A Hora da Estrela

A Hora da Estrela Clarice Lispector




Resenhas - A Hora da Estrela


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sabrina 12/07/2020

Que leitura
É uma leitura muita densa, como não tinha experimentado antes, cada parágrafo pede uma reflexão, um saborear e entender das palavras.
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mari 12/07/2020

"Juro que este livro é feito sem palavras. É uma fotografia muda. Este livro é um silêncio. Este livro é uma pergunta."
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Luke 11/07/2020

Um livro que poderia ser melhor.
Acho que a forma que a escritora, faz da personagem uma pobre coitada deixa tudo muito chato, e deselegante.
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Rachel Bgs 11/07/2020

A Hora da Estrela
Quando se é tão insignificante para o mundo que nem se existe, só a morte pode tornar-lhe uma estrela.
Esse conto vai narrar a história de Macabéa, uma alagoana que tem um existência tão vaga que ninguém nota. E como não possuindo nenhum prestígio, foi esquecida pela sociedade.
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wendelwonka 11/07/2020

Curto e sensacional
Depois de mt tempo finalmente li algo da Clarice e fiquei feliz por ter sido essa história tão famosa. Curtinha, de ler em poucas horas. Um soco no estômago sobre a realidade de mts no Brasil. Recomendo demais!
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Ju Valiengo - @literandoo 12/07/2020minha estante
Eu amo esse livro ?


Francisco S. Oliveira 12/07/2020minha estante
Tbm gostei muito dele...




Isabel.Souza 09/07/2020

"Uma inocência pisada"
Quando li A hora da Estrela pela primeira vez me faltou maturidade, certamente não entendi a escrita da Clarice. Ainda cursava o Ensino Médio, as minhas preocupações eram outras e não dei a devida importância que a obra merecia. A releitura trouxe uma outra experiência, muito diferente da primeira, mais madura, com uma bagagem cheia de vivências, e talvez no momento mais certeiro da vida.

É incrível que um livro tão curto, de apenas 87 páginas, possa trazer tamanha profundidade, possa fazer o leitor mergulhar na leitura e no interior desses personagens de tal forma que se pegue em vários momentos olhando para o nada e pensando nessa história. É um livro que permanece, pelo menos, assim tem sido pra mim.

O enredo do livro, como a própria Clarice define, é sobre uma “inocência pisada”, Macabéa, personagem principal, é uma migrante nordestina que vem morar no Rio de Janeiro para trabalha como datilógrafa, mais uma figura invisível da sociedade. A vida de Macabéa é totalmente miserável, mas o ápice da sua pobreza é interna, ela é fraca de vida.
A vida dessa personagem se constrói frente aos olhos do leitor. Acompanhamos a difícil missão do narrador Rodrigo S.M de escrever essa história. Clarice projeta-se em um narrador masculino que mantém o enredo em suspenso até a última página, a metalinguagem é um instrumento utilizado nesse processo, ao mesmo tempo que a Macabéa e os acontecimentos são descritos, questionamentos sobre a própria construção aparecem. Acho que um dos recursos mais sensacionais desse livro, o que senti, com certeza algo proposital pela autora, é que o livro estava sendo escrito enquanto eu o lia, o tempo todo em suspensão, o leitor fica na expectativa de que os acontecimentos pudessem mudar o curso da história.

Macabéa e o narrado Rodrigo S.M são, ambos, muito importantes para o enredo, Rodrigo comunica ao leitor a necessidade de exteriorizar Macabéa, ela é uma personagem totalmente fictícia, mas que existe, sim, ela existe porque Rodrigo a cria. Ele, um intelectual classe média, um dia passeando pelas ruas do Rio de Janeiro, se depara com uma nordestina e é tomado por um magnetismo pela figura dessa mulher, a partir disso ele fica remoendo, durante anos, a história de vida que essa pessoa teria, e vê a urgência em externalizar.
Quanto a Macabéa, ela é incompetente na vida, não tem consciência de si mesma, ela só vive e vai vivendo, como se fosse uma consequência. Ela é tão triste por fora, mas por dentro ela se considerava feliz, pensava que a pessoa era obrigada a ser feliz, então era. Perdeu os pais muito cedo e logo foi morar com uma tia beata, sua única parente e que logo morre também. Tinha uma única paixão na vida: goiabada com queijo. No Rio de Janeiro morava em uma vaga de quarto com mais quatro moças. Só se alimentava de cachorro-quente. O luxo que se dava era tomar um gole de frio café antes de dormir. Macabéa é tão pobre de tudo, ela não tem, nem mesmo, a capacidade de ver dentro de si mesma sua infelicidade. Ela é conformada.

Você pode conferir mais dessa resenha acessando meu Blog:

site: https://depoisdelido.wordpress.com/2020/06/21/resenha-a-hora-da-estrela-de-clarice-lispector/
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Pedro 08/07/2020

Confesso que o começo do texto me fez ter vontade de parar de ler. Continuei por insistência e por não acreditar que seria assim. Acertei em cheio!
Livro que com a leitura começa a lhe dar pancadas e socos no estômago, trazendo consigo a cultura, as raízes, a morte e Macabéa que conquista o leitor.
Implacável Clarice acerta em cheio em um livro que mexe com o leitor, que lhe faz sentir pena, nojo, gratidão, felicidade e vários sentimentos que estavam presos em seu profundo âmago do ser.
Leitura essencial e que me orgulho de ter insistido em continuar.
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Jaynne Borges 07/07/2020

Macabéa, eu te entendo...
Conheço muito pouco do trabalho da Clarice, acho ela um pouco difícil de se ler e A hora da estrela é prova disso.

A história da Macabéa é trágica e fascinante, merecia o livro inteiro. Entendo o propósito do Rodrigo S.M. enquanto alter-ego da Clarice nesse momento precedente à sua morte, e apesar de ter destacado várias passagens que me tocaram, tenho que pontuar que a autora critica algo que ela mesma faz: rebuscar suas palavras. Talvez na época esse jeito de ela escrever fosse comum, mas eu acho bem desnecessário. Imagina pra quem é adolescente no ensino médio?

É possível que eu não tenha chegado ao nível clariciano de vislumbrar a essência humana, e por isso não entendo tudo. Mas existem muitas Macabéas por aí precisando entender o que são e por que vivem. Infelizmente, esse livro pode não as ajudar. Mas eu recomendo muito, porque apesar de certas dificuldades, ele é curtinho e marcante.
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beckysoul 06/07/2020

A última obra de Clarice
Macabéa, uma mulher nordestina, ingênua e de coração puro, como a vida te maltratou. Um livro repleto de beleza, de escrita simples porém intensa, ao acompanhar o narrador descrevendo a história de Macabéa, uma enxurrada de emoções nos atinge, às vezes raiva, às vezes admiração e, até mesmo pena.

?Se tivesse a tolice de se perguntar "quem sou eu?" cairia estatelada e em cheio no cha?o. E? que "quem sou eu?" provoca necessidade. E como satisfazer a necessidade??

?... quero aceitar minha liberdade sem pensar o que muitos acham: que existir e? coisa de doido, caso de loucura. Porque parece. Existir na?o e? lo?gico?
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Leticia.Anjos 05/07/2020

Reflexão e tristeza
Um começo um pouco complicado de entender( sou uma adolescente colega) mas aos poucos vamos entendendo a narrativa escolhida e puxa vida quem não acaba amando Macabea, quem não se sente Macabea um dia. É muito fácil ter empatia para um ser tão cheio de inocência e bondade, mas que infelizmente é destratada e ignorada por todos. Sentir raiva das circunstâncias que envolvem Macabea e perceber que infelizmente existem muitas Macabeas por aí e que provavelmente , assim como as pessoas do livro, nós não percebemos a existência delas. Um livro que te faz perguntas simples porém brutais, que te faz questionar se assim como Macabea você não conhece tanto sobre si e sobre o mundo, entretanto o que os diferencia é que Macabea reconhece sua ignorância e anseia pelas respostas simples, até porque tudo que a rodeia é simples e real.Uma obra que vai além da narrativa te leva a mente do autor, onde vocês compartilham pensamentos.

Gostei muito
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Nelise 05/07/2020

Maravilhoso
Livro incrível que conta a história do próprio narrador, sem muitos detalhes, e a história sem cor da Macabeia! Um triste relato de pessoas que vivem e sequer sabem que tem o direito de viver e de existir!
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