Pollyanna Moça

Pollyanna Moça Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna Moça


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Barbara 20/02/2012

Pollyana devia ser leitura obrigatória, pois é um dos livros mais lindos que eu já li!

Sem dúvida é um livro que te leva a fazer um auto questionamento!

Muito muito bom!!!!!
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Bárbara 16/10/2011

Poliana Moça - Eleanor H. Porter
Em Poliana Moça, ainda vemos um pouco de Poliana criança. Ela ainda faz o Jogo do Contente com muita frequência. Ensina a todos sobre ele e conquista legiões de novos jogadores. Tudo isso, no segundo livro, ela faz em Boston, quando vai passar uma temporada com a Sra. Carew, enquanto sua tia Polly viaja.

O legal no livro é a inocência de Poliana, que sai para andar em Boston e quer conversar com todo mundo, como se ainda estivesse em Beldingsville, a cidadezinha onde mora com a tia. Lá, ela conhece todo mundo. Como não sabe sobre os perigos que existem, acaba se comportando da mesma maneira. E é assim que conhece Jamie – que acaba pensando ser o Jamie da Sra. Carew, que estava perdido a tanto tempo.

Só passamos a vê-la moça depois da metade do livro, quando volta da Alemanha com a sua tia Polly, agora viúva e pobre, para a cidade de Beldingsville.

Agora moça, Poliana não faz o jogo com tanta frequência. Se apaixona por um velho amigo e tem que ganhar dinheiro para manter a casa e a tia.

Gostei de Poliana Moça tanto quanto gostei de Poliana.
Ambos passam uma lição de vida incrível. E te deixa com aquela vontade de ser mais uma jogadora do incrível Jogo do Contente da nossa Poliana.
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naniedias 29/09/2011

Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter
O livro Pollyanna moça conta duas histórias, que estão interligadas, mas que são bem definidas.
A primeira se passa quando Pollyanna, aos treze anos de idade, vai passar algum tempo na casa da amargurada viúva Mrs. Carew. Ela perdeu o marido e o filho em um espaço de apenas um ano. E depois que o querido sobrinho, Jamie, também sumiu, não havia mais alegrias na vida da pobre mulher, que tentava de tudo para encontrar a criança. E é nesse ambiente que Pollyanna vai viver durante o inverno, enquanto a tia faz uma viagem a qual preferiu não levá-la.
A segunda história se passa quando Pollyanna retorna, com a tia, após uma longa estadia na Alemanha. As coisas estão bem diferentes, já que a fortuna dos Harrington já não existe. Assim, a vida de Pollyanna não seria nada fácil. Mas, a garota, sempre muito espirituosa, vai descobrir maneiras de seguir em frente, ajudar a tia e ser feliz!
E Pollyanna irá, como sempre, usar o Jogo do Contente durante as duas histórias.
"Ela era órfã de mãe, e filha de um pastor pobre do Oeste, criada pela Sociedade das Senhoras Auxiliadoras com doações de Missionários, vindas em barris. Quando era uma menininha quis uma boneca, e tinha confiança de que ela viesse no próximo barril de doações; acontece que nada veio, a não ser um par de muletas. Claro, ela começou a chorar, e foi então que o pai ensinou-lhe um jogo para descobrir algo de bom em todas as coisas que aconteciam. Ele disse a ela que podia começar ficando muito contente por não precisar das muletas. Esse foi o início."

O que eu achei do livro:
Propositalmente, eu não coloquei nenhum detalhe referente ao livro Pollyanna na sinopse. É possível ler Pollyanna Moça sem ter lido o outro livro, mas já vou avisando que não é a melhor ideia. Ler na sequência é muito mais interessante, principalmente porque há menções aos acontecimentos do primeiro livro durante essa segunda história.
Nesse segundo livro, Eleanor H. Porter nos mostra um pouquinho da Pollyanna crescida - aos treze e aos vinte anos. E ela continua uma pessoa adorável, claro! É um prazer enorme acompanhar a vida da garota nesses dois momentos contados com tanto carinho. E o Jogo do Contente, que em alguns momentos poderia ser irritante, é o que dá o brilho à história! É inconcebível como essa menina consegue estar sempre feliz acerca de tudo e, mesmo assim, nunca parecer pedante, ou chata, ou qualquer outra coisa que possa ser considerada um defeito! Confesso que, quando estou triste, "Pollyannas" acabam me deixando irritada (pela sua felicidade irrestrita, volta às mais simples coisas da vida), mas também preciso confessar que é só em um primeiro momento, pois logo depois me dou conta do papel ridículo que estou fazendo e acabo ficando "contente", também, por alguma coisa simples, à qual não estava dando a devida importância! Seria uma delícia encontrar "Pollyannas" por aí! Fariam as pessoas mais felizes, sem dúvida.
A escrita de Elanor H. Porter é simples, fluída e deliciosa! O livro é de leitura bem rápida! Quando me dei conta, já estava terminando a história! Quem já teve o prazer de ler a primeira história, sabe como essa autora consegue escrever de maneira encantadora!
Embora nesse livro os personagens sejam muito bem construídos e a trama seja maravilhosa, eu não o considero tão bom quanto o primeiro. Principalmente pelo final da história, que é um tanto "contente" demais - com tudo se acertando em todos os pontos. Não vou entrar em detalhes, pois não quero contar o que acontece no final do livro, mas ainda assim gostaria de apontar que esse livro apenas não ganhou uma nota máxima, como o primeiro, devido ao seu final "contente demais". Todavia, isso não é motivo para que o considere um livro ruim, muito pelo contrário. Pollyanna Moça é uma leitura deliciosa e tão recomendada quanto o primeiro livro! Afinal de contas, quem não conhece Pollyanna desconhece uma das personagens mais amáveis da literatura universal.


Nota: 9
Dificuldade de Leitura: 6


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Bit 14/03/2011

'Pollyanna Moça', escrita em 1915, é uma novela para crianças e adultos. É a primeira de várias seqüências de 'Pollyanna' (1912). A filosofia da personagem Pollyanna está centrada naquilo que ela chama de 'o jogo do contente' - ela sempre procura encontrar, em qualquer situação, alguma coisa para...

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Rosa 22/02/2011

Neste livro ela, retoma as fases da vida quando menina:

Quando esteve no orfanato, o seu acidente que a impediu de andar por algum tempo, sua adoção pela senhora Polly, seus vizinhos, seu círculo de amizade e seu jogo do contente(QUE NUNCA PARARA DE JOGAR).Foi para Boston de férias na casa Mrs Carew. Enquanto o doutor Chilton e a senhora Polly viajavam.(Pollyanna foi como um Raio-de-Sol,um lenitivo para curar as dores que vão dentro da alma, fazendo com que as pessoas olhassem ao seu redor... Encontrassem as belezas das flores, sentir o ar que respira e abrissem as janelas do coração pera arejar suas mentes e verem o outro lado bom da vida.
Conseguiu ensinar a todos de seu convívio e os novos aos amigos agregados.
Algum tempo depois Pollyanna e os pais adotivos foram para a Alemanha onde permaneceram lá por 6 anos e o doutor Chilton morreu e após 6 meses tia Polly e Pollyanna deviam voltar para casa em Beldingsville.
Tia Polly não admitia ter perdido quase tudo e ter que voltar, encarando seus vizinhos e amigos. Pois era orgulhosa, não aceitando a situação que chegara. Isolou-se e cobriu-se o rosto com um véu preto para esconder a tristeza,sua face envelhecida devido as percas que tivera.
Pollyanna alegrava-se ao encontrar as pessoas que faziam parte de sua vida enquanto morava nesta casa.
Estava com 20 anos e encontrou-se com Jimmy a quem era seu amigo de infância.
No decorrer do tempo apaixonaram-se e faziam planos para casar e viver suas próprias vidas, mas não pensavam em abandonar a tia Polly.
Quando Polly ficou sabendo do namoro de Pollyanna com Jimmy, quis impedir-lhes, porque Jimmy fora criado pelo Mr. John, e não conhecia a família a quem ele pertencia (pois Jimmy foi adotado).
Jimmy tinha um envelope que guardava um segredo de seu próprio pai, que só deveria ser aberto após Jimmy completar 30 anos; mas como ele se sentiu pressionado por tia Polly, ele pediu ao Mr. John que abrisse o envelope, pois seria um segredo da vida dele. Para sua surpresa, ele era o sobrinho de Mrs. Carew, de que tanto ela procurava.
Polly ficou sabendo disso e permitiu que Pollyanna fosse se encontrar com Jimmy na casa de Mrs. Carew. Agora eles eram livres para realizarem seus sonhos.
*Gostaria que a leitura continuasse, para saber como os personagens ficaram no final.
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Paulinha 19/02/2011

Paula Cordeiro
Esperava um pouco mais de Pollyanna Moça. Senti falta de alguns detalhes e personagens do primeiro livro, mas continuei fascinada com a relação dela com Jimmy.
Precisava ler a continuação, mas prefiro o primeiro livro.
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16/02/2011

Cativante
Que leitura gostosa! Fiquei com muito pé atrás de ler a continuação de Pollyana, cheguei a me decepcionar nos primeiros capítulos porque a história continuava com a mesma ingenuidade do primeiro, as mesmas questões envolvendo os personagens. Entretanto, quando eu já havia me conformado que Pollyanna jamais iria amadurecer, o livro passa por uma reviravolta com a morte do esposo de sua tia Polly e empobrecimento de sua família. Há o retorno da Alemanha, Jimmy crescido e belo, Jamie-novo personagem que cativa muitissimo ao passar sua sensibilidade de criança e adolescente em uma cadeira de rodas e tantos outros novos personagens que se misturaram aos antigos.
Pollyanna percebe que muitas vezes o Jogo do Contente não é facilmente jogado quando existem tristezas de díficil resolução como a pobreza, abandono. E com tudo isso ela vai crescendo e tornando-se uma adolescente de fortes opiniões e demonstrando que também tem suas tristezas e incertezas.
É um livro realmente cativante!!! Ensina tanto! Com uma leitura gostosa e uma narrativa bem romântica de todos os fatos, fiquei pensando se ainda há no mundo Pollyannas Moças que sonham como a personagem de Eleonor.
Recomendo o livro. É para todas as idades, sem dúvidas!!!

http://lacosedesatos.blogspot.com/2011/02/pollyanna-moca.html
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Keila 31/01/2011

Pollyanna Moça
Pollyana é uma lição de vida para todas as idades, e assim como no livro um, Pollyana ainda continua com o seu "jogo do contente", porém agora que ela já esta uma adolescente ela começa a conhecer novos lugares, novas pessoas e novos sentimentos.

Em "Pollyana moça" encontramos um pouco de romance, que não existia na primeira parte do livro.

A filosofia de Pollyanna não é apenas absolutamente linda, como é também recomendável, afinal, por mais difícil que a vida e as situações que ela impõe possam parecer nada deve acabar com nossa alegria de viver. Devemos tentar, ao máximo, fazer de nossos momentos tristes ser apenas momentos e não transformá-los em amargura, ódio ou rancor, porque esses sentimentos são terrivelmente desastrosos não apenas para os que estão perto de nós, mas, principalmente, para nós mesmos.

A menina nos ensina a ir em frente e que a vida só vale a pena se tivermos com quem dividí-la, porque o amor e a amizade são nossos bens mais preciosos; sem eles não somos nada.

"Pollyanna Moça" é um romance capaz de superar todas as expectativas.
"Pollyana moça" é um livro com uma linda história para todas as idades.
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Alan Ventura 29/12/2010

"O mais solitário lugar do mundo é justamente no meio das multidões"

Ao ler "Memórias de uma Gueixa" de Arthur Golden,vi uma frase muito bela e pensei que poderia usá-la em uma resenha algum dia,mas o tempo foi passando e os livros que li não se adequaram à frase,e ela foi arquivada no "depósito de memória"(O Apanhador de Sonhos),ao terminar Pollyanna Moça eu percebi que não me faltava mais um livro adequado para que a frase pudesse ser aplicada,e segue:

"No templo há uma poesia chamada A Perda, entalhada na pedra.
Ela consiste em 3 palavras que foram rasuradas pelo poeta.
Não se pode ler A Perda.
Só senti-la."

Pollyanna Moça é um livro maravilhoso,onde Eleanor H.Porter prolongou a esperança,o amor,a amizade,a saudade e os sentimentos mais belos que foram se perdendo na carne fria,perdendo-se na confusão de tanta noite e tanto dia,perdendo-se na profusão das coisas acontecidas...

Não posso dizer que a leitura de Pollyanna Moça é obrigatória,pois odeio essa palavra e pra mim o livro é como a "perda",ele não pode ser lido,ele pode apenas ser sentido,e espero sinceramente que a falta de lágrimas não tenha transformado seu coração em pedra(O Menino do Dedo Verde),tornando-o insensível a algo infinitamente belo.
Barbie 30/12/2010minha estante
Poxa, belíssimas frases compõe sua resenha para um livro simplesmente singelo e tocante, adorei!



Naiara 03/08/2011minha estante
Essa ai sim ficou muito boa gostei bastante!!!

gosto dessa mistura do saber!!

(só pra anexar não estou puxando seu saco rsrsrs...)


juliablack 10/09/2012minha estante
pefeita a tua resenha..mais que perfeita!

descreve com exatidão tudo o que penso do livro mas não coloquei em palavras..
o que me supreende é o fato de um homem perceber a qualidade desse livro.
desculpe-me se estou sendo preconceitusa pois esse não é meu objetivo.
apenas estou surpresa..

parabens pela linda resenha e um abraço!


Alexandre 06/03/2017minha estante
Sinceramente, que resenha singular!


Marli Bezerra 27/06/2019minha estante
Adorei sua resenha Alan! parabéns! Acabei de ler Pollyanna e estava receosa em ler Pollyanna Moça por achar que a história poderia ter perdido um pouco do brilho da primeira história, mas agora com certeza a lerei! Abraços!




Becky 20/11/2010

Caramba , ganhei ele quando tinha uns 10 anos , minha mãe já fez minha cabeça pois era um dos livros preferidos dela de quando tinha minha idade. E tem mesmo uma boa razão, o livro é ótimo, uma continuação perfeita de Pollyanna, recomendo a todos.
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AndyKoob 24/06/2010

linda história
O livro é muito interessante
mas enche o saco ler toda hora a palavra CONTENTE,
fora isso a história é linda, um pouco triste , mas linda.
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Pati 26/05/2010

...
Continuação do Poliana, aqui a autora se deixa levar pelo romantismo, e coloca Poliana a frente de problemas de moças na idade de casar, porém, como sempre a menina crescida sabe como manipular problemas e sorrir sem sentir q ha algo de errado. Poliana faz a gente ver graça em um quarto sem janelas, faz a gente pensar em mudar de atitudes e ser mais amavel.
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Vera 25/02/2010

Muitos livros que li na infância me marcaram, sendo que até hoje recordo da emoção que senti, das lágrimas derramadas e da tristeza por não poder mudar o rumo da história.
Esse livro foi um dos que ficaram na lembrança. Sempre recomendei para os filhos dos meus amigos e depois para minha filha, que leu e adorou.
Não reli, mesmo tendo vontade, pois tenho medo que a vida tenha me endurecido e eu não sinta mais aquela mesma emoção, então prefiro guardar na gaveta das minhas boas lembranças.
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Karina 09/02/2010

Já faz algum tempo que li Poliana.É um livro de uma grandeza de amor,de simplicidade;de saber aproveitar as coisas simples da vida.
Eu chorei,me emocionei com Poliana.É um livro que todo mundo deveria ler pelo menos uma vez ao ano.Leiam! É muito lindo!
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