Assim Falava Zaratustra

Assim Falava Zaratustra Friedrich Nietzsche




Resenhas - Assim Falou Zaratustra


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Alessandra 12/03/2011

Inesgotável
Lido, relido sempre e redescoberto a cada leitura.

"Deus está morto" e "o homem deve ser superado", por exemplo, nos levam a refletir e avocar a responsabilidade pelas próprias escolhas e ações.

O livro é adoravelmente incômodo, poético e complexo. Mexe com sentimentos profundos, crenças, ideologias, dogmas...

A edição que tenho conta com dois apêndices escritos pela irmã do autor, Elisabeth Föster Nietzsche, e ajudam a compreender os motivos e o contexto em que a obra foi escrita.

Um dos meus livros preferidos.




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Jr Gameleira 28/01/2011

Apenas um simples comentário:

Abandonei por motivos superiores, mas pretendo voltar a ler.
Duda Ribeiro 01/06/2015minha estante
bela resenha




Pzambe 26/01/2011

Zaratustra
Resumidamente é a história de um filósofo persa que sai de sua caverna (Nietzsche aí faz uma crítica a platão)para desvendar diversas questões da vida ( política, religião, sociedade). Ao meu ver Zaratustra prega suas idéias como fez jesus quando veio a terra!vale a pena ler o melhor livro do autor para mim
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joedson 15/12/2010

ASSIM FALAVA ZARATUSTRA
da mente desceu seu monte
do último pro super
sobre o abismo a ponte
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FranciscoLima 09/12/2010

Abandonei...
Abandonei quando me dei conta de que estava fazendo força para continuar lendo.

Pode ter muito valor no ponto de vista acadêmico, mas boa parte da filosofia de Zaratustra não tem muito nexo com a realidade dos fatos.
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Marselle Urman 02/12/2010

Ainda não
Desde a primeira página percebe-se que não é uma leitura fácil.

Eu, já tendo lido alguns calhamaços filosóficos de peso, tentei prosseguir com este livro por três vezes.

Em nenhuma delas tive êxito em achar o caminho, em começar a ter esse "enlightment" tão proclamado deste livro.

Talvez não seja meu momento; talvez eu precise amadurecer mais antes de encarar este leão de novo, mas por hora esta tarefa é muito hercúlea, não me motiva.
Bruno Oliveira 07/01/2014minha estante
Procure os livros da Scarlett Marton, ela tem umas boas introduções ao Nietzsche. É difícil mesmo e requer um bom tempo de reflexão, mas não é impossível, com um bom guia você consegue acompanhar.


Carlos Patricio 08/11/2015minha estante
q pena, marselle :/ tente de novo!




Eduardo 24/10/2010

A edição que tenho, da Escala Educacional, é desanimadora. Ainda sim, quero retomar. Grande livro, apesar do insistente bordão a cada capítulo.
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Hudson 09/10/2010

Despertador...

Um livro de leitura não tão fácil, porém gratificante em mesma proporção.


Um raio nas consciências, pode-se dizer como proposto pelo o autor o que muitos levam livros para escrever, ele consegue passar brilhantemente em algumas frases, é preciso estar atento e reler algumas vezes para perceber isso...



Nietzsche é muito metafórico faz muito jogo de palavras, principalmente no original em alemão, dando vazão ao seu lado filólogo sempre de forma brilhante e sutil e precisa e deixando o texto bastante rico.


Nenhuma palavra é colocada ao acaso, tendo as vezes mais de um sentido, assumindo assim uma visão complexa e bem ampla porém sempre precisa.


esforço para se pensar, desafia o leitor, é preciso olhar nesse abismo para que ele olhe para você nos termos do próprio autor.















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Aribra 17/09/2010

“Mesmo na busca da sabedoria só sinto o prazer da minha vontade, quando procria e se realiza. E se há inocência em minha sabedoria, é somente porque nela subsiste uma vontade de procriação. Esta vontade me arrastou para longe de Deus e dos deuses, que haveria, pois, eu de criar se hovessem deuses?
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aleshinohara 09/08/2010

Celebração da vida
É um dos livros mais belos que já li. Nada descreve a vida e seus fatos de forma tão incisiva e afirmativa. Uma celebração insuperável.
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Marcia Cogitare 24/03/2010

Assim falou Zaratustra é considerada uma de suas principais obras e também, nela está contida o desenvolvimento de seus pressupostos filosóficos de maior peso em sua filosofia, tais como a transvaloração dos valores, o valor da arte para a vida e a filosofia, o super homem, a "morte de Deus', a idéia de rebanho...
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Lucio 14/01/2010

o q eu jah havia ouvido falar de Niet, está sumariamente apresentado nesse livro. A leitura é bem chata, e creio q vou ter q ler d novo. Mas, o básico eu captei, e não era muito além do que eu já sabia dele.
O que acontece também é que as posições filosóficas alegadas são apenas citadas, e muito pouco defendidas (ou não defendidas), fazendo com q o leitor tente concluir por si mesmo como ele chegou a tais conclusões. O que me ajudou foi já saber bem o que ele defendia, se não iriam parecer pressuposições vazias...
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Carlos Augusto 03/01/2010

Bom como poesia
O livro é bom como poesia, pois narra em prosa a aventura de um ermitão que sai a falar ao mundo suas idéias e reflexões.

Porém, considerei-o ruim como filosofia, pois reflete as próprias idéias pré-concebidas de Nietzsche, que em nenhum momento (até o ponto onde parei) faz uma análise argumentativa a respeito dos temas que aborda, nem como crítica, nem como defesa de suas próprias idéias, apenas as divulga, cabendo ao leitor refletir se as aceita ou não, por sua própria vontade.
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Gley 30/11/2009

Filosofia no sentido mais estrito da palavra
Já li várias vezes, em diversas idades, e cada oportunidade me levou a reflexões completamente diferentes, principalmente sobre a vida em comunidade, o progresso humano e a tentativa eterna de sobrepujar o antecessor e avançar um passo na evolução.

O personagem título representa um tipo de ser humano pouco comum, aquele que está a uma etapa do Übermensch (ou sobre-homem), que acaba de retornar de um período de auto-exílio e planeja transmitir à sociedade da época os seus ensinamentos.

Uma das coisas mais importantes que aprendi, e transponho para toda minha experiência de vida, é a constante necessidade de raciocinar sobre tudo, não deixando o cérebro se acomodar em idéias pré-concebidas; tentar sempre se reinventar e rever os supostos erros do passado.
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May 08/11/2009

Assim Falou Zaratustra
Assim Falou Zaratustra (em alemão Also sprach Zarathustra) é um livro, iniciado em 1885 pelo filósofo alemão Friedrich Nietzsche, que influenciou significativamente o mundo moderno. O livro foi escrito originalmente como três volumes separados em um período de vários anos. Depois, Nietzsche decidiu escrever outros três volumes mas apenas conseguiu terminar um, elevando o número total de volumes para quatro. Após a morte de Nietzsche, ele foi impresso em um único volume.

O livro narra as andanças e ensinamentos de um filósofo, que se auto-nomeou Zaratustra após a fundação do Zoroastrismo na antiga Pérsia. Para explorar muitas das idéias de Nietzsche, o livro usa uma forma poética e fictícia, freqüentemente satirizando o Novo testamento.

O centro de Zaratustra é a noção de que os seres humanos são uma forma transicional entre macacos e o que Nietzsche chamou de Übermensch, literalmente "além-do-homem", normalmente traduzido como "super-homem". O nome é um dos muitos trocadilhos no livro e se refere mais claramente à imagem do Sol vindo além do horizonte ao amanhecer como a simples noção de vitória.

Amplamente baseado em episódios, as histórias em Zaratustra podem ser lidas em qualquer ordem. Zaratustra contém a famosa frase "Deus está morto", embora esta também tenha aparecido anteriormente no livro Die fröhliche Wissenschaft (A Gaia Ciência) de Nietszche.

Os dois volumes finais não terminados do livro foram planejados para retratar o trabalho missionário de Zaratustra e sua eventual morte.
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