Assim Falava Zaratustra

Assim Falava Zaratustra Friedrich Nietzsche




Resenhas - Assim Falou Zaratustra


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Graco 03/06/2017

O livro mais emblemático do velho bigodudo.
Certamente um ótimo livro. Talvez um dos mais difíceis que já li. Ainda há algumas partes que não entendi bem. Talvez eu ainda não esteja preparado para o ler e entendê-lo complementamente. Deve-se ter uma preparação antes de lê-lo e entendê-lo. Eu ainda não estou preparado.
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Hofschneider 11/03/2017

para todos e para ninguém
uma obra magnifica, que tem diversas interpretaçoes, como a maioria dos livros de nietzsche. neste texto, o lirismo do autor vai aumentando, conforme o livro vai caminhando, com aforismas e analogias não muito bem explicados. por isso, o leitor teria que ter um conhecimento prévio das teorias do autor, que foi o meu caso. para os leigos, é irritante ler um livro cheio de parabolas filosóficas sem explicação, portanto recomendo uma pesquisa profunda sobre as teorias do autor antes de começar a le-lo.

o autor sempre falou mal dos ideias acéticos, do qual ele chama de niilismo. para ele, os fortes são os homens que acreditam na vida e em si mesmos, e não em um deus. buscando sempre a si próprio, tentando sempre satisfazer seus desejos corporais e espirituais; é assim que o homem elevado deve tratar-se.
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Beatriz.Boccato 26/02/2017

Meu livro favorito. Incrível como as histórias de Zaratustra se misturam com a vida contemporânea, tornando o livro tão atual (e real)! Recomendo sem sombra de dúvidas.
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Sergio A. 01/02/2017

Complexo
Um excelente livro, embora muito complexo. Necessita de longas reflexões para assimilar o que esta escrito e mais ainda para o que está nas entrelinhas. Essencial, embora deva ser lido no momento certo...
rafaelluz 17/02/2017minha estante
Ja comecei e larguei duas vezes




Victor 25/01/2017

Não sei que título colocar... Mas recomendo fortemente a leitura deste livro.
Difícil é elaborar uma resenha para obra tão profunda e complexa como é "Assim Falou Zaratustra", e aplico isto duplamente em meu caso, uma vez que não sou grande conhecedor das obras de Nietzche (é o primeiro livro que leio do autor e filósofo) e tampouco de fundamentos e idéias clássicas da Filosofia que muito provavelmente influenciaram o autor a conceber esta obra tal como ela é. Talvez por isso, na minha qualidade de leigo, minha análise fique por demais rasa e superficial, ao menos em sua elaboração conceitual.

Difícil também é realizar uma análise e uma interpretação "definitiva" e "imutável" sobre os escritos de Nietzche nesta obra; Apesar de alguns conceitos gerais e centrais serem muito bem formulados e exaustivamente discutidos ao longo das mais de trezentas páginas (como o conceitos de vontade de poder, super-homem, último homem, aversão ao cristianismo e ao arraigamento e imutabilidade de valores do homem e de suas virtudes, entre outros), a maneira pela a qual as idéias de Nietzsche (ou Zaratustra) são manifestadas, por meio de diversos aforismos e parábolas e, no meio destes, ironias e sarcasmos, permite que diferentes homens tenham diferentes interpretações sobre a obra.

Li-o em outras resenhas e faço menção que aqui também seja mencionado: Este é um livro que se deve ler aos poucos, com certa dose de paciência e, principalmente, vontade de aprendizado e disposição para reflexão daquilo que foi lido. É uma obra que estimula como poucas a capacidade de reflexão do indivíduo na qualidade de ser humano. Mesmo que não se concorde com algumas das idéias postuladas por Nietzche ao longo desta obra (o próprio Zaratustra menciona em algum trecho do livro que teria horror, também, àquele que concordasse cegamente com aquilo que fala e não por si só refletisse sobre suas idéias), tudo o que nela é dito é digno de ser refletido por muito tempo e em repetidas vezes. É daquele tipo de obra que merecidamente deve ser lida muitas vezes em uma mesma vida.

Àqueles que, como eu, se consideram leigos neste mundo das idéias de Nietzsche, recomendo fortemente que antes, durante ou depois da leitura da obra, procurem, pela internet, análises sobre o autor e/ou sobre sua obra (de forma geral) para se munir de ferramentas que facilitem a compreensão e permitam uma melhor interpretação daquilo que o mesmo deixou como legado. Entender o contexto histórico em que "Assim Falou Zaratustra" foi escrito também é importante nesse sentido; Do mesmo se compreende, por exemplo, que existe um porquê da célebre frase "Deus está morto!", não ser, na verdade, "Deus não existe!".

Aos que se aventurarem nesta leitura, desejo sorte e bom proveito. E que todos nós possamos, como homens, ser ponte e transição que permita que se fique cada vez mais próximos do porvir: do super-homem.

Abraços.
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Renan.HofstAtter 27/08/2016

Assim Falou Zaratustra
Há livros para ler uma vez só. Há livros para ler várias vezes ao longo da vida. Assim falou Zaratustra pertence a essa segunda categoria. Pessoalmente gosto muito da filosofia de Friedrich Nietzche – já li o Anticristo e O crepúsculo dos ídolos há anos atrás – e sei bem o quanto é uma leitura exigente e ao mesmo tempo incrível. Sendo assim, confesso: Uma única leitura de “Assim falou Zaratustra” não é suficiente para postar uma resenha completa.
O livro fala sobre a necessidade do homem em caminhar em direção a algo além de si mesmo: O super homem – Mas o que seria o tal super homem? Seria uma versão perfeita do homem que existe. O super-homem não acredita em mitos religiosos, ele tem o controle do próprio destino e não está acometido de males como a piedade, por exemplo. É nesta obra também que surge a célebre idéia de que “Deus está morto. O homem o matou”.
O autor utiliza-se de um personagem (Zaratustra) para dar vida às suas idéias e se expressa através de uma linguagem poética e bem trabalhada.
Ler Assim falou Zaratustra é um grande convite à reflexão, afinal, se realmente o homem é “uma ponte sobre o abismo em direção ao super-homem”, o que sentiria o super homem? Ele não crê em Deus, tem o controle da própria vida, não crê em além-mundos (vida após a morte, por exemplo). Sua vida é mais completa por ser assim auto-suficiente? Ou pelo contrário, o super-homem seria vazio e perdido em si mesmo? Evidente que o filósofo não nos dá essa opção: Para ele o super-homem é perfeito, um objetivo a ser atingido.
Como eu disse no inicio: Não é uma leitura para uma só vez. Daqui a um tempo irei ler novamente e, quem sabe, fazer maiores explanações e comentários aqui no blog. Enquanto isso fica o convite: Leiam. Vale a pena
Há livros para ler uma vez só. Há livros para ler várias vezes ao longo da vida. Assim falou Zaratustra pertence a essa segunda categoria. Pessoalmente gosto muito da filosofia de Friedrich Nietzche – já li o Anticristo e O crepúsculo dos ídolos há anos atrás – e sei bem o quanto é uma leitura exigente e ao mesmo tempo incrível. Sendo assim, confesso: Uma única leitura de “Assim falou Zaratustra” não é suficiente para postar uma resenha completa.
O livro fala sobre a necessidade do homem em caminhar em direção a algo além de si mesmo: O super homem – Mas o que seria o tal super homem? Seria uma versão perfeita do homem que existe. O super-homem não acredita em mitos religiosos, ele tem o controle do próprio destino e não está acometido de males como a piedade, por exemplo. É nesta obra também que surge a célebre idéia de que “Deus está morto. O homem o matou”.
O autor utiliza-se de um personagem (Zaratustra) para dar vida às suas idéias e se expressa através de uma linguagem poética e bem trabalhada.
Ler Assim falou Zaratustra é um grande convite à reflexão, afinal, se realmente o homem é “uma ponte sobre o abismo em direção ao super-homem”, o que sentiria o super homem? Ele não crê em Deus, tem o controle da própria vida, não crê em além-mundos (vida após a morte, por exemplo). Sua vida é mais completa por ser assim auto-suficiente? Ou pelo contrário, o super-homem seria vazio e perdido em si mesmo? Evidente que o filósofo não nos dá essa opção: Para ele o super-homem é perfeito, um objetivo a ser atingido.
Como eu disse no inicio: Não é uma leitura para uma só vez. Daqui a um tempo irei ler novamente e, quem sabe, fazer maiores explanações e comentários aqui . Enquanto isso fica o convite: Leiam. Vale a pena
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Flor 29/05/2016

Minha PaixãoNietzsche!
Minha coleção de Friedrich Nietzsche está em plena ascensão! Sou apaixonada por suas obras, sua retórica, a forma como seus questionamentos e dilemas existenciais nos afeta, nos "co-move", e nos faz transcender espaços, derrubando fronteiras do imaginário e quebrando paradigmas!
Ler Nietzsche é transidir concepções.. ?
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João Victor 19/05/2016

Clássico obrigatório... mas seja perseverante.
Leitura nada fácil, em algumas partes é preciso aceitar sua ignorância e continuar assim mesmo. É um bom livro, em alguns anos lerei novamente. Acredito que sua complexidade e importância exigem isso. Antes, acho que vale a pena ler outros livros de Nietzche, como "Para Além do Bem e do Mal".
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Valério 23/03/2016

Deprimente
De Nietzsche, não li muita coisa. Li "Humano, demasiado humano" volume 1, depois li "O Anticristo", depois li "Humano, demasiado humano", volume 2.
Achei "O Anticristo" infantil, pueril. Fiz a resenha, que está exposta aqui no Skoob. Gostei de "Humano, demasiado humano", volume 1. Já o volume 2, Nietzsche fala mais de artes que de filosofia (e, se compramos o livro de um filósofo, adivinhe sobre o que gostaríamos de ler..)
Assim, resolvi ler mais um de seus livros mais famosos. Afinal, o oba oba em cima do autor é gigante. E minha decepção, até então, era enorme.
Seria minha última chance. Afinal, não vou enaltecer um autor apenas para parecer culto ou inteligente (como muitos fazem)
Nietzsche, ele próprio, afirma que sua obra deve ser contestada. E não apenas seguida sem questionamentos.
Tomo novamente a dianteira, em meio ao mar de elogios. Me perdoem os que gostam.
Mas temos novamente um livro ruim.
Nietzsche critica demais os cristãos. Não é muito chegado em religião.
Mas, ao ler "Assim falou Zaratustra", vemos que ele parece querer criar uma religião própria, a sobrepor o cristianismo. Escreve com linguagem rebuscada e cria um "líder", com lições e ensinamentos profundos (há controvérsias).
Zaratustra é o mais sábio, é quem detém a verdade.
A mim, parece piegas. Prefiro autores que escrevam a sério suas ideias do que com uma história muito mal contada.
Tenta imprimir lirismo nas falas. Mas Nietzsche, como todos sabem, é extremamente racional (até além do ponto, na minha opinião. As emoções devem ter seu lugar em nossas vidas).
Como racionalista, obviamente fracassou miseravelmente em querer escrever frases de efeito, que tocariam o leitor. Um racionalista escreve com precisão, mas não com sentimento.
Neste livro, Nietzsche escreve como uma galinha querendo ser pato. Não sabe nadar, morre afogado.
Dei quatro oportunidades a Nietzsche.
Não quero ofender nenhum fã dele (já vi, pela minha resenha de Anticristo, que as pessoas se doem se falamos mal de seu ídolo, como se todos fossem obrigados a venerar Nietzsche).
Mas, se você for um desses fãs, por favor, me indique um livro do autor que seja filosófico sem papagaiadas como em "O anticristo" e "Assim falou Zaratustra".
No primeiro, ele critica um comportamento. No segundo, parece querer fundar um movimento que se assemelha ao que criticou no primeiro.

Acredito que Nietzsche seja muito melhor do que essa obra. Mas não tenho mais paciência para buscar, com tantos bons autores por aí.
Gilvan L. 16/03/2018minha estante
Sou fã, mas gostei mto da sua resenha. Acho que Nietzsche errou ao tornar Zaratustra como o portador da verdade, as vezes fica muito forçado e pouco convincente. Mas é bom lembrar que esse livro é melhor entendido por quem já conhece ao menos um pouco sobre o que Nietzsche diz sobre o além homem, etc. Também gostaria de comentar que para Nietzsche a filosofia a arte e a mitologia nunca deveriam ter se separado, então essa obra é uma tentativa de construir conhecimento ao modo dos pre socráticos que ele tanto admira.


Mateus.Henrique 20/04/2018minha estante
Chamou Nietzsche de racionalista, dá pra ver que não entendeu nada que leu, apenas passou os olhos por cima das letras.




Juliana.Santos 30/01/2016

assim falou zaratustra
Esse é o primeiro livro que eu li de filosofia complica um pouco pela linguagem mas entendo que zaratustra tenta buscar um homem alem do bem e do mal,alem do certo ou errado ,alem do perdão ,além do julgamento Sua busca é incessante e somente ao final ele descorbre que mesmo com tantos erros esse super homem na visão das pessoas ao longos do caminho e de seus dicipúlos na verdade era ele,claro que ele não se sentia assim .Efim aos olhos dele todos eram nada,errantes até mesmo ele.
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Alberto 13/11/2015

As ideias do livro, bem como a filosofia contida e as lições são muito boas.
O que atrapalha um pouco a leitura é a forma como é escrito: uma linguagem pesada, complicada, por vezes rebuscada demais que o tornam excessivamente massante.
Provavelmente vou relê-lo em outra oportunidade, mas por hora, achei que o autor complicou muito o que poderia ser dito de forma mais suave.
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Sanoli 17/10/2015

Em uma frase...
Deus está morto visualmente!
Visite nosso blog para ler a resenha :)
Assim Falou Zaratustra - F. Nietzsche

site: http://surteipostei.blogspot.com/2015/10/assim-falou-zaratustra-f-nietzsche.html
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Ro 15/07/2015

buscando a filosofia
É um livro interessante desafiador, complicado, tem que ser digerido página por página, pois o autor se faz de difícil. Recomendo a leitura. Eu vejo no Zaratustra um profeta como a Jesus, já que Nietzsche é considerado um ateu, seu personagem tem muitas familiaridades com Cristo.
Guga 13/10/2015minha estante
Nietzsche apenas se deu ao trabalho de criticar Jesus usando uma fala parecida, como se quem disse-se: Jesus convençeu a muitos pelo modo de falar e pelos acontecimentos que lhe ocorrerão. Mas no fim a idéia é o extremo oposto à de Jesus.




NelM4n 17/06/2015

Sempre tente superar a si e aos seus antepassados.
Um dos livros de Nietzsche que mais gostei de ler. Apesar da leitura um pouco difícil e de bastante abstração é bem divertida. Muitos pensam que pela história de vida do autor e de seu ateísmo seus livros são preenchidos por depressão e discursos antireligiosos. Recomendo fortemente este livro para os que pensam assim. A ideia principal trata sobre como não podemos nos contentar com continurar a ser do jeito que somos para todo o sempre e vai fazendo críticas ao modo como os humanos construíram sua sociedade de uma maneira que dificulta sua própria evolução. Claro que o livro em muitas partes fala da religiosidade e tem uma pegada um tanto mística, mas simplesmente mostra como a religiosidade é desnecessária na vida dos homens. O ser humano deve ser o centro de tudo em uma constante mudança para o melhor, se desligando das cosias fúteis e focando no que realmente importa, a vida enquanto existente.
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