O Caso dos Exploradores de Cavernas

O Caso dos Exploradores de Cavernas Lon L. Fuller




Resenhas - O Caso dos Exploradores de Cavernas


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Marcus Klinger 05/12/2020

Uma história muito interessante abordada por princípios morais em bases históricas e sociológicas aplicado ao curso de direito. Senti falta de uma abordagem ética acerca do assunto
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Rodrigo.Rodrigo 07/11/2020

Livro essencial para a área do pensamento jurídico, mas vai bem além disso. É demonstrada, em uma excelente ficção, a antítese entre o direito positivo e o jusnaturalismo.
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Helô 20/10/2020

Um caso intrigante
A abordagem do autor foi bem didática e interessante, com as diferentes argumentações a respeito do mesmo caso muito bem elaboradas e fundamentadas. Eu fiquei um pouco decepcionada, porque, quando eu peguei pra ler, estava achando que o caso era real e o livro trataria sobre a influência sociológica e histórica dele, suas implicações etc. De certa forma, isso é abordado, mas o foco é a parte jurídica e legislativa, que servem de interesse pra quem está estudando esse assunto (e não é meu caso). Além disso, o caso é fictício...
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Danielle 12/02/2014

Reflexão
O livro, sem dúvidas, traz um caso interessante, que nos leva a refletir. Fuller conseguiu seu objetivo de introduzir o estudante de Direito a essa Ciência.
Refletir sobre o certo e o errado; sobre a moral; sobre o Direito; sobre as leis. Qual seria a diferença de tudo isso? Sim, há uma diferença. Não tão pequena a ponto de não ser notada. O livro deixa isso bem claro.
Se fosse julgar de acordo com os nossos princípios, certamente o veredicto seria diferente do veredicto dado segundo a lei. O veredicto segundo a nossa moral, provavelmente, seria semelhante ao que a população deu, sendo ela leiga em relação às leis. Eis aí a diferença entre moral e lei.
"Mas eles estavam em uma situação precária. Eles foram forçados a fazer isso! Dez pessoas morreram para salvá-los inutilmente, visto que eles teriam o mesmo fim, sendo ou não salvos: a morte!" Provavelmente, você, ao ler, se questionou isso. Não interessa, a lei diz que "quem tira a vida de outrem por vontade própria deve ser punido com a morte". E não foi legítima defesa, porque não houve um ataque. Talvez defesa contra as circunstâncias em que eles foram deixados. Mesmo com o veredicto final, mesmo com a lei, ainda questionamos se foi mesmo certo essa decisão. Mas o juiz jurou seguir a lei, não o seu conceito interno de certo x errado.
Gostei de todos esses questionamentos e da reflexão a que o livro me levou. Mesmo sem ter chegado a uma conclusão. Culpados ou inocentes, eis a questão?
Sobre a nota: Não ganhou cinco estrelas por ter enrolado demais durante a história. Sei que o livro é pequeno, mas poderia ter sido ainda menor. Mais sucinto e, ainda assim, dito tudo o que precisava. Tive a sensação de que fiquei horas lendo a mesma coisa. Também achei confusa a maneira como as falas foram dispostas. Não sei se é porque li uma versão em pdf ou se todas as edições são assim também.
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Allana 25/03/2014

O Caos dos Exploradores de Cavernas.
A iniciativa de ler esta obra partiu de uma indicação feita por um professor que argumentou ser este um livro que incita o pensamento crítico dos estudantes, principalmente os de Direito.
O livro narra uma estória que se passa em 4.300 onde 5 exploradores de cavernas adentram uma montanha e, já longes da entrada, ocorre um deslizamento de terra, prendendo estes homens dentro da caverna.
Passados 20 dias, muito depois de os escassos suprimentos terem findado, esses desafortunados suscitaram a ideia de sacrificar um dentre eles para que se alimentasse, do contrario morreriam por inanição. Ocorre porém que Roger Whetmore - quem primeiro teve a ideia - antes de lançarem os dados para saber qual deles seria sacrificado desistiu do acordo, se negando a lançar os dados. No entanto, seus companheiros, o acusaram de violação do acordo, lançando estes mesmos os dados em seu lugar. Tendo a sorte lhe sido adversa, Roger foi, então, morto.
O que suscita discussões acerca deste caso é a possibilidade desses homens serem livres ou condenado à forca por tal ato.
Depois de ter sido proferida a sentença condenatória, contra os acusados, sucede a opinião de diversos juízes, ministros, uns contra e outros a favor da condenação destes homens, cada uma das autoridades nos fazendo refletir seriamente a respeito de seus argumentos, todos bem fundados, na minha opinião.
De fato esta estória nos faz cogitar bastante a respeito da aplicação das leis, de se considerar ou não a opinião pública para a resolução de conflitos, entre outras indagações que nos fazem rever alguns conceitos.
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Kauê 25/01/2015

Reflexão acerca do Direito e da prática jurídica.
Só ao ler este livro pela 2ª vez, nesta linda edição disponibilizada em um box, no qual estão presentes também dois outros clássicos do Direito, que são " A luta pelo Direito" e " Dos delitos e das penas" foi que resolvi saborear essa grande obra que apesar de ser já um tanto lida e relida ao longo das gerações de estudantes de Direito, não perde o seu brilho. Talvez pelo fato de exprimir a realidade prática da atividade judicial. Observar como cada um dos juízes da Suprema Corte de Newgarth fundamenta sua decisão e no final parecer que todos estão certos segundo seus princípios é algo muito interessante. Se torna até clichê dizer que todos os estudantes de Direito deveriam lê-lo.O livro revela um debate de certa forma político, jurídico e filosófico, discutindo algumas questões de grande interesse principalmente para a Teoria do Direito, Hermenêutica e Direito Penal, mas de uma forma nada enfadonha ou complexa demais, pelo contrário, é uma leitura instigante e polêmica na qual você deve tomar uma posição e ver se até o fim do livro se mantém nela ou cede diante das pronunciações dos juízes. Enfim, é um livro que mostrará que a forma de enxergar o Direito é o que realmente determina as decisões judiciais, principalmente em casos inéditos como na obra em questão. Boa Leitura!!
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@bookytimes 30/05/2020

O caso dos exploradores de cavernas
O caso juri?dico se passa na cidade ficti?cia de Newgarth, localizada em Commonwealth no ano de 4300, onde quatro membros de uma sociedade que explorava cavernas, foram condenados pelo homici?dio de um quinto membro, chamado Roger Wethmore, no interior de uma caverna de rocha calca?ria. O crime aconteceu uma vez que, por ficarem presos no interior da caverna devido a? um deslizamento de terra que fechou a entrada da mesma, os 5 juntos decidem que, para sobreviver, deveriam sacrificar, por meio de um sorteio, a vida de um deles, que teria a carne oferecida para alimentar os outros 4 sobreviventes. Dentro desse cena?rio cri?tico, na?o haveria outra opc?a?o, pois era esperado que eles ficassem muitos dias presos, ou seja, impedidos de conseguirem alimentos ou qualquer outro tipo de ajuda. E? importante ressaltar que a ideia do sorteio foi dada pelo pro?prio Roger Wethmore, que apesar de desistir da ideia apo?s o sorteio, foi morto pelos demais. E? dentro desse cena?rio que 5 jui?zes da corte suprema devem decidir se condenam ou declaram inocentes os re?us. O que me chamou a atenc?a?o e? como cada juiz, na elaborac?a?o de seu voto, se apegou a? princi?pios diferentes para dar seu veredito. Temos um que acredita que as leis aplicadas aos homens dentro da caverna eram as naturais e na?o as do Estado, outro que na?o aceita que se fac?am questionamentos fora do que o que esta? escrito na lei, outro que apela a? opinia?o pu?blica, um que se abste?m de votar e outro que vota mas, de uma forma a passar sua responsabilidade para o poder executivo. A velha histo?ria de que "o sino bate dos dois lados" e? bem presente na obra e apesar de ser um texto "juridiquez" um pouco cansativo, vale super a pena pelo conteu?do que permeia na?o so? o plano juri?dico mas tambe?m o individual uma vez que, em muitas ocasio?es, precisamos fazer escolhas difi?ceis que envolvem regras, valores e empatia. Ale?m disso, vale pontuar que se trata de uma leitura ra?pida, pois o livro possui um pouco mais de 100 pa?ginas. Sem contar que e? uma histo?ria utilizada para instigar discusso?es nos cursos de direito.
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Delefrati 12/07/2020

Grande Importância
Livro muito bem escrito e com uma leitura fácil, mesmo contendo alguns termos da área do direito. O livro nos mostra vários posicionamentos, todos seguidos de argumentos, diante uma situação muito complicada. Fiz a leitura para apoio à minha graduação porém tirei reflexões importantes para pessoas de todas as áreas.
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Ju Siciliano 25/08/2020

Para refletir...
Leitura obrigatória para os estudantes de direito, vale a pena!
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iammoremylrds 10/09/2020

um livro essencial, vale muito a pena, ainda mais quando se estuda direito ou algo relacionado a área.
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Tuler 02/06/2020

Melhor livro
Livro que te faz observar uma determinada situação sob a óticas distintas. Excelente livro.
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Larissa Gomes 20/04/2017

Você vai quer ler esse livro.
Acho que todo mundo deveria ter a oportunidade de ler esse livro. A ideia do autor é mostrar que a Lei pode ser usada/interpretada segundo o que cada um quer defender através dela. O autor faz você refletir como a opinião pública pode afetar um caso, e como existem tantas formas de interpretar uma situação que dificilmente você poderá dizer que tem certeza ao escolher um lado. Ele mostra como as vezes os juízes vão contra o que acham certo ou contra o que a lei diz. Ou pior, ele também mostra aqueles que se afastam para não se "queimar" na confusão. O livro é perfeito.
"Não há texto de lei que não deixe campo à interpretação. A lei é morta. O magistrado vivo. É uma grande vantagem que ele tem sobre ela." - Anatole France
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