A Redoma de Vidro

A Redoma de Vidro Sylvia Plath




Resenhas - A Redoma de Vidro


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Camilla 05/09/2016

Um livro sutil e delicado que vai te tocar de um jeito totalmente diferente
Esther era uma garota aparentemente normal até o dia que se descobriu louca, parece meio chocante se deparar com uma história assim, mas o que Syvia Plath faz nesse livro é sensacional. Ela vai te mostrando a mudança de Esther aos poucos, desde uma menina lúcida á uma menina louca com tendências suicidas.
Pra mim é até estranho falar o quanto eu me identifiquei com Esther, com suas dúvidas e incertezas. Quando ela é internada na clínica e começa a conviver com as outras pacientes é o auge do livro, é tão interessante ver o quanto Esther "mudou" desde o começo do livro. Sei que posso não ter falado coisa com coisa, mas esse livro é SENSACIONAL e você deveria muito ler ele. Tipo sério mesmo!
"Você nunca se decepciona quando não espera nada de alguém" melhor frase sim!
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Cesinha 26/08/2016

Um retrato fiel, de que não somos simplesmente loucos
Um dos sentimentos que mais essa história me transmitiu foi a da necessidade de "higiene social" (ou, eu diria, de eugenia) que a sociedade adora estabelecer. Esther queria simplesmente entender o que acontecia ao seu redor e dentro de si mesma, mas foi classificada como louca. Quantas vezes na minha infância eu deixei de falar certas coisas que eu saberia que me causariam retaliações, quantas vezes eu vi aqueles filmes onde os iconoclastas eram levados de camisa de força para um sanatório.

Não quero glamurizar a depressão, mas o que será a depressão? É ter consciência de que as formas que temos a mão de nos relacionar com o mundo são insuficientes? Será sã aquela pessoa que toma seu rivotril ou álcool toda noite para sentir que a vida ainda vale a pena e conseguir falar "tudo" quando alguém pergunta se tá tudo bem?

Enfim, um livro que queria muito ler, e que não fez feio. Mexeu comigo.
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Millene.Grandemagne 15/08/2016

Único
Incrível entrar nesta história sobre uma pessoa que em um momento está bem e no outro está tentando o suicídio, ainda mais quando parte de uma perspectiva tão doce e juvenil. Conhecer um pouco mais a fundo essa doença tão delicada e nociva. O relato fica ainda mais interessante quando sabemos que a autora do livro se suicidou pouco depois da publicação deste romance, ou seja, a sensibilidade da história era, mais do que nada, baseada na realidade.

"Me vi sentada embaixo da árvore, morrendo de fome, simplesmente porque não conseguia decidir com qual figo eu ficaria. Eu queria todos eles, mas escolher um significava perder todo o resto, e enquanto eu ficava ali sentada, incapaz de tomar uma decisão, os figos começaram a encolher e ficar pretos e, um por um, desabaram no chão aos meus pés." (p. 88)


"[...] onde quer que eu estivesse - fosse o convés de um navio, um café parisiense ou Bangcoc -, estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente conduzida em meu próprio ar viciado." (p. 208)
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Patrícia Belmonte 25/06/2016

"A REDOMA DE VIDRO", SYLVIA PLATH - EDITORA BIBLIOTECA AZUL
Único romance da poeta americana Sylvia Plath lançado semanas antes de sua morte, o livro é repleto de referências autobiográficas. A narrativa é inspirada nos acontecimentos do verão de 1952, quando Silvia Plath tentou o suicídio e foi internada em uma clínica psiquiátrica.

Assim como a protagonista, Esther Greenwood, a autora foi uma estudante com um histórico exemplar que sofreu uma grave depressão.

Mais que um relato sobre problemas mentais, A redoma de vidro é uma narrativa singular acerca das dores do amadurecimento.

site: http://atualizandolivros.blogspot.com.br/2016/06/a-redoma-de-vidro-sylvia-plath-editora.html
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Aline 20/06/2016

Maldita Figueira
Da mesma forma que “O Apanhador no Campo de Centeio”, cheguei à conclusão que li “A Redoma de Vidro” numa fase errada da minha vida. Ou, pensando melhor, retifico: AINDA BEM que li os dois livros em fases erradas da minha vida, caso contrário eu estaria mais suscetível a me enterrar até o pescoço com os personagens.

Como comentário geral, acho que não há quem não se identifique, pelo menos um pouquinho, com o depoimento da Esther. Afinal, trata-se de um relato brutalmente honesto. Em especial, o livro tem metáforas muito bonitas sobre o estado psíquico de Esther e - por que não? - sobre a natureza humana. O livro é escrito de forma tão autêntica, que o leitor consegue ter a imagem nítida dos figos que deixam de ser sãos ou da distorção de quem está dentro da redoma.

Enfim, Esther é comovente e o livro, notável.
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Gahcardozo 16/06/2016

Talvez eu nunca consiga unir as palavras pra, decentemente, resenhar ou comentar essa obra. Acredito que seu caráter auto-biográfico mude tudo, já que, enquanto leitor, busquei saber da vida de Sylvia e fiquei chocado com suas semelhanças com a protagonista. O que a autora não sabia, de certo, é que além de uma genial análise sobre as tensões das estruturas de gênero, os tabus sexuais em cima da mulher e a crítica sagaz aos métodos da psiquiatria do século XX, os pensamentos de Esther seriam tão compatíveis a pessoas que sofrem com depressão, ansiedade ou quaisquer outros problemas psicológicos. Lê-la, em certos momento, foi quase como ler a mim mesmo.
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Rita 06/06/2016

A tristeza descrita e sentida em palavras.
A narrativa do livro é maravilhosa. Não há defeitos. A autora traduz seus sentimentos da forma mais íntima e real que eu posso imaginar. Eu, como leitora, me envolvi completamente com a personagem. A história é envolvente, o que não significa que seja bom, já que é triste e amarga. O leitor é capaz de ver com os olhos da personagem, entender o que se passa numa mente entregue a depressão, portanto, é uma leitura sofrida, dolorida e, definidamente, não é uma boa opção pra quem estar passando por um momento difícil. Chegou a um ponto que eu não aguentava mais, torcia pra que o livro acabasse logo, da mesma forma que a gente torce para que um momento ruim acabe.
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Augusto 28/05/2016

5 estrelas
Demorei muito para escrever alguma coisa sobre esse livro, talvez, porque ele fala muito de mim, e tudo que eu poderia dizer já foi dito, de forma brilhante por Sylvia nesse livro. Tornou-se um dos meus favoritos.
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Simone.Sardinha 22/05/2016

Denso é a palavra
Livro bastante forte, denso, que mostra as reações de uma adolescente em crise e essa crise afeta sua vida e de sua própria família.
Alguns dizem que o livro é uma auto-biografia, mas isso não é confirmado.
A vida de Esther é mostrada sem rodeios. E vemos a depressão chegar ao extremo com a tentativa de suicídio e até aos choques elétricos.
Nos faz realmente pensar em ambos os lados: o sofrimento e a rebeldia do adolescente que não consegue administrar suas crises e suas dúvidas, e a família, que sem saber como agir, pode acabar piorando a situação desse adolescente achando que está fazendo o melhor.
O livro aborda ainda a questão do bullying que as pessoas consideradas “diferentes” pela sociedade podem vir a sofrer e o quanto isso afeta suas vidas.
Portanto, se você não estiver em um bom momento de vida, não recomendo ler esse livro.
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Brú Rampinelli 21/05/2016

Esther e a redoma
Passei horas tentando escrever algo sobre a experiência que tive ao ler esta obra, mas as palavras não se encaixavam de forma coerente.
A relação que criamos com a protagonista é de uma cumplicidade materna e identificação íntima. Esther nos cativa desde a primeira página até o último ponto final do livro.
No fim da leitura nosso maior desejo é acreditarmos estarmos fora da redoma
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Francisco 07/06/2016minha estante
Gostei muito de sua resenha, se obra enveredar por esse caminho, será uma das melhores da vida!!!


Aline 20/06/2016minha estante
Sua resenha foi além do senso comum, apesar do senso comum ser de bom tato. Gostei bastante.




Jéssica Santos 08/05/2016

A Redoma de Vidro
Esther é uma garota comum que recebe uma bolsa de estudos para a Universidade, em meio ao turbulento processo de autoconhecimento, a mesma vai entrando num processo de depressão. Muito bem explicado, e palpável o sentimento expressado aqui. É triste, depressivo, angustiante. NÃO INDICO para quem tá passando por uma fase difícil. :/ Enfim o livro é lindo, poesia pura, mas gótico.
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Michele 03/05/2016

"O silêncio me deprimia. Não era o silêncio do silêncio. Era o meu próprio silêncio."
Grande livro!
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vanessamf 01/04/2016

Resenha
Trata-se de um livro doce e divertido sobre um tema cruel: a depressão.

Esther Greenwood é uma moça estudiosa que ganha uma bolsa de estudos e um estágio numa revista feminina em Nova York. Tendo então realizado um grande feito, que já deixaria escrito seu futuro, ela fica totalmente perdida. Sem saber lidar com isso, ela vive uma tensão que, metaforicamente, associa a uma Redoma de Vidro, onde se respira um ar viciado.

Veja mais no blog

site: https://leiturasdetarologa.wordpress.com/2016/03/31/literatura-a-redoma-de-vidro/
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