mania de não se irritar da protagonista, eu pensava “caramba, essa menina só pode ser retardada, não tem como uma pessoa viver contente”. Irritou tanto ela falar do jogo do contente, que eu queria continuar lendo, só para ver até onde ela agüentaria jogar. No momento em que ela pára de jogar, me arrependi e torci para ela voltar logo ao seu jogo do contente. Porque, na verdade, esse jogo mostra o que há de melhor no ser humano. É uma leitura cativante, que mostra como uma criança determinada e seu jogo infantil podem fazer bem a mais carrancuda das pessoas.

Resenhado por Natallie Chagas

192 páginas, Editora Martin Claret, publicado em 2007.
*Título original: Pollyanna.

226 páginas, Editora Martin Claret, publicado em 2008.
*Título original: Pollyanna grows up.


ACESSE: WWW.POTTERISH.COM/RESENHAS
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Lílian 26/11/2012

Uma dose de Pollyanna...
O que dizer de Pollyanna?

É uma garota positiva, prestativa e encantadora, que sempre procura enxergar o lado bom das coisas.

No mundo de hoje, ela seria uma grande escritora de livros de auto-ajuda, com o seu "jogo do contente". Quer praticar?

Situação: seu carro quebrou, você perdeu o emprego e seu namorado te traiu.

Pollyanna diria: OK, é complicado, mas fique contente porque agora você vai poder contribuir com a manutenção do meio ambiente, sendo uma pessoa a menos a emitir gases poluentes no planeta; também vai ter mais tempo para fazer as coisas de que gosta, já que não vai mais ter que trabalhar todos os dias; e veja pelo lado bom, seu namorado te traiu mas fez uma outra mulher feliz, quem sabe não era uma encalhada, triste, a ponto de se matar porque ninguém olhava pra ela.

E a gente pergunta: e o que tem de bom em passar uma hora esperando um ônibus que provavelmente passará lotado, Polly? E eu com a piranha encalhada, queridinha? E, mais importante, quem é que vai pagar as minhas contas, minha filha?

Tome uma dose de Pollyanna, sorria e pense que você está sendo espiritualmente elevada.

P.S.: cinco estrelas para o livro porque, apesar de Pollyanna viver no mundo da lua, eu a-do-ro a história!
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Jéssica Carolin 11/11/2012

Bom
O livro é bom, vale a pena ler (para quem leu e gostou de Poliana).
Mas, não espere que seja tão bom quanto o primeiro.


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Marcos 08/10/2012

Incrível. Não li ainda o primeiro livro, o que não impede/impediu de entrar nesta estória e acompanhar o belo enredo que se segue.

Me identifiquei com várias personagens, já jogava o "jogo do contente" antes mesmo de conhecê-lo. O que, creio eu, não mudou meu fascínio por Poliana, só o aumentou. A forma como se desenrola as coisas e "enrola" novamente no final é muito agradável. As descobertas e o desenvolvimento dos personagens são nítidos e simples. O poder que exerce o otimismo e como é marcante a mudança de perspectiva sobre determinado momento, e como muda a vida dos personagens, ou, até mesmo, um pequeno dia, torna-se significativo e nos faz pensar se não é o nosso pessimismo a fonte de toda infelicidade.

Singelo, ingênuo e persuasivo. Resumo-o numa célebre frase:

"Neste mundo o ódio jamais dissipou o ódio. Somente o amor dissipa o ódio." - Osho
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NaaH 04/10/2012

Pollyanna Moça
A continuação de Pollyanna que no caso é Pollyanna Moça também é muito interessante gosto demais dessa coleção da Pollyanna!
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Chris 31/08/2012

Ótimo!
Por ser continuação de Pollyanna, embora a personagem esteja em outra fase de vida, nao perde a inocência e continua a passar uma mensagem de otimismo, tentando mudar nossa forma de pensar e agir no dia a dia.
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Paty 29/04/2012

Uma idéia geral:

Eleanor nos apresenta Ruth, uma mulher que vive reclusa e isolada num casarão de luxo depois de perder o marido, o filho, e após o desaparecimento do seu sobrinho Jamie. Della,irmã de Ruth, se sensibiliza e se incomoda com a situação mórbida da irmã e então decide que só "uma dose de Pollyanna" poderia dar fim e mudar a vida deprimente da irmã.
Então, a contragosto, mas piedosa pela maneira como Ruth estava vivendo, a tia de Pollyana permite que a menina passe uma temporada em Boston.

Pollyanna, com seu jogo do contente, sem perceber começa a mudar a vida dos que estão ao seu redor, e mesmo que relutasse, Ruth sem notar tem sua vida completamente transformada pela presença de Pollyanna. Mas Pollyana precisa voltar, e viajar com os tio.
Seis anos se passaram e Pollyanna cresceu, agora com 20 anos ainda continua com seu jogo do contente, mas agora com moderação porque compreende que nem todos estão dispostos a entendê-lo e jogá-lo.
Quando volta da viagem, Pollyana passa a ter uma vida diferente: com o falecimento do tio e uma condição financeira problemática, Pollyana conheçe os problemas da vida adulta.
E tem também( e não poderia faltar) as questões do coração: Pollyana se descobre apaixonada pelo amigo de infância. Mas muitos mal-entendidos acontecem antes que Pollyana tenha sossego.


"O instrumento que você toca, Pollyanna, será o grande coração do mundo; e me parece que é o mais maravilhoso de todos os instrumentos que podemos qprender. Sob seu toque, se você for hábil, irá produzir sorrisos ou lágrimas, como você escolher."



O livro apresenta uma leitura bem agradável, eu gostei bastante de ler , pois o livro lançado em 1915 apresenta um romance bem sutil, respeitador e com conceitos que não vemos mais hoje em dia. Acho muito útil esse tipo de leitura pra analisarmos e percebermos as mudanças na sociedade e sua evolução.
Pollyana nos mostra como aproveitar as coisas simples da vida para nossa felicidade. Nos mostra com seu jogo do contente que pra tudo sempre tem um lado bom, positivo.

Recomendo com certeza a leitura desse livro, e espero que você assim como eu possa tirar um bom proveito do livro e a mensagem que ele transmite.
Dene 21/06/2012minha estante
O livro Pollyanna Moça,
é sem dúvida o livro mais lindo,
a lição de vida mais interessante q já vi!!!




Rafa 28/04/2012

Resenha - Pollyanna Moça - Eleanor H. Porter
Pollyanna está mais jovem, conhecida por ser criadora do “Jogo do Contente” que até hoje muitos jogam. A continuação da história dela se deu pelo pedido do público e a curiosidade de seus fãs para saber quanto perduraria essa personalidade muito invejada.

Della, irmã de Tia Polly, dá conselhos para ela do “Jogo do Contente”, pois depois que descobriu o jogo junto à Pollyanna, quis ajudar sua irmã carrancuda e amargurada.

Logo depois Pollyanna se vê obrigada a viver sem sua Tia, visto que ela viaja sem querer companhia. Pollyanna não gostou da cidade grande, com pessoas sem tempo para conversar com ela. Ela começa a paquerar Jimmy, e ambos criam planos para viverem juntos. Tia Polly quando volta, não sabendo de suas origens, detém o relacionamento dos dois.

Muitas coisas acontecerão tanto para nossa diversão, quanto para nos surpreender com as palavras de Pollyanna, em suas amizades e claro em seu amor, completamente apaixonada.

Como sempre, contente e sempre sorridente, dando “bom-dia” todo dia, ela não me pareceu crescida e mais adulta à anteriormente, pra mim ela continua com o espírito de brincar, de querer ser cuidada e educada por sua Tia.

Recebi o livro pela Editora Martin Claret, e o estilo pocket torna o livro tão fofo quanto à personagem.

Eu gostei da continuação, mesmo que Pollyanna não tenha crescido tanto quanto gostaria que crescesse, o importante é que o espírito de Pollyanna está pairando sobre nós e nos faz viver mais e melhor, claro, se seguirmos o seu jogo. Um livro completo e de fácil apreciação. Leiam e se divirtam.

http://www.leiturasvivas.com/2012/04/resenha-pollyanna-moca-eleanor-h-porter.html
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Lais 15/03/2012

Resenha no blog http://nomeiodoslivros.blogspot.com/2012/03/pollyanna-moca-eleanor-h-porter.html
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sueli 29/02/2012

Pollyanna Moça - Eleanor H. Porter
Não gosto muito ou quase nada de livros que dão continuidade ou que são em série mas sempre gostei muito de Pollyanna e fiquei curiosa em ver como a autora daria sequencia a uma história infantil.

Pollyanna atingiu a adolescência e é, nesta etapa, uma bela, meiga e gentil jovem, amada por todos os que com ela aprenderam o famoso "Jogo do Contente". Sua história ultrapassa os limites de Beldingsville, cidadezinha onde vive com Tia Polly.
A história, aqui, começa com Della Wetherley que a o visitar sua irmã, que vive triste e amargurada lhe fala sobre Pollyanna e seu jogo do contente, uma atitude de otimismo perante a vida e tenta animá-la com os ensinamentos que Pollyanna oferece com sua teoria. Em suas próprias palavras, Della resolve dar à irmã, uma dose de Pollyanna, a quem conheceu no sanatório em que trabalha, quando a jovem lá esteve internada durante o verão e inverno.
Assim, Pollyanna vai passar algum tempo na casa da irmã de Della, a triste viúva Mrs. Carew, que perdeu o marido e o filho em um espaço de apenas um ano. E depois que seu amado sobrinho, Jamie, também sumiu, não havia mais alegrias na vida da pobre mulher, que tentava de tudo para encontrar a criança. E é nesse ambiente que Pollyanna vai viver durante o inverno, enquanto sua tia Polly faz uma viagem a qual preferiu não levá-la.
Em sua inocência, Pollyanna sai para andar em Boston e quer conversar com todo mundo, como se ainda estivesse em Beldingsville, e não entende porque na cidade grande tudo é diferente, as pessoas andam apressadas e não se importam com os outros. Ela acaba se comportando da mesma maneira e é assim que conhece Jamie – que acaba pensando ser o Jamie da Sra. Carew, que estava perdido a tanto tempo.
Algum tempo depois Pollyanna e os tios vão a Alemanha onde permanecem por 6 anos, mas com a morte do doutor Chilton, elas tem que voltar para casa em Beldingsville.
Tia Polly não admitia ter perdido quase tudo e ter que voltar, encarando seus vizinhos e amigos. Pois era orgulhosa, não aceitando a situação a que chegara. Pollyanna alegrava-se ao encontrar as pessoas que faziam parte de sua vida enquanto morava nesta casa. De volta a o lar ela precisa trabalhar e reencontra Jimmy seu amigo de infância.
No decorrer do tempo apaixonaram-se e faziam planos para casar e viver suas próprias vidas, mas não pensavam em abandonar a tia Polly.
Quando sua tia Polly ficou sabendo do namoro de Pollyanna com Jimmy, quis impedir-lhes, porque Jimmy fora criado pelo Mr. John, e não conhecia a família a quem ele pertencia (pois Jimmy foi adotado).

Nesta continuação de suas aventuras, Pollyanna irá conviver com pessoas diferentes, conquistar novas amizades, encontrará o amor, conhecerá a ansiedade, a expectativa de um grande amor, as dúvidas e as emoções que experimentam todos os corações apaixonados. Em Pollyanna Moça, ainda vemos um pouco dela criança e que ainda faz o Jogo do Contente, permanecendo otimista, amável, carinhosa e preocupada com o próximo e irá, como sempre, usar o Jogo do Contente para superar seus problemas.
Gostei muito da continuação, mesmo que, no início, não acreditasse que seria possível dar sequência às aventuras de Pollyana, ela emociona e encanta.

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