Se Você Me Visse Agora

Se Você Me Visse Agora Cecelia Ahern




Resenhas - Se você me visse agora


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Vanessa Sueroz 18/04/2012

Se você me visse agora
Elizabeth Egan é uma mulher forte e decidida que passa por muitas coisas e começa a desacreditar em sonhos, depois de tantas decepções que a vida lhe impôs, Elizabeth Egan decide não sonhar nunca mais para que assim não se iluda e se machuque.

Com seus trinta e quatro anos já sofreu muito, teve que criar a irmã 12 anos mais nova quando a mãe foi embora de casa e cria o sobrinho de seis anos que a irmã teve quando adolescente. Se tudo não bastasse a irmã só da dor de cabeça e seu relacionamento com o pai é péssimo, mas apesar de criar o sobrinho ela não tem nenhum laço afetivo com ele.

(...)

http://blog.vanessasueroz.com.br/se-voce-me-visse-agora/
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Thaís Averaldo 04/03/2012

Um livro falando de amigos imaginários? Sim um livro sobre amigos imaginários com uma sutileza que emociona do começo ao fim.

Elizabeth Egan tem trinta e quatro anos e passa por poucas e boas, teve que criar a irmã 12 anos mais nova quando a mãe foi embora de casa e cria o sobrinho de seis anos que a irmã teve quando adolescente. Se tudo não bastasse a irmã só da dor de cabeça e seu relacionamento com o pai é péssimo.

Elizabeth não acredita em contos de fada, não consegue se sentir ligada ao sobrinho e agora ainda por cima o garoto aparece com um amigo imaginário. E é com Ivan, o amigo imaginário de Luke que as coisas começam a mudar para ela.

Nunca li um livro que gostei e fiquei com pena de ver seu fim, não queria conhecer o fim porque imaginei um fim bem como foi mesmo, chorei lagrimas de felicidade, agonia e tristeza. Com Elizabeth, por Luke por não despertar amor na mãe e ser criado por uma tia que é tão traumatizada que não consegue demonstrar amor por ele.

Chegamos ao fim com uma singela lição para Elizabeth e serve para todos nós! Apaixonei-me pela escrita de Cecelia Ahern quando li “Ps: Eu te Amo” e tinha certeza que não me arrependeria de comprar “Se Você Me Visse Agora”. Cecelia tem uma escrita tão delicada e comovente, faz com que acreditemos em amigos imaginários e em Zaf Ed Atnoc (tente ler de trás para frente!). Essa é uma das autoras que, sem dúvidas, está na minha seleta lista de “Autores Preferidos”!
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Bruna Carolina 14/02/2012

Depois de tantas decepções que a vida lhe impôs, Elizabeth Egan decide não sonhar nunca mais para que assim não se iluda e se machuque. Só que as coisas começam a mudar depois que Elizabeth conhece Ivan, um cara super legal, que está com ela sempre que ela precisa.
Só que o que ela não consegue entender é que não é todo mundo que vê Ivan, porque ele é o que os humanos chamam de “amigo imaginário”.
Com o passar dos dias os dois acabam se apaixonando, só que diante de tal realidade eles jamais poderiam ficar juntos, pois assim que Elizabeth não precisasse mais de Ivan, ela deixaria de velo e ele teria de seguir sua jornada de amigo, ajudando a todos que dele precisassem.
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Me, My Shelf An 09/02/2012

Resenhas do Me, My Shelf And My Books
Visite o blog: http://memyshelfandmybooks.blogspot.com/

Minha maratona de leitura do ano começou com este livro que, confesso, me chamou a atenção por dois motivos: o primeiro foi a capa que simplesmente achei curiosíssima! Um cara de pernas pro ar no meio do mato é no mínimo algo pra se olhar duas vezes... Agora, imaginem o meu queixo caído quando li a sinopse e descobri que um dos protagonistas é um amigo imaginário!!! Nem preciso dizer que saí da livraria abraçada com o livro...


Quem me conhece sabe que amo tudo que tem a ver com sobrenatural e embora Cecelia Ahern não pertença ao clube desse gênero, gosto da maneira como ela sempre insere um tipo de conexão “fora do comum” no meio de suas estórias.


O livro retrata a vida monótona, metódica, rotineira e sem graça de Elizabeth Egan, uma designer de interiores que despreza cores fortes, projetos criativos e lúdicos, objetos de decoração divertidos... enfim, tudo que foge ao preto, branco, marrom e bege! Na verdade, Elizabeth odeia tudo o que remeta a sonhos, fantasias e faz de conta. O motivo? Bem, digamos que a soma de mãe criativamente irresponsável + pai omisso que finge que está tudo bem + irmã aventureira inconseqüente não resultou em um “felizes para sempre”. Forçada a amadurecer cedo demais e assumir responsabilidades que iam além da capacidade de uma menina, Elizabeth cresceu focada na missão de ser a “normal” da família. A responsável por tudo e todos. A cidadã exemplar. A profissional de sucesso. A exigente, sóbria, chata e incapaz de demonstrar afeto sem achar que é falta de ética...


Até aí, você pode estar pensando “que personagem antipática! Por que eu leria isso?”. Ok, eu explico: Elizabeth abriu mão de muitas oportunidades na vida, inclusive do amor, pra dar um jeito de consertar as burradas da irmã Saoirse. Até mesmo assumir a criação de Luke, seu sobrinho de cinco anos de idade, que Saoirse mal se deu ao trabalho de colocar no mundo. E é Luke, um garotinho esperto e solitário, que atrai Ivan para a vida dos dois. Ivan, o amigo que super não entende por que todo mundo se refere a ele como “imaginário”ou “invisível”, é um personagem cativante. Bem humorado, compreensivo, capaz de te fazer esquecer os problemas e ser feliz. Pura e simplesmente feliz. E o melhor de tudo? Ele aparece sempre quando você mais precisa!


O trabalho de Ivan (sim, por que ser amigo imaginário é um trabalho) a princípio era o pequeno Luke. Mas logo, a cética Elizabeth, consegue perceber sua presença e o confunde com um homem real. E é aí que começa uma trama deliciosa, repleta de imaginação, confusão, romance, drama e lições que nos fazem parar e refletir sobre nós mesmos. O quanto as vezes deixamos passar coisas simples e boas da vida, o quanto esquecemos que simplesmente sorrir e respirar já é meio caminho andado pra resolver tudo...


Na minha opinião o texto da autora flui de maneira fascinante: hora no presente, hora no passado; no ponto de vista de um personagem, depois de outro; o mundo de Elizabeth e o mundo de Ivan. Tudo separado e junto ao mesmo tempo. E Ivan, bem, ele me fez ver os “amigos imaginários” com outros olhos... sim, por que antes desse livro se alguém falasse com um amigo invisível, pra mim, das duas uma: esquizofrenia ou mediunidade... kkkkkkkk
Então, obrigada Cecelia Ahern por me apresentar um outro quadro.
Posso falar? É de rir, de chorar, de torcer. Vale a pena dar uma chance!

Paula Veloso
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Tainá 02/02/2012

Como me vejo agora...
Experiência libertadora...

E se tivéssemos em todos os nossos momentos de aflição, angústia, solidão ou dúvida um amigo sempre presente... como se ele pressentisse que sua presença era essencial a nós?

"Se você me visse" agora trata um pouco disso.

Ivan conduz Elizabeth a redescobrir quão amplo é o mundo, quão amplas são nossas escolhas e o quanto incontroláveis são as consequências de nossos atos.

Elizabeth há muito se resigna de viver sua própria vida. Está sempre preocupada com sua família e tentando solucionar os desdobramentos dos atos que esta comete. Sente-se responsável por conduzir a todos e se responsabilizar por eles. E acaba por esquecer há muitos anos que devia ser feliz também.

Ivan surge num desses momentos de preocupação e apresenta a Elizabeth um mundo cheio de opções, que elas jamais sonhara escolher aquela altura de sua vida e de sua carreira. Ivan se torna um amigo tão essencial e perfeito que nem parece real.

O texto os leva a vivenciar a experiência junto com as personagens. A nos questionar junto com eles. Ao menos nos leva a refletir o quanto fechados ao mundo estamos e, desta forma, deixamos de crescer...
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Psychobooks 28/01/2012

Resenha tripla =)
Alba: Prepare seu medidor de glicose: esse livro contém alto teor de açúcar.
Cibele: Prepare seu medidor de glicose E sua imaginação.

Alba: Sabe aqueles dias em que você precisa ler algo pra te alegrar, te tirar da fossa, dar um up nas suas expectativas e fazer com que você enxergue tudo sob uma nova perspectiva. Então, “Se você me visse agora” é o livro que deve ser escolhido!
Cibele: Eu não me senti muito animada com o livro, me senti meio triste na verdade. Pode ser uma história de amor, ok, mas ela está namorando o amigo invisível de outra pessoa. Ela é uma pessoa boa, merecia namorar pelo menos um amigo imaginário que tivesse sido inventado pela mente dela.

Alba: Cecelia criou um romance com toque de fantasia. Elizabeth tem 34 anos, sempre levou sua vida pautada no real. Sempre muito responsável, largou tudo para cuidar de seu sobrinho Luke, filho de sua irmã Saoirse, que é irresponsável e está constantemente bêbada e aprontando com ela.
Cibele: Gostaria que essa relação familiar tivesse sido um pouco mais explorada. Não queria que roubasse a cena, porque o foco é outro, mas queria saber um pouco além do que Cecelia nos permitiu saber.

Alba: Até que chega Ivan. Ivan trabalha com crianças, sua responsabilidade é fazer com que elas superem algo, dando apoio, brincando e ouvindo-as durante um período difícil. Ivan é um amigo imaginário.
Cibele: Felizmente a narrativa conseguiu me fazer sentir como se ele fosse uma pessoa de verdade que só é vista por crianças e não exatamente imaginário (mas ainda é estranho).

Alba: É preciso ter muita coragem para misturar ingredientes tão infantis em um romance adulto. Como criar um romance em que o mocinho não é visto por ninguém? Cecelia consegue e humaniza sua protagonista durante o processo.

Mari: Exatamente por causa dessa mistura de ingredientes, que a Alba comentou que gosto dos livros da Cecelia. Não é novidade que não gosto muito dos livros de chick-lit, mas os que a Cecelia escreve, tem sempre alguma coisa a mais para diferenciar dos outros livros desse gênero.
Cibele: Nessa temática de “amo alguém invisível” foi interessante variar do clássico “fantasma” para o esquecido “amigo imaginário”. Nunca li nada do tipo e foi sem dúvida uma novidade interessante. A protagonista conseguir evoluir com essa “convivência” foi uma das coisas mais atraentes no livro.
Alba: A narrativa é em terceira pessoa,(OBS: Sua linda, as partes do Ivan são em primeira pessoa) ora acompanhando a visão de Ivan, ora a de Elizabeth. Durante a narrativa de Elizabeth ela volta ao passado, o que nos dá uma visão completa de tudo o que ela passou e o porquê de ser tão metódica. Luke tem muita participação no início do enredo, mas quando Elizabeth se torna o foco de Ivan, ele perde espaço. Achei que a autora poderia ter dado mais ênfase à relação da tia e do sobrinho.

Mari: A construção dos personagens é fantástica, principalmente a Elizabeth, você consegue compreender o motivo de todo seu afastamento das pessoas e porquê ela gosta de estar no controle da situação, mesmo que seja apenas para dizer quem entra ou não na sua casa. A evolução da personagem é crível, aos poucos ela vai se entregando, mas não muda da água para o vinho num estalar de dedos. Ivan conquista qualquer um, sempre pronto para agradar as pessoas e ajudar, rende cenas lindas!
Cibele: Adorei a narração do Ivan em primeira pessoa e foi o que me fez vê-lo como uma pessoa real. Eu até gostava mais das partes dele que das de Elizabeth. Realmente, como eu disse acima, gostaria de ver mais sobre a relação familiar, especialmente com o Luke, porque eles convivem como mãe e filho, embora tenham um relacionamento meio frio, que me fez sentir mal pela criança.
Alba: Pontos positivos: O livro é leve, a leitura flui superbem e o toque de magia incorporado no enredo é de fazer suspirar.

Cibele: Concordo com tudo. Mas (não me julgue nem pergunte em que mundo vivo) consigo sentir mais “realidade” em um livro de fantasma que em um de amigo imaginário. Talvez seja porque já estou acostumada.
Alba: Pontos negativos: Por vezes me vi ansiosa para pular algumas partes, de tanto que Elizabeth divagava. A lição de moral por trás da história também fica evidente demais.
Cibele: Realmente personagens que passam páginas demais pensando me irritam, especialmente em uma narrativa em terceira pessoa que deveria focar mais nos fatos.
No outro livro da Cecelia que li, P.S. Eu te amo, a mensagem do livro também é bem evidente, mas não sei se é um traço comum a todos os livros dela.

Link: http://www.psychobooks.com.br/2012/01/resenha-tripla-sorteio-se-voce-me-visse-agora.html
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Kinha 24/01/2012

Estava com um pouco de receio com relação ao livro, receio pois não havia gostado do ultimo livro da Cecelia que havia lido, e receio devido a "condição" de Ivan, achei que a historia de alguma maneira ficaria infantil com mesclas de algo parecido a PS I love you. Mas fui surpreendida... por um Ivan e um Luke cativante, e uma Elizabeth que não demorei muito para entender e ser solidaria aos motivos que a tornarem do jeito que ela era.

Me peguei apaixonada pelo Luke, em ver como a situação dele não afetava sua inocência, como ele sabia lhe dar melhor do que os adultos com a sua estrutura familiar...

Cecelia não deixou nada a desejar, foi maravilhoso ler o livro e ir se surpreendendo com sua criatividade, afinal "Zaf ed Atnoc" quem entendeu de primeira? Ah!!! minto deixou, continuo querendo saber qual foi o desejo da Elizabeth que chegou pelo Jinny Joes.
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neli 15/12/2011

Se me visse agora
Esse foi o primeiro livro da Cecelia Ahern que li e devo confessar que fiquei apaixonada pela escrita da autora.

Elizabeth é uma pessoa que vive para o trabalho, uma decoradora que não usa cores em seus trabalhos, cria o sobrinho pequeno e vive tirando a irmã de enrascadas.
Um dia,nota que Luke, seu sobrinho, arranja um amigo imaginário e isso a incomoda bastante. Ela não consegue entender o que não consegue tocar.
Até que ela também começa a enxergar Ivan e passa a fazer coisas que nunca tinha feito.
Uma graça de livro.
Recomendo.
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Carla 18/09/2011

Gostaria muito de um Ivan na minha vida...
Belíssima história, emocionante e uma pequena lição de vida, Cecelia Ahern mais uma vez consegue me surpreender com uma história real com uma pitada de imaginário que, no final do livro, podemos nos perguntar: será que os amigos invisíveis existem?
Acho que todo mundo gostaria de, em algum determinado monento de sua vida, ter um amigo invisível para nos aconselhar ou simplesmente colocar um sorriso em nosso lábio. Porque amigos não servem para chegarem e puf! resolver nossos probelmas, na verdade, eles estão lá para ficarem do nosso lado e nos ajudar a superar esta fase ruim, sejam eles reais ou invisíveis.
Recomendadíssimo!!!!!!

“Quando você deixa um copo ou um prato cair no chão, provoca um ruído alto de coisa quebrando. Quando uma janela se estilhaça, um pé de mesa se quebra ou um quadro cai da parede, tudo isso faz barulho. Mas quando se trata do coração, quando ele se parte, é completamente silencioso. Seria de se pensar que, sendo ele tão importante, provocaria o ruído mais alto do mundo, ou mesmo alguma espécie de som cerimonial, com o soar de um címbalo ou o badalar de um sino. Mas o coração é silencioso e você quase deseja que haja algum som que o distraia da dor.” p 239.
Douglas 18/09/2011minha estante
Eu quero ler!!


Mari | Triplo Books 12/01/2013minha estante
Carla, o video que fiz dessa vez é sobre ele ^^
Claro que não entrei nas questões mais profudas do livro pra nao fazer spoiller.
http://www.youtube.com/watch?v=FGug4hDRLkg




Nana 06/08/2011

Não era o que eu esperava!
Como não gosto de livros de fantasia, tipo conto de fadas, para mim foi difícil me envolver com a estória. Não acho que ela seja ruim, apenas não me despertou interesse. Cheguei a ler até a última página e acho que, para quem gosta do estilo, até tem uma lição no final das contas, só é preciso usar a imaginação e entrar no clima da fantasia.
Li outros três livros da Cecelia Ahern e este, na minha opinião, é com certeza o mais fraquinho deles.
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