A Volta do Parafuso

A Volta do Parafuso Henry James




Resenhas - A Volta do Parafuso


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Rusbis 21/01/2013

Confira a video resenha de "A Volta do Parafuso" no canal literário Ler Vicia:

https://www.youtube.com/watch?v=yl-FKLIsqDg

Vem comigo!!!
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Igor 12/01/2013

Li a estória como um sonho. Um sonho de qual das personagens? Fica à escolha do leitor. Eu fiz a minha... e estou satisfeito com ela.
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cristianepf 29/09/2012

Maravilhoso | http://meioliteral.blogspot.com.br/
A primeira coisa que você precisa saber sobre esse clássico é que trata-se de uma obra ambígua. A intenção do autor é justamente nos deixar em dúvida sobre os relatos. Por isso, não se preocupe em encontrar respostas certas ou erradas.

A grande dúvida será sobre em quem acreditar. Na preceptora que está contando a história, ou nas crianças que dizem não ver assombração nenhuma? Dessa maneira, os leitores irão se dividir em dois grupos: Alguns vão ver o livro como de suspense outros como psicológico e, como eu já disse, nenhum estará errado.

Durante a leitura, descobri dois filmes que foram inspirados no livro e procurei os dois para assistir. Gostei de ambos, mas a grande diferença entre eles o livro é que, ao contrário do livro, os filmes pendem mais para um lado ou para outro, tendo já a sua interpretação bem definida.

O primeiro se chama, Os Inocentes (1961), é um filme em preto e branco que realça a ideia dos fantasmas que perseguem as crianças e estes realmente escondem que mantém contato com eles, enquanto a preceptora tenta de todas as formas salvá-los. Trata-se de uma história paranormal.

No segundo filme, Lugares Escuros (2006), a história é trazida para a atualidade e a babá é claramente mostrada como perturbada e com passado problemático, onde a babá tenta proteger as crianças de um perigo que não existe. Trata-se, então de uma história com fundo psicológico.

Nos filmes também é interessante realçar que, algumas outras informações são acrescentadas que o livro simplesmente não cita, ou apresenta-as de forma evasiva.

No filme de 1961, a explicação da expulsão de Miles da escola fica a cargo da maldade que o menino assume, chegando a afirmar que maltratava animais algumas vezes. Já o filme de 2005, o distúrbio mental da professora é atribuído a abusos que ela sofreu na infância, inclusive é um mal que ela acredita que as crianças também sofreram.

Além dos filmes, o livro "A menina que não sabia ler" de John Harding também lembra muito "A outra volta do parafuso". O livro faz várias referências ao clássico, desde o cenário, a descrição das personagens, o nome dos mesmos e também conta com uma boa pitada de mistério que nos faz até chegar a pensar no início que se trata da mesma história, só que contada por uma das crianças. Depois o livro toma outro rumo, mas o final o autor tenta nos deixar em dúvida da mesma forma que Henry James.

Se eu já recomendava "A menina que não sabia ler" o livro que, sem que eu soubesse, é inspirado em "A outra volta do parafuso", agora recomendo os dois. Se você gosta do estilo, vai achar muito interessante e com certeza vai passar vários dias pensando e repensando as respostas para a história. Minhas únicas recomendações são que você leia o original em inglês ou consiga uma tradução muito boa, já que o livro é cheio de frases de duplo sentido que são essências para o bom entendimento e formulação da sua teoria (eu li a da L&PM e está muito boa) e que você mantenha a mente aberta. Sente e aproveite a viagem maravilhosa que é essa história.

Eu tentei evitar spoilers ao máximo, mas gostaria de falar mais sobre o livro com vocês, por isso criei dois tópicos ali no link de Debates do livro e convido a quem se interessar para participar.



Bruna 22/07/2012

De maneira alguma leiam "A Volta do Parafuso" pela editora Clube do Livro. A tradução e a pontuação são ruins a ponto de a leitura ficar difícil e irritante, mesmo.

Recomendo a leitura na versão da editora Hedra! Muito, muito boa e intrigante.
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naniedias 23/06/2012

A Volta do Parafuso, de Henry James
Uma nova governanta é contratada para cuidar dos dois sobrinhos de um atarefado senhor: Miles, de dez anos, e Flora, de oito.
A governanta vai para Bly - a residência onde moram as crianças.
Exceto pelo estranho pedido do tio dos garotos - que requisitara não ser incomodado sob hipótese alguma - tudo poderia ir muito bem. Afinal de contas, as crianças eram extremamente amáveis.
Só que as coisas começam a ficar estranhas. O diretor da escola onde Miles estudou manda uma carta onde afirma que o menino não seria novamente aceito na instituição - mas não explica os motivos.
E a governanta está certa de ter visto dois ex-funcionários - ambos mortos. E ainda mais certa ela está de que estão os dois atrás das crianças.

O que eu achei do livro:
Eu adoro um bom clássico. Eu adoro um bom livro de terror. O que esperar então da mistura dos dois? Um clássico de terror? Eu achei que seria bárbaro.
Só que não foi bem assim.
Não sei o quanto se perdeu na tradução, mas a escrita de Henry James é bastante enfadonha e a história parece ser arrastada - isso em um livro que não tem 150 páginas.
Esperava um terror psicológico daqueles que nos fazem ler o livro andando pela casa, de tanto nervoso do que pode acontecer. Infelizmente, entretanto, isso não ocorreu. Henry James não conseguiu despertar essa ansiedade em mim, ou me dar medo. Com a leitura se arrastando, eu demorei mais do que o normal para terminar esse pequeno livro - e não gostei do final com o qual me deparei. Em vários momentos, achei que a leitura iria melhorar até o final, esperei momentos de maior tensão ou até mesmo algum acontecimento para me deixar com medo. Muitos dos livros de terror que já li, alguns psicológicos, outros com monstros ou psicopatas, me deixaram tão aterrorizada que eu não consegui dormir com a luz apagada de noite. Isso para mim é o que um bom livro de terror deve fazer.
A história é narrada em primeira pessoa pela governanta (ao mesmo na maior parte do tempo. Há uma introdução logo no início, que eu achei um tanto quanto desnecessária, que também é narrada em primeira pessoa, porém por um personagem masculino) e isso nos coloca diretamente nos pensamentos da protagonista. Além disso, essa é uma história de fantasmas - mas como estamos ouvindo o relato direto da mulher, como saber realmente se os fantasmas existem ou são apenas delírios da mente da narradora? Essas reflexões são a parte mais interessante do livro - que acabam fazendo com que o leitor tenha que tirar suas próprias conclusões enquanto vai lendo os relatos da governanta. Se essa parte tivesse sido um pouco mais explorada, ao invés do autor querer deixar tantas coisas misteriosas (fazendo com que a narrativa não fluísse), acho que eu teria gostado mais da história.
O livro é bem curtinho, mas a leitura não é rápida. Apesar do sucesso dessa história, não consegui ser cativada nem pela narrativa, nem pelo enredo de A Volta do Parafuso. Uma pena.
A Volta do Parafuso é um clássico de terror psicológico. Mas não é para todos.

PS: Confesso que me senti um pouco burra (e, sim, essa é a palavra. Não há outra que poderia explicar a forma como me senti) por não ter conseguido apreciar da forma como gostaria essa obra.

Nota: 4
Dificuldade de Leitura: 8

Leia mais resenhas em www.naniesworld.com


Renan C. Maia 20/12/2011

Mistério envolvente
Obra com fantástica construção de narrativa. A ação transcorre em pouco tempo e você parece não vê-lo passar, tão profundo é o mergulho na história, que ainda te faz pensar após o final. Teria sido tudo verdade ou invenção da mente da governanta? Um momento ímpar na literatura mundial. Henry James foi único.
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Daniel Pedrosa 16/11/2011

Psicologia Pura
Após ler este romance, ficou claro para mim o conflito psicológico vivido pela personagem de Henry James. Uma mulher obcecada pela responsabilidade atribuida e que foi capaz de colocar de "cabeça pra baixo" uma casa onde vivem duas crianças. Um texto rebuscado e as vezes confuso denota do modelo adotado em primeira pessoa, visto apartir de alguém também confuso e amedrontado. De fato não se trata de um texto que me agrade, mas no que diz respeito a falar sobre sentimento e demonstratar o envolvimento entre personagens em uma estória, esta narrativa é rica e perspicaz. Aconselho a leitura para quem gosta de ler textos com frases complicadas e personagens também complicados.


L. 18/08/2011

E mais uma volta...
A confusa e muito confusa história da nova governanta da Mansão de Bly. Depois de receber claras ordens para tomar conta de tudo, exatamente tudo, e não ser inconveniente para com o tio das crianças, a jovem é designada a cuidar dos afazeres domésticos, das crianças, e da segurança das crianças. O que parecia ser uma simples tarefa, tornou-se um trabalho árduo depois da descoberta que os pequenos anjinhos estavam correndo sérios perigos.

Na busca pela salvação das inocentes crianças, ela descobre segredos assustadores, que ou vão te arrepiar de medo ou te deixar bem confuso.
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19/05/2011

Desde que, ano passado, meu professor de Introdução aos Estudos Literários pediu para o pessoal fazer um seminário sobre esse livro eu fiquei com vontade de ler. Meu grupo não fez sobre esse, mas outro de Henry James (Os papéis de Aspern), mas ao ver a apresentação dos outros grupos, quis me matar por ter trocado. Não que Os papéis de Aspern seja ruim, pelo contrário, mas esse é muito melhor.

Neste, James desenrola um thriller psicológico de primeira. Uma garota de vinte anos, filha de um pároco e reprimida, é contratada por um homem para que tome conta de seus sobrinhos, numa mansão no interior da Inglaterra. O que ela ainda não sabe é que a casa em questão é assombrada pelos fantasmas de dois antigos empregados do tal homem. Ela então se coloca na desesperadora missão de proteger seus pupilos, sem saber que eles também vêem os fantasmas, mas fingem não saber de nada...

Mais em:www.natrilhadoslivros.blogspot.com

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Aline Freitas 22/04/2011

Livro que te faz pensar nele por uma semana
Pois bem,acabo de ler A volta do parafuso, primeiro livro que leio de Henry James. A história de horror é iniciada com um narrador que tem um amigo chamado Douglas. A partir de Douglas que a ação principal do livro terá início,já que ambos participam de uma espécie de clube de historinhas de terror. Douglas revela que tem um manuscrito que uma moça que ele conhecera quando criança,lhe enviou antes de falecer. O manuscrito conta toda a história dessa moça enquanto esteve em uma cidade chamada Bly,para cuidar de duas belas e perfeitas crianças, Miles e Flora. Lá, coisas estranhas começam a acontecer, já que fantasmas de antigos empregados assombram os pequenos e a jovem encarregada de cuidar delas. A partir daí, o mistério começa...

A volta do parafuso é um livro que exige que o leitor participe da narrativa. A cada capítulo, a cada páragrafo, é como montar um quebra-cabeça...É preciso atenção e imaginação, já que o grande barato desse livro reside na ambiguidade que dá margem a várias interpretações. Bem legal.
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Aguinaldo 11/02/2011

a volta do parafuso
Ainda em dezembro comprei este livro e a idéia era dar de presente para alguém, mas acabei ficando com ele. De lá para cá li trechos aqui e acolá, um tanto descompromissadamente, mas tomei gosto enfim e quando me dei conta percebi que deveria terminar de lê-lo de uma vez. É uma novela curta, uma novela fantástica, no sentido de sermos apresentados a fantasmas e ao sobrenatural. Um casal de crianças é deixado aos cuidados de uma jovem governanta nos Estados Unidos do início do século passado. O ambiente opressor da grande residência onde eles três e mais uns poucos criados passam um outono/inverno brumoso leva a governanta a acreditar que as crianças estão sendo ameaçadas por dois fantasmas (de antigos serviçais que haviam morrido pouco tempo atrás). Na verdade pode-se ler a história e só acreditar que a jovem governanta é apenas uma histérica patologicamente clássica, que transforma sua instabilidade emocional em visões fantasmagóricas. Mas o comportamento das crianças (orfãs e praticamente abandonadas por um rico tio distante, terreno propício para leituras psicanalíticas sempre caras à Henry James) também não é isento de complexidade. Confesso que perdi um tanto das sutilezas do texto com meu castelhano apenas passável. Houve uma época que li vários Henry James de uma vez e posso recomendá-los sem medo. Fazia tempo qeu não lia algo dele e gostei. Diversão garantida. [início 20/01/2009 - fim 24/03/2009]
"Otra vuelta de tuerca", Henry James, tradução de Héctor Daniel Stilman, editora Longseller (1a. edição) 2005, brochura 11x18, 304 págs. ISBN: 978-987-550-543-9
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isabelha 29/01/2011

Menos de 24 horas depois...
Tal como "A Fera na Selva", esta obra de Henry James é curta e rápida de se ler.
A edição apresenta uma introdução que, como avisado no início, deve ser pulada para que não estrague a história.
Confesso que comecei a ler às 21hs de uma quinta-feira, e às 20h da sexta, já estava nas duas páginas finais.

Obra-prima, eletrizante. Do tipo de história que prende o leitor, do começo ao fim do livro.

Vale extremamente a pena!
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Alfer Medeiros 12/12/2010

Deveria ser mais curto...
O livro se arrasta demais, a protagonista é inexpressiva e as coisas acontecem muito devagar.
Tem ideias interessantes e um cenário propício a um bom terror psicológico do século XIX. Funcionaria melhor se fosse um conto ou, no máximo, uma noveleta. Como romance, ficou maçante.
Isso sem citar o clímax, curto e brusco.
Ainda prefiro Poe e Lovecraft.


R 30/11/2010

A Volta do Parafuso
Uma jovem governanta é chamada para trabalhar em um casarão em um local com paisagem de campo chamado Bly, de inicio achou ue apenas cuidaria do gentleman Miles e da graciosa Flora, duas crianças que aparentavam ser umas adoraveis pessoinhas, so que a jovem nem imagina o que esta á sua espera cuja rotina de sua vida e dos residentes irá se transformar numa verdadeira batalha contra os fantasmas que assombram Bly. com uma narrativa a la bella, Henry james cativa de forma assombrosa o leitor que busca o MEDO.
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Adrielly 21/10/2010

Fraco!!
O livro só vale pela bela linguagem que é escrito. Nem dá para dizer que a história se enrola porque não vai pra lugar nenhum e nem se espera por isso. Não sei o que dizer, trata-se de segurar um segredo meia-boca por todo o livro. No fim confesso que teve duas coisas que me chamaram a atenção (não relato agora senão entrego o graaaaaande segredo), mas não sei se isso valeu a leitura do livro. Não lerei a continuação.
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