A Hora da Estrela

A Hora da Estrela Clarice Lispector




Resenhas - A Hora da Estrela


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iletrado 14/04/2018

Merece toda a fama
Já na primeira página a autora mostra o que é escrever. A história é simples e curta, mas a escrita é inesquecível. Recomendo para todos.

site: https://iletradoblog.wordpress.com/2017/03/01/a-hora-da-estrela-clarisse-lispector
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Jaitan 05/04/2018

Confuso
Acho que se não fosse confuso, não seria Clarice Lispector... Sinceramente, não é o tipo de leitura que me prende. Não gostei não.
Muito arrastado, a história se confunde com interrupções da autora que é de uma confusão, indecisão se continua a escrever, se para, se conta ,se não conta... Dá piti no meio da escrita.. que me perdoem os claricianos, mas.... Gostei não, viu.
Raya 11/04/2018minha estante
Clarice é complicado! rs




Vitor 26/03/2018

Entre a realidade e o delírio buscando o social enquanto sua alma a engolfava Clarice escreveu um livro singular. "A Hora da Estrela" é um romance sobre o desamparo a que apesar da linguagem todos estamos entregues.

Apesar de ter como protagonista a nordestina Macabéa, há os que dizem que o personagem principal é o narrador e como a Clarice o critica e se espelha.

O livro conta a construção e a desconstrução da personagem Macabéa, alagoana que se muda para o Rio de Janeiro. Este é, dentre tantos, apenas mais um livro em que Clarice surpreende o leitor com a sua escrita magnífica.
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Dani 24/03/2018

A Hora da Estrela, Clarice Lispector
Este é, acredito, o livro mais comentado dessa autora tão famosa nas redes sociais, principalmente. Eu havia estudado um pouco sobre a Clarice antes de ler, então quando abri o livro já estava ciente do que encontraria ali.
De fato, é como esperei mesmo, uma narrativa que pende mais para o lado do escritor desta história, o alter ego Rodrigo S.M., e não foca tanto na estória em si, em cada acontecimento, mas sim no que é passado durante cada frase.
Esse tal Rodrigo, atormentado, está escrevendo para tirar um grande peso de seus ombros, ainda que não fale de nada chocante. É uma pessoa que revela pouco e ao mesmo tempo muito de si ao leitor, que vai mostrando mais ao decorrer do livro.
Ele fala sobre Macabéa, uma mulher que não o conheceu, mas que ele conhece muito bem. Ela é nordestina e vive como, acredito, muitas outras pessoas. Não tem nenhum sonho, nenhuma ambição, nenhuma personalidade, apenas vive.
A Hora Da Estrela vai tecendo a vida de Macabéa, contando sobre seu trabalho, seu passado, seus relacionamentos. Sem nenhum conflito, nenhum suspense. Então, não é uma leitura que prende quem busca um livro com uma estória cheia de reviravoltas.
Mas acontece que o que me agradou foi justamente isso. Essa infinidade de sentimentos, reflexões e até mesmo críticas presentes em cada frase. Eu li uma vez que o que importava nos textos de Clarice Lispector era o desenvolvimento dos mesmos, não o final, e penso que é realmente uma ótima definição.
O final foi inesperado e repentino mas, levando em conta que no fim não era tão importante, não é um ponto negativo. Só achei que o livro poderia ter sido maior no desenrolar; no começo foi muito "conto ou não conto?" de Rodrigo para, depois, ele apenas seguir tempo demais contando sobre Macabéa, parecendo que cansou do jogo. Talvez seja o estilo da autora, preciso ler mais algumas obras dela.
Uma leitura que causou muito estranhamento para mim, mesmo que eu estivesse já preparada, mas que me agradou justamente por isso. A linguagem usada é fácil, não é um livro difícil de ler com este estilo "conversa com o leitor" e, por ser tão curtinho, dá para se ler rapidamente.
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Erica 23/03/2018

A Hora da Estrela
🌠
A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M., de um modo que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.
🌠
Primeiro livro da autora que li e último livro publicado dela em vida, e foi para mim uma grata e surpreendente surpresa. O livro é uma metalinguagem (algo que descreve sobre sobre si mesmo. Ou seja, ela utiliza o próprio código para explicá-lo). Clarice tem uma narrativa poética e usa do fluxo de consciência para levar o leitor a fazer várias reflexões sobre a vida e sobre o ‘escrever’. O livro está repleto de metáforas e críticas. Fui raptada por ele desde a dedicatória da autora, as reflexões de Raimundo S. M. mexeram comigo. A protagonista do livro é bem diferente da que estamos acostumados a ler, é um grande exemplo de miséria humana alienada, um verdadeiro ‘cabelo na sopa’, o que nos leva a refletir acerca do desamparo ao qual estamos todos suscetíveis. Aqui, o escrever é uma necessidade, onde desenvolvem-se reflexões sobre a vida, sobre a morte e sobre a palavra. Torci por Macabéa, apesar de não ter nada em comum. Sua vida lamentável me causou angústia, queria um final feliz para ela. A leitura flui muito bem, ótimo livro para conhecer a narrativa de Lispector e me instigou a querer ler outras obras da autora.
🌠

site: https://www.instagram.com/viagemliteraria.livros/ https://www.facebook.com/viagemliteraria.livros/
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Viagem Literária 23/03/2018

A hora da estrela
🌠
A história da nordestina Macabéa é contada passo a passo por seu autor, o escritor Rodrigo S.M., de um modo que os leitores acompanhem o seu processo de criação. À medida que mostra esta alagoana, órfã de pai e mãe, criada por uma tia, desprovida de qualquer encanto, incapaz de comunicar-se com os outros, ele conhece um pouco mais sua própria identidade. A descrição do dia-a-dia de Macabéa na cidade do Rio de Janeiro como datilógrafa, o namoro com Olímpico de Jesus, seu relacionamento com o patrão e com a colega Glória e o encontro final com a cartomante estão sempre acompanhados por convites constantes ao leitor para ver com o autor de que matéria é feita a vida de um ser humano.
🌠
Primeiro livro da autora que li e último livro publicado dela em vida, e foi para mim uma grata e surpreendente surpresa. O livro é uma metalinguagem (algo que descreve sobre sobre si mesmo. Ou seja, ela utiliza o próprio código para explicá-lo). Clarice tem uma narrativa poética e usa do fluxo de consciência para levar o leitor a fazer várias reflexões sobre a vida e sobre o ‘escrever’. O livro está repleto de metáforas e críticas. Fui raptada por ele desde a dedicatória da autora, as reflexões de Raimundo S. M. mexeram comigo. A protagonista do livro é bem diferente da que estamos acostumados a ler, é um grande exemplo de miséria humana alienada, um verdadeiro ‘cabelo na sopa’, o que nos leva a refletir acerca do desamparo ao qual estamos todos suscetíveis. Aqui, o escrever é uma necessidade, onde desenvolvem-se reflexões sobre a vida, sobre a morte e sobre a palavra. Torci por Macabéa, apesar de não ter nada em comum. Sua vida lamentável me causou angústia, queria um final feliz para ela. A leitura flui muito bem, ótimo livro para conhecer a narrativa de Lispector e me instigou a querer ler outras obras da autora.
🌠
Por: Erica Rodrigues

site: https://www.instagram.com/viagemliteraria.livros/?hl=pt-br / https://www.facebook.com/viagemliteraria.livros/?pnref=lhc
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Biblioteca Álvaro Guerra 16/03/2018

A triste história de Macabeá, que tem uma vida sem alegrias, até que vai a uma cartomante e recebe a noticia de que sua vida vai ser fabulosa.

Empreste esse livro na biblioteca pública

Livro disponível para empréstimo na Biblioteca Municipal de São Paulo. Basta reservar! De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/853250812x
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NTeF 13/03/2018

"Porque há direito ao grito. Então eu grito"
E para finalizar as resenhas de 2017, nada melhor do que apresentar a última obra da minha autora preferida, Clarice Lispector. Mas, nesta resenha, quero iniciar falando que “A Hora da Estrela” foi o único livro de denúncia que a escritora escreveu (um pouco antes de sua morte, em 1977) depois de muita gente CHATA reclamar sobre as obras dela que apresentavam um contéudo diferente da Literatura de sua época. Porém, Clarice provou com este livro que também sabe brilhar quando o assunto é crítica contra relacionamentos abusivos, meritocracia, pobreza social, descaso com a saúde pública e por fim, mas não menos importante, as problemáticas que a mídia traz na vida de uma pessoa normal, como é o caso da gente e da nossa personagem Macabéa.

O livro pode ser analisado em três partes, onde podemos perceber com muita clareza a preocupação que a escritora teve na composição da sua escrita. Isso porque “A Hora da Estrela” tem todas as características dos autores da terceira fase modernista no Brasil, como a aplicação de análise psicológica muito profunda dos personagens, que vai realçar, durante a narrativa, o fluxo de consciência (marca da autora) com o objetivo de levantar uma crítica social.

E a primeira parte do livro é exatamente sobre o fluxo de consciência do personagem Rodrigo S. M., o narrador. Dizem que ele é alter ego da autora (e eu concordo). Rodrigo é um homem da burguesia, escritor e está tentando começar um novo livro, porém, ele está um pouco sem ideia e vai escrever sobre a história da vida da Macabéa. Durante o desenvolvimento da história, Rodrigo se pega analisando se é certo ou errado contar sobre a vida de uma pessoa real sem nem ter trocado uma palavra com esse ser humano. Nesta parte, o livro traz o questionamento sobre o poder que a elite tem de falar sobre uma realidade que não é a da vida deles. Uma realidade triste que o pensamento mais otimista é o conhecimento da fome diária de cada dia. O narrador fala que Macabéa é uma incompetente para a vida, ou seja, é pobre porque quer, passa fome porque quer, não tem saúde porque quer. Com certeza, eu vejo claramente uma crítica da Clarice sobre meritocracia. Digo, como é fácil eu aqui na minha casa com muita comida falar e julgar a vida de alguém que não tem nada. Para mim, o importante aqui é a ausência da representatividade. Entretanto, mesmo numa tempestade de autocrítica e de julgamento interno (se escreve ou não), Rodrigo escreve sobre a vida da garota.

(Texto completo no blog)

site: https://nemtudoeficcao.wordpress.com/2017/12/30/porque-ha-direito-ao-grito-entao-eu-grito/
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Mateus Menezes 20/02/2018

Quando é sobre Macabéa, somos nós atores ou expectadores?
Que livro. Me peguei com a garganta embargada quase a todo momento.Entalado. Fixo, imóvel. Não conseguia reagir, assim como a Macabéa. Ainda não decidi se faço parte de quem ela é, ou se sou culpado por tal. Qual a minha parcela de culpa nisso? Mais um da Clarice que é feito para almas em processo de (des)construção.
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Nathalia.Maximo 17/02/2018

Leitura obrigatória
Curtinho, envolvente, um classico de Clarice!
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J R Corrêa 04/02/2018

A Hora da Estrela
Para quem está acostumado com resumos tradicionais, não é fácil fazer a síntese de A Hora da Estrela. Isso porque, aparentemente, nada acontece. Logo nas primeiras linhas, o que se percebe é a presença de um autor ? o escritor Rodrigo S. M. ? às voltas com certos impasses de sua carreira, tentando dar início à narrativa da história da nordestina Macabéa em sua vida cotidiana no Rio de Janeiro.
Rodrigo S. M. declara: ?Pensar é um ato. Sentir é um fato? ? e essas frases podem ser entendidas como uma apresentação da obra. De fato, as reflexões e os sentimentos registrados pelo escritor constituem parte da narrativa. Portanto, se o leitor espera algo acontecer para começar a fazer a sua síntese do romance, é bom se apressar, porque a história já começou.
Macabéa é introduzida aos poucos na narrativa, sobressaindo-se das reflexões de Rodrigo S. M. Ele se depara com ela em uma rua do Rio de Janeiro, quando, por intermédio de uma simples troca de olhares, a história da moça lhe é revelada. Alagoana, Macabéa perde os pais ainda muito criança e é criada por uma tia, que, no intuito de educá-la, dá-lhe constantes pancadas da cabeça com os nós dos dedos. Frequenta escola apenas até o terceiro ano primário e escreve muito mal. Mesmo assim, consegue levar adiante um curso de datilografia.
A tia muda-se para o Rio de Janeiro e Macabéa a acompanha. Arranja emprego como datilógrafa. Depois da morte da mãe de criação, passa a dividir um quarto de pensão com quatro moças que trabalham como balconistas. Pouco convive com elas, que chegam muito cansadas à noite e dormem logo, enquanto Macabéa fica ouvindo a Rádio Relógio ao longo das madrugadas.
Certo dia, resolve faltar ao trabalho e sair para um passeio. Encontra-se então com Olímpico de Jesus, metalúrgico nordestino. Ele a chama de ?senhorinha? e a convida para um passeio. Para ela, é o começo de um namoro. Em suas conversas, ela exibe, sempre de forma precária, o conhecimento adquirido com as audições da Rádio Relógio, enquanto ele afirma sua disposição de crescer e ser alguém na vida.
Em uma visita a Macabéa no local de trabalho, Olímpico conhece Glória, colega da namorada. Interessa-se por ela e abandona Macabéa. Sem ter exata noção do quanto isso a faz sofrer, Macabéa recolhe-se ao banheiro do escritório e passa com força o batom vermelho nos lábios, para se sentir uma estrela de cinema.
Constrangida por lhe roubar o namorado, Glória dá dinheiro a Macabéa e aconselha que ela procure uma cartomante. Macabéa acata a ideia e vai até Madama Carlota, que lhe prevê um futuro brilhante e o encontro próximo de um grande amor. Ao sair da cartomante, Macabéa morre atropelada. Os transeuntes se reúnem em torno dela, que se torna, pela primeira e última vez na vida, o centro das atenções. Como uma estrela de cinema.
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Rafaela 24/01/2018

Frases que me marcaram
"A pessoa de quem vou falar é tão tola que às vezes sorri para todos na rua. Ninguém lhe responde ao sorriso porque nem ao menos a olham."
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Thiago Barbosa Santos 22/01/2018

Era a hora da estrela
Era a hora da estrela

A 'Hora da Estrela' foi um dos últimos livros de Clarice Lispector, publicado em 1977. Um livro de menos de 100 páginas, que não se equilibra em pé de tão fino, mas que guarda dentro dele uma grande preciosidade da nossa literatura, uma boa mostra do porquê que a ucraniana criada em Pernambuco é considerada uma das maiores autoras do Brasil.

Clarice adota como narrador um homem (Rodrigo S. M.), aparentemente bem de vida, culto e que se dispõe a narrar a simplória vida de uma nordestina, que migra para o Rio de Janeiro e é quase uma indigente na cidade grande. Ele utiliza da metalinguagem para introduzir a história e justificar ao leitor o próprio livro. Ele vai fazendo intervenções também ao longo da narrativa, com reflexões existenciais da própria vida e das personagens.

A personagem principal da narrativa de Rodrigo S.M é Macabéa, alagoana que foi morar no Rio de Janeiro em busca de uma vida melhor. Ela teve uma infância difícil, órfã de pai e mãe e criada (meio que de qualquer jeito) por uma tia. Macabéa é uma pessoa de quase nenhum estudo, pouco instruída, não sabe fazer nada direito e não entende bem as coisas. Em entrevista à TV Cultura pouco tempo depois de lançar o livro, Clarice Lispector descreveu Macabéa como uma mulher "de inocência pisada, quase anônima".

Esse é um ponto muito interessante da história. Macabéa tem uma vida muito sofrida, é maltratada por todos, desprezada, mas na inocência dela não percebe nada disso, e até pode-se dizer que é feliz dentro de sua simplicidade.

Ela trabalha como datilógrafa, mas tem dificuldades com as palavras e por isso leva broncas homéricas do chefe e sofre constantes ameaças de demissão. Ela começa a se relacionar com um outro nordestino, o Olímpico. É um relacionamento morno, em que na maior parte do tempo Macabéa é humilhada por ele, e não percebe, por isso, gosta muito do namorado. Em uma das passagens, Olímpico diz que ela é igual "cabelo em sopa, ninguém quer comer".

Olímpico está com ela apenas para passar o tempo, e depois a troca pela melhor amiga dela. O livro termina de maneira tocante. Macabéa vai se consultar com Madama Carlota, ex-prostituta e cafetina que prevê o futuro nas cartas. A cartomante se impressiona com o triste passado e presente da moça. Mas surpreendentemente prevê um futuro feliz para ela. Diz que ela vai recuperar o emprego, vai ter de volta o namorado ou então aparecerá na vida dela um gringo cheio da grana que lhe dará uma boa vida. Disse que o futuro dela será feliz. Bem diferente do que acabara de prever para uma cliente (atendida antes de Macabéa) que saiu de lá chorando ao descobrir que morreria atropelada.

Madama Cartota disse para a moça ir embora feliz e leve, que a sorte dela mudaria já quando saísse de lá. Macabéa ficou em êxtase com aquela previsão, ficou a imaginar como seria o gringo que apareceria em sua vida. Imaginou tanto que nem percebeu o carro vindo em direção a ela ao atravessar a rua. Pois é, morreu atropelada. E naquele instante em que agonizava, tentando buscar um último fiapo de vida, é que ela foi percebida por todos (os curiosos). Foi o único momento na vida dela em que atraiu a atenção das pessoas.

No fim, ficamos com a impressão de que a cartomante ou errou a previsão das clientes ou teve pena de Macabéa e a poupou de saber com antecedência do destino trágico que a aguardava.
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