Así habló Zaratustra

Así habló Zaratustra Friedrich Nietzsche




Resenhas - Assim Falou Zaratustra


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Biblioteca Álvaro Guerra 24/07/2019

O livro conta a história de um pensador que desce das montanhas para ensinar aos homens o que descobriu em seu isolamento. Nietzsche usa linguagem poética e aforismos para trazer seus preceitos, como a famosa frase: “Deus morreu”. Com isso diz que a moral cristã não serve mais ao homem: agora ele está sozinho e deve se superar, para se tornar o “super-homem”.

Livro disponível para empréstimo nas Bibliotecas Municipais de São Paulo. De graça!

site: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/isbn/9788535930481
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Dan 06/05/2019

De aurora em aurora veio a mim uma nova verdade
Não há palavras pra descrever o alto grau de complexidade dessa obra e os desígnios do profeta persa sonhado por Nietzsche.

A obstinação de Zaratustra não é possível de conceber com os vossos sentidos porque toda sua pregação revolucionária e emancipadora excede nossa condição enquanto seres humanos, indíviduos e espécie.

Talvez o mais coerente de se afirmar - longe de qualquer presunção incutida em toda obra - seja mesmo o desafio que é, vencermos a nós mesmos e sermos senhores de nossas próprias escolhas. Não tenho dúvidas de que esse tratado pretende afastar muitos do rebanho e buscar elevação, mas, se por um momento de maior vontade e sacrifício entrarmos no experimento dos conceitos de zaratustra, não saberemos mais quem foi o homem, JÁ DEIXAMOS DE SE-LO.
Sheila Lima 04/08/2019minha estante
Procure na internet o Pdf do Seminário de Jung sobre Zarathustra.
No olhar brilhante e mente tão erudita de Jung, o brilho do Zara será profundamente mais intenso para você.


Dan 05/08/2019minha estante
zara não tem brilho, somente transgressão e pretensão kkkkkkkkk


Sheila Lima 05/08/2019minha estante
Melhor arquétipo da vida toda hahaha




Rayan.Gomes 13/04/2019

Como uma canção
A linguagem é mais acessível do que eu estava esperando, dá pra entender bem o que é dito, porém tem que se refletir sobre o que aquilo quer dizer, já que é bem metafórico em certos pontos, enquanto bem direto em outros.
A utilização de metáforas é feita de uma maneira tão bela que ler este livro é quase como ouvir uma música que te faça refletir, mesmo que você não entenda toda a sua mensagem de primeira.
Poético, faz pensar, e me despertou interesse para ler mais obras de Nietzsche.
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Capitu 10/03/2019

Clássicos são sempre difíceis, esse é meu primeiro de filosofia, entre metáforas e linguagens de difícil compreensão, o que chama atenção é a morte de deus, e a busca pelo super herói, enqnto Nietzsche fala pela boca de Zaratustra aos que encontra pela eterna jornada
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Jose.Carlos 14/02/2019

OS ÚLTIMOS HOMENS
Lendo o livro “assim falou Zaratustra”, deslumbrei-me com a noção do Super-Homem, todavia pasmei-me com a contemporaneidade dos últimos homens; como nossa sociedade se comporta de forma banal ainda tendo muito de “vermes”, até quando seremos podres por dentro escondendo nosso verdadeiro eu, colocando máscaras através de redes sociais. Somos os últimos homens, homens que não conseguem ver além das necessidades básicas, devemos ser superado rapidamente?
O pensamento da nação Brasileira tal como estar, caminha para o declínio, uma alienação total, vejo a face de três povos, sendo dois lados de uma mesma moeda totalmente equivalentes, em sujeira e desgraça com uma tremenda falta de ética, “porque é mais importante que minha ideia se sobressair do que a verdade”.

Vejo pessoas acenderem em redes sociais como salvadores da pátria, com um discurso de ódio. Ódio em um país que briga de trânsito é motivo para matar, ah eu tenho nojo... nojo como assim falou Zaratustra. A outa face está mergulhada em uma dormência terrível e uma felicidade bestial em pensar que tudo vai ficar bem apenas com devaneio do tempo e espera sentada, mexendo em seu novo celular esperando o lançamento do próximo modelo em quantos políticos nós estrupa descaradamente. Até quando? Seremos uma pátria escravizada e subjugada pelo sistema?
Espero que um dia sejamos realmente seres pensantes, todos por um poder de crítica construtiva descomunal e que pelo menos sejamos a luz e o caminho para o Super-homem, mais enquanto o sol não mostra seu esplendor em nossa face, possamos pelo menos refletir sobre nossas vidas e nossa convivência, porque se de continuarmos consumindo “Só uma surubinha de leve” vamos ser eternamente vermes.

site: http://ciaartelivre.blogspot.com/2018/01/os-ultimos-homens.html
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Vicente Ferreira 26/12/2018

Assim falou zarustra
Livro polêmico.
A morte de Deus é decretada, mas o Deus morto é aquele deus idolatra.
Muito bem escrito.
Assim como toda a obra de nit
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Deghety 26/10/2018

Assim Falou Zaratustra
Ao meu ver, Nietzche faz uma sátira a Jesus Cristo, fazendo de Zaratustra um Cristo como da música do Raul Seixas, Al Capone:

"Ei! Jesus Cristo
O melhor que você faz
Deixar o Pai de lado
E foge prá morrer em paz..."

Nietzche faz um culto ao homem, sua ascensão espiritual, social e intelectual desvencilhada da doutrina judaico-cristã. Esse Super-Homem, na sua ideia, seria um Dorian Gray às avessas, onde a alma não sofreria pelos erros e culpas da carne.
Segundo ele, Deus se tornou desnecessário e foi morto pelo próprio homem, por meio da ciência e da negação de Seus princípios, princípios criticado por julgar Deus ciumento por "exigir" amor e pela compaixão, que deu a entender que se trata das provações que fiéis são submetidos.
"Ele - ama seus inimigos: ele entende disso melhor que qualquer pessoa que eu conheça. Mas se vinga disso - em seus amigos. No entanto, a negação, agnosticismo, parece mais correta que a não-crença, ateísmo, principalmente por desconsiderar totalmente a velha frase do Carl Sagan:
"A ausência de evidência, não significa evidência da ausência."
(Provavelmente ele não iria gostar de eu ter usado sua frase para esse propósito).
Entrando no aspecto filosófico da obra, esse livro é uma academia 5 estrelas para o cérebro.
Nietzche nos obriga a raciocinar, por meio de metáfora, lirismo e, porque não?, poesia.
O subtítulo diz: Um livro para todos e para ninguém. É exatamente o que esse livro é, porque a filosofia, psicologia e sociologia aqui se remete à toda complexidade do homem, de forma singular e plural.
Assim Falou Zaratustra não pode ser devorado, é preciso degustá-lo, e sempre estar voltando à mesa.
Não é uma leitura fácil, por seu conteúdo. Como eu não gosto de procurar por textos de apoio, muita coisa aqui eu, provavelmente, nunca irei saber ao certo o que significa.
??????????
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Kizzy 14/06/2018

Nietzsche é sempre uma experiência de vida
Ler Nietzsche é sempre uma experiência de vida. “Assim falou Zaratustra” uma das obras mais conhecidas do filósofo alemão é uma experiência de diversas camadas.
Conhecido por ser pessimista, algumas vezes niilista (há muitas controvérsias a esse respeito) e extremamente revolucionário, independente das classificações filosóficas de seu pensamento, em mim apenas sucinta profunda admiração e diversos questionamentos da natureza humana e da minha ínfima existência. Posto isso, qualquer livro dele me inspira, não importa quais conclusões esses questionamentos me tragam

Começo falar dessa edição chamando atenção para a qualidade da tradução. Creio que nestas obras densas e complexas em lógica, no caso de Nietzsche complexa inclusive em sonoridade, uma boa tradução é essencial para a qualidade da leitura. Inclusive, se for ler esta edição, não deixe de ler as notas dos tradutores no início do livro. As informações ali contidas contribuem muito para melhorar a experiência da leitura.

Minha interpretação de Zaratustra durante toda sua jornada de vida em busca do Super Homem são elucubrações sobre a natureza e possibilidades do ser humano. O preço da hipocrisia social, a regra da prática de vida humana estar pautada contra a natureza da espécie e os desvios dos conceitos que envolvem a vida social. O texto demonstra o amadurecimento do próprio Zaratustra em concomitância ao amadurecimento dos conceitos de vida e de concepção da raça humana.

Nietzsche demonstra em sua obra uma fotografia de um homem de seu tempo. Os questionamentos a respeito da religião dominante na época, a crítica ao Deus mágico e não lógico e à atitude hipócrita de seus seguidores que se redimem das próprias responsabilidades sob a vida, baseados em uma natureza divina determinística que os redime de qualquer necessidade de pensamento e profundidade filosófica.
Muito mais que a discussão rasa e superficial sobre Nietzsche ser um ateu convicto, a obra traz uma profunda discussão sobre o papel divino na vida da sociedade.
Além dos questionamentos religiosos e de concepção na potência humana, destaca-se também as características machistas do filósofo, totalmente fundadas na concepção de um homem da primeira década do século XIX.

O texto passeia por diversos aspectos da existência humana e em alguns pontos apresenta especial construção poética que chega a emocionar. “Casamento: assim eu chamo a vontade de dois para criar um que mais do que aqueles que o criaram. É respeito de um pelo outro, respeito dos que têm a mesma vontade. – é isso que chamo de casamento”.
Vida eterna ao filósofo alemão!

“Deves construir algo além de ti. Mas primeiro deves construir-te a ti mesmo, diretamente no corpo e na alma. Não só para adiante deves programar a ti mesmo, mas para o alto. ”
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Nyx 06/03/2018

De fato, um livro para todos e para ninguém.
O meu primeiro contato com as ideias de Nietzsche foi como um baque de pessimismo e individualismo que até certo ponto eu estava precisando refletir sobre, mas os neguei como uma cética fevorosa. Ele não era "boca para os meus ouvidos", como já dizia Zaratustra.

Anos mais tarde decidi aprofundar meus estudos sobre ele e hoje admito que suas ideias têm uma influência muito grande no meu pensamento e visão de mundo. E por isso decidi ler por conta própria a sua obra mais famosa.

A forma como esse livro foi escrito, lírica, interpretativa, sem afirmações sólidas, abre espaço pra muita reflexão. Ainda que mesmo ao finalizá-lo, ainda não sei bem o que falar sobre. Apenas me deixei levar enquanto tentava minusciosamente entender e questionar o que havia por trás das metáforas e falas rebuscadas de Zaratustra.

Seu padrão de escrita e a forma que Zaratustra é retratado me lembra muito a bíblia cristã. Alguns criticam Nietzsche por isso, alegando que ele endeusou o personagem e aspira certo elitismo, enquanto eu acredito que essa foi apenas mais uma sacada genial que ele utilizou para criticar o modelo religioso "supraterreno"; o cristianismo e os valores e virtudes impostos não só pela religião mas também pela sociedade.

Eis, para mim, a frase que define esse livro:

"O homem é algo que deve ser superado. Que fizestes para superá-lo?"
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henrique lengler 21/02/2018

Um livro Incrível!
É um livro grandioso, que merece ser lido diversas vezes.

Mesmo àqueles que são religiosos, o livro tem grande valor, pois traz
uma reflexão sobre o ser humano em si.

O livro mudou minha vida, ao ler ele, e ao associar as ideias de Nietzsche com
ideias minhas, consegui aprimorar minha visão de ideal e minhas ideias sobre
a existência, a vida, etc.

Se você está lendo pela primeira vez, entenda que o livro é difícil mesmo, que
tem partes que você não vai entender nada. O autor algumas vezes fala duas
coisas contraditórias na mesma página. E quase toda a ideia do livro é passada
de maneira indireta, portanto você precisa saber extrair as ideias dos textos.
Fazer u

É um excente livro, além das belas ideias e das sacadas geniais, é um belo poema.
Marcela Ferreira 06/03/2018minha estante
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Bethowe carvalho 26/08/2017

Inigualável
Um dos melhores livros que ja li, partes complexas que fazem querer ler mais e mais... Zaratustra poetico o sem deus ,sem religiao, eremita e muito sabio ?
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RobsonGrangeiro 28/06/2017

Recomendo ler novamente!
Se não leu, talvez seja o momento para se pensar se deve realmente lê-lo e se está no seu momento de ler este livro. Muitos o abandonam, talvez por ser o primeiro contato com o autor e Nietzsche não é tão fácil para a grande maioria. Talvez, seguir conhecendo a obra do autor em outras amostras seria o melhor caminho para decidir lê-lo no momento certo.
Se já leu, sabe que o que mencionei o ajudaria na primeira vez que decidiu ler este livro. Embora tenha lido, talvez possa dizer que o compreendeu? Se compreendeu, o fez totalmente? Ainda, seria está a intenção do autor? Incrível como a leitura deste livro nos faz pensar se realmente o lemos. Porque a sensação de ter deixado algo passar te acompanha desde o início até a última parte. Faz de você um visitante recorrente. Já que ler uma vez pode ou é difícil e ler apenas uma vez não é suficiente.
Em uma resenha espera-se a impressão que o leitor teve ao ler a obra. Mas, resenhar este aqui, (me perdoem os demais) seria um exercício de pedantismo. Não há o que dizer, embora você possa contar a pequena história das aventuras e desventuras de Zaratustra. E isso o autor o faz, melhor ou pior, quem sabe. Mas o livro não se trata disso. Trata de questões que apenas ao leitor é possível acompanhar, desde que muito atento. Questões tão particulares que te fazem pensar em que época foi escrito este livro. Resenhar algo que só é possível de se cumprir ao ler, pois o livro só existe se você o leu, é algo que foge as mãos mais hábeis.
Leia e veja o motivo de ter que reler e reler.
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Graco 03/06/2017

O livro mais emblemático do velho bigodudo.
Certamente um ótimo livro. Talvez um dos mais difíceis que já li. Ainda há algumas partes que não entendi bem. Talvez eu ainda não esteja preparado para o ler e entendê-lo complementamente. Deve-se ter uma preparação antes de lê-lo e entendê-lo. Eu ainda não estou preparado.
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