Pollyanna Moça

Pollyanna Moça Eleanor H. Porter




Resenhas - Pollyanna Moça


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Nat 20/07/2016

O livro Pollyanna fez tanto sucesso que Eleanor lançou uma sequência, Pollyanna Moça, em 1915. Nesse novo livro, Pollyanna se transformou em uma encantadora jovem, amada por todos os que com ela aprenderam o famoso "Jogo do Contente". Sua fama de pessoa especial vai além dos limites de Beldingsville, a cidadezinha onde vive com Tia Polly. Pollyanna recebe um convite especial para passar uma temporada em Boston. Alguém de lá precisa muito dela... Mas ela não irá apenas conquistar novas amizades, irá também encontrar o amor e com ele as dúvidas e emoções de todos os apaixonados.
O livro foi marcante, não somente por ter sido o primeiro dos clássicos da literatura que eu li, mas pelos ensinamentos implícitos. No começo, me irritava a mania de não se irritar da protagonista, eu pensava “caramba, essa menina só pode ser retardada, não tem como uma pessoa viver contente”. Irritou tanto ela falar do jogo do contente, que eu queria continuar lendo, só para ver até onde ela agüentaria jogar. No momento em que ela pára de jogar, me arrependi e torci para ela voltar logo ao seu jogo do contente. Porque, na verdade, esse jogo mostra o que há de melhor no ser humano. É uma leitura cativante, que mostra como uma criança determinada e seu jogo infantil podem fazer bem a mais carrancuda das pessoas.

site: http://ofantasticomundodaleitura.blogspot.com.br/2011/07/pollyanna-e-pollyanna-moca-eleanor-h.html
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Encanto Literário 11/11/2018

Resenha: Pollyanna Moça de Eleanor H. Porter
"Minha irmã, Mrs. Carew, leva uma existência extremamente infeliz. Vive a queixar-se da solidão, insatisfeita, desconte de tudo. Só uma pessoa poderá fazê-la encontrar a alegria, levando um raio de sol à penumbra da sua existência. Essa pessoa é Pollyanna." (trecho do livro)

Olá leitores! Já fiz uma resenha do livro Pollyanna, e claro que foi impossível não ler sua continuação: Pollyanna Moça, também escrita por Eleanor H. Porter e catalogada como literatura infanto juvenil.

Sobre a obra:
Pollyanna agora é uma encantadora adolescente, amada por todos os que conviveram com ela e aprenderam o Jogo do Contente. Sua fama de pessoa especial ultrapassa os limites de Beldingsville. Quando recebe um convite para passar uma temporada em Boston, novas experiências vêm enriquecer sua vida. Ela passa a conviver com pessoas interessantes, faz amizades, ensina e aprende muito, e ajuda pessoas necessitadas que vai encontrando em seu caminho. É nesse livro, que Pollyanna descobre o amor e experimenta a inquietação, as dúvidas e as emoções pelas quais passam as pessoas apaixonadas.

Minha opinião:
Confesso-lhes que em vários momentos desta obra, foi difícil colocar em prática o Jogo do Contente que aprendi com Pollyanna em seu livro anterior. Na primeira parte, o livro nos apresenta a personagem ainda menina, com toda sua graça, doçura, bondade e otimismo. Apenas em sua segunda etapa é que temos Pollyana moça. É certo que ela preservou todas suas características que tanto me encantaram, mas infelizmente, terminei a leitura insatisfeita e considerando o final um tanto bobo, não digno de minha querida Pollyanna.

Talvez isso ocorreu devido minha alta expectativa sobre a obra, e também aos inúmeros problemas que esta 14.ª edição que foi publicada pela Companhia Editora Nacional em 1978, apresenta. Temos por exemplo palavras desnecessariamente não traduzidas, o que pode atrapalhar os leitores que não sabem inglês. Existem ainda, vários termos que também não possuem notas de rodapé com a explicação de seu significado. Sem mencionar também, o absurdo que foi encontrar uma passagem onde uma palavra foi drasticamente suprimida do texto, deixando apenas seu espaço vazio e dificultando a compreensão do trecho.

" Quanto a Jimmy, o garoto de doze anos que John Pendleton recolhera a pedido de Pollyanna e que de motu proprio resolvera adotar, não pôde conter o seu ressentimento." (trecho do livro)

" Nunca mais a vi durante dois anos, mas ultimamente tive notícias dela - estava num rescue home ." (trecho do livro)

" Encontrei-a abrir e varrer a casa, para que não parecesse um túmulo para as esperadas. Tudo está bem conservado por lá - as pelouses tratadinhas, mas a vista do solar vazio deu-me uma pontada no coração." (trecho do livro)

" Vamos, criançada. é hora de ir para a cama, disse fingindo severidade de chaperon." (trecho do livro)

Desta forma, encontrei tantos inconvenientes, que até fui averiguar quem traduzira a obra e para minha surpresa vi que mantiveram o grande autor nacional Monteiro Lobato, o qual também fez a tradução do livro Pollyanna. Desta forma, acredito que faltou por parte da editora (Companhia Editora Nacional que foi comprada pelo IBEP - Instituto Brasileiro de Edições Pedagógicas, em 1980), uma revisão mais apurada e carinhosa antes de publicar a obra.

Apesar de todos estes infortúnios, é uma obra que vale a leitura, pois nos mostra o quanto é importante mantermos nosso caráter, obstinação e força de vontade perante as dificuldades da vida e do mundo e não nos deixando contagiar pela frieza e egoísmo das pessoas a nossa volta.

"... Creio que é o olhar - aquele seu modo de olhar para todas as pessoas. Logo que entra num bonde, aquilo está como sempre - cheio de homens azedos e mal encarados, mulheres de cara aborrecida, crianças chorando - e em cinco minutos tudo muda. Os homens criam outra cara, as mulheres é só riso e as crianças esquecem de choramingar." (trecho do livro)

Novamente encontrei várias lições de vida que cabem totalmente em nossa contemporaneidade e a que considerei mais importante, refere-se a felicidade (ou contente como diz nossa encantadora Pollyanna) e a crença de que tal sentimento está dentro de nós o tempo todo, assim, cabe a nós encontrá-lo e vivê-lo da melhor forma possível.


site: https://www.encantoliterario.com.br/2018/07/resenha-pollyanna-moca-de-eleanor-h.html
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Mandy 22/01/2013

Depois de ler esse livro, você não consegue mais ver apenas o lado ruim dos acontecimentos. O "jogo do contente" te faz procurar sempre algo de bom, mesmo nas piores circunstancias.
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Rebeca.Nascimento 24/03/2019

Esse livro é muito booom. É super gostoso de ler e é muito fofo. Não é uma leitura cansativa. Super recomendo
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Chris 31/08/2012

Ótimo!
Por ser continuação de Pollyanna, embora a personagem esteja em outra fase de vida, nao perde a inocência e continua a passar uma mensagem de otimismo, tentando mudar nossa forma de pensar e agir no dia a dia.
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Jéssica Carolin 11/11/2012

Bom
O livro é bom, vale a pena ler (para quem leu e gostou de Poliana).
Mas, não espere que seja tão bom quanto o primeiro.


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Thais.Dias 11/02/2016

Pollyanna e Moça
Amooo este livro!!
Ele me mostra uma visão melhor do mundo, como quando damos tanto valor para as coisas que não temos e que jugamos ser necessário para sermos felizes.

Quando estou um pouco para baixo, lembro-me da história de Pollyanna e do seu jogo do Contente, seria ótimo se todos conhecessem e praticassem o jogo do Contente.

Sobre o jogo do contente é o seguinte... Bem, Polly aprendeu este jogo com o seu Pai, que é de encontrar alegria em coisas simples e até nas ruins.

Um exemplo: Polly quebrou a perna... Se é com você uma criança cheia de alegria e saúde que quer correr e brincar, como você se sentiria? Triste e incomodado no mínimo, mas com este jogo você tem que encontrar a felicidade nos fatos ruins! Então, que bom que quebrei a perna e não o braço, pelo menos posso brincar de boneca, ler e escrever...
Quanto pior a situação melhor o jogo fica, pois te desafia a encontrar a alegria.

Ele tem uma linguagem um pouco antiga, acho que dá para se ter uma noção pelo ano em que a Eleanor publicou sua obra.

Uma coisa que acontece muito comigo é de começar a ler a continuação dos livros e não o primeiro para depois o segundo. Com Pollyanna aconteceu assim, li a Moça (Original), fiquei apaixonada e procurei o “menina”, mas até então não consegui encontrar :( , comprei uma versão mais atualizada, de bolsa (O da foto acima), amei ambos, mas ainda procuro o original menina.

site: http://cantinhodathaisdias.blogspot.com.br/2015/07/dia-do-escritor-livro-favorito.html
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Glenda.Strelow @cheirinho_de_livro 13/11/2018

Razoável...
Pra se sincera por mim a autora tinha parado no primeiro livro mesmo que é um encanto...no segundo ate a metade do livro onde ela tem 13 anos a estoria é uma gracinha mais depois que ela chega a idade adulta ficou tudo muito atropelado forçado claro que ela é uma otima moça mais não tem a graça de uma criança e o romance que lhe foi posto é muito vago sem muito sentimentos.
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Marcelle Reis 21/03/2019minha estante
Excelente resenha.




Dafne 30/12/2018

Nossa garotinha continua apaixonada pelas pessoas e pela vida!
Pollyanna Moça começa exatamente onde Pollyanna termina, mas não posso contar muito porque não quero estragar sua surpresa. O que você precisa saber é que nossa garotinha continua sendo uma garotinha (e ela vai passar mais da metade do livro assim). Só que agora ela conhecerá pessoas de uma outra cidade, que reservará outras aventuras.

Nossa garotinha continua apaixonada pelas pessoas e pela vida! E continua jogando o "jogo do contente"... Mas agora ela vai ver realidades mais duras do que ela mesma já viveu e vai perceber que o mundo é mais complicado do que ela pensava.

Sua tia Polly temia a respeito de quais transformações seu inocente coração sofreria no processo de amadurecimento... O que aconteceria se Pollyanna tivesse consciência das alterações que promove por onde quer que passa? Será que seu coração se tornaria orgulhoso? Será que essa consciência faria com que perdesse seu jeito natural de colorir a vida das pessoas?

Mais uma vez, a autora traz reflexões brilhantes sobre a hipocrisia humana. Dar esmolas é o mesmo que se importar? Ou pode ser apenas uma forma de aplacar a culpa por não se envolver com as necessidades do próximo? Essas são apenas algumas das perguntas que o livro deixa "no ar". Nem todas são respondidas, mas Eleanor H. Porter fez um excelente trabalho ao perguntá-las.

Ah... e tem a parte em que a Pollyanna vira uma moça: você vai descobrir quem ela se tornou aos vinte anos de idade. Confesso que senti falta de ver seus defeitos sendo mais desenvolvidos na trama, mas essa parte da história também é muito legal e traz momentos memoráveis. Nossa garotinha crescida até vai ser apaixonar! E ela não será a única a ter o coração arrebatado pelo amor...

Enfim, Pollyanna Moça tem o mesmo tom do primeiro livro: é uma história que aquece o coração, faz pensar e traz vontade de mudar. Esse livrinho também tem um lugar especial no meu coração!

site: https://sonhos-e-suspiros.blogspot.com/2018/08/pollyanna-moca.html
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Bárbara 16/10/2011

Poliana Moça - Eleanor H. Porter
Em Poliana Moça, ainda vemos um pouco de Poliana criança. Ela ainda faz o Jogo do Contente com muita frequência. Ensina a todos sobre ele e conquista legiões de novos jogadores. Tudo isso, no segundo livro, ela faz em Boston, quando vai passar uma temporada com a Sra. Carew, enquanto sua tia Polly viaja.

O legal no livro é a inocência de Poliana, que sai para andar em Boston e quer conversar com todo mundo, como se ainda estivesse em Beldingsville, a cidadezinha onde mora com a tia. Lá, ela conhece todo mundo. Como não sabe sobre os perigos que existem, acaba se comportando da mesma maneira. E é assim que conhece Jamie – que acaba pensando ser o Jamie da Sra. Carew, que estava perdido a tanto tempo.

Só passamos a vê-la moça depois da metade do livro, quando volta da Alemanha com a sua tia Polly, agora viúva e pobre, para a cidade de Beldingsville.

Agora moça, Poliana não faz o jogo com tanta frequência. Se apaixona por um velho amigo e tem que ganhar dinheiro para manter a casa e a tia.

Gostei de Poliana Moça tanto quanto gostei de Poliana.
Ambos passam uma lição de vida incrível. E te deixa com aquela vontade de ser mais uma jogadora do incrível Jogo do Contente da nossa Poliana.
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Adriana.Lima 28/05/2018

Pollyana moça
Simplesmente eu amei o livro.
Me lembro que foi uma indicação de uma amiga, quando ela me falou sobre o livro já me apaixonei, confesso que na época não tinha muito interesse por leitura, mas esse livro despertou um certo interesse 😍
Aprendi que independente de qualquer situação que você venha passar sempre tire o lado bom. Assim e o jogo do contente que a menina Pollyana ensina para todos.
Simplesmente não dá para não se apaixonar pelo livro. Super recomendo para todos, no meu ponto de vista todas as pessoas tem q ler Pollyana e Pollyana Moça 😍😍
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Rosa 22/02/2011

Neste livro ela, retoma as fases da vida quando menina:

Quando esteve no orfanato, o seu acidente que a impediu de andar por algum tempo, sua adoção pela senhora Polly, seus vizinhos, seu círculo de amizade e seu jogo do contente(QUE NUNCA PARARA DE JOGAR).Foi para Boston de férias na casa Mrs Carew. Enquanto o doutor Chilton e a senhora Polly viajavam.(Pollyanna foi como um Raio-de-Sol,um lenitivo para curar as dores que vão dentro da alma, fazendo com que as pessoas olhassem ao seu redor... Encontrassem as belezas das flores, sentir o ar que respira e abrissem as janelas do coração pera arejar suas mentes e verem o outro lado bom da vida.
Conseguiu ensinar a todos de seu convívio e os novos aos amigos agregados.
Algum tempo depois Pollyanna e os pais adotivos foram para a Alemanha onde permaneceram lá por 6 anos e o doutor Chilton morreu e após 6 meses tia Polly e Pollyanna deviam voltar para casa em Beldingsville.
Tia Polly não admitia ter perdido quase tudo e ter que voltar, encarando seus vizinhos e amigos. Pois era orgulhosa, não aceitando a situação que chegara. Isolou-se e cobriu-se o rosto com um véu preto para esconder a tristeza,sua face envelhecida devido as percas que tivera.
Pollyanna alegrava-se ao encontrar as pessoas que faziam parte de sua vida enquanto morava nesta casa.
Estava com 20 anos e encontrou-se com Jimmy a quem era seu amigo de infância.
No decorrer do tempo apaixonaram-se e faziam planos para casar e viver suas próprias vidas, mas não pensavam em abandonar a tia Polly.
Quando Polly ficou sabendo do namoro de Pollyanna com Jimmy, quis impedir-lhes, porque Jimmy fora criado pelo Mr. John, e não conhecia a família a quem ele pertencia (pois Jimmy foi adotado).
Jimmy tinha um envelope que guardava um segredo de seu próprio pai, que só deveria ser aberto após Jimmy completar 30 anos; mas como ele se sentiu pressionado por tia Polly, ele pediu ao Mr. John que abrisse o envelope, pois seria um segredo da vida dele. Para sua surpresa, ele era o sobrinho de Mrs. Carew, de que tanto ela procurava.
Polly ficou sabendo disso e permitiu que Pollyanna fosse se encontrar com Jimmy na casa de Mrs. Carew. Agora eles eram livres para realizarem seus sonhos.
*Gostaria que a leitura continuasse, para saber como os personagens ficaram no final.
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