O Caso dos Exploradores de Cavernas

O Caso dos Exploradores de Cavernas Lon L. Fuller
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Resenhas - O Caso dos Exploradores de Cavernas


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Felipe 25/06/2016

Clássico da literatura jurídica.
O caso dos Exploradores de caverna é um livro de leitura "obrigatória" para os que ingressam na carreira jurídica ou até mesmo para os amantes dessa área, e, também para aquelas pessoas que queiram entender um pouco mais dos dilemas, debates, lei escrita contra princípios, enfim..

O livro conta a história de um caso fictício onde o Direito positivo (lei escrita), vai de encontro a princípios defendidos pela natureza humana, como o bem mais precioso que temos, a vida. Um grupo de exploradores indiciados por homicido e condenados a morte tem suas vidas na mão de 5 juízes, que debatem se eles merecem morrer porque a lei manda, ou devem viver em nome de princípios inerentes a vida.

Leitura esplendida, recomendo!
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vitor.bento.52 05/05/2016

Reflexivo!!!
Livro utilizado para aguçar a curiosidades e introduzir um pensamento critico sobre o Direito para estudantes no inicio de suas formaçoes.
Apesar disso ,eu como um estudante de engenharia,achei um livro super util e interessante para qualquer cidadão .Ele apresenta uma leitura super leve e rapida.
O livro em si apresenta um caso contraditorio e com apelo emocional,onde é feito um acompanhamento deste julgamento .No decorrer do livro é apresentado diversas opnioes de juizes de uma corte suprema,sendo divergentes entre si ou concordantes porem por razões diferentes.

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We're All Mad Here 30/09/2015

Interessante a todos!
Achei um livro interessante e o recomendo a Todo Cidadão, inclusive àqueles que não são da área do direito.

A obra discorre sobre o funcionamento, as atribuições e as relações do poder judiciário e constitui uma ótima introdução ao assunto.

Os cidadãos não podem deixar essas questões básicas nas mãos apenas dos supostos especialistas do direito!!!
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Amanda Campanha 28/09/2015

O Caso dos Exploradores de Cavernas
O livro “O Caso dos Exploradores de Cavernas”, de Lon L. Fuller, se passa no ano de 4300 e começa explicitando o fato de algumas pessoas terem sido processadas e condenadas à morte pela forca e diz que esses acusados recorreram da decisão. A partir daí o que vemos são os votos dos juízes Truepenny (presidente do tribunal), Foster, Tatting, Kenn e Handy. Pelo o que o livro deixa a entender, esses juízes americanos correspondem aos nossos Ministros.

O motivo do processo e da condenação somente fica claro no voto do Presidente Truepenny...
Para ler mais acesse Sempre às Quatro!

site: http://sempreasquatro.blogspot.com.br/2015/09/o-caso-dos-exploradores-de-cavernas.html
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Diego 30/08/2015

Consciência tranquila
Esse livro me foi indicado quando eu estava no primeiro ano da faculdade de Direito, em 2007. O professor nos disse que era uma obra ideal para se compreenderem certos aspectos da tormentosa e (não para todos, mas para mim) fascinante disciplina Introdução ao Estudo do Direito. Por diversas razões, protelei a leitura do livrinho, até que ontem, finalmente, eu sanei a pendência.

Primeiramente, não entendo como correta a indicação desse livo para primeiranistas de Direito. É um livro curto, mas não simples como parece à primeira vista. Isso porque os juízes que participam do julgamento não se limitam a proferir votos sobre a culpa ou a inocência dos canibais. Fazem digressões acerca das relações entre os três Poderes, o que inclui até - embora não denominado dessa forma - o polêmico tema do ativismo judicial. Mencionam o regramento da legítima defesa, o que normalmente não é ensinado no primeiro ano. Aliás, só para começar, o julgamento está sendo proferido por um tribunal, em fase recursal. No primeiro ano, mal sabemos o que é recurso! E tudo isso, além de outros detalhes, num contexto de ficção científica, no ano de 4300, após uma "Grande Espiral" que modificou a civilização - e que pode até confundir a cabeça de quem mal acabou de entrar no curso.

Todavia, apesar da necessidade de uma certa maturidade jurídica para a plena compreensão das discussões travadas, a obra não parece ter grandes pretensões. É interessante, deve ser lida, desperta dúvidas e curiosidade sobre qual será o resultado do julgamento. Particularmente, não concordei totalmente com nenhuma das linhas argumentativas expostas, o que torna a obra ainda mais instigante. Mas eu teria uma tendência a condenar os réus, ainda que não à forca, pelo menos a uma pena razoável.

E, por mais que o autor, ao final, diga que a tentativa de relacionar as figuras dos juízes fictícios a pessoas reais seja uma aventura por conta e risco do leitor, é impossível não associar o legalista "Keen" com o autor da Teoria Pura do Direito, Hans "Kelsen"!

Por fim, fiquei com a consciência tranquila - talvez mais do que alguns dos julgadores dos exploradores de cavernas - ao ver que a demora para ler o livro restou necessária e salutar. E, como indicação de obras ficcionais que realmente podem aprimorar o espírito crítico dos iniciantes no estudo do Direito, sugiro, por mais profano que pareça, não a obra de Lon L. Fuller, mas sim o filme "O segredo dos seus olhos", de Juan José Campanella, e a peça de teatro "Testemunha de acusação", de Agatha Christie.
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Kauê 25/01/2015

Reflexão acerca do Direito e da prática jurídica.
Só ao ler este livro pela 2ª vez, nesta linda edição disponibilizada em um box, no qual estão presentes também dois outros clássicos do Direito, que são " A luta pelo Direito" e " Dos delitos e das penas" foi que resolvi saborear essa grande obra que apesar de ser já um tanto lida e relida ao longo das gerações de estudantes de Direito, não perde o seu brilho. Talvez pelo fato de exprimir a realidade prática da atividade judicial. Observar como cada um dos juízes da Suprema Corte de Newgarth fundamenta sua decisão e no final parecer que todos estão certos segundo seus princípios é algo muito interessante. Se torna até clichê dizer que todos os estudantes de Direito deveriam lê-lo.O livro revela um debate de certa forma político, jurídico e filosófico, discutindo algumas questões de grande interesse principalmente para a Teoria do Direito, Hermenêutica e Direito Penal, mas de uma forma nada enfadonha ou complexa demais, pelo contrário, é uma leitura instigante e polêmica na qual você deve tomar uma posição e ver se até o fim do livro se mantém nela ou cede diante das pronunciações dos juízes. Enfim, é um livro que mostrará que a forma de enxergar o Direito é o que realmente determina as decisões judiciais, principalmente em casos inéditos como na obra em questão. Boa Leitura!!
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gust 19/01/2015

Para quem ama e para quem não ama o mundo do direito
Realmente um livro fantástico que faz com que você entre em conflito sobre o destino dos exploradores.O que deve se seguir? as leis a risca, ou a vontade pública? o que foi verdade e o que não foi na história contada pelos exploradores?Tudo isso leva o leitor a refletir sobre como agiria nas decisões, já que o livro lhe fornece diferentes modos de ver a mesma situação.

O livro também(nesse caso em particular para mim) me fez refletir sobre qual é a verdadeira função da Lei em uma sociedade, será a de prevenir crimes ou de apenas puni-los quando acontecerem?Em razão de tudo isso que indico esse livro com toda a certeza, pois mesmo esse livro sendo voltado para as pessoas que estudam o direito, esse livro serve para todos que se interessam nas leis que regem uma sociedade.
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Carlos 22/10/2014

Li para a faculdade, então, comecei sem muita boa vontade.
Mas a história é boa, e faz pensar (e é essa, justamente, a ideia).
Utilizamos para discutir alguns comportamentos à luz do Direito.
Vale a leitura, especialmente com espírito crítico.


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Larissa 10/07/2014

Condenar ou não condenar?
O que você faria no lugar desses homens?
O que você faria no lugar desses juízes?
Depois de tanto tempo ainda me pego esse impasse.
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Allana 25/03/2014

O Caos dos Exploradores de Cavernas.
A iniciativa de ler esta obra partiu de uma indicação feita por um professor que argumentou ser este um livro que incita o pensamento crítico dos estudantes, principalmente os de Direito.
O livro narra uma estória que se passa em 4.300 onde 5 exploradores de cavernas adentram uma montanha e, já longes da entrada, ocorre um deslizamento de terra, prendendo estes homens dentro da caverna.
Passados 20 dias, muito depois de os escassos suprimentos terem findado, esses desafortunados suscitaram a ideia de sacrificar um dentre eles para que se alimentasse, do contrario morreriam por inanição. Ocorre porém que Roger Whetmore - quem primeiro teve a ideia - antes de lançarem os dados para saber qual deles seria sacrificado desistiu do acordo, se negando a lançar os dados. No entanto, seus companheiros, o acusaram de violação do acordo, lançando estes mesmos os dados em seu lugar. Tendo a sorte lhe sido adversa, Roger foi, então, morto.
O que suscita discussões acerca deste caso é a possibilidade desses homens serem livres ou condenado à forca por tal ato.
Depois de ter sido proferida a sentença condenatória, contra os acusados, sucede a opinião de diversos juízes, ministros, uns contra e outros a favor da condenação destes homens, cada uma das autoridades nos fazendo refletir seriamente a respeito de seus argumentos, todos bem fundados, na minha opinião.
De fato esta estória nos faz cogitar bastante a respeito da aplicação das leis, de se considerar ou não a opinião pública para a resolução de conflitos, entre outras indagações que nos fazem rever alguns conceitos.
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Danielle 12/02/2014

Reflexão
O livro, sem dúvidas, traz um caso interessante, que nos leva a refletir. Fuller conseguiu seu objetivo de introduzir o estudante de Direito a essa Ciência.
Refletir sobre o certo e o errado; sobre a moral; sobre o Direito; sobre as leis. Qual seria a diferença de tudo isso? Sim, há uma diferença. Não tão pequena a ponto de não ser notada. O livro deixa isso bem claro.
Se fosse julgar de acordo com os nossos princípios, certamente o veredicto seria diferente do veredicto dado segundo a lei. O veredicto segundo a nossa moral, provavelmente, seria semelhante ao que a população deu, sendo ela leiga em relação às leis. Eis aí a diferença entre moral e lei.
"Mas eles estavam em uma situação precária. Eles foram forçados a fazer isso! Dez pessoas morreram para salvá-los inutilmente, visto que eles teriam o mesmo fim, sendo ou não salvos: a morte!" Provavelmente, você, ao ler, se questionou isso. Não interessa, a lei diz que "quem tira a vida de outrem por vontade própria deve ser punido com a morte". E não foi legítima defesa, porque não houve um ataque. Talvez defesa contra as circunstâncias em que eles foram deixados. Mesmo com o veredicto final, mesmo com a lei, ainda questionamos se foi mesmo certo essa decisão. Mas o juiz jurou seguir a lei, não o seu conceito interno de certo x errado.
Gostei de todos esses questionamentos e da reflexão a que o livro me levou. Mesmo sem ter chegado a uma conclusão. Culpados ou inocentes, eis a questão?
Sobre a nota: Não ganhou cinco estrelas por ter enrolado demais durante a história. Sei que o livro é pequeno, mas poderia ter sido ainda menor. Mais sucinto e, ainda assim, dito tudo o que precisava. Tive a sensação de que fiquei horas lendo a mesma coisa. Também achei confusa a maneira como as falas foram dispostas. Não sei se é porque li uma versão em pdf ou se todas as edições são assim também.
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Amós 25/11/2013

Essencial aos Estudantes de Direito
Uma obra clássica de grande proveito - positivo e filosóficos - para os estudantes de Direito. Não apenas leia, mas apreenda os entendimentos, decisões e doutrinas contidas na obra (de forma interna e externa).
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Marcel 04/10/2013

Juridicamente...
...Legal...

Livro pequeno, de fácil leitura contando a história de um grupo de exploradores de caverna que ficam presos em um soterramento na expedição. Tantos dias presos, para não morrerem de fome, fazem um sorteio para ver quem será sacrificado para ser literalmente comido rssr...

Depois do resgate, há o julgamento dos sobreviventes com toda a questão jurídica acerca do homicídio e da moralidade!!!!

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