A Volta do Parafuso

A Volta do Parafuso Henry James




Resenhas - A Volta do Parafuso


82 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6


Lari 08/11/2019

Bom pessoal, estou há pelo menos umas duas semanas tentando escrever esta resenha. Que livro mais confuso. Decidi pegar este livro para ler logo depois que eu assisti ao trailer do filme que será lançado o ano que vem e é baseado na história. Já vou logo dizendo que é baseado mesmo, não é uma adaptação.
O livro é belíssimo, a premissa é genial, a escrita é poética e mexeu comigo em diversos momentos, o autor tem uma qualidade maravilhosa que é a de deixar o leitor se questionando o tempo todo se aquilo é real ou apenas alucinação. Porém acho que o principal foi o desconforto que me causou. Não porque o livro é aterrorizante, mas porque me tirou da zona de conforto de uma forma que eu nunca pensei que aconteceria com um livro do meu gênero favorito. A sensação que ficou, para mim, é que o livro teve apenas meio. O começo e o fim simplesmente não existiram e isso me pertubou demais! Quando eu cheguei no final eu achei que a edição que eu peguei no kindle unlimited estava faltando algumas páginas porque não fazia sentido!
Por ser um livro tão clássico, não esperava que fosse de terror de fato, já que as perspectivas do que é terror mudaram muito ao longo dos anos, então o que pode ter sido um problema grande para algumas pessoas, não me chocou nem um pouco.
Pra mim, o livro não foi 5 estrelas, mas eu recomendo pra quem gosta de ficar pensando no livro muitos e muitos dias depois, como eu fiquei!
comentários(0)comente



danielk 21/10/2019

a volta do parafuso
livro para ler em uma tarde de sol sentado aos pés de uma arvore, baseia- se em uma narrativa que é bem atrativa porem complexa, o livro deixa muitos pontos sem desfeixo, ficando ao leitor uma incógnta do que pode ter acontecido, achei o final sem nexo para toda a narrativa da historia, já li muitos clássicos melhores que esse
comentários(0)comente



Mikaela 08/10/2019

Terror na era vitoriana
Antes de mais nada, só quero avisar para você SÓ LER O PREFÁCIO DEPOIS QUE TERMINAR O LIVRO! Detesto prefácio que dá spoiler. Não é porque A Volta do Parafuso (ou A Outra Volta do Parafuso, em algumas traduções) é um clássico que tá liberado soltar o final da história assim.

Mas dito isso, o livro de Henry James é um terror gótico com personagens estranhos tomando decisões estranhas naquela atmosfera vitoriana repressora. E o final, meu Deus! Calma que eu não vou soltar o spoiler, mas posso dizer que eu não esperava por aquilo.

Mas sobre o que é A Volta do Parafuso (e de onde veio esse nome)?
Tudo começa com uma festa seleta em que as pessoas estão ouvindo histórias de terror. Um homem chamado Douglas, meio relutante, começa a contar a história que ouviu de uma antiga preceptora, que é a protagonista da nossa história.

A preceptora não tem nome. Quando ela assume a narração da história, descobrimos que ela vem de uma família sem muitas posses e recebe a proposta de um homem rico para se tornar a responsável pela educação dos seus sobrinhos órfãos, que vivem numa propriedade no campo, longe dele. Mas com uma condição: ela não pode escrever a ele, nem perturbá-lo sob hipótese nenhuma.

Precisando de dinheiro e atraída pelo charme dele, ela aceita. Chegando na casa, ela se encanta com as duas crianças que vai cuidar, Miles e Flora (embora ele tenha sido expulso do colégio e ninguém saiba o motivo).

Até descobrir que existem fantasmas na mansão. Mais precisamente, o fantasma da antiga preceptora, Senhorita Jessel, e de um empregado, Peter Quint.

O nome A Volta do Parafuso aparece nas primeiras páginas, enquanto um dos personagens está contando uma história de terror. Ele também aparece nas últimas páginas. O termo “a volta do parafuso” dá a ideia de uma situação ser piorada, como se apertada ainda mais (pelo menos foi a essa a interpretação que eu li em alguns sites e que realmente fez mais sentido para mim).

Terror na era vitoriana
Não vou revelar muitos detalhes sobre os fantasmas (porque o livro é muito curto), mas à medida em que descobrimos mais sobre eles, a verdadeira história do que se passou na casa antes da preceptora chegar acaba se revelando. Quer dizer, em parte.

A Volta do Parafuso não é como um livro do Stephen King, em que as coisas são mais claras. Não existe um momento de explicação no final sobre o que realmente aconteceu. Tudo fica muito nas entrelinhas. Mas podemos intuir que a Senhorita Jessel e Peter Quint fizeram algo terrível às crianças. Se foi algo que elas viram, ouviram ou sofreram é o que não sabemos.

Em vez de terror, gritaria e confusão, o livro está mais para terror, gritos reprimidos e silêncio sobre o assunto. E isso deixa qualquer um agoniado. A preceptora sabe que as crianças estão escondendo alguma coisa, as crianças sabem que ela sabe, mas ninguém fala NADA.

E isso tem muito a ver com o período vitoriano da história, as coisas não eram sempre faladas em voz alta. Mas a preceptora também é uma personagem misteriosa. Ela tem uma relação quase subserviente com as crianças, especialmente Miles. A reverência que ela tem ao menino é muito estranha, gerando, inclusive, interpretações de comportamento inapropriado.

E o que falar de Flora e Miles? A princípio, eles parecem crianças adoráveis. Mas depois você se pergunta se não tá faltando a Super Nanny ali ou é caso de sair correndo mesmo. Você não vê nenhuma das crianças falando (na narração da governanta, ela apenas diz o que as crianças falaram, sem usar as aspas), mas quando elas começam, você fica com a pulga atrás da orelha. Aquilo é realmente uma criança falando? Aquela criança é normal? Ou alguém está falando pela criança?

A Volta do Parafuso: um terror gótico curtinho e de arrepiar
Clássicos de literatura são assim chamados porque suas discussões, enredos e personagens marcam gerações e ainda geram as mesmas inquietações de quando foram lançados. Livros como A Volta do Parafuso são imortais.

Então, antes de lê-lo, vou reforçar que o enredo não é todo explicadinho. Na verdade, ele deixa MUITA coisa para interpretação e a questão é que, quanto mais você pensa e lê sobre o assunto, mais a história fica arrepiante e dá vontade de reler algumas passagens.

Existem muitas dúvidas sobre a confiabilidade da preceptora (Será que ela não está imaginando tudo isso? Será que essa devoção às crianças é sadia?), então vemos a história pela ótica dela. O final te deixa sem ar, sem esperar por aquilo, mesmo o clímax crescendo pelo horror que se aproxima.

Confesso que sou daquelas leitoras que precisam de um epílogo, um algo mais, uma mínima explicação que seja, por isso não dei cinco estrelas. A relação da preceptora com Miles me incomodou demais também.

Mas, no geral, é um leitura fluida, veloz, com uma escrita muito boa e que vai deixar você refletindo por alguns minutos.

site: https://perolasepipocas.wordpress.com/2019/08/16/resenha-a-volta-do-parafuso-henry-james/
comentários(0)comente



Janine 06/10/2019

A Volta do Parafuso
Que o autor foi impecável na criação do ambiente misterioso e tenso eu não posso negar mas faltou muita coisa para tornar essa novela ótima.
Houveram diversos (praticamente todos) diálogos vagos, assuntos abertos e deixados ao relento, o final que foi tão abrupto que achei que faltou páginas no meu livro.
É um livro perfeito pra quem gosta de sozinho tirar a conclusão de tudo pois no geral ele não revela nada.
comentários(0)comente



Deia 12/09/2019

Leitura concluída!
Ainda estou processando o que li....penso que esse livro se tornou um clássico porque nos deixa dúvidas. Você não tem certeza se era loucura da preceptora ou as crianças a estava manipulando, massss a narrativa fez o seu trabalho, me deixou arrepiada e me causou tensão. Eu sinceramente não entendi o título do livro, o que quer dizer. Termina como todo bom livro de terror. Para não falar demais, termino dizendo que foi uma boa leitura.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Janine 06/10/2019minha estante
Kkkkkkkkkkkkkkk muito bom




Julio.Argibay 18/05/2019

Suspense...
A volta do parafuso


É um conto escrito pelo americano Henry James (até então não conhecia esse autor). A estória é bem interessante. Um suspense bem contado. Ambientado em Bly, um lugarejo remoto na Inglaterra. Ele é curto, ficamos com um gosto de quero mais. Acredito que tinha potencial para ser um texto maior, mais encorpado, mais esmiuçado. Tive o mesmo sentimento lendo o romance: O retrato de Dorian Gray. ( Essa é minha opinião. Claro, é um ?olavismo? de minha parte, ou seja, é uma afirmação sem embasamento teórico algum, não citei nenhum especialista sobre o assunto, que desse corpo a essa afirmação. Eh um ?astrologismo?: falácia, bravata, senilidade, ?bozonarismo?). Agora, voltemos a obra. Eu acho que alguns personagens secundários poderiam ser mais explorados. O tio Douglas, por exemplo, é citado poucas vezes no livro. Será que ele já sabia o que estava ocorrendo em sua casa? O que motivou a volta dos espectros? Quanto aos personagens principais, eles são bens construídos, principalmente as crianças (Flora e Miles) que dão o clima dramático a estória e em alguns momentos metem medo. Não dá pra saber quem realmente são. Pensei que já eram adultos, dissimulados. Ou podem apenas estarem sob o domínio de algo. Não sei. Eles são vítimas? Sei não. Estamos sempre esperando alguma coisa acontecer, ficamos com um pé atrás. Há sempre um clima de suspense no ar. Lembra A casa dos espíritos. A irmã voltando e se despedindo de Branca. Voooolta cabra. Nunca saberemos quem eles realmente são. Que segredos escondem. Será que é apenas isso? ou há algo a mais? As senhoras: a preceptora e a empregada (Grose) são responsáveis por desbravar os segredos. Vemos a estória através dos olhos delas. Sexo frágil? Eh ruim. São elas que confrontam seus medos. Mulheres corajosas. Já tinha me mandado no primeiro dia. Quanto a casa onde se desenvolve a trama é sombria, antiga, mal iluminada. Já a atmosfera é fria, junto com o lago compõem bem o cenário. Dão a dramaticidade necessária. As aparições são pontuais e bem pensadas, dão um susto. Não há maiores contatos com os personagens, só insinuações e não dão nenhuma satisfação. Permanecem à parte. Eles são responsáveis pelos calafrios na gente. Divirtam-se...
comentários(0)comente



Edson Camara 14/05/2019

A outra volta do parafuso é em essência uma história de fantasmas, será?
Publicada em capítulos em 1898, a história é contada em primeira pessoa pela personagem principal que em nenhum momento é identificada pelo nome, apenas sabemos que é uma preceptora contratada para cuidar de duas crianças em uma enorme casa de campo no interior da Inglaterra.
Tudo corre bem até que aparições surgem na casa.
A partir daí a história vira e tudo sucede em um ritmo bem envolvente, mesmo com o estilo detalhista, cheio de frases e parágrafos gigantes do autor, os capítulos são curtos e os eventos bem amarrados entre si.
A leitura flui fácil.
O mérito do autor, Henry James é deixar o leitor em dúvida sobre se as aparições são verdadeiras ou fruto da imaginação da preceptora.
O comportamento dos outros personagens, as duas crianças Flora e Miles e a outra empregada da casa, uma mulher mais velha, a caseira chamada Grose, às vezes corrobora, as vezes desmente a veracidade das aparições fantasmagóricas.
A luta da preceptora em salvar a vida das crianças dos fantasmas, o que ela acredita ser o objetivo das aparições faz com que ela tome atitudes às vezes protetoras, às vezes rudes com relação aos pequenos.
Li o livro em poucas horas, a leitura prende e ficamos ávidos para saber o final e o destino dos personagens e o mais importante, serão as aparições verdadeiras ou não?
O clímax é surpreendente, acontece de repente, e termina abruptamente o que me fez voltar e ler a última página novamente para ter certeza do que eu acabara de vivenciar.
O final é um pouco melancólico e me deixou um pouquinho triste com o destino dos personagens.
Henry James encerra o enredo causando um pouco de reflexão.
Este é o primeiro livro deste escritor que leio, mas já me despertou para ler outros livros de sua obra.
Gostei muito do clima de suspense e apreensão que a história gera o tempo todo.
leitura muito interessante para quem gosta de horror leve e suspense de boa qualidade.
comentários(0)comente



Luís 01/04/2019

Um bom clássico
Eu adorei este livro. É uma história simples, mas é muito bem contada! Você questiona a realidade da protagonista e mostra uma faceta interessante da interpretação literária.
comentários(0)comente



Monique 01/04/2019

O livro é bom
E tem boa história.
Pensar que a narradora está delirando ou sofrendo de alguma síndrome, é questionável.
Estamos lendo o livro em primeira pessoa, vendo tudo pelo mesmo parâmetro.
Se um esquizofrênico nos contar a sua história ou algum evento, podemos ser facilmente convencido de que é verdade aquilo tudo mesmo.
Entretanto, o autor não nos relata nenhuma doença psicológica ou emocional da personagem.
Olhando por esta perspectiva, podemos crer que a narradora é digna de dúvida.
Porém, e se o que ela viu e vivenciou, foi realmente verdade?
Casas assombradas existem, possessão também. Qualquer alma frágil está sujeita a isso.
Muita coisa bem comum aqueles que creem no Espiritismo.
Preferir uma crença a outra, vai de cada um. Apenas, ninguém saberá a verdade.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
comentários(0)comente



Janaina Alves 01/03/2019

Enigmático!!!
Um clássico que te prende desde o início.
comentários(0)comente



spoiler visualizar
Lais.Pedrecal 13/03/2019minha estante
Eu achei até que o meu livro tava faltando páginas, pq DO NADA ele acaba. Tá mais pra um nonsense


Laís 16/03/2019minha estante
Não é??? :s




Ingrid - @ingridysses 02/01/2019

O dia em que conheci a escrita de Henry James
Acredita que mesmo suando nesse calorão do dia 31/12, várias vezes fiquei arrepiada? É um livro que dá até pena de não ter amigos para conversar pessoalmente sobre ele, pois renderia várias interpretações.
Li numa versão bilíngue que tem inglês e português na mesma página, e achei bem bacana porque assim pude comparar as duas línguas de vez em quando. Amei a narrativa!

Ah, não sei ao certo qual era a edição porque já passei o livro adiante, mas pretendo comprar novamente para reler.

site: Se quiser me seguir: https://www.instagram.com/ingridysses/
Thiago 02/01/2019minha estante
Vai assistir o filme?


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Vou sim, assim que eu achar haha



Thiago 02/01/2019minha estante
Tem uma versão brasileira, que por sinal, também está muito boa.


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Muito obrigada! Vou assistir agora mesmo. Que abertura fantástica!


Thiago 02/01/2019minha estante
A versão brasileira, que eu falei, também tem no youtube. Eles traduziram inclusive a cantilena, pelo menos é o que eu ouvi numa crítica na época. https://www.youtube.com/watch?v=cN0dZc99EQM


Alcione 02/01/2019minha estante
Thiago,essa adaptação seria Os inocentes???


Alcione 02/01/2019minha estante
Ingrid, parabéns. Linda resenha. Vou começar já.


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Sim, Alcione. Eu assisti as duas versões (que o Thiago comentou). Subestimei a brasileira, mas no fim acabei gostando das duas!


Thiago 02/01/2019minha estante
Alcione, sim, esse mesmo.
Ingrid, eu achei genial a ideia deles colocarem numa fazenda de café, em plena década de 30, quando o governo mandou queimar toda a safra, para que o preço pudesse subir novamente. O Walter Lima Jr. fez um bom filme, não digo que seja excepcional, mas manteve uma constante, e a locação é muito boa, tem uma ótima fotografia, e os atores, estão bem, principalmente a Virginia Cavendish que está exuberante, e o Domingos Montagner, acaba tendo uma ótima participação, apesar de muito breve.


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Sim, Thiago. Não entendo muito dessas coisas, mas acho que a adaptação brasileira poderia ter mais tempo, pois o enredo parece meio confuso. Se fosse uma minissérie, acho que ficaria bem mais atrativo.


Thiago 02/01/2019minha estante
Para ser sincero, eu gosto muito do tom dúbio que ele tem, não sei se foi bem isso que você se referiu como confuso. Mas nota-se que tem muita coisa nas "entrelinhas", que não veem a tona, são apenas levemente mencionadas, como por exemplo; o fato da Laura ter perdido a mãe a pouco, e dela ficar desconfortável na presença de homens, o Walter, disse que fez isso propositalmente.


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Entendo, disso eu gostei. Mas vou assistir novamente num dia mais frio, pode ser que não prestei tanta atenção por causa do calor insuportável haha


Thiago 02/01/2019minha estante
Eu nem sei como você teve paciência para assistir em tão pouco tempo dois filmes similares kkkkkkkkk


Ingrid - @ingridysses 02/01/2019minha estante
Nem eu kkkkk




Renata (@renatac.arruda) 21/10/2018

Clássico de Henry James que, apesar de ser uma novela de pouco mais de 100 páginas, foi incluída na coletânea "Contos de Horror do Século XIX", organizada por Alberto Manguel. A história, contada por uma narradora nada confiável, se torna mais sinistra à medida em que se desenrola e o seu brilhantismo está na ambiguidade: é impossível afirmar com certeza se as aparições vistas pela protagonista são fruto de um fenômeno sobrenatural ou da insanidade (inclusive acredita-se que Shirley Jackson tenha se inspirado nessa ambiguidade para escrever "A assombração da Casa da Colina"). O fato é que há pistas no texto que levam a crer que a personagem estava sofrendo de transtornos psicológicos, de forma que essa história é muito estudada à luz da psicanálise, por ter se antecipado a teorias formuladas por Freud. E eu tendo a concordar com este ponto de vista, embora o texto também ofereça argumentos para acreditar em uma influência maligna.

Embora a narrativa seja arrastada, funciona de forma impressionante, conseguindo a façanha de ser absolutamente terrível sob ambas as perspectivas.

Em: https://www.instagram.com/p/BpN1GaYHHe4/

site: https://www.instagram.com/p/BpN1GaYHHe4/
Ju 23/10/2018minha estante
Eu tremi nas bases com esse livro. Dizem que o filme mais antigo é muito bom, porque os fantasmas só aparecem de longe, deixa o maior clima.
O que você achou do final?


Renata (@renatac.arruda) 28/10/2018minha estante
Vou procurar o filme, me interessa ver essas adaptações. Olha, eu fiquei bem chocada com o final. Você não tem muito como saber se ela foi possuída ou se enlouqueceu, mas no meu ponto de vista, entendi que ela estava fora de si. Vi alguns traços de repressão sexual e projeção, mas, no fim das contas, interpretei aquilo tudo como um surto de esquizofrenia.


Ju 29/10/2018minha estante
Também acho que fica ambíguo entre fantasmas de verdade ou transtorno psicológico. Mas como você entendeu que o menino morreu? Porque eu não entendi.


Renata (@renatac.arruda) 30/10/2018minha estante
Me parece que ela o estrangulou durante o devaneio




82 encontrados | exibindo 1 a 15
1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6