The Immortal Rules

The Immortal Rules Julie Kagawa
Julie Kagawa




Resenhas - The Immortal Rules


6 encontrados | exibindo 1 a 6


JBartholomei 09/03/2013

Mentecaptos Por Livros | mentecaptosporlivros.blogspot.com
Faz alguns meses que eu li The Iron King, o primeiro livro da tão famosa série sobre 'fadas' de Julie Kagawa, e, honestamente, não fiquei nem um pouco impressionada. Mas eu gostei de como a sinopse de The Immortal Rules soou, então decidi dar uma chance ao mundo pós apocalíptico de Kagawa.

Allison Sekemoto é uma cidadã não registrada. Isso significa que ela não tem uma marca que a denomina propriedade do príncipe vampiro de sua cidade, ou que todo mês os 'bichinhos de estimação'(pets) dos vampiros vem atrás dela para a doação de sangue obrigatória. E isso também quer dizer que ela é uma moradora de rua; vive com um bando de outros garotos não registrados, sobrevivendo de restos e dos ratos ocasionais. Ela odeia os vampiros. Odeia como eles reduziram a humanidade à animais de matadouro e destruíram tudo ao redor: escolas, livros, museus e etc. E ela os odeiam por terem matado a sua mãe. Mas a única coisa que Allie odeia mais que os vampiros, é a ideia de morrer. Quando em uma noite tudo dá errado e Allison é atacada pelos Rabids -criaturas sem consciência que caçam até mesmo os vampiros- ela é confrontada com uma escolha: fechar os olhos e esperar a morte ou ser transformada em uma vampira. Então, ela escolhe se tornar "um deles" em prol de continuar vivendo.

Julie Kagawa salienta alguns pontos interessantes nesse livro, como por exemplo a facilidade que a humanidade tem em ser reduzida a um estado animalesco. No livro, as pessoas passam fome e vivem em constante medo. De repente, matar por comida não é mais errado; é puro instinto de sobrevivência tomando controle. Os mais fortes sobrevivem, os fracos ficam para trás. Em The Immortal Rules, o mundo é infestado com gangues canibais e pessoas se esfaqueando pelas costas por um pedaço de pão. Mas o que eu apreciei no livro, infelizmente, se resume à isso. Até onde distopias vão, The Immortal Rules não é um grande achado.

Por mais que eu tente, não consigo engolir a Allison. A garota me fez revirar os olhos uma dúzia de vezes durante a narrativa, e eu não consegui simpatizar com a situação dela por um minuto. Tudo o que eu conseguia pensar era: sua idiota, você é um vampiro. Ok, agora você tem uma urgência louca de matar pessoas. Deve ser uma droga, mas poder se defender daqueles malucos canibais que antes significavam morte certa para você não é o que eu chamo de maldição, caramba.
E teve essa parte na história, que não é realmente um spoiler mas desculpa aí se você quiser me xingar depois, mas lá estava Allie andando a noite quando dois caras param ela no meio de uma estrada deserta, circundada por mata fechada, e apontam uma arma na cabeça dela e se movem para estuprá-la. O que os desavisados não sabiam, é que Allison era uma vampira recém-feita e com pouco controle nos seus instintos sanguinários e não uma garotinha humana indefesa. Então ela faz o óbvio: ela mata os desgraçados. E aí ela fez algo que me deixou fula da vida com ela pelo resto do livro: ela começa a chorar e pede desculpas aos caras. Oi? Como assim? Eu posso respeitar uma vítima que agiu em auto-defesa e se sentiu chocada pela própria violência depois, mas eu não posso respeitar uma personagem que cresceu vivendo pelas regras das ruas, passou fome e frio pela maior parte da vida, sobreviveu a um ataque de Rabids que a deixou destroçada e que pede desculpas aos dois estranhos que estavam prestes a violentar ela no meio do nada e muito provavelmente matá-la depois. Ugh. A feminista em mim ficou horrorizada. Ali está, uma mulher com os meios e as armas de se defender de um pesadelo desses e ao invés de agradecer por ter se safado dessa escolhe se auto denominar monstro por que, yeah, ela abriu a garganta dos caras. Supera garota.

O final foi.... bobo? Achei desnecessário e fiquei com o sentimento de que a autora passou o livro inteiro me enrolando para só depois, no final, dar a dica de que o drama vai começar de verdade só no segundo livro.
Então, no geral, The Immortal Rules para mim foi uma mistura de partes boas e partes ruins. O problema é que eu realmente não estou dando a mínima para a sequência.
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Murphy'sLibrary 05/08/2012

Allison Sekemoto odeia Vampiros, as criaturas sórdidas que comandam o mundo e vêem os humanos apenas como fonte de alimentação, registrando e os mantendo saudáveis apenas pelo seu sangue. Ela não consegue suportar a ideia de ser tornar um fantoche para a sobrevivência dos vampiros, e é por isso que vive como uma Não-registrada nos subúrbios—o tipo de humano que não tem direito a comer ou viver. Ela precisa se virar, e é isso que ela sabe (ou tenta) fazer. Mas tudo muda quando ela é atacada pelos Raivosos, um tipo de criatura com muita força e loucura, cuja criação disseminou o mundo, e acaba sendo resgatada pelo herói menos provável: um Vampiro.

É quando Allie é força a escolher o que deseja do futuro: estar morta, ser uma Raivosa ou uma Vampira. Não é uma escolha fácil, e é muito duro para Allie ser, de certa forma, forçada a ser tornar o que mais odeia. Como uma Vampira, ela precisa se ajustar a sua necessidade de alimentação, sua nova vida e sua esperança de que exista uma cura. Ela acaba, sem querer, se infiltrando em um grupo de pessoas que está atrás da cura tanto para raiva como para vampirismo. E é nesse momento que Allison luta para encontrar o balanço entre seu faz-de-conta como humana e a fome que cresce a cada dia: ela precisa de sangue, e tem muito sangue como companhia.

The Immortal Rules foi um livro lento até um certo ponto, a partir do qual ficou impossível largá-lo. Parece que a autora levou muito tempo para finalmente chegar ao momento certo do livro, mas quando finalmente conseguiu, o livro ficou maravilhoso. Julie Kagawa uniu um mundo distópico com vampiros de uma maneira que nos deixou orgulhosas, e sua narrativa foi fascinante. Este livro poderia acabar sendo uma porcaria, com dois gêneros tão fortes explorados ao mesmo tempo, mas foi no ponto! Nós vemos Allie passando trabalho com sua nova realidade, percebemos quão difícil é para ela deixar o passado para trás, e como a humanidade tenta sobreviver, tudo de maneira precisa. Mesmo morte, ela continua sentindo e duvidando, e tem instintos que aparecem de forma latente em muitos pontos.

Se você está cansado de vampiros bonzinhos, se você não aguenta mais a mesma história sobre eles, vá comprar The Immortal Rules agora. Mas, atenção, esse é só o começo da história, então se você não aguenta mais séries ou trilogias, talvez não vá gostar muito do final deste livro.
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gabi 06/05/2012

http://livrosecitacoes.com
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Depois de toda essa modinha de Vampiros, você acha que nenhuma história pode te surpreender mais, certo? Eu também pensava assim até ler The Immortal Rules. Asseguro a vocês que essa história é surpreendente, além de inovadora.

The Immortal Rules se passa sessenta anos depois que um vírus matou a maior parte da humanidade. Em uma tentativa de se achar a cura para isso, cientistas descobriram que a o sangue dos vampiros era a chave para tudo. Porém, quando eles estavam testando o mesmo, acabaram criando os rabids. Animais que não pensam, apenas agem e matam.

Allison Sekemoto, a personagem principal do livro, mora em uma cidade governada pelos vampiros. Onde existem os humanos registrados e os humanos não-registrados. Os humanos registrados são obrigados a doar, duas vezes por mês, seu sangue para os vampiros. Já os humanos não-registrados, não têm obrigação nenhuma. Não são registrados, logo não existem para o sistema. Allie faz parte dos humanos não-registrados. Ela é obrigada a viver em um lugar onde tem que roubar para comer, correndo o risco de ser pega e morta logo após. Na metade do livro, o ele perde um pouco do ritmo que havia no começo. Mas aí surge o romance e da uma levantada ao mesmo.

Essa obra tem o dom de mexer com você e seus sentimentos. É incrível como a autora consegue te prender a história, te deixar contente, triste e com raiva ao mesmo tempo. Sendo marcado por muitas tragédias, se prepare para não se prender a nenhum personagem, pois, você não sabe quem será o próximo a deixar a história.

Gostaria de falar mais sobre The Immortal Rules, no entanto, é impossível dizer mais alguma coisa sem contar spoiler. Já que esse é aquele tipo de livro, no qual a cada página você tem uma surpresa. Indico para qualquer um que deseje ler uma obra que supera as expectativas e que mesmo após você o ter terminado, ele não sai de sua cabeça.

http://livrosecitacoes.com/?p=102906
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Isa 08/01/2016

Eu já estava de saco cheio de livros de vampiros, então eu não estava esperando nada muito interessante ou original com esse livro, mas AH como eu estava errada!

O início do livro me deixou com medo que ele ia ser tão chato como eu estava esperando, mas então algo aconteceu e a história mudou de direção completamente - tornou-se mais focado no mundo e na Alli aprendendo a ser um vampiro em vez de focar no romance, o que foi muito interessante e me deixou muito feliz. :D

Eu já li alguns livros de vampiros, mas o mundo deste livro foi bastante original. Ler sobre os seres humanos registados/não registados e também os outros tipos de vampiro, os Rabids, foi divertido e eu também gostei MUITO que foi explicado como as coisas começaram e de onde as criaturas vieram.

Estou animada para começar o próximo livro da série e ver o que acontece. :)

site: https://www.goodreads.com/review/show/873883374
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Kah 19/04/2012

read complete review here: http://notjustnonsense.blogspot.com.br/2012/04/early-review-immortal-rules-by-julie.html

Allison Sekemoto is a nonregistered human. That is, in her Vampire ruled world, she technically doesn't exist. And, as a nonexistent citizen, she has no right to food or shelter, which means she has to find other -illegal- ways to get what she needs to survive. That, or get registered and receive a supply of food tickets and protection. But registration means obligatory blood donations, and a physical mark of a Master. To Allie, registration means being marked as cattle, as a slave.



Allie doesn't own much in her life, but what she does, she treasures. Like the book her mother used to read for her, when she was still alive. A book that is now considered illegal, along any other publication, because humans should be mindless, passive, stupid creatures, needing only a good Master to take care of them.



When finding foods start to get even harder than usual, Allie decides to venture outside the walls of the city, in rabid territory. She manages to scavenge a great treasure of food and water, so she brings back her 'gang friends' to help carry it all to their hiding place. But, unfortunately, they are all attacked by rabids. Crazy, bloodthirsty animals that can kill in mere seconds. Allie is about to die when a dark-eyed stranger appears and offers her a choice. A choice between dying forever and being forever dead.



Now Allie is one of the monsters she has abhorred her whole life. And she needs to learn how to control her thirst and not lose her remaining humanity.



I have to admit that I didn't really love Julie Kagawa's other books so much, they being about faeries and all that (not my favorite subject), but I did read them and enjoyed the writing very much. Ash is a total hottie. LOL. The thing is, I just wanted to see what she could do with other subjects, especially the dystopian genre. Well... let's just say I expected more of Immortal Rules. More than was delivered.



I've been reading tons of dystopians, so, in my opinion, this one didn't manage to be a very good dystopian book. But it sure made a nice enough vampire one.



To me, the book dragged quite a bit. The fighting scenes were nice and intense and I liked that the heroine was a strong one, that she didn't just whine and kept getting in the way all the time, but took care of herself and fought back when needed. Most importantly, I loved that she didn't automatically just become a super vampire, that she had to learn many things first and struggle with the training. Oh, and that she was asian. I'm so tired of perfectly blond and blue-eyed Mary Sues! O.o



But, still... the story was getting kind of boring to me. After the first 40% of it, I was just about to give it up, when, finally, something caught my attention. A possible love interest appeared. And a promise of heartbreak and suffering, too. LOL. That spiced things up to me. But not much. I kept expecting Kanin to come after her... or for other vampires to meet her. (Maybe in the next books?)



The Red Lung virus thing is still not very clear, which bothers me a lot. Why do authors even try to explain things if they don't really want to make things clear? (Maybe in the next books? 2). Anyway, the whole thing was just very 'bleh' to me. The kind of book that you forget everything about as soon as you end it.



The thing is, a lot of people loved it, so there must be something wrong with me. LOL. Maybe I'm just not Kagawa fan material. :P



If you enjoyed Kagawa's other books and you like your vampires, katanas and survival situations, then you'll probably love The Immortal Rules.



* I received an eARC from Netgalley in exchange for an honest review.*
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Psychobooks 24/04/2012

Resenha Dupla
(Alba)Allie Sekemoto é nossa personagem principal. É através de seus olhos que conhecemos um mundo onde a raça humana está subjugada pelos vampiros. Uma praga se alastrou pelo mundo, além dos vampiros, há também seres tomados pela raiva. Allie vive com seus amigos na cidade de New Corvington. Os vampiros são os mestres do lugar e os humanos são divididos entre Registrados (doam sangue para alimentar seus mestres), Pets (obedecem a ordem dos vampiros, como capatazes) e os Não registrados, que vivem à margem da sociedade e têm que roubar, caçar… enfim, se virar pra sobreviver.

(Mari)Todos os registrados devem doar uma certa quota de sangue mensalmente, quando eles não comparecem por qualquer motivo, os Pets vão atrás dessas pessoas e retiram seu sangue mesmo que ela esteja doente ou incapacitada. A cidade dos vampiros é protegida por muros, onde os humanos não podem entrar, algumas vezes, os vampiros levam algum humano(a) para dentro da cidade e essa pessoa nunca mais é vista.

(Alba)Nunca tinha lido nada escrito pela Julie Kagawa. Sua narrativa me conquistou logo nas primeiras páginas. Vou tentar desmembrar o livro: em uma distopia é necessário que, além da apresentação dos personagens (comum em todos os livros) se faça também a apresentação do novo mundo; as comparações com o modo que era antes e como as coisas estão, são importantes para o desenrolar da trama e o pleno entendimento do universo pelo leitor. Pois bem, essa parte é muito perigosa: como conquistar o leitor em meio a tantas apresentações e descrições? É complicado, e se o autor não souber desenvolver bem, o livro fica monótono. Julie consegue misturar ação à apresentação. A dinâmica é tão boa que quando percebemos, estamos inseridos completamente no cenário e vendo esse novo mundo através dos olhos da protagonista.

(Mari)Eu já sou fã de carteirinha da Julie, desde The Iron King (que eu não me canso de recomendar). Assim como a Alba explicou aí em cima, não é fácil para um autor fazer apresentação de um novo mundo para os leitores sem os deixar confusos, mas a Julie é mestre nessa arte. O leitor aprende as novas regras da sociedade sem ao menos perceber que elas foram ditas, tudo vem naturalmente com os acontecimentos.

Leia mais: http://www.psychobooks.com.br/2012/04/resenha-dupla-the-immortal-rules.html
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