O Mundo se Despedaça

O Mundo se Despedaça Chinua Achebe
Chinua Achebe
Chinua Achebe




Resenhas - O Mundo se Despedaça


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Lilian 06/08/2020

Conhecimento natural
O mundo se despedaça me fez conhecer, por dentro, uma cultura que se distancia muitos anos da nossa. Apesar de não ter fluído como eu achava que o faria, foi uma leitura que me fez enxergar com outros olhos o quanto é importante se abrir para conhecer o outro, mas também permanecer com aquilo que nos foi ensinado dentro do coração.
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Letícia Motta 05/08/2020

O MUNDO SE DESPEDAÇA
Okonkowo que tem narrada sua vida como personagem principal, me emocionou do início ao fim com toda a sua luta para defender sua cultura, sua família (por mais que não pareça) e a sua história.

É um livro que nos transporta para outra realidade e nos permite conhecer outras culturas de uma forma tão realista que impressiona. A narrativa é muito poderosa e carregada de detalhes da cultura local nigeriana, repleta de patriarcado e crenças espiritualistas presentes a todo momento, nos permite entender as aldeias e como tudo funciona até o momento em que homens brancos chegam querendo colonizá-las e praticar o cristianismo.

Uma obra que nos ensina, nos acrescenta e ao meu ver é necessária. As primeiras páginas são apenas do vocabulário para ajudar na leitura porque o autor (e tradutor também) respeitou a língua e as gírias locais, essa é uma leitura que nos traz conhecimento e foi escrita de uma forma tão leve que é difícil largar o livro.


site: ei, tenho um bookstagram agora! me acompanha por lá ♡ https://www.instagram.com/mottabooks
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@gustavoplatini 05/08/2020

Maravilhoso
O livro retrata o vida de Okonkwo, um guerreiro de etnia ibo. Okonkwo vê toda a estrutural social da sua tribo que perdurava séculos ser ameaçada após a chegada de missionários brancos, apesar dessa ameaça ele não assiste essas mudanças passivamente, e tenta salvar o seu povo da influência cristã/europeia. Livro marcante, que ajuda a entender um pouco o doloroso processo de colonização. A narrativa é muito boa, fez com que eu me transportasse para a época em questão, a leitura é rápida e prazerosa.
4,5 estrelas
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natygs 04/08/2020

Este livro nos faz mergulhar na cultura Igbo sem precisar sair do sofá.
Só digo que desde que terminei a leitura, estou louca de vontade de comer Fufu e sopa de inhame.
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Tati Vizú 04/08/2020

Emocionante
Um dos livros mais marcantes que li neste ano. A narrativa nos transporta no tempo e espaço, fazendo com que conheçamos os costumes do povo em foco. Além disso nos faz refletir sobre os processos de colonização realizados por povos ditos "civilizados".
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João 27/07/2020

Forte.
O mundo se despeçada retrata a história de vida de Okonkwo, um dos maiores opositores dos missionários brancos que começam a chegar às aldeias para converter/catequizar e até mesmo ditar um novo estilo de vida nas tribos nigerianas.

O livro tem uma narrativa marca pelo poder e pela cultura. A maneira como Chinua represente a desintegração cultural da tribo de Okonkwo é visceral. É sempre muito bom ter a oportunidade conhecer um pouco mais sobre a cultura da Nigéria. Por mais que seja uma cultura fortemente machista, os elementos femininos dela tornam a situação muito interessante.

O que me incomodou mesmo na leitura foram as 100 primeiras páginas, por mais que elas tenham o propósito de apresentar a cultura e os familiares, a história fica um tanto estagnada. Ao fim da primeira parte da história as coisas mudam, e aí você realmente não quer parar de ler.
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Fernanda.LuA 26/07/2020

O começo do fim
Imagine que você lutou e trabalhou a vida toda para ser uma pessoa respeitada e bem vista na sociedade até que de repente alguém chega e destrói toda a sua vida. Não só a sua, mas todo o mundo que você conhece. O mundo que você criou seus filhos, ao qual foi educado, o que seus pais conheciam e o que os pais dos seus pais viveram e morreram. Imaginou? Pois é, foi isso que os homens brancos fizeram a centenas de povos africanos. Esse livro mostra a história de um grande homem que tem seu mundo roubado de si.
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Paulinha 26/07/2020

Foi muito interessante ler uma literatura tão diferente (para mim pelo menos), uma cultura totalmente diferente, com histórias que te fazem refletir, gostei.
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Marcone.Procopio 22/07/2020

Com um romance histo?rico-policial ela constro?i uma trama que se passa em um dos locais mais abomina?veis que ja? existiram no Brasil, no Rio de Janeiro, ao mesmo tempo que apresenta uma A?frica, especificamente Moc?ambique, totalmente diferente da apresentada em seu outro romance A?gua de Barrela. Vale a leitura por tudo que ha? nele: das maravilhas das plani?cies no sope? do monte Namuli e a incri?vel descric?a?o da multie?tnica e multicultural cidade de Quelimane, aos horrores da escravizac?a?o, seja na travessia nos tumbeiros, nas torturas e crueldades inimagina?veis praticadas pelos senhores de engenho ou no terri?vel e repugnante cotidiano da regia?o do Valongo.

#ocrimedocaisdovalongo #editoramalê
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Tamires Roberta 20/07/2020

O Mundo Se Despedaça
Acho o livro de suma importância pois nos faz entrar dentro da vida cotidiano dos personagens e apreciar os rituais, as vestes, a comida e as tradições do seu dia a dias nas tribos da antiga Nigéria
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Duda 13/07/2020

Leitura essencial para compreender um pouco das culturas locais africanas e da ocidentalização dos povos tribais.
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Ana 10/07/2020

Interessantissimo
Livro que mostra a cultura e comportamento de uma tribo da Nigéria. Muito bom para conhecer os costumes e valores deles.
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Guilherme Ambrosio 08/07/2020

#03 O Mundo se Despedaça
#03 O Mundo se Despedaça
Autor: Chinua Achebe
Término: 13/01/2020
Nota: ⭐️⭐️⭐️⭐️⭐️
Categoria: TAG

Livro de estreia do autor nigeriano Chinua Achebe (1958), considerado o fundador da literatura nigeriana moderna. Segue a história de Okonkwo da etnia Ibo, famoso lutador, possuidor de rica plantação e pai de família. Escrito em inglês, porém mantém termos originais Ibo.

Nas primeiras partes do livro, cultura e tradição da tribo são mostrados de forma clara e sem prejulgamentos, mesmo que ela envolva a cultura de matar um gêmeo (um espírito dividido). Afinal, para aquela sociedade, patriarcal e espiritualista, tais valores se mantinham.

O mundo começa se despedaça quando os brancos chegam a aldeia, com o objetivo de colonizar e espalhar o cristianismo, fazendo o equilíbrio de costumes da etnia se desfacelar frente às instituições do homem branco, a própria tribo passa a aderir aos novos costumes.

Por mais bárbaro que pareça para nós, o autor busca mostrar o valor das tradições de maneira afetuosa. Compete ao leitor, o julgamento do certo ou errado e o de se manter uma cultura muitas vezes macabra ou se submeter aos desígnios de um povo colonizador que destruirá toda ela.

Citações:

“O homem branco é muito esperto. Chegou calma e pacificamente com sua religião. [...] Agora, ele conquistou até nossos irmãos, e o nosso clã já não pode atuar como tal. Ele cortou com uma faca o que nos mantinha unidos, e nós nos despedaçamos.”

site: https://twitter.com/ambrosionifuji/status/1280901419193729025?s=20
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Laura.Radicchi 06/07/2020

Terminei de ler o livro e só conseguia pensar em dois livros canônes da antropologia ambos escritos pelo antropólogo inglês Evans-pritchard. Os Nuer e Bruxaria,Oráculo e Magia entre os Azande. Em ambos os livros o antropólogo faz uma etnografia de tribos africanas, em uma ele demonstra a importância do gado para os nuer e como a vida tribal gira em torno da criação de gado. E no outro a descrição dos rituais religiosos dos Azande. Bom mas porque o livro do mês de outubro me fez lembrar destes dois livros, por dois motivos: primeiro pelo fato de como se deu o contato entre os homens brancos e as tribos africanas, acredito que Pritchard chegou as tribos quase da mesma maneira como o autor descreve a chegada do homem branco a tribo de Umuófia. E a maneira como o antropologo descreve os costumes, de maneira primitiva assim como o missionário via os personagens do livro como seres tribais e animalescos, vivendo em uma sociedade anarquica e pagã.
Confesso que este livro foi difícil de ler, porque eu sentia que a história nao se desenvolvia, mas a partir da segunda parte, quando o autor começa a construir o terreno para a ruptura dos costumes tribais e a chegada do colonizador branca. Enfim é um livro que me tirou muito da minha zona de conforto.
Fernanda.LuA 26/07/2020minha estante
Senti o mesmo que você. A primeira parte do livro retrata apenas a vida, os costumes e a fins do povo de Umofia. É bem legal de ver, mas não há um conflito e se torna meio parado. Com a chegada do homem branco parece que se torna mais fluida.




Sah 03/07/2020

Inigualável
Chinua Achebe narra a história de Okonkwo com delicadeza e maestria, nos apresentando uma sociedade cultural distinta, seus costumes e crenças sem julgamentos de valores, numa escrita rica, que deixa a sensação de estar ouvindo uma história em noite de lua cheia de uma anciã. Só depois de uma compreensão um pouco mais profunda desse modo de vida, podemos sentir com mais precisão os impactos da colonização inglesa.
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