A Hora da Estrela

A Hora da Estrela Clarice Lispector




Resenhas - A Hora da Estrela


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DiRock S. 17/11/2017

Eu beijei uma parede e me senti Macabéa por cinco segundos
A Hora da Estrela se trata de um livro que aborda questões quanto à existência, esta que a protagonista não compreende e o narrador se vê em crise.

A história é sobre Macabéa, uma alagoana que migra ao Rio de Janeiro após o falecimento de sua tia e última parente.

Ela não tem grandes planos para a sua vida, na verdade nunca pensou a respeito. Macabéa apenas existe. Não sabe se explicar aos outros e fala de coisas insignificantes em suas conversas. Seus assuntos variam do que ela ouve na rádio diariamente ou nos detalhes de pouco valor (assim como ela, segundo o narrador).

Aliás, o próprio narrador é um personagem do livro. Rodrigo S.M. é um autor que conta a história de Macabéa durante o processo de escrita da mesma. Há interrupções constantes no livro onde Rodrigo comenta sobre a protagonista, faz relatos pessoais e até desabafa sobre o seu trabalho.

Não há quebra na estrutura do romance quando o escritor alterna entre narrar a sua história e fazer comentários da mesma. O romance já se inicia com um monólogo extenso de Rodrigo. Ele apresenta a sua protagonista e desabafa sobre sua crise existencial (da certeza em não ser um profissional indispensável, pois qualquer outro poderia escrever o que ele escreve). Só então a história de Macabéa começa.

Essa particularidade não deixa a escrita monótona, pelo contrário. Os dois aspectos intercalados no romance contribuem para discursar questões existenciais.

Tais questões me incomodaram durante a leitura, no entanto de forma positiva. A história da alagoana é hilária. Mas não chorei de rir, eu ri de tanto chorar.

Macabéa é ninguém importante, não possui obsessão e chateia as pessoas com quem conversa. Até que ela descobre um motivo para viver, um evento que mudará completamente o seu modo de vida, finalmente chega A Hora da Estrela. E em seguida acontece o final da história... Enfim.

É um livro de leitura rápida. Fará o leitor pensar e provavelmente pesar a sua própria importância.

site: https://www.wattpad.com/user/DiRockS
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steph (@devaneiosdepapel) 16/11/2017

A Hora da Estrela
Clarice Lispector é uma autora muito querida e respeitada pelos leitores brasileiros. A Hora da Estrela foi meu primeiro contato com sua obra, mas consegui perceber alguns dos motivos que fazem dela uma das maiores escritoras do Modernismo.

Esta obra conta a história de Macabéa, uma jovem nordestina que saiu de Alagoas para tentar a vida na cidade grande, mais precisamente no Rio de Janeiro. Macabéa é uma moça humilde e sofrida, que mesmo com sua ignorância se mostra uma personagem muito cativante e que me fisgou logo de cara.

A Hora da Estrela chega a ser quase um conto, de tão curto que é. Mas mesmo com os poucos parágrafos, é uma história rica em detalhes, simples e grandiosa ao mesmo tempo. Através dos relatos de Rodrigo S. M., o autor e narrador da saga de Macabéa, conhecemos a pacata e simplória vida da moça e como ela enxerga a vida e as pessoas com quem convive.

O narrador insere seus pensamentos e devaneios enquanto escreve o livro, e acompanhamos com ele o processo de criação desta personagem e como funciona a mente de um escritor quando está desenvolvendo um livro. Para alguns pode até soar um pouco maçante, mas achei bem curioso e interessante acompanhar estes momentos em que Rodrigo “fala” com o leitor. De certa forma tornou a obra ainda mais realista.

A Hora da Estrela não possui grandes reviravoltas e nem momentos de tensão ou apreensão. É uma história que se garante apenas por sua simplicidade, conseguindo transmitir mensagens importantes principalmente em um momento da história onde vemos o culto constante ao ter, ao invés do ser. Claramente Macabéa nada contra a corrente, enxergando a beleza e valor onde menos se espera.

A narrativa de Clarice mostra ao invés de contar, e este é o meu tipo favorito de narrativa. Ela consegue nos dizer muito através de poucas linhas de diálogo, sem nunca se tornar repetitiva ou prolixa. Há também muita poesia em sua escrita, apesar de não ser rebuscada. Você encontrará algumas metáforas que precisam ser lidas mais de uma vez, tamanha a quantidade de significado que contêm.

Mais uma vez a discussão do Piquenique Literário foi crucial para me fazer perceber o quanto gostei do livro escolhido. Através das opiniões dos participantes, enxerguei tantas mensagens na história de Macabéa que fica até difícil enumerar. A Hora da Estrela fala de amor, sofrimento, vida, morte e muito mais. Recomendo muitíssimo a todos, independente de já terem lido Clarice anteriormente.

site: http://www.devaneiosdepapel.com.br/2017/11/resenha-hora-da-estrela.html
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Mell 15/11/2017

Conhecendo Clarice
Triste que a primeira imagem que tive dessa mulher foi de um meme e uma escrita clichê!
Ela está muito acima disso, nunca pensei que poderia me tocar tanto!
A construção da ?insignificante? Macabea é perfeita, amei a escrita da Clarice. Eu não sei nem o que falar desse livro, talvez não seja boa em me expressar... só o que eu sei é que ela é incrível e quero ler tudo que já escreveu!
Lua 15/11/2017minha estante
Sim, e aparentemente da para aprender um pouquinho sobre ela através do personagem Rodrigo S.M.




leila.goncalves 14/11/2017

Item de Coleção
Com pouco mais de 50 páginas, ?A Hora da Estrela? é de difícil classificação. Novela ou romance? Para Clarice Lispector cabe ao leitor decidir. Em linhas gerais, o livro apresenta três histórias distintas e complementares: as desventuras de Macabéa, uma datilógrafa alagoana tentando sobreviver no Rio de Janeiro; as experiências e conflitos existenciais de Rodrigo S.M., o escritor que narra a vida da jovem; e o processo de construção da narrativa que, complexa, traz à luz reflexões de ordem filosófica, social e estética.

Sua leitura revela inúmeras singularidades, a começar pelos treze títulos listados na primeira página que ?ajudam a desvendar a obra, pois cada um carrega consigo momentos marcantes do texto?. Este comentário de Clarice faz parte da sua única entrevista televisionada, concedida em fevereiro de 1977 para a TV Cultura, de São Paulo. Disponibilizada no YouTube, nela, a escritora faz segredo do nome de Macabéa e menciona que ?esta história é sobre uma inocência pisada, de uma miséria anônima?.

Poucos meses depois, em outubro, ?A Hora da Estrela? foi publicado e, em dezembro, Clarice faleceu, vítima de um câncer diagnosticado em estágio avançado. Passados quarenta anos, a Editora Rocco decidiu homenageá-la com esta edição que exibe um requintado projeto gráfico, arrojada concepção visual e distingue-se pela reprodução de manuscritos inéditos e uma série de ensaios que atestam a importância da escritora. Fato que já extrapolou nossas fronteiras de acordo com a matéria publicada no jornal ?El País?, em 23/09/2017, intitulada ?O Segredo Mais Popular da Literatura Brasileira?.

Quanto aos manuscritos, eles merecem maiores esclarecimentos. ?A Hora da Estrela? foi escrita à mão em fragmentos de papel, a partir dos quais a escritora, contando com o auxílio de sua secretária Olga Borelli, compôs a versão final. Em 2004, este material foi doado pela família para o Instituto Moreira Sales onde permanecem guardados. Eles são considerados uma preciosidade, uma vez que, desde muito cedo, Clarice tinha o hábito de destruir seus escritos. A razão destas páginas terem permanecido intactas é um mistério.

Finalmente, recebi meu exemplar em perfeitas condições, três dias antes do prazo de entrega. De fato, ele faz justiça ao talento da homenageada.

Nota: Não deixe de assistir a adaptação do livro para o cinema. Realizada em 1985, foi dirigida por Suzana Amaral e tem no elenco Fernanda Montenegro, Marcélia Cartaxo e José Dumont.
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Rafael.Said 13/11/2017

"Era uma maldita e não sabia. Agarrava-se a um fiapo de consciência e repetia mentalmente sem cessar: eu sou, eu sou, eu sou. Quem era, é que não sabia. Fora buscar no próprio profundo e negro âmago de si mesma o sopro de vida...".
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Carol 10/11/2017

Achei ótimo e com um final supreendente
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Edna 28/10/2017

Pesadelo
A hora da estrela cabe direitinho nesse título "pesadelo" É também apropriado para esse halloween.
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Macabea é o retrato das pessoas conformadas, que em determinado momento vai te tirar do sério de tão insossa, certa de seu destino que o desconhece e que não questiona, não reage mesmo porque desconhece a nobreza desse sentimento "reação", vive apenas porque nasceu.
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Mas que acompanhando seu dia a dia nos enche de tristeza por seu destino traçado desde pouco após o nascimento, perde os pais e é criada pela única parente a Tia que tal como ela, uma pessoa que viveu sofrimento pesado e agora transfere para Macabea desde criança toda essa amargura, é má porque só viveu isso.
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Vou falar como vejo o que o sofrimento faz com a maioria das pessoas que vivem uma vida tal como milhares de pessoas ao redor do mundo não só os nordestinos aqueles acometidos de seca, seca mesmo que mal se tem a água para sobreviver em qualidade tão precária que muitos de vocês não tomariam se tivessem a oportunidade de faze-la em um dia em outras condições, sofrimento vivido pelo nosso povo a que se refere a narração de Clarice Lispector. Pessoas que vivem isso e se tornam amargas por desconhecer outros sentimentos além da própria dor, e muitas dessas pessoas serão a pedra no caminho de quem as cruzar o seu, embora a nossa Macabea era dona de piedade tão vazia como pessoa, mas não era má.
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Após ficar totalmente orfã ela vai para o Rio de Janeiro, exerce seu ofício de datilógrafa, mora mal, nem chamaria de alimentação o que a sustenta, é hostilizada pelo traste dos Olímpicos da vida espalhados pelo mundo. Ela sonha e enfim chega "A hora da Estrela"
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Crítica: Desnecessário uma terceira pessoa, o narrador tornou a história enfadonha, para abordar um Tema de tanta importância. 3/5
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Gabriel Mazzo 27/10/2017

Ótimo
Excelente livro. Gostei muito das reflexões feitas pelo narrador ao longo do enredo.
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alex 26/10/2017

A hora da estrela
O capítulo introdutório ao livro é uma descrição sensível e maravilhosa da Paloma Vidal sobre seu contato com os manuscritos de A hora da estrela (q, por sua vez, dispensa comentários).

Em relação às demais resenhas sobre o livro, confesso que só gostei de algumas.
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Michael Jordan 10/10/2017

Sim, Clarice! Eu digo sim, à vida!
"Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida". Tudo começou com um sim, aos 13 anos, meu primeiro contato com Clarice. Foi um tremendo susto, desses quando se está no escuro e de repente uma luz se acende. "Tudo começou com um sim", continuei a repetir dias à fio, catatônico, perplexo. Uma escrita que beira à loucura, que transpassa pelos poros e afetos. A cada leitura ficava mais difícil atingir uma compreensão, porque Clarice, se é que podemos afirmar isso, buscava justamente o oposto: queimar mapas, romper fronteiras entre a escrita e o pensamento, entre a língua e o corpo, era impossível não ser afetado por Maca, não sentir o peso intransponível de também ser Maca, ser quase - somos o que nos falta. Essa mulher pequena, mirrada, "tão tola que às vezes sorri para os outros na rua", "tão pobre que só comia cachorro-quente". O livro, quase tão ínfimo quanto a personagem, de 70 e poucas páginas, é um dos maiores livros do mundo. Completando 40 anos de publicação em 2017, numa edição maravilhosa com manuscritos da autora e textos de apoio, conta com 13 títulos possíveis pelos quais temos indícios de que as escolhas serão centrais e que podem ser privilégios para quem nunca possuiu nada. Com três eixos narrativos: as experiências do narrador (Rodrigo S.M.), a história de Maca e o próprio processo de escrita e produção da obra - ambos se mesclam em busca de identidades culturais, existenciais e sociais de quem "gasta pouco da vida para esta não acabar". A tessitura narrativa, não linear, voa em fragmentos pelo ar e ardem nossos olhos. Última obra publicada por Clarice ainda em vida, poucos meses antes de falecer vítima de um câncer nos ovários. Semelhanças à parte, com os ovários murchos de Maca, seu livro é um presságio, uma despedida de quem se entrega ao fogo e se eleva às estrelas. “Pergunto eu: conheceria ela algum dia do amor o seu adeus? Conheceria algum dia do amor os seus desmaios? Teria a seu modo o doce voo? De nada sei. Que se há de fazer com a verdade de que todo mundo é um pouco triste e um pouco só?". Macabéa nos provoca raiva, indignação, compaixão, "a moça é uma verdade da qual eu não queria saber", nos coloca em posição de culpa, é desesperadora a vontade de amparar "as fracas tentativas de uma moça numa cidade toda feita contra ela". Felicidade pra ela é um conceito oco, inexiste passado e projeto de futuro, fracassa no trabalho, no amor, acentua seu lugar de vítima, vítima de si. Clarice cria a personagem pra morrer com ela. Impossível não morrer com Macabéa, é preciso que ela morra pra que ela exista, pra que vire estrela e tome consciência de si. A moça me matou. "E agora - agora só me resta acender um cigarro e ir para casa. Meu Deus, só agora me lembrei que a gente morre. Mas - mas eu também?! Não esquecer que por enquanto é tempo de morangos. Sim." "Tudo no mundo começou com um sim", agora entendo, as coisas nascem por um ato de vontade e afirmação, pelo qual algo passa a existir a partir de uma expressão de uma escolha, a partir da possibilidade de um não e um sim, para que então essa escolha se fizesse. Eu digo sim, Clarice. Eu digo sim, para continuar inventando a mim e o mundo.
Paulo Sérgio 11/10/2017minha estante
Ela escrevia com a alma. Eu amo esse livro. Sua resenha ficou sensacional. Cheguei a contar a biografia dela no meu canal. Tem o link no meu perfil, caso queira conhecer, Michael! Absss




Carol 08/10/2017

Adorei!
Resenha feita originalmente no blog Virando Amor

O livro é contado sob o ponto de vista do autor Rodrigo S. M. contando a vida de Macabéa, uma nordestina datilógrafa sofrida. Depois de ter perdido seus pais, ela vai morar com sua tia, uma beata nem um pouco carinhosa. Sua tia morre em seguida e ela se muda para o Rio de Janeiro.

Macabéa leva uma vida insignificante; não é boa em seu trabalho, quando arranja um namorado, o Olímpico, ele a troca por sua colega, Glória. Logo em seguida, ela vai a uma cartomante e lá descobre que sua vida, daqui pra frente, irá melhorar. Ela que, coitada, acha que é feliz, vai ter tudo aquilo que ela nem imaginava querer.

É um livro feito pra gente refletir sobre a solidão, o desamparo que todos nós sentimos em algum ponto de nossas vidas. Macabéa é uma personagem simples, e bem no início nos sentimos próximos a ela, nos faz sentir pena de todo o sofrimento que passa. Inocente que só ela, acredita em tudo que lhe dizem, embora não entenda nada sobre o que é dito.

O livro tem apenas 88 páginas e não tem divisão de capítulos, até porque com a escrita fluída você lê o livro em apenas um dia. A escrita de Clarice é única, e não acredito que demorei tanto pra ler um livro dela.

A Hora da Estrela te fará refletir, e ficará por isso mesmo, pois traz perguntas, mas não respostas – assim como a vida. Mas você deve ler assim mesmo, pois é um livro que, seja por pena ou raiva, todos nós podemos nos identificar.

site: http://www.virandoamor.com/2017/10/resenha-hora-da-estrela.html
Paulo Sérgio 11/10/2017minha estante
Já li umas três vezes e sempre encontro algo novo pra refletir. Um livro que mexe muito comigo. A resenha ficou muito legal, Carol. Se tiver interesse, contei a biografia da Lispector no meu canal. Tem o link no perfil. Aparece por lá pra gente debater um pouco mais sobre ela. Bjsss




Nina 30/09/2017

"a vida é um soco no estômago"
Um amigo do trabalho me indicou, logo dizendo que se tratava de uma história triste. E põe tristeza nisso. A vida da alagoana Macabéa nunca foi fácil, presa em seu mundo particular, ela simplesmente "existe" sem que as pessoas ao seu redor se deem conta de sua miserável existência. Narrativa agradável e de fácil compreensão, onde o alter-ego de Clarice apresenta para o leitor uma personagem sofrida, singela, porém, sonhadora!
Impossível não se deixar envolver pela história e também se identificar com esta personagem, que nos ensina muito sobre o sentido de nossa existência.
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ROBERTA 26/09/2017

Minha primeira reação ao ler o livro foi de raiva. Não conseguia me confirmar com o fato de a história não começar! Não gosto de Clarice, sempre afirmo, mas o livro foi me conquistando... E me conquistou! A história de Macabéa me fez rever meus conceitos. Acho que preciso ler mais Clarice!
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Bya @paixoesliterarias_ 26/09/2017

Livro bom
A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M. (um alter-ego de Clarice Lispector), de um modo que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.
⏰⭐
No início da leitura, estranhei a falta de divisão de capítulos, o que nunca tinha visto antes. Depois, desconfiei seriamente que a Clarice Lispector não estava normal quando escrevia esse livro, porque ele me trouxe uma sensação de maluquice. Mas, ele melhora uns 50% depois das primeiras 40 páginas, mas mesmo assim achei que faltou alguma coisa pra se tornar um livro espetacular como já tinha ouvido várias pessoas falarem.
É uma história sem grandes acontecimentos, mas que o essencial encontra-se nas coisas mais simples, coisas tão simples que a maioria das pessoas não conseguem notar, e por causa disso a beleza de Macabéa passa despercebia, mas Rodrigo atento aos detalhes não deixa passar.
Um ponto negativo do livro é a enrolação no começo da narrativa, coisa que me deixou um pouco entediada. Mas depois a leitura fluiu e terminei rapidinho. A história em si é legal e reflexiva. Quero ler outros livros da autora, já que alguns deles são contos, crônicas e romances. Acredito que esses irei gostar mais.
Por conta da enrolação no início, indico para quem tem paciência de ler um livro com esse conteúdo. ⏰⭐

site: https://www.instagram.com/p/BZeAp_QARFT/?hl=pt-br&taken-by=paixoesliterarias_
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