A Redoma de Vidro

A Redoma de Vidro Sylvia Plath




Resenhas - A Redoma de Vidro


476 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |


gio 25/02/2021

"para a pessoa dentro da redoma de vidro, vazia e imóvel como um bebê morto, o mundo inteiro é um sonho ruim."
eu ja tinha lido ariel dela, mas não achei o livro muito legal porque não sou muito chegada em poesia, mas a redoma de vidro realmente foi um livro incrível.
gostei muito muito da obra, obviamente não é um livro leve, mas vale muito a pena a leitura.
comentários(0)comente



Guilherme.Gomes 22/02/2021

4/5
Semi-autobiográfico, Plath nos traz uma verdadeira anatomia da depressão, expondo muito bem todos seus impactos, como a doença vai pouco a pouco "sequestrando" a vida do indivíduo e minando todas as suas vontades, transformando-as em angustia e uma busca desesperada por alívio. Tirando a parte inicial que tem um ritmo mais lento, o resto da obra é fluida e faz com que o leitor tenha um ideia da experiência pela qual a autora passou. Recomendo.
comentários(0)comente



mreane 21/02/2021

A figueira
Mesmo sendo um livro de 1952, a escrita e o enredo são perfeitamente compreendidos agora. Sylvia foi direto ao ponto, mostrando como a depressão age na cabeça da gente -pra quem não tem a doença, é difícil imaginar como funciona uma mente que sabota a si mesma-. Esther tem uma carreira promissora, um emprego e a vida que qualquer jovem gostaria de ter, e é nesse ponto onde a autora é certeira, pq mostra que a depressão não tem preferência por ninguém. Além disso, bem no finalzinho da história Esther diz algo que me marcou muito: pra quem ta dentro da redoma de vidro tudo é um sonho ruim que vai ficar marcado. É uma doença que passa a fazer parte da gente.
comentários(0)comente



Malu 21/02/2021

A redoma de vidro
Nesse livro acompanhamos a vida de Esther Greenwood, uma jovem estudante dos subúrbios de Boston que faz um estágio de verão em uma revista feminina famosa em Nova Iorque. Esther narra os acontecimentos de sua vida nesse momento, enquanto caminha em direção a um estado de depressão severa.

As coisas vão se agravando com a passagem do tempo, e eu como leitora fiquei muito agoniada ao acompanhar todos os estágios do processo.

É um livro ótimo, mas pesado. Fiquei triste em muitos momentos. Por fim, deixo aqui a bandeira vermelha: é uma história que carrega muitos gatilhos.

"Era como se o que eu quisesse matar não estivesse naquela pele ou no leve pulsar azul sob o meu dedão, mas em outro lugar mais profundo e secreto, bem mais difícil de alcançar."
comentários(0)comente



Augusto Pássaro 20/02/2021

Leia se estiver bem
Definitivamente é um livro que pode fazer bastante mal a um humor sensível. Sem finais felizes desta vez.
Patrícia 21/02/2021minha estante
exatamente, uma leitura nada leve




Ane 20/02/2021

Este é um livro que pode desencadear algum tipo de gatilho em pessoas com problemas de ordem psicológica. ??
A narrativa de A redoma de vidro é feita por Esther, uma jovem que relata sua dores internas e suas angústias, mesmo quando cercada por amigos e colegas, em festas, aulas e/ou eventos da Universidade.
As paranóias, as tristezas e dores angustiantes da alma só tendem a piorar quando ela fica na ociosidade frustrante no período de férias.
Nada consegue suprir o vazio que surge no interior da jovem, nem família nem amigos, nem amores. A necessidade de acabar com o que ela define como "uma vida vazia e imóvel" e "um mundo inteiro é um sonho ruim" a faz buscar diferentes maneiras de acabar com a própria vida.
Após algumas tentativas de suicídio, a família opta por levava a fazer um tratamento psiquiátrico.
O período e os processos do tratamento também relatados por Esther, e suas angústias, frustrações inexplicáveis, vazia emocionais e psicológicos são colocados sob o papel de maneira a mostrar ao leitor os sentimentos que habitam a mente das pessoas que sofrem de depressão.
comentários(0)comente



Lara 20/02/2021

Em uma redoma de vidro
No começo do livro você já nota que Esther é uma mulher diferente das outras, principalmente de sua época. Enquanto as demais estavam animadas e ansiavam por uma vida em família, Esther já não enxergava todo o glamour que tentavam fazer isso parecer.
Achei bem doloroso as sutis infelicidades do cotidiano, tudo parece sem sal, sem graça, como se você estivesse vivendo do "lado errado da realidade" enquanto os outros estão bem.
Esther é interessante porque as descrições que ela faz sobre as situações que passa são muito autênticas e intensas, como um relato real.
Com efeito disso, deixo o alerta para pessoas mais sensíveis que esse livro tem passagens que podem abalar bastante, pois de certa forma a gente entra na cabeça de Esther e imerge em sua depressão.


"Estaria sempre sob a mesma redoma de vidro, sendo lentamente cozida em meu próprio ar viciado." A redoma de vidro - Sylvia Plath
comentários(0)comente



juliabarros 19/02/2021

deveria vir com aviso de gatilho
é um livro pesado mas a leitura é bem fluida e eu gostei bastante. em alguns momentos tive que parar de ler porque estava me afetando mas vale a pena. as reflexões são válidas e em certos momentos rola até uma identificação com a protagonista.
comentários(0)comente



babi 17/02/2021

temas importantes numa leitura cansativa
sim, o livro fala sobre coisas interessantes e que geram muitas discussões, mas eu não gostei da escrita nem de como as coisas foram colocadas. tenho vontade de ler os diários dela também e quero ver se a leitura vai ser um pouco melhor
comentários(0)comente



Lua Goulart 16/02/2021

Para mim, o melhor deste livro é de longe a maneira como a autora conduz uma narrativa que causa em nós, leitores, os sentimentos da protagonista: vazio, tristeza e então, alguma esperança.
comentários(0)comente



edu 15/02/2021

Tenho Depressão
Comecei a ler o livro sem nem saber do que se tratava e terminei no fundo do poço ? AMEI
comentários(0)comente



Carol 15/02/2021

Tema sensível
Conheci este livro através do clube de leitura que participo, gostei dele mas só recomendo a leitura se vocês estiver em um bom momento, pois trata de assuntos sensíveis e delicados.
comentários(0)comente



Brunav_ 14/02/2021

Que livro!
Antes de qualquer coisa: GRANDE Sylvia! Que pena que tenha partido tão cedo. Após essa leitura, agora entendo o tamanho de sua grandeza, da grandeza de seu nome.
Sem palavras para descrever o quanto esse livro é lindo e poético. Apesar de toda a tristeza descrita, nós acabamos de do tocados por algumas situações por sermos humanos e tem coisas que não dá pra abstrair, mas ao mesmo tempo Sylvia Plath consegue deixar tudo muito poético para que nós leitoras e leitores não seja atingidos por sua angústia e "apenas" conheçamos sua história. É possível perceber pensamentos dos anos 50 mas que perduram até hoje. Em momentos de crise em um país, os direitos e a integridade das mulheres é uma das primeiras coisas as serem feridas e em algumas passagens do livro, Esther deixa isso subentendido para nós leitoras(es) - como por exemplo, ainda nos dias atuais, se fala no voto de castidade etc.
Esse livro é mais um daqueles que com certeza ficará marcado em mim. Apesar da luta de Esther, sentirei falta de sua companhia ??
comentários(0)comente



luc 14/02/2021

não teve nenhuma redoma de vidro no livro, mas ainda foi legal
comentários(0)comente



Caroline.Prado 14/02/2021

É tão pesado e imensamente triste!

Em muitos pontos, compreendi e até mesmo me identifiquei com a Esther, suas dúvidas, paranóias e dramas. Pode parecer drama para alguns, mas para a personagem tinha uma carga altíssima de sentimentos.

Não houve um motivo específico para a depressão de Esther, mas em vários momentos é perceptível o começo da depressão: isolamento social, falta de vontade de sair da cama, insônia, tristeza repentina, entre tantos outros.

Além disso, há muita cobrança em cima da personagem para que a mesma tome um rumo na vida, seja próspera na sua carreira e ainda tenha filhos e marido, tudo com grandeza. Ela tinha que ser perfeita, casar virgem, ser a mulher ideal.

O tratamento médico é gravíssimo. Embora saiba que antigamente tratamento com choque era algo comum, ainda me choca ler sobre isso, e ainda mais considerando que a própria escritora sentiu na pele a sensação desse tratamento.

É um livro forte, porém necessário.

"Mas eu não tinha certeza. Eu não tinha certeza de nada. Como eu poderia saber se algum dia - na faculdade, na Europa, em algum lugar , em quer lugar - a redoma de vidro, com suas distorções sufocantes não se fecharia novamente?"
comentários(0)comente



476 encontrados | exibindo 1 a 16
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 |