A Linguagem das Flores

A Linguagem das Flores Vanessa Diffenbaugh




Resenhas - A Linguagem das Flores


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CALINE 03/05/2020

Que livro difícil!!!
Ele estava na minha lista de leitura há anos, mas eu sempre deixava para depois. A quarentena faz com que o depois se tornasse agora e decidi que iria mudar seu status na minha estante.
A escrita da Vanessa é super fluida e eu fui totalmente envolvida pela história. Mas passei uns maus bocados. Algumas parte me causaram sentimentos controversos e eu precisei de um tempo para digerir e tentar entender algumas atitudes e decisões da protagonista. Foi difícil, mas acho que eu consegui.
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Lo 30/04/2020

Quando comecei a ler o livro não imaginava a história que estava por vir. Amei tudo que li sobre as flores, até porque botânica sempre foi minha matéria favorita na faculdade. Eu esperava mais do final... achei um pouco previsível, apesar da personagem principal ser totalmente imprevisível. Esperava um grande fechamento, mas apesar disso é um bom livro.
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Deza 19/01/2020

Adorei.
É um livro inesperado que te faz ficar encantado com todo o enredo da estória. Fiquei triste, ri e adorei acompanhar a vida da vitória.
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Monica Sobrinho 24/06/2019

Curioso
A linguagem das flores foi um livro curioso, diferente. A história é contada com base no significado das flores. É bem gostoso de ler, mas não me impressionou.
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Edmar Lima (@literalgia) 09/04/2019

Cultivando bons sentimentos
A obra gira em torno da vida de Victoria Jones, uma mulher órfã com um passado de muitas tentativas frustradas de se encaixar em um lar adotivo. O livro é dividido em quatro partes, cada uma contando uma grande parte da vida dela, e os capítulos alternam entre o passado e o presente da personagem até que os dois se cruzem. Desde pequena, Victoria tinha dificuldades em criar relações afetivas com suas novas famílias, mas isso muda ao conhecer Elizabeth, uma mulher rígida, mas de grande coração e que está disposta a oferecer um lar para a menina. Arredia, Victoria não se aproxima da mãe adotiva e arma as piores travessuras para irritar Elizabeth, porém ela não se deixa abater e educa a jovem com pulso firme e muito amor. Além disso, é através de Elizabeth que Victoria conhece a linguagem das flores, o que se torna o centro de sua vida.
As flores representam um ponto muito importante nessa história. A ligação entre a protagonista e a terra permeia toda a narrativa. Quando Victoria se vê emancipada do orfanato e sem lugar para viver, seu refúgio é o jardim de uma praça cercada por flores que ela mesma passa a plantar ali. Logo depois, outros personagens e cenários são apresentados quando ela consegue um emprego em uma floricultura. Renata, a proprietária, leva Victoria para conhecer o Mercado de Flores e um novo mundo é descoberto em meio aos baldes com plantas, aos gritos dos vendedores e ao cheiro de terra molhada. Deslumbrada com essa visão de vida junto ao mercado, Victoria cria uma nova perspectiva para sua vida e também encontra um misterioso rapaz que aparenta não só conhecer a protagonista, mas também seu segredo sobre a linguagem das flores.
Essa é uma obra sensível e envolvente que enche os nossos corações de alegria e cultiva (desculpe o trocadilho) na gente uma vontade maior de se conectar com a natureza. A história nos emociona muitas vezes ao mostrar a fragilidade da vida e como as ações que fizemos no passado podem nos seguir durante muito tempo. Esse foi um livro que chegou de forma especial para mim e que se vai com uma saudade dos personagens e um gostinho de quero mais
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Talita Rodrigues 24/03/2018

Sobre florescer...
A Linguagem das Flores, de Vanessa Diffenbaugh, é o tipo de livro que te prende e te obriga a refletir sobre a vida e sobre as pessoas ao seu redor.

Essa é a história de Victoria Jones que cresceu em um contexto difícil de abrigos e adoções que nunca se concretizaram. A infância complicada imprimiu em Victoria uma personalidade forte e arredia, mas a paixão pelas flores e sua linguagem secreta a guiaram em uma jornada de autoconhecimento e amadurecimento - o processo dolorido, mas necessário, de florescer.

A sensibilidade e a força dessa história me encantaram. Devorei cada página ansiando pela próxima, mas sem querer chegar ao fim do livro. É uma história que mexeu comigo. Além disso, foi fascinante descobrir o significado secreto das flores e a possibilidade de se comunicar através delas.

Indico esse livro para quem é apaixonado por flores ou para quem deseja mergulhar em uma história de vida tocante.
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Pollyanna Reis 08/02/2018

A Linguagem das Flores
"Qualquer pessoa pode se transformar em algo belo."

Victoria Jones não acredita nisso. Ela sempre foi uma menina difícil e problemática, sempre afastou as pessoas e nunca gostou de ser tocada. Sem família e amigos, Victoria passou sua vida sendo jogada de um abrigo para outro, sendo adotada e devolvida. Sua vida tem a chance de mudar quando Meredith Combs, assistente social responsável por selecionar as famílias adotivas à leva para casa de Elizabeth, uma mulher muito tranquila que está disposta a ficar com ela. Elizabeth é dona de um vinhedo, e gosta muito de flores, e é por intermédio dela que Victoria se apaixona pelas flores e por suas mensagens.
A convivência não é fácil, pois Victoria é muito rebelde e não facilita nada, mas com o tempo, Victoria aprende a gostar de sua mãe adotiva e pela primeira vez, ela quer ficar em um lar. Elizabeth vê em sua filha o que ela foi um dia: Uma garota sem o amor da mãe e apenas o carinho da irmã que trocava com ela, mensagens secretas através das flores. Mas hoje, Elizabeth e sua irmã Catherine não se falam mais, e Elizabeth não pode nem chegar perto de seu sobrinho, que trabalha no mercado dos fazendeiros. Os dias passam e Victoria tem certeza que é ali, junto com Elizabeth que ela quer ficar, mas uma atitude sua, uma atitude impulsiva e egoísta muda todos seus planos e seu destino.
Agora com 18 anos e emancipada, Victoria não tem ninguém nem mesmo um amigo, e muito menos um lugar para ficar. Meredith à leva para um dormitório e paga um mês de estadia, deixando bem claro que ela precisa arrumar um emprego se quiser um local para ficar. Mas Victoria não se comove, deixando os dias passarem sem preocupação. Um mês depois, sozinha e sem dinheiro, ela vai morar numa praça pública, onde resolve cultivar um pequeno jardim.
Logo ela percebe que não pode viver dessa maneira, e ao procurar emprego conhece Renata, uma florista local. Mas como não tem experiência, o máximo que consegue é 5 dólares para descarregar uma caminhonete. Com este dinheiro Victoria compra alguns acessórios, e pegando algumas flores no seu jardim faz um buquê que remete a preces, sinceridade e um coração inocente. Ela sabe que essa é sua única chance...
Trabalhando com Renata, e tendo um lugar para morar, a vida de Victoria parece entrar nos eixos. Mesmo não acreditando na sua capacidade, e tendo absoluta certeza que vai estragar tudo em breve, Victoria leva sua vida da melhor maneira possível. Mas quando ela conhece Grant, um vendedor de flores, Victoria é obrigada a enfrentar seus piores pesadelos, um fantasma do passado que ela tenta esquecer.
Ela não estar sozinha, e precisa se perdoar para encontrar o caminho certo. Junto com Grant ela descobre o amor, o toque, o significado da palavra perdão. Mas Victoria precisa querer isso, ela precisa enfrentar o passado, pegar o caminho de volta e se transformar em algo novo e belo. Mas como fazer isso, se ela não acredita e não confia em si própria. Victoria será capaz? Terá uma segunda chance?

A Linguagem das Flores é um daqueles livros que você olha a capa, acha bonita e se apaixona pela história do início ao fim. Um livro muito bem escrito, uma linguagem simples, leve e envolvente. Narrado em primeira pessoa, este livro é simplesmente maravilhoso. Dividido em quatro partes, intercalado entre o passado e o presente de Victoria, a autora Vanessa Diffenbaugh criou uma obra inesquecível e única.
Os personagens são quase polpáveis, simplesmente encantadores, se tornando quase reais. Nossa protagonista Victoria é uma garota nervosa, solitária, temperamental e muito difícil. Grant é um rapaz de poucas palavras. Renata é uma florista super bacana, amiga e solidaria. Elizabeth é minha personagem favorita! Uma mulher fantástica, que mesmo nos momentos mais difíceis e irritantes não desiste de Victoria. E as flores, que conheci a cada página, e que tem um papel tão importante na trama. Também conhecemos outros personagens que vão dando vida a história no decorrer da leitura. Todos marcantes...
No decorrer do livro conhecemos vários tipos de flores, seus nomes e seus significados. E no final encontramos o dicionário de flores da Victoria, que eu gostei bastante. Minhas favoritas e algumas citadas no decorrer da história:

Abacaxi ( Ananas Comosus) Você é perfeito
Acácia (Acacia) Amor secreto
Álamo- branco (populus alba) Tempo
Alecrim (Rosmarinus officinalis) Recordação
Azedinha (Rumex acetosa) Amor de pai e mãe
Cardo (Cirsium) Misantropia - A favorita de Victoria

A diagramação do livro é perfeita, parabéns a Editora Arqueiro pelo belíssimo trabalho. A Linguagem das Flores é uma lição de amor, arrependimento e perdão. Ao final você vai aprender que qualquer pessoa pode mudar seu comportamento e se transformar em algo belo.
Super recomendo*
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Eduardo 30/11/2017

Como adorar a trajetória de uma personagem insuportável
Empatia: eis um sentimento que o leitor provavelmente nunca terá por Victoria Jones, protagonista desse livro. Por mais que ela experimente diversas sensações e lições que mudem seu modo de lidar com a vida e com as pessoas, é quase impossível desenvolver uma afeição genuína por Victoria. Como é possível que, ainda assim, sua trajetória seja tão bela, emocionante e inesquecível? Vanessa Diffenbaugh, com muita destreza, cria uma história que mostra, sem clichês, heroísmos ou romance barato, que "qualquer pessoa pode se transformar em algo belo".
Victoria é órfã. Durante toda sua vida, Meredith, sua assistente social, fez tudo o que pôde para arranjar famílias que a adotassem, tentando livrá-la, assim, dos orfanatos onde passou sua infância e adolescência. No entanto, Victoria sofria de uma condição peculiar: a misantropia, responsável pelo horror que sentia pelas pessoas. Odiava qualquer tipo de contato humano. Por consequência (ou cabe aqui também a causa, se analisarmos outros pontos de vista), era uma criança rebelde, mal-humorada, complicada de lidar e propositalmente problemática. Por culpa própria não conseguia passar mais do que alguns dias com suas famílias adotivas; todas a devolviam ao orfanato em virtude de seu comportamento insuportável. Tornou-se, assim, inapta para adoção.
Entretanto, Victoria conseguiu se afeiçoar a uma de suas mães: Elizabeth, que a adotou aos nove anos. Foi com ela, dona de um vinhedo e profunda conhecedora das flores, que aprendeu a mágica linguagem das flores, baseada em uma cultura da era vitoriana, que atribuía às flores significados relacionados a sentimentos, vontades e comportamentos. Victoria descobriu ali sua paixão e desde então não a abandonou. Tudo corria bem, até que, como de costume, Victoria colocou tudo a perder e Elizabeth perdeu a guarda da menina.
Daí em diante a menina só tem interesse por um único assunto: flores. Por todos os abrigos que passa encontra maneiras de cultivar suas plantas e coleciona livros e dicionários sobre o assunto. Quando completa dezoito anos e é emancipada, não tem onde morar e nem emprego. Resolve então morar na rua e cultivar seu pequeno jardim em uma praça. É nesse ponto da história que ela conhece Renata, dona de uma floricultura, que a emprega em sua loja. Por conta do trabalho, ela precisa se dirigir até o mercado de flores frequentemente, onde conhece Grant, um vendedor de flores que, no início, parece mais misterioso que a menina rabugenta. A beleza da história e da transformação de Victoria principia-se aqui.
Usar uma personagem que impacienta qualquer leitor por conta de seu comportamento foi algo arriscado. Dizer que essa personagem sofreria uma transformação comportamental pareceu ainda mais ousado, como se fosse possível prever uma bela trama de benevolências, pessoas complacentes, arrependimentos e um amor avassalador que transformaria aquela alma surrada pelo abandono. Não é bem isso o que acontece. A história se apresenta esplendidamente humana, eliminando qualquer tipo de "conto de fadas" do seu enredo.
Esse livro apresenta, de forma bastante emocionante, a relação de Victoria com as flores e com as pessoas, e como uma complementa a outra. Se não lida bem com a comunicação verbal, que as flores falem por ela, não é mesmo? Mais do que isso, mostra a evolução de uma menina que passou a vida toda repelindo qualquer aproximação humana, como também mostra o descobrimento por parte dela de três formas de amor: de uma filha para com a mãe, de uma mãe para com a filha e da paixão (aqui como subtítulo do amor). Tudo discorre de forma sutil. Há humanidade na história porque não há ligeireza. Victoria não se transforma de cardo em cosmos de uma hora para outra. A autora não mostra a semente e depois a flor; ela apresenta a semente, seu desenvolvimento, o despontar das primeiras folhas, o botão e, por fim, a flor. É essa a beleza na trajetória de Victoria.
Há passagens extremamente emocionantes no livro (e uma delas um tanto quanto polêmica) que não podem ser citadas sem que o enredo fosse revelado. As relações de Victoria com Elizabeth, com o mistério que envolve a família de sua mãe adotiva, com o mistério por trás do mercador de flores e, principalmente, com a descoberta de certa "humanidade em si mesma", fazem de A Linguagem das Flores uma história ao mesmo tempo simples e sentimentalmente multifacetada. No início há hortênsias, helênios, arquilégias, manjericão, ibéris, gerânios vermelhos e cardos por todo o lado, mas o final é um jardim de cravinas, avelãs, eucaliptos, azedinhas, olivas, campânulas, jacintos roxos, orégano, rosas vermelhas e musgos. É claro que essa última frase não poderia ter sido escrita se não fosse pelo maravilhoso dicionário de flores de Victoria que acompanha a obra. :)
Henrique 01/12/2017minha estante
Esse livro é quase uma aula de botânica, hein? rsrsrs
Parabéns pela resenha!


Eduardo 01/12/2017minha estante
Obrigado, Henrique :)
Sim, tem muitas lições nele e um dicionariozinho no final hahaha


ricardo 02/12/2017minha estante
deixei uma msg. abs




Daniele 27/11/2017

Comecei a ler esse livro preparada para não gostar, após ter lido algumas resenhas não muito favoráveis, mas ele foi uma grata surpresa, realmente prendeu minha atenção do início ao fim. Um livro singelo com um bom final, bem de acordo com o enredo. Gostei muito.
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Lúcia 02/11/2017

Amor e ódio.
Esse é aquele tipo de livro que vc tem amor e ódio pela autora e pelo personagem. Vc começa a ler e se empolga, tem vontade de larga, tem vontade de bater na personagem, tem vontade de bater na autora. Há, e também tem vontade de sacudir os personagens secundários por serem bons de mais kkkk.
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Dirlene_Tavares 17/10/2017

Um livro emocionante
Esse é aquele tipo de livro que consegue trazer a tona todos os tipos de sentimentos, a protagonista é ao mesmo tempo uma menina carente, má, boa, egoísta, generosa, enfim, consegui ter vários sentimentos por ela ao longo da trama. Já li ha muitos anos e até hoje lembro dele como um dos livros que tive o prazer de ler.
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Rubia 18/05/2017

Emocionante!!!
Amei demais, primeiro que não sabia que as flores tinham sua linguagem, segundo o livro ela surgiu na era vitoriana, quando as pessoas usavam as flores para se comunicar, ao receber um buque de um rapaz as moças corriam para casa a fim de tentar decifrar sua mensagem secreta...amei saber disso e também amei o dicionário de flores que vem no final do livro.. Sobre os personagens quando comprei esse livro sabia que iria encontrar partes muito fortes e que provavelmente não iria concordar, realmente a Vitoria tem um histórico terrível e fez coisas horríveis, mas consegui compreender e até aceitar, ela apesar de tudo que passou conseguiu dar um rumo na vida..ao longo da história aparecem personagens tão cativantes como Elizabeth, Renata, Grant... uma lição de vida esse livro, indico com certeza!!!
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érika.j 06/03/2017

Contagiante!
Victoria é linda...do início ao fim. Uma criança guerreira que teve que suportar de tudo na vida, aguentar todos os tipos de humilhações que uma criança NUNCA deveria passar. Ao ler me senti totalmente inútil, porque a minha vontade era poder ajudar todas as crianças que vivem em abrigos, pois tenho certeza que isso acontece muito na vida real.
É uma história que te faz lembrar que sua vida não é tão complicada assim, que nós temos muitas coisas e reclamamos de maneira exagerada. Eu sou apaixonada por esse livro, ele é lindo, contagiante e entrou pra lista dos meu favoritos.
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Johny 02/03/2017

Lindo
"Uma mulher com um dom incomum, capaz de mudar vidas"

Victoria Jones é uma mulher problemática. Foi uma criança e adolescente problemática. Se envolveu em diversas confusões, mas assim aprendeu com a vida. Cometeu muitos erros e enquanto lidava com o drama pessoal, fazia o que mais amava: aprendia sobre as flores e usava o conhecimento para ajudar as pessoas. Achei o livro bom, tem umas partes bem poucas, massantes porém bem escrito. Para quem o lê de mente aberta, o livro passa uma mensagem especial. Espero que gostem como eu gostei!
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