Casa de pensão

Casa de pensão Aluísio Azevedo




Resenhas - Casa de pensão


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Lannah 26/03/2020

Não esperava muito de uma leitura obrigatória mas até que foi razoável. Entretanto, fiquei um pouco irritada com muitas atitudes dos personagens durante o livro.
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Toni Siqueira 31/12/2019

Casa de Pensão
Aluízio de Azevedo repete nesta obra o mesmo enredo de o Cortiço, narra acontecimentos da Rio de Janeiro de fins do século XIX no ponto de vista determinasta.
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Marcelo 02/12/2019

Dinâmica social que ocorre hoje /INCLUSIVE
Escrito em 1884. É um romance baseado em um acontecimento verídico. (assassinato)

Resumindo, o autor expõem dramas dentro de uma pensão.

Mostra que naquela época as amizades eram hipócritas, as pessoas tinham interesse puramente material, segundas intenções, desejos obscuros, etc.

Daquele tempo pra esta, nada mudou em relação a isto.


Peter 13/09/2019

Uma surpresa do vestibular.
Não imaginava que ia gostar tanto desse livro.
O enredo é simples: Amâncio, um jovem rico maranhense, vai ao Rio de Janeiro para estudar medicina, mas só quer saber de festa e mulheres. Ele começa a morar numa pensão, que tem igualmente pessoas com desejos egoístas sobre ele e seu dinheiro.
Vamos ter a história dele e outras personagens e suas trapalhadas, mas com aquela ironia e humor ácido do naturalismo, o que eu adorei.
Uma leitura muito boa pra apreciadores desse tipo de humor.
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Caio 21/12/2018

Livro muito bom: Naturalismo e realismo de qualidade.
Eu gosto muito desse movimento artístico, literário naturalista e realista. Com a ciência florescendo muito rápido, mudanças sociais constantes, realismo é o retrato real da sociedade nao importa do que seja: Burguesa, da pobreza independente da situação das pessoas.
Aluísio Azevedo foi o primeiro escritor que li sobre esse movimento e que me apresentou esse tipo/gênero de história, Fantástico. Nessa obra fala de um rapaz ingênuo, sonhador, e amante do luxo, do romancismo puro como retratava o romantismo. Só que ao longo do tempo ele vive situações que lhe mostram a realidade: Pessoas invejosas, interesseiras, falsas, vivem de aparências na classe burguesa carioca. Elas usam Amancio (sendo ingenuo, generoso, amoroso) como uma mina de ouro: Pedem dinheiro para ele para tudo para pagar qualquer tipo de conta, nisso demora para ficha dele cair. Ele é mulherengo e supostamente se apaixona pela Amélia irmã de Coqueiro que este utiliza a irmã para casá-la com ele com total interesse pelo seu dinheiro. Enfim, ele vive ao redor de pessoas mentirosas que só querem usá-lo e ele demora para despertar para a realidade. No naturalismo, o ambiente, a criação na infância interfere no comportamento da pessoa e ajuda determinar seu destino (Determinismo), isso tudo foi a sua ruína. A História foi focada em um evento que abalou o Rio de Janeiro na década de 1870 em um caso verídico (Questão Capistrano) o livro é lançado em 1884. Obra fantástica que valeu toda leitura e tem um grande aprendizado: Nao seja ingênuo, mantenha os olhos abertos e entenda o Naturalismo.
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Maleno Maia 09/12/2017

Forte traço do realismo de Azevedo
Uma vez li uma resenha falando que esse livro é nitidamente inferior ao Cortiço. Eu já não sustento essa opinião. Aqui em Casa de Pensão percebo um romance mais realista, caminhando para o Naturalismo, escola muito bem defendida pelo maravilhoso Aluísio Azevedo. É claro que aqui o Naturalismo ainda não é explorado em sua máxima riqueza como em O Cortiço ( essa sim é sua melhor obra), mas percebemos coisas bem similares, como a valorização do coletivo e a descrição de personalidades e ambientes de forma detalhada e bem realista; diante disso, eu conseguia mesmo imaginar a feição das pessoas, as suas roupas, os trejeitos, como se estivesse assistindo a um filme.
Eu gosto muito de Aluisio e com certeza é um dos maiores escritores do Brasil. Sua forma de escrever aqui nesse livro é rica, detalhada, percebe-se como ele tinha um vasto vocabulário. As ações sempre descritas de forma minuciosa. A linguagem aqui não foi tão enxuta quanto a de O Cortiço, achei-a mais fluida e com menos termos difíceis quanto ao outro.
A única ressalva seria que em algum instante a história se torna monótona e um pouco cansativa, mas num saldo final vale a pena a leitura; é um livro riquíssimo e que mergulha na hipocrisia das pessoas, nos jogos de interesses, nas sujeiras humanas e intrigas.
A obra foi inspirada na Questão Capistrano: um fato real que abalou toda a cidade do Rio de Janeiro.
É uma grande obra, intensa, enebriante, que te deixará aturdido por ver pessoas manipularem os outros por puro interesse.
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Lara.Rastrello 20/09/2017

Nem tão ruim para uma decepção e nem tão bom para "bom"
O ponto alto do livro é a descrição da criação do protagonista, tanto em termos de educação e relação com a sexualidade. Infelizmente achei fraco a contextualização histórica. Eu esperava uma narração mais crítica no período. A impressão que tive foi que o autor acelerou o enredo no começo...depois enrolou e o desfecho foi tão rápido e surpreende. O problema que o surpreende não foi bom. Ficou a sensação...é só isso?? Outro ponto que achei chocante foi a comoção da saída de Amâncio da cadeia e na m---------e (spoiler). Se a ideia geral do livro era sobre as pessoas com interesse financeiro no Amâncio, parece que o final do livro( com toda aquela comoção após o acontecimento) não é muito convincente. Uma vez que as pessoas com suas manifestações emocionais não garantiriam beneficio algum.
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Livros, câmera e pipoca 01/08/2017

Casa de Pensão
Este romance de Aluísio Azevedo foi inspirado num fato real, a Questão Capistrano, crime que sensibilizou a cidade do Rio de Janeiro em 1876/77, envolvendo dois estudantes. O livro foi publicado em 1884, seguindo os padrões dos estilos Naturalista e Realista. Para mim Aluísio Azevedo é o melhor autor deste movimento literário. Além de escritor, ele é sobretudo um crítico social.

site: https://livroscamera.wixsite.com/meusite/single-post/2017/02/16/Resenha-Casa-de-Pensao
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Sandrinha 13/06/2017

Gostei muito do livro!Casa de Pensão, escrito em 1884, juntamente com O Cortiço são consideradas as obras-primas de Aluísio Azevedo. Ambas descrevem a vida nas pensões chamadas familiares, onde se hospedavam jovens que vinham do interior para estudar na capital.
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Valério 20/04/2017

A história que se repete
Casa de pensão, apesar de ter sido escrito no século XIX, conta uma história que se repete no tempo. Por isso permanece atual.
O rapagão, que só quer saber de rabo de saia, filho de família abastada. Mulher interesseira, que se envolve com o rapaz para fisgar sua fortuna e, enquanto se relaciona com ele, explora as benesses de sua conta corrente.
Mas o mote principal vem quando o rapaz percebe as intenções reais e resolve abandonar a rapariga.
Como também há casos atuais, a moça e sua família se fazem então de vítima e resolvem processar o desavisado.
Um parêntese: Há, sim, casos em que o homem abusa da confiança e ilude jovens mulheres desavisadas. Mas há também o caso em que essas moças de desavisadas e inocentes não tem nada. Este é o caso do livro (antes que seja apedrejado por machismo. Não fui eu que escrevi o livro. ;-) Então o eventual machismo existente seria do autor. E não meu)
Continuando: Então, a questão que surge é: quem é o verdadeiro vilão? Há justiça no rapaz ser processado e condenado? Preso?
A partir daí, há reviravoltas e um desfecho forte.
Mais que isso, seria spoiler.
Grande livro
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Daniel 21/11/2016

Casa de Pensão
Resenha no link abaixo!

site: http://blogliteraturaeeu.blogspot.com/2016/11/casa-de-pensao-de-aluisio-azevedo.html


Celso 19/02/2016

Final surpreendente
Gosto bastante dos livros do Aluísio Azevedo, este é muito bom, tem um final surpreendente, além disso, o personagem principal é do Maranhão estado onde nasceu o autor, logo o livro tem muitas anedotas quanto aos costumes e origem do personagem além de uma crítica social da época.
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Paulo Victor 30/09/2015

Casa de Pensão é um romance que conta a história de Amâncio, um jovem maranhense de 20 anos, que foi para o Rio de Janeiro não apenas para estudar, já que seu verdadeiro propósito era desfrutar da boemia da corte, farrear e conhecer mulheres. Chegando ao Rio de Janeiro, hospedou-se na casa de Campos, um amigo de seus pais.
Incomodado com as regras e a monotonia da casa de família, resolveu aceitar o convite de ir morar numa casa de pensão comandada por João Coqueiro e sua mulher, Mme. Brizard. Estes, por saberem da fortuna de Amâncio, empurraram de todas as maneiras Amélia, irmã mais nova de Coqueiro, para cima do rapaz na esperança de que ele se casasse com ela.
Amâncio era um rapaz vagabundo, que não gostava de estudar e almejava ter o diploma apenas por status social. E não bastasse, tinha como característica uma libido aflorada, que fazia com que desejasse quase todas as mulheres que estavam ao seu redor e em consequência disso e da pressão da família Coqueiro, começou a manter relações com Amélia por um longo período.
Com o passar do tempo, Amâncio percebeu as verdadeiras intenções da família Coqueiro e que estava sendo explorado financeiramente. E juntando o útil ao agradável, resolveu voltar para o Maranhão no pretexto de visitar a mãe. Ao perceber suas intenções, João Coqueiro fez uma denúncia às autoridades acusando o rapaz de ter violentado sua irmã e estar fugindo da responsabilidade de casar-se com ela.
O jovem ficou preso por alguns meses, mas logo foi absolvido. Coqueiro e sua família passaram então a ser alvo de chacota da sociedade. Todos estavam a favor do estudante, condenando-os por suas ações. Revoltado, Coqueiro pega um revólver que herdou do pai e vai até ao hotel Paris, onde Amâncio estava hospedado e mata-o. A história termina com a mãe de Amâncio chegando ao Rio de Janeiro e descobrindo sobre o assassinato do filho.
Escrito por Aluísio Azevedo em 1884, o romance foi inspirado em um fato real denominado “Questão Capistrano”, um crime que chocou o Rio de Janeiro em 1877. Os instintos sexuais, as intrigas e as críticas sociais presentes no livro são características do naturalismo. Sem dúvidas, um dos melhores livros da época, representando de maneira estupenda a escola literária em que foi escrito.



Ellenzinha 26/09/2015

Muito bom!
Está é uma obra clássica da literatura brasileira. Todos deveriam ler ao menos uma vez. Um romance que desperta a curiosidade em nossas mentes. O preconceito estampado na sociedade antiga e suas desvantagens. O desejo de um casamento com amor que a mocinha deseja e os planos de um pai que prefere um casamento arranjado. Vidas que se cruzam e se vão.
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Lilly 14/05/2015

Realmente o livro que escolhe o leitor
Por diversas vezes na minha adolescência tentei ler este livro é nunca consegui, à uns 4 anos atrás comprei este livro cheguei bem perto do final e não terminei, quando foi agora comecei a ler tudo de novo. E para minha surpresa comecei a ver o livro com outros olhos. Uma leitura agradável e ao mesmo tempo rebuscada.
Nesse romance é difícil dizer "moço e vilão ". Pois todos tem suas falhas
Amâncio de família rica do Maranhão vem para a corte "estudar ",o que ele mais quer é curtir a vida na corte,é um canalha para com as mulheres, dizem que a ama só para chegar a um fim,mas no fundo no fundo nunca amou ninguém, além de si ppróprio,e a única mulher quem realmente amou foi sua mãe. Ele quer se envolver com a mulher do Campos, sendo que este homem que o acolheu assim que chegou na corte. Então podemos ver que nosso personagem tem um caráter um tanto duvidoso.
João Coqueiro homem tirado a esperto, que faz tudo para tirar bom proveito em tudo, não quer perder a pose social,por essas e outras se casou com a francesa Me Brizard , um casamento de conveniência, pois Me Brizard muito mais velha que João Coqueiro.
Coqueiro se aproximou de Amâncio visando um casamento do moço com sua irmã Amélia, pois seria vantajoso para ele. Coqueiro permite que sua irmã durma com o jovem afim de chegar ao Matrimônio, mas não é isso que acontece......
Amélia uma personagem que engana pensamos que é uma mulher pura de sentimentos e não é nada disso.
Aluísio mas uma vez nos surpreende com seus romances bem escrito, e com personagens muito humanos, pois neste livro podemos ver que muitas pessoas vivem de aparência, para essa sociedade tão preconceituosa. É um livro que mostra o ser humano com suas falhas e fraqueza.
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