O Verão Que Mudou Minha Vida

O Verão Que Mudou Minha Vida Jenny Han




Resenhas - O Verão Que Mudou Minha Vida


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Blog MVL - Nina 05/12/2011

Minha Vida por um Livro | www.minhavidaporumlivro.com.br | Marina Moura

Escrito em primeira pessoa, "O Verão que Mudou Minha Vida" possui uma narrativa realista sobre amadurecer,e destinada a ser uma leitura obrigatória para as meninas brasileiras no verão que se aproxima!

Belly está em certo ponto da adolescência em que começamos a realmente amadurecer. Olhar para trás,lembrar da criança que fomos e começar a ter vislumbres da pessoa em que estamos nos tornando. É assustador. Especialmente para as mulheres. É uma época confusa e complicada. A autora soube como escrever sobre tais emoções de forma sutil, delicada e tocante.

O título do livro em inglês é “The Summer I Turned Pretty” ou seja “O Verão em que fiquei bonita”,pode parecer superficial e fútil,entretanto acho que os mais críticos perdem a noção do que realmente significa para uma mulher se sentir bonita. E notem que eu não disse ser e sim se sentir bela, desejável e bem consigo mesma. Para a protagonista do livro, com apenas quinze anos, é a primeira vez em que ela realmente se descobre como mulher. Talvez seja difícil para os homens imaginarem esta sensação, mas tenho certeza que as meninas vão concordar comigo que é um momento inesquecível.

Jenny Han escreve sobre personagens tão bem construídos que nos fazem lembrar as pessoas queridas em nossa vida. Familiares e amigos de infância. O relacionamento distante entre Belly e sua mãe, cercado por sentimentos nunca pronunciados, sua relação com Susannah, a mãe de Conrad e Jeremiah,seus dois amores. Conrad é distante, sério, misterioso e o típico primogênito. Jeremiah é engraçado, espirituoso e divertido. Conrad é o primeiro amor de Belly,mas é com Jeremiah que ela troca o primeiro beijo. Enfim, é uma situação complexa. Todos se conhecem muito bem, estão vivenciado uma tensão emocional em virtude do câncer de Susannah, e apesar de o verão ser o melhor momento para se esquecer dos problemas, nem sempre nos é permitido esse refúgio. Belly adentra a maturidade em um momento de grande caos pessoal, o que de certa forma (falo por experiência própria) nos faz amadurecer ainda mais, o que não quer dizer que não haja muito sofrimento envolvido. Segundo J.k Rowling as pessoas só “crescem” quando sofrem, e eu concordo.

Uma escritora que sabe como escrever para os adolescente, e não de uma forma leviana e clichê. Não tem idade para apreciar a leitura. Se você é adolescente vai se identificar com os conflitos, se já passou faz tempo dessa fase vai relembrar com muito carinho dos verões inesquecíveis, e que mudaram a sua vida. O fim do livro ainda deixa uma prazerosa brecha para a continuação. Para nos contar a história de Belly, a autora ainda escreveu mais dois volumes. “It’s not Summer without you”(2010) e “We’ll always have Summer” em tradução livre “Não há verão se você” e “Sempre teremos o verão”. Não percam a oportunidade de acompanhar esse belíssimo trabalho sobre a adolescência e uniões eternas como a amizade, amor e família.
Dand 24/04/2012minha estante
Foi amor a primeira vista com essa capa.Eu simplesmente amei,tem algo,não sei oq,q me prendeu.Me imagino nessa capa aí no meio desses dois,LOL




ka macedo 06/03/2013

O Verão Que Mudou Minha Vida
Hoje é a primeira vez que não vou fazer uma resenha positiva. E provavelmente serei uma das poucas pessoas que vocês verão falando mal desse livro. Já que todo mundo, aparentemente, está apaixonado por ele.

Em primeiro lugar: a estória não é lá muito interessante. Quase nada acontece no decorrer do livro. Nada mesmo. Nós vemos apenas Belly fazendo seus biquinhos, tentando causar ciúme no Conrad, brigando com sua mãe e reclamando da vida. Tudo em uma casa de que ela, sua mãe e seu irmão dividem, todo verão, com uma amiga de sua mãe e seus dois filhos – Jeremiah e Conrad. E, ao mesmo tempo, vemos o passado. Como eles chegaram a tal ponto, como foram os outros verões, o que faz esses verões serem tão importantes para eles.

Fora algumas poucas situações engraçadas e boas filosofadas da autora, não há nada que tenha me interessado no livro. Exceto Conrad. Quer dizer, só por um tempo. Por que, sabe aquele tipo de livro no qual você não consegue gostar de nenhuma personagem? Pois é, esse é um desses livros.

Vamos começar por Belly. A pior. Ela é a personagem mais infantil e mimada que eu já vi na minha vida. Ela literalmente faz bico quando as pessoas não fazem o que ela quer, ameaça o irmão com ‘vou contar para a mamãe’, consegue ser mais volúvel do que a Zoey de HoN, vive fazendo brincadeiras realmente infantis, não sabe argumentar – ou seja; só sabe gritar ‘cala a boca’ quando discute com alguém – e age como se soubesse o segredo da humanidade só por que, de repente, ficou bonita. E ela tem quase 16 anos de idade! Ela me irritou tão, tão profundamente que eu não sei como não joguei o livro na parede e o rasguei inteiro. E o pior: parece que ninguém liga para essa personalidade extremamente fútil dela.

Acho que não é exatamente que ninguém liga, é mais por que todos eles são tão superficiais quanto ela. Eu gostei muito do Conrad logo que ele apareceu, é impossível não se interessar por um cara como ele: meio sombrio, calado e com algum segredo que o torna um garoto-problema, mas que tem um lado sensível. Foi uma pena a estória mostrar como ele é completamente egoísta e até imaturo.

O irmão dele, Jeremiah, foi o único que não mudou no meu conceito ao longo do livro. Ele é bem-humorado, fofo, infantil, meio bobão, sem-vergonha e nada muito extraordinário. Então, sim, eu terminei o livro gostando muito mais do Jeremiah do que do Conrad.

Fora eles ainda têm as mães. Susannah foi a única personagem que me pareceu madura de verdade na estória. Ela teve e ainda tem sérios problemas, está sempre tentando ajudar os outros, raramente se irrita, é quem faz tudo na casa e sabe como controlar as pessoas ali dentro. Diferente de sua melhor amiga - mãe de Belly e Steven - que não sabe nem como cuidar dos filhos direito. Isso já é o suficiente para eu não gostar da mulher. Mas ainda tem o fato de ela agir como se ainda fosse uma adolescente (não que eu ache que pessoas mais velhas não merecem diversão, o problema é que ela extrapola).

Muita gente diz que essa estória é sobre um verão lindo, um verão onde Belly amadurece, onde ela começa a entender as coisas e em que tudo se resolve. Não. Não para mim. Eu não acho que Belly tenha realmente mudado no final do livro, ela agiu mais responsavelmente? Sim, mas só por que aquele exato momento pediu isso dela. E... ‘o verão perfeito’? Nem um pouco! É um drama disfarçado de romance, por que não tem nada de lindo.


"Às vezes é como se as pessoas fossem um milhão de vezes mais belas na nossa cabeça, como se as víssemos através de uma lente especial. Mas, por outro lado, se é assim que as vemos, talvez seja assim que elas realmente são."


Mas preciso elogiar a autora pela forma como conduz a estória. Intercalando capítulos que se passam no presente, com capítulos que se passam nos verões anteriores de Belly, Conrad, Jeremiah e Steven. É muito mais fácil entender as personagens e as situações assim. E o modo como ela os intercalou foi bastante inteligente também, deixando-nos curiosos para saber o que aconteceria nas duas estórias – a presente e a passada.

O livro tem várias idéias, filosofias e ambições muito boas, mas, por seus personagens não seguirem nenhum de seus ideais, perde a força que deveria ter e se torna algo superficial, levemente irritante e nem um pouco distrativo.


http://blogminha-bagunca.blogspot.com.br/2012/01/resenha-o-verao-que-mudou-minha-vida.html
Dand 24/04/2012minha estante
é legal ver opiniões diferentes...


Jei 12/06/2012minha estante
Concordo em gênero, número e grau com sua resenha. Achei que eu tivesse sido a única a me sentir assim com esse livro.


Laurita 24/03/2013minha estante
Cada um tem sua opinião né?
Pega outro livro e vai ler então!


ka macedo 25/03/2013minha estante
Dand: Sim. Afinal, qual seria a graça de mundo se todos dissessem a mesma coisa sobre tudo?
Jei: Fico feliz em ver que não sou um completo E.T., haha.
Laurita: Exatamente! Pode ter certeza que já li muitos outros livros depois dele (e que são infinitamente melhores do que ele).


Laura 01/04/2013minha estante
Realmente, uma resenha que foge dos "padrões" desse livro mas que descreveu exatamente o que senti. Adorei!


Monique 19/06/2013minha estante
Mais uma resenha sua que me agrada, Ka :D Escreves muito bem!
E, depois de ter lido sua crítica, desisiti dfinitivamente do livro. Mesmo porque eu estou fugindo de personagens imaturas, e olha que as dos recentes livros li e que me fizeram fazer isso não são tão irritantes assim.




Queria Estar Lendo 05/01/2016

Resenha: O Verão Que Mudou Minha Vida
O verão que mudou minha vida, publicado no Brasil pela editora Galera Record, foi escrito por Jenny Han que é também autora de Para todos os garotos que já amei, resenhado aqui no blog pela Denise. A sinopse promete uma leitura leve e cheia de emoções, como um amor de verão deve ser.

O livro se passa no decorrer do verão, o cenário é Cousins Beach e a protagonista é Belly, uma adolescente de quinze anos. O verão em que Belly se torna bonita (The Summer I Turned Pretty, em seu título original) é, também, talvez o último que ela, sua mãe e seu irmão passem na casa da praia junto com Susannah e seus dois filhos. O velho clichê de uma garota possivelmente divida entre dois irmãos foi o que me atraiu, confesso. Mas aqueles que odeiam triângulos amorosos não precisam se preocupar, porque não é o caso aqui. Belly é obcecada por Conrad, e ponto final.

Jeremiah é um mero coadjuvante, pintado como o amigo leal, e não importa o quanto a autora tenha tentado criar uma possível dúvida sobre o romance, simplesmente não funciona. Conrad, o irmão mais velho e alvo das afeições de Belly, é típico projeto de bad boy com um segredo e um bom coração. Não precisa explicar muito, é a velha fórmula do irmão fofo e legal versus o irmão calado e sexy. A mãe e o irmão da Belly foram meio que "qualquer coisa" pra mim, sendo Susannah uma das poucas personagens agradáveis da história, ficando a outra posição para Cam, um garoto que Belly conhece quando vai a uma festa e a quem ela, definitivamente, não merece.

E já que estamos falando da protagonista: meu deus, podia ser menos chata? Ou mimada? Ou infantil? Quem sabe só um pouquinho menos birrenta? Sinceramente, procurei outras resenhas e não consigo entender o que as outras pessoas dizem ter visto de tão interessante no livro. Para mim Belly é uma criança e se porta como tal, impossibilitando qualquer tentativa de uma boa e prazerosa leitura.

As cenas alternando entre o passado e o futuro, e os dramas amorosos exagerados, só deixaram ainda mais nítido a imaturidade da personagem. As atitudes dela são tão bobinhas que eu mal conseguia distinguir a Belly de treze da de quinze, quando ela já se sentia quase mulher. Talvez o problema seja eu, talvez eu esteja exigindo mais do que a história se propõe, mas não posso ser injusta com todos os outros livros que já li que tinham uma proposta tão simples o quanto e cumpriram o seu papel.

“Susannah me contou que, quando nasci, ela sabia que eu me casaria com um dos seus meninos. Era o destino. Minha mãe, que normalmente não acreditava nesse tipo de coisa, disse que seria perfeito, contanto que eu tivesse alguns namorados antes de casar.”

Ainda tenho esperanças com os livros da Jenny, pretendo dar mais uma chance a essa série e ler o próximo livro também. Principalmente porquê o livro tem um final absolutamente em aberto, mais um fator que me fez desgostar do mesmo. Sinto muito se a resenha sou confusa ou pobre, mas no que diz respeito a O verão que mudou minha vida, só posso dizer que o título não se aplicou à leitura.
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Dalíria 05/05/2013

Never grow up
Achei esse livro triste. Até nas partes engraçadas e romantescas. Por que tudo girava em torno de crescer, do amadurecimento. Esse sempre foi meu grande medo, essa passagem da adolescência para a vida adulta. Não é a toa que Peter Pan é minha história favorita até hoje, ainda irei para Neverland.
Esse foi o primeiro livro (e último, talvez) que eu gostei de um triângulo amoroso. Tem como escolher ser team Jeremiah ou team Conrad? Definitivamente não.
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Fernanda 29/09/2016

Disponível em: M3RAKI
Publicado em 2011 mas ainda sim extremamente atual, O Verão que Mudou a Minha Vida segue o que pode ser o último verão de Belly na casa de veraneio em Cousins, onde passou suas férias desde que se pode lembrar. Ela consegue sentir a mudança no ar – e em si mesma –, algo que lhe diz que aquele não será um verão resumido a dias ensolarados e brincadeiras na praia, mas sim que existem coisas além de seu controle.

Há algumas semanas de seu aniversário de dezesseis anos, Belly ainda não foi capaz de superar sua (única) paixão de verão. Conrad Fisher, o filho mais velho de Susannah, tornou-se o dono de seu coração muitos verões atrás. A história dos dois tinha grande potencial para uma paixonite platônica, porém acaba virando muito mais do que isso quando Belly nota que a situação entre eles é bem diferente do que havia sido um ano antes.

Com isso, Jenny Han traça uma história de amor – não menos impactante por acontecer entre dois adolescentes – madura e sincera em meio as dificuldades vividas por ambos os personagens quanto a seus respectivos cenários familiares. Sim, a relação familiar tem grande importância ao longo da narrativa de Han, seja ela consanguínea ou não.

A amizade entre Laurel e Susannah é invejável, como a própria Belly constata ao longo das páginas, uma vez que transcende os anos do colegial, faculdade e casamento. Isso graças a casa em Cousins, onde as duas passaram um pouco da magia da própria amizade para os filhos, fazendo com que Steven, Conrad, Jeremiah e Belly estivessem ligados muito antes do nascimento.

Ao elevar o clichê a algo formidável, Jenny Han faz com que o leitor sinta uma conexão imediata com cada um de seus personagens, especialmente com os mais jovens. Observamos enquanto erros são cometidos, lágrimas são derramadas e lições são aprendidas, tudo isso levando ao grande foco da trama: uma jornada de amadurecimento. É possível dizer que conhecemos de verdade os personagens ao longo da leitura.

Um dos inúmeros pontos positivos de O Verão que Mudou a Minha Vida e que vale ser ressaltado é a forma como a autora constrói protagonistas reais. Todos, sem exceções, são suscetíveis a escolhas ruins e a sofrer por elas, por mais que aos olhos do leitor sejam consideradas desimportantes. É sempre bom quando um autor reforça que ninguém precisa ser forte o tempo todo e que quando somos jovens podemos sofrer por coisas que, naquele momento, parecem o fim do mundo.

Aprendi com o tempo que poucas pessoas conseguem escrever um romance de verão que vá além daquilo que é esperado pelo público. Aprendi também que Jenny Han é uma das pessoas que possui o dom de fazer com o clichê seja algo formidável. Ao explorar laços familiares, ao lado de amizades e amores, Han consegue descrever com maestria o quanto impactamos a vida de alguém, seja através de anos de amizade ou do primeiro amor.


site: http://m3raki.blogspot.com.br/2016/08/resenha-o-verao-que-mudou-minha-vida.html
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Thay Moreira 15/07/2016

OU "O Verão em que fiquei bonita"
Sempre que pego um livro traduzido, procuro compreender o título original; isso se tornou uma constante considerando minhas leituras recentes de chick-lit histórico, onde o título brasileiro sempre é muito sem graça em comparação ao original. Estranhamente, quando li o título desse livro - antes de começar a ler, de fato - preferi o título em português. Quando terminei, entendi plenamente porque o título original era aquele e porque ele se encaixa tão perfeitamente.

Veja, o enredo é muito simples. Belly volta para a casa de verão onde ela passou toda a infância e vida. Dessa vez, porém, as coisas estão diferentes: seu irmão Steven só vai ficar por poucas semanas e vai embora visitar universidades; Suzannah, a amiga de sua mãe, parece muito distante, ainda mais porque seu marido, o Sr. Fisher, não frequenta mais a casa como antes. E para finalizar, os irmãos Conrad e Jeremiah começam a tratá-la de um jeito diferente: como se finalmente tivessem percebido que ela não é mais a irmã caçula, mas uma garota mesmo "digna de atenção" (tenho sérios problemas com esse tipo de pensamento, mas não vou contestar isso aqui).

Só que: a sinopse ainda apresenta Cameron, um cara que Belly conhece numa festa; eles começam a "namorar" (muitas aspas aqui), mesmo quando Belly ainda sente um amor profundo por Conrad. Entretanto, em todas as informações prévias que encontrei desse livro, menciona-se um suposto triângulo entre Conrad e... Jeremiah. Espera, mas a sinopse não menciona um triângulo com Conrad e Cameron? Mencionar Jeremiah aqui nem é spoiler propriamente: na hora da divulgação, não souberam explicar ao certo quem está competindo com Conrad pelo coração da Belly e deixaram as duas opções em aberto. Ficou mais uma espécie de quadrado romântico, se você parar para analisar direito.

Ou talvez não pois, como mencionei ali, o namoro de Belly e Cameron envolve muitas aspas. Acabe que a autora apresenta dois personagens que podem ameaçar Belly e Conrad, mas nenhum dos dois consegue propriamente. Cameron porque ele é absurdamente mal trabalhado: o romance dos dois sofre vários cortes, aparecendo apenas quando eles têm problemas. É difícil torcer pelos dois se a autora mal disponibilizou momentos bons. Já Jeremiah, ela até tenta dar aquele indício de "eles podem ficar juntos", mas também não rola. Nem quando as cartas são colocadas na mesa para todo mundo ver, nem assim eu consegui sentir qualquer empatia para torcer por eles ou contra eles. Foi meio como: "olha, Belly, ele gosta de você. Tudo bem? Vida que segue".

Já Conrad, ele nem ao menos é um bad boy agradável. É mesquinho, egoísta, não rola empatia. É isso. Passei o livro inteiro esperando que a Belly superasse esse homem, simplesmente não consegui achar bom. E a Belly, por si mesma, é um porre (não tem outra definição): mimada, infantil, e mesmo que alguém tente defender dizendo que ela tem "dezesseis anos", pelo amor de Deus, Belly só sabe sair das discussões mandando calar a boca ou dizendo que vai contar para a mãe. Cadê a pessoa espirituosa que poderiam ter construído para ela? No final das contas, o título original dá conta do recado perfeitamente: a estória só existe porque Belly ficou bonita e os meninos decidiram prestar atenção nela.

É isso.

O livro me desapontou muito porque sou apaixonada pelo livro "Para todos os garotos que já amei", primeiro livro da Jenny Han que li, e ainda que não tivesse colocado expectativas - a sinopse não me atraiu para isso - eu esperava uma leitura agradável considerando que é uma autora que gosto bastante. O final dá uma pista para as continuações, mas não me despertou a menor das curiosidades. O único personagem que cheguei a simpatizar levemente foi o Jeremiah, mas pensando que ele nem devia perder o tempo com a Belly. Por favor, não.

Infelizmente, não recomendo.
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Patrícia m 11/07/2019minha estante
Obrigada pelo que escreveu porque agora não vou precisar escrever a mesma coisa hahahaha Concordo muito! Dei 3,5/5 porque enfim, é uma leitura tranquila e lembra a adolescência. Porém, realmente fanficzona.




Leonardo Drozino 28/12/2011

No original, The Summer I Turned Pretty (O Verão Que Fiquei Bonita) e adaptado para o português como O Verão Que Mudou Minha Vida.

O título é diferente, mas tão bom e sedutor quanto o original, e combina mais com o contexto da história e com as revelações do enredo.

Belly, uma garota confusa, está com sentimentos divididos entre dois irmãos. Apesar de amar de verdade o Conrad, ela se sente um pouco atraída por Jeremiah...

Entre o drama principal, há uam personagem quase morrendo por cancêr, e a possibilidade de que esse verão de Belly, além de ser o melhor, seja o último de tua vida...

Esse livro me lembrou bastante de A Última Música e Gossip Girl.

É uma excelente introdução para a série, o final não é desesperador, e as revelações no enredo são sutis, mas que se tornarão avalanches no segundo livro.

Excelente leitura e suuuper recomendado :D
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Nanda | @bluecandybooks 29/01/2016

Chato
Titulei como chato para não ser mais extrema sobre o que achei desse livro de cara e as pessoas virem com mil pedras na mão. Mas enfim, odiei esse livro tive dificuldades na leitura de tão chato e entediante que ele foi para mim.

Como viram na sinopse, o livro conta a história da Belly na qual a vida se resume ao verão, parece que nada na vida dela importa, só a droga do verão. Até aí tudo bem, resolvi dá uma chance para esse livro porque me indicaram e insistiram para que eu lesse, mas me arrependo, queria "desler."

Começando pela protagonista que é uma chata, insuportável, mimada e infantil, o livro já começa a ser estragado por aí, acho que a ideia da autora foi legal, mas ela colocou uma personagem principal tão fútil que não teve como conquistar.

Os outros personagens, os irmãos Conrad e Jeremiah, um é um egoísta chato que só quer atenção, o outro é um bobalhão, mas até que prefiro o segundo, porque sério meu Brasil, esse Conrad é muito idiota. A Susannah que é a mãe dos garotos acho que é a única personagem do livro que eu poderia salvar, gostei do Cam também. O resto pode embalar e jogar no lixo, o irmão da Belly é outro chato,bebezão, e a mãe dela nem se fala, nem parece uma mãe de verdade, mas enfim...

A história não tem nada de especial ou surpreendente, a protagonista é ridícula e imatura do começo ao fim, não tem um clímax interessante, na verdade, nada é interessante nesse livro, como eu disse, se soubesse que seria assim não teria lido, mas
Gosto é gosto e entendo que tem pessoas que amaram, mas esse definitivamente não é meu tipo de livro.
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Vanessa Vieira 15/05/2014

O Verão que Mudou Minha Vida_Jenny Han
O livro O Verão que Mudou Minha Vida, primeiro volume da trilogia Verão, de Jenny Han, nos traz uma história focada no amadurecimento juvenil, envolta por um romance extremamente doce e sutil. A trama foi bem construída e possui uma linguagem bem coloquial e realista, o que só a torna ainda mais atrativa.

Conhecemos a história de Belly, uma adolescente de 15 anos que fica à espera - ano a ano - das tão sonhadas férias de verão. Isso porque neste período, que acontece entre os meses de junho e agosto nos EUA, ela vai para a casa de praia de sua família em Cousins Beach, onde pode ouvir o barulho do mar e também ficar próxima de Susannah, a melhor amiga de sua mãe e uma espécie de tia para Belly. E claro, de seus filhos, Conrad e Jeremiah, que sempre acabam lhe envolvendo em um turbilhão de emoções.

Conrad é um rapaz sério, introspectivo, de poucas palavras e um tanto quanto misterioso. Ele é o grande amor da vida de Belly, mas a garota acaba tendo o seu primeiro beijo com Jeremiah, o seu irmão mais novo, que ao contrário do primogênito, é doce, divertido e espontâneo.

Enquanto tenta camuflar o que sente por Conrad, Belly acaba conhecendo Cam em uma festa praiana e os dois engatam o típico namoro de verão. Isso faz com que Conrad fique irritado e sisudo, dando claros vestígios de ciúmes.

A véspera do aniversário de 16 anos de Belly se aproxima e acaba marcando indelevelmente aquele verão, já que pode ser o último em que todos estiveram reunidos. Seu irmão, Steven, está à procura de faculdade e acaba passando pouco tempo na casa de praia; Jeremiah está se dedicando cada vez mais aos treinos de futebol; Conrad está cheio de convites para festas e acampamentos e Susannah padece de uma doença grave e pode não estar mais em Cousins Beach no próximo verão...

O Verão que Mudou Minha Vida nos traz a história de uma garota que está abandonando o seu casulo da infância e adentrando os novos ares da adolescência, e com isso, sentindo toda a grandiosidade e magnitude dessa transformação. Essa é uma época assustadora em nossas vidas, já que tudo muda em questão de segundos e muitas vezes não estamos aptos para acompanhar esse ritmo turbulento, especialmente nós, mulheres, que acabamos passando por inúmeras descobertas, tanto com o nosso corpo quanto com os nossos sentimentos e Jenny Han soube retratar isso com afinco e exatidão. Narrado em primeira pessoa por Belly, alternando presente e passado, acompanhamos a sua transformação de menina para mulher, de uma forma um tanto realista quanto mágica, com todos os seus sabores e dissabores.

"Foi um verão que eu nunca mais esqueci. Foi o verão em que tudo começou. Foi o verão em que fiquei bonita. Porque, pela primeira vez, me senti assim, bonita. A cada verão até este, eu acreditava que as coisas seriam diferentes. A vida seria diferente. E naquele verão finalmente foi. Eu fiquei diferente."

Belly foi uma personagem bem construída, daquela com a qual nos identificamos e também podemos identificar pessoas as quais conhecemos. Seu relacionamento distante com sua mãe, seus dilemas, convicções e desejos são muito próximos aos de vários jovens nessa fase e isso acabou conotando um certo realismo na história. Conrad e Jeremiah, cada um ao seu modo, são personagens encantadores. Eles são bem diferentes entre si, mas não deixam de ser especiais, apesar de suas peculiaridades. O que dizer de Susannah? Ela é a espécie de mãe e amiga com que toda garota sonha, e sua frágil condição acaba sendo um dos marcos do sofrimento na vida de Belly.

Resumindo, O Verão que Mudou Minha Vida é um livro que deve ser lido por todos; tanto por aqueles que já passaram por essa fase e vão acabar sendo embalados pelo clima de nostalgia que ele contém, como por aqueles que estão adentrando este período ou em breve irão passar por isso, visto que irá ajudá-los a compreender melhor tais mudanças que se sucedem. A capa é linda e retrata muito bem os personagens principais da trama e a diagramação está ótima, com fonte em bom tamanho, ilustrações de pequenas conchas no início de cada capítulo e revisão de qualidade. Recomendo, com certeza!

site: http://www.newsnessa.com/2014/05/resenha-o-verao-que-mudou-minha-vida.html
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Môni 10/07/2016minha estante
E o melhor de tudo é a ansiedade e o nervosismo que a gente fica pra saber que ela vai escolher. Eu amei todos os três ??




Patrícia 15/12/2011

Dizer que a leitura de “O verão que mudou minha vida”, não me fez voltar no tempo e reviver toda aquela eletricidade, dúvidas, anseios e descobertas causadas pela adolescência seria mentira. Jenny traz nesta obra juvenil um simples retrato do que muitas garotas passam quando estão nesta fase.

Mas deixando o meu saudosismo de lado vamos conhecer mais um pouco desse enredo:
Belly passa todos os verões em Cousins Beach na casa de praia de Susannah, melhor amiga de sua mãe Laurel na companhia de seu irmão Steve e seus amores Conrad e Jeremiah. O verão é a estação mais aguardada por ela, por que é nesta época que tudo acontece. O livro é narrado por Belly que intercala as narrativas entre os verões passados e o atual. Ela está passando por mudança e se descobrindo como mulher, ela percebe que os garotos estão lhe enxergando de forma diferente. Mas o seu “grande amor” é Conrad, um garoto tímido e muito reservado, mas que neste verão está agindo de forma um pouco estranha. Já Jeremiah é seu melhor amigo, é do tipo tranquilo e amigo de todas as horas, está sempre disposto a ajudar e foi com ele que Belly teve seu primeiro beijo.

O livro trata de amadurecimento de forma muito realista e atual, a maneira como Belly passa por essa transição foi descrita de forma sútil e sábia, é quando descobrimos que tipo de pessoa iremos nos tornar. Jenny foi muito delicada em aborda o câncer de Suzannah, nos faz pensar em como agiríamos se fôssemos nós a passar por uma situação como esta e é realmente emocionante.

Jenny foi brilhante em seu enredo, não só traça uma estória equilibrada em romance e realidade, como também nos fez voltar ao tempo e revivermos as dúvidas e dilemas que nos eram questionados, um romance ideal para quem está passando por esta fase ou para quem já passou e quer revivê-la.

Ainda podemos contar com mais dois volumes dessa série, “It’s not Summer without you” (Não existe verão sem você) e “We’ll always have Summer” (Nós sempre teremos o Verão), porém sem previsão de lançamentos, mas ficarei aguardando com ansiedade para me deleitar um pouco mais com as obras de Jenny Han.

Portanto recomendo a leitura, um romance realista sobre as confusões e as descobertas que só a adolescência pode nos proporcionar.
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Georgia 16/12/2011minha estante
Sua resenha ficou otima! =D




Rebeca 03/08/2014

Que seja sempre verão...
Uma bela história sobre o primeiro amor, sobre um verão em família, sobre amadurecimento!!! Ansiosa para ler a continuação!
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Kelly Barros 21/04/2013

Inocente, fofo e cativante.
No livro de Jenny Han, a protagonista Belly nos conta sobre suas férias de verão, que ela passa na casa da melhor amiga da sua mãe, em Cousins Beach, desde que se entende por gente. Os capítulos são intercalados, um do verão atual e o outro sobre as lembranças de algum verão anterior. Na estação do ano favorita da Belly acontecem dramas bem típicos, como o primeiro amor, a melhor amiga que “se acha” e quer roubar todos os caras, um irmão implicante, drogas e bebidas; além de dramas mais complexos, como o divórcio dos pais e doenças terminais - embora eles não sejam o foco do livro - estão ali de forma sutil, pois fazem parte da vida dos personagens. Acredito que se eu fosse mais nova teria gostado ainda mais da história. É um livro pra adolescentes, bem condizente com as experiências que são vividas nesta fase da vida.

Inocente, fofo e cativante. Uma leitura super leve, feita de capítulos curtos, perfeita pra você ler na praia. Não se deixe enganar pelo título, a tradução comprometeu um pouco a ideia, porque no livro não é apenas um verão que muda a vida da protagonista, afinal ela intercala o verão atual com as histórias que aconteceram em outros verões. Acho a capa linda, consegui imaginar a Belly exatamente como a garota da capa. Uma coisa que eu gostei muito no livro é que a protagonista conta algo que aconteceu com ela e com um dos caras, mas a princípio, você não sabe qual deles é, e de repente você descobre e fica surpresa a ponto de prender a respiração e piscar repetidas vezes - eu gosto de surpresas assim. Leitura recomendada pra quem procura um livro leve e rápido pra relaxar e se sentir no clima do verão. Perfeito pra ler na praia em época de férias.

4/5

Publicado em: http://vlogliterario.wordpress.com/2013/04/21/o-verao-que-mudou-minha-vida-por-jenny-han/
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Viviane 01/09/2016

Um porre!
Gosto muito da autora. Mas, que livro é esse? Uma protagonista chata como a Belli. Personagens sem carisma. Ah não! Não desceu.
-1. Não recomendo mesmo!
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