A Hora da Estrela

A Hora da Estrela Clarice Lispector




Resenhas - A Hora da Estrela


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Sil 16/01/2017

Inércia
Dá vontade de estrangular a protagonista, tamanha sua inércia e falta de viver na história.
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Sara Muniz 15/01/2017

Resenha - A Hora da Estrela
A Hora da Estrela foi o primeiro livro que li da aclamada autora Clarice Lispector. Confesso que ao começar a ler esse romance, fiquei com certo receio de acabar não gostando. A Hora da Estrela é narrado por seu escritor Rodrigo S.M. (nome adotado pela Clarice) e conta a história de Macabéa, uma nordestina que perdeu os pais quando criança, que foi criada pela tia, e que agora já adulta, trabalha como datilógrafa.

Macabéa, segundo o autor, é uma pessoa extremamente desinteressante. Ele a descreve como feia, magra, pobre, sem vida e sem inteligência. Apesar de todas essas características, ainda assim durante o romance ela encontra Olímpico de Jesus, um namorado que eu considerei um tanto quanto babaca. Ele a trata como lixo o tempo todo e, ingênua como ela é, nem percebe.

Macabéa podia até ser desinteressante, afinal, dá para perceber que a personagem realmente não possui instrução nenhuma sobre nada, ela desconhece 90% das coisas do mundo, mas é uma característica perceptível do tempo em que ela viveu, de sua pobreza e tudo o mais. Esses aspectos consequentes ficam um tanto quanto aparentes no livro e eu achei isso interessantíssimo. Ela também quer ser como as outras mulheres, pois ninguém a vê como mulher. Ela não se importa muito de ser virgem, mas ela quer ser notada, quer ser bonita, quer ser como a Merilyn Monroe.

O livro é curto e nele, basicamente conhecemos a vida de Macabéa, que tem somente a sua visão de mundo tão fechadinha e simples, mas que mesmo assim nos faz nos apegar à sua personalidade. O começo do livro é um tanto engraçado, quando Rodrigo S.M. fica aproximadamente 20 páginas dizendo que vai contar a história de Macabéa, mas que não é um escritor tão bom assim, mas que vai se esforçar e... de repente, ele lembra de mais informações e assim você já fica pensando que o livro vai ser ruim, mas no fim você vê como essa introdução é engraçada (não desista do livro por conta do começo, sério!).

Avaliei esse livro como ótimo porque ele aborda a questão do "viver" de forma muito profunda e triste. Assim como Macabéa, nós também vivemos quase que com uma autoestima baixa crônica, seja por qualquer motivo. Viver é essa coisa monótona, chata, sofrida... E Macabéa nos faz lembrar disso. O final é um tanto quanto triste também, mais uma peripécia da vida que absolutamente todos nós temos de enfrentar um dia. Por conta dessa identificação esse livro é ótimo. Ainda é tempo de morangos.

site: http://interesses-sutis.blogspot.com.br/2017/01/resenha-hora-da-estrela.html
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Liliane França 04/01/2017


Resenha feita em 09/06/2009 para a disciplina de redação, professora Marcela Barbosa 7º série.
Achei bem dramática essa resenha depois que reli, mas achei que valeria a pena compartilhar o que eu achei do livro, li com tanta pressa, pois tinha pegado emprestado e a dona queria o livro de volta, todo dia perguntava, deu uma agonia ler depressa, mas consegui entregar a resenha a tempo e devolver o livro. Quero ler novamente.
O romance de Clarice Lispector relata a vida de algumas moças que vendem o corpo para se sustentar, mas em especial fala de uma moça nordestina magricela que perdera os pais aos três anos de idade e fora criada pela tia que a privava de viver como as outras crianças, roubando-lhe as pequenas alegrias como comer queijo com goiabada.
Essa moça mal sabia escrever, mas por necessidade, era obrigada a trabalhar numa datilografia onde batia na máquina letra por letra, todos os dias. Ela morava no Rio de Janeiro com a tia para onde havia se mudado após ficar órfã. Aos dezenove anos, Macabéa, este era seu nome, morava em um quarto de pensão que dividia com quatro companheiras: Maria da Piedade, Maria da Penha, Maria José e Maria. Todas as madrugadas ligava um rádio emprestado por uma das colegas de quarto, Maria da Penha; no rádio não passavam músicas, apenas pingos que caíam a cada segundo, além de comerciais e anúncios que ela adorava ouvir, pois a cada intervalo dos comerciais dava-se curtos ensinamentos e ela acreditava que um dia seriam úteis um dia.
Macabéa não gozava de luxo, era uma moça simples e sem ambições. Todas as noites antes de dormir, ela tomava um cafezinho frio; ela a ninguém fazia falta e podia facilmente ser substituída, pois nada significava. Aos domingos, ia ao cais da Cidade Maravilhosa, ouvir o som dos navios que aportavam. Em uma tarde de chuva qualquer ela conhece um rapaz chamado Olímpio de Jesus, com quem mantém uma tentativa de relação afetiva, considerava-o seu namorado. Ao apresenta-lo a sua colega de trabalho, Glória, ele a abandona alegando ter se apaixonado por Glória, que para recompensá-la pela perda convidou-a para sua casa no domingo. Macabéa não ligou muito com a perda do namorado, já que ele não parecia gostar dela.
Certo dia Glória reparou que Macabéa estava triste e perguntou-lhe: “O que você quer do seu futuro?” Macabéa nunca havia imaginado isso, não soube explicar o que estava sentindo e para animá-la a colega de trabalho deu-lhe dinheiro para que ela fosse a uma cartomante consultar as cartas sobre seu futuro. A cartomante havia sido mulher de soldado e marinheiro e contou-lhe sua história antes de atendê-la. A velha vidente fez várias perguntas, falou sobre a pureza e inocência da garota, disse-lhe que sua vida iria mudar, iria melhorar. A envelhecida adivinha lhe contou que um amor estava por vir, um príncipe em um cavalo branco, encheu o pobre coraçãozinho de Macabéa de esperanças.
Ao sair da casa da cartomante, ela se sentiu outra pessoa, renovada atravessou a rua distraidamente e foi atropelada por um carro em alta velocidade, em alguns minutos se formou uma pequena multidão ao redor, ela se sentiu feliz, pois por um instante ela, que ninguém notava, cuja existência não importava, passou a ser o centro das atenções, ninguém a ajudou, mas colocaram uma vela do seu lado, começou a chover bem fininho e ela indagou: “e quanto ao futuro?” Depois desta frase um suspiro... E ela se foi. Ela que sempre pensou que nunca iria morrer e que era eterna, morreu esquecida, sozinha, numa esquina, só ela e a chuva que caía, uma estrela D’alva que se apagou.


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Cindy 02/01/2017

A Hora da Estrela, de Clarice Lispector.
A Hora da Estrela é um dos mais célebres romances escritos pela maravilhosa Clarice Lispector, a obra foi publicado em 1977, sendo adaptada para o cinema em 1985.
Este livro trata da história de Macabéa, uma jovem nordestina de 19 anos, órfã de pai e mãe, que foi criada por uma tia que nunca chegou a ter o mínimo de carinho por ela, a verdade é que Maca nunca teve o carinho de ninguém:
?Quando era pequena tivera vontade intensa de criar um bicho. Mas a tia achava que ter um bicho era mais uma boca para comer. Então a menina inventou que só lhe cabia criar pulgas pois não merecia o amor de um cão.?
Após a morte da tia, Macabéa se vê sozinha no Rio de Janeiro, trabalhando como datilógrafa (mesmo não tendo o domínio da palavra), ganhando menos que um salário mínimo e morando num quarto alugado com algumas moças.
A história nos é contada através do narrador Rodrigo S. M., na verdade é um pseudônimo que Clarice usa, mas mesmo com um nome diferente e apesar da tentativa de se afastar da história relatada, nós podemos ver muito da Clarice no Rodrigo, meio que a essência dela não conseguiu se esconder.
No começo do romance, o narrador vai nos dando pequenos detalhes e características da Macabéa, físicas e, principalmente, psicológicas e emocionais. Fazendo algumas reflexões e despertando nossa curiosidade de conhecer a história dela, o que nos faz criar uma grande empatia, tanto que em alguns trechos eu realmente não consegui segurar as lágrimas. Maca é descrita como uma pessoa que não tem nem consciência da sua existência, ela simplesmente existe e é quem é, sem nunca se perguntar sobre nada ou ao menos reclamar das coisas ruins que acontecem na sua vida:
?- Se tivesse a tolice de se perguntar ?quem sou eu?? Cairia estatelada e em cheio no chão. É que ?quem sou eu??, provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade? Quem se indaga é incompleto?.
Eu particularmente acho muito difícil e triste pensar na possibilidade de conhecer alguém assim, na Maca não lhe falta força para viver, ela nunca poderia ser considerada fraca, assim como ninguém o é, mas sim lhe falta uma motivação. O livro em si gera uma enorme angustia, desconforto, você não consegue ler sem se sentir incomodado com o que acontece na vida da menina Macabéa.
Além disso, ela é descrita como uma pessoa morrinhenta, de ovários murchos, magricela, que vive tendo tosse e ânsias de vômito; ela era virgem e sempre que tinha algum tipo de sonho erótico, acordava no meio da noite para rezar e pedir perdão pelo que considerava errado, afinal, para ela, algo tão bom com certeza não seria permitido. Maca já estava acostumada com o pouco de bom e muito de ruim que tinha na vida, tanto que ela não se considerava uma pessoa triste. As pequenas felicidades de sua vida eram: tomar coca-cola, ouvir seu rádio de pilha e recortar e colar anúncios.
Em certo momento, Macabéa encontra Olímpico, um paraibano por quem se apaixona, e os dois começam um namoro. Namoro esse que não passa de alguns passeios pela cidade, sentar no banco da praça e sem nenhum tipo de afeto. Olímpico era o típico sertanejo endurecido, e que a tratava mal; quando ela o indagava sobre alguma coisa que ouvira na rádio-relógio Olímpico, que nunca sabia da resposta, sempre tentava sair como superior e apenas dizer que não respondia porque não queria. Mas Maca não se incomodava com isso, assim como não se incomodava com nada, apenas aceitava e era grata por tê-lo.
Outra coisa muito interessante desse livro é que ele se trata de uma metaficção, ou seja, a ficção que tem consciência de que é uma ficção. Nosso narrador Rodrigo S. M. vai nos contar uma história inventada, porém verdadeira, verdadeira como a miséria é, mas com a personagem que foi inventada por ele (em vários momentos também, o narrador nos diz que ele é a única pessoa que alguma vez amou a Macabéa). A partir dessa ficção, podemos também notar uma crítica da própria Clarice. Talvez como uma resposta às pessoas que a criticavam na época por ela nunca ter escrito um romance de denúncia. A denúncia mostrada aqui é tanto sobre as misérias humanas, quanto sobre a figura do narrador: um homem rico, culto, que não sabe e nem nunca passou pelo que a Macabéa passa, mas que é quem conta essa história.
O final desse livro é com certeza um dos mais arrebatadores, onde nós veremos o único momento de ?brilhantismo? da nossa protagonista, onde iremos entender que o título do livro não está só por estar, ele faz parte de uma metáfora muito grande e bela de um jeito triste.

Meu blog: almaantiga.blogspot.com.br
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Delmira Pedrosa 28/11/2016

Livro diferente. Não tão fácil de entender. Mostra o preconceito sobre o Nordeste. A necessidade de se refletir sobre a vida e a morte; o passado o presente e o futuro...Fala de amor, beleza, coragem, medos...É um livro um tanto curioso.
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Mayh vieira 17/11/2016

Amei o livro e amei o final, conhecia a autora so por frases e tinha curiosidade de ler um de seus livros. Bem, amei não me decepcionei nenhum pouco, melhor final.
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Sally 22/10/2016

A hora da estrela

Clarice Lispector cria um falso autor para narrar seu livro (Rodrigo S.M.), mas não consegue se esconder. "Pensar é um ato. Sentir é um fato". Quem perde esse começo, esse sentido, não entende muito o objetivo da autora: o livro é sobre uma moça nordestina com olhar perdido no Rio de Janeiro. "Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem. Esse quem será que existe?" "Mas quando escrevo não minto. A classe mais alta me tem como um monstro esquisito, a média com desconfiança de que eu possa desequilibrá-la, a classe baixa nunca vem a mim". O segredo de todo o livo está "escondido" nesses momento, de porta-voz e protagonista ao mesmo tempo. Sem contar que parece a visão da classe média sobre o povo nordestino. Sim, pois Macabéa é uma datilógrafa alagoana que parte para o Rio de Janeiro e lá vive uma vida sem luz e sem sombra. Sua rotina pálida vai cruzar com Olímpico de Jesus, nordestino ambicioso e diferente dela, e Glória, carioca da gema. A hora da estrela, sem dar spoiler, é o momento que morremos e deixamos de ser invisíveis. Leitura rápida. Indico livro e filme.

site: http://sallybarroso.blogspot.com.br/2016/10/a-hora-da-estrela-clarice-lispector.html
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Mel 03/10/2016

Melancólico e profundo
"Ainda é tempo de morangos. Sim."
Fabio Pedreira 03/10/2016minha estante
Já li esse livro no tempo do colegio umas 3 vezes, acho que me traumatizou pra leituras nacionais. kkkk. Mas... Analisando só a primeira vez que li, foi bom. =D


Mel 03/10/2016minha estante
Hahahaha quando somos obrigados acho que perde um pouco a magia... mas esse livro tem um significado enorme pra mim, pois é uma mescla da Clarice com o Caio F Abreu... além da reflexão profunda que me bate toda vez que penso na Macabéa, e me assusta a frequência em vê-la em moradores de rua, faxineiros, zeladores, etc que são considerados escória pra grande parte dessa sociedade imunda... Espero que um dia esse cenário mude.


Fabio Pedreira 03/10/2016minha estante
Eu entendo muito bem isso. Inclusive um dos Tccs da minha sala foi voltado a invisibilidade dos moradores de rua. E descoberto que a maioria dos que estão ali são por desilusões amorosas. É um cenário triste e que as pessoas ignoram.




Viviane 02/10/2016

Realista
Viver é um soco no estômago! Que livro bonito e melancólico.
Mostrar a vida de uma mulher nordestina que vem para o Rio de Janeiro e enfrenta o desconhecido. Muito amor a Macabeia!
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Cheisy 28/09/2016

Quem se indaga é incompleto
Macabéa não possui auto estima alguma, reprime todos seus impulsos, é virgem, suja e tem uma péssima alimentação vivendo apenas de cachorro-quente e Coca-Cola que são as coisas que ela pode comprar com seu pouco dinheiro, não sabe se expressar e ninguém nota sua existência. Enfim é quase impossível descrever todas as características de uma personagem marcante e invisível como Macabéa, ela é a personagem mais miserável que já conheci. Para mim esse romance de Clarice, proporcionou diversas reflexões sobre a nossa própria existência humana, sobre como devem existir Macabéas por aí e como nós mesmo agimos como Macabéa as vezes. Os livros de Clarice são todos de grande profundidade filosófica e a leitura sempre nos faz pensar sobre nós mesmos e quem somos realmente "Quem já não se perguntou: sou um monstro ou isso é ser uma pessoa?" . A obra em si é uma interminável pergunta sobre a condição humana, cabe ao leitor a sensibilidade de perceber através das páginas a realidade que nos cerca.

site: http://arquivo-literario.blogspot.com.br/2016/09/a-hora-da-estrela-se-tivessea-tolice-de.html
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Dani 21/09/2016

Resenha: A Hora Da Estrela, Clarice Lispector
Este é, acredito, o livro mais comentado dessa autora tão famosa nas redes sociais, principalmente. Eu havia estudado um pouco sobre a Clarice antes de ler, então quando abri o livro já estava ciente do que encontraria ali.
De fato, é como esperei mesmo, uma narrativa que pende mais para o lado do escritor desta história, o alter ego Rodrigo S.M., e não foca tanto na estória em si, em cada acontecimento, mas sim no que é passado durante cada frase.
Esse tal Rodrigo, atormentado, está escrevendo para tirar um grande peso de seus ombros, ainda que não fale de nada chocante. É uma pessoa que revela pouco e ao mesmo tempo muito de si ao leitor, que vai mostrando mais ao decorrer do livro.
Ele fala sobre Macabéa, uma mulher que não o conheceu, mas que ele conhece muito bem. Ela é nordestina e vive como, acredito, muitas outras pessoas. Não tem nenhum sonho, nenhuma ambição, nenhuma personalidade, apenas vive.
A Hora Da Estrela vai tecendo a vida de Macabéa, contando sobre seu trabalho, seu passado, seus relacionamentos. Sem nenhum conflito, nenhum suspense. Então, não é uma leitura que prende quem busca um livro com uma estória cheia de reviravoltas.
Mas acontece que o que me agradou foi justamente isso. Essa infinidade de sentimentos, reflexões e até mesmo críticas presentes em cada frase. Eu li uma vez que o que importava nos textos de Clarice Lispector era o desenvolvimento dos mesmos, não o final, e penso que é realmente uma ótima definição.
O final foi inesperado e repentino mas, levando em conta que no fim não era tão importante, não é um ponto negativo. Só achei que o livro poderia ter sido maior no desenrolar; no começo foi muito "conto ou não conto?" de Rodrigo para, depois, ele apenas seguir tempo demais contando sobre Macabéa, parecendo que cansou do jogo. Talvez seja o estilo da autora, preciso ler mais algumas obras dela.
Uma leitura que causou muito estranhamento para mim, mesmo que eu estivesse já preparada, mas que me agradou justamente por isso. A linguagem usada é fácil, não é um livro difícil de ler com este estilo "conversa com o leitor" e, por ser tão curtinho, dá para se ler rapidamente.

site: http://cookiescreamandmint.blogspot.com.br/2016/09/resenha-hora-da-estrela-clarice.html
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Juliana 20/09/2016

Vi o filme primeiro
Assisti ao curta com mesmo título. Fiquei encantada com a história. Normalmente depois que a gente vê o filme, perde a vontade de ler o livro.Foi justamente o contrário. E dessa vez, o livro superou largamente o filme. Torcemos por uma reação da protagonista, diante das agruras da vida, mas sua passividade chega a ser bonita.Coisa que só Clarice consegue fazer.
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