Bela Maldade

Bela Maldade Rebecca James




Resenhas - Bela Maldade


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Danila.Rocha 15/05/2017

Dramatico
É um perfeito drama, e funciona muito bem assim. Mais do que uma historia sobre amizade, Bela Maldade é uma reflexão sobre como nossas escolhas (por mais pequenas) são importantes tanto para nós quanto para aqueles que nos cercam (não paro de pensar em como tudo teria sido diferente se a Katherine tivesse feito outras escolhas: era tão evidente que ela tava fazendo tudo errado, e que aquilo não ia terminar bem). Senti falta de conhecer mais sobre Alice e entender um pouco da personalidade dela (apesar de ter conseguido detesta-la). Fiquei com desejo de mais, e penso que daria um filme muito bom.
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Jessica.Ferreira 14/05/2017

Mais ou menos
A autora Rebecca James escreveu esse thriller psicológico onde mostra até que ponto uma amizade pode ser levada.
Nessa história temos a Katherine uma adolescente que se mudou para Sidney a fim de mudar de vida e esquecer seu passado e seus traumas. Quando vai para sua escola nova conhece Alice uma jovem popular e animada que encanta Katherine com seu jeito leve de ser e se tornam muito amigas, até que Katherine observa coisas das quais não concorda afetando essa amizade.
Confesso que o desenrolar da história não me surpreendeu, porém não achei um livro ruim. A escrita da autora é bastante fluida e leva, mas acho que ela poderia ter aprofundado mais no assunto. Mas mesmo assim é uma boa história.
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Ravete 06/05/2017

Bela Porcaria.
Que livro chato! Aquele tipo que você se obriga a ler até o fim porque "não é possível que seja SÓ isso". E no final, é. Maçante, personagens chatos e sem carisma, trama que não envolve porque você basicamente sabe o que vai acontecer desde o começo. E o momento que deveria representar uma "reviravolta" é tosco e sem nenhum cabimento, totalmente despropositado e mesmo assim previsível. A personagem principal é chatissima, a história da vida dela é um saco, a família é chata, os amigos são enfadonhos e a antagonista é a única com algum brilho, mas até ela o perde do meio para o final do livro, com uns diálogos repetitivos e infantis. A capa é maravilhosa e chamativa, mas não se engane, não o julgue pela capa. Se pudesse voltar no tempo não o teria comprado.
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Aline|@Meninatecária 24/04/2017

Só Amei! Definições de "Vadia" foram atualizadas com sucesso.
"(...) se você vê um sentimento mau em si mesmo, não gosta dele e tenta não senti-lo, então isso é bom. Ninguém é de fato inteiramente bom. Pelo menos é o que eu acho. Tentar ser bom, ou ao menos tentar não ser mau, provavelmente é o mais perto que conseguimos chegar." - pág 140

Após mudar-se para morar com a tia, Katherine Patterson busca apenas um lugar que ninguém a conheça, um lugar que possa fugir de uma grande tragédia que estraçalhou sua família. Deslocada, triste e sem amigos, a jovem vai dedicando todo o seu tempo aos estudos e a tentar sobreviver à sua imensa tristeza. Até que um dia ela recebe um convite inesperado.

Convite esse que parte da bela, popular e extravagante, Alice Parrie, convidando-a para participar da sua festa de aniversário de 18 anos. Katherine logo se vê animada com a proposta de uma nova amizade, a jovem só não imaginava na loucura que estava para entrar.

No decorrer dos dias Alice vai demonstrando ser um pessoa totalmente alegre, auto-estima nas nuvens e cheia de energia, apresentando novas pessoas para Katherine, o que acaba levantando o auto-astral da jovem fazendo assim ela abrir-se e contar toda a sua vida/tragédia para Alice.

Porém, já dizia aquele velho ditado: "amigo disfarçado, inimigo dobrado" Katherine vai começando a perceber que a amizade intensa com Alice pode vir a não ser apenas flores, amores e blá-blá-blá, quando a linda Alice é deixada de lado.

Sem falar ais nada se não o livro perdi a graça. Eu só queria dizer que eu AMEI muito esse livro. E me pergunto, por qual motivo não tinha lido antes!? Adorei a escrita da Rebecca James, sem muita descrição e direto ao ponto! Eu nem curto livros que são narrados indo e voltando no tempo, porém esse conseguiu me ganhar! Conseguiu até me surpreender com o plot twist do final, sério eu não esperava aquilo!

Enfim, o termo "personagem piranha" ganhou um novo nome: Alice Parrie. Preciso de mais livros assim!
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Dani 24/04/2017

Bela sacanagem
Não sou muito de resenhar livros, pois perdi a prática com o passar dos anos. Vou usar este espaço para expressar minha humilde opinião na qual ninguém é obrigado a acatar/concordar.

Infelizmente, toda garota (e por que não incluir aqui garotos), já viveram a terrível experiência de ter uma "queen bee" na rodinha de amigos e levar pra vida adulta, alguma sequelas desta convivência não saudável e uma boa dose de palavras não ditas entaladas na garganta.

Eu já passei por isso (não chegou a atitudes extremas, graças a Deus, como no livro), mas foi necessário eu me afastar para eu me encontrar e perceber certas coisas que eu insistia em não enxergar.

Todo mundo tem uma Alice na vida. Todo mundo pode vir a ser uma Alice na vida de alguém.

Eu gostei do livro. Não foi o melhor de todos que li, mas foi uma leitura de um dia proveitosa. Curti o livro sem expectativas, teve partes que me prenderam, partes que achei um certo exagero da autora e ainda não aceitei bem o fim de dois personagens e o fim da história.

Redondinho demais, sabem?

Enfim. Esse livro estava na minha meta de leitura há anos. Agora é bola pra frente.
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Diae 21/03/2017

Resenha exclusiva do blog Da Imaginação à Escrita
O primeiro tema do Desafio 12 Meses Literários é Um livro do seu gênero favorito, escolhi Bela Maldade por ser um thriller psicológico, estilo que tem me agradado, mas acredito que eu não tenha um dedo bom para escolher os títulos corretos, pois apesar de ter gostado bastante de Bela Maldade, o que diz respeito ao thriller psicológico ficou deixando a desejar. Pela chamada na capa e a sinopse, eu aguardava uma vilã bem maquiavélica, que nos faz sentir ódio a cada página, no entanto, Alice está longe de ser uma vilã propriamente dita e a conclusão que eu tenho é que ela é apenas uma personagem com problemas e falta de atenção, ela tem sim seu momentos mais “cruéis”, mas o esperado era que ela fosse mais perversa e a fim só sentimos pena de Alice.

O ponto central desse Young Adult sem dúvidas é o segredo que Katherine esconde e que consequentemente envolve a morte de sua irmã Rachel, este detalhe é o que deixa o leitor cada vez mais interessado na trama e vemos o quanto isso afeta de maneira intensa a protagonista e como a narrativa é feita pela Katherine todas essas emoções vem com força total para o leitor. Somente tem um porém na narrativa, temos 3 versões de Katherine, a do passado que nos revela o grande mistério sobre Rachel, a do presente com Alice é a do futuro ao lado da pequena Sarah, isto pode deixar muitas brechas para o leitor prever o desfecho do livro, mas ainda sim dá uma atmosfera legal e temos as várias facetas de uma mesma personagem, mas infelizmente o período atual e pós Alice não mexe tanto com nossa protagonista como o trágico passado e aqui é que o thriller psicológico passa a derrapar, aonde o romance e drama tem uma carga maior, ou seja não temos uma vilã propriamente e nem uma tensão e angústia que o thriller psicológico costuma trazer.

Eu esperava sim que Alice fosse praticamente um demônio em pessoa na vida de Katherine, mas ela só passou a impressão de uma garota mimada que acredita que tudo tenha que ser do seu jeito, sua motivação realmente me surpreendeu e foi um dos pontos altos de Bela Maldade. Sinceramente, não classificaria esse livro como um thriller psicológico, mas sim como um Young Adult com drama. Como YA só tenho elogios e se não fosse pelos pontos que ressaltei principalmente sobre Alice e a questão do “thriller psicológico”, Bela Maldade teria levado a nota máxima, talvez eu tenha somente esperado demais.

Quando a edição, a editora Intrínseca tem o meu parabéns, a capa apesar de simples é bonita e ficou ótimo os detalhes nas letras, a diagramação está bem legal e a respeito da revisão, um primor! Sem mais, Bela Maldade é um livro muito bom, a escrita da Rebecca James envolve bastante, além de ter uma simplicidade que contagia, os ganchos na história também são atrativos incríveis que deixam o leitor cada vez mais preso na trama. Bela Maldade é um prato cheio para quem curte um bom YA!

site: http://www.daimaginacaoaescrita.com/2017/01/resenha-bela-maldade-rebecca-james.html
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Lis 05/02/2017

Uma boa idéia, porém má trabalhada
Sinceramente, ouvi maravilhas a respeito de um livro que tinha tudo para me atrair, mas não passou de um livro regular.
Temos aqui uma história envolvendo Katherine, uma mocinha de 17 anos que guarda um segredo de família que acaba fazendo amizade com Alice, uma menina aparentemente adorável, que na verdade é uma pessoa psicótica e cruel. A personalidade e os jeitos de Alice são sombrios e muitas vezes assustadores, fato que poderia ter sido melhor explorado no livro. Assim como os relacionamentos entre os personagens, que acabam sendo superficiais, do tipo "te olhei uma vez e já te amo", isso faz com que o livro perca a sua veracidade, a história se torna dificil de engolir, porque acaba parecendo que a autora está com pressa de encerrar o livro. Além de que ela não dá a devida atenção a aspectos do livro que poderiam ser explorados e dariam um aspecto de profundidade e personalidade a cada um dos personagens.

O livro, contudo, cumpre seu papel de ser um thriller psicológico adolescente e nada mais além disso.
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Kamilla 08/11/2016

É um livro envolvente!
Katherine Patterson depois de viver uma grande tragédia resolve sair da cidade onde vive e deixar seus pais para morar com a sua tia, pra tentar ficar mais longe de onde ocorreu a tragédia, mas mais que isso, pra ninguém lembrar dela e do episódio ocorrido. Na nova escola ela tenta ser a mais invisível possível, mas as coisas não acontecem do jeito que ela queria, pois a aluna mais popular da escola, Alice, resolve convidá-la para uma festa e quer ser amiga dela. E isso acaba acontecendo, como a Katherine fica muito só, a Alice a faz sentir bem, como se pudesse viver melhor com o que aconteceu. Porém, não é bem assim que as coisas são...

O livro é dividido em três tempos: Quando ela, Katherine, conta como aconteceu a tragédia. A segunda parte é a história entre a protagonista e Alice. E por fim, alguns anos depois de tudo que aconteceu. O livro não é dividido em partes, esses tempos são jogados nele quase de forma aleatória, mas calma, não deixa nada confuso. É tudo de forma satisfatória. A narrativa do livro é gostosa, viciante até, principalmente nas últimas páginas. Quem gosta de reviravoltas vai gostar, com certeza, porém ele não me fisgou como eu pensei que fosse...

Na capa do livro há o seguinte comentário “Um thriller psicológico e sexy, brilhantemente construído” e esse foi o principal ponto que me fez ficar louca pelo livro, os livros do gênero geralmente seguem o contextos e acabam nos dando algumas respostas antes do tempo, porém acabam nos deixando perturbados e loucos pelo livro. E Bela Maldade não fez isso comigo, esperei encontrar um livro de tirar o fôlego e não encontrei. Senti falta de algo mais, não sou expert do gênero, mas o pouco que eu li me causaram frio na barriga o que não aconteceu na leitura deste. Mas relevando isso, a leitura foi bem bacana! Sério, foi muito bacana, tanto que o livro ficou com 4 estrelas.

Sobre os personagens: Katherine é uma personagem forte, em todos os tempos. Se eu tivesse na pele dela, não aguentaria, não suportaria.
Alice é uma das personagens que mais odiei, ela é falsa, repugnante e fria. Mas no final do livro fiquei mais com piedade, mentira, gostei do desfecho que a autora deu pra ela.

O livro tem uma capa simples, porém linda! E que super combina com toda a história, sobre a diagramação interna, senti falta de especificarem quando muda o tempo, apesar de quando a gente ler podemos identificar, no entanto acho que seria legal se tivesse. E sobre falhas, achei uma ou duas, mas foram digitais, creio. No mais, a editora está de parabéns pelo cuidado.

site: http://www.lendoeapreciando.com/2015/02/resenha-bela-maldade-rebecca-james.html
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Juliana.Galatti 08/11/2016

Uma historia intrigante e involvente .
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Josiane 04/10/2016

"...sorri docemente, inclina a cabeça de lado e adota uma voz falsamente inocente. - E, afinal de contas, somos amigas, não somos? Amigas para sempre?"
"Essa trama sobre rivalidade leva a crueldade a novos limites."
- The Independent

"Sentimento tão eternos quanto universais com os quais todos se identificarão."
- L'Express

"Esta narrativa impactante sobre manipulação psicológica e suas consequentes tragédias apresenta um talento promissor na literatura de suspense."
- Publishers Weekly

Numa tentativa de fugir do seu passado assombroso, depois de uma terrível tragédia que arruinou toda a família Boydell, Katherine e não mais Katie deixa a cidade palco de todo o seu pesadelo e vai morar com a tia em Sidney.

Katherine está decidida a encarar uma "nova vida" em Sidney e torcendo para que o animato nessa nova cidade cidade possa deixá-la longe dos alvos do passado.

Bela Maldade com tradução de Maria Luiza Borges (sim, pela primeira vez eu senti a necessidade de uma referência assim, e já não era sem tempo né), foi publicado pela primeira vez aqui no Brasil em 2011 e é o livro de estreia de Rebecca James, também autora de Cooper Bartholomew is Dead e Sweet Damage (ainda não traduzidos). Divido em 2 partes que alternam entre o presente, e o passado (tanto o de Katherine e o drama vivido pela família quanto o de sua amizade "avassaladora" com Alice Parrie) a edição lida por mim deixou a desejar e muito. Mas não diz respeito a tradução e sim a edição oferecida pelo site que eu li. Salvo alguns "erros de palavras escolhidas" que não combinavam.

Gente, sério... QUE LIVRO É ESSE que já no primeiro parágrafo te deixa estarrecida? Impactante seria a palavra que eu colocaria para descrevê-lo e ainda assim não seria o suficiente. Pra você ver que loucura de livro (no bom sentido ou nem tão, sei lá). Okay que não sou tão confiável assim, já que muitos livros me colocam na parede quando é pra descrevê-lo em uma única palavra. Mas vai por mim, Bela Maldade é um thriller jovem bem completo e cheio das coisas que não podem faltar em livros desse gênero.

Um segredo que deve ser escondido, que destruiu a sua vida e quando Katherine acha que pode viver discretamente a sua própria solidão em uma nova escola ela conhece Alice, a garota popular que parece mesmo querer a sua companhia pra tudo.

"Já ouvi dizer que as pessoas encantadoras, poderosas, têm o dom de nos fazer sentir como se fôssemos a única criatura no mundo, e agora sei exatamente o que isso significa."

A relação das duas parece saudável e até mesmo o que "sonhamos" ter com nossas amigas... Mesmo as atitudes de Alice não sendo uma das melhores em muitos momentos e nada saudáveis também. Aqui eu ressalto que houve uma tentativa falha de "tentar" justificar o comportamento de Alice. Isso bem no começo, mas aí as coisas começam a se desenrolar e você começa a perceber que ela é completamente louca mesmo.

"É como se eu tivesse uma compulsão auto-destrutiva de atacar violentamente as pessoas... as pessoas que me amam."

Sentimentos internos que não só duelam e perseguem os pensamentos de Katherine torna tudo tão mais real e intenso o que torna a minha visão de leitora imparcial. Simplesmente porque eu não consegui me isentar de todo o conflito, de todo o drama vivido pela protagonista. Isso está presente em todo o livro.

"E, mais que qualquer pessoa, eu sei como as consequências de uma única má escolha podem ser devastadoras."

Alice parece ser tudo o que a antiga Katie desejaria em uma amizade, o que torna irresistível para a nova Katherine não se sentir enfeitiçada pela carismática e extrovertida amiga. Alice faz com que essa nova Katherine se esqueça um pouco da tragédia que viveu e que ainda lhe persegue, faz ela se sentir um pouco mais livre para rir das grosserias da amiga. É Alice que introduz Katherine de volta a vida.

"Temporariamente esqueço tudo o que o que tem relação com a noite em que descobri a covarde imunda e vergonhosa no âmago da minha alma."

Sério, não dá pra julgá-la e falar que ela sabia onde estava se metendo. A verdadeira Alice é convenientemente ardilosa e tem uma capacidade de persuadir as pessoas a sua volta com toda a sua sensualidade e falsa compaixão com todo o seu encanto que agora, sabendo de toda a história, dá medo.

"...só consigo olhar para os olhos de Alice. Eles são frios, avaliadores, e as pupilas, tão dilatadas, que tudo o que posso ver é escuridão. Dura e inflexível. Profunda. Implacável. Ali, só há trevas."

Mas os sinais estão ali, da sua instabilidade.

Katherine esteve só e tendo que conviver com as lembranças daquela noite que mudou a sua vida para sempre.

Não é novidade nenhuma que sou atraída por assuntos psicológicos e Bela Maldade é um prato cheio com suspense de sobremesa.

A manipulação psicológica e suas consequências são bem elaboradas e realistas.

"Vendo-a agora, assim, é quase impossível acreditar que pôde ser maldosa, que foi capaz de causar tanto sofrimento."

Sério, só lendo pra você saber do que eu tô falando.

"Ela vive para o presente e, muito convenientemente, tem uma assombrosa falta de curiosidade pelo passado."

"Afinal, ela tem as melhores intenções. É uma boa amiga, uma amiga devotada e generosa, e seu coração está sempre no lugar certo."

Toda a capacidade sedução de Alice e a sua falta de compaixão ficam cada vez mais visíveis e começamos a ver todo o estrago que essa nociva garota é capaz de fazer na vida das pessoas.

"Tenho um vício. Sou viciado em Alice."

Acho que sempre vai ter alguma coisinha que me irrita em uma história, e em Belo desastre era que a todo momento uma pessoa parecia ofendida por não saber de algo. Sabe aquela sua amiga que se sente, literalmente, a última a saber de tudo? Sério, isso é irritante. Fora isso o rumo que a história narrada em primeira pessoa começa a tomar é apavorante. Eu posso dizer que ela ganhou um tom totalmente amargo e doloroso. Dá pra perceber uma mudança constante na leitura, nas personagens, na forma que as coisas são conduzidas e eu gosto muito de ver isso, de ver como a escrita e o desenvolvimento ganha uma nova proporção.

Acho que nem preciso fazer uma resolução final. Já deu pra perceber que eu amei Bela Maldade e que fiquei com medo de dormir a noite (tudo bem, nem foi tão assim, mas é o tipo de leitura que te faz questionar mil coisas, pensar se você faria as mesmas escolhas, ou se você fugiria assim que visse uma Alice na sua frente). É, não é fácil.

"Isso me lembra de quando eu era criança e tinha medo de ficar sozinha no escuro."


"O problema com as palavras é que, por mais que façam sentido, em teoria, elas não conseguem mudar o que sentimos."
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Blair Boo 29/09/2016

Não gostei.
Olha, achei chato. Do início ao fim. O enredo tem potencial para ser um super thriller, mas os personagens não são profundos o suficiente para te prender e desejar mais. A estrutura da narrativa - em três tempos - não consegue deixar a história mais atrativa mas sim enfadonha.
Leticia 30/09/2016minha estante
Tb li e não gostei , terminei o livro esperando que algo fosse enfim acontecer e nada...


Blair Boo 30/09/2016minha estante
Pois é, Leticia. Fiquei o tempo todo esperando ser surpreendida e não aconteceu =(


Feh 06/10/2016minha estante
Nao me prendeu. Me forcei a ler pq prometi a uma amiga historia previsivel q nao chegou ao apice




miny 30/08/2016

livro ótimo!
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Jaque.Vitor 29/07/2016

Da pra distrair
Não posso falar muito por que não é o tipo de livro que gosto de ler. Mas a história é boa por que pode ser real esse tipo de coisa acontece mesmo a personagem passar por vários traumas e atitudes erradas que até fazem a gente ter um certo sentimento por ela. Recomendo pra quem gosta de leituras rápidas e histórias tristes.
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Gabi 18/07/2016

Misterioso, cruel e surpreendente.
Bela Maldade conta a história de Khaterine Patterson, uma jovem de 17 anos que muda de cidade em busca de um recomeço. Ela só busca viver uma vida discreta e tranquila, após uma terrível situação que devastou a sua família e que ela faz de tudo para manter em segredo. E tudo parece mudar quando ela conhece a popular e sociável Alice Parrie, que logo se torna sua amiga inseparável. No entanto, com o tempo e convivência, Khaterine começa a perceber que sua encantadora amiga pode não ser quem ela imagina e quando tenta romper essa amizade às coisas parecem sair do controle.
O livro é narrado em primeira pessoa, e é dividido em duas partes: Primeira parte o desenvolvimento da amizade com Alice; Segunda parte: as consequências da amizade.
Gostei muito desse livro do jeito que é tratado toda a historia em torno da Katherine, do jeito que ela é se mostra frágil mas na verdade é durona.
Tinha horas que eu queria entrar no livro e socar a cara da Alice ( conseguiram me fazer odiar uma personagem) e depois de tudo o PLOT TWIST do livro que fiquei de cara.

Recomendo a leitura...
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Lisse 16/07/2016

Esse livro não foi aquele exemplar que estava muito entusiasmada para ler sabe. Com certeza, suspense não é um gênero que gosto, porém sempre quando finalizo sinto algo bom por ter dado uma chance e perceber como existe por aí autores excelentes que sabem criar uma narrativa carregada de tensão e sentimentos conflitantes.

Quote: "O problema com as palavras é que, por mais que façam sentido, em teoria, elas não conseguem mudar o que sentimos. E o que estou começando a entender é que isso nunca vai realmente ter fim: não pode haver nenhum absolvição completa."

Nesse debut da autora Rebecca James, temos a protagonista Katherine que vive sozinha e bem reclusa com sua filha, e cheia de temores referentes à acontecimentos passados. Na narrativa temos dois momentos: um em primeira pessoa e outro em segunda, e que nos permite vivenciar bem a história da protagonista, como se fosse nossa.

Katherine leva o fardo da morte da irmã nos ombros e precisa sair de casa e da cidade onde cresceu para respirar outros ares, e realmente começar a viver. E é assim que faz sua primeira amizade com Alice, uma jovem que quer viver plenamente o momento e não liga em brincar com as pessoas. Enquanto Katherine é a menina certinha e não gosta de chamar atenção, Alice é egocêntrica e manipuladora.

Quote: "E foi esta a palavra que me imobilizou: "Corajoso". Quero ser muito corajosa. Quero tanto que a covarde em mim seja apagada, despedaçada e destruída, que não consigo mais resistir a ela."

Em relação a essa amizade, às vezes gostava muito da Alice e em como ela conseguia fazer as pessoas serem marionetes na sua mão, mas em outras a falta de percepção da Katherine me irritava profundamente. Porque eu notava a falta de malícia nela, e é essa mesma falta que mais tarde compreendemos ser a causa do seu problema inicial, e me fez questionar se ela não tinha amadurecido, e até mesmo se questionado.

Quote: "Mas só consigo olhar para os olhos de Alice. Eles são frios, avaliadores, e as pupilas, tão dilatadas, que tudo o que posso ver é escuridão. Dura e inflexível. Profunda. Implacável. Ali, só há trevas."

A protagonista é uma sofredora de marca maior. Quando o leitor traz sua visão crítica para a obra dá para perceber que a autora fez uma novela mexicana do começo ao final, tornando a Katherine uma personagem que precisa levar suas escolhas nas costas sem nenhum alívio em momento algum. E num dado momento do meio para o final do livro somos apresentados ao seu passado, e depois retornamos ao presente com uma bomba nas mãos.

Bela Maldade é uma obra que trás à tona o melhor e o pior de cada um, e o que fazemos quando deparados com a realidade da vida. Para um thriller psicológico eu senti falta de algumas coisas: como a tensão mais intensa entre as personagens femininas, mas também gostei de como a autora conseguiu introduzir um romance leve no meio do enredo. Mas num total é um livro muito bom e que deve ser lido.
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