Pollyanna Moça

Pollyanna Moça Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna Moça


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Alan Ventura 29/12/2010

"O mais solitário lugar do mundo é justamente no meio das multidões"

Ao ler "Memórias de uma Gueixa" de Arthur Golden,vi uma frase muito bela e pensei que poderia usá-la em uma resenha algum dia,mas o tempo foi passando e os livros que li não se adequaram à frase,e ela foi arquivada no "depósito de memória"(O Apanhador de Sonhos),ao terminar Pollyanna Moça eu percebi que não me faltava mais um livro adequado para que a frase pudesse ser aplicada,e segue:

"No templo há uma poesia chamada A Perda, entalhada na pedra.
Ela consiste em 3 palavras que foram rasuradas pelo poeta.
Não se pode ler A Perda.
Só senti-la."

Pollyanna Moça é um livro maravilhoso,onde Eleanor H.Porter prolongou a esperança,o amor,a amizade,a saudade e os sentimentos mais belos que foram se perdendo na carne fria,perdendo-se na confusão de tanta noite e tanto dia,perdendo-se na profusão das coisas acontecidas...

Não posso dizer que a leitura de Pollyanna Moça é obrigatória,pois odeio essa palavra e pra mim o livro é como a "perda",ele não pode ser lido,ele pode apenas ser sentido,e espero sinceramente que a falta de lágrimas não tenha transformado seu coração em pedra(O Menino do Dedo Verde),tornando-o insensível a algo infinitamente belo.
Barbie 30/12/2010minha estante
Poxa, belíssimas frases compõe sua resenha para um livro simplesmente singelo e tocante, adorei!



Naiara 03/08/2011minha estante
Essa ai sim ficou muito boa gostei bastante!!!

gosto dessa mistura do saber!!

(só pra anexar não estou puxando seu saco rsrsrs...)


juliablack 10/09/2012minha estante
pefeita a tua resenha..mais que perfeita!

descreve com exatidão tudo o que penso do livro mas não coloquei em palavras..
o que me supreende é o fato de um homem perceber a qualidade desse livro.
desculpe-me se estou sendo preconceitusa pois esse não é meu objetivo.
apenas estou surpresa..

parabens pela linda resenha e um abraço!


Alexandre 06/03/2017minha estante
Sinceramente, que resenha singular!


Marli Bezerra 27/06/2019minha estante
Adorei sua resenha Alan! parabéns! Acabei de ler Pollyanna e estava receosa em ler Pollyanna Moça por achar que a história poderia ter perdido um pouco do brilho da primeira história, mas agora com certeza a lerei! Abraços!




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Lola 05/08/2017minha estante
No próprio livro Pollyanna cita que o jogo perdeu destaque em sua vida porque ela se tornou uma madura e menos "petulante". Lembre-se que esse livro foi publicado no início do século passado e segue a linha construtiva da época, logo ele é bem escrito para a época onde se localiza. A qualidade é inegável.


Patricia Dias 05/08/2017minha estante
Obrigada por opinar Lola! Vc tem razão, ele é muito bem escrito mas realmente me cativou um pouco menos do que o primeiro. Nem por isso perdeu sua magia, o conjunto da obra é belíssimo! Abraço!




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G. X. Vitoriano 27/03/2013minha estante
Achei superior ao primeiro.




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Marcelle Reis 21/03/2019minha estante
Excelente resenha.




Márcia 23/08/2009

Delicado e encantador
Achei o livro muito meigo, Pollyanna é um doce - embora eu não saiba se como Mrs. Carew, aguentaria uma criatura tão "sempre contente" ao meu lado.
Muito massa a idéia que Pollyanna adquire durante o crescimento de que ninguém gosta de ser "evagelisado" - o que é a mais pura verdade. Pollyanna toma conhecimento de seu grande dom de trazer alegrias e de deixar pessoas contentes com o que tem. E mesmo tomando conhecimento desse poder, não faz uso dele deliberadamente, provando o quanto é nobre e digna de tê-lo.

Não considerei o livro como "uma Lição de vida" nem algo que me evangelize, apenas uma leitura agradável e rentável.

P.S.
Associo esse livro a "Os Miseráveis"; me transmitiu os mesmos tipos de setimentos.
Craig 15/08/2009minha estante
boa resenha amor ^^


Carol Moreira 17/04/2011minha estante
Marcou minha infância, livro de cabeceira, leio sempre. Lindo, lindo, lindo.




Portal JuLund 28/12/2015

Pollyanna Moça, Editora Martin Claret.
Pollyanna agora com treze anos, deixou um bocado de gente encantado com o Jogo do Contente, mudou a vida de muita gente e por isso Della, uma enfermeira que Pollyanna conheceu quando estava no hospital cuidando da sua perna, acha que ela seria a pessoa perfeita para ajudar a sua irmã, Ruth Carew, uma viúva ranzinza e com um depressão terrível. Della espera que o Jogo do Contente possa ajudar a irmã a volta a enxergar o lado bom da vida. Assim, Pollyana foi passar um tempo com a Sra. Carew enquanto seus tios viajavam.

Mas Pollyanna, que morava em Beldingsville, uma pequena cidade,com a sua tia e o marido dela, quando chega em Boston para ficar na casa da Sra. Carew, vê que as coisas são bem diferentes de onde ela morava. As pessoas estavam sempre muito atarefadas, agitadas, mau humoradas, então ela sem perceber foi dando a sua “dose de Pollyanna” por onde passava.

Leia resenha completa no

site: http://portal.julund.com.br/resenhas/pollyanna-moca-editora-martin-claret
ag 29/12/2015minha estante
e mudando vidas; este livro foi um dos primeiros que já li,e mostra que a despeito de sofrimentos familiares,pessoais, e tantos outros uma atitude positiva pode.. e muda tudo ao redor




Paty 29/04/2012

Uma idéia geral:

Eleanor nos apresenta Ruth, uma mulher que vive reclusa e isolada num casarão de luxo depois de perder o marido, o filho, e após o desaparecimento do seu sobrinho Jamie. Della,irmã de Ruth, se sensibiliza e se incomoda com a situação mórbida da irmã e então decide que só "uma dose de Pollyanna" poderia dar fim e mudar a vida deprimente da irmã.
Então, a contragosto, mas piedosa pela maneira como Ruth estava vivendo, a tia de Pollyana permite que a menina passe uma temporada em Boston.

Pollyanna, com seu jogo do contente, sem perceber começa a mudar a vida dos que estão ao seu redor, e mesmo que relutasse, Ruth sem notar tem sua vida completamente transformada pela presença de Pollyanna. Mas Pollyana precisa voltar, e viajar com os tio.
Seis anos se passaram e Pollyanna cresceu, agora com 20 anos ainda continua com seu jogo do contente, mas agora com moderação porque compreende que nem todos estão dispostos a entendê-lo e jogá-lo.
Quando volta da viagem, Pollyana passa a ter uma vida diferente: com o falecimento do tio e uma condição financeira problemática, Pollyana conheçe os problemas da vida adulta.
E tem também( e não poderia faltar) as questões do coração: Pollyana se descobre apaixonada pelo amigo de infância. Mas muitos mal-entendidos acontecem antes que Pollyana tenha sossego.


"O instrumento que você toca, Pollyanna, será o grande coração do mundo; e me parece que é o mais maravilhoso de todos os instrumentos que podemos qprender. Sob seu toque, se você for hábil, irá produzir sorrisos ou lágrimas, como você escolher."



O livro apresenta uma leitura bem agradável, eu gostei bastante de ler , pois o livro lançado em 1915 apresenta um romance bem sutil, respeitador e com conceitos que não vemos mais hoje em dia. Acho muito útil esse tipo de leitura pra analisarmos e percebermos as mudanças na sociedade e sua evolução.
Pollyana nos mostra como aproveitar as coisas simples da vida para nossa felicidade. Nos mostra com seu jogo do contente que pra tudo sempre tem um lado bom, positivo.

Recomendo com certeza a leitura desse livro, e espero que você assim como eu possa tirar um bom proveito do livro e a mensagem que ele transmite.
Dene 21/06/2012minha estante
O livro Pollyanna Moça,
é sem dúvida o livro mais lindo,
a lição de vida mais interessante q já vi!!!




16/02/2011

Cativante
Que leitura gostosa! Fiquei com muito pé atrás de ler a continuação de Pollyana, cheguei a me decepcionar nos primeiros capítulos porque a história continuava com a mesma ingenuidade do primeiro, as mesmas questões envolvendo os personagens. Entretanto, quando eu já havia me conformado que Pollyanna jamais iria amadurecer, o livro passa por uma reviravolta com a morte do esposo de sua tia Polly e empobrecimento de sua família. Há o retorno da Alemanha, Jimmy crescido e belo, Jamie-novo personagem que cativa muitissimo ao passar sua sensibilidade de criança e adolescente em uma cadeira de rodas e tantos outros novos personagens que se misturaram aos antigos.
Pollyanna percebe que muitas vezes o Jogo do Contente não é facilmente jogado quando existem tristezas de díficil resolução como a pobreza, abandono. E com tudo isso ela vai crescendo e tornando-se uma adolescente de fortes opiniões e demonstrando que também tem suas tristezas e incertezas.
É um livro realmente cativante!!! Ensina tanto! Com uma leitura gostosa e uma narrativa bem romântica de todos os fatos, fiquei pensando se ainda há no mundo Pollyannas Moças que sonham como a personagem de Eleonor.
Recomendo o livro. É para todas as idades, sem dúvidas!!!

http://lacosedesatos.blogspot.com/2011/02/pollyanna-moca.html
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Thiciana.Batista 30/01/2018

Pollyanna é sempre encantadora, sou apaixonada pela personalidade dela e isso não mudou quando ela cresceu. É lindo enxergar o mundo com os olhos de Pollyanna, com sua leveza, otimismo e amor pela vida e pessoas! O jogo do contente é algo que todos devíamos praticar para nunca perder as esperanças e enxergar as situações com mais doçura por mais difíceis que sejam. Estou relendo este livro, assim como fiz com ?Pollyanna? e digo com certeza que irei reler novamente algum dia pois me ensina a ser menos cruel com os acontecimentos da vida, é inspirador e porque não me canso de reencontrar Pollyanna.
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naniedias 29/09/2011

Pollyanna Moça, de Eleanor H. Porter
O livro Pollyanna moça conta duas histórias, que estão interligadas, mas que são bem definidas.
A primeira se passa quando Pollyanna, aos treze anos de idade, vai passar algum tempo na casa da amargurada viúva Mrs. Carew. Ela perdeu o marido e o filho em um espaço de apenas um ano. E depois que o querido sobrinho, Jamie, também sumiu, não havia mais alegrias na vida da pobre mulher, que tentava de tudo para encontrar a criança. E é nesse ambiente que Pollyanna vai viver durante o inverno, enquanto a tia faz uma viagem a qual preferiu não levá-la.
A segunda história se passa quando Pollyanna retorna, com a tia, após uma longa estadia na Alemanha. As coisas estão bem diferentes, já que a fortuna dos Harrington já não existe. Assim, a vida de Pollyanna não seria nada fácil. Mas, a garota, sempre muito espirituosa, vai descobrir maneiras de seguir em frente, ajudar a tia e ser feliz!
E Pollyanna irá, como sempre, usar o Jogo do Contente durante as duas histórias.
"Ela era órfã de mãe, e filha de um pastor pobre do Oeste, criada pela Sociedade das Senhoras Auxiliadoras com doações de Missionários, vindas em barris. Quando era uma menininha quis uma boneca, e tinha confiança de que ela viesse no próximo barril de doações; acontece que nada veio, a não ser um par de muletas. Claro, ela começou a chorar, e foi então que o pai ensinou-lhe um jogo para descobrir algo de bom em todas as coisas que aconteciam. Ele disse a ela que podia começar ficando muito contente por não precisar das muletas. Esse foi o início."

O que eu achei do livro:
Propositalmente, eu não coloquei nenhum detalhe referente ao livro Pollyanna na sinopse. É possível ler Pollyanna Moça sem ter lido o outro livro, mas já vou avisando que não é a melhor ideia. Ler na sequência é muito mais interessante, principalmente porque há menções aos acontecimentos do primeiro livro durante essa segunda história.
Nesse segundo livro, Eleanor H. Porter nos mostra um pouquinho da Pollyanna crescida - aos treze e aos vinte anos. E ela continua uma pessoa adorável, claro! É um prazer enorme acompanhar a vida da garota nesses dois momentos contados com tanto carinho. E o Jogo do Contente, que em alguns momentos poderia ser irritante, é o que dá o brilho à história! É inconcebível como essa menina consegue estar sempre feliz acerca de tudo e, mesmo assim, nunca parecer pedante, ou chata, ou qualquer outra coisa que possa ser considerada um defeito! Confesso que, quando estou triste, "Pollyannas" acabam me deixando irritada (pela sua felicidade irrestrita, volta às mais simples coisas da vida), mas também preciso confessar que é só em um primeiro momento, pois logo depois me dou conta do papel ridículo que estou fazendo e acabo ficando "contente", também, por alguma coisa simples, à qual não estava dando a devida importância! Seria uma delícia encontrar "Pollyannas" por aí! Fariam as pessoas mais felizes, sem dúvida.
A escrita de Elanor H. Porter é simples, fluída e deliciosa! O livro é de leitura bem rápida! Quando me dei conta, já estava terminando a história! Quem já teve o prazer de ler a primeira história, sabe como essa autora consegue escrever de maneira encantadora!
Embora nesse livro os personagens sejam muito bem construídos e a trama seja maravilhosa, eu não o considero tão bom quanto o primeiro. Principalmente pelo final da história, que é um tanto "contente" demais - com tudo se acertando em todos os pontos. Não vou entrar em detalhes, pois não quero contar o que acontece no final do livro, mas ainda assim gostaria de apontar que esse livro apenas não ganhou uma nota máxima, como o primeiro, devido ao seu final "contente demais". Todavia, isso não é motivo para que o considere um livro ruim, muito pelo contrário. Pollyanna Moça é uma leitura deliciosa e tão recomendada quanto o primeiro livro! Afinal de contas, quem não conhece Pollyanna desconhece uma das personagens mais amáveis da literatura universal.


Nota: 9
Dificuldade de Leitura: 6


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Camilo 04/01/2010

Levemente desnecessário
Particularmente, considerei completamente desnecessária a continuação de Poliana neste livro que deixa muito a desejar. Parece uma cópia fraca da idéia original. A escritora foi muito hábil em reproduzir a personagem já adulta, e tão doce e ingênua quanto outrora, mas fora isto, as história em si não possui tanto valor.
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Nat 20/07/2016

O livro Pollyanna fez tanto sucesso que Eleanor lançou uma sequência, Pollyanna Moça, em 1915. Nesse novo livro, Pollyanna se transformou em uma encantadora jovem, amada por todos os que com ela aprenderam o famoso "Jogo do Contente". Sua fama de pessoa especial vai além dos limites de Beldingsville, a cidadezinha onde vive com Tia Polly. Pollyanna recebe um convite especial para passar uma temporada em Boston. Alguém de lá precisa muito dela... Mas ela não irá apenas conquistar novas amizades, irá também encontrar o amor e com ele as dúvidas e emoções de todos os apaixonados.
O livro foi marcante, não somente por ter sido o primeiro dos clássicos da literatura que eu li, mas pelos ensinamentos implícitos. No começo, me irritava a mania de não se irritar da protagonista, eu pensava “caramba, essa menina só pode ser retardada, não tem como uma pessoa viver contente”. Irritou tanto ela falar do jogo do contente, que eu queria continuar lendo, só para ver até onde ela agüentaria jogar. No momento em que ela pára de jogar, me arrependi e torci para ela voltar logo ao seu jogo do contente. Porque, na verdade, esse jogo mostra o que há de melhor no ser humano. É uma leitura cativante, que mostra como uma criança determinada e seu jogo infantil podem fazer bem a mais carrancuda das pessoas.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2011/07/pollyanna-e-pollyanna-moca-eleanor-h.html
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Encanto Literário 11/11/2018

Resenha: Pollyanna Moça de Eleanor H. Porter
"Minha irmã, Mrs. Carew, leva uma existência extremamente infeliz. Vive a queixar-se da solidão, insatisfeita, desconte de tudo. Só uma pessoa poderá fazê-la encontrar a alegria, levando um raio de sol à penumbra da sua existência. Essa pessoa é Pollyanna." (trecho do livro)

Olá leitores! Já fiz uma resenha do livro Pollyanna, e claro que foi impossível não ler sua continuação: Pollyanna Moça, também escrita por Eleanor H. Porter e catalogada como literatura infanto juvenil.

Sobre a obra:
Pollyanna agora é uma encantadora adolescente, amada por todos os que conviveram com ela e aprenderam o Jogo do Contente. Sua fama de pessoa especial ultrapassa os limites de Beldingsville. Quando recebe um convite para passar uma temporada em Boston, novas experiências vêm enriquecer sua vida. Ela passa a conviver com pessoas interessantes, faz amizades, ensina e aprende muito, e ajuda pessoas necessitadas que vai encontrando em seu caminho. É nesse livro, que Pollyanna descobre o amor e experimenta a inquietação, as dúvidas e as emoções pelas quais passam as pessoas apaixonadas.

Minha opinião:
Confesso-lhes que em vários momentos desta obra, foi difícil colocar em prática o Jogo do Contente que aprendi com Pollyanna em seu livro anterior. Na primeira parte, o livro nos apresenta a personagem ainda menina, com toda sua graça, doçura, bondade e otimismo. Apenas em sua segunda etapa é que temos Pollyana moça. É certo que ela preservou todas suas características que tanto me encantaram, mas infelizmente, terminei a leitura insatisfeita e considerando o final um tanto bobo, não digno de minha querida Pollyanna.

Talvez isso ocorreu devido minha alta expectativa sobre a obra, e também aos inúmeros problemas que esta 14.ª edição que foi publicada pela Companhia Editora Nacional em 1978, apresenta. Temos por exemplo palavras desnecessariamente não traduzidas, o que pode atrapalhar os leitores que não sabem inglês. Existem ainda, vários termos que também não possuem notas de rodapé com a explicação de seu significado. Sem mencionar também, o absurdo que foi encontrar uma passagem onde uma palavra foi drasticamente suprimida do texto, deixando apenas seu espaço vazio e dificultando a compreensão do trecho.

" Quanto a Jimmy, o garoto de doze anos que John Pendleton recolhera a pedido de Pollyanna e que de motu proprio resolvera adotar, não pôde conter o seu ressentimento." (trecho do livro)

" Nunca mais a vi durante dois anos, mas ultimamente tive notícias dela - estava num rescue home ." (trecho do livro)

" Encontrei-a abrir e varrer a casa, para que não parecesse um túmulo para as esperadas. Tudo está bem conservado por lá - as pelouses tratadinhas, mas a vista do solar vazio deu-me uma pontada no coração." (trecho do livro)

" Vamos, criançada. é hora de ir para a cama, disse fingindo severidade de chaperon." (trecho do livro)

Desta forma, encontrei tantos inconvenientes, que até fui averiguar quem traduzira a obra e para minha surpresa vi que mantiveram o grande autor nacional Monteiro Lobato, o qual também fez a tradução do livro Pollyanna. Desta forma, acredito que faltou por parte da editora (Companhia Editora Nacional que foi comprada pelo IBEP - Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas, em 1980), uma revisão mais apurada e carinhosa antes de publicar a obra.

Apesar de todos estes infortúnios, é uma obra que vale a leitura, pois nos mostra o quanto é importante mantermos nosso caráter, obstinação e força de vontade perante as dificuldades da vida e do mundo e não nos deixando contagiar pela frieza e egoísmo das pessoas a nossa volta.

"... Creio que é o olhar - aquele seu modo de olhar para todas as pessoas. Logo que entra num bonde, aquilo está como sempre - cheio de homens azedos e mal encarados, mulheres de cara aborrecida, crianças chorando - e em cinco minutos tudo muda. Os homens criam outra cara, as mulheres é só riso e as crianças esquecem de choramingar." (trecho do livro)

Novamente encontrei várias lições de vida que cabem totalmente em nossa contemporaneidade e a que considerei mais importante, refere-se a felicidade (ou contente como diz nossa encantadora Pollyanna) e a crença de que tal sentimento está dentro de nós o tempo todo, assim, cabe a nós encontrá-lo e vivê-lo da melhor forma possível.


site: https://www.encantoliterario.com.br/2018/07/resenha-pollyanna-moca-de-eleanor-h.html
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Mandy 22/01/2013

Depois de ler esse livro, você não consegue mais ver apenas o lado ruim dos acontecimentos. O "jogo do contente" te faz procurar sempre algo de bom, mesmo nas piores circunstancias.
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