E Tem Outra Coisa...

E Tem Outra Coisa... Douglas Adams
Eoin Colfer




Resenhas - E Tem Outra Coisa


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Omnipotente 06/12/2018

Não Entre Em Pânico
Da para sentir uma diferença na leitura, Claro, não é o bom e velho Adam que estamos acostumados. Porém ao meu ver, Colfer deu conta do recado, um livro bom e divertido, com ótimas sacadas até para toda série.
Aqui ele inseriu as "lacunas" que estava faltando nos últimos livros. Bom, até que foi um ótimo fim de Saga. Até mais e obrigado pelo 42.
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Magno.Soares 12/11/2018

Fora da Curva
Péssimo.
Mas, péssimo não seria o suficiente para explicar o que foi essa tentativa infame de dar continuidade ao trabalho genial de Douglas Adams.
Imagine todos os personagens que você admirou e aprendeu a amar ao longo de 05 livros serem destruídos em um único trabalho. Pois é. O único que teve a sorte de não ter sua imagem desconstruída foi o robô Marvin que... bem... não vou dar spoiler para quem ainda está lendo a saga. Mas, enfim, não recomendo.
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Su 23/08/2018

Com a morte de Douglas Adams em 2001, acreditava-se que Praticamente inofensiva seria o último livro da série O guia do mochileiro das galáxias, porém Eoin Colfer surgiu para dar prosseguimento a história que estava “parada” desde 1992.
Um homem idoso deitado em uma praia tenta se lembrar de sua vida passada, mas não consegue. As lembranças, simplesmente, se mesclam umas sobre as outras. Esse homem desenha o número quarenta e dois na areia, que logo é apagado pelas ondas. Quando ele, finalmente, consegue chegar até a sua varanda e se senta para comer seus biscoitos com chá, um pássaro de metal aparece ao mesmo tempo que tudo desaparece. Dessa forma, a praia perfeita de Arthur Dent se converte em uma sala de céu. A única coisa da qual ele tem certeza é que Ford Prefect aparecerá em algum momento. Afinal, ele sempre está associado com o desastre iminente.
Já Ford Prefect passa seus dias em um hotel, bebendo drinques e tendo encontros com fêmeas de diversas espécies. Ele, também, não consegue se lembrar bem do seu período na Terra, ou sobre o que aconteceu com ela. Um dia, durante uma massagem com uma lula damograniana, Ford percebe que tem algo errado. Em algum momento, a lula passa a impressão de ser um pássaro e ele se vê em uma sala de céu, com, nada mais nada menos, do que Arthur Dent.
Trillian está preparando-se para a entrevista da sua vida. Ela já havia passado por maus bocados durante sua carreira como repórter, no entanto nada que se comparasse a entrevistar sua própria filha, Random Dent – presidente da Gláxia. Trillian se sente esgotada, o que é compreensível tendo em vista que ela já viveu cento e cinco anos terrestres. Durante a entrevista, ela descobre que Random se casou com um flaybooz, que mais parece uma bola de pelos pequena. No meio da discussão entre Trillian e Random, o flaybooz milagrosamente fala e todo o cenário da entrevista se transforma em uma sala de céu, ocupada por Arthur Dent e Ford Prefect.
Gostei muito de rever Arthur, Trillian e Ford. Até o Zaphod apareceu, e ele é, de longe, um dos meus personagens favoritos. Porém, devo lhes avisar que, embora seja uma “continuação” da série o Guia do mochileiro das Galáxias, a forma de escrever do Eoin é muito diferente da do Douglas.

“Dois sobreviventes conseguiram pegar carona na nave vogon: Arthur Dent, um jovem inglês, funcionário de uma estação de rádio local, cujos planos para aquela manhã não incluíam ver seu planeta natal sendo transformado em pó debaixo de suas pantufas. Se a raça humana tivesse feito um plebiscito, Arthur Dent muito provavelmente seria eleito a pessoa menos adequada para carregar as esperanças da humanidade ao espaço. Na verdade, no livro de formatura de Arthur estava escrito que ele “provavelmente vai terminar seus dias num buraco nas montanhas escocesas, tendo apenas sua chatice como companhia”.”
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Bart 04/03/2018

Muito massa, como fã, Eoin Colfer nos presenteou com uma historia massa no nível de Douglas Adams!! Sarcástico, ácido e divertido... show de bola!
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Gabi Mendonça 19/07/2017

Justa homenagem, mas sem o encanto original
Não achei que o Colfer conseguiu finalizar a série com a mesma sutileza de Adams, mas apenas disso valeu a pena a persistência... Principalmente pelo sentimento de "dever cumprido" por acabar o Sexto Livro da Trilogia de Cinco.
Magno.Soares 12/11/2018minha estante
Dever cumprido com denodo e muita paciência. Sei como você se sente. Parabéns.




Lyh 20/05/2017

Se algo está fadado a não acontecer nunca, é certo que essa coisa irá se recusar a não acontecer o mais rápido possível
E nossos mochileiros estão de volta... Afinal de contas, é a improbabilidade que os move!

Após tantos anos, Arthur encontrou paz, vivendo sozinho em uma praia em um planeta qualquer, bebericando chá, e felizmente se esquecendo de tudo que já tinha passado nessa vida. Enquanto isso, Ford estava vivendo um verdadeiro paraíso, passando noites intermináveis em hotéis cinco supernovas, com massagens, festas, garotas de todos os tipos, e bebendo sua Dinamite Pangaláctica. Já Trillian dera tudo pelo seu trabalho de repórter (isso inclui alguns membros do corpo), e Random se tornou presidente da Galáxia e casou-se com um flaybooz.

Todos viviam suas vidas perfeitas cada um à sua maneira. Até que um belo dia, Trillian vai entrevistar sua própria filha, e acabam discutindo por causa de seu matrimônio com um flaybooz. Porém, tudo ao redor acaba se desfazendo, e Trillian e Random reencontram Arthur e Ford, e descobrem que tudo o que viveram não passou de induções psicológicas criadas pelo Guia do Mochileiro das Galáxias versão II. Então, eles são jogados de volta à Terra, segundos antes dos Vogons à destruírem... De novo.

Mas, a improbabilidade sempre dá um jeitinho de estar do lado de nossos queridos mochileiros, e eis que Zaphod (somente com uma cabeça agora) surge na Coração de Ouro para resgatar nossos amigos terráqueos (não era bem isso que ele pretendia fazer, mas está valendo). Porém, eles não podem partir sem serem detonados pelas naves Vogons, e precisam aguardar o gerador de improbabilidade infinita fazer os devidos cálculos e entrar de cabeça no problema.

Porém, tudo começa a dar errado para nossos companheiros, e quando eles estão prestes a morrer junto com o planeta Terra, aparece um espécime bastante impressionante encarando-os na comporta, balançando os dedos. Arthur já o conhece bem, é Wowbagger, o alienígena imortal que xinga todos os seres seguindo uma lista em ordem alfabética. A princípio, ele se recusa a ajudá-los, mas após o mesmo chamar Zaphod de “bundão”, este promete matá-lo, e isto é o que Wowbagger mais quer na vida, já que a mesma não fazia mais sentido para ele (até agora).

Mas Arthur, Trillian e Random não foram os únicos terráqueos que se salvaram, existe uma colônia de seres humanos milionários que desembolsaram muita grana para fugir da Terra que estão vivendo em um planeta chamado Nano construído pelos Magratheanos. Porém, não é um planeta perfeito, essa sociedade já está imersa em lutas de classes e conflitos religiosos. Afinal, o planeta pode ser novo, mas os problemas são antigos. E Hillman Hunter, que o administra, acha que já está passando da hora deles terem um Deus para cultuar, que possa colocar regras e ordem no lugar.

Então, Zaphod tem uma ideia que pode ajudar todos, Wowbagger será morto, Hillman terá um Deus, e Thor irá recuperar sua glória, mas... Será que esse plano irá dar certo? Ou será que os Vogons irão destruir este novo planeta antes que isso tudo possa acontecer?
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Fernanda 08/02/2017

Superou com louvor os livros 4 e 5 da série!
"Hillman Hunter começou a acreditar que esse novo mundo precisava de um deus para criar mandamentos, castigar os pecadores e declarar quais formas de orientação sexual eram agradáveis e quais eram simplesmente erradas e sujas. Como Nano fora inegavelmente criado pelos magratheanos e não por Deus, não havia uma divindade para governá-lo, o que provoca alguns debates acalorados na comunidade. A ordem natural das coisas estava desmoronando e todo tipo de gente achava que tinha o direito de se considerar igual aos outros, e religião não é nada disso. Hillman decidiu que era necessário um deus para restaurar a hierarquia social, de modo que nessa quinta-feira em particular, numa pequena sala de reuniões ao lado da prefeitura, ele estava fazendo entrevistas para o cargo." Pg. 125

"Arthur teria dito: não pode ser!, mas ele descobrira que esta frase em particular não poderia anteceder um ponto de exclamação desde que conhecera Zaphod Beeblebrox. Nada poderia não ser e, se não deveria ser, geralmente era." Pg. 365
Magno.Soares 12/11/2018minha estante
Para seu título: NUNCA!
Um dos personagens mais sarcásticos, inteligentes e cínicos da saga, Zaphod Beeblebrox foi transformado em um idiota completo!
Leiam para ver!




Simone 02/01/2017

Acabou
O destino dos personagens criados por Douglas Adams, em uma homenagem saudosa e bem resolvida. A loucura continua. Douglas Adams vive.
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fabio.mastelari 06/08/2016

Não foi o Douglas, mas...
Apesar de não ter autoria do Douglas Adams, a história manteve o nivel de insanidade e diversão, habituais nos trabalhos do Douglas. Em alguns momentos parece que o autor exagera nas referencias vindas de outros livros do guia, mas no final isto não fica de todo mal. Recomendo aos mochileiros, vale a pena.Dupal.
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Denis 08/06/2016

Não tem mais nada não...só enrolação
Um dos livros mais chatos que já li. O autor enche o livro de "Notas do Guia" o que deixa a história muito cansativa, ou seja, não vale apena ler. Sem mais
Eliana.Cardoso 05/11/2016minha estante
O primeiro livro que eu abandonei na vida!!!


Magno.Soares 12/11/2018minha estante
Tive o desprazer de manter a resiliência para terminar de ler este livro de Eoin Colfer.
Porém, não mantive o estoicismo. Reclamava a cada página que lia.
O interessante é que comprei o livro cheio de expectativas e até mesmo saudade.
Nas primeiras páginas procurei sorrir das piadas sem graça, tentei entender as situações criadas para "dar liga" às situações que estiveram presentes nos últimos capítulos do 5º livro de Adams, até que... tomei consciência do que estava acontecendo. Horrível!




Dani Moraes 30/05/2016

Uma bela homenagem!
É bem complicado quando uma serie tão consagrada quanto O guia do mochileiro das galáxias é continuada por um autor diferente, especialmente nesse caso que a serie tem um tom muito original, irônico, o verdadeiro humor inglês e nesse caso eu acho que Eoin Colfer conseguir fazer jus ao original, o tom esta muito parecido, o mesmo estilo de piadas, apesar de às vezes, perder um pouco do refinamento. E os personagens não perderam as características e personalidades, ainda podemos reconhecer cada um dos personagens originas na história criada pelo Eoin.

No entanto, o livro teve algumas coisas que desagradaram como as diversas entradas do Guia do Mochileiro das galáxias, os livros do Adams utilizam esse recurso trazendo definições e descrições do guia, mas o Eoin usou isso em excesso, muitas vezes, interrompendo a narrativa em momentos inadequados e muitas dessas entradas eram desnecessárias e até enfadonhas.

Se você quiser saber minha opinião completa clique no link abaixo.

site: http://asverdadesqueopinoquioconta.blogspot.com.br/2016/05/e-tem-outra-coisa.html
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Maísa Andreoli 11/05/2016

Não tinha mais nada, não...
Os primeiros cinco livros da série O Mochileiro das Galáxias foram escritos por Douglas Adams, que estava insatisfeito com o final de "Praticamente Inofensiva", considerando-o sombrio, e planejava mais um livro para sua "trilogia". O livro planejado nunca foi lançado, pois Adams faleceu em 2001. Entretanto, dando continuidade à sua obra, "E Tem Outra Coisa..." foi escrito por Eoin Colfer e publicado com autorização dos herdeiros de Adams.

O sexto volume da série mantém o tom de ironia presente nas obras anteriores, e traz de volta todos os personagens mais queridos das galáxias, entre eles Arthur Dent, Ford Prefect, Tricia McMillan, Zaphod Beeblebrox e aquele alienígena verde que gosta de ofender todo mundo. Contudo, não foi surpreendente. Se visto apenas como um tributo a Adams e seus personagens bem desenvolvidos e marcantes, vale a pena conhecer. Todavia, o enredo não me cativou. O livro é carregado de passagens enfadonhas e sem sentido.

Mesmo possuindo uma trama desgastante e cansativa, o autor conseguiu transmitir ao leitor a mesma mensagem difundida por Adams: seres humanos, em geral, são egocêntricos, deploráveis e presunçosos. A "trilogia" encerra-se nos dando lições e motivos para reflexão, assim como ocorreu em todos os livros da série.

site: http://pequenomundodoslivros.blogspot.com.br/2016/05/resenha-e-tem-outra-coisa-eoin-colfer.html
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Sara Muniz 30/11/2015

Resenha - E Tem Outra Coisa...
Quem acompanha o blog desde o ano passado sabe que eu fiz um projeto em cima da série O Mochileiro das Galáxias, (CLIQUE AQUI PARA VER). Como gostei muito da série, acabei descobrindo esse sexto volume, que mesmo não tendo sido escrito pelo Douglas Adams, me chamou muito a atenção e fiquei com muita vontade de ler.

Nesse sexto volume vemos como prosseguiu a vida de Arthur, Ford, Zhapod, Trillian e Random. E, praticamente acompanhamos esses personagens em uma grande aventura galática. O que achei muito legal nesse livro foi a grande participação de deuses de Asgard e reconhecer como Arthur Dent é mesmo muito sortudo, apesar de a destruição sempre ir para onde ele vai.

Cheguei a conclusão de que o autor Eoin Colfer conseguiu seguir muito bem a linha que Douglas Adams seguia, principalmente em relação ao humor. Várias vezes me peguei dando risada ou sorrindo que enquanto lia, o que me deixou ainda mais feliz com a leitura. Consegui matar a saudade da série com toda a certeza e agradeço Eoin Colfer por ter trabalhado duro para fazer algo tão Douglas Adams.

✖ Avaliação da Escrita: Achei a escrita de Eoin Colfer muito parecida com a de Douglas Adams, o que é fundamental, já que é uma continuação de uma série de outro autor e me preocupei muito em não gostar disso. Mas Colfer conseguiu fazer isso extremamente bem, nem senti a diferença.

✖ Avaliação do Enredo: Que qualquer coisa pode acontecer na galáxia, isso eu já soube quando li os cinco volumes da série, portanto foi fácil me adaptar com o enredo ainda mais maluco do sexto livro. Cada personagem tem o seu próprio motivo de estar ali e o autor conseguiu dar a atenção necessária para cada um. Misturou mortais com imortais, destruição com salvação, cabeças inteligentes, eu amei o enredo.

✖ Sobre o Protagonista: Apesar de nos outros livros o Arthur Dent ser o protagonista, ele não é dessa vez. Não há necessariamente um protagonista, já que o autor queria contar o que acontece com todos os personagens principais que conhecemos nos volumes passados.

✖ O que me levou a avaliá-lo como excelente?
Achei que foi muito bom matar a saudade da série com esse livro, e achei excelente o trabalho do autor, pois ele não falhou em momento algum ao tentar agradar os fãs, sou mais uma fã feliz com essa continuação!

site: http://interesses-sutis.blogspot.com.br/2015/11/resenha-e-tem-outra-coisa.html
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Brnoliver 14/11/2015

Eoin mandou bem
O livro é muito bom, o autor conseguiu captar bem vários pontos do autor original da saga (Douglas Adams), e foi quase tão bom quanto ele. Apesar de as vezes um pouco cansativo, o livro vale muito a pena e traz devolta muitos personagens citados ao longo da saga... Só para o final que eu queria uma continuação, o personagem (Arthur) parece muito azarado...

Citação: "Não há nenhum fim, ou mesmo um início, por sinal; tudo é meio"
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anaclaudiacz 12/09/2015

Continuação median
o autor conseguiu um começo à altura da série, teve boas tiradas e momentos engraçados. Apesar disso, acho que do meio pro fim do livro a narrativa começou a ficar cansativa e o fim dado foi completamente decepcionante.
Recomendo a leitura como forma de encontrar personagens queridos e viajar em mais uma estória no universo Douglas Adams apenas com a observação sobre o fim.
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