Leite Derramado

Leite Derramado Chico Buarque




Resenhas - Leite derramado


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Marcos Bassini 16/04/2009

Panos
Existem, entre outras, inúmeras, duas tramas inesquecíveis sendo tecidas ao longo deste romance que é, não sem razão, um deleite até para a crítica.

Uma é o próprio enredo do livro, um velho num leito de hospital, narrando, através de caducas reminiscências, a história da sua família, usando como pano de fundo a história do país com sua política, seus costumes e suas mazelas (fingindo aqui não estarem aquelas contidas nesta).

A outra, como já insinuei no parágrafo acima (você se recorda?), é a mecânica da memória, estes panos pingando lá do alto, que nunca conseguimos agarrar, apenas puxar de cada um deles um fio que, enredando-o a outros, guardados onde não sabemos, transformamos em panos que jogamos lá embaixo para nós mesmos.

Chico Buarque, agora com pleno domínio da narrativa, planejando o segundo exato de conceder ao leitor uma nova informação (ou dúvida), conseguiu de mim o mesmo que nos seus shows: a sede de bis quando as cortinas se fecham e o pano cai como uma chapa de leite negro derramando-se no palco.
Samyta 14/04/2009minha estante
Brilhante resenha, Marcos!

Fiquei instigada a ler...



caramelim 17/04/2009minha estante
inspirado, hein!

uhuuuuu!


Aryana 24/04/2009minha estante
Acho que discrepamo um pouco. Fiz uma resenha também, pequenina, na outra edição!


Nessa Gagliardi 19/08/2010minha estante
Linda resenha!!!


Agatha 15/11/2011minha estante
A melhor resenha das que li. Pena que poucos compreenderam o livro da forma que você fez.


Ninha Machado 26/06/2014minha estante
Linda resenha! Fiquei com mais vontade ainda de ler


Bianca 10/01/2018minha estante
UAU! Excelente resenha.




Jim do Pango 06/07/2010

Um leve espírito
Leite Derramado faz jus às alusões unanimemente positivas que recebeu da crítica literária: é, de fato, extraordinário. É belíssimo.

Antes desse livro, o escrito Chico Buarque não havia me despertado grande interesse. Por nenhum motivo específico, naturalmente. É que Se chega a uma fase da vida em que você descobre que (infelizmente) não vai conseguir ler tudo o que quer, então é natural que haja uma seleção maior das obras e escritores. Não bastasse, é justo nessa fase que também se descobre que é preciso volver à algumas obras do passado, que são sempre representadas por uma vasto acervo, cada vez mais vasto à medida que os anos se acumulam. Por essas e outras razões permanecia ignorando o Chico Buarque.

Foi então que, depois de ouvir e ler um pouco a respeito desse livro específico, de repente, ele começou a ganhar forma em minha estante. Ele se materializou ainda mais e quase ficou palpável ao lado daquele meu velho Alexandre Dumas quando chegou uma indicação da pessoa mais sensível que conheço (minha namorada). Esse último acontecimento já me dera motivos suficientes para o Chico Buarque tomasse a dianteira na ordem de leitores que me aguardam na estante, porém, faltava ainda uma última cartada para que o livro fosse parar em minhas mãos (e não estou me referindo ao fato de tê-lo ganho justamente de presente no dia nos namorados, isso naturalmente ajudou, e muito, mas não foi isso); essa última cartada de que faltava, que para atingir o mesmo efeito posso bem nomear de uma última ponte que me ligaria ao romance, veio de um curto raciocínio lógico, que tento reproduzir agora:

Pensei em “Tanto Mar”, a belíssima canção em que o Chico Buarque trata da Revolução dos Cravos. Refleti que é espantoso o fato de o Chico conseguir dizer tanto sobre um evento histórico tão importante em tão poucas linhas, em tão poucos versos e ainda emocionar. Foi a partir dessa premissa que me questionei: o que alguém como o Chico – que consegue em um verso de uma canção registrar tanta coisa bonita e passar tanta emoção – faria escrevendo um livro?

A resposta, agora me parece ainda mais evidente, já estava presente na aceitação da obra pela crítica especializada. A resposta estava ali e foi exato o que pude confirmar nas pouco menos de duzentas páginas em que o velho senhor Eulálio Montenegro D’Assumpção narra suas memórias.

E ele fez esse livro que faz sorrir em muitos momentos e, portanto, diverte.

Fez esse livro que desperta certa melancolia em outros e, portanto, emociona.

O protagonista em dado momento diz que a sua Matilde tinha “um espírito leve”, como a dizer que ela não guardava rancores por muito tempo, mas é o próprio protagonista que revela o espírito mais leve desse romance na maneira estóica com que narra as agruras de sua família.

Ademais, são tantos e tão precisos os relatos de um tempo que já não existe, e que o próprio autor não viveu, que deixa a forte impressão que a obra tem bases sólidas, erigidas em detida e séria pesquisa.

O curioso é que, antes do fim, voltei a pensar em “Tanto Mar” quando vi o Eulálio dizer: “[...] O bar fechava ao amanhecer, e eu ia dormir um pouco mareado. Vedava a escotilha do meu camarote de popa, para não ver o acúmulo de oceano que mais e mais me afastava da minha mulher.” (p. 58).

Esse “acúmulo de oceano” me soou como: “Sei que há léguas a nos separar: tanto mar, tanto mar; sei também quanto é preciso, pá, navegar, navegar.”

Li o livro de um só golpe, como sua composição exige. Antes de voltar a ele, irei atrás de outros títulos do escritor Chico Buarque, é evidente, mas fato é que pretendo voltar e reler. E Dessa vez, pretendo fazer como se deve: com vigor e vagar.
Carla Macedo 05/10/2010minha estante
Carteaux.
Muito boa sua resenha. Quem convive com pessoas mais velhas e/ou tem sensibilidade suficiente e sabe olhar o outro, percebe a poesia deste livro. O li pouco tempo após ter assistido ao filme "O estranho caso de Benjamin Button" e uma conversa sobre velhice em um evento familiar. Então minha cabeça estava cheia de reflexões a esse respeito. Quando o livro chegou em minhas mãos aconteceu como você mesmo disse, e bem dito,o li EM UM SÓ GOLPE!(rs) Dei muita risada quando, perto do final do livro, Chico nos prega uma peça com o lápso de memória da personagem que achei que era eu quem tinha me atrapalhado na leitura. Se terminasse alí seria perfeito!




Felipe Albiero 27/05/2011

Deveras cansativo.
Imagino que criei expectativa demais acerca deste livro. Decepcionei-me.

Um velho falastrão em pleno leito de morte, uma tagarelice sem fim. Estórias, histórias e o conteúdo? Nada muito proveitoso... Para quem busca sempre por algo de cunho mais reflexivo, passe longe deste livro. A medida que eu lia, pensava: "Espero que na próxima página a história ganhe fôlego e aconteça algo interessante".

Quando mais eu esperava que acontecesse algo, mais o velho falava, falava e falava - sem nada dizer, enveredando-se por um devaneio sem fim e tornando a obra cada vez mais obtusa. Até que fui fiel a mim mesmo e parei a leitura na página 40.

Acredito que um livro com conteúdo idêntico, porém escrito por "Astrogildo da Silva", não angariaria tantos fãs.

'Chico, devolve o jabuti!'


Grande abraço a todos.
Heidi Gisele Borges 16/01/2010minha estante
Também concordo com a sua resenha! Consegui ir até o fim, mas sinceramente foi um sacrifício absurdo. Não vi lógica na história ainda. ^.^


Siba 31/07/2010minha estante
Também não gostei muito do livro só li até o fim por uma questão de honra digamos assim, achei um livro chato, ilógico uma hora ele estava aqui no presente logo em seguida ele tava lá no início do século confuso demais.


Monique Pacheco 09/05/2012minha estante
Faço minhas suas palavras. Esse livro não me acrescentou em nada. Criei tanta expectativa por ser o Chico e me frustrei. Que ele devolva o Jabuti e se limite a compor apenas.
Esse livro me lembrou uma frase de Carlos Drummond de Andrade:
"Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante."


Cris 11/11/2014minha estante
Concordo com todos vcs!So fui ate o fim tb por questao de honra hahaha


Bernadete 17/04/2015minha estante
Concordo plenamente, coloquei expectativas demais, cansativo.




eduardabuainain 09/07/2020

Gostei demais
Tem livro que foi feito pra ser lido no idioma em que foi escrito mesmo. Fico pensando em como a genialidade da história e da linguagem devem se perder numa tradução dessa obra. Fala sobre a história do Brasil, sobre racismo, zomba da aristocracia, brinca com a linguagem de um jeito sensacional. Não achei nem um pouco monótono por ser um monólogo, e eu simplesmente ADOREI essas digressões desorganizadas e repetidas, como se realmente fosse o fluxo de memória do velho. Adoro o jeito que o Chico escreve!
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@Flafli 28/10/2010

“Se com a idade a gente dá para repetir casos antigos, palavra por palavra, não é por cansaço da alma, é por esmero. É para si próprio que um velho repete sempre a mesma história, como se assim tirasse cópias dela, para a hipótese de a história se extraviar.” (Frase dita por Eulálio no monólogo “Leite Derramado” de Chico Buarque)

Essa é a frase chave para descobrir se realmente quer embarcar nesta leitura. Imagine se um velhote desconhecido, com 100 anos de idade, virasse a você e começasse a despejar um monte de histórias da sua vida... sem tempos exatos, cheios de preconceitos, petulância, contradições e amores, vividos numa sociedade carioca decadente. O engraçado é que durante a leitura você começa a julgá-lo... No decorrer do texto é possível fazer leituras nas entrelinhas, pois o personagem deixa dúvidas e suspenses em sua fala. É preciso ter paciência e querer escutar o que o Sr. Eulálio tem a dizer desde os ancestrais portugueses até os tempos atuais... passando por dois séculos... entre idas e vindas. Se você não está “no clima” é melhor nem começar a ler.

Não é o meu tipo de leitura preferido (não sou fã de monólogos), mas achei interessante para uma análise social. É possível tirar várias características de uma sociedade carregada de aparências e machismos.
Monte Cristo 09/01/2012minha estante
Essa frase também me marcou!




Lima Neto 13/04/2009

fraco
nunca tinha lido nada de Chico Buarque, e resolvi começar justamente por este, que é seu mais novo livro, tão elogiado pela crítica e público.
confesso que admiro muito Chico como cantor e compositor, e talvez por isso tenha me deixado levar a conhecer o Chico Buarque escritor, romancista. talvez tenha sido esse o meu erro: ter me deixado levar pelo nome do escritor, muito mais do que pelo desejo de conhece-lo propriamente dito.
já tinha ouvido algumas críticas não muito favoráveis ao escritor Chico Buarque, mas eu nada falava, afinal de contas, não tinha lido, até então, nada dele. mas agora posso falar: todas estas críticas tinham e têm fundamento, sim.
o livro, pelo menos o "leite derramado", é muito fraco. muito bem escrito, com um português perfeito, com descrições magníficas, com os diálogos, ou monólogos, muito bem produzidos, mas, de maneira geral, o livro é um fiasco. é muito disperso, um devaneio sem fim, muitas vezes sem pé nem cabeça, pouco linear.
a ideia central do livro é perfeita, a de um homem que, ao fim de sua vida, debilitado, em seus devaneios, resolve contar, muitas vezes a uma enfermeira que não o escuta, sua vida e a vida de seus familiares. mas, ao meu ver, a ideia não foi bem explorada, pois a narrativa, por ter sido muito dispersa, talvez, afaste um pouco o leitor o objetivo central, o faça sentir-se pouco propenso a se envolver com a historia.
eu, que já tinha um pé atrás quando o assunto era Chico Buarque como escritor, agora tenho os dois. melhor eu ficar a admira-lo como cantor e compositor.
Claudia Furtado 05/09/2009minha estante
Concordo plenamente!


uyara 27/02/2014minha estante
Talvez você tenha começado com a obra errada. Tente Budapeste. É excelente.
beijo.




Milena Lemos 12/07/2020

Um livro muito bem escrito, porque só assim pra você ter certa empatia pelo protagonista.
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Roberta.Mariz 01/05/2020

É um livro curto, rápido, como os pensamentos e lembranças são...
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kassya 30/10/2009

Minhas Impressões
Minhas Impressões

Minha primeira vez lendo Chico Buarque, então por si essa novidade me encantou. Ultimamente eu tenho descoberto que gosto de gêneros muito antagônicos, mas igualmente prazerosos.

É um livro bem diferente na forma que foi escrito, e muito sensível. Apesar de ter me assustado com algumas descrições mais ousadas.
Muito comovente e intenso, me fez pensar em muitas situações e principalmente na fragilidade do ser humano, à medida que o tempo escorre das nossas mãos.

“Com a idade a gente da para repetir velhas lembranças, e as que menos gostamos de revolver são as que mais persistem na mente com maior nitidez"

"Na velhice a gente dá para repetir casos antigos, porem jamais com a mesma precisão, porque cada lembrança já é um arremedo de lembranças anterior”.

“Se com a idade a gente dá para repetir casos antigos, palavra por palavra, não é por cansaço da alma, e por esmero. É para si próprio que um velho repete sempre a mesma historia, como se assim tirasse copias dela, para a hipótese da historia se extraviar”.
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anaxcarol 20/02/2010

Estilo primorozo
"E qualquer coisa que eu recorde agora, vai doer, a memória é uma vasta ferida"

Levíssimo. E primorosamente bem escrito.Chico é um genio. Não, é um poeta mesmo. Terminei o livro sem perceber, cada 50 pag com a brevidade de uma lembrança e a mesma profundidade que ela arrasta.Em meio a devaneios e digressões nos tornamos confidentes do interessante protagonista eulalio. O velho possui uma vida q daria uma demorada novela, porém, C.B. consegue transmitir toda a sua profundidade num pequeno trailler, suficiente em si mesmo. O grande diferencial do livro é o estilo q Chico imprime a sua narrativa com a colocação do lirismo, seu grande talento. Ele, como ninguém, sabe que o bom lirismo eh leve. É como se as memórias de Eulalio só guardassem o lirismo de sua vida. E ñ será isso mesmo o q fica? Pra completar, ainda eh possivel extrair do livro uma interessante crônica da sociedade brasileira, do império até os dias atuais, devido aquela interessante qualidade (e defeito) adquirido na velhice de falar o que se pensa de verdade, sob o perdão da senilidade e a pressão da morte iminente. Ñ se pode narrativizar a história d Eulálio, descobrir se ele foi mesmo corno e etc. O livro dever ser escutado e saboreado, assim como as músicas de Chico.
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silastorres 04/03/2010minha estante
tua resenha foi a melhor q li sobre o livro, to com água nos olhos pra ler ele.. =x




Anica 07/09/2009

Leite Derramado (Chico Buarque)
Em março desse ano chegou nas livrarias o mais novo livro de Chico Buarque, chamado Leite Derramado. Sobre todo o falatório da época do lançamento, tal e qual de como achei extremamente positivo o que o Chico faz com a literatura no Brasil, eu comentei lá no Blog do Meia Palavra (http://blog.meiapalavra.com.br/2009/03/28/leite-derramado-chico-buarque/). No final das contas eu nem preciso dizer que estava curiosíssima para conferir, o que é um dos elementos que contribuiram para que eu acabasse devorando o livro.

Mas bem, não é o único elemento. Chico é um grande escritor. Mas tipo, saca Alain Prost na F1? O cara era fenomenal, um dos melhores pilotos da história. Competente, preciso, metódico. Tão frio que chegava a contrastar com o excesso de arrojo do Ayrton Senna. Ok, a comparação parece esquisita, mas vamos lá: o fato é que Leite Derramado foi um livro meio Alain Prost.

A narrativa flui perfeitamente. É gostoso de ler a história de Eulálio, acompanhá-lo nos devaneios sobre o passado como se você fosse a enfermeira com quem ele passa a maior parte do tempo conversando. Está tudo ali: algumas frases daquele tipo para anotar na agenda, parece que saiu de alguma poesia até. Aquele mistério que fica pendendo durante toda a história, prendendo sua atenção. Uma espécie de fluxo de consciência verbalizado que representa perfeitamente o pensamento caótico de alguém que já não confia mais na própria memória, mas ao mesmo tempo reconhece que as memórias são seus bens mais valiosos.

É bom. Mas. Hum. Falta qualquer coisa ali. Aquele detalhe que faz você colocar um livro numa estante à parte, pensando “Ok, agora esse cara fez algo como nenhum outro fez” – sentimento que tive com o Budapeste, por exemplo. É claro que eu não espero que o Chico só publique obras primas, entretanto eu tinha cá para mim que ele viria com qualquer outra cartada surpreendente. Porém, o mais irônico é que embora o livro não tenha me agradado tanto quanto eu esperava, talvez esse fosse o livro que eu recomendaria para um primeiro leitor do Chico experimentar. Talvez até por não se aventurar em qualquer novidade literária, o livro pode ser mais palatável para o público em geral.

E acreditem, vale a pena ler. Só talvez não com tantas expectativas.
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Breno Vince 26/01/2015

Livro para aprender a gostar de Ler
Um bom livro. Assim defino Leite Derramado. Uma boa história que é bem escrita, mas, ao meu ver, não é, nem de longe, genial. Sobre a história de um homem de idade avançada remexendo suas memórias, sobretudo de Matilde, a mulher da sua vida, que ele ora tem certeza absoluta de que o traía e ora a tem como santa, confesso que não achei original por ter me lembrado bastante Dom Casmurro, mas ainda assim vale a pena ser lido. Uma leitura fácil, rápida, que envolve (embora, ao meu ver, provavelmente não se torne o livro mais marcante que vá ler na vida) além de agregar conhecimento.
Rafa P. 01/04/2015minha estante
Breno foi a mesma impressão que tive lendo o livro, me lembrou Dom Casmurro.




Tiago 14/11/2015

Vale a leitura
Me lembra Dom Casmurro.
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rezinhanit 25/03/2011

Decepção !
Como a forma de se expressar por diversos meios, tb demonstra suas diferenças !
Sou apaixonada pela maneira como o Chico transmite emoções em suas letras e no entanto, como essa mente brilhante se perde neste livro.
Leitura arrastada, de difícil interpretação devido ao exagero nas suas divagações.
Em um momento vc tem a sensação de que se achou e que entendeu o enredo do livro, mas logo a seguir, percebe-se que está perdido outra vez. Cheguei a cogitar a possibilidade da minha ignorância literária, tentando pela segunda vez a mesma leitura, mas desisti. Não li outros livros para compará-los a ponto de modificar a impressão que tive em relação a esse, mas ainda prefiro suas músicas.
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Monique Pacheco 09/05/2012

Tempo Perdido
Depois de terminar a leitura deste livro só consegui me lembrar de uma máxima de Carlos Drummond de Andrade: "Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante."
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