O Caso dos Exploradores de Cavernas

O Caso dos Exploradores de Cavernas Lon L. Fuller
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Resenhas - O Caso dos Exploradores de Cavernas


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Math 23/11/2016

Sensacional!
Um livro rápido, gostoso de ler, cativante e que coloca o leitor em uma situação de "angústia", principalmente pela sentença que lhe é proferida.
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Maduh Dantas 07/09/2016

O Caso dos Exploradores de Cavernas - Lon L. Fuller
Resumo: Este estudo apresenta o gênero textual artigo de opinião como uma forma
eficiente de análise do voto do juiz Foster. Inicialmente, abordam-se conceitos sobre
o voto; em seguida, ilustrarei possíveis pontos que ajudaram na decisão do mesmo.


PALAVRAS-CHAVE: Exploradores de Caverna, Decisão Judicial, Artigo de Opinião


INTRODUÇÃO

O Caso dos Exploradores de Caverna é sem duvida, uma das mais didáticas
formas de se introduzir aos estudantes de direito as preocupações daquela que é a
mais importante das ciências sociais. A obra que irei analisar trata de um modo
geral, dessa problemática, abordando uma das maiores temáticas estudada na
disciplina que é o embate entre o direito natural e o positivismo, o principio da
dignidade humana e a eficácia no cumprimento das leis, onde se pode analisar o a
lei ao pé da letra ou interpretá-la de acordo com a realidade social. Todas essas
questões são abordadas no livro do Professor de Harvard Lon L. Fuller, que tem por pano de fundo o julgamento de quatro aventureiros sobreviventes de um acidente
que os reteve durante quase quarenta dias em uma caverna que os obrigou a matar
um outro companheiro que com eles se encontrava no aprisionamento, o que fez
com que pudessem escapar desse horrível incidente. Inicialmente o Presidente
Truepenny, com mais cinco juízes a participar das decisões do caso, a saber,
(Foster / Tatting / Keen / Handy) explana sobre quem são os réus e sua organização
amadorística na exploração de cavernas, fato ocorrido em maio do ano de 4299.

Artigo de Opinião

?Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (...)Art. 5º CFF-1988?
Segundo a análise da decisão do Juiz Foster foi verificado o princípio da
isonomia, onde de acordo com tal princípio, os méritos iguais devem ser tratados de
modo igual, e as situações desiguais, desigualmente, já que não deve haver
distinção de classe, grau ou poder econômico entre os homens. Não devendo a lei
acima de tudo ser cumprida, mas sendo verificados os pontos primordiais que
cercam os fatos.
Foi analisado por ele o ocorrido desde o desmoronamento ao homicídio, que
foi gerado por uma situação mais extrema que o destino dos desafortunados
exploradores, onde o mesmo explana que se o tribunal declará-los culpados perante
a lei, a própria lei será condenada pelo senso comum. Tendo em vista dois pontos
principais, a saber, o direito positivo, onde pressupõe a possibilidade de coexistência
dos homens em sociedade, o mesmo verifica ser inaplicável ao caso, quando não
havendo essa possibilidade entra em ação o direito natural onde se faz saber que as
leis que o regem cessam de existir.
?O direito não será letra morta e realisar-se-á no primeiro caso se as
autoridades e os funcionários do Estado cumprirem com o seu dever, no segundo,
se os indivíduos fizerem valer os seus direitos.? (A Luta pelo direito - pág. 39)
Interessante também notar que o juiz escolhido para análise do caso não foi
em vão, nesse sentido o termo em inglês Foster que é designado como sobrenome
do primeiro dos julgadores que possui uma visão mais elástica onde o mesmo
defende inclusive a existência de possibilidades de sobrevivência de estado de
natureza em nossa atual sociedade significa criatividade. Ele defende que embora se saiba que realmente os quatro homens foram os responsáveis diretos pela morte do quinto ? que foi quem teve a idéia do assassinato de um deles, por sorteio para a manutenção do restante, não seria justo condená-los sabendo-se do horror por que passaram e da situação que os levou a cometer esse ?crime? com semelhante para
não serem também mortos pela fome, e que se o fato houvesse ocorrido a uma
milha dos limites territoriais, ninguém pretenderia que a lei lhes fosse aplicada.
Concluindo, portanto, que no momento em que a vítima foi morta pelos
acusados, eles não se encontravam em um estado de sociedade civil, mas em um
estado natural, onde as leis não devem ser aplicadas de forma concisa, e sim uma
que verifique e justifique aplicação em sua condição apropriada e que segundo esse
os principio não são culpados de qualquer crime.


Por Maria do Carmo Dantas Gomes
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Felipe 25/06/2016

Clássico da literatura jurídica.
O caso dos Exploradores de caverna é um livro de leitura "obrigatória" para os que ingressam na carreira jurídica ou até mesmo para os amantes dessa área, e, também para aquelas pessoas que queiram entender um pouco mais dos dilemas, debates, lei escrita contra princípios, enfim..

O livro conta a história de um caso fictício onde o Direito positivo (lei escrita), vai de encontro a princípios defendidos pela natureza humana, como o bem mais precioso que temos, a vida. Um grupo de exploradores indiciados por homicido e condenados a morte tem suas vidas na mão de 5 juízes, que debatem se eles merecem morrer porque a lei manda, ou devem viver em nome de princípios inerentes a vida.

Leitura esplendida, recomendo!
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vitor.bento.52 05/05/2016

Reflexivo!!!
Livro utilizado para aguçar a curiosidades e introduzir um pensamento critico sobre o Direito para estudantes no inicio de suas formaçoes.
Apesar disso ,eu como um estudante de engenharia,achei um livro super util e interessante para qualquer cidadão .Ele apresenta uma leitura super leve e rapida.
O livro em si apresenta um caso contraditorio e com apelo emocional,onde é feito um acompanhamento deste julgamento .No decorrer do livro é apresentado diversas opnioes de juizes de uma corte suprema,sendo divergentes entre si ou concordantes porem por razões diferentes.

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We're All Mad Here 30/09/2015

Interessante a todos!
Achei um livro interessante e o recomendo a Todo Cidadão, inclusive àqueles que não são da área do direito.

A obra discorre sobre o funcionamento, as atribuições e as relações do poder judiciário e constitui uma ótima introdução ao assunto.

Os cidadãos não podem deixar essas questões básicas nas mãos apenas dos supostos especialistas do direito!!!
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Amanda Campanha 28/09/2015

O Caso dos Exploradores de Cavernas
O livro “O Caso dos Exploradores de Cavernas”, de Lon L. Fuller, se passa no ano de 4300 e começa explicitando o fato de algumas pessoas terem sido processadas e condenadas à morte pela forca e diz que esses acusados recorreram da decisão. A partir daí o que vemos são os votos dos juízes Truepenny (presidente do tribunal), Foster, Tatting, Kenn e Handy. Pelo o que o livro deixa a entender, esses juízes americanos correspondem aos nossos Ministros.

O motivo do processo e da condenação somente fica claro no voto do Presidente Truepenny...
Para ler mais acesse Sempre às Quatro!

site: http://sempreasquatro.blogspot.com.br/2015/09/o-caso-dos-exploradores-de-cavernas.html
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Kauê 25/01/2015

Reflexão acerca do Direito e da prática jurídica.
Só ao ler este livro pela 2ª vez, nesta linda edição disponibilizada em um box, no qual estão presentes também dois outros clássicos do Direito, que são " A luta pelo Direito" e " Dos delitos e das penas" foi que resolvi saborear essa grande obra que apesar de ser já um tanto lida e relida ao longo das gerações de estudantes de Direito, não perde o seu brilho. Talvez pelo fato de exprimir a realidade prática da atividade judicial. Observar como cada um dos juízes da Suprema Corte de Newgarth fundamenta sua decisão e no final parecer que todos estão certos segundo seus princípios é algo muito interessante. Se torna até clichê dizer que todos os estudantes de Direito deveriam lê-lo.O livro revela um debate de certa forma político, jurídico e filosófico, discutindo algumas questões de grande interesse principalmente para a Teoria do Direito, Hermenêutica e Direito Penal, mas de uma forma nada enfadonha ou complexa demais, pelo contrário, é uma leitura instigante e polêmica na qual você deve tomar uma posição e ver se até o fim do livro se mantém nela ou cede diante das pronunciações dos juízes. Enfim, é um livro que mostrará que a forma de enxergar o Direito é o que realmente determina as decisões judiciais, principalmente em casos inéditos como na obra em questão. Boa Leitura!!
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gust 19/01/2015

Para quem ama e para quem não ama o mundo do direito
Realmente um livro fantástico que faz com que você entre em conflito sobre o destino dos exploradores.O que deve se seguir? as leis a risca, ou a vontade pública? o que foi verdade e o que não foi na história contada pelos exploradores?Tudo isso leva o leitor a refletir sobre como agiria nas decisões, já que o livro lhe fornece diferentes modos de ver a mesma situação.

O livro também(nesse caso em particular para mim) me fez refletir sobre qual é a verdadeira função da Lei em uma sociedade, será a de prevenir crimes ou de apenas puni-los quando acontecerem?Em razão de tudo isso que indico esse livro com toda a certeza, pois mesmo esse livro sendo voltado para as pessoas que estudam o direito, esse livro serve para todos que se interessam nas leis que regem uma sociedade.
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Carlos 22/10/2014

Li para a faculdade, então, comecei sem muita boa vontade.
Mas a história é boa, e faz pensar (e é essa, justamente, a ideia).
Utilizamos para discutir alguns comportamentos à luz do Direito.
Vale a leitura, especialmente com espírito crítico.


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Larissa 10/07/2014

Condenar ou não condenar?
O que você faria no lugar desses homens?
O que você faria no lugar desses juízes?
Depois de tanto tempo ainda me pego esse impasse.
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Allana 25/03/2014

O Caos dos Exploradores de Cavernas.
A iniciativa de ler esta obra partiu de uma indicação feita por um professor que argumentou ser este um livro que incita o pensamento crítico dos estudantes, principalmente os de Direito.
O livro narra uma estória que se passa em 4.300 onde 5 exploradores de cavernas adentram uma montanha e, já longes da entrada, ocorre um deslizamento de terra, prendendo estes homens dentro da caverna.
Passados 20 dias, muito depois de os escassos suprimentos terem findado, esses desafortunados suscitaram a ideia de sacrificar um dentre eles para que se alimentasse, do contrario morreriam por inanição. Ocorre porém que Roger Whetmore - quem primeiro teve a ideia - antes de lançarem os dados para saber qual deles seria sacrificado desistiu do acordo, se negando a lançar os dados. No entanto, seus companheiros, o acusaram de violação do acordo, lançando estes mesmos os dados em seu lugar. Tendo a sorte lhe sido adversa, Roger foi, então, morto.
O que suscita discussões acerca deste caso é a possibilidade desses homens serem livres ou condenado à forca por tal ato.
Depois de ter sido proferida a sentença condenatória, contra os acusados, sucede a opinião de diversos juízes, ministros, uns contra e outros a favor da condenação destes homens, cada uma das autoridades nos fazendo refletir seriamente a respeito de seus argumentos, todos bem fundados, na minha opinião.
De fato esta estória nos faz cogitar bastante a respeito da aplicação das leis, de se considerar ou não a opinião pública para a resolução de conflitos, entre outras indagações que nos fazem rever alguns conceitos.
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Danielle 12/02/2014

Reflexão
O livro, sem dúvidas, traz um caso interessante, que nos leva a refletir. Fuller conseguiu seu objetivo de introduzir o estudante de Direito a essa Ciência.
Refletir sobre o certo e o errado; sobre a moral; sobre o Direito; sobre as leis. Qual seria a diferença de tudo isso? Sim, há uma diferença. Não tão pequena a ponto de não ser notada. O livro deixa isso bem claro.
Se fosse julgar de acordo com os nossos princípios, certamente o veredicto seria diferente do veredicto dado segundo a lei. O veredicto segundo a nossa moral, provavelmente, seria semelhante ao que a população deu, sendo ela leiga em relação às leis. Eis aí a diferença entre moral e lei.
"Mas eles estavam em uma situação precária. Eles foram forçados a fazer isso! Dez pessoas morreram para salvá-los inutilmente, visto que eles teriam o mesmo fim, sendo ou não salvos: a morte!" Provavelmente, você, ao ler, se questionou isso. Não interessa, a lei diz que "quem tira a vida de outrem por vontade própria deve ser punido com a morte". E não foi legítima defesa, porque não houve um ataque. Talvez defesa contra as circunstâncias em que eles foram deixados. Mesmo com o veredicto final, mesmo com a lei, ainda questionamos se foi mesmo certo essa decisão. Mas o juiz jurou seguir a lei, não o seu conceito interno de certo x errado.
Gostei de todos esses questionamentos e da reflexão a que o livro me levou. Mesmo sem ter chegado a uma conclusão. Culpados ou inocentes, eis a questão?
Sobre a nota: Não ganhou cinco estrelas por ter enrolado demais durante a história. Sei que o livro é pequeno, mas poderia ter sido ainda menor. Mais sucinto e, ainda assim, dito tudo o que precisava. Tive a sensação de que fiquei horas lendo a mesma coisa. Também achei confusa a maneira como as falas foram dispostas. Não sei se é porque li uma versão em pdf ou se todas as edições são assim também.
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Amós 25/11/2013

Essencial aos Estudantes de Direito
Uma obra clássica de grande proveito - positivo e filosóficos - para os estudantes de Direito. Não apenas leia, mas apreenda os entendimentos, decisões e doutrinas contidas na obra (de forma interna e externa).
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