A Linguagem das Flores

A Linguagem das Flores Vanessa Diffenbaugh




Resenhas - A Linguagem das Flores


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SueSouza 18/01/2014

PERFEITO
Esperei mais de um ano para comprar esse livro,mas a primeira vez que o vi me encantei. E era tudo que eu imagina. Essa história é linda. Uma menina chamada Victoria que foi abandonada recém nascida, que lutou por anos em não sentir nada pelas outras pessoas. Não suportava se tocada. Mas uma mulher Elizabeth mudou isso, mostrou o amor a ela, mas ela acabou estragando tudo, e a passar dos anos, a culpa que pelo fez a atormentou e só cresceu sua certeza de que não era capaz de senti amor.
Mas outra pessoa mostrou diferente o Grant era como ela, calado e isolado e sabia que ela era seu grande amo e lutou por ela, mais uma vez ela jogou tudo pelo ar.
Victoria usou seu amor pelas flores para demostrar os sentimentos que fariam os outros felizes, e assim desenvolveu um grande negócio de floricultura.

Estou apaixonada por essa história....
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Sarah 12/01/2014

E o que falar de um livro que acabei de ler e já amo pakas. Nas primeiras 54 páginas não tava dando nada por esse livro tava pensando até em abandoná-lo e começar a ler outro (ainda bem que eu não fiz isso). Acabei fazendo o meu próprio dicionário de flores e seus significados. Uma história extremamente fofa que logo no finalzinho me deu uma vontade louca de chorar, mas fui forte e "só" fiquei com um nó na garganta. Como a maioria das histórias (amém!!!!) tudo dá certo no final. E foi assim que "A linguagem das flores" entrou para a minha lista de livros favoritos, onde todos eles estão guardados em um lurgazinho especial do meu coração.
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Samuel 27/12/2013

A Linguagem das Flores - Vanessa Diffenbaugh
Victoria Jones é uma menina órfã, arredia e temperamental. Ela tem uma personalidade muito difícil, por isso, viveu em diferentes abrigos durante sua vida, e também em diferentes lares, onde nunca foi adotada. Com 10 anos, Victoria conheceu Elizabeth, uma mulher que amava flores e que passou a amar a garota e ensiná-la a antiga e quase esquevida linguagem das flores. Victoria permaneceu um ano morando com Elizabeth, sendo muito bem cuidada e ensinada. Elizabeth tornara-se uma mãe para Victoria, a mulher era dona de um vinhedo, mas tinha sérios problemas com sua irmã Catherine, que era mãe de Grant. Problemas que aconteceram no passado, mas que o tempo não conseguiu curar. Depois desse um ano maravilhoso as duas passaram juntas, Victoria pôs tudo a perder...

Mas agora o livro nos mostra o outro lado da vida de Victoria. A menina carrancuda quando criança está com 18 anos, e tem que aprender a se virar. Seu conhecimento com flores era imenso, mas ela o usava para demonstrar sentimentos negativos: cardo para misantropia, lavanda para desconfiança, manjericão para ódio, cravos amarelos para desprezo. Após passar algumas semanas na rua, comendo sobras e dormindo em um jardim numa praça, Victoria vai a procura de um emprego, e para em frente à uma floricultura. Renata, a dona, admite a garota que encanta à todos com o conhecimento aprendido lá no passado, com Elizabeth.

Agora Victoria tem um emprego, dinheiro, comida, e um quartinho para passar as noites. Mas, durante um dia normal de trabalho, um homem estranho entrega uma flor para Victoria. Um lírio, majestade, conforme o dicionário de flores. Victoria não consegue tirar aquele homem da cabeça, havia algo de familiar em seu olhar. Quem seria?

Muitas coisas vão acontecer na vida de Victoria, ela vai prosperar em seu trabalho e vai se tornar uma pessoa muito querida. Esse livro é uma grande história de amor - entre mãe e filha, entre homem e mulher e, especialmente, de amor-próprio. Essa história não tem um vilão, nem um mocinho, mas tem pessoas que erram, e aprendem com seus erros. O livro nos mostra o poder de uma palavra, ou até de uma flor.

A leitura é tão envolvente, que você se pega rindo, chorando e até sentido a mesma dor que as personagens. Recomendo para todo tipo de pessoas, e acho que todos deveriam ler a história de Victoria, o que acontece com ela, por tudo que ela passa, é uma história triste e comovente, que nos fazem refletir. Mas é também muito especial.

É interessante a maneira como a autora escreveu o livro, pois o livro é narrado pela própria Victoria, mas em cada capítulo ela tem uma idade diferente. Em alguns 10 anos, que ela passa com Elizabeth, e em outros com 18 anos, quando ela passa com Renata e outras pessoas que farão sua vida mudar radicalmente.
Esdras 10/12/2015minha estante
Muito bom.




honeyg 02/12/2013

Lindo demais, história emocionante. Agora, estou fissurada com a linguagem das flores em si. *_*
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Zaira 21/11/2013

Extremamente sensível!
O livro conta a história da Victoria em duas fases da sua vida: aos 10 anos quando estava em processo de adoção (sua última chance) e aos 18 anos quando foi emancipada e precisou começar a se virar sozinha.
Adorei o jeito que a Vanessa Diffenbaugh escreve. A narrativa me conquistou, a descrição das cenas, dos sentimentos que envolviam a Victoria e a levava a tomar certas atitudes. Quase todo o tempo quis pega-la no colo e abraça-la, e quando não, quis bater nela. Consegui sentir o medo, a decepção, o arrependimento, o amor e a felicidade que os personagens sentiram ao decorrer da história.
Fiquei muito feliz com o final da história e encantada com a linguagem das flores, nunca fui muito de prestar atenção nas diferentes espécies, mas com certeza a Victoria me ensinou bastante sobre como elas podem mudar a vida das pessoas.
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juliana_cg 02/11/2013

A Linguagem das Flores por Vanessa Diffenbaugh
Em capítulos que se revezam entre o passado e o presente, Victoria nos coloca a par dos acontecimentos anteriores (Quando ainda morava com Elizabeth) e os atuais.
Abandonada quando bebê, nunca chegou a conhecer os pais, desde pequena é passada de casa em casa, sendo "adotada" (Não oficialmente) e abandonada logo depois, um dos motivos de sua constante desobediência. Até que, aos seus 9 anos, vai para a casa de Elizabeth, onde aprende a amar flores e seus significados, porém, algo faz com que ela ponha tudo a perder e é declarada pelo juizado de menores, inapta para adoção. Quando finalmente é emancipada, aos 18 anos, se vê morando na rua e sem dinheiro, até uma florista (Renata) chamá-la para trabalhar em sua loja.
Até aí, tudo parece entrar nos eixos, Renata demonstra realmente se importar com Victoria e sempre tenta ajuda-la em suas dificuldades. Mas, em uma ida ao mercado de flores, Victoria conhece um "estranho" vendedor que mexe com seus sentimentos, ele acaba entrando em sua vida e trazendo a tona tudo o que ela quer deixar por debaixo dos panos... Com o desenvolvimento da história, a curiosidade de quem está lendo só aumenta...

(Siga lendo pelo Blog)

site: http://oitavacoluna.blogspot.com.br/2013/10/a-linguagem-das-flores-de-vanessa.html
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Lu 30/10/2013

A Linguagem da Flores - Vanessa Diffenbaugh.
É um livro que se alterna entre o passado e o pente de Victoria, uma órfã que viveu sua infância sendo em lares provisórios onde sempre era devolvida aos orfanatos e acabou crescendo sozinha.
Elizabeth, foi a única pessoa em quem pode confiar, mas que, acabou decepcionando.
Depois de emancipada Victoria se vê totalmente sozinha e enfrenta grandes dificuldades até começar trabalhar como florista e assim descobrir sua verdadeira vocação.
Mas sua vida passa por uma grande reviravolta quando ela conhece Grant, um rapaz misterioso que a fará relembrar os segredos do seu passado, reabrindo antigas feridas e despertando sentimentos até então desconhecidos.
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AQuarian 19/10/2013

Uma chance de mudar .
Bem,devo admitir que ,é muito interessante a história.
A medida que as coisas vão acontecendo...fica bem claro a condição psicológica da protagonista da história ,e toca profundamente os sentimentos de quem está lendo,principalmente pirque fala muito sobre Mãe e filha com relação a tema"adoção".
É uma história atrativa , pois, faz o leitor mergulhar na Linguagem das Flores,aprendendo um pouco do significado de algumas delas.
Recomendo essa leitura...tem um final muito bom.Pasa uma mensagem muito bacana.
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neia 29/09/2013

Florescendo
Faz muito tempo que queria ler esse livro, porque gostei do breve resumo que li sobre ele, e agorinha mesmo acabei de ler, sei que não é bom quando agente espera muito por algo, e até achei que esperei muito desse livro, mas no final ele não me decepcionou, até me surpreendeu levando a historias por estradas que nem pensava que chegaria perto, é fato que não entendo os sentimentos de Victoria e olha que tentei entende-los, mas terminei o livro sem entender pra que tanto sofrimento, mas sei que ela tinha que superar seus medos e ser perdoada e perdoar a si mesmo para que a historia tomasse o rumo positivo. um bom livro, rápido de ler, ganha de mim quatro estrelas
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Joice (Jojo) 24/07/2013

Linguagem do amor
"A linguagem das flores", de Vanessa Diffenbaugh, traz uma história delicada sobre medo, abandono e, principalmente amor. Amor em suas várias formas.

Victoria é uma menina órfã que, após completar 18 anos, precisa aprender a se virar sem o apoio do Estado. Ela é uma jovem rancorosa e desconfiada, mas possui um talento: sabe o que cada flor significa e como mudar a vida das pessoas com elas. Com isso, Victoria começa a trabalhar como florista. À medida que seu trabalho vai se desenvolvendo, somos apresentados a personagens do passado e do presente de Victoria, conhecemos aos poucos seu passado difícil e sua história de amor com Elizabeth, a última pessoa que tentou adotá-la, e com Grant, sobrinho de Elizabeth.

É comovente acompanhar Victoria amadurecer, mesmo aos tropeços. Ela se nega a amar e a ser amada, mas não é totalmente imune ao amor maternal de Elizabeth, ao amor de Grant e mesmo à amizade com Renata, a dona da floricultura. Como uma pessoa que tem sede, ela sente necessidade desse carinho, ao mesmo tempo que diz a si mesma não merecê-lo.

A escrita de Diffenbaugh é bonita, alternando momentos do passado e do presente de Victoria sem confusão. É um livro gostoso de ler, com um final que nos deixa com uma sensação muito boa.

Recomendo.
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Kelly 22/07/2013

Do cardo ao cravo-de-amor
A linguagem das flores é linda e seria maravilhoso se as pessoas aprendessem a sutileza de suas mensagens...dos pequenos gestos, "floridos" ou não. Recomendo a leitura.
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@sonhandoaosvinte 28/06/2013

Resenha original para o blog SammySacional
Victoria Jones é uma jovem órfã, arredia e carrancuda. Desde pequena, viveu em mais casas do que o habitual; sua tutora, Meredith, já estava cansada de ver o quanto o caso da garota regredia a cada vez mais. Mas então surge a última chance de Victoria em ter uma família, mais precisamente, uma mãe. Elizabeth, com sua paciência e calma infindáveis, ainda conseguiu fazer algum progresso e quase chegou a conseguir a guarda da menina... quando uma série de conflitos pôs tudo a perder. Agora, aos 18 anos e emancipada, Victoria se vê sozinha no mundo. Sem casa, sem emprego, sem amigos. E eis que surge uma oportunidade de recomeçar sua vida. Através de seu conhecimento e dom para lidar com as flores, consegue um emprego em uma floricultura e começará a perceber, enfim, que até mesmo ela, arredia e problemática do seu jeito, tem a chance de se reerguer.

Na primeira vez que vi esse livro, confesso que não me interessei em lê-lo. Pensei se tratar apenas do significado das flores e derivados, mas a resenha no blog da Juliana Ferreira, Resenhando por Aqui, me fez criar curiosidade para conhecer a história. E, justamente esse mês, depois de ver tantas resenhas sobre o livro, minha vontade de lê-lo só aumentou, e acabei por ganhá-lo de uma das minhas tias ^-^ E, bem... a história era, e ao mesmo tempo, não era o que eu esperava, tanto positiva como negativamente. Está confuso, eu sei, mas vocês vão entender melhor nos parágrafos seguintes...

Eu particularmente gosto de histórias envolvendo temas como adoção e tal; acho bom ver os caminhos que jovens nessa situação trilham suas vidas, mas, no que diz respeito à Victoria, acho que eu não estava preparada para tanto. Ok, eu já esperava que a protagonista fosse propriamente arredia, difícil... mas não imaginei que fosse tanto. Exageros à parte, mas, ela é muito temperamental e conflituosa, nunca consegue se relacionar com as pessoas, seja por estas pessoas não quererem contato ou por ela mesma não querer nenhuma relação com elas - o que, na verdade, é a maioria dos casos. À medida que cresce e tem seus 18 anos, ainda assim, não notei um grande crescimento na protagonista até quase chegar no final. O livro é dividido em quatro partes, e apenas nessa última é que eu fui notar o crescimento da Victoria como pessoa.

Mas, por mais que eu não tenha conseguido simpatizar tanto com ela, ainda assim gostei dela como protagonista. Ok, ela faz coisas meio irracionais, infantis, e às vezes age por impulso... mas ela tem um coração que vale ouro. Ele só está, digamos, congelado, mas, no seu geral, ela o usa muito bem. Ao longo da história, tudo o que ela quer é mostrar aos outros que sabe fazer as coisas e quer fazer aqueles que ama felizes. O seu lado sentimental, ao menos no interior, é sincero e bonito, e admiro-a muito por isso.

Os demais personagens foram bons também. Meredith foi a única que, ao meu ver, era tanto faz na história, nem reparei nas suas participações - ela também não me deu escolha; vive tratando a Victoria como uma criança qualquer e, em parte, não liga tanto para ela como deveria. Já Elizabeth, me emocionou bastante. Uma mulher forte, determinada, sensível, carinhosa e paciente, que se dá tão bem com a Victoria que eu fiquei até com pena de ambas quando foram separadas. E Grant... Bem, eu não me apaixonei total por ele, mas gostei dele mesmo assim! Sincero, sensível, generoso... Ah, Victoria, você é uma sortuda! Sem mais comentários!

Por fim, A Linguagem das Flores é uma ótima leitura, bem quando se precisa parar um pouco para refletir sobre suas próprias ações e sua vida. E, principalmente, para mostrar os mais variados tipos de amor, seja entre homem e mulher, mãe e filha, e amor próprio. Victoria pode nos ensinar muito sobre o ato de amar, e a sua história é simplesmente emocionante! E isso sem contar com o lado lotado por flores na história, o que me cativou bastante. Ver o significado das tulipas, rosas, lírios... Nossa, isso foi muito bom! Afinal, nem toda a flor mais linda vai sempre significar algo bom... Do mesmo jeito que até a pessoa mais arredia e conflituosa do mundo, pode nos ensinar coisas tão valiosas...

site: http://sammysacional.blogspot.com.br/
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