Princesa de Gelo

Princesa de Gelo Thayane Gaspar Jorge




Resenhas - Princesa de Gelo


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Lisse 08/10/2012

Ocupando espaços...
Alessa possui muitos órgãos dentro de si que ajudam-na a manter seu corpo vivo, porém, o coração não é um deles. Assentimental. Gélida. Turva. Faz um tempo que seu coração não bate, nem nos momentos em que a adrenalina deveria prevalecer, ou quando seu sangue corre nas veias, ela não se dá por vencida: sempre o nega.

Acontecimentos passados transformaram seu lindo coração em um objeto frígido com uma alma mórbida. Mas era necessário, precisava negar, para a sua própria sobrevivência. A fachada era seu mecanismo de defesa contra esse parasita que a debilitava: o amor.

Já no primeiro capítulo, acompanhamos Alessa na ação decisiva de arrancar a sensação de estar morta em vida - e isso é aterrorizante pra ela - , e com uma lâmina assistir o desfalecimento de seu corpo. Mas de fato, não contava com a intromissão de Eric Lacrov nos seus 'não planos para o futuro'.

Quote: "Quanto tempo é necessário para mudar o mundo? Também não tenho ideia, mas posso lhe dar uma noção de quanto tempo se leva para mudar um destino e duas vidas."

Meu psiquiatra favorito, Augusto Cury, diz o seguinte: "Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida".
E isso se dá nesse caso, e é tão triste ver como alguns motivos nos levam a não ver uma saída. Precisou Eric salvar-lhe a vida para conseguir ver muitos outros motivos para viver. E ele é tão fofo, encantador e interessado no mundo de Alessa, que a tira do chão, tornando-a mais vulnerável, muito mais complicada e descomplicada do que antes; no entanto, fazendo com que enfrente seus temores.

Foram muitas emoções: me irritei com Alessa muitas das vezes por causa de seu cinismo, da sua morbidez, até nos tratos com Eric que sempre era um fofo, tímido e super simpático. Porém, ver que a cada diálogo, ele superava a barreira que ela impunha, desbravando as pontes que ela construia em volta de si, e tornava tudo diferente no meu ponto de vista.

Quote: "Quis gritar, mas eu já estava sem voz de tanto que eu gritava por dentro todos os dias".

Esse livro me fez perceber mais uma vez, que duas pessoas podem ter um enlace perfeito, mesmo sem intensas expressões de afeto; mostrando assim que o que a pessoa é no coração é muito mais importante e apaixonante.

Poucos livros são capazes de absorver cada espaço dentro da minha cabeça, ou fazer com que fique (quatro) horas virando compulsivamente as páginas. "Princesa de Gelo" teve esse poder sobre mim, e foi uma grata surpresa marcá-lo como favorito, e poder recorrer a sua viciante leitura sempre que quiser. 147 páginas de puro vício, envolvendo suicídio e auto-punição descrito de forma lírica.
Bárbara 24/10/2012minha estante
Uau!!!
Amei sua resenha Lisse!

Me deu muita vontade de Lêr o livro. *-*
Parabéns para a escritora, resenha nota 10000000000000000000000000000...


Lisse 03/11/2012minha estante
Oie Bárbara, muito obrigada!
O livro é ótimo, leia sim.

Alessa é muito boa apesar de suas contradições - quem não tem né? - e o Eric é apaixonante. #muitoamor


Silvia 06/02/2013minha estante
Se eu ver este livro em uma livraria, vou comprá-lo, e se estiver disponível no skoob, vou solicitá-lo: suicídio e alto-mutilação são assuntos que me interessam, afinal é o que mais vêmos hoje em dia. Ótima resenha :)




Letícia 31/12/2014

Não congele no caminho...
Olá pessoal, depois de terminar o livro há um século, aqui estou eu para postar a esperada resenha! É que não deu para vir antes, como sabem, estava na maior correria! E ainda estou! Mas vamos ao que importa, afinal... Nós podemos nos "congelar" no caminho!

O livro da vez hoje é o nacional Princesa de Gelo da jovem escritora Thayane Gaspar Jorge e quando digo jovem, é porque é jovem mesmo! Thayane nasceu em 22 de Outubro de 1992 e sua relação com a escrita começou logo cedo, quando estava rompendo sua relação com os brinquedos. Tinha o sonho de ser compositora, mas para a nossa alegria, ela decidiu que gostava de ser lida e não ouvida! Seu romance, Princesa de Gelo, é uma história bastante intrigante e que nos deixa curiosos para saber o que está acontecendo.
Somos tragados para o mundo de Alessa, uma garota cujo coração é de gelo! Sim, ela julga não ter um coração e não apresenta nem um tipo de emoção diante das situações mais banais da vida como conhecer um garoto, ou mesmo se aproximar da família. Ela não sente nada. Tanto que Alessa decide que quer morrer. Ela tenta se matar no banheiro da escola, mas para a sua surpresa, acorda dias depois no hospital perfeitamente bem e com ataduras nos pulsos.
Alessa preferia mil vezes ter morrido a encarar os olhos pesados das pessoas sobre ela que sempre indagavam: por que? Por quê?Uma menina jovem como ela não tinha motivos para desejar pôr fim na própria vida. Engano deles!
Alessa sentia-se pesada e precisava de alívio, mas descobre que Eric Lacrov a encontrou no banheiro feminino com apenas alguns resquícios de vida e com muito esforço, salvou-a. Ela não consegue agradecê-lo, pois não tem motivos para tal, afinal ela não queria ser salva, mas Eric acaba se mostrando muito interessado em seus motivos para tentar se matar e eles começam a passar algum tempo juntos. Mesmo contra a vontade de Alessa. Segundo Eric, ela lhe devia uma e ele gostaria que ela o ajudasse em redação, matéria a qual Alessa era excepcional. Então, de má vontade, a garota começa a ensiná-lo depois da aula e Eric parece realmente interessado em aprender, mas Alessa se irrita com o fato de ele "um deus" não conseguir ser bom em algo que julga simples. Aos poucos, eles vão se envolvendo e Alessa começa a sentir que seu mundo está descongelando pouco a pouco por conta daquele contato tão direto. Ela não quer descongelar e fará de tudo para se afastar, fará de tudo para voltar a congelar tudo ao seu redor, mas, será que ela vai conseguir?
Um livro como este merece ser lido por vários motivos, primeiramente, gostaria de destacar que adorei o monólogo interior com que a obra se apresenta. Não é nada convencional e ás vezes nos desafia a ter a total compreensão.do que realmente está acontecendo, pois estamos vendo tudo pelos olhos de alguém que não tem sentimentos e muitos detalhes escapam aos olhos de alguém assim. Também é interessante todas as reflexões que Alessa tece a respeito do seu mundo de gelo que começa a descongelar. Os detalhes chegam a ser sórdidos, mas completamente instigantes. Gostei muito da construção das personagens, do psicológico deles, do físico, ficou tudo muito claro e facilitou na hora de ser tragada pela história. Eu me senti a Alessa naquele banheiro e nem tenho como descrever a afinidade que criei com esta personagem por já ter passado por uma situação parecida.
Outro fator interessante é o romance que não fica em hora alguma explícito, o que foge um pouco do clichê onde o casal apaixonado luta para poder ficar junto. Não! Aqui tudo muda, talvez este casal esteja encontrando um no outro aquilo que está faltando, aquilo que está quebrado para quem sabe poderem se concertar e isso é realmente muito bonito. Eu gostei.
O espaço é mais interior, casado com o psicológico da personagem que está ligada ao tempo psicológico. O cronológico fica subentendido. Uma construção assim pode ser fatal, mas Thayane soube tecê-la com desenvoltura e eu aprovo-a em todos os sentidos! Apenas destaco que há muitos erros de diagramação no livro e também de formatação do texto em si, alguns deslizes de ortografia e tudo mais, mas nada que prejudique a leitura, porém, é importante ressaltá-los para que o leitor, caso se interesse pela obra, não se sinta traído.
Eu, particularmente, aprovei este livro. Não é uma história convencional e por isso nos surpreende do começo ao fim. Recomendo-o para quem quer uma leitura rápida, mas com bastante reflexão, pois este não é um livro "raso", muito pelo contrário, você pode simplesmente se afogar nas geleiras descongeladas e gostar disso!
Por hoje é só meus caros amigos, até a próxima resenha!

site: http://eraumavezlivrosecia.blogspot.com.br/
Juliana (: 26/02/2015minha estante
Ótima resenha. (: Mas por que deu duas estrelas pro livro? Só falou bem...




Danielle 08/07/2013

Resenha - Princesa de gelo - Thayane Gaspar
Princesa de gelo, de Thayane Gaspar, é o romance de estréia da autora.
A protagonista da trama Alessa é encontrada por Eric no banheiro feminino da escola com os pulsos cortados e a leva para o hospital tentando salvar sua vida.
Alessa tentou suicídio por achar que seu coração era de gelo por não ter sentimentos, quando tentou suicídio na escola ela achou que estivesse sozinha, mas não contava que Eric ainda estava por lá e acabaria por salvá-la.
Alessa e Eric começam a ficar próximos, ela começa a ajudá-lo em redação e ele tenta quebrar o gelo de seu coração e a partir daí nascerá uma linda história de superação.
Eu amei a escrita da Thayane, ela conseguiu escrever poeticamente em cima de um tema sombrio.
Recomendo a todos que gostam de histórias de superação e que apreciam uma bela escrita.
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RLeitora 30/10/2012

Resenha RLeitora - Princesa de Gelo
Trata-se de uma obra curta: apenas 146 páginas de muito drama.
Mas o drama não se refere a uma história triste, mas à personagem principal. Calma, eu explico.

Alessa esperou todo o pessoal do colégio ir embora, foi para o banheiro e cortou os pulsos em uma tentativa de suicídio. Eric se atrasou na saída do treino de basket e conseguiu salvá-la, levando-a ao hospital. De família desestruturada, ninguém quis saber a razão de ela ter feito o ato – apenas a taxaram de louca.
Eric tentou ajudá-la a se restaurar após o que passou. Aos trancos e barrancos ele vai conseguindo. Inclusive ele dá um jeito para que ela o auxilie em aulas de redação, já que ele é péssimo nisso e ela ótima. E preciso salientar que as redações dele, descritas no texto, são emocionantes.

Vamos aos protagonistas:
Alessa é uma jovem de 18 anos, que não tem a atenção total dos pais, que são separados. Egoísta, impenetrável, autodestrutiva e quer que tudo gire em torno de si. Deixa claro que se odeia, mas a razão não fica clara (sim, exagerada).
Eric é um jovem de mesma idade, mas se mostra mais maduro e muito calmo. Por muitas vezes parece um cachorrinho atrás de Alessa – ela o maltrata e ele continua abanando o rabo (ok, desculpem a analogia). Às vezes ele se supera e se torna um gentleman, querido e fofo.

O título Princesa de Gelo faz referencia a protagonista Alessa que, por alguns inconvenientes da vida, pensa que é incapaz de amar, que está congelada.
Ao longo de toda a narrativa fiquei esperando o segredo de Alessa, o motivo que a levou a se “congelar”. Pois é, não apareceu nenhum convincente. O que apareceu foi: não deu certo com os ex-namorados, não quero mais viver, não sei amar, não sei ser amada. Sim, uma tempestade em um copo d’água. Na verdade o que eu achei fraco foram os argumentos que a protagonista usa para se manter neste casulo.
A narrativa é em primeira pessoa e é em um estilo bem informal, como se Alessa estivesse contando suas experiências para uma melhor amiga – que seria, no caso, a leitora/o leitor. Muito interessante.
Encontrei alguns erros ortográficos, além de algumas frases sem formatação no meio do texto. Foram poucos, então não me incomodou muito. No geral a diagramação foi ótima – manteve um ritmo desde a capa até o miolo, seguindo um padrão interessante e esteticamente lindo.

Pontos Negativos: A lenga-lenga da protagonista em dizer que era de gelo sem um motivo plausível. Não me convenceu.

Pontos Positivos: O estilo descontraído da narrativa foi bem bacana e diferenciado. Acredito que se as ideias forem mais bem organizadas, estruturando e justificando melhor o texto, possa ficar um livro bem bacana.

É um livro teen. Escrito de jovem para jovem. Não me convenceu, mas pode ser que convença você. Questão de leitura e opinião, não é?
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Elô 23/11/2012

Não consegui parar!
Confesso que quando tomei o livro em minhas mãos, cerca de 2 meses atrás, senti que a história seria boa. Hoje, logo após o meio dia, tateei minha prateleira em busca do livro que começaria a ler, e não hesitei em tomá-lo em mãos.
Me entreguei à narrativa da Princesa de Gelo sem pressa para terminar, e quando percebi, já havia passado da metade do livro e não conseguia parar de ler. Foi aí que decidi que o terminaria ainda hoje.
Nas primeiras páginas, somos apresentados à uma suicida, uma pessoa que tem um buraco onde deveria estar o coração –como ela mesma diz– e que se sente incapaz de continuar vivendo. Depois de enfiar a navalha nos pulsos e ver o sangue escorrendo pelo chão do banheiro sujo da escola, Alessa se despede da vida, e sente as mãos pesadas da morte carregando-a. Enganou-se em pensar que seria morte que a levava, pois era seu salvador.
Passado o susto, Eric – aquele que a salvou– começa a aproximar-se de Alessa, mesmo que ela deixasse explícito que não queria contato algum com ele, ou com qualquer pessoa na escola ou fora dela.
A partir daí, Eric se encarrega de ressuscitar o coração que estava morto dentro de Alessa –não, não era um buraco vazio, era só o local onde habitava um coração morto–, mesmo que isso signifique ter que doar um pouco de seu próprio.
A narrativa carregada de filosofias, e frases que te fazem suspirar, arrancou mais de um litro de lágrimas de meus olhos. As revelações deixavam um rastro de mistério, até que a próxima surgisse, dando um ritmo incansável à essa história de amor. Amor pela escrita, amor de verdade.
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Morenalilica 08/02/2013

Lindo e sensível, uma jóia rara da literatura nacional
A história escrita por Thayane Gaspar, nos faz entrar de cabeça num mundo de sentimentos (ou seria ausencia de sentimentos?) da jovem Alessa Deluise. Ela acreditava ser feita de puro gelo, teve anos para se convencer disso e assim criar uma camada de gelo espessa (quase) inatingível para si mesma.

Logo no início, somos apresentados à protagonista de uma maneira muito íntima: sua tentativa de suicídio, no chão frio do banheiro feminino da escola. Seu plano era perfeito: se cortar e morrer, presa dentro do banheiro, no término de mais uma aula. Mas Eric Lacrov, um jovem bonito e inatingível aos olhos de Alessa, frustra esse plano e é aí que começamos realmente a conhecer essa garota inteligente, que tenta se afastar de tudo e de todos, utilizando-se de todos os artifícios possíveis e impossíveis para se manter fria e distante.

Conforme a leitura avança, descobrimos que Alessa é filha de pais separados, não tem nenhum amigo e tem uma passado com namoros que terminaram por iniciativa própria. Apesar de todo esse contexto que parece negativo, ela é extremamente inteligente, consegue como poucos produzir textos fantasticos, o que aproxima-a de Eric Lacrov, que após salva-la, busca uma forma de entrar em sua vida e derreter todo aquele gelo.

O livro traz conceitos fortes. Trata principalmente do resgate da protagonista, de como ela pode conseguir se distanciar da ausencia de sentimentos, de como ela pode ao menos tentar conviver harmonicamente com seus iguais.

Thayane Gaspar conseguiu com maestria escrever essa história, que em alguns trechos, me lembrou de uma outra que li ano passado, “Garotas de Vidro“, da autora Laurie Halse Anderson, que trata de assuntos como bulimia, anorexia e suicídio. Talvez pelo assunto, ou pelo estilo literário, com o intuito principal de analisar os sentimentos da personagem central, eu tenha visto alguma semelhança entre as obras, fato que me fez gostar ainda mais de “Princesa de Gelo“, pois gosto muito desse tipo de análise íntima.

Se você está procurando um bom livro com reflexão sobre a vida e sobre os sentimentos que viver nos exige, recomendo que você se aventure pelas páginas de “Princesa de Gelo“. Um livro 100% nacional, escrito por uma jovem autora e que te prenderá da primeira à última página :)

Resenha originalmente postada em http://doceinsensatez.com/blog/resenha-princesa-de-gelo-de-thayane-gaspar-jorge/ - Proibida cópia total ou parcial.
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multiversonews 09/11/2016

Princesa de gelo
Alessa possui muitos órgãos dentro de si que ajudam-na a manter seu corpo vivo, porém, o coração não é um deles. Sem sentimentos. Gélida. Turva. Faz um tempo que seu coração não bate, nem nos momentos em que a adrenalina deveria prevalecer, ou quando seu sangue corre nas veias, ela não se dá por vencida: sempre o nega.



Acontecimentos passados transformaram seu lindo coração em um objeto frígido com uma alma mórbida. Mas era necessário, precisava negar, para a sua própria sobrevivência. A fachada era seu mecanismo de defesa contra esse parasita que a debilitava: o amor.









Já no primeiro capítulo, acompanhamos Alessa na ação decisiva de arrancar a sensação de estar morta em vida – e isso é aterrorizante pra ela – , e com uma lâmina assistir o desfalecimento de seu corpo. Mas de fato, não contava com a intromissão de Eric Lacrov nos seus ‘não planos para o futuro’.




“Quanto tempo é necessário para mudar o mundo? Também não tenho ideia, mas posso lhe dar uma noção de quanto tempo se leva para mudar um destino e duas vidas.”



Meu psiquiatra favorito, Augusto Cury, diz o seguinte: “Quando uma pessoa pensa em suicídio, ela quer matar a dor, mas nunca a vida”. E isso se dá nesse caso, e é tão triste ver como alguns motivos nos levam a não ver uma saída. Precisou Eric salvar-lhe a vida para conseguir ver muitos outros motivos para viver. E ele é tão fofo, encantador e interessado no mundo de Alessa, que a tira do chão, tornando-a mais vulnerável, muito mais complicada e descomplicada do que antes; no entanto, fazendo com que enfrente seus temores.









Foram muitas emoções: me irritei com Alessa muitas das vezes por causa de seu cinismo, da sua morbidez, até nos tratos com Eric que sempre era um fofo, tímido e super simpático. Porém, ver que a cada diálogo, ele superava a barreira que ela impunha, desbravando as pontes que ela construía em volta de si, e tornava tudo diferente no meu ponto de vista.

site: http://multiversonews.com/princesa-de-gelo-thayane-gaspar/
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Renegados 30/08/2013

ESTANTE RENEGADA | PRINCESA DE GELO
Primeiramente, recebemos o livro através do Book Tour, um belíssimo projeto realizado pela Tribo do livro.

Em Princesa de gelo, somos apresentados a Alessa Deluise, uma garota que acredita não ter coração e afirma não sentir nada.
Logo nas primeiras páginas, a personagem tenta o suicídio, na escola, durante um período em que acreditava que o ambiente estaria deserto. Não contava, porém, que seria salva por Eric Lacrov e assim a história se desenrola.

Com alguns acontecimentos passados (revelados pelo livro, não vou contar spoilers rs), o coração de Alessa acaba criando um escudo de gelo, protegendo-a desse sentimento que a machucava: amor.

É, primeiramente, um livro para ser sentido. Um romance que surge através do que poderia ser uma tragédia.
A maneira como foi escrito força o leitor a se envolver com os personagens. Você sente toda a dor, tristeza e confusão que a protagonista passa, fazendo com que a leitura seja agonizante e ao mesmo tempo te prende ao livro. É bem intenso.

Ao final do livro você senta e percebe como a luta para sair das “trevas” é dolorosa e, incrivelmente, como a autora consegue demonstrar este longo caminho em tão poucas páginas.
Vale a pena ser lido.

Sobre a autora:

Thayane Gaspar Jorge, 19 anos, nascida no Rio de Janeiro- RJ e estudante de jornalismo.
“Preciso escrever, não importa o quê ou para quem. Sou escritora há 19 anos – a minha vida inteira. Eu nasci assim e já amava as palavras antes de ser apresentada a elas! Sou carioca, e não combino com o clima do Rio. Sou amante do rock, mas casada somente com as letras. Sou uma rebelde contida; uma utopia real. Para me conhecer, esqueça todas essas definições se apenas uma estiver bem clara: eu nasci para escrever.”

MIHO

site: http://renegadoscast.com/e-princesa-de-gelo/
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Luana 15/02/2014

Resenha em breve
♪ Playlist ♪

Bring Me To Life - Evanescence
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Fala Urupês? 30/09/2013

Princesa de gelo - Thayane Gaspar
Alessa é uma suicida. Em uma noite após uma aula de física, no banheiro da escola, ela decide finalizar sua vida fria e sem sentido. É assim que a encontramos, uma menina perdida em seus pensamentos, aproveitando seus últimos minutos de vida enquanto ela se esvai por seus pulsos cortados... Porém, tanto ela quanto o leitor se assusta quando percebe que aquele azul escuro não pertence aos céus (se ele existe), mas apenas ao hospital para o qual ela foi levada por Eric Lacrov.

Perceber que o ponto de vista seria de Alessa me deixou muito interessada, afinal acredito que muitas vezes os suicidas se sentem não-compreendidos, então seria uma forma de entrar nesse mundo. Além disso, a temática é diferente e muito delicada, e logo no início é possível perceber que o narrador-personagem, do ponto de vista de Alessa, seria muito poético, tornando tudo muito mais sutil.

O livro aborda pensamentos as vezes divagantes de Alessa, o que as vezes é meio complicado mas também muito interessante! Ela é uma garota singular, com muita habilidade na escrita e uma forma interessante de ver o mundo, fazendo reflexões interessantes que eu acho muito válidas. Porém, como ela vê Eric, e como ela o descreve, me irritou algumas vezes... No decorrer da leitura, começamos a entender porque Alessa se define uma garota de gelo, e os motivos de ela ter tentando acabar com sua vida, tudo enquanto ela ajuda Eric, e ele a ajuda a enfrentar seus defeitos e medos. E foi nesse ponto que me decepcionei, os motivos de Alessa me pareceram muito... Vazios. E sua solução para aprender a viver, também!

Acredito que a temática complicada acabou não permitindo que a história fosse tão romanceada, porque no final pareceu somente uma crise adolescente acentuada por problemas na família, quando todos sabemos que algumas pessoas tem problemas muito mais sérios, e precisam de acompanhamento médico e medicamentos...

O livro é interessante, e as reflexões também. A leitura não é demorada, quando o leitor pega os trejeitos de Alessa. Mas sugiro que os motivos de Alessa não sejam considerados como os únicos em uma situação dessa!

site: http://www.falaurupes.com/2013/09/princesa-de-gelo-thayane-gaspar.html
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Lígia Colares 30/01/2017

Resenha de Princesa de gelo
Alessa é uma suicida. Em uma noite após uma aula de física, no banheiro da escola, ela decide finalizar sua vida fria e sem sentido. É assim que a encontramos, uma menina perdida em seus pensamentos, aproveitando seus últimos minutos de vida enquanto ela se esvai por seus pulsos cortados… Porém, tanto ela quanto o leitor se assusta quando percebe que aquele azul escuro não pertence aos céus (se ele existe), mas apenas ao hospital para o qual ela foi levada por Eric Lacrov.

Perceber que o ponto de vista seria de Alessa me deixou muito interessada, afinal acredito que muitas vezes os suicidas se sentem não-compreendidos, então seria uma forma de entrar nesse mundo. Além disso, a temática é diferente e muito delicada, e logo no início é possível perceber que o narrador-personagem, do ponto de vista de Alessa, seria muito poético, tornando tudo muito mais sutil.

O livro aborda pensamentos as vezes divagantes de Alessa, o que as vezes é meio complicado mas também muito interessante! Ela é uma garota singular, com muita habilidade na escrita e uma forma interessante de ver o mundo, fazendo reflexões interessantes que eu acho muito válidas. Porém, como ela vê Eric, e como ela o descreve, me irritou algumas vezes…

No decorrer da leitura, começamos a entender porque Alessa se define uma garota de gelo, e os motivos de ela ter tentando acabar com sua vida, tudo enquanto ela ajuda Eric, e ele a ajuda a enfrentar seus defeitos e medos. E foi nesse ponto que me decepcionei, os motivos de Alessa me pareceram muito… Vazios. E sua solução para aprender a viver, também!

Acredito que a temática complicada acabou não permitindo que a história fosse tão romanceada, porque no final pareceu somente uma crise adolescente acentuada por problemas na família, quando todos sabemos que algumas pessoas tem problemas muito mais sérios, e precisam de acompanhamento médico e medicamentos…

O livro é interessante, e as reflexões também. A leitura não é demorada, quando o leitor pega os trejeitos de Alessa. Mas sugiro que os motivos de Alessa não sejam considerados como os únicos em uma situação dessa!
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Arca Literária 14/08/2014

Por Danielle Peçanha

Princesa de gelo, de Thayane Gaspar, é o romance de estréia da autora.

A protagonista da trama Alessa é encontrada por Eric no banheiro feminino da escola com os pulsos cortados e a leva para o hospital tentando salvar sua vida.

Alessa tentou suicídio por achar que seu coração era de gelo por não ter sentimentos, quando tentou suicídio na escola ela achou que estivesse sozinha, mas não contava que Eric ainda estava por lá e acabaria por salvá-la.

Alessa e Eric começam a ficar próximos, ela começa a ajudá-lo em redação e ele tenta quebrar o gelo de seu coração e a partir daí nascerá uma linda história de superação.

Eu amei a escrita da Thayane, ela conseguiu escrever poeticamente em cima de um tema sombrio.

Recomendo a todos que gostam de histórias de superação e que apreciam uma bela escrita.



site: www.facebook.com/minhasresenhasdp
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ELAINE 21/03/2013

Um livro para ser lido com o coração
Conheci a Thayane no Bate-papo de Literatura Nacional em São Paulo, apenas de vista, mas não tivemos a oportunidade de conversar. Algumas semanas depois, ela entrou em contato comigo porque uma blogueira amiga dela havia comprado e lido Limiar e tinha elogiado demais o meu livro. Fiquei super boba com a declaração e então propus que trocássemos livros, para que eu pudesse conhecer o trabalho dela e ela o meu.
Estou abarrotada de livros na fila de espera para serem lidos, mas logo que recebi Princesa de Gelo, não resisti a dar uma olhadinha e logo no início, tive a sensação de que este livro era muito parecido com o livro O Último Beijo da Cacá Adriane, o que me cativou por completo, levando-me a devorá-lo, passando-o na frente de outras inúmeras leituras. Quem já teve a oportunidade de ler as duas obras há de pensar: Mas as histórias não tem nada a ver uma com a outra! Calma leitor, estou ciente disso. Fiquei refletindo então sobre o assunto e concluí que isso deve-se ao fato de que ambas as histórias deram-me a sensação de terem sido escritas por uma adolescente para uma adolescente. O que eu achei ótimo aliás, pois Thayane conseguiu exprimir de forma exata todas as angústias, os conflitos emocionais, as dúvidas e os medos que povoam essa fase tão conturbada de nossas vidas. Apenas uma adolescente poderia exprimir isso com tanta exatidão e maestria e foi o que a Thayane fez. Também devo confessar que a Alessa (protagonista de Princesa de gelo) me lembrou muito a Jasmim (protagonista de O Último Beijo)...
Talvez alguém com o olhar menos apurado discorde de mim e ache a Alessa melancólica e pessimista demais. É preciso uma alma sensível ( e por que não dizer - feminina) para compreender e sentir profunda empatia por essa protagonista. Quem, nos seus áureos 17 anos não se sentia deslocada, confusa e com uma imensa vontade de simplesmente desaparecer? O que difere nossa mocinha das pessoas comuns, é que ela se entrega a essa vontade e chega a atitudes extremas, tentando acabar com a própria vida. É nesse momento, entretanto, que surge Eric Lacrov, o garoto que irá salvá-la não apenas da morte, mas também de uma vida sem sentido.
Princesa de gelo é um livro sobre sentimentos, não sobre acontecimentos, não é sobre lugares, é sobre pessoas, não dever ser lido, deve ser sentido.
A capa é linda e a diagramação idem, a única coisa que me incomodou foi a revisão, que deixou muito a desejar, tornando difícil a compreensão de determinados trechos do livro. Afora isso, ouso afirmar que podemos esperar grandes coisas de nossa querida Thayane, esse jovem e promissor talento de nossa literatura.

Super recomendo!!!
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John Fellix 04/04/2013

Ponto P e r f e i t o .
Eu nunca achei que voltaria a falar ou que falaria abertamente sobre suicídio.
Porque não gosto desse assunto? – simples. Eu já cometi o ato.
Mas antes de falar sobre isso tenho que explicar o porquê estou aqui.
Na verdade tenho que falar quem me fez estar aqui.

Conheci a Thayane Gaspar em um evento literário.
Primeira reação – me encantei por ela. Quando a vi me senti preso ao um filme da Disney. Preso em uma cena que acabo enfeitiçado - cenas que aparecem nos contos de fadas e que faz o príncipe ficar cego, ou aquele momento que soa os sininhos mágicos. –você sabe do que estou dizendo. –Estou falando sobre aquele momento incrível que nos da um prazer indescritível de estar voando pela primeira vez em um tapete mágico ao anoitecer.
Mas o foco desse texto não é sobre o encanto que senti por ela e sim o encanto que curou feridas do passado. – Feridas que a Thayane nem mesmo pensou que existissem. – não em mim.

Fui presenteado no evento com o livro Princesa de Gelo.
E fiquei surpreso com o tema delicado que a autora escolhera.
E sim, internamente fiquei com receio de ler, pois tem coisas do meu passado que não estava a fim de reviver.

Li o primeiro capitulo. E foi o suficiente para trazer morro a baixo uma avalanche.
Lembrei dos motivos idiotas e que pareciam cruciais para definir o fim. O meu fim. Lembrei das escolhas feitas por mim no ápice de um ato idiota. – mas que foi fundamental.

Após ter esse momento de fortes lembranças do meu passado, achei que não terminaria a leitura, pois eu negava a mim mesmo que ainda não estava curado. Que aquele sentimento ainda habitava em mim.
Passou algumas semanas, e eu apenas fitava o livro, encostado em um canto da minha estante. –como se fosse algo que me perseguiria. – e foi nesse momento que percebi o espelho que o livro estava sendo para mim. O espelho que de qualquer forma eu teria que encarar se quisesse saber o fim do livro e entender o que eu sentia. – e eu entendi.

Depois de dias frustrados e perguntas pessoais sobre o medo que sentia sobre a leitura juntei o um pouco de coragem resolvi reler o primeiro capitulo. E assim li mais um e mais outro...
-E mesmo assim continuei a sentir aquela dor no peito. E fiz algo que me ajudou a continuar a leitura. Fiz uma mini resenha, falando sobre o tema. E mandei para Thayane.
E que ela disse que adorou.
Mas nesse tenho que dar destaque para algumas coisas.
E a principal é: Destaque para o livro em linguagem.
O livro é muito rico nesse quesito. E incrivelmente poético, e há muito tempo eu não lia algo tão belo e majestoso. E isso me ajudou a gostar mais ainda da historia. – mesmo que eu sofresse com os meus demônios e com o da personagem.
-Personagem que transmite muita realidade ao leitor, coisa que gostei muito.


Eu queria poder falar mais sobre como o livro é intenso e como ele se fundiu a minha realidade. –realidade de outro tempo, realidade do passado.
Porem posso falar sobre a evolução para a cura. –que passei. E que a personagem passou.
Vou falar de um jeito diferente, onde fundirei a perspectiva do livro e a da vida – minha vida.

“Nosso maior equivoco é pensar que podemos controlar nossa vida só porque ela é nossa.
E por mais que ela realmente seja não podemos controlar sua duração ou a duração das fases que as constitui. Tampouco inventar sentimentos para um beijo, ou evitar que se apaixone.
E suicídio é isso. É suprir a carência de controle. É você saber onde, quando e como sua vida ai acabar. Assim como o doce sabor do poder, você o deseja ma vez, e se vicia e passa a desejar sempre. E o controle some outra vez.” Cap. 14 Pag. 126.

Quando tento pensar o que me levou a fazer a tal ato sinto-me – meio- débil.
–Tipo, eu fiz isso mesmo?
Mas, quando penso em como seria se eu não tivesse feito, me sinto incrivelmente grato por tal idiotice - por ter feito essa grande idiotice como todos falaram- mas graças a isso eu tive uma segunda chance.
Não que eu esteja aprovando o ato suicida. Mas foi isso que me fez acordar, isso que me tirou do transe que estava. No momento tudo que eu queria era não sentir mais dor alguma, tanto física, quanto a dor sentimental que era algo insuportável.


“Achei que estava tomando o controle da vida, quando tentei me suicidar. Mas estar desesperada e pronta para morrer é deixar o desespero vencer e marcar um ponto sobre você. O suicídio nunca vem com uma decisão, mas como uma sensação, uma vontade. Uma válvula de escape para tudo”. Cap.15. Pag.146.

Lembro de quando acordei em um hospital comecei a chorar, não por ter feito isso, e sim por ainda estar vivo, estava me sentindo insignificante.
Pensei – não sou capaz nem mesmo de acabar com minha própria vida.
Quando fiz isso, tentei o suicídio não pensei em quem ficaria para limpar a sujeira, ou quem sofreria por isso.
Pensei apenas em mim. E em como estava cansado de ficar inerte.
Em como estava cansado de sentir essa dor silenciosa, estava cansado de dar sorrisos falsos, estava cansado dessa felicidade que todos a minha volta sentia, e que aparentemente eu nunca sentiria. -Pois a dor apenas crescia mais e mais.

... “Pensar no suicídio nada mais é do que uma chantagem com o destino. “faça-me feliz ou eu acabo com minha vida!” Cap.15. Pag.146

-E concordo com isso, e um jeito de culpar a vida, de culpar todos, por não irmos atrás da nossa própria felicidade.

Lembro do sentimento de acordar todos os dias, e ainda estar no hospital, pois eu não podia ir para casa, afinal eu ainda era um perigo para mim mesmo. Nesse tempo tive que lidar com a dura realidade, lidar com a dor que causei nas outras pessoas, e aceitar que aquela dor não tinha indo embora que ainda estava em mim. E nesse momento me acovardei e em um sentimento extremamente egoísta, desejei voltar e ficar mais uma semana em coma.
Pois assim não iria sentir mais nada...
Não foi só uma navalha que mudara minha vida, teve outras coisas que congelaram meu celebro, mas que ao voltar a realidade fez meu coração –como a Thayane diria - começar a derreter.
Lembro que as linhas ainda estavam rosa, e durante muito tempo fiquei pensando ate quando elas ficariam daquela cor. . .Quanto tempo eu agüentaria continuar assim.
Lembro que cada dia, cada semana era uma vitoria eu ainda estar vivo, e que consegui ficar bem, mesmo com todos os olhares cautelosos sobre mim.
A cura veio de mim.
A cura não foi bonita como na historia da Thayane.
Eu fui à busca da minha própria cura.
-Mas referente ao livro, destaco que gostaria muito de ter lido uma redação como a que esta no capitulo 13 na pagina 115. – mas como eu receberia algo assim se nem mesmo eu me amava- naquela época.

Eu nunca tinha parado para ver que eu venci que eu mesmo iniciei meu congelamento e que eu descongelei sozinho.
A Thayane me fez ver isso.
O livro dela mostra uma jornada que muitos passam.
E um livro puro, e belo. Mesmo que nos mostre alguns sentimentos opostos.
-bom, dependendo da perspectiva.
A leitura foi difícil para mim, mas extremamente gratificante. –Acabei o livro feliz e estranhamente grato. -e desejando saber mais e mais sobre a luta pela vida e pelo amor que a personagem alcança.


-De zero a cinco, daria cinco estrelas, mas estaria rotulando uma média muito baixa para um livro tão grande e poderoso. Mas comicamente pequeno, por ter apenas 147.
Eis que vem a frase, tem livros pequenos e poderosos, e livros grandes sem nenhum conteúdo.
Thayane, seu pequeno livro é um livromuito GRANDE! - e muuuuiiito bom.
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Carolina DC 05/04/2013

A autora trata um tema muito delicado e ainda polêmico: o suicídio, mais especificamente, o estigma carregado por aqueles que tentaram o suicídio e a relação com os familiares e amigos. Apesar do tema, "Princesa de gelo" é uma leitura poética, mas não de forma sombria. É como se através de Ale, a personagem principal do livro, pulsasse vida, mas de forma inconsciente. Vida essa que se traduz em seus pensamentos, em seus textos e em seus sentimentos. Mesmo sendo considerada uma princesa de gelo por não demonstrar ou sentir, é impossível não sentir ao ler sobre Ale. Sentir e refletir. Refletir sobre quantas pessoas vivem uma vida que consideram sem amor, ou que sofrem tantas decepções que não conseguem mais lidar com tudo.
Me apaixonei pela Ale, da mesma forma que me apaixonei por Lacrov. Durante a leitura, queria pegar os dois no colo e dizer que tudo iria ficar bem. Uma belíssima história de transformação, escrita de maneira extramente encantadora.
É a primeira obra que eu tenho oportunidade de ler da autora, mas espero que seja a primeira de muitas.
Quanto a revisão, diagramação e layout, encontrei alguns probleminhas na formatação dos parágrafos e na revisão. O início de cada capítulo é delicado, marcando ainda mais a sensação de poesia e fluidez do texto.
Uma obra emocionante, envolvente. Simplesmente ... bela.

Essa resenha será publicada no blog Acordei com Vontade de Ler (booktour realizado pela Tribo dos Livros).
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