A Primavera do Dragão

A Primavera do Dragão Nelson Motta




Resenhas - A Primavera do Dragão


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Andressa.Reis 06/02/2016

Uma agradável surpresa
Encontrei este livro por acaso em uma loja de 1.99! Fui me apaixonando aos poucos: primeiro pelo vermelho brilhante, (pensei que livro é esse?), depois pela diagramação com letras em negrito, início dos capítulos com letras garrafais, páginas vermelhas e muitas fotos, daí seguiram-se o assunto e o autor. Como assim? Nelson Motta biografando Glauber Rocha!? A flechada final veio com o preço R$ 9,90. Tive a sensação de ter ganho um prêmio. Corri para casa e comecei a ler... devorei em dois dias! Isso porque tenho um bebê de seis meses, senão teria sido em um.

Que narrativa! A escrita e a diagramação unem-se para contar a vida alucinada e precoce de Glauber Rocha. Entramos em contato com o fervor do Cinema Novo e com a cena cultural de Salvador e Rio de Janeiro nas décadas de 50 e 60. O livro é uma delícia! Eu já gostava do cinema nacional, depois desta leitura aprendi a admirar mais e a reconhecer a importância da técnica na produção de um filme. Paixão para a vida toda.
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guilg7 17/12/2014

A gênesis de um gênio.
Gláuber Rocha, foi, não um mero cineasta brasileiro, mas sim um dos mais que realmente fez o cinema acontecer em nosso país. Achei o livro em particular, riquíssimo, apesar de apenar contar o inicio da história de Gláuber Rocha. Mas mesmo assim, não deixa de ser essencial para quem quer conhecer um pouco da história do cinema brasileiro, e da história de Gláuber Rocha (aqui contada até pouco depois de seus 25 anos).
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Lia 15/03/2016

Glauber Rocha, precisa mais?
Glauber Rocha... Se você estuda cinema, provavelmente já ouviu falar. Se não ouviu falar, ou não chegou na parte de cinema nacional ou seus professores são bem "coxinhas" hehe... com certeza foi um dos diretores mais controversos do Brasil. Pra quem faz produção (de tv, rádio, cinema), é muito bom e vai ter mta identificação aqui...

site: https://youtu.be/12Gkfy4AtpA
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Biblioteca Álvaro Guerra 14/12/2018

Como um romance de formação, esta é a história de um artista e de sua
época, dos seus anos de ouro, de esperanças e conquistas feitas com a energia e a
inocência da juventude. Refaz o lastro de cumplicidade raras, como a que Glauber cultivou
com sua turma de amigos: João Ubaldo Ribeiro, Cacá Diegues, Luiz Carlos Barreto, Nelson
Pereira dos Santos, Luiz Carlos Maciel e muitos outros, quando eram jovens e explodiram de ousadia. Criativos, libertários, politizados. Querendo mudar o cinema e o mundo.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788539002856
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Jonathan 20/02/2015

A narrativa de Nelson Motta é bastante agradável à leitura, é como se estivéssemos lendo um romance: há situações engraçadas, momentos tristes e bastante dramaticidade.
A estrutura do livro também é atraente, todos os capítulos são bem curtos, aproximadamente 4 páginas cada um, em média, o que garante uma leitura rápida e fluida. No meio da obra, a leitura fica um pouco mais arrastada, pois são citadas muitas pessoas que se relacionaram com Glauber, são tantos nomes que até me perdi algumas vezes, precisando reler capítulos anteriores.
Como já foi dito nas resenhas anteriores, o período biografado aqui é curto. Inicia a partir do nascimento de Glauber em 1939, passa por sua introdução no meio cinematográfico, e vai até suas primeiras produções: os curtas 'O Pátio' e 'Cruz na Praça' de 1959 e os longas 'Barravento' (1962) e 'Deus e o Diabo na Terra do Sol' (1963) indicado à Palma de Ouro em Cannes.
As partes mais interessantes da biografia são, sem dúvida, as que descrevem o período de filmagem e pós-produção dos filmes, recheados de "perrengues" e com muita criatividade.
Destaco ainda o belo projeto gráfico do livro, com várias fotografias, fonte em negrito e páginas pintadas de vermelho com letras garrafais.
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Paulo 04/03/2012

Um Amigo Querido
Superdivertido relato da juventude de Glauber. Nelson Motta me fez sentir, eu que já era fã do cara, como se fosse um amigo muito chegado de Glauber.
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