A Dança Da Morte

A Dança Da Morte Stephen King




Resenhas - A Dança Da Morte


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Jerfrey 06/04/2020

O Primeiro Calhamaço a Gente Nunca Esquece
O esforço e tempo dedicados as mais de 1200 páginas deste livro foram tanto para que infelizmente ele não fosse mais do que simplesmente "bom".

A Dança da Morte é um dos primeiros livros do autor e, como resolvi lê-los em ordem de publicação, finalmente encarei e li este que não só é um dos maiores livros do autor como também meu primeiro calhamaço. E, se não fosse pelo desafio de ler seus livros nesta ordem específica, com certeza não iria ler neste momento.

Antes de falar sobre os motivos pelos quais esta leitura não foi tão boa pra mim, devo reforçar que eu gostei sim de sua história e personagens. Ainda acho o King um escritor fantástico e um dos meus favoritos e minha admiração pelo mesmo só cresce cada vez mais, só que aqui não foi muito pra frente.

Sobre o porquê este livro ser bom, e não melhor na minha opinião: primeiro, seu tamanho e segundo, por incrível que pareça, seus personagens e, por fim, para completar, a própria história em si.

A respeito do seu tamanho, acredito que fora mais uma coisa pessoal: talvez eu não estivesse preparado para essa leitura agora. Depois de terminar A Dança da Morte, tive a impressão de que este livro é "aqueles que você, como fã de longa data, vai ler só porquê admira o autor". Eu gostei, mas pensei que iria gostar mais pelo tanto que falam bem do livro e pelo enorme volume do mesmo.

A respeito dos personagens, infelizmente, e apesar de muitos, eles não foram tão significativos pra mim. Passei muito tempo com eles, conheci muito bem todos eles, pois o King escreve muito bem a respeito de suas criações, tornando-os vivos realmente, mas tenho certeza que vou me esquecer de muitos deles com o passar dos dias. Com exceção de alguns, obviamente, e aqui fica a ressalva para Lata de Lixo, O Garoto e, obviamente, p cão Kojak.

E, finalizando, eu esperava muito mais da história. Talvez tenha sido questão de expectativa criada em cima do que poderia ser, de fato, uma batalha apocaliptica entre o bem e o mal. Mas as coisas foram indo numa direção e, de repente, acabaram. Acabaram? Enfim, senti que dediquei muito tempo e esforço da minha parte em uma leitura que apresentava muitas coisas, com poucos momentos realmente empolgantes, e fiquei um pouco decepcionado porque sei que gosto muito das histórias e personagens do Stephen King.

A Dança da Morte é, para mim, um livro bom. Poderia ser melhor e memorável para mim e eu sei que seria, mas acho que não neste momento. Não agora. De qualquer forma, o primeiro calhamaço a gente nunca esquece e o meu, com este livro aqui, não será esquecido apesar dos pesares felizmente.
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Queli.Bastos 06/04/2020

Capitao viajante ataca
Uma arma biológica que sai do controle e mata quase toda população mundial, nesse mundo pós apocalíptico, um grupo de sobreviventes se divide entre o bem E o mal, lutando contra o tempo pra tentar sobreviver em um mundo onde vc pode escolher entre o turista andarilho e mãe Abigail.
Um livro longo que causa muitas expectativas, muitos personagens e ação, mas o final não é o que imaginei, é um bom livro mas eu esperava um final mais alucinante.


Mica 04/04/2020

A intrincada trama de 1.247 páginas narra como 99% da população mundial é eliminada pela supergripe Capitão Viajante, uma arma biológica criada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos e liberada acidentalmente. Em menos de um mês, um número incontável de pessoas perece, deixando o mundo praticamente deserto. Os sobreviventes veem-se atraídos por forças opostas, onde os ?bons? vão buscar abrigo sob a liderança de Mãe Abigail, uma senhora de 108 anos. Já os ?maus?, se unem ao sinistro Randall Flagg, o homem escuro. .

King brinca um pouco com o tema da força da natureza. Como o homem brincou de ser Deus, usando a ciência para manipular forças além de sua compreensão.

Todos estes personagens se encontra em uma rota de colisão com o extremo: como sobreviver em uma sociedade que caminha para sua destruição? O que virá depois? Por que sobrevivi? Flagg é uma presença tão assustadora que ninguém ousa cruzar o seu caminho. .

Confesso a vocês que ler este livro na situação de calamidade que estamos vivendo me deixou de certa forma ?com medo?, pois os acontecimentos da história e da nossa realidade se assemelham assustadoramente... Mas o livro como todos do King é incrível e te prende do início ao fim! Só aconselho que leiam depois que toda essa loucura de corona vírus passar hahaha!
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Luizinho 29/03/2020

1247 páginas valem a pena???
Sim, as 1247 páginas valem a pena, porém não seriam necessárias tantas páginas para contar essa história

Na primeira parte o livro ja começa com o bicho pegando e com a galera começando a ter noção do que está acontecendo...

...Nos acontecimentos finais da primeira parte, pessoas novas começam a ser apresentadas e pessoas conhecidas partem para novos destinos...

...No início da segunda parte os personagens começam a partir em busca de uma nova sociedade...

...Já no fim da segunda parte, aparentemente muitos acontecimentos deixam a sensação de terem sido desnecessários...

...Eventos finais ja começam a acontecer, o ritmo acelera e por fim nem tudo foi atoa.

*Quote: "A mágoa é uma razão para mudança, mas toda a mágoa do mundo não altera os fatos."

**Resenha editada a partir do histórico de leitura no skoob.


Ana 25/03/2020

favorito da vida
Ironicamente essa leitura me manteve sã durante duas semanas de quarentena. No início pensei que a dualidade extrema entre bem e mal fosse batida e simplória demais. Mas é claro que substimei o mestre. Essa, na verdade, é uma história sobre medo e amor. Obrigada por nos enxergar como somos, King.
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Tami 24/03/2020

Apesar de ser um livro bem extenso, a leitura é fluída e o leitor se torna cada vez mais instigado a saber como essa história vai tomando proporção. História e personagens muito bem construídos, como todos os livros do autor, ao longo das páginas o leitor é fisgado para dentro do cenário juntamente com os personagens.
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Natália 24/03/2020

Stephen King é o nome (parte 4)
Estamos em plena pandemia.
Sim, epidemia real, em 2020.
Coronavírus é o nome do momento, infelizmente.
Mas em 1978, Stephen King pareceu prever algo muito similar, e muito mais catastrófico (claro) em seu livro “A Dança da Morte”.
As pessoas não tinham chances de cura.
Ou a pessoa era imune, ou pegou, morreu.
Trata-se de uma epidemia de uma super gripe, conhecida como Capitão Viajante que quase dizimou a humanidade.

O livro é quase uma trilogia dentro do mesmo livro.
A historia é contada por partes.
A epidemia e as reações pelo país (no caso, os EUA).
O movimento dos sobreviventes num cenário pós apocalíptico.
A luta entre o bem e o mal.
Essa última parte mostra que todo ser humano tem o bem e o mal dentro de si, e em momentos de caos pode parecer ainda mais difícil escolher, mas cabe a cada um de nós encolher um lado, sempre.

Como em toda obra de King, todo personagem é muito bem construído.
Todos tem a sua historia.
A trama é bem amarrada, e tem uma ambientação incrível.
Afinal, temos quase 1250 páginas pra isso tudo acontecer.
Esse numero de páginas nos dá uma sensação de sentir aquilo que os personagens sentiam, o passar do tempo, o cansaço, a angústia por não saber o que vem depois.

Em breve teremos uma série baseada no livro.
Não vi mais notícias sobre, acredito que as gravações foram paralisadas antes do término.
A série terá 10 episódios e será transmitida pela platoforma streaming da CBS All Access.
Gostei bastante do livro, e acredito que a série, que terá um final diferente escrito pelo próprio Stephen King, tem tudo pra ser sensacional.
Ansiosa pra assistir.

Apenas como um parêntese, eu li esse livre em junho de 2019.
Me assustou um pouco na época, pensar que algo assim poderia ser real.
Lembro que cheguei a me assustar quando uma pessoa espirou ao meu lado no ônibus.
Achei que estava ficando meio paranóica com o livro… admito, eu me envolvo mesmo.
E agora, em menos de um ano, algo real, e parecido, aconteceu.
Fui procurar por resenhas antigas para ver o que as pessoas sentiram na época.
E li algumas pessoas dizendo que não sentiram medo quando leram.
Será que agora sentem algum medo fazendo a comparação ficção e realidade?

Boa quarentena pra todos que podem ficam em casa.
E boa sorte pra todos que estão na luta nas ruas.

Juntos, a gente sai dessa!
24/03/2020

Resenha postada em “Radialista é o nome”

site: https://www.facebook.com/radialistaeonome/posts/139456097582208
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Evelim 19/03/2020

Mais atual do que nunca
O livro conta a história da humanidade após uma epidemia conhecida como Capitão Viajante que quase dizimou a humanidade. É uma história sobre o bem e o mal e sobre a capacidade do ser humano em recomeçar.
Muito envolvente e mais atual do que nunca nos faz questionar muito sobre para onde estamos caminhando e o que acontecerá a seguir.
Stephen King me surpreendeu mais uma vez.


Edgar Lima 12/03/2020

A Dança da Morte - Livro sensacional
A Dança da Morte de Stephen King está entre os melhores livros que já li. Algumas decisões sobre a narrativa, como não respeitar um ponto de vista da narrativa em um determinado personagem, deixa o livro um pouco confuso. Stephen King não se limitou a descrever a história sob a perspectiva de apenas um personagem em cada bloco de narrativa. Chegou a inserir pensamentos de outros personagens em cenários e tempos completamente distantes. Isto não atrapalha a experiencia, só fica confuso no início. No final das contas, esta prática acaba fazendo sentido com a história, passa um pouco da experiencia sobrenatural que envolve os personagens.
A extensão do livro, cerca de 1250 páginas em minha versão, pode assustar no início. No entanto, na metade do livro fiquei preocupado que não fosse possível fechar cada ponto que ficava em aberto. Ele abre um arco de muitos personagens, eventos, conexões e jornadas paralelas. No final, ele consegue desenvolver muito bem os personagens, gerando empatia por cada um deles.
As aventuras em paralelo, as conexões muito bem construídas, nenhum detalhe gratuito, tudo muito bem construído. É o tipo de livro que da pena quando termina, um pesar de não poder mais conviver com os personagens.
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Gilberto 10/03/2020

Uma verdadeira obra-prima.

A trama com tantos personagens, vai te prendendo, te fazendo criar apego a cada um deles.

O embate do bem contra o mal na sua mais pura forma.
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Harry 01/03/2020

Que livro longo! Não é mesmo? Nossa!
"A vida era que nem uma roda que nenhum homem podia deter por muito tempo.
E ela sempre, no final, girava de novo para o mesmo lugar."

King e sua "prolixidade".
Como escrever, escrever e escrever sem não tornar a leitura tediosa (ok, um momento ou outro, mas super normal) e produtiva?

O livro é dividido em três partes: O começo do “fim, o quase “fim” e o recomeço/resistência.
A primeira parte do livro (capitão viajante) nos coloca no caos de um começo de apocalipse.
Um vírus que causa uma gripe mortal escapou de um centro de pesquisa (bélica, ora ora) e começa a ser transmitido a partir da família que escapa do local em que o vírus estava armazenado. E é ai que tudo começa.
O livro tem vários protagonistas e também vários pontos de vista. Cada personagem tem sua particularidade e são muito bem construídos, graças a vasta exploração do pré-virus da vida de cada um deles. O que parece tedioso no começo devido ao excesso de detalhes se torna fundamental pro restante da história.
Não vou descrever cada protagonista senão vou precisar escrever outro livro pra isso.
Mas em resumo o King criou protagonistas no mínimo peculiares e que não tem nada em comum um com o outro. Temos desde um surdo mudo super inteligente (Nick Andros) até um musico (pero no mucho) [Larry Underwood] com problemas pessoais.
No final da primeira e indo pra segunda parte as pessoas sobreviventes começam a buscar um objetivo... e ele começa a aparecer através de sonhos. Enquanto uns sonham com Mãe Abagail (Deus, o bem [?]) outros sonham com Randall Flag (o Homem negro, ultimo magico, turista andarilho, demônio, o mal [?]) e ainda alguns sonham com ambos. É hora de escolher um lado.
Tanto mãe Abagail (uma senhora de 108 anos) quanto Randall Flagg tem o objetivo de reunir as pessoas sobreviventes.
Pra alguns é a união pela sobrevivência, pra outros é a reconstrução da sociedade, a tentativa de começar do 0. Pra outros é apenas um objetivo vindo do nada. Afinal, não se pode viver sem objetivos na vida.
É durante a longa jornada das pessoas (passando por cidades mortas, carros largados na estrada etc) é que nos damos conta de que o mundo de fato acabou, ou algo muito próximo a isso. Vemos a maldade de algumas pessoas nua e crua, já que não tem mais leis. Vemos sofrimento e também perseverança e resiliência.
Depois de muita luta e superação, as pessoas começam a se reunir e enquanto os que seguem mãe Abagail se estabelecem em Boulder, os que seguem Randall Flagg ficam em Las Vegas.
Logo fica claro que o lado do "bem" quer recomeçar a sociedade como era antes. E o objetivo do lado do "mal" parece ser impedir que isso aconteça.
E como não pode faltar, tem os pequenos vilões dentro dos bonzinhos. E temos bonzinhos dentro dos vilões. Será que existe vilão e bonzinho mesmo? Ou tudo depende da motivação de cada um?
E claro, a parte três é onde os objetivos são traçados e é hora de cada lado mostrar a que veio. É hora do desfecho final. "A hora do homem escuro".

É uma experiência única ter lido esse livro, já que podemos presenciar o começo do fim narrado minuciosamente, conseguimos sentir a população ficando escassa. Ver como cada um se adapta a cada situação, o instinto de sobrevivência, a aceitação (o mais difícil) e a reconstrução e renascimento de cada pessoa. Vários conceitos são postos a prova, dentre eles o bem e o mal, o sacrifício pelo bem maior etc.
Eu poderia facilmente escrever durante horas citando feitos de cada personagem, mas optei por não citar nenhum justamente por não querer me estender demais. Em suma, eu não falei nem de 2% do livro.

Mas vale dizer: Se você não gostar do Tom Cullen você merece morar com o Harold.
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Alice 22/02/2020

Estou impressionada com a qualidade desse livro!!
Ainda não tinha lido um livro 5 estrelas do king e esse mereceu.
Um livro com mais de mil páginas que foi divido em três partes, sendo a segunda a melhor na minha opinião.
Na primeira parte é focada na expansão da supergripe em que praticamente toda a população morre, com exceção das pessoas imunes que no livro inteiro não chega a dizer exatamente o porque.
No segundo livro, os personagens principais do primeiro vão começando a caçar jeitos de se encontrarem já que estão todos sozinhos.
Com grande foco entre a religião e a política, as pessoas vão se encontrando e se dividindo entre duas partes, de modo que de um lado temos uma espécie de profeta sendo a mãe Abagail e do outro um ser que sério gostei demais desse vilao, Randall flagg ou o homem escuro gera o medo por onde passa.
As duas figuras aparecem em sonhos para as pessoas e cada uma segue um rumo.
A trama é muito bem trabalhada, consegui me envolver com os personagens e o king sabe trabalhar nos detalhes com muita riqueza.
No terceiro temos o grande desfecho, deixando debates sobre a sociedade e seus cidadãos.
Randall flagg no final deu a entender que ainda pode aparecer em um outro livro.
Gostei demais do livro, indico muito, eu mesmo tava enrolando pra começar por receio, mas valeu muito a pena.
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Fernanda 22/02/2020

Maravilhoso!
King é o mestre, todos sabemos.
Eu já tinha lido a versão pocket desse livro, e aproveitei uma promoção da Amazon pra comprar essa versão.
Li de novo, sem arrependimentos (1247 páginas é complicado).
Gosto de histórias que tem o final do mundo como plano de fundo, o que acontece com as pessoas quando não tem mais lei, quando vivem por si. Acho interessante como elas se transformam ou se mostram de verdade.
E o livro é isso.
Personagens bons e ruins indo para uma luta, para sobreviver, para o bem tentar ganhar o mal. King sabe construir cenários e atmosferas, sabe construir horrores e momentos engraçados no mesmo capítulo.
Ótimo livro.


Stephanie 20/02/2020

Um cenário pós-apocalíptico
Apesar de escrito inicialmente no final dos anos 70, esse é mais um daqueles clássicos tão contemporâneos e pertinentes quanto o autor que o escreve. Nessa versão ampliada de A dança da morte (1990), nos sentimos muito próximos de cada um dos principais sobreviventes de uma civilização que terá que reaprender a se organizar e, se não bastasse, lutar contra contra o mal. King mais uma vez supera as minhas expectativas e me faz questionar sobre o tipo de sociedade na qual vivemos.
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