O Caso dos Exploradores de Cavernas

O Caso dos Exploradores de Cavernas Lon L. Fuller




Resenhas - O Caso dos Exploradores de Cavernas


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Qlucas 24/09/2017

Leitura obrigatória para os compreensões iniciais da justiça humana
Grande mérito do livro é através dos votos dos brilhantes juízes percorrer todos o percurso histórico da historia do Direito, do Jusnaturalismo ao Positivismo, demonstrando seus lados pós e contra. Mostra também que cada juiz (nos próprios) tem sua bagagem histórica, cultural e politica e como isso afeta nossa visão sobre determinado assunto/caso/coisa. Demonstra o quão limitada/perigosa pode ser um visão rigorosa ou exagerada sobre determinado assunto. Muito bom! Alias, meu voto: Inocentes, cometeram fato tipico, mas não ilícito, tendo em vista o Estado de Necessidade na qual se encontravam, modo no qual realizaram o sacrifício por meio de sorteio. Muitos dizem que o Estado falhou, discordo dessa opinião, pois o Estado disponibilizou e sacrificou outros cidadãos para recuperar os infortunados, porém a impossibilidade fática impediu o sucesso da missão. Além do mais, o sorteio que foi realizado demonstra a civilidade (que apenas pode ser adquirida no meio social) demonstrando a presença do Estado (ou da anterior vivencia deles) neles próprio, ou dentro da caverna. Lembremos! A Justiça apenas se realiza acompanhada de um senso justo de justiça.
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Felipe.Alves 15/01/2018

Filosofia do Direito
Ótima leitura para iniciação aos estudos do Direito, principalmente quanto às correntes filósoficas, história interessante e leitura didática de nível fácil, indispensável para o acadêmico nos primeiros semestres do curso.
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Willian.Savio 17/02/2018

Leitura rápida
Ótima leitura. Recomendo.
A leitura é simples, sem juridiques e vale como introdução ao assunto.

Trabalha muito a questão da moral x ética.
Willian.Savio 11/06/2018minha estante
Escrevi uma análise para o blog "direito no mundo" sobre O Caso dos Exploradores de Cavernas.

http://www.direitonomundo.com.br/resenha-o-caso-dos-exploradores-de-cavernas-pdf/




Marcos Antonio 15/03/2018

Cavernas
Conta a história dos exploradores de caverna, 5 homens passam 32 dias soterrados em uma caverna e ao saírem só tem 4, pois em sua fome um serviu de alimento, e os 4 foram foram a julgamento por assassinato.
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Juninho 16/08/2018

Direito
o livro mostra 1 caso de direito e o livro não conta a história como o pessoal que trabalha na caverna ficou preso na caverna
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(@jr__barboza) 19/11/2018

14.O caso dos exploradores de caverna. (1949)
Os réus, indiciados pelo crime de homicídio, foram condenados e sentenciados à forca pela corte de instâncias gerais do condado de Stowfield (Reino Unido). O caso dos 5 exploradores que presos por 32 dias em uma de suas aventuras subterrâneas encontram como única maneira de sobreviver comerem carne humana.
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Alessandra 04/04/2019

Alguns meninos se perdem em uma caverna. Ao decorrer dos dias acabam por sortear um deles para morrer e servir de alimento para os outros. O livro discorre sobre argumentação jurídica, mostrando que toda história tem duas facetas.
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Elisabete Bastos @betebooks 04/05/2019

A vida muito além do Direito...
Este livro é um exercício para os iniciantes do Direito que trabalham com várias facetas no julgamento de exploradores de cavernas, que após tantos dias presos e acabando os víveres estarão com um dilema a decidir e depois arcar com as consequências de um julgamento. A minha visão atual é de um Direito engessado e enviesado, após tantos anos formada, me surpreendeu lendo este livro.
Mas, vale ainda mais este exercício ao ver tanta burocracia e se apegando a interpretação gramatical para o conforto dos juízes.
Válida a leitura.
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Márcio 18/07/2019

Necessário
Para quem cursa direito um livro obrigatório
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Truga 06/09/2019

Em resumo, este livro, conta a história fictícia de 5 espeleólogos (exploradores de caverna) que ficam presos devido a um desabamento de terra. Para sobreviverem eles decidem tirar na sorte quem deveria morrer para servir de alimento para os restantes. Quando resgatados o caso do homicídio dos 4 exploradores são levados à julgamento no Tribunal Supremo. O livro é muito bom pois explora como a lei vigente, os fatos do acontecimento e as diferentes correntes filosóficas do direito se entrelaçam num julgamento. De fato um livro que da uma aula de argumentação. Recomendo a todos os públicos.
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O sábio aposentado 28/05/2020

Provavelmente uma das melhores leituras, no sentido jurídico
Com pouquíssimas 77 páginas (e se considerar que o tamanho da folha é pequena) a obra monta uma ficção que enfatiza 4 aspectos: a humanidade, o pensamento humano na extrema necessidade, o imperioso poder de uma democracia (ou maioria) e, a capacidade interpretativa variável de acordo com cada interesse defensivo (ou julgador).

Eu, particulamente, recomendo demais essa leitura, mas que seja a 1° leitura de um acadêmico em Direito.
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Shirley.Freitas 25/06/2020

Boa leitura
O livro é bem pequeno. A leitura é de fácil compreensão, não sendo cansativa. Aos alunos do curso de direito ele é muito bem vindo, pois trata do julgamento de um crime. Os fatos são muito bem elucidados.
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Breno 28/07/2020

dilema
Existem três pontos baixos do livro na minha opinião. Primeiramente, eu não gostei em como cada juiz refuta o outro. É interessante ver as fundamentações de cada juiz, fazendo-nos ponderar qual seria decisão mais correta a se tomar. No entanto, o tratamento que um juiz tem com outro é meio vergonhoso; um trata o outro com pouquíssimo respeito. O segundo ponto são as divagações durante os pontos de vista dos juízes, pois, pra mim, não foi algo que acrescentou às fundamentações. O terceiro, e último, é que a introdução, ou seja, a explicação do caso, foi pouco detalhada e aprofundada. Acho que a escolha por uma introdução mais enxuta nos fez perder detalhes que poderiam ser cruciais para o melhor entendimento e julgamento da causa.
Além disso, mas não considero como ponto baixo, acho que a obra poderia ser mais acessível, reduzindo os jargões usados no âmbito jurídico. É possível que algumas pessoas que não estudam/trabalham com direito fiquem confusas em algumas partes das fundamentações dos juízes.
Ressalvadas essas partes, o livro é uma clara aula jurídica. É super interessante como os juízes trabalham com a Teoria do Direito. Uns vão para o lado do Direito Positivo, isto é, grosseiramente, obediência às leis a todo custo; nessa visão os assassinos cometeram crime, sem excludente de ilicitude, e por isso devem ser penalizados. Em contrapartida, os outros dois juízes aderem ao Jusnaturalismo e à interpretações sociológicas e antropológicas, a fim de reformar a sentença e fazer com que os assassinos tivessem uma pena mais branda. No entanto, eu não acho que seja ideal o aluno do 1º período do curso de Direito ler esse livro, pois há temas e significados que podem parecer abstratos para um calouro.
Algo que me incomodou profundamente foi o fato de que um dos juízes não se considerou apto para julgar. A máxima ‘se você se omite, você é conivente’ cabe perfeitamente nesse caso. Eu detestei que esse juiz se absteve de sua votação. Felizmente nosso ordenamento jurídico atual prevê que nenhum juiz deixará de julgar o caso que vier a ser de sua competência. Porém, eu devo reconhecer que isso é um ponto do autor, para que pudéssemos identificar mais com o caso.
Deixando de lado a parte mais jurídica, o livro trabalha muito bem com os dilemas morais/éticas. Tais valores, assim como a noção de justiça, são construídos internamente a partir da observação do mundo exterior. É muito provável que um juiz que nasceu em uma comunidade pobre dominada pelo tráfico tenha uma percepção moral/ética dos fatos bem diferente daquele juiz que nasceu em berço de ouro. Assim funciona conosco. O problema é quando temos que colocar esses valores em documento escrito, que vai valer para toda a população daquele Estado. Dessa forma, até onde podemos definir que uma lei escrita é justa? Um exemplo que eu sempre cito é o linchamento, isso é, surrar aquela pessoa que cometeu alguma infração. Linchamento é feito pelas pessoas que não gostaram de tal ato de infração, e isso geralmente é amplamente aceito pela população. No entanto, linchamento é crime, já que o único que detém o poder de coerção sobre os indivíduos é o Estado.
O livro aborda também, embora de maneira bem superficial, a maneira que a opinião pública interfere um julgamento. É muito possível que juízes decidam mais rapidamente e a favor/contra o réu apenas pela pressão midiática que o caso tem. Dessa forma, alguns fatos relevantes para o caso são relevados para que se tenha um julgamento que se adeque à opinião pública. Tal fato é extremamente prejudicial para o ordenamento jurídico, sobretudo nos EUA, em que as jurisprudências possuem um alto valor. É possível que um caso seja erroneamente julgado por pressão midiática e isso gere uma jurisprudência igualmente ruim que servirá para condenar os réus por crimes que nem cometeram, ou absolver os criminosos que cometeram crimes hediondos.
Além disso, um assassinato consentido deve ser penalizado pelo Código Penal? O livro nos diz que um dos rapazes se ofereceu pra ser morto, a fim de servir de refeição para os outros. No entanto, como saber que o rapaz de fato se ofereceu? Como saber que os outros rapazes não inventaram isso só para poderem se safar da pena de morte? Se ele tivesse se oferecido de fato, por que não tentou suicídio? E se ele tivesse mesmo se oferecido, mas durante o espancamento (ele provavelmente morreu a pedradas), ele tivesse desistido da ideia? São tantos “e se” que esse caso em específico nos traz, que é impossível chegar a uma conclusão que nos deixe 100% confortável.
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Marcel Augusto 31/07/2020

A história nunca tem um lado só.
Apesar do juridiquês as questões levantadas são altamente pertinentes. Vida e morte, verdade e mentira perpassam por inúmeras possibilidades e argumentos. Interessante ver 4 linhas argumentativas tão interessantes e diversas.
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