Os Sete

Os Sete André Vianco




Resenhas - Os Sete


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Dani Rodrigues 17/07/2010

Apostasia, umbrífero, espúrios, perscrutador... nossa, quantas palavras novas esse livro foi capaz de acrescentar ao meu vocabulário!! Como você pode imaginar, tive que recorrer ao dicionário diversas vezes, porém, isso não foi obstáculo para a leitura.

Os Sete é o primeiro livro que eu leio de André Vianco. E para NÃO variar (risos), é sobre vampiros! Mas nada de vampiros bonzinhos como os que estão sendo lançados no mundo literário ultimamente. Mas também nada de tããão maldosos como os vampiros de Stoker. Acho que o autor conseguiu um meio termo que me agradou.

Tudo bem que o livro começa frio, depois amorna, depois fica frio de novo, e morno e quente! Tem que ter boa vontade em continuar a leitura em determinadas partes do livro. Explico-me: às vezes é meio repetitivo. É bem verdade que a segunda metade do livro é muito mais atraente, com mais ação, mais suspense.

A história se passa no sul do Brasil, onde amigos mergulhadores descobrem uma caravela portuguesa no fundo do mar. Dentro de tal embarcação há uma caixa de prata bem grande, super bem lacrada, onde consta a seguinte inscrição: “Nobres homens de bem, jamais ouseis profanar este túmulo maldito. Aqui estão sepultados demônios viciados no mal e aqui devem permanecer eternamente. Que o Santo Deus e o Santo Papa vos protejam”.

Sentiu a pressão?? Pois bem, é claro que a referida caixa foi aberta e no momento em que é violada, sete corpos inertes são descobertos. Enquanto pesquisadores e historiadores cogitavam sua origem, um vampiro desperta.. e detalhe: falando a língua portuguesa (de Portugal)! Ó gajo, prepare-se para dar boas risadas com esses vampiros que ficam impressionados com a energia elétrica e tudo mais.

Por fim, ouso dizer que o livro daria um bom filme. Seria bem diferente, mas bem interessante! E preparem os óculos, pois as letras são pequenas, infelizmente.

Acesse: www.notamosque.blogspot.com

Anderson Brito 19/07/2010minha estante
Eu estava me remoendo para saber sua opinião sobre este livro D. Espero um dia conseguir ler "Os Sete" sem abandoná-lo! Adorei a resenha, tocastes nos pontos chaves.


Thali Prado 21/07/2010minha estante
Adorei a resenha! Me convenceu a comprar o livro agora rs =]


Luan 27/07/2010minha estante
Eu achei que eu era o unico que ria com os portugueses no Brasil, quando eu falava que o livro era divertido ninguem entendia =]


Taís 27/07/2010minha estante
Fico imaginando se transformassem esse livro em um filme 3D. Seria perfeito.


Vê Tezoni 15/06/2011minha estante
Curti a resenha, eu tb acho que daria um filme perfeito, ou até um mangá. Nossa, se saisse filme eu realmente assistiria na estréia. É demais!!!


Artur 21/06/2011minha estante
Adorei a resenha, descreve muito bem livro! Por mais que e não tenha gostado do livro é inegavel seu potencial e pontos fortes.


Larhinha 26/12/2011minha estante
Otima resenha!, estou aguardando como todos os fãs de André Vianco o filme, que ele mesmo nos prometeu!


26/12/2011minha estante
Só digo uma coisa: tenho orgulho deste livro ter sido escrito por um brasileiro. Ótima resenha de uma ótima história. Esses vampiros vale a pena conhecer.


Luan Teylo 24/02/2012minha estante
Ótima resenha. =)


Henrique 22/03/2012minha estante
Você fez uma ótima analise do livro, concordo que por vezes ele ficou cansativo mas perceba que Vianco através de coisas que parecem ser sem interesse demonstra a personalidade dos personagens, infelizmente varias pessoas não perceberam isto, mas vejo que assim como eu, teve pessoas que realmente se surpreenderam com a capacidade do autor manter os vampiros idealizados na cabeça de muitos e adicionar dons a eles sem que parecesse forçado. E não querendo ser patriota mas vamos da um credito extra por Vianco ser um autor nacional rsrsrs. E sua resenha Dani ficou muito boa realmente se eu não tivesse lido o livro iria lê-lo depois de ler sua resenha pois você destacou pontos muito fortes no livro.


Paloma 26/11/2012minha estante
Estou lendo o livro, e gostando. Vi aqui algumas criticas ruins quanto a transição de narrativa, a escrita e os clichês utilizados pelo autor. Não sei se tenho imaginação demais, porque não me perdi em nenhum ponto ainda. Estava até comentando com o meu marido que Vianco é brasileiro e soube trazer os "vampiros norte-americanos" pra cá, rs. Esse é o primeiro de outros livros que irei ler do autor.


Nairin 09/02/2013minha estante
Estou no terceiro capítulo e não achei nada que me faça seguir em frente com a leitura mas como eu sou brasileira... não desisto nunca!!!


Nairin 09/02/2013minha estante
Estou no terceiro capítulo e não achei nada que me faça seguir em frente com a leitura mas como eu sou brasileira... não desisto nunca!!!


Nairin 09/02/2013minha estante
Estou no terceiro capítulo e não achei nada que me faça seguir em frente com a leitura mas como eu sou brasileira... não desisto nunca!!!


Lilha 17/10/2013minha estante
Eu estava lendo-o a uma semana, parei no capitulo 5 e sinceramente desisti de ler. Mas lendo essa sua resenha me fez querer terminar de lê-lo. Ótima resenha ae rs :)


Giuzão 22/01/2014minha estante
Estou lendo, sempre fui meio desconfiado, autor deste tipo de fantasia Brasileiro costumava ser estranho para mim, mas o A Batalha do Apocalipse de Eduardo Spohr me fez ver o mundo d eoutra forma. kkk.

Estou gostando muti de Os Sete, rápido, fácil, sem enrolação e nenhum vampiro é emo e brilha no sol (com todo o respeito aos fãs de Crespuclo claro), pelo menos até agora. rs


Ângela 05/03/2014minha estante
Alguém sabe quais os livros que dão sequência a série?


Eliete 12/05/2014minha estante
Ótima resenha! Estou no capítulo 18 e também acho que daria um ótimo filme!


Petrova 24/01/2017minha estante
Parando pra pensar eu só tenho lido sobre Vampiros kkkkk
Nenhuma novidade aí kk
Adorei sua resenha!




Bighi 05/01/2009

Horrível
Nem adianta eu escrever uma longa resenha sobre esse livro. É, de longe, o pior livro que já li em toda a minha vida.

O estilo de escrita é tão ruim que parece ter sido escrito por um completo amador, alguém que nunca aprendeu nem as técnicas mais básicas da escrita.

Você gastaria melhor o seu tempo jogando paciência no Windows, ou lavando o banheiro com escovinha.
Pris 05/01/2009minha estante
Nossa, fiquei até com medo de ler o livro.


Gangrel 24/04/2009minha estante
Sei não...



Acho que um livro não precisa estar escrito com um português "politicamente correto" para ser agradável. O que vale é a imaginação.



Sei que não se agrada a todos, mas não acho um livro digno de ser esculachado dessa forma.


FNEVES 23/01/2010minha estante
Mas você o abandonou como sabe que é horrível? Até ande pode ler????


Dandara 26/01/2010minha estante
"lavando o banheiro com a escovinha" me fez rir pra caramba, haha!



Também nem consegui chegar ao final desse livro.


Maikon Parreira 06/11/2010minha estante
Tinha que ser você para me fazer rir com essa resenha. E olha que estava pensando em comprar o livro. Me convenceu a não comprar. Abç


#Anny Neres 24/11/2010minha estante
kkkkkkk' Acho que vc criticou mt hem. gostei da sua resenha rii mt, jopgar paciencia nmoword e horrivel. to na pag. 28 ta meio chato mais vou ir ate o final... tem tempo que quero ler esse livro ;;P


José Ramos 23/08/2011minha estante
Eu já ia comprar o livro, mas com esse cometário eu desisto..


Nícolas Reis 14/12/2011minha estante
perdão, mas eu acho que você esqueceu seu cérebro em alguma vala por aí :\


Nícolas Reis 14/12/2011minha estante
perdão, mas eu acho que você esqueceu seu cérebro em alguma vala por aí :\
Sério cara, esse livro é muito bom, Vianco é um Gênio, mas creio que você esperava ler algo parecido com Vampire Diares kkkkkkkkk


Bighi 14/12/2011minha estante
Cada um tem seu padrão e determina o nível de qualidade que está disposto a aceitar. Eu simplesmente não tenho paciência pra um livro que é composto de clichês sem graça e diálogos amadores.

Não que tenha algo de errado com clichês. Eles existem porque funcionam. Mas clichês são uma lâmina de dois gumes. Você precisa alterá-los, dar personalidade aos clichês para que fiquem bons. E não é o que acontece neste livro.

E o diálogo, então, é tão amador quanto algo escrito por uma criança da quarta série. Eu lembro exatamente do momento que me fez fechar o livro e nunca mais voltar a lê-lo: O vampiro malvado vai até um cais, sozinho, e fala "Ah, como é bom ser um monstro cruel".

Sério... "ah, como é bom ser um monstro cruel"? Eu acho que esse é a pior fala de um personagem que já li na minha vida, e olha que já li coisas muito ruins.

Eu nunca li Vampire Diaries (e odiei o primeiro episódio da série, o único que vi), mas eu não ficaria surpreso se o livro for melhor do que Os Sete. Não é difícil ser melhor que isso.

Pra ser totalmente honesto, eu diria até que o manual de instalação do meu ventilador de teto tem uma maior qualidade literária que Os Sete.


Matheus 11/05/2012minha estante
Juro que este livro estava na lista dos livros que vou comprar na Bienal, na próxima semana. Depois de ler tantas resenhas e comentários aqui, desisti. Não está mais na lista. Quem está dizendo que uma boa escrita não é tão importante, não deve saber o que é ler bons livros.
Não quero ter que ler um autor que usa em seus livros, expressões como as citadas aqui.
"O sangue se espalhava pela neve como se alguém tivesse jogado raspadinha de groselha" ou "ah, como é bom ser um monstro cruel".
Me desculpem, mas tenho centenas de livros de qualidade pra ler antes de ter que encarar isso.


Sheleihp 29/07/2012minha estante
cada um tem sua opinião...eu tentei ler este livro 3 vezes e achei super cansativo. E ressalvo que o cansaço não foi pela história...foi pela escrita mesmo.

Boa sorte para quem tentar!


Likah 21/01/2013minha estante
Putz Bighi! Antes eu tivesse lido teu comentário antes. É ruim demais e o pior... não acaba nunca...


Tai/@criptadaleitura 30/01/2013minha estante
Bom, cada um tem a sua opinião. Eu confesso que a sua foi engraçada. Mas eu também sou da opinião que o autor não precisa usar uma linguagem super complicada para que o livro seja bom, o mais importante para mim é a história.
E o fato da história se passar aqui no Brasil é super legal também!
Achei a história criativa!


Angélica 17/02/2013minha estante
Muito intrigante sua opinião. Indicaram-me "Os Sete" no último natal e desde então venho nutrindo uma certa curiosidade em lê-lo. Confesso que Vampiros portugueses não soa muito bem, me deixando desconfiada... Assim que terminar (ou não) de ler venho compartilhar com vocês. ;D


Patiusca.Lourenco 03/01/2016minha estante
Mas com tanto conhecimento que pelo visto vc diz ter e acredita ter, escreva um livro e faça o seu lançamento e poderemos avaliar o seu grau de conhecimento. Sem ressentimentos, apenas usando da sinceridade, querido.
P.S.: fiz um mau uso da escrita?


Rony 30/08/2019minha estante
Também tentei, mas desisti. Esse livro é um dos piores que já selecionei. A premissa é ótima, mas a execução deixa demais a desejar. Como leio por prazer apenas, não estava vendo sentido nenhum continuar nesse livro.


Luh 09/09/2019minha estante
Enfim encontrei alguem que compartilha da mesma opiniao que eu.
Li todo o livro para saber ate onde esse senhor conseguiria chegar com a historia, Nunca li nada tão ruim na vida. Mentira, li sim, os livros do Augusto Cury.




Pefico 18/08/2010

Bom Plot, péssima narrativa
Eu fiquei impressionado com a ousadia do autor de escrever um livro de vampiros portugueses no Brasil. Super original e interessante. Fico imaginando como deve ser engraçado a sopa de sotaques, português arcaico e gauchês.

O plot de "Os Sete" é muito bom, vale a pena conhecer. Por outro lado, a narrativa é terrível. O autor joga o leitor de um lado pro outro, mudando o ponto de vista do narrador sem avisar que houve uma mudança. Simplesmente irritante. Você nunca sabe quem está falando a menos que se prenda a cada linha do que foi escrito. E do jeito como a história é prolixa, eu não conseguiria ter feito isso.

Além disso, algumas metáforas que o autor usa são inacreditavelmente bregas como "o sangue se espalhava pela neve como se alguém tivesse jogado raspadinha de groselha ali". Sério, quando vi isso tive que ler umas três vezes pra acreditar que realmente tinha lido isso.

Eu pulei todos os capítulos que não envolviam os vampiros, por que obviamente, eles eram totalmente irrelevantes pro plot. E no final de contas acho que minha experiência com esse livro foi melhor do que deveria ter sido.

O protagonista (Tiago) é relativamente bem construído e os vampiros são interessantes, apesar das suas motivações não terem muito sentido na maior parte do tempo. Agora, todos os outros personagens são simplesmente unidimensionais (escreve junto agora?). A donzela em perigo que o Tiago fica salvando o tempo inteiro é uma criatura completamente desprovida de vontade, e é arrastada o livro inteiro pra lá e pra cá como se fosse uma boneca de pano.

Entretanto, eu recomendo fortemente que se você estiver pensando em comprar este livro, que o faça. Nós precisamos de mais e mais autores de gênero ficção fantástica/científica brasileiro.

Aparentemente, o autor melhor MUITO em "O Bento" e no "Senhor da Chuva". Acho que vale a pena dar um desconto por que "Os Sete" foi, se não me engano, o segundo livro que ele escreveu.
Ragana 29/03/2010minha estante
Não tive a mesma força de vontade que você. Desisti depois que o tal "gritador", ou sei lá como era o apelido dele, apareceu. Como vc disse, a idéia geral é ótima e o autor merece os parabéns por conseguir estragar tudo com maestria.

Uma das coisas que me tiraram do sério, além da péssima narrativa, foi o lingüajar dos personagens portugueses. Já morei em Portugal e esperava um pouco mais de pesquisa do autor.. a diferença linguística não se faz só com uma meia dúzia de "ó gajo" e "Ora pois".

Apesar de tudo, conheço mais gente que achou o livro legal, e eu penso em tentar mais uma vez lá pro meu leito de morte.. quando toda a esperança já se foi...ahauhaua


Nícolas Reis 14/12/2011minha estante
não acho a narrativa complicada, se teve dificuldades para entender então tem que exercitar seu cérebro, sorry :\


Ana Clara 18/01/2013minha estante
Na realidade ele não é gritador e sim "Acordador". Não senti a menor dificuldade com a narrativa, aliás não vi nada que me fizesse em algum momento desistir de ler, até pq leio todos os livros que começo até o fim, para poder falar com propriedade se gostei ou não, acho que só desta forma um opinião pode ser emitida.


Tai/@criptadaleitura 30/01/2013minha estante
Eu concordo com você em relação a "donzela em perigo" do livro". Tudo bem, faz tempo que eu li, eu não me recordo direito para poder opinar com precisão, mas pelo pouco que eu me lembro achei a personagem bem chatinha também, sem muita personalidade! Mas no geral eu gostei do livro!


Lolo 11/02/2014minha estante
Eu tentei ler um outro livro que ele escreveu muito depois e era mal escrito também, mas o engraçado é que quando eu peguei esse livro pra ler eu tinha quinze anos e adorei, só depois de ter adquirido alguma experiência literária pra poder comparar é que eu fui notar o quanto o Vianco é ruim.




Hazuki 30/01/2011

Desde que comecei a ler os livros do André Vianco, sinto-me dividida em gostar demais das idéias dele e detestar o estilo de escrita extremamente entrecortado dele. Adorei A Casa, tolerei O Senhor da Chuva e Sementes no Gelo. Também tiro o chapéu por ele ter peito para escrever uma história de intenções tão grandiosas num cenário brasileiro. Mas, fãs que me desculpem, Os Sete é um dos livros mais chatos que eu já li até agora. O que é uma pena, porque o cerne da história é bom, é bem fundamentado, faz sentido, tem uma lógica e um bom argumento. O que estragou tudo foi a inabilidade do autor em tornar a história fluida, enfeitando desnecessariamente cenas que não têm relevância para a história só para aumentar o número de páginas.

Para começo de conversa, o estilo de escrita dele, com sentenças curtas e objetivas funciona para livros curtos. Em A Casa, por exemplo, elas se passaram praticamente desapercebidas e marcaram bem cada personagem. Em Os Sete, esse estilo só fomentou meu desânimo pelo livro, porque apesar das frases serem curtas, havia MUITA descrição. Descrição de cenários, descrição de personagens, descrição de sensações... e uma redescrição destes mesmos elementos repetidas vezes. Eu devo ter lido exatamente a mesma descrição do "frio insuportável" umas cinco ou seis vezes só na primeira metade do livro... feita exatamente da mesma maneira (e, sinceramente, descrições de funcionamento de lâmpadas, eletrodomésticos e automóveis???).
Em meio a essa perda de tempo repassando experiências já feitas, o autor acaba se perdendo com os elementos novos que vão surgindo durante o livro. Sim, são sete vampiros, mas no final de contas, praticamente só um deles é tido como o real "vilão" e redescrito inúmeras vezes.

E já que estamos falando em personagens, eis outra característica que me deu a impressão de que embananou o autor: tem MUITO personagem. Geralmente isso não é ruim se cada novo personagem que dá as caras recebe o devido tratamento e a ele é dada uma importância/relevância. O problema é que tem tanto personagem, tanto vampiro, tanto pesquisador, tanto aventureiro que você não entende por que diabos a vida do caminhoneiro que atropelou a menininha é retratada. Ou os dramas familiares do general que estava comandando o exército. A impressão que tive foi de que tinha muito ponto de vista sendo usado: o do narrador, o dos heróis, o dos vilões, o dos personagens secundários. Resultado: os vilões, que tinham despertado como figuras pomposas do século XV, começaram a se utilizar de um discurso completamente impróprio para a época em que foram encerrados, ao mesmo tempo que os "reles mortais" misturavam uma linguagem coloquial com uma que não ninguém falaria de maneira usual. Ou seja, o discurso de NENHUMA das partes sai natural.

Palavras finais a respeito do livro: quem não tem o costume de ler, pode ser que goste deste título. Quem se acostumou com o estilo mórbido do Stephen King, o jeito sombrio do Neil Gaiman ou os vampiros pomposos de Anne Rice vai querer passar longe de Os Sete.
Luci Eclipsada 30/01/2011minha estante
Gostei da sua resenha, mas descordo em partes do seu ponto de vista.


jrbitt 08/02/2011minha estante
Concordo plenamente com a resenha. A gota d' água foi a descrição dos minutos finais do general. Uma long a descricao totalmente desnecessaria. Outra coisa, a descricao de POA totalmente generica (o rio de porto alegre foi descrito só como um rio, sendo que qualquer pesquisa no google tras que que poa tem o rio Guaiba) e super detalhada de osasco (ate o supermercado Baleia). Ainda nao terminei o livro, mas esperava bem mais.


barros 30/04/2014minha estante
Palavras finais a respeito do livro: quem não tem o costume de ler, pode ser que goste deste título. Quem se acostumou com o estilo mórbido do Stephen King, o jeito sombrio do Neil Gaiman ou os vampiros pomposos de Anne Rice vai querer passar longe de Os Sete....melhor definição que vi




Léo 12/03/2010

Fantástico
Estou muito acostumado,de uns tempos para cá,a ler livros nacionais. Até criei um blog sobre o tema,onde comento sobre quase tudo: Filmes,resenhas,opiniões,livros,principalmente Sagas e etc...
Os Sete mostra que os livros brasileiros nada perdem para os estrangeiros,apenas alguns que não me cabe citar o nome aqui,com uma história fantástica. Sete vampiros são encontrados em uma caravela naufragada portuguesa,uma menina se corta,deixa o sangue cair na caixa de prata onde estes estão aprisionados,então tudo começa. Cenas de ação incríveis(Que evolui mais ainda no livro Sétimo) e diálogos mais ricos ainda. Porém,uma coisa que muito me incomodou foram as típicas frases curtas... Parece uma coisa,boba,insignificante,mas depois de 10 páginas isso fica acentuado e a vontade é de me defenestrar(Me jogar pela janela). rsrsrs
Se André Vianco responde-se alguns dos e-mails enviados pra ele,tenho certeza de que isso não aconteceria.
Fora esse problema,o livro é maravilhoso. Nem se fala na continuação.
Por fim,mais do que recomendado.

Campanha Diga Não ao Plágio!Criada exclusivamente para o blog SM; Campanha leia livros nacionais!

www.sagasmarcantes.com.br
Ana Clara 18/01/2013minha estante
Já li Os Sete e honestamente adorei...pelo tema e pela forma como o mesmo é abordado. Em nenhum momento o achei cansativo, gostei tanto que adquiri os livro seguintes como Sétimo, Vampiro Rei, Bento dentre outras obras do autor. Passei a admirar toda a obra de André Vianco. Os sete vampiros do Douro pra mim foram uma criação perfeita, são maus e ao mesmo tempo conseguimos identificar em cada um deles uma característica de humanidade. Inverno, Espelho, Acordador, Lobo, Gentil (ah, esse eu adoro), Tempestade e Sétimo são pra mim os melhores vampiros que alguém já descreveu, com poderes distintos e fascinantes.




Batalha 20/09/2009

Achei um livro no máximo mediano...
Não posso negar que a história é envolvente em alguns momentos, mas ela é também muito óbvia na maior parte.

O livro é repleto de clichês e fora a grande sacada de colocar a história ambientada no Brasil dos dias atuais, o romance não tem grande novidades...

Sem contar que não dá pra levar a sério um vampiro com nome de Manuel e que fala "ó pá".

O autor usa recursos como "Os vampiros aprendem tudo com uma facilidade espantosa" para justificar o vocabulário "abrasileirado" e a boa adaptação ao ambiente do século XXI. Realmente, não é nada fácil sustentar 380 páginas de diálogos lusitanos e momentos didáticos, com um demônio aprendendo o que é luz elétrica. Cenas deste tipo beiram a comédia e poderiam comprometer a atmosfera de terror que a estória pede...

E os recursos da universidade? Coisa de primeiro mundo... Os laboratórios da universidade parecem sedes da CIA. Meio exagero, mas necessário para a ação da história. Mas já que a proposta era aproximar o público da história, o autor deveria ser mais realista nisso... mas tudo bem. Passa...

Dei 3 estrelas porque gostei muito da proposta de vampiros em cenário brasileiro, pois isto nos aproxima da história e a torna mais real. Os personagens são carismáticos e no final dá uma vontade de saber o que vai acontecer com a vida deles...

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Rafael 01/11/2009minha estante
Grande resenha, meu amigo. Estava estudando a possibilidade de ler este livro ainda este mês, mas a vontade até passou, hehe;


Lu 25/11/2009minha estante
Concordo com o meu amigo Raphael. Talvez não abandone a idéia de ler. Apenas vou adiá-la... afinal, tem outros livros pra ler, né?


Maíra F. 27/11/2009minha estante
Disse tudo o que eu tenho achado enquanto leio, rs




Ragana 15/10/2009

Chato
Achei a idéia dos personagens vampiros bem legal. Acreditei que daria um bom livro, mas foi impossível não abandonar. A narrativa é muito chata. Não dá para ficar íntima dos personagens e a trama não segura a atenção. A vontade é de saber só o que cada vampiro faz e criar outra história para eles. Esta não resultou pra mim.
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Marlon Teske 12/01/2011

Portuguesa, com certeza!
Dificilmente escolho o momento em que vou ser apresentado ao trabalho de um autor. Em geral, só descubro se o estilo do escritor combina com minhas preferências de leitura quando um livro cai por acidente nas minhas mãos. Não foi o caso de André Vianco com Os Sete. Aqui, intencionalmente, escolhi o livro que me foi indicado como o melhor dentre os vários que este brasileiro já escreveu para ver se valia a pena adquirir todos os demais. No fim das contas fiquei apenas com este único…

Não que a história de Os Sete seja ruim. Ao contrário, a trama como um todo é muito interessante. Um grupo de jovens amigos mergulhadores amadores encontram uma caravela portuguesa naufragada no litoral gaúcho e resolvem fazer algum dinheiro com ela. Vendem a localização para uma universidade e participam do resgate de um caixão de prata hermeticamente lacrado que contém os corpos ressecados de sete múmias. Porém, um acidente faz com que uma gota de sangue entre em contato com os corpos. E então as coisas esquentam. Ou melhor, esfriam. Os vampiros despertam!

No livro encontramos a lenda do vampiro em sua forma mais punk, com uma tremenda dose de sangue, mortes e desespero. Não espere brilho e uma pacata vida em família aqui. A adaptação dos primeiros despertos e o choque de cultura devido aos quinhentos anos que separam o momento em que os vampiros foram aprisionados e seu despertar são de longe o ponto alto do livro.

Entretanto, a narrativa desanda em vários momentos. Alguns bons personagens perdem-se no caminho (em especial os próprios vampiros que, devido ao seu número um pouco exagerado, são ofuscados pelas ações de Inverno, um dos sanguessugas). O autor também possui alguns cacoetes que me incomodam. O uso exagerado de nomes de marcas ou pessoas reais em suas descrições além de certos acontecimentos narrados com onomatopeias, por exemplo. Não consigo me manter no clima do texto com um parágrafo como:

– BAOOUUMM!!!

Algumas citações soltas ficaram pelo caminho (e talvez seja explicado na continuação do tomo, chamado Sétimo). Não é dito, por exemplo, como alguns mortais eram capazes de fazer o coração de um Vampiro voltar a bater. O exército brasileiro é tratado como idiota e despreparado dependendo quase que o tempo inteiro do grupo de amigos mergulhadores para se livrar de altas confusões. E a solução final me soou um tanto quanto infantil.

Leiam se tiverem a oportunidade, mas mantenham as expectativas um pouco mais baixas do que as que eu tinha. Vale sim ser prestigiado, especialmente por ser um trabalho diferente e num estilo que raramente aparece nas prateleiras dos livros nacionais.
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bort0 19/06/2014

Primeiro livro do André Vianco que leio e sinceramente não gostei nada.
Achei a narrativa fraca, os diálogos fracos e o desenrolar previsível. Mas não sou um expert, eh minha humilde opinião.
JF 20/11/2016minha estante
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Nane 29/11/2009

Quem leu, leu, quem nao leu, esta perdendo. Ate onde sera que vai a imaginaçao de André? otimo livro otima capa e uma otima continuaçao.
Pra quem gosta de vampiros, esqueça Stephenie Meyer, e de lugar as criaturas maleficas de Andre.
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Victor 18/12/2009minha estante
Eu li.



E perdi.




Márcia 21/01/2011

Os coroas portugueses fazem festa no Brasil!

Depois de algum tempo afastada da pouco estimada literatura nacional, resolvo dar novamente uma oportunidade para André Vianco – num país onde literatura fantástica é escassa (de qualidade, então!) o autor é tomado como um mestre de tal gênero. Discordo. André Vianco lá fora não teria nem a sombra do sucesso que tem aqui como autor de aventura/terror ou mesmo apenas de fantasia. Seu estilo é cansativo, irritante e arrisco até amador.

Estou um pouco hesitante ao escrever para “Os Sete” pois faz um tempo que li esse livro – alguns meses – e nesse meio tempo li mais alguns títulos do autor, ou seja, minha opnião sobre o André Vianco se modificou ao decorrer das experiências que tive depois de “Os Sete”. Farei o possível para esboçar apenas minhas considerações especificamente para esse título.

Logo no início não promete muito. O autor descreve a descoberta da grande caixa de prata que, sabemos nós leitores, contém os 7 vampiros do Rio D’Ouro. A partir daí uma sucessão de acidentes incovenientes resulta na libertação dos malditos do sono secular. Os vampiros, um a um, acordam no Brasil, séculos depois de amaldiçoados e adormecidos para descobrirem o século XXI e todas as suas “engenhocas mágicas”.

Em “Os Sete” a imaginação de André Vianco se torna tão brilhante que não notei os erros de sintaxe, os parágrafos exaustivamente longos e as milhares de frases desncessariamente entrecortadas. Prova de que o talento do autor é suficiente para amenizar seus maus hábitos na escrita.

Os vampiros criados pelo Vianco são seres originais, cada qual com uma especialidade cedida, segundo o autor, pelo próprio Diabo. As criaturas são fascinantes tanto em seu modo de refletir sobre o novo mundo em que acordam e passam a habitar quanto em como passam a interagir nele; com os humanos – as caças – do novo século, que agoram andam armadas e não têm medo do escuro e de seus demônios, mas sim uns dos outros.

Os Sete “irmãos” são tão cativantes que por vezes me peguei a pensar: "Adorando isso aqui, mas, afinal de contas, esses vampiros são bestas feras indomáveis, crueis, ou são apenas dois seres da noite solitários que só atacam se precisam?” Durante a leitura acreditei que essa característica fosse um pecado do autor na constução dos personagens, mas, bobagem!, essa ambiguidade das personalidades vampíricas só enriquece os personagens, deixando-os mais interessantes e menos clichês.
Não se enganem, esses vampiros são letais. Tanto nos velhos modos – usando as presas –, como do jeito original de Vianco – tempestades torrenciais a qualquer hora desejada e congelamento instantâneo das caças.

Encantada em meio a tantos bons personagens algo estranho me escapava. Sempre a narrativa enjoativa do autor martelando meus olhos. No entanto, na minha cabeça só havia espaço para Os sete vampiros mais carismáticos que já conheci. Esse carisma todo deve-se muito ao tato que o autor teve ao apresentar o novo século para seus pupilos imaginários. Ora, pois, vampiros portugueses do século passado no Brasil tem é muito graça!

Criatividade, originalidade e muito ação num livro que, se mais revisado, editado e, enfim, trabalhado, seria um grande espetáculo nacional.
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Cássia 07/01/2014

Não sei direito como começar esta resenha. O fato é que eu gostei muito de ter lido este livro.
É verdade que houve alguns aspectos que deixaram a desejar, mas a obra como um todo, foi muito boa.

Os Sete foi, se eu não me engano, o segundo livro que André Vianco escreveu, e como o nome sugere, conta a história de sete vampiros que foram encontrados em uma caravela naufragada em terras brasileiras.
Confesso que iniciei a leitura por curiosidade em saber como seria uma história de terror que acontece no Brasil, mais especificamente, numa região litorânea. Achei que o autor foi bastante criativo, se não ardiloso, em ter uma ideia destas. O resultado foi que eu adorei! É engraçado que até "personagens" da nossa vida real ele cita, como por exemplo, Fátima Bernardes. Outro detalhe que eu achei interessante, e gostei, foi que as gírias dos brasileiros foram muito bem representadas, bem como as dos portugueses.

Como eu havia dito, o livro tem alguns contras. Um deles é que o desenrolar da história demora para acontecer, e algumas falas dos vampiros, ou de algum outro personagem, soam um tanto provincianas, amadoras - "como é bom ser um monstro cruel". Quando li esta frase achei até meio cômico, mas só tinha percebido a natureza incipiente de tal oração porque já tinha lido outras resenhas, e uma delas fazia menção a este comentário. Outro contra é que algumas vezes o autor muda o ponto de vista do narrador e nós, leitores, não somos previamente avisados de tal mudança. No começo fiquei um pouco perdida, mas logo me acostumei.

Porém, tanto a perspectiva da narrativa quanto o modo principiante das falas passam despercebidas em meio ao contexto geral, já que a história é muito bem bolada e a gente fica cada vez mais confinado a ela.

Resumindo a história: sete vampiros lusitanos que são encontrados em solo gaúcho após quase quinhentos anos de clausura são acordados um a um. O primeiro deles a ser acordado, Inverno (e tem capacidade sobrenatural de congelar tudo a sua volta), é quem acorda os demais, com exceção de um: o Sétimo. Boa parte do livro é basicamente a caminhada incessante de Inverno e seu irmão, Acordador, em busca dos outros irmãos, além de desertarem-se dos olhos dos soldados brasileiros, já que por onde passam, deixam um rastro de mortes e destruição.

Antes de dar início à leitura, imaginei que os sete vampiros eram do mal. Na verdade, sim - ou pelo menos a maioria deles. Acontece que não os julguei tão maldosos assim. Achei-os justos, até. Acabei me afeiçoando tanto a eles, que não nego a minha tristeza com o desfecho da história.
Apesar destes vampiros não terem tido um final feliz, como puderam perceber, adorei o livro e tô bem ansiosa pra ler o próximo: Sétimo.

Como sempre concluo as minhas resenhas: recomendo!!
Kerolin 07/01/2014minha estante
Eu li esse livro há dez ou doze anos, e é incrível como algumas sensações ainda são vivas na lembrança! Compartilho da mesma impressão em não achá-los de todo maus, talvez alguns mais, outros menos; mas não o mau no seu significado mais puro ou ao pé da letra.

Alguns detalhes já não lembrava mais, mas se tem um livro sobre vampiros que eu me lembraria de recomendar, é esse.

Não sei se no seu exemplar tem isso, mas algo que me chamou muito a atenção na época, é que no exemplar que eu li, na contracapa, tinha uma nota de "fale com o autor" e um e-mail. Foi uma grande novidade pra mim em livros de literatura hahah


Sabrina 10/01/2014minha estante
Ótima a resenha, Cássia ! Confesso que fiquei curiosa, difícil imaginar uma história de vampiros que se passe no Brasil!




PolyFlores 01/02/2010

Gostei
Gostei do livro, apesar de achar que faltou uma boa revisão final. Em alguns momentos algumas expressões se repetem, mas em geral a história é legal.

Bom livro de Vianco, recomendo.

comentários(0)comente



Beto 22/03/2012

Um Lixo, pura perda de tempo.
Péssimo Livro, tão ruim e previsível que não consegui concluir. Joguei fora (Posteriormente troquei num sebo por gibis da turma da mônica). Não recomendo a ninguém que perca seu tempo. Além de tudo é um tema bem desgastado pela mídia, de tanta obra que tem falando do mesmo assunto.
Carol 16/01/2013minha estante
Como alguém critica uma obra negativamente sem nem ao menos terminar a leitura? O.o


Beto 18/01/2013minha estante
Pois é Carol! Só consegui ler até a metade, e olha que foi difícil.


Jussara Marcossi 11/11/2015minha estante
Terminei a duras penas. Infantil, primário, desnecessário. André Vianco nunca mais.




Diego Matos 01/03/2012

Simplesmente brilhante
Uma narrativa genial de terror moderno, onde coloca em foco o Brasil como um cenário extremamente rico para a ação das forças sobrenaturais. Com um texto simples e empolgante André Vianco, conseguem envolver o leitor numa trama que atravessa os séculos renovando a ideia do vampiro clássico e revelando a esses monstros clássicos uma nova realidade, propondo-lhes um novo recomeço. Com personagens marcantes, essa obra consegue não apenas divertir os leitores com a lenda dos vampiros, como também apresentar uma história com muita ação.
Silvia 09/08/2012minha estante
Também gostei deste livro.




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