A Linguagem das Flores

A Linguagem das Flores Vanessa Diffenbaugh




Resenhas - A Linguagem das Flores


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Nana 13/09/2011

Encantador!
Um livro muito bem escrito, com uma linguagem simples e envolvente. Victoria é um personagem comovente e muito real. Ela foi criada em orfanatos, sendo adotada e devolvida por várias famílias por ser uma garota agressiva, rebelde e cheia de ódio. Por tantos sofrimentos que passou, ela não consegue amar aos outros e nem se deixa ser amada.
A narração vai alternando entre presente e passado. No presente, Victoria completa 18 anos e se vê sozinha, tendo que trabalhar e batalhar por sua própria vida. E no passado, quando ela tinha 09 anos e morava com Elizabeth, sua última mãe adotiva que lhe ensinou sobre a linguagem das flores. O que cada flor representa e como elas podem expressar os nossos sentimentos.
Após conseguir emprego em uma floricultura, Victoria vai se tornando mais acessível e aprendendo a conviver com outras pessoas. Quando encontra Grant, que também conhece esta linguagem, Victória compartilha com ele o amor pelas flores e aos poucos vai se entregando ao amor verdadeiro.
Um livro lindo e delicioso de ler. Fala de amor sem ser um conto de fadas romântico. Uma estória de crescimento pessoal, perdão, amor, arrependimentos e reconciliação. Recomendo!!!

No final do livro ainda tem um dicionário com o significado de cada flor.
Rose 30/03/2012minha estante
Boa resenha, vc me convenceu... vou acrescenta-lo a minha lista! :)


Ádila 20/08/2012minha estante
Boa resenha, vc me convenceu... vou acrescenta-lo a minha lista! :) [2] Exatamente!


Lu 23/08/2012minha estante
"Uma rosa é uma rosa é uma rosa"


Renata CCS 24/10/2013minha estante
Li bons comentários deste livro aqui no Skoob. Vou colocar em minha lista de futuras leituras!


Mariana 08/01/2015minha estante
estou lendo e amando


Belle 06/07/2016minha estante
Encerrei a leitura há uns dias e amei esse livro. Como você falou, trata dos relacionamentos de uma forma mais real e não idealizada como estamos acostumadas em livros mais leves. A personagem principal é muito interessante com os seus altos e baixos e isso me cativou bastante. Realmente uma leitura que a gente termina querendo que o mundo inteiro leia. ;-)




Taynan 29/09/2015

Embora não seja um livro ruim, várias coisas me incomodaram durante a leitura de A Linguagem das Flores.

A primeira delas se refere à temática do livro. Achei que a autora exagerou um pouco nas informações sobre flores, embora esse seja um dos pontos principais da história. As passagens de quando a protagonista está fotografando para montar o próprio dicionário são especialmente entediantes e, depois de um certo tempo, são tantos significados para tantas flores que eu, particularmente, parei de prestar atenção ao que ela dizia.

Outro aspecto que me não me agradou foi a protagonista em si. É compreensível que Victoria tenha traumas e dificuldades para se relacionar com as pessoas ao redor, mas a maneira como ela reage diante de algumas situações é absurda até para uma pessoa com uma história de vida tão complicada. Criar um jardim no tapete de um quarto de aluguel e ir voluntariamente viver na rua no momento em que ela mais precisa ter um teto sobre a cabeça são atitudes que não fazem o menor sentido. Parece que Victoria é uma garota esperta e realista, apesar de revoltada, mas esses pontos me fazem questionar seriamente o intelecto dessa menina (ou a coerência da autora).

A parte romântica do livro deixa a desejar, ainda que não seja o principal relacionamento abordado — este seria o amor entre mãe e filha. A dinâmica entre Victoria e Grant é mais bem desenvolvida enquanto eles são apenas amigos do que quando se tornam de fato um casal. A partir daí tudo se torna acelerado, meses se passam em um virar de páginas e o leitor não vê a história acontecendo; a autora resolve pular direto para a parte em que a protagonista faz mais uma de suas péssimas escolhas sem lógica alguma. Coincidência ou não, foi nesse ponto que eu comecei a pular parágrafos para adiantar o final.

E o final acabou sendo corrido, mal explicado e sem emoção — ainda que as cenas tivessem a pretensão de emocionar. A grande revelação do passado de Victoria não teve efeito nenhum sobre os acontecimentos da narrativa atual, simplesmente nada de relevante aconteceu depois disso. Bastou que ela decidisse que iria parar de complicar a própria vida e pronto, tudo se resolveu, ninguém ficou magoado com as atitudes dela, estavam todos ali à disposição para quando ela quisesse agir como uma pessoa normal.

O livro tem seus pontos positivos — a parte sobre o sistema de adoção, o desenvolvimento da relação entre Victoria e Elizabeth nos flashbacks —, a história em si é interessante, porém, como um todo, não foi uma leitura que me agradou.
Carina 07/08/2016minha estante
Estou muito chateada com esta leitura, estou quase no final e estou engolindo como um purgante.


Taynan 19/08/2016minha estante
Bem como eu me senti, Carina.


Carina 19/08/2016minha estante
Horrível, o finalzinho da uma melhorada, mas não é um livro que vou reler, vou colocar para troca.


Erika 24/08/2016minha estante
Até que enfim. Mesmo sentimento meu. Não curti o livro nem a personagem. Para mim, o que valeu foi o aprendizado sobre as flores.




Eduardo 30/11/2017

Como adorar a trajetória de uma personagem insuportável
Empatia: eis um sentimento que o leitor provavelmente nunca terá por Victoria Jones, protagonista desse livro. Por mais que ela experimente diversas sensações e lições que mudem seu modo de lidar com a vida e com as pessoas, é quase impossível desenvolver uma afeição genuína por Victoria. Como é possível que, ainda assim, sua trajetória seja tão bela, emocionante e inesquecível? Vanessa Diffenbaugh, com muita destreza, cria uma história que mostra, sem clichês, heroísmos ou romance barato, que "qualquer pessoa pode se transformar em algo belo".
Victoria é órfã. Durante toda sua vida, Meredith, sua assistente social, fez tudo o que pôde para arranjar famílias que a adotassem, tentando livrá-la, assim, dos orfanatos onde passou sua infância e adolescência. No entanto, Victoria sofria de uma condição peculiar: a misantropia, responsável pelo horror que sentia pelas pessoas. Odiava qualquer tipo de contato humano. Por consequência (ou cabe aqui também a causa, se analisarmos outros pontos de vista), era uma criança rebelde, mal-humorada, complicada de lidar e propositalmente problemática. Por culpa própria não conseguia passar mais do que alguns dias com suas famílias adotivas; todas a devolviam ao orfanato em virtude de seu comportamento insuportável. Tornou-se, assim, inapta para adoção.
Entretanto, Victoria conseguiu se afeiçoar a uma de suas mães: Elizabeth, que a adotou aos nove anos. Foi com ela, dona de um vinhedo e profunda conhecedora das flores, que aprendeu a mágica linguagem das flores, baseada em uma cultura da era vitoriana, que atribuía às flores significados relacionados a sentimentos, vontades e comportamentos. Victoria descobriu ali sua paixão e desde então não a abandonou. Tudo corria bem, até que, como de costume, Victoria colocou tudo a perder e Elizabeth perdeu a guarda da menina.
Daí em diante a menina só tem interesse por um único assunto: flores. Por todos os abrigos que passa encontra maneiras de cultivar suas plantas e coleciona livros e dicionários sobre o assunto. Quando completa dezoito anos e é emancipada, não tem onde morar e nem emprego. Resolve então morar na rua e cultivar seu pequeno jardim em uma praça. É nesse ponto da história que ela conhece Renata, dona de uma floricultura, que a emprega em sua loja. Por conta do trabalho, ela precisa se dirigir até o mercado de flores frequentemente, onde conhece Grant, um vendedor de flores que, no início, parece mais misterioso que a menina rabugenta. A beleza da história e da transformação de Victoria principia-se aqui.
Usar uma personagem que impacienta qualquer leitor por conta de seu comportamento foi algo arriscado. Dizer que essa personagem sofreria uma transformação comportamental pareceu ainda mais ousado, como se fosse possível prever uma bela trama de benevolências, pessoas complacentes, arrependimentos e um amor avassalador que transformaria aquela alma surrada pelo abandono. Não é bem isso o que acontece. A história se apresenta esplendidamente humana, eliminando qualquer tipo de "conto de fadas" do seu enredo.
Esse livro apresenta, de forma bastante emocionante, a relação de Victoria com as flores e com as pessoas, e como uma complementa a outra. Se não lida bem com a comunicação verbal, que as flores falem por ela, não é mesmo? Mais do que isso, mostra a evolução de uma menina que passou a vida toda repelindo qualquer aproximação humana, como também mostra o descobrimento por parte dela de três formas de amor: de uma filha para com a mãe, de uma mãe para com a filha e da paixão (aqui como subtítulo do amor). Tudo discorre de forma sutil. Há humanidade na história porque não há ligeireza. Victoria não se transforma de cardo em cosmos de uma hora para outra. A autora não mostra a semente e depois a flor; ela apresenta a semente, seu desenvolvimento, o despontar das primeiras folhas, o botão e, por fim, a flor. É essa a beleza na trajetória de Victoria.
Há passagens extremamente emocionantes no livro (e uma delas um tanto quanto polêmica) que não podem ser citadas sem que o enredo fosse revelado. As relações de Victoria com Elizabeth, com o mistério que envolve a família de sua mãe adotiva, com o mistério por trás do mercador de flores e, principalmente, com a descoberta de certa "humanidade em si mesma", fazem de A Linguagem das Flores uma história ao mesmo tempo simples e sentimentalmente multifacetada. No início há hortênsias, helênios, arquilégias, manjericão, ibéris, gerânios vermelhos e cardos por todo o lado, mas o final é um jardim de cravinas, avelãs, eucaliptos, azedinhas, olivas, campânulas, jacintos roxos, orégano, rosas vermelhas e musgos. É claro que essa última frase não poderia ter sido escrita se não fosse pelo maravilhoso dicionário de flores de Victoria que acompanha a obra. :)
Henrique 01/12/2017minha estante
Esse livro é quase uma aula de botânica, hein? rsrsrs
Parabéns pela resenha!


Eduardo 01/12/2017minha estante
Obrigado, Henrique :)
Sim, tem muitas lições nele e um dicionariozinho no final hahaha


ricardo 02/12/2017minha estante
deixei uma msg. abs




Carol 21/06/2016

Tudo aquilo de mais lindo que existe.
Esse livro é a coisa mais perfeita que eu já li na minha vida. Pode não ser o mais comprado e o mais conhecido, mas tocou o meu coração de um jeito que nada havia tocado antes. Indico pra todos e faço questão de registrar o amor que eu tenho por esse livro, essas personagens e as características de cada uma delas. Obrigada, Vanessa Diffenbaugh!
Carina 26/07/2016minha estante
Faço de suas palavras as minhas, estou amando este livro, cada pagina....


Carol 26/07/2016minha estante
Carina, é maravilhoso!




Lori 17/03/2015

Cru e real
Eu normalmente tendo a ficar longe de livros demasiadamente tristes ou que trazem heroínas excessivamente antagônicas. Contudo, apesar de ambos elementos estarem aqui presentes, eu me encontrei estranhamente cativada por esta trama e pela beleza da linguagem das flores esboçada por ela.

A narrativa é contada na primeira pessoa e alterna entre o passado e o presente. Ela começa com nossa heroína (ou melhor nossa anti-heroína), Victoria Jones, no presente, completando dezoito anos de idade. Ela não é mais responsabilidade do estado, o que significa que terá que deixar para trás o orfanato que por muitos anos foi a sua casa. E ainda bem, porque ela, com seu gênio forte e carregada de más atitudes, não era bem quista ali.

Victoria passou a sua vida pulando de um lar adotivo ao outro e com exceção de uma única e específica moradia, cujos detalhes nos são revelados aos poucos no curso da estória, as sua experiências não foram nada além de decepcionantes e traumatizantes.

Confesso que no início da leitura eu me perguntei se conseguiria me conectar à nossa protagonista. Ela é a típica garota amarga e endurecida pelo sistema. Suas ações não retratam uma menina que gostaria de mudar de vida, mas alguém que tem muita raiva do mundo. Enquanto no fundo eu sabia que ela não possuía uma índole má, eu tinha minhas dúvidas se o seu contínuo comportamento destruidor poderia ser mudado. Poucas vezes eu me vi tão frustrada com uma personagem quanto eu fiquei com Victoria. Ao experimentar com ela decisões erradas depois de decisões erradas, eu me encontrei sentindo uma dor terrível por esta menina, que teve por muito pouco tempo um bom exemplo em sua vida, e que no fundo só estava perdida. A sua conduta não era de todo culpa dela, era culpa de um sistema falho. Com eu poderia esperar mais dela? Eu sabia que não podia. Este enredo cru e real me mostrou exatamente isto. Mas, eu não pude deixar de desejar um pouco mais de fantasia...

Nós conhecemos o passado de Victoria por meio de trechos de sua infância. Em particular, conhecemos o tempo em que ela passou com Elizabeth. A única guardiã que realmente a amou. Mas, algo horrível aconteceu... Algo que as separou e vai sendo desdobrado por meio de sutis e lentas camadas no curso da leitura.

No presente, Victoria passa de órfã à mendiga, de mendiga à florista. E há um cara... Grant. Ele é atencioso, trabalhador e está intrinsecamente amarrado ao seu passado. O romance entre eles é ao mesmo tempo doce e duro. Grant é um personagem que eu adorei. Contudo, em hora nenhuma eu me senti emocionalmente envolvida com este casal. De fato, eu não consegui acreditar na conexão entre eles. Foi difícil, senão impossível, entender o motivo pelo qual Grant relevou os inúmeros erros de Victoria. E apesar do romance (eu disse romance?! Digo relacionamento) entre eles ser mais um pano de fundo para esta estória, que tem como foco central o amadurecimento de Victoria, eu queria ter entendido Grant um pouco mais.

A Linguagem da Flores é sobre coragem, redenção e perdão. Ele não traz somente o significado das flores, mas também o real significado de família e de amor. Ele é lindamente escrito de forma a trazer uma certa suavidade à uma trama bastante dolorosa.

E eu não poderia deixar de fazer referência às flores, que simplesmente engrandeceram este livre. A minha sogra e o meu marido são apaixonados pela flora. O me conhecimento, por outro lado, é limitado a diferenciar uma flor de uma árvore. E devo dizer que este livro conseguiu o que o meu marido nunca havia conseguido antes: ele abriu um novo mundo para mim. Flores desempenham um papel enorme e brilhante nesta estória. Elas são ricamente descrita, ao ponto de ser possível não só visualiza-las perfeitamente como quase sentir o seus perfumes. Eu me apaixonei pelos seus significados e me deleitei neste enredo.

Recomendo para aqueles que gostam de romances contemporâneos estilo YA, que trazem uma bela mensagem.
Gaby 17/03/2015minha estante
Lori ao contrario de você eu adoro um drama!!!
Por isso eu amei tanto esse livro...Gosto é gosto!!! ( E eu tenho a mania de simpatizar com personagens antagônicos kkkk)
Eu li em um blog que os produtores de "O diário da princesa" compraram os direitos do livro,então vamos torcer pra vim um filme por ai!


Lori 18/03/2015minha estante
Eu acho que daria um ótimo filme mesmo!
Gaby, eu gostei bastante do livro. Mas, as atitudes da Victoria realmente me deixaram frustrada e eu não consegui entende porque o Grant relevou tanta coisa...




Anna 23/08/2016

Depois de anos, A linguagem das flores finalmente saiu da minha lista de espera e entrou pra minha lista de livros amados e inesquecíveis!
Tenho a sensação de que estive esperando por esse livro por toda a minha vida. Eu já disse várias vezes que tal livro me tocou, que determinado livro é um dos meus preferidos e etc. Mas não sei como explicar a diferença desse livro para todos os outros que eu li.
Ele é diferente. Me perturbou demais, me impressionou na mesma medida e me marcou de forma pungente como poucos.
Sabe quando um livro te desconcerta, te assombra, e te comove, tudo de uma vez? Exatamente o que senti.
A narrativa, tão concreta, me deixou completamente aflita, inquieta, como se aquela história fosse real, como se Victoria Jones fosse a própria autora, contando sua biografia. Foi incrível. Foi palpável.
Várias vezes durante a leitura meus sentimentos foram ambíguos. Victoria Jones foi um quebra-cabeça pra mim. Eu queria sacudi-la, eu queria abraça-la. Eu queria entrar no livro e dar uma surra nela, eu queria protegê-la. Sua jornada me fez analisar tantas coisas, me fez meditar tanto, e tudo isso sem esforço da própria autora, que conta uma história de forma autentica e natural, como poucas conseguem.
Eu amei e odiei Victoria Jones na mesma medida. Mas mesmo odiando, não consegui não torcer por ela. Não consegui não me desesperar, quando em mais de 80%, tudo ainda parecia perdido.
Vanessa Diffenbaugh me fascinou com sua narrativa. Ela conseguiu falar tão fortemente nas entrelinhas, no sofrimento, no abandono, na aversão a si mesmo, de uma forma impassível e tangível. As ações aqui, com certeza, falam mais do que 1000 palavras.
Se eu pudesse, não daria somente 5 estrelas para esse livro, daria cactos, milhares de cactos pra essa obra magnífica.
Por que cactos? Se você ler o livro, vai entender!
Eu indico, recomendo e assino embaixo!!!
"Amanhã me sentirei diferente. Vou acordar, olhar à minha volta e ver um quarto meu —uma vida minha —e nunca mais serei levada embora novamente."
Bruna 19/08/2018minha estante
Li o livro a alguns anos, essa foi a primeira resenha que explicou exatamente o que eu senti ao ler o livro. Obrigada pela precisão.


Anna 21/08/2018minha estante
Obrigada você Bruna! Ainda me arrepio quando me lembro desse livro :)




Angel 22/05/2015

Blog Versos De um Livro
Ter a oportunidade de conhecer a Victória foi um tanto esquisito, até agora não consigo encontrar em uma palavra, uma definição para ela. Ela a princípio me pareceu louca, mas chorei logo nas primeiras páginas com cada coisa que ela descrevia ter vivido, e fiquei me perguntando se isso poderia mesmo acontecer. De louca ela não tem muito, (risos) as coisas só não deram muito certo para ela no passado.
O livro todo é narrado por ela, em mesclando passado e presente, e você vai criando uma empatia por ela, entendendo que tudo na vida é consequência de coisas vividas....Continue lendo...

Convido você a continuar essa leitura no blog, e a conhecer todas as outras resenhas que fiz.

http://versoslivro.blogspot.com.br/2015/05/a-linguagem-das-flores-vanessa.html


site: http://versoslivro.blogspot.com.br/2015/05/a-linguagem-das-flores-vanessa.html
Victória Brito 23/05/2015minha estante
Quero ler esse pq a protagonista tem meu nome haha


Angel 28/05/2015minha estante
Quando eu li Lembrei de tu kkkkkkkk




Rose 08/02/2015

Victoria passou a vida pulando de família adotiva para família adotiva. Quando não estava mais em idade para ser adotada, ficou pulando de abrigo em abrigo.
Agora aos 18 anos está sozinha e com um mundo inteiro para descobrir. Um mundo que na verdade ela não queria fazer parte. Sua única preocupação eram as flores. E foi justamente as flores que levaram Victoria a dormir em uma praça pública ao lado de seu jardim particular. Um jardim que ela mesmo cuidou e montou.
Ela sabia que não poderia viver ali para sempre, mas também não sabia como faria para sair dali. Até que conheceu Renata, a dona da Bloom, uma floricultura local.
Victoria passou a trabalhar com Renata, e aos poucos o seu amor pelas flores e o que elas significavam iam conquistando mais e mais fregueses.
Parece que Victoria tinha finalmente encontrado seu lugar, mas só parece, pois seu passado mal resolvido não a deixava seguir em frente.
Victoria conhece Grant, ou melhor dizendo, reencontra. Ao perceber o amor que os une, ela entra em pânico, pois sabe que seus erros do passado são imperdoáveis e que nunca estará à altura ou merecedora do amor que Grant tem por ela.



Aos poucos Grant tenta provar o quanto Victoria está errada, mas não adianta, e ela se afasta de vez.
Diante de seu futuro incerto, Victoria tenta se descobrir. Ela quer ser uma pessoa melhor, uma pessoa como Elisabeth foi um dia com ela.
Mas não consegue, ela não é boa o bastante, e diante da terceira pessoa que ela se importa e ama, mais uma vez ela falha. Ela então se entrega ao negócio de flores e aos poucos sua pequena empresa vai crescendo e ganhando a confiança das pessoas.
Ela que usa a linguagem das flores para ajudar e trazer conforto para as pessoas, não consegue fazer este mesmo uso para si mesma.
Ela sabe que para ser feliz e ter sua família perto, aqueles que a amam, precisa por a limpo seu passado. Ela precisa perdoar e principalmente se perdoar pelos erros cometidos. Só depois disso ela conseguirá sua tão sonhada felicidade ao lado da família.
Resta saber se Victoria vai ter a mesma coragem em lutar pela sua vida como luta pelo seu negócio.
Eu não posso dizer que odiei o livro, mas também não posso dizer que caí de amores por ele.
Achei interessante o uso que podemos fazer das flores para expressar o que sentimos ou desejamos. A forma como Victoria usa as flores para se comunicar é única, e mesmo que ela não perceba, é desta forma que ela se aproxima das pessoas.

Depois que conhecemos o segredo que ela guardava, deu para entender o motivo de sua preocupação em se relacionar com Grant. A separação que sofreu de Elisabeth, a sua única e verdadeira referência de mãe, pois ao nascer ela logo foi rejeitada pela própria mãe, foi muito mais que uma simples fuga. Não é qualquer pessoa que perdoaria o que ela fez.

Mas a vida familiar e o amor nunca são fáceis, e são eles que nos guiam ao longo do caminho. Um caminho muitas vezes tortuosos, mas que precisam ser percorridos, pois o resultado é sempre gratificante.
Um livro que mesmo que não agrade tanto quanto eu gostaria, ainda sim tem um enredo bonito, que mostra a importância da família, do amor e de saber perdoar.

site: http://fabricadosconvites.blogspot.com.br/
Carol.Marques 09/02/2015minha estante
Achei a história tão linda ! Até me emocionei aqui! Estes parecem ser aqueles tipos de livros que eu saio chorando rios de lágrimas quando termino! Gostei muito da resenha e despertou meu profundo interesse no livro! Pretendo lê-lo o mais rápido possível! Já estou curiosa para saber qual o segredo do passado de Victoria que não deixa ela ser feliz c Grant! :(


Clarice.Castanhola 11/04/2015minha estante
Olá!

Tenho que confessar que estava em dúvida se iria gostar desse livro, apesar de ter amado a capa, não tinha tanta certeza quanto a sinopse,a sua resenha me mostrou que ele tem um enredo um tanto bonito não é à toa que ele é um livro sobre amor, família, perdão, mas acima de tudo, amor-próprio e autoconhecimento, pela resenha vi que vc não se agradou tanto do livro ,mais eu acabei sentindo um gostinho bom na resenha, arriscaria uma breve leitura do mesmo.. ^^




Ray - @amorpelaspaginas 30/11/2016

Primeiro preciso avisar que as grandes protagonistas desse romance são as flores e seus significados.
Victoria sempre foi difícil, nunca conheceu os pais e viveu entre lares de adoção e casas de famílias que não se importavam tanto com ela. Acabava sempre devolvida. A única pessoa próxima era Meredith, a assistente social, mas que apesar de estar presente sempre na vida dela a via mais como um desafio.
Em sua última oportunidade de ser adotada, Victoria vai para a casa de Elizabeth, mas é arredia, tendo a certeza que será devolvida novamente. No entanto, pela primeira vez é bem vinda, compreendida e amada. Aprende o significado do amor e dos sentimentos que o acompanham.
Aprende também com Elizabeth a linguagem das flores, uma comunicação da época vitoriana. No entanto, isso acaba quando ela comete um grande erro e acaba voltando ao abrigo, perdendo contato com a única pessoa que importa.
Ao completar 18 anos, obrigada a sair do abrigo em que vive e seguir novos rumos, desperdiça a oportunidade cuidado de flores e acaba morando na rua. Quando percebe o perigo que é viver assim e a necessidade de dinheiro, consegue um emprego com Renata, proprietária de uma floricultura. Descobre também um jovem comerciante do mercado das flores tão misterioso quanto ela e o único com quem compartilhar esse meio de comunicação tão peculiar.
A partir disso sua vida muda completamente e ela passa a ter que enfrentar o medo, a vergonha, a insegurança, a frustração e tantos outros sentimentos. Com isso, passa a mudar a própria vida de outras pessoas também.
Com uma narrativa que varia entre passado e presente, é uma história linda de superação sem se transformar em conto de fadas. Um livro para abrir nossos olhos e nos fazer olhar além da beleza das flores.
Ah, e com uma delicadeza na escrita tamanha que fez uma não amante das flores ficar curiosa sobra a aparência e significado de cada flor citada.

Resenha completa no blog!

site: https://www.amorpelaspaginas.com/2020/05/resenha-linguagem-das-flores-vanessa.html
Pekena Val 30/11/2016minha estante
Tenho muita curiosidade sobre esse livro, mas sempre desisto de colocá-lo entre meus desejados...


Ray - @amorpelaspaginas 30/11/2016minha estante
É muito bom Val. Me surpreendi muito com ele. Envolvente e emocionate




Maria - Blog Pétalas de Liberdade 12/05/2014

A linguagem das flores
Victoria Jones era órfã, passou por mais de 30 casas e abrigos para menores, conviveu com famílias e pessoas que a trataram mal e fizeram com que a garota passasse a odiar a humanidade.
Aos 18 anos foi emancipada, não podia continuar morando no abrigo. Sem ter outra opção, Victoria foi morar na rua, um lugar nada seguro. Até conseguir um emprego numa floricultura. Graças ao seu grande talento com as flores, ela era capaz de criar arranjos que transmitissem exatamente os sentimentos que o comprador quisesse passar.
Quando ela tinha 10 anos, idade em que estava na sua última chance de ser adotada, antes de ser considerada inapta para adoção, foi mandada para a casa de Elizabeth. Uma mulher que lhe ensinou, entre outras coisas, sobre a linguagem das flores (criada na era vitoriana, onde o envio de flores e arranjos florais era usado para enviar mensagens codificadas, expressando sentimentos que de outra forma não poderiam ser ditos).
Com Elizabeth, Victoria pensou que finalmente poderia ter uma casa de verdade, uma família, uma mãe. Só que Elizabeth não era perfeita, como ninguém é, ela tinha problemas, e Victoria tentou resolve-los do seu jeito. Isso criou uma grande confusão e fez com que a garota perdesse de vez suas esperanças de ter uma vida normal. Só o que restou foi uma grande mágoa e o conhecimento da linguagem das flores, coisas que ela continuou carregando e usando ao longo dos anos seguintes.

"- É um pouco irônico, não acha? - indagou ele, olhando para as rosas à nossa volta. Estavam todas abertas e nenhuma era amarela. - Você estar obcecada com uma linguagem romântica, inventada para que amantes pudessem se comunicar, e usá-la para espalhar a hostilidade." (página 102)

Um dia, enquanto fazia compras no mercado das flores com sua patroa, Victoria encontrou um rapaz que mexeu com seus sentimentos. Ele também parecia conhecer sua linguagem secreta e ela tinha a sensação de já o ter visto no passado.
Esse encontro trouxe mudanças para sua vida e fez com que ela enfrentasse seus antigos fantasmas.

Gostei muito do livro e falar sobre ele é relativamente complicado. Sempre tive curiosidade de saber como era a vida das crianças em um orfanato e como era depois dele.

Vi que alguns leitores discordam das atitudes de Victoria. Sinceramente, se eu estivesse no lugar dela, talvez agisse de maneira semelhante. Será que uma pessoa que passou por inúmeras dificuldades, nunca conheceu o amor e o afeto, que na única vez em que confiou em alguém saiu extremamente magoada, seria capaz de amar e dar afeto para alguém?
Creio que, infelizmente, as pessoas tenham muita dificuldade de se colocar no lugar do outro; talvez por terem vivido experiência diferentes.
"O fato de minha vida ter virado de cabeça para baixo não importava a ninguém e, ali fora, naquela calçada, longe da fonte do tumulto, meu pânico pareceu injustificável." (página 218)

A grande lição que fica do livro é que qualquer pessoa pode se tornar algo belo e também pode contribuir para que outras pessoas se tornem. A história mostra o desabrochar de Victoria, a sua descoberta da vida.
"Talvez os indiferentes, os rejeitados, os mal-amados pudessem aprender a dar amor com tanta abundância quanto qualquer outra pessoa." (página 282)

A narração é feita em primeira pessoa, o livro é dividido em 4 partes, no final tem um dicionário com os significado das flores de Victoria Jones.
A capa é extremamente bonita, assim como todo o livro; as folhas são amareladas, o tamanho das letras e margens é bom.

Recomento a leitura de "A linguagem das flores", um livro lindo e emocionante sobre a vida, o perdão, o amor e as flores.

site: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/2014/05/resenha-premiada-livro-linguagem-das.html
Maria - Blog Pétalas de Liberdade 12/05/2014minha estante
Sorteio do livro no blog: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/2014/05/resenha-premiada-livro-linguagem-das.html , inscrições até 12/06/2014.




Dirce 08/05/2014

Amar se Aprende Amando
Temas atuais: os estragos provocado pelo abandono, a dificuldade em adotar e ser adotado e uma comunicação original: por meio das flores(tanto para o bem como para mal)conferem ao leitor do romance "A linguagem das Flores uma leitura capaz de surpreender e emocionar. Poderia seguir falando sobre a história do romance, sobre as personagens, falando que a menina Victória, a protagonista, e blá,bla, blá ...mas prefiro me ater às reflexões que me assaltaram durante a leitura.
Ao me deparar com o comportamento da menina Vitória e também da Elizabeth- uma das inúmeras mães adotivas que passaram pela vida da menina- estabeleci, de imediato, uma relação com um título do livro do Drummond Amar se aprende amando. Não se pode exigir de uma criança carente que nunca conheceu seus pais tamanha sabedoria e desprendimento, mas e quanto a Elizabeth? Ela queria muito uma família, entretanto não conseguia enxergar o óbvio: ela amava Victória e esse amor poderia ser transformador, só que ela preferiu ficar presa aos conflitos familiares e ignorar as carências afetivas da menina que culminou no afastamento de ambas. Tempo e amor desperdiçados.
Mas se Elizabeth não conseguiu deixar transparecer o amor que sentia por sua quase filha (o sistema de adoção exigia um prévio período de convivência para daí então efetivar a adoção)ela conseguiu lhe passar os seus conhecimentos sobre a linguagem das flores e foi esse conhecimento que permitiu a Victória, quando atingiu a maioridade, exercer uma profissão. Victória aprendeu muito sobre a linguagem das flores, mas nada sobre o Amor ela se recusava aprender a amar. Ela se sentia inferior por não ter raízes e isto a levava a se fechar para os sentimentos e a se afastar das pessoas, mesmo das pessoas bondosas como a Mamãe Ruby. Porém, como é impossível termos tudo sobre o nosso controle ( acho que aqui cabe um frase do John Lennon que adoro: Vida é o que acontece lá fora enquanto a gente faz planos) a vida aconteceu e Victória descobriu por meio de muito sofrimento que os musgos também não têm raízes, mas ainda assim eles crescem, e tal e qual eles também cresce o Amor Maternal de modo espontâneo . Victória aprendeu que os rejeitados, os mal-amados também eram capazes de aprenderem a amar e dar amor com tanta abundância como qualquer outra pessoa.
A linguagem das flores é um livro que fala sobre a redenção, sobre o recomeço, sobre a MATERNIDADE ( ao me referir à maternidade não faço qualquer distinção entre o filho biológico e adotivo) e estando às vésperas do Dia das Mães foi uma leitura feita em boa hora e, ainda que eu não o considere uma grande obra, muito me emocionou. É um livro que tem um alvo certo: o coração feminino as resenhas que aí estão não me deixam mentir.
Renata CCS 09/05/2014minha estante
Resenha certeira Dirce! Este livro está em minha lista de futuras aquisições há algum tempo. Suas palavras somente o colocaram no topo.
As alusões à Drummond e Lennon (duas paixões!) deixaram a resenha ainda mais encantadora.
bjs.




Samuel 27/12/2013

A Linguagem das Flores - Vanessa Diffenbaugh
Victoria Jones é uma menina órfã, arredia e temperamental. Ela tem uma personalidade muito difícil, por isso, viveu em diferentes abrigos durante sua vida, e também em diferentes lares, onde nunca foi adotada. Com 10 anos, Victoria conheceu Elizabeth, uma mulher que amava flores e que passou a amar a garota e ensiná-la a antiga e quase esquevida linguagem das flores. Victoria permaneceu um ano morando com Elizabeth, sendo muito bem cuidada e ensinada. Elizabeth tornara-se uma mãe para Victoria, a mulher era dona de um vinhedo, mas tinha sérios problemas com sua irmã Catherine, que era mãe de Grant. Problemas que aconteceram no passado, mas que o tempo não conseguiu curar. Depois desse um ano maravilhoso as duas passaram juntas, Victoria pôs tudo a perder...

Mas agora o livro nos mostra o outro lado da vida de Victoria. A menina carrancuda quando criança está com 18 anos, e tem que aprender a se virar. Seu conhecimento com flores era imenso, mas ela o usava para demonstrar sentimentos negativos: cardo para misantropia, lavanda para desconfiança, manjericão para ódio, cravos amarelos para desprezo. Após passar algumas semanas na rua, comendo sobras e dormindo em um jardim numa praça, Victoria vai a procura de um emprego, e para em frente à uma floricultura. Renata, a dona, admite a garota que encanta à todos com o conhecimento aprendido lá no passado, com Elizabeth.

Agora Victoria tem um emprego, dinheiro, comida, e um quartinho para passar as noites. Mas, durante um dia normal de trabalho, um homem estranho entrega uma flor para Victoria. Um lírio, majestade, conforme o dicionário de flores. Victoria não consegue tirar aquele homem da cabeça, havia algo de familiar em seu olhar. Quem seria?

Muitas coisas vão acontecer na vida de Victoria, ela vai prosperar em seu trabalho e vai se tornar uma pessoa muito querida. Esse livro é uma grande história de amor - entre mãe e filha, entre homem e mulher e, especialmente, de amor-próprio. Essa história não tem um vilão, nem um mocinho, mas tem pessoas que erram, e aprendem com seus erros. O livro nos mostra o poder de uma palavra, ou até de uma flor.

A leitura é tão envolvente, que você se pega rindo, chorando e até sentido a mesma dor que as personagens. Recomendo para todo tipo de pessoas, e acho que todos deveriam ler a história de Victoria, o que acontece com ela, por tudo que ela passa, é uma história triste e comovente, que nos fazem refletir. Mas é também muito especial.

É interessante a maneira como a autora escreveu o livro, pois o livro é narrado pela própria Victoria, mas em cada capítulo ela tem uma idade diferente. Em alguns 10 anos, que ela passa com Elizabeth, e em outros com 18 anos, quando ela passa com Renata e outras pessoas que farão sua vida mudar radicalmente.
Esdras 10/12/2015minha estante
Muito bom.




Renata CCS 11/08/2015

E para não dizer que não falei das flores

"Não sou sempre flor. Às vezes espinho me define tão melhor. Mas só espeto os dedos de quem acha que me tem nas mãos."
(Clarice Lispector)

Clarice Lispector poderia facilmente ter buscado inspiração em Victoria Jones quando escreveu as palavras acima transcritas. A protagonista de A LINGUAGEM DAS FLORES é uma figura difícil para se gostar e compreender. Teimosa, mal humorada e sempre desconfiada, ela procura manter-se o mais longe possível do contato humano. Cresceu entre abrigos e lares adotivos, até ficar por sua própria conta ao completar 18 anos. Mas por trás da cara de poucos amigos e da forte personalidade, há uma jovem sensível e desconhecida até mesmo de si própria. Seu dom com as flores é uma prova disso.

Os capítulos vão alternando entre passado de Victoria, quando ela tinha 9 anos e conheceu Elizabeth, dona de um vinhedo nas proximidades de São Francisco, que não apenas foi a única mãe que Victoria conheceu, mas que lhe ensinou tudo sobre a esquecida linguagem das flores, e o seu presente, já emancipada, trabalhando em uma floricultura, encantando os clientes com seu talento para arranjos e palpites certeiros. E é neste momento que ela acaba se reencontrando com fantasmas do passado e tem a chance de reparar antigos erros e, claro, cometer novos.

É uma história sem heróis ou vilões. São apenas pessoas comuns, que cometem erros e acertos, e acabam aprendendo com todas essas experiências, tentando encontrar seus respectivos caminhos para a redenção.

A LINGUAGEM DAS FLORES é um livro sobre amor, perdão, amizade, família, mas, acima de tudo isso, de autoconhecimento, de amor-próprio e da capacidade de perdoar a si próprio, mesmo quando lutamos ao contrário. Um belo relato sobre a vida e as relações humanas.

Uma leitura simples, delicada e de qualidade, e também intensa de sentimentos.
Lola 13/08/2015minha estante
Comecei a ler essa semana e estou gostando muito!




Anna 23/05/2012

Resenha no www.pausaparaumcafe.com.br
Aprendi a gostar das flores, aprendi que elas não são somente flores, que cada uma delas tem um significado especial, que as flores podem ser paz, amor, reconciliação, ciumes e misantropia.
Gostei da capa desse livro, mai sinceramente nunca fui fã de flores, não gostava de ganhar de presente, não gostava de comprar, muito menos dar para alguém. Ao contrario de minha mãe que se pudesse viveria rodeada de flores e orquídeas de todas as cores.
Então peguei o livro com uma certa desconfiança, acreditava que não fosse conseguir gostar. Mais a história dessa menina um pouco nervosa, revoltada e de mal com o mundo me encantou.
É difícil ver protagonistas assim, sem ser o centro do romance, sem ser a fofa, a delicada, o amor em pessoa onde tudo da certo, onde o mundo é perfeito. E isso me encantou com Victoria. Ela odiava o mundo e todos podiam notar isso. E realmente ela queria que todos notassem.
Apesar da capa linda e romântica, o livro se demonstrou uma aprendizagem. Como você reagiria a viver um pedaço da vida de Victoria? E que vamos combinar não foi uma vida fácil. Imaginar a dor que ela deve ter sentido, todos os nãos que teve que ouvir, a dor da rejeição me fez chorar emocionada ao ler o livro.
Chorei, ri, vivi, aprendi, superei, recomecei, desisti, respirei fundo e encarei o mundo. E no final fui uma pessoa melhor junto com a protagonista.
Mais o mais surpreendente do livro, foi exatamente o que ele fez com minha aversão a flores. Quero descobrir mais sobre ela, sobre essa suposta linguagem das flores.
Recomendo o livros aos romanticos de plantão, mais além dos que gostam de um bom romance, aqueles que são apaixonados pela natureza, pelas flores, pela vida.
O único ponto negativo que achei na história foi ela ter um ritmo de leitura lendo. No final mesmo tive que me policiar para não pular a leitura em algumas descrições para pular logo para a próxima folha. Poderia ser melhor nesse ponto.
E você, ja leu? O que achou de toda a vida de Victoria? Se não leu. Ficou com vontade de ler?
Aline Stechitti 01/11/2014minha estante
Com sua resenha deu vontade de ler :)




Bergmann 11/11/2011

Emocionante
Uma história comovente de alguém em busca de uma razão para viver.Encontrar laços e conseguir mantê-los.Envolvendo sentimentos e flores. Cada momento um significado e uma flor para cada momento.
Paloma 29/09/2016minha estante
Nossa já ouvi falar tão bem desse livro...só não comprei por falta de oportunidade mesmo ...e por já etr tantos na lista rsrsrs mais parece ser lindo




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