O Mistério da Torre Negra

O Mistério da Torre Negra Louis Bayard




Resenhas - O Mistério da Torre Negra


8 encontrados | exibindo 1 a 8


Lilly 26/07/2020

O mistério da Torre Negra
A parte histórica do livro é sensacional mas a estória é cansativa. A leitura foi lenta e arrastada. O final foi sem clímax, assim como, o livro todo...
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Mimi 24/01/2013

Batalha árdua!
Foi uma árdua batalha mas consegui, após mais de 3 meses terminar de ler!
A história é boa, é bem escrito, mas é confuso.
Vale a pena fazer uma forcinha, pq o livro é bom!
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sonia 04/10/2012

o que aconteceu ao delfim?
livro policial baseado no fato histórico do desaparecimento de Luís XVII após o seu pai, Luís XVI, ser guilhotinado.
o autor fantasia com a possibilidade de o menino ter sobrevivido a seus algozes.
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pool 14/05/2012

Um otimo enredo historico porem nas maos de um escritor comum virou um livro apenas mediano.
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Andréa S. 11/11/2011

Divertido.
Mais um livro que mistura fatos e ficção, com um período da história bastante interessante, envolvendo a revolução francesa. Bayard foi criativo, nada previsível, a leitura prende, as descrições de Paris me agradaram particularmente. Vale a leitura, sem dúvida.
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Núbia Esther 25/07/2011

Fatos históricos servindo de mote. O período retratado? A transição entre o governo imperial de Napoleão e a restituição da monarquia, mas como se não bastasse isso, algo precisa ser investigado e temos um detetive de peso escalado para esse papel…

Em 1793, o rei Luís XVI e Maria Antonieta foram depostos e guilhotinados durante a Revolução Francesa que colocou Napoleão no poder. Luís Carlos, o herdeiro real, de apenas sete anos, sobreviveu à morte dos pais e por quase três anos foi mantido prisioneiro na Torre do Templo, aonde viria a falecer em 1795. Porém, logo após sua morte surgiram rumores de que ele tinha escapado desse trágico destino e de fato nunca se soube o que aconteceu a ele.

O fato é que a hipótese da fuga foi mantida viva entre o povo francês durante décadas. E é esse o mote utilizado por Bayard: a investigação desse desaparecimento, já que surgem evidências de que o delfim perdido realmente ainda está vivo. Para comandar essa investigação, Bayard toma emprestada outra figura histórica, o detetive Vidocq. Considerado o pai da criminologia, ele fundou a Brigade de Sûreté, a célebre polícia francesa em 1810.

A história nos é contada como reminiscências de Hector Carpentier sobre seu primeiro encontro com Vidocq em 1818, devido ao assassinato de Chrétien Leblanc. Assassinato que traz à luz um segredo envolvendo o delfim e que colocará Hector e Vidocq na busca pela verdade.
Assim como a memória às vezes precisa de um tranco para funcionar, a narrativa de Bayard no início é um tanto quanto árida e o ritmo de leitura demora um pouco a engrenar. Mas isso só até que as cartas sejam postas à mesa, pois Bayard nos aguça a curiosidade que é difícil largar a leitura sem antes saber se o delfim sobreviveu às penúrias do claustro ou não.

A ideia de intercalar com a narrativa os “registros” do médico de Carlos durante a sua confinação no Templo é um ponto positivo, o que nos permite antever algumas conclusões dos personagens, mas sem estragar o clímax da investigação. A forma como Bayard constrói o seu Vidocq e a relação deste com Hector também é interessante e serve para pontuar a trama com momentos divertidos através das “tiradas” sarcásticas do detetive e da timidez e falta de atitude de Hector. Bayard nos apresenta os fatos históricos sem muitas delongas, situa bem o leitor e transforma a França de 1818 em um excelente palco para a atuação do detetive. Um bom romance histórico investigativo que não deve nada às situações criadas pela rainha do crime ou por Sir Doyle.

[Meia Palavra] - http://blog.meiapalavra.com.br/2011/07/19/o-misterio-da-torre-negra-louis-bayard/
[Blablabla Aleatorio] - http://feanari.wordpress.com/2011/07/25/o-misterio-da-torre-negra-louis-bayard/
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Júliah 18/05/2011

A história tem bons momentos, mas as vezes fica bem confusa, a começar pelo nomes de alguns personagens que era estranhos e não se fixavam na memória, então eu ficava confusa de quem era quem em determinados momentos. A idéia foi boa.. Vidoq é um personagem fantástico!
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Aiko 17/04/2009

Ah, a França!
Louis Bayard descreve a França de maneira primorosa, sem cansar o leitor. Não se perde por longuíssimas digressões, apenas mostra o que vê. E dá vida a um dos personagens mais controversos da história francesa, monsieur Vidocq, cuja personagem já até mesmo virou filme.
Vale a pena ler.
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