A Dança do Viúvo

A Dança do Viúvo Rick Riordan




Resenhas - The Widower's Two-step


10 encontrados | exibindo 1 a 10


Luiza 12/06/2020

Bom
Não consigo pensar em outra palavra pra descrever esse livro além de "bom". Não é uma grande história, com grandes personagens, muita profundidade, diálogos de arrepiar ou qualquer coisa do gênero. Ainda assim, é um livro divertido, do jeito que Rick Riordan consegue escrever: leitura fácil, tiradas de humor meio pastel, mistério bem desenvolvido, romance sem excessos e algumas cenas de ação. Eu gosto de livros "sem pretensão", principalmente depois de leituras pesadas, e esse livro entrega justamente isso - diversão sem pretensão.
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Roberto.Azem 15/05/2018

Muito Bom
Vou ser bem resumido. O Rick Riordan é um escritor surpreendente, famoso por criar o mundo de Percy Jackson e mesmo assim consegue escrever um livro adulto, de mistério e no mundo real. Tres Navarre é um personagem cativante e mesmo que faça algumas decisões que não concorda e de pensar as vezes com a cabeça de baixo, é alguém que eu quero ler mais sobre. Infelizmente não terei oportunidade de ler em português mais por não ter tradução dos outros e nem aparenta ter planos para isso, devido a baixa popularidade dos livros aqui no Brasil. Mas por sorte consigo os livros em inglês. Mal posso esperar para voltar ao Texas e a vida de Navarre.
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Ana Paula 24/07/2017

Riordan para adultos
Quando eu vi na livraria o livro Tequila Vermelha, do autor Rick Riordan (leia-se Percy Jackson) eu fiquei muito animada em saber que ele também escrevia histórias para adultos.
Agora chegou a vez de ler o segundo volume da série Tres Navarre, A Dança do Viúvo!
A narrativa de Riordan continua uma delícia, bem humorada e com uma boa dose de sarcasmo. Adoro! Mas confesso que eu meio que matei a leitura desse livro, pois a fiz muito fragmentada, não engatei a leitura de uma vez e isso prejudicou meu envolvimento com a história.

Essa nova aventura de Tres conta o misterioso desaparecimento de uma fita demo de uma promessa do country americano, Miranda Daniel. Tres está prestes a conseguir sua licença de detetive particular, mas uma série de assassinatos que envolvem essa história prejudicam seus planos e ele chega a pensar em largar tudo e seguir carreira acadêmica!

Mas seu envolvimento com a cantora Miranda e outros personagens desse universo da música country o fazem insistir na história, mesmo contrariando os conselhos para deixar tudo isso pra lá.

A história tem muito personagens, sempre bem desenvolvidos como é uma característica de Riordan, mas para quem leu no ritmo que eu li, fica um pouco confuso lembrar quem é quem. Deveria ter me dedicado mais a esse livro, pois a história é boa e seu desfecho, mais ainda.

Fica a dica da série Tres Navarre para quem quer conhecer um Rick Riordan diferente.



site: www.estantedaana.com.br
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KK 24/08/2016

Tres Navarre em sua essência
Já conhecia bem Rick Riordan pelas coleções de Percy Jackson. Até o dia que uma amiga me emprestou "Tequila Vermelha" e conheci o detetive Tres Navarre.

Para mim, a leitura de mais esse livro de Riordan mostra a marca registrada do autor: uma personagem e uma narração irônicas, que mesclam humor, ação e mistério.

Com certeza o estilo do autor não é o que nos deparamos em geral em um livro policial. E é exatente isso que torna a leitura leve e envolvente.
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AndyinhA 01/09/2014

Trecho de resenha do blog MON PETIT POISON

Mas enquanto o anterior me fez ler as páginas correndo, aqui, me deixou bem desanimada, foi cansativo, um tanto chato e às vezes bem irritante. Não sei se foi o caso em questão (apesar de ser uma série, cada livro narra um caso do personagem em desvendar algo, então não precisa ler na ordem) que foi bem chato e demorou para as coisas acontecerem ou nesse livro o autor tenha errado a mão, mas foram muitos fatores para quase ter desistido de ‘A Dança do Viúvo’.

Tres é um personagem engraçado, meio louco e na maioria das vezes tem alguns problemas, isso sempre garante o lado cômico do livro, afinal temos um leve suspense, mas aqui, ele estava chato e sem brilho, repetitivo em suas ações e bem previsível, até seus affairs foram sem graça, não me passou nenhuma emoção.

Já os outros personagens, pareciam pequenos borrões, chatos, querendo manter um segredo bem pequeno, mas transformando aquilo em algo grande, aí quando você descobre, meio que se ilude, achando que era muito mais do que está sendo dito. Na verdade, nenhum deles teve brilho para segurar a história, já que o personagem principal não se saiu tão bem assim.

Para saber mais, acesse:

site: http://www.monpetitpoison.com/2014/08/poison-books-danca-do-viuvo-rick-riordan.html
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C. Aguiar @coelhoobrancoo 18/08/2014

Eu confesso que quando tive vontade de ler esse livro eu nem havia lido a sinopse direito (isso tudo pelo fato de ser escrito pelo Riordan) e apesar de ser o tipo de história que eu não me interesso muito eu até que gostei da leitura!
Esse é o segundo volume então tratei logo de adquirir o primeiro, mas como demorou para chegar entrei logo na leitura desse livro (apesar da história começar arrastando-se um pouco) sem conhecer os personagens, sendo assim tinha tudo para dar "errado", mas não deu.
O livro começa um pouco confuso e apesar disso a leitura flui bem (só que acabou se tornando um pouco cansativa no decorrer visto que as descrições do autor nesse livro são um pouco chatas).
Nessa história conhecemos Tres, um homem que sabe muito bem o que quer e como se defender nos momentos difíceis, e para a minha surpresa é um livro policial (não é meu gênero preferido).
Nosso personagem em questão é alguém que quer se tornar um detetive com licença para atuar nesse ramo e que apesar de dar uma de babá para a sua chefe de vez em quando gosta muito do trabalho que faz (e pelo visto sempre se "envolve" com os alvos que está investigando ou protegendo).
Não me entendam mal, ele não tem um relacionamento amoroso com as pessoas, ele simplesmente leva tudo "para o pessoal" e acaba agindo por impulso em algumas vezes.
Tres é um personagem observador e astuto, engraçado e com certeza cativante em alguns aspectos. E nesse universo country em que está tentando solucionar o roubo de uma fita demo de uma cantora que pode se tornar muito famosa ele acaba caindo de corpo e alma nessa aventura.
Todos os personagens apresentados são trabalhados e detalhados de formas distintas e eu tenho certeza que gostaria de mais um pouco de diálogo nessa leitura.
No mais é um livro interessante e com uma diagramação legal, e não me recordo de ter achado qualquer erro na leitura desse livro.
Será que Tres Navarre conseguirá desvendar esse grande mistério?
Vale a pena lembrar que o final é completamente inusitado, por isso é bom prestar bastante atenção e ir juntando as peças.

site: http://www.seguindoocoelhobrancoo.com.br
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Nathy 13/08/2014

A Dança do Viúvo – Rick Riordan – #Resenha | O Blog da Mari
Finalmente consegui finalizar o segundo livro da série e não me decepcionou. Foi um pouco melhor que o primeiro livro, teve muito mais ação e o desenvolvimento foi mais rápido. Dos livros que já li desse autor essa virou a minha série favorita, talvez o fato de ter todos os elementos que gosto ajudou bastante. Ele conseguiu inovar e seguir o padrão do livro anterior, tendo um mistério em que Tres acaba envolvido, ao mesmo tempo em que inova com o rumo da história. Confesso que estava com um pouco de receio com esse livro porque tinha gostado tanto do primeiro e esse poderia não ser tão bom, ainda bem que me enganei.

A história tem uma passagem de tempo em relação ao primeiro livro e Tres continua tendo que lutar para conseguir arrumar um emprego fixo e colocar em dia suas contas. No momento está trabalhando na agência de detetives da Erainya para conseguir a sua licença como detetive. Durante uma vigília em um caso simples a pessoa que estava observando acaba sendo morta bem debaixo do seu nariz e não viu quem foi o responsável. Obviamente ele não poderia deixar a história de lado quando novas evidências vão aparecendo em sua frente, mesmo sendo ameaçado de todos os lados.

A narrativa continua sendo em primeira pessoa então o leitor somente fica sabendo aquilo que o Tres consegue conectar. Gosto quando tem a visão do outro e em livros de romance policiais prefiro quando está em terceira pessoa porque assim tem mais detalhes. A leitura continua fluindo muito bem, acredito que pelos capítulos serem pequenos ajude bastante. E apesar das cenas serem bem descritivas eu não achei que ficou cansativo, pelo contrário me fez sentir como se estivesse mesmo presente na cena.

'Um tremendo de um favor.'

O Tres continua sendo um ótimo detetive, mesmo não tendo a sua licença ainda. A forma como consegue juntar todas as peças e enfrentar de frente as pessoas eu gosto demais. Meu único problema com ele é que mistura negócios com prazer, simplesmente não pode ver uma mulher bonita. Isso me lembra de James Bond que acaba dormindo com várias mulheres mesmo elas o manipulando da forma que quiser. Gosto da sua forma que desafia todos e interage com os outros personagens, mas realmente acho que deve aprender a se controlar na frente delas.

Continue lendo a resenha no link abaixo:

site: http://www.oblogdamari.com/2014/07/a-danca-do-viuvo-rick-riordan-resenha.html
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CooltureNews 22/07/2014

CooltureNews
Este foi o primeiro livro do Riordan que eu li até o final, cheguei a ler boa parte de “Percy Jakson e o Ladrão de Raios”, mas não me cativou. Só que como este livro era policial, bem, deixei a birra com o autor de lado e mergulhei na leitura.

“A Dança do Viúvo” começa confuso, principalmente se ler a sinopse antes. Isso acontece porque a sinopse entregou fatos do enredo que são vistos bem depois no decorrer do livro. Mas, quando se percebe isso, a leitura começa a fluir rapidamente.

O ambiente da história é o que mais me encantou. O Texas descrito é o mesmo que povoa a nossa imaginação, com sua música country, o clima quente e a mistura de culturas. E a sensação que temos é de que realmente estamos lá, bem perto, vendo e sentindo tudo o que Tres Navarre também vê e sente.

Ele, por sua vez, é algo a parte. Tres Navarre consegue ser ao mesmo tempo um detetive desajeitado e um arguto observador. Ainda que ele pareça meio perdido em certos pontos, consegue desvelar os detalhes da trama de forma consciente. É inteligente, corajoso, um pouco desleixado, mas com um código de moral rígido, estando sempre a postos para cumprir com suas promessas e ajudar os amigos.

Junto com ele, temos personagens que não poderia ser outros além dos que Rick nos apresenta. Há uma mistura de jeitos, personalidades e de cultura tão pungentes que deixam uma impressão muito forte no leitor já na apresentação. São personagens que não revelam suas intenções logo de cara, e deixam a dúvida sobre suas verdadeiras intenções, dúvida essa que não desaparece até o final do livro.

Com isso a história também não passa despercebida. A trama já começa com um assassinato no estacionamento de uma universidade, e aos poucos, vão sendo acrescentadas conversas, suspeitos, pistas, crimes, e tantos detalhes que é preciso ir encaixando aqui e ali, como se fosse um quebra-cabeças. Então, quando tudo isso começa a fazer sentido, é que se vê a dimensão da trama criada.

Quando cheguei ao final, fiquei muito surpresa como Rick Riordan conseguiu unir tantas coisas diferentes em um enredo coerente e surpreendente. Da metade para o final, não conseguia largar o livro, pois na próxima página poderia estar a reposta de uma dúvida levantada na página anterior. A maneira que ele usou para explorar essa sensação foi investigar não somente os fatos, mas as pessoas e suas personalidades, ainda que isso seja percebido de maneira discreta pelo leitor.

Essa minha primeira experiência com um suspense escrito pelo autor foi ótima. Não o faz ficar em meu hall da fama dos thrillers, mas com certeza merece minhas indicações futuras. Ele consegue criar um clima envolvente, desenvolver um mistério e dar a eles muitos detalhes importantes, mas mesmo no final, deixou algumas questões sem resposta, o que me deixou um tanto frustrada.

Mas este livro é altamente recomendável, por tudo o que escrevi aí em cima. Se você procura um livro que te prende do começo ao final, com um mistério atrás do outro, personagens interessantes e com direito a um grande “OHHHH” no final, “A Dança do Viúvo” deve ser a sua escolha!

site: www.coolturenews.com.br
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Carolina DC 14/07/2014

"A dança do viúvo" traz de volta ao leitor o sarcástico Tres Navarre em mais uma história repleta de reviravoltas.
A nova história se passa dois anos depois dele voltar para San Antonio e no momento ele está tentando tirar sua licença para detetive particular. Trabalhando com Erainya, a dona da Agência de detetives, Navarre está tentando descobrir quem roubou a fita demo de uma possível estrela em ascensão, a cantora country Miranda Daniels.
Sua principal suspeita é Julie Kearns, uma integrante da atual banda. O problema é que Julie é assassinada enquanto Tres a vigia, em plena luz do dia e diante de inúmeras testemunhas que não viram absolutamente nada...
Como uma boa história de conspiração, desde o início do livro temos vários possíveis suspeitos para o crime: Milo Chavez e Les Saint-Pierre, dois agentes de talentos que estão negociando o contrato de Miranda contra Tilden Sheckly, ou simplesmente Sheck, o dono do cabaré Indian Paintbrush, que tem fama de explorar os artistas e dormir com as cantoras.
Se ter tantos suspeitos não fosse o suficiente, o envolvimento de Sam Barrera, diretor regional da I Tech Segurança e Investigações e ex-agente do FBI, alguns russos estranhos e situações cada vez mais perigosas, adicionam ainda mais elementos que levantam dúvidas sobre o que está acontecendo.
A mocinha do livro é uma jovem de 25 anos que tem sua grande chance de ser famosa e conseguir um grande contrato. Miranda é uma personagem um pouco sem graça, com seu jeitinho apático e sem muita opinião própria, dando a impressão de que é movimentada como uma marionete por todos. A história de seu irmão Brent é mais interessante do que a sua.
Duas personagens femininas são destaques pela personalidade forte e marcante: Allison, a esposa de Les Saint-Pierre, uma mulher que é direta e não leva desaforo para casa e Kelly, estudante de direito e sobrinha de Ralph Arguello.
Para os leitores que estão sentindo saudades de alguns personagens do primeiro livro, como um certo gato charmoso, Garret, o irmão mais velho de Tres e Ralph Arguello, não se preocupem... eles estão de volta e ainda melhores do que no primeiro livro. E é claro que não poderia faltar Paspalho, um papagaio hilário e tremendamente direto para arrancar algumas risadas em meio a investigação.

"- Na última vez que saí com você, a gente acabou com uma conta de 300 dólares por quebrar a mobília do bar. Eles não vão me deixar entrar no Chili Parlor por dinheiro algum, tá bom?" (p. 111)

Da mesma forma que o primeiro livro, "A dança do viúvo" traz uma história intrigante que prende a atenção do leitor até a última página. Com um clima mais country, com direito a botas de caubói e jeans justinhos, os personagens retornam para arrasar.
O único problema que encontrei durante a leitura está relacionado à cronologia da história. Não sei se foi falta de atenção minha ou erro mesmo, mas tive a impressão que a mãe está mais nova nesse livro, já que na página 41 é comentado que ela tem "uns 55 anos" e no livro um, ela teria 56 (se a história do segundo livro ocorre dois anos após a do primeiro, ela deveria ter 58 rs).

"Então prepare-se meu bem, encare o ritmo com altivez,
Gire ao redor do berço até a alma começar a arder,
E na próxima música vamos ter a nossa vez
Porque a Dança do Viúvo é difícil de aprender". ("A Dança do Viúvo" - Brent & Miranda Daniels).


site: http://www.viajenaleitura.com.br/
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Eve Fowl 07/07/2014

Coolture News - A Dança do Viúvo
Este foi o primeiro livro do Riordan que eu li até o final, cheguei a ler boa parte de “Percy Jakson e o Ladrão de Raios”, mas não me cativou. Só que como este livro era policial, bem, deixei a birra com o autor de lado e mergulhei na leitura.

“A Dança do Viúvo” começa confuso, principalmente se ler a sinopse antes. Isso acontece porque a sinopse entregou fatos do enredo que são vistos bem depois no decorrer do livro. Mas, quando se percebe isso, a leitura começa a fluir rapidamente.

O ambiente da história é o que mais me encantou. O Texas descrito é o mesmo que povoa a nossa imaginação, com sua música country, o clima quente e a mistura de culturas. E a sensação que temos é de que realmente estamos lá, bem perto, vendo e sentindo tudo o que Tres Navarre também vê e sente.

Ele, por sua vez, é algo a parte. Tres Navarre consegue ser ao mesmo tempo um detetive desajeitado e um arguto observador. Ainda que ele pareça meio perdido em certos pontos, consegue desvelar os detalhes da trama de forma consciente. É inteligente, corajoso, um pouco desleixado, mas com um código de moral rígido, estando sempre a postos para cumprir com suas promessas e ajudar os amigos.

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